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ISAÍAS 55 – Os ensinamentos deste capítulo são fantásticos, sua profundidade é incrível, e, seu conteúdo possui uma abrangência incapaz de ser totalmente assimilada pela inteligência humana.
Deus convida…
• …sedentos e famintos (miseráveis) ao melhor banquete do Universo; assim, Ele oferece vida e alegria a quem merece morte – ainda tudo de graça (vs. 1-2).
• …pessoas indiferentes e sem importância para um relacionamento transformador, restaurador e enobrecedor (vs. 3-5).
• …a buscá-lO enquanto ainda há oportunidade; pois, a festa está marcada e chegará o tempo que será tarde demais para responder ao convite – a porta da graça se fechará! (v. 6).
• …aos que se dispõe a atender Seu convite a uma preparação. Assim como alguém faz todos os preparativos, roupas, cabelos, banho, perfume, etc. para uma festa, na festa de Deus, preparativos também são importantes, embora diferentes (v. 7). Mas, Ele dá as diretrizes:
1. Deixar os próprios caminhos pessoais: gostos, interesses e planos;
2. Abandonar radicalmente os maus pensamentos;
3. Converter-se plenamente ao Senhor compassivo que faz o convite;
4. Viver para o Salvador que oferece o perdão transformador.
A salvação é para todos, mas nem todos aceitam o convite divino para salvar-se. Aqueles que aceitarem se surpreenderão, pois ao abandonarem seus miseráveis planos, pensamentos ruins e ambições mesquinhas, verão que os planos de Deus trazem resultados que nossa mente é incapaz de assimilar (vs. 9-13).
As Palavras de Deus não são meras palavras. Seu convite é mais que especial. É questão de vida ou morte.
Aqueles que confiarem plenamente nas Palavras divinas experimentarão os efeitos impactantes dessas importantes Palavras: Paz e alegria indescritíveis, prazer e satisfação na alma, além de experiências miraculosas – extraordinárias desde agora, mas principalmente na glória (vs. 12-13; I Pedro 1:8).
Jesus é o Verbo divino, a Palavra encarnada (João 1:1-18). “Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito” (Isaías 53:11). “Assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra e a fecundem, e a faça brotar, para dar semente ao semeador e pão ao que come”, assim desceu Jesus para avivar e restaurar os miseráveis e indignos pecadores (Isaías 55:10-11).
“Querido Deus, aceito todos os teus convites. Ajuda-me a preparar para uma eternidade contigo…” – Heber Toth Armí.
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Comentário Devocional
O resultado do ministério salvador de Jesus mencionado em Isaías 53 é visto neste capítulo e no próximo. Neste capítulo, Deus fala àqueles que o conhecem; no próximo, àqueles que não o conhecem.
A linguagem em Isaías 54 é simplesmente linda. Deus é o nosso Criador, Redentor, Marido, e Professor. Mas a linguagem predominante é de Deus como nosso amoroso marido. Veja a riqueza do versículo 5, por exemplo: “Pois o seu Criador é o seu marido”. Ele não é qualquer um, Ele é o Criador do universo! Ele é aquele que lhe formou e lhe criou. Este é o seu marido! Seu nome é “o Senhor dos Exércitos”. Em algumas culturas, quando uma mulher se casa ela passa a ter o sobrenome do marido. Você gostaria de ter o sobrenome “de Deus” no seu nome? Você inspiraria o reconhecimento imediato daqueles ao seu redor que você pertence a Deus?
As promessas desse capítulo também nos pertencem. Promessas de prosperidade, proteção, paz e alegria. Permaneçamos fiéis ao nosso Marido, Jesus e recebamos tudo o que Ele tem planejado para nós nesta vida e na eternidade!
Ron E M Clouzet
Pastor ministerial na Divisão Norte da Ásia e do Pacífico
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/54, https://www.revivalandreformation.org/?id=979 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/54/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/18
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 54 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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Há mais verdades lindas nesse capítulo.
Deus não nos convidou para sermos sua esposa por causa da nossa beleza, talento ou inteligência. Quando Ele nos encontrou eramos como “uma mulher abandonada e aflita de espírito”, ou ainda, como “uma mulher que se casou nova apenas para ser rejeitada” (v. 6, NVI). E depois que Ele nos tomou como esposa, não desempenhamos o papel mais importante que se esperava de uma mulher na época. “Ó estéril… você que nunca esteve em trabalho de parto ” (v.1, NVI). Nos tempos bíblicos, não havia maior desgraça para uma mulher do que não ser capaz de gerar filhos para seu marido. E, no entanto, diz Isaías, o Senhor ainda nos amou. Nós não somos como uma mulher desamparada! Somos amados por nosso Deus!
É por isso que o profeta diz: “Cante, ó estéril… irrompa em canto, grite de alegria” (v. 1, NVI) . Cante alegremente, porque você, que não podia engravidar, vai ter mais filhos do que aquela que teve muitos. Você terá que ampliar a sua tenda para ter espaço para eles (v. 2), e “seus descendentes desapossarão nações e se instalarão em suas cidades abandonadas” (v. 3, NVI) . “Você esquecerá a vergonha de sua juventude” (a experiência de Israel no deserto) “e não se lembrará mais da humilhação de sua viuvez” (seu exílio para a Babilônia) (v. 4, NVI).
Quando Deus disse: “Por um breve instante eu a abandonei” Ele se referia ao cativeiro Babilônico. Entretanto, contrabalançando qualquer dor que Ele tenha permitido para o bem de seu povo, a promessa de Deus é clara: “com profunda compaixão eu a trarei de volta… com bondade eterna terei compaixão de você” (vv. 7-8, NVI). As montanhas podem desaparecer, mas “a minha fidelidade para com você não será abalada, nem será removida a minha aliança de paz” (v. 10, NVI).
Deus assegura a Israel, sua esposa, que em vez de guerra, pedras preciosas irão rodeá-la, e os seus filhos serão ensinados diretamente por Ele, o Senhor (vv.12-13). “Nenhuma arma forjada contra você prevalecerá”, pois “esta é a herança dos servos do Senhor” (v. 17, NVI).
Deus tinha grandes planos para o Israel pós-exílico, mas depois do cativeiro babilônico eles tornaram-se hipócritas e teimosos e assim impediram que os planos de Deus se cumprissem para eles como nação.
Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/19/
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1 Canta alegremente, ó estéril. Israel, que então era “estéril” de resultados (ver p. 17-19; cf. Is 5:1-7; Jo 3:3, 5; Gl 5:22, 23), teria êxito em sua tarefa. Seus próprios filhos e filhas seriam “ensinados do SENHOR” (Is 54:13), os gentios se converteriam (56:6) e o templo de Jerusalém se tornaria “Casa de Oração para todos os povos” (56:7). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 311.
2 Alarga o espaço. “Quando o número de Israel aumentasse, deveriam ampliar os limites até que seu reino abarcasse o mundo” (PJ, 290). Citado em CBASD, vol. 4, p. 311.
Não o impeças. Deus não estará satisfeito, e Sua obra na Terra não poderá ser concluída, até que a igreja se levante com fé e se una aos agentes divinos para proclamar ao mundo o Salvador crucificado, ressuscitado e prestes a vir. CBASD, vol. 4, p. 311.
3 Transbordarás. Se Israel se erguesse com fé para cumprir seu destino como nação, o êxito excederia suas maiores expectativas. Assim será no tempo do fim quando o povo de Deus estiver pronto para receber o poder que Ele deseja manifestar. CBASD, vol. 4, p. 311, 312.
4 Da vergonha da tua mocidade. Yahweh tirou Israel do Egito para ser Sua noiva, mas ela se prostituiu ao servir a outros deuses (Jr 3:1-11; Ez 16:8-16; Os 2:5-13). Essa foi a sua desgraça e vergonha. CBASD, vol. 4, p. 312.
Da tua viuvez. Uma alusão ao cativeiro em Babilônia, quando, por causa da infidelidade a seu Marido, a nação foi levada cativa (Lm 1:1; 2:5, 6; cf. Os 2:6-13). CBASD, vol. 4, p. 312.
5 Teu marido. Embora a nação de Israel tivesse abandonado seu “marido”, Ele a traria de volta e seria novamente seu esposo (ver Ez 16:8; Os 2:14-20; cf. 3:1-5). CBASD, vol. 4, p. 312.
6 Repudiada. Ou, “rejeitada”, isto é, como “esposa”. CBASD, vol. 4, p. 312.
7 Por breve momento. Durante os 70 anos do cativeiro babilônico, Israel pareceu estar abandonado e esquecido. Contudo, na verdade, Deus permitiu essa experiência amarga a fim de revelar a Israel a tolice de seus caminhos e persuadi-lo de que a sabedoria consiste em ser fiel a Ele (ver Os 2:6-23). Em meio às dificuldades e às desilusões da vida, o povo de Deus tem o privilégio de ouvir a voz divina que chama a deixar os próprios caminhos e a andar com o Senhor. CBASD, vol. 4, p. 312.
9 Como as águas de Noé. Depois do dilúvio, Deus prometeu que não destruiria a terra com água (Gn 9:11-15). Promessa semelhante foi dada ao povo de Judá desde que permanecesse fiel a Deus, depois que retornasse à sua terra natal. CBASD, vol. 4, p. 312.
10 A aliança da minha paz. Isto é, a aliança divina que resulta em paz (ver Nm 25:12; Ez 34:25; 37:26). CBASD, vol. 4, p. 312.
13 Filhos. Expressão hebraica comum para designar descendência, sem levar em conta a idade. CBASD, vol. 4, p. 313.
15 Poderão suscitar contendas. Se tivessem permanecido fiéis a Deus depois do cativeiro, os judeus teriam recebido bênçãos inumeráveis (ver p. 16, 17). Seus inimigos conspirariam para tomar deles essas bênçãos, mas cairiam nessa tentativa (ver Ez 38:8-23); Zc 12:2-9; 14:2, 3). … Nos últimos dias, haverá também, da parte dos exércitos do mal, um esforço conjunto para destruir os santos, mas não terão êxito (ver Ap 16:14-16; 19:11-21; ver p. 17, 21-23). CBASD, vol. 4, p. 313.
16 O assolador. Isto é, aquele que devasta. deus afirma Seu controle soberano sobre os poderes da Terra. nenhuma força pode operar a menos que Ele permita (ver com. de Dn 4:17). nenhum inimigo pode ultrapassar os limites de Deus estabelece. CBASD, vol. 4, p. 313.
17 Seu direito. Ou, sua “vindicação”. Deus vindicará a causa de Seus servos. Quando o inimigo os acusar e lutar contra eles, Ele os declarará inocentes e os libertará. CBASD, vol. 4, p. 313.
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Isaías 53 – Para mim, difícil é dizer qual o verso bíblico preferido; mas considero o capítulo de leitura de hoje, o mais belo, extraordinário, profundo e teológico da Bíblia; sendo ela o Livro dos livros, considero este o Capítulo dos capítulos.
Nele, encontro ampliado o verso mais conhecido do Novo Testamento: João 3:16. Em seus 12 versos, vejo o resumo, não só dos quatro evangelhos, mas de toda Palavra de Deus. Sua mensagem é profética/messiânica, a coroa das profecias. Há ricos detalhes sobre Cristo reunidos num só lugar escritos cerca de 800 anos antes do Seu nascimento. Todavia, o que mais impressiona é o amor divino ali estampado objetivando alcançar-me.
O sacrifício apaixonado traçado neste capítulo levou o eunuco a entregar-se ao Salvador (Atos 8); foi base à cristologia do apóstolo Pedro (I Pedro 2); e, a fonte de outros escritores bíblicos. Tal amor motiva-me a um compromisso total com Cristo.
Amigo(a), Jesus é o enviado de Deus, o Servo sofredor, o Messias tanto esperado, o Salvador. Sua morte crudelíssima não foi determinada pelas circunstâncias, pois Ele foi transpassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades (vs. 4-5, 8, 12). Somos responsáveis pela morte do inocente Filho de Deus.
Por outro lado, Deus Pai O entregou à morte por nós; depositando sobre Ele nossa culpa, mazela e iniquidade, até as mais terríveis (vs. 4, 6, 10). Entretanto, Jesus, voluntariamente, deu Sua preciosa e perfeita vida por amor a nós imperfeitos, ingratos, irreverentes e estúpidos pecadores (vs. 4, 10-11). Não merecíamos nada, Ele nos deu tudo!
Sabendo que seria desprezado, humilhado, traído e morto, aceitou sacrificar-se para poder justificar a muitos pecadores condenados à morte (v. 11). Assim, nossa decisão por Jesus é a Sua recompensa (v. 12). Não há melhor método de salvação!
Embora desejo escrever mais, concluirei esta curta reflexão com as palavras de Phillip P. Bliss:
“Homem de dores”, nome encantador
Para o Filho de Deus que veio, em amor,
Resgatar o arruinado pecador!
Aleluia! Que Salvador!
Vergonha e zombaria suportou,
Meu lugar de condenação assumiu,
Com Seu sangue o meu perdão selou;
Aleluia! Que Salvador!
Como desconheço outro Ser que fez tanto por mim, dedicarei a Ele minha vida até o fim! E você? – Pr. Heber Toth Armí.
Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/18/ e
https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/posts/630303657050370?notif_t=scheduled_post_published
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Comentário Devocional
Escrever sobre esse capítulo me faz tremer. Quem pode dizer uma palavra sobre as profundezas da dor sofrida por Jesus, como servo de Deus, em favor dos pecadores?
O que se pode dizer sobre o que Jesus fez por nós? Ele levou sobre Si “nossas enfermidades” e suportou “nossas dores” (v. 4ARA). Ele foi ferido por causa das nossas transgressões e “esmagado por causa de nossas iniquidades” (v. 5 NVI) . Ele foi “eliminado da terra dos viventes”, e pelas nossas transgressões “Ele foi golpeado” (v.8 NVI). Ele foi feito “oferta pelo pecado” em nosso benefício (v.10 ARA), e ” derramou a Sua alma na morte” ( v.12 ) por você e por mim.
Leia Isaías 53. Leia-o novamente, e de novo. Não conseguiremos permanecer os mesmos ao contemplarmos o amor infinito de Deus por Seus inimigos (Rom 5:10). “Aquele que contempla o incomparável amor do Salvador, será elevado no pensamento, purificado no coração, transformado no caráter. Sairá para servir de luz ao mundo, para refletir, em algum grau, este misterioso amor” (O Desejado de Todas as Nações, p. 661).
Que seja assim comigo, Senhor Jesus.
Ron E M Clouzet
Pastor ministerial na Divisão Norte da Ásia e do Pacífico
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/53, https://www.revivalandreformation.org/?id=978 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/53/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/18
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 53 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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Isaías 53 é o quarto dos Cânticos do Servo deste livro (além de 42:1-9, 49:1-13 e 50:4-11). Ele é composto por cinco seções, três versos cada, começando com Isaías 52:13. Foi sobre essa passagem que Jesus fez perguntas aos rabinos com a tenra idade de 12 anos. Foi a meditação sobre Isaías 53 que trouxe a Ele a primeira luz da Sua missão como substituto para a humanidade pecadora. Esta é a passagem que o etíope estava lendo que lhe desvendou o mistério do Messias, graças ao oportuno estudo bíblico feito por Filipe (Atos 8:26-40). Este é o capítulo que, nas palavras de um conhecido evangelista aos judeus, “mais do que qualquer outro tem sido usado por Deus para trazer o povo judeu a Si mesmo.” Ele tem a ver com a essência da missão de Jesus e Sua morte substitutiva na cruz pela humanidade. O Novo Testamento cita esta parte mais do que qualquer outra do Antigo Testamento (Marcos 15:17, João 10:11; 12:37, Rm 3:25 a 4:25, 2 Coríntios 5:21; Fil 2:9).
O relatório de boas notícias de Isaías 52:7 é recebido com incredulidade: “Quem creu em nossa pregação?” (Is 53:1 ARA), Isaías exclama. Os seres humanos rejeitaram o Filho de Deus porque Ele não apresentava a beleza de um príncipe ou “qualquer … majestade que nos atraísse, nada havia em sua aparência para que o desejássemos” (v.2 NVI). Jesus foi desprezado e rejeitado ao longo de toda a Sua vida, não apenas durante o Seu julgamento e crucificação. Ele realmente está familiarizado com a tristeza e o pesar (v.3). Quando sentimos que o mundo está contra nós, não devemos esquecer que ele também estava contra Jesus. Por experiência própria, Ele certamente se identifica com nossos sentimentos. Ron R E Clouzet, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/18.
“Este capítulo, colocado em pauta sete séculos do nascimento de Cristo, até parece ter sido escrito por uma testemunha da crucificação. O apóstolo Pedro preferiu citar trechos deste capítulo a resumir os relatos das testemunhas oculares (1Pe 2.21-25). Sete citações deste capítulo são feitas no Novo Testamento á Pessoa de Jesus Cristo. Declara-se oito vezes, neste capítulo, a doutrina da expiação vicária [substituta], que se resume na expressão de 2Co 5.21.” Bíblia Shedd.
1 Quem creu … ? Quem teria crido no relato da humilhação e exaltação do Messias, o Servo do Senhor (ver com. de Is 52:7, 13-15)? … A divisão entre Isaías 52 e 53 deveria ser no v. 12 do cap. 52, e não no 15. … O NT (Mt 8:17; Jo 12:38) claramente aplica Isaías 53 a Cristo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4, p. 307.
O braço. O instrumento pelo qual alguém cumpre seus propósitos. Aqui o “braço” de Deus, ou poder, se revela na salvação do ser humano. CBASD, vol.4, p. 307.
2. Perante Ele. “diante de Deus”, no sentido de ser submisso à Sua vontade, e sujeito ao Seu cuidado (ver com. de Lc 2:49). CBASD, vol.4, p. 307.
Como renovo. Cristo cresceu física, mental e espiritualmente em harmonia com as leis naturais do desenvolvimento humano (ver com. de Lc 2:52). Como uma planta tira o sustento do solo, Ele Se sustentaria da sabedoria e da força de Deus. CBASD, vol.4, p. 307.
Terra seca. Uma planta que nasce em solos em água não cresce de forma plena e não é atrativa. Para os líderes dos judeus, o caráter de Jesus não era atrativo. CBASD, vol.4, p. 308.
Nem formosura. …nada que chamasse a atenção. Os seres humanos não deveriam ser atraídos a Cristo por meio de demonstração de glória sobrenatural, mas pela beleza de uma vida justa (ver DTN, 23, 27, 43). … Ele não era o tipo de Messias em que os judeus estavam interessados. CBASD, vol.4, p. 308.
3 Homem de dores. Por meio da humanidade de Jesus, a Divindade experimentou tudo o que a humanidade mortal herdou. Ele sofreu todos os
maus-tratos e maldades que homens ímpios e anjos maus puderam fazer contra Ele, tendo como clímax o julgamento e a crucifixão. CBASD, vol.4, p. 308.
Escondem . Em vez de se compadecerem de C r i s t o em Sua aflição, os seres humanos se desviaram dEle com amargura e desprezo. Não tiveram compaixão e O repreenderam por Seu destino trágico (ver Mt 26:29-31; 27:39-44). Até os discípulos O abandonaram e fugiram (Mt 26:56). CBASD, vol.4, p. 308.
4. Nossas enfermidades Os v. 4 a 6 enfatizam a natureza vicária dos sofrimentos e da morte de Cristo. O fato de ter sido pelos pecadores e não por Si mesmo que Ele sofreu e morreu é reiterado nove vezes nestes versículos, e novamente nos v. 8 e 11. Ele sofreu em lugar do pecador. Assumiu a dor, a humilhação e os maus-tratos que outros mereciam (ver DTN, 25). CBASD, vol.4, p. 308.
Ferido de Deus. O inimigo fez parecer que os sofrimentos de Jesus eram um castigo infligido sobre Ele por um Deus vingativo por ser pecador (ver DTN, 471). Se isso fosse verdade, Ele não poderia ser o Redentor do mundo. CBASD, vol.4, p. 308.
5. O castigo. Isto é, a punição necessária para nos reconciliarmos com Deus (ver Rm 5:1).CBASD, vol.4, p. 308.
7. Não abriu a boca. Isto é, para protestar, reclamar ou se defender. O silêncio era evidência de submissão completa e inquestionável (ver Mt 26:39-44). O que o Messias fez foi de forma voluntária e com alegria, a fim de que pecadores condenados pudessem ser salvos (sobre o cumprimento desta profecia, ver Mt 26:63; 27:12, 14). CBASD, vol.4, p. 308.
8. Por juízo opressor. O Messias não foi julgado com justiça. Apesar do pretenso procedimento judicial, o veredito não foi justo. CBASD, vol.4, p. 308.
Foi arrebatado. Isto é, pela morte. “Ele morreu”. CBASD, vol.4, p. 308.
E de Sua linhagem, quem dela cogitou? …”quem se interessava por Seu destino?”. … ninguém O defendeu. Ele sofreu tudo sozinho. CBASD, vol.4, p. 308, 309.
Por causa da transgressão. Sobre a natureza vicária dos sofrimentos e da morte de Cristo, ver com. dos v. 4-6. CBASD, vol.4, p. 309.
9 Com os perversos. O Servo justo (ver com. de Is 52:13) foi morto como pecador, não como santo. Após ter dado a vida pelos transgressores, foi colocado entre eles em Sua morte. CBASD, vol.4, p. 309.
Com o rico. Ele seria sepultado na tumba de um homem rico, a de José de Arimateia (Mt 27:57-60). CBASD, vol.4, p. 309.
Posto que. Ou, “apesar de”, “embora”. Cristo sofreu a sorte de um pecador, embora não tivesse feito nada para merecer isso. CBASD, vol.4, p. 309.
10. Ao SENHOR agradou. O Senhor não Se alegrou com o sofrimento de Seu Servo (ver com. de Is 52:13), o Messias. Em vista do bem estar
eterno do ser humano e da segurança do universo, Ele teve de sofrer. A frase “ao SENHOR agradou” indica que isso “foi da vontade do Senhor”. Só assim o plano de salvação poderia ter êxito. CBASD, vol.4, p. 309.
Alma. Do heb. nefesh, que significa, “ele próprio” ou “Sua vida” (ver com. de IRs 17:21; SI 16:10). Sua vida substituiu a nossa (ver com. de Is 53:4; ver DTN, 25). Por causa do pecado, o ser humano perdeu a inocência, a capacidade de amar e de obedecer a Deus, seu lar, seu domínio sobre a terra e mesmo sua vida. Cristo veio para restaurar todas as coisas permanentemente, não só na Terra, mas em todo o universo. CBASD, vol.4, p. 309.
Como oferta pelo pecado. Esta oferta era apresentada quando se exigia uma restituição, fosse a alguém ou a Deus. A morte do Servo de (Deus proporcionou uma expiação aceitável e efetiva do pecado que ocasionou a perda. Este sacrifício era essencial à redenção e restauração do ser humano (Jo 1:29; 17:3; 2Co 5:21; 1Pe 2:24). CBASD, vol.4, p. 309.
Sua posteridade. Isto é, “sua descendência”: aqueles que estivessem dispostos a recebê-Lo, aos que cressem “no Seu nome” (Jo 1:12) e nascessem de novo (Jo 3:3). Ele “suportou a cruz” em vista dessa “alegria que Lhe estava proposta” (Hb 12:2). A informação de que Cristo verá Sua posteridade aponta para a [Sua] ressurreição. CBASD, vol.4, p. 309.
Prolongará os Seus dias. Aqui se afirma com mais clareza a ressurreição (ver Hb 7:16, 25; Ap 1:18). CBASD, vol.4, p. 309.
A vontade do SENHOR. Cristo Se deleitava em fazer a vontade de Seu Pai (Mt 26:39, 42; Jo 4:34; 5:30; 6:38), e, por meio dEle, a vontade de Deus prevaleceria mais uma vez entre os homens (Mt 6:10; 7:21; Jo 17:6). A missão do Messias teria êxito. CBASD, vol.4, p. 309.
11. Trabalho. Isto é, o resultado de Sua obra. CBASD, vol.4, p. 309.
Ficará satisfeito. Por causa de Sua morte, muitos viveriam; por causa de Seus sofrimentos, muitos encontrariam paz e alegria eternas (ver DTN, 25; cf. Hb 12:2). O resultado justificaria o sacrifício necessário para alcançá-lo. CBASD, vol.4, p. 309.
O Meu Servo, o Justo. O Pai está falando de Seu Filho, o Messias (ver com. de Is 41:8; 52:13). CBASD, vol.4, p. 309.
Levará sobre Si. Reafirmação da natureza vicária do sacrifício do Messias enfatizada nos v. 4 a 6, 8 e 10. CBASD, vol.4, p. 309.
12 Por isso, Eu Lhe darei. Deus recompensará o Servo vitorioso com um lugar de honra diante de todo o universo. CBASD, vol.4, p. 310.
O despojo. Tudo o que se perdeu como resultado do pecado (ver com. do v. 10) seria restaurado. CBASD, vol.4, p. 310.
Intercedeu. Aqui se prediz claramente o ministério de Cristo (Rm 8:34; Hb 7:25; 9:24; 1Jo 2:1). CBASD, vol.4, p. 310.
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SAÍAS 53 – O poema iniciado em Isaías 52:13 inclui todo o capítulo 53. Estes versos poéticos são proféticos, os quais, embora sejam poucos, creio que sua mensagem é mais abrangente que os quatro evangelhos juntos.
É possível pregar o evangelho, a esperança da salvação aos perdidos, a partir destes 15 versículos. Já estudei durante várias horas este poema das penas do profeta Isaías. Dos ensinamentos que extraí, selecionei algumas lições que me resultaram em oito sermões, os quais preguei numa semana santa.
Com atenção e oração, medite nestas cinco estrofes:
• Deus abre o poema. Deus é o sujeito nos primeiros versos, ou primeira estrofe (Isaías 52:13-15). A salvação do perdido é invenção de Deus. Ele planejou. Ele doou o servo para sofrer pelo pecador. Ele executou o plano de nossa redenção. Deus toma a iniciativa para resolver nossos delitos, problemas e transgressões. Sua estratégia impactaria até mesmo os grandes da Terra.
• Os judeus incrédulos rejeitariam declaradamente ao plano de Deus. Os judeus que rejeitaram o Messias estão descritos na segunda estrofe (Isaías 53:1-3). A incredulidade e a dúvida fundamentam suas crenças sobre opiniões pré-concebidas. Fazem das meras opiniões fortes convicções. Os preconceitos frente à verdade os levam a pautar suas decisões sobre a mentira, que não passam de areia movediça. Assim, rejeitam a única solução de que tanto precisam. Quanta idiotice! Isso não se deu apenas com os judeus, muitos atualmente agem da mesma forma frente aos planos de Deus: “…dele não fizemos caso”.
• Um remanescente, cheio de fé, interpreta corretamente o que os incrédulos interpretaram de forma errada. O crente sincero tem parte no poema (vs. 4-6). A humildade abre os olhos para a pura e dura realidade do pecador, mas também recebe o dom da fé para enxergar a solução preparada por Deus. Vê em Jesus o substituto.
• O profeta Isaías não fica mudo diante de verdades tão impactantes. Em poucas palavras ele ensina teologia, cristologia, soteriologia, hamartiologia, escatologia, entre outras coisas mais que valem a pena aprofundar-se (vs. 7-10).
• Deus iniciou, agora irá concluir o poema. Suas palavras revelam solenidade, mas plenas de satisfação (vs. 11-12). Seu plano daria certo, embora soubesse que nem todos aceitariam o sacrifício de Seu Filho: “… levou sobre si os pecados de muitos…”.
Você aceitou? – Heber Toth Armí.
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Comissionado pelo comandante no campo de batalha, um jovem corre com alegria em seu coração e uma grande mensagem em seus lábios: o rei está vencendo! A guerra contra o nosso inimigo está quase no fim, o rei está perto da vitória e a paz está próxima!
A resposta alegre ao jovem que se aproxima da cidade, com boas notícia é imediata: os vigias sobre os muros se unem ao júbilo, pois agora eles sabem que irão ver, com seus próprios olhos, o retorno de seu rei a Sião (v. 8).
Essa é a imagem apresentada pelo verso 7 : “Como são belos nos montes os pés daqueles que anunciam boas novas, que proclamam a paz, que trazem boas notícias, que proclamam salvação, que dizem a Sião: ‘O seu Deus reina!’ “ (NVI). Esta mensagem contém quatro boas notícias: paz, a boa nova, salvação e a confirmação de que Deus ainda está no Seu trono.
Você já ouviu a canção Nosso Deus Reina, baseada em Isaías 52:7? Que mensagem simples e poderosa ela contém! Que poder uma canção de esperança pode exercer em tempos de aflição! Atribui-se a Martinho Lutero a declaração: “quando eu não posso ler a Bíblia, eu oro, e quando não posso orar, eu canto”. Eu pude confirmar esta verdade mais de uma vez na minha vida. Quando em desânimo, quando a escuridão e depressão parecem envolver a alma, cantar as músicas de Sião levantará a nuvem que nosso inimigo colocou para nos oprimir.
Cante. Cante ao Senhor um cântico novo! Cante pela manhã, cante ao meio-dia, cante à noite. Cante, mesmo que seja muito difícil entoar uma melodia. Isto trará anjos celestiais para o seu lado. Deus é capaz, Ele é abundantemente capaz! Escolha olhar para cima e cantar na certeza de que Ele está ativamente agindo para nos proteger!
Ron E M Clouzet
Pastor ministerial na Divisão Norte da Ásia e do Pacífico
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/52, https://www.revivalandreformation.org/?id=977 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/52/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/17
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 52 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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1 Tuas roupagens formosas. Isto é, vestes de beleza e santidade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4, p. 302.
2 Do pó. Sião trocaria o pó pelo trono, uma vida de exílio por outra, de esplendor. CBASD, vol.4, p. 302.
3 Fostes vendidos. os judeus se venderam ao serviço do mal e, como resultado, sofriam nas mãos de seus vizinhos pagãos, os assírios, nos dias de Isaías, e anda seriam cativos em Babilônia. CBASD, vol.4, p. 302.
5 É blasfemado. Visto que podiam oprimir o povo hebreu, os pagãos pensaram que os seus deuses eram mais fortes que Yahweh. CBASD, vol.4, p. 302.
6 Saberá o Meu nome.Saber o nome de Deus é entender Sua vontade e confiar nEle. CBASD, vol.4, p. 302.
7 Boas novas. Isto é, o evangelho (ver com. de Mc 1:1; 2:10). CBASD, vol.4, p. 302.
10 O SENHOR desnudou o Seu braço. O poder de Deus foi manifesto, levando a vitória a Seu povo sobre os inimigos (ver Sl 98:1, 2; cf. Ez 4:7). CBASD, vol.4, p. 303.
11 Retirai-vos. Isto é, de Babilônia [cf. Ap 18:1-4]. CBASD, vol.4, p. 303.
Purificai-vos. Os exilados que voltariam deviam constituir um povo puro. … Os que saíssem de Babilônia espiritual deviam também se purificar (Ap 18:4; 21:27; cf. 1Jo 3:3). CBASD, vol.4, p. 303.
Vós que levais os utensílios do SENHOR. Os líderes de Israel seriam responsáveis por levar os utensílios sagrados do templo, de Babilônia a Jerusalém (Ed 1:7, 8; 5:14, 15; 6:5). … Os líderes do povo de Deus têm a responsabilidade solene diante de Deus de dar exemplo digno de um viver correto. CBASD, vol.4, p. 303.
13 Eis que o Meu Servo. Estas são as palavras introdutórias de uma nova seção que continua até Isaías 53:12. … Nesta nova seção, o Messias surge como o Servo sofredor (ver com. de Is 41:8; 42:1). Nas Escrituras, não há outro texto que apresente de forma mais vívida a natureza vicária e o caráter expiatório da obra de Cristo. … a ideia de salvação material e terrena para Israel como nação praticamente ofuscou o conceito aqui apresentado por Isaías, de que o messias primeiramente os libertaria de forma individual do poder e do castigo do pecado (ver DTN, 30; ver com. de Lc 4:19). CBASD, vol.4, p. 303.
Procederá com prudência. Ou, “prosperará”. … O messias, o Servo sofredor, teria êxito em Sua missão (ver Fp 2:10, 11). CBASD, vol.4, p. 303.
Exaltado e elevado. Os poderosos da Terra se maravilhariam de que um homem tão insignificante segundo os padrões humanos pudesse ter tão tremenda influência sobre o pensamento e a vida do ser humano e sobre o curso da história (ver Is 52:14, 15). Hoje, milhões de pessoas consideram honra serem conhecidos como cristãos. CBASD, vol.4, p. 303, 304.
14 Pasmaram muitos. É surpreendente que o tão honrado Filho de Deus Se humilhasse de forma voluntária como Cristo o fez. Jesus velou Sua divindade na humanidade (ver com. de Lc 2:48) a fim de que o ser humano fosse atraído a Ele, não pela glória exterior, mas pela beleza de seu caráter. CBASD, vol.4, p. 304.
Seu aspecto. Depois de voltar do conflito contra Satanás no deserto da tentação e durante o conflito maior com os poderes das trevas no Getsêmani (DTN, 137, 689), a aparência de Jesus era tão diferente que até para Seus amigos foi difícil reconhecê-Lo. CBASD, vol.4, p. 304.
15 Admiração às nações. O mundo se maravilharia ante o fato de o humilde Servo sofredor, o Messias, vir a ser “exaltado e elevado” e se tornar “mui sublime” (v. 13). CBASD, vol.4, p. 304.
Fecharão a sua boca. Os poderosos da terra se emudecerão diante dEle, em espanto e reverência (ver Jó 29:9; 40:4). CBASD, vol.4, p. 304.