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Comentário Devocional
Este capítulo é uma profecia contra os moabitas, que eram os descendentes de Ló (Gên 19:37). Os moabitas viveram inicialmente no sudeste da Transjordânia e ocuparam a cidade de Ar, que estava no lado leste do Mar Morto (Deut 2:9).
Quando os israelitas quiseram ir para a terra de Canaã, os moabitas não lhes permitiram passar por suas terras. No entanto, Deus não permitiu que os israelitas lutassem contra os moabitas porque eles eram seus parentes e Ló era um verdadeiro adorador de Deus (Deut 2:19).
A mensagem de destruição de Deus para Moabe era condicional. Ele enviou esta mensagem aos moabitas através de Jeremias para que eles se arrependessem e retornassem para o Senhor. Se os moabitas tivessem se arrependido, Deus os teria libertado da prisão espiritual da adoração de ídolos e restaurado (v. 47).
Muito antes dessa profecia por Jeremias, Rute, uma mulher moabita, creu em Deus, através da influência da vida piedosa de Noemi. Que possamos ser como Noemi e através da nossa vida piedosa influenciar os nossos vizinhos a crerem em Deus e serem fiéis a Ele como aconteceu com sua nora Rute, que está listada na genealogia de Jesus (Mt 1:1, 5).
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/48 e https://www.revivalandreformation.org/?id=997
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/18/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 48 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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JEREMIAS 48 – O livro de Jeremias é o segundo maior livro do Antigo Testamento. Suas profecias, acompanhadas de sua autobiografia, tornam o livro muito interessante.
Por várias razões Jeremias é bem conhecido entre aqueles que apreciam a Bíblia. Contudo, suas mensagens são pouco conhecidas, talvez por não serem tão valorizadas como deveriam.
• Vamos estudar sua profecia contra Moabe?
C. Paul Gray observa que “entre os oráculos encontrados nos capítulo 46-49, essa profecia é singular em relação a sua extensão, seu grande número de lugares e suas semelhanças com outras passagens das Escrituras”. Abaixo segue a divisão que Gray faz do capítulo em questão:
1. As consequências da confiança inapropriada (vs. 1-10);
2. A desgraça da vida indisciplinada (vs. 11-17);
3. O desastre chega (vs. 18-28);
4. Um lamento pela orgulhosa nação de Moabe que caiu (29-39);
5. Não há escape de juízo (vs. 40-47).
Orgulho, arrogância, prepotência e soberba levam indivíduos e nações a um fim indesejado. Uma existência desregrada, indiferente aos princípios divinos e sem parâmetros bíblicos enfrentará situações em que a desgraça será sua melhor definição de vida.
Apesar Moabe ter Quemos como seu deus, ainda que os pecados de Moabe eram extravagantes, Deus começa com uma mensagem de juízo e destruição (vs. 1-2); mas, termina com uma mensagem de restauração e esperança (v. 47).
A profecia declara que Moabe iria para o cativeiro. Contudo, depois da disciplina, o próprio Deus promete: “Chegará o dia em que vou restaurar a sorte de Moabe”. A misericórdia divina tem a última palavra, não o juízo!
Outras aplicações espirituais:
• Através da profecia a Moabe, observa-se que Deus ama, trata com um amor firme e disciplinador aos povos que adoram outros deuses, além de oferecer um futuro promissor a todas as nações e quer a restauração de todos os povos.
• Com Moabe, aprendemos que a vida desgraçada resulta de uma rejeição à graça de um Deus que deseja o melhor para os habitantes deste mundo imoral e decadente.
• A mensagem do servo de Deus pode parecer dura e pesada contra seus destinatários; todavia, ele termina com esperança, oferece consolo e promete a ação graciosa de Deus.
• O evangelho é destinado a todas as pessoas, Deus age para restaurar o caído e destruído pelo pecado.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Antes do tempo de Moisés, os moabitas adoravam o ídolo Quemos. Por causa disso Deus permitiu que os amorreus viessem e tomassem parte de suas terras (Núm 21:26). Mais tarde, no tempo de Moisés, Balaque, rei de Moabe, pediu a Balaão que amaldiçoasse Israel. Isto aconteceu quando os moabitas adoravam Baal-Peor e levaram os homens de Israel a fazer o mesmo (Núm 25:1-3).
Nos dias em que Jorão, o filho de Acabe, era o rei de Israel, Mesa, rei de Moabe se voltou contra Israel. Seu deus era Camos, e ele mesmo ofereceu seu filho a este deus em holocausto (2 Rs 3:27). Na guerra que se seguiu, Mesa, recusou-se a render-se a Israel. Então, Israel continuou a lutar contra os moabitas, e estes estavam em vias de serem exterminados. Foi quando Deus interveio, interrompendo a luta e permitindo que o remanescente dos moabitas retornasse para casa.
Aparentemente, não havia ainda chegado o momento para Deus exterminar os moabitas, mesmo sendo eles adoradores de ídolos, pois o Senhor queria que eles se arrependessem e voltassem para Ele.
No entanto, algumas cidades moabitas deveriam ser destruídas porque: (1) eles ainda adoravam o deus Camos (Jer 48:13); (2) Gabavam-se contra o Deus de Israel e escarneciam de Judá (v. 27, 29, 42); (3) diziam que o reino de Judá não era diferente de todas as outras nações, porque Judá havia sido destruída pelos babilônios (Ez 25:8), e (4) eles amaldiçoavam o povo de Judá e violavam suas fronteiras de Judá ( Sof 2:8). Yoshitaka Kobayashi, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/18/.
2 Tramaram. Do hrb. chasav. Há um trocadilho neste versículo, pois o hebraico para Hesbom está grafado como Chesvon. Esse recurso literário é uma boa ilustração do forte tom poético da profecia. O v. 2 parece indicar que, no tempo de Jeremias, Hesbom foi o centro de uma conspiração contra os moabitas. CBASD, vol. 4, p. 559.
10 Maldito. O anúncio de uma maldição sobre aqueles a quem Deus escolheu como Seus vingadores, que poderiam se abster de executar Seus juízos, é uma forma poética de enfatizar a inevitabilidade dos eventos preditos. CBASD, vol. 4, p. 560.
12 Trasfegadores. Do heb. tso’im, “inclinadores”, isto é, aqueles que inclinam utensílios, a fim de derramar seu conteúdo. CBASD, vol. 4, p. 560.
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Comentário Devocional
O capítulo 47 é uma profecia contra os filisteus.
No momento do estabelecimento dos israelitas na terra de Canaã, os filisteus já tinham estabelecido cinco cidades-estado de acordo com a modo grego de formar cidades, cada cidade com seu próprio governante. Quando a arca de Deus foi capturada pelos filisteus houve vários acontecimentos milagrosos entre eles (1Sm 5 e 6). Deus lhes deu provas suficientes para que cressem nEle como quando guiou as duas vacas que puxavam o carro com a arca para percorrerem o caminho até a cidade de Bete-Semes (1 Sam 6:12). No entanto, não há registro na Bíblia de que os filisteus tenham se arrependido e crido no Deus de Israel.
Após esta profecia o exército babilônico invadiu o território dos filisteus, vindo do norte, e o tornou uma parte do império babilônico.
Em nossa sociedade, hoje, também vemos pessoas que, à semelhança dos filisteus, recebem muitas oportunidades para acreditar em Deus mas, mesmo assim, recusam-se a acreditar nestas evidências. É difícil para nós conhecermos as razões destas descrenças. Porém se aproveitarmos as oportunidades e conhecimento que o Senhor nos concedeu nestes últimos tempos, podemos, ao demonstrar verdadeiro interesse por eles, testemunhar de nossa fé e de tudo que o Senhor tem feito por nós
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/47 e https://www.revivalandreformation.org/?id=996
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/17/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 47 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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JEREMIAS 47 – O Soberano do Universo não está limitado ao tempo e ao espaço. Ele conhece o passado, o presente e o futuro, ainda exerce domínio em todo lugar. Desta forma, “é inútil resistir ao plano de Deus” (Comentário Bíblia Andrews).
Embora seja curta a profecia contra os filisteus, sua conclusão leva-nos à reflexão.
1. Deus dá profecia a Jeremias a respeito dos filisteus (v. 1). Deus conhece tudo. “Os filisteus (pelistis) eram indo-europeus de Caftor (Creta) (cf. Amós 9.7), sendo que a principal horda se assentou no sudoeste da Palestina, ‘a terra dos pelestes’, no século 12 a.C.” (Merril. F. Unger).
2. Deus dá detalhes da destruição que viria sobre os filisteus (vs. 2-5); os quais “construíram uma nação próspera desenvolvendo sua marinha mercante, que navegava pelo Mediterrâneo e comprava produtos de diversas terras. Contudo, estavam fadados à destruição” (Warren Wiersbe).
• Seriam atropelados por inimigos vorazes: Invasão babilônica – como torrentes transbordantes.
• Entrariam em pânico, lamentar-se-ão; pois, ninguém, nem nação alguma, nem seus deuses poderiam ajudá-los contra o juízo vindouro.
• O medo e o terror fariam pais abandonarem seus filhos para se escaparem.
• Os inimigos de Israel desde os primórdios da nação (I Samuel 4), os quais sempre se opuseram ao povo de Deus, sofreriam terrivelmente por suas decisões arrogantes.
• Grandes cidades filisteias seriam dizimadas.
3. Deus agiria contra aqueles que agiram contra Seu povo. Essa profecia cumpriu-se “em 604 a.C., quando Nabucodonosor venceu a Filístia e conquistou Asquelom” (Robert B. Chisholm).
O que podemos aprender desta profecia contra os filisteus, que por séculos provocou o povo de Deus?
• Juízo divino significa erradicação do mal pela raiz.
• O que você planta, certamente você colherá: quem fere e destrói terá que responder frente ao Juiz Soberano.
• A sentença divina nunca se dá sem avisos prévios: Deus não destrói os destruidores sem informar-lhes.
• O arrependimento e a conversão é o que Deus espera dos pecadores: Entretanto, estes questionam o que Deus permite, em vez de voltarem-se para Ele.
• O tempo de vida é a graça divina oferecendo oportunidade de arrependimento. Por séculos Deus tolera o pecado esperando a conversão de Seus inimigos.
• A disciplina resulta em conversão ou em rebelião: Depende de tua reação à revelação de Deus.
• Nossas negligências espirituais terão consequências indesejadas.
“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
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1 A respeito dos filisteus. Os filisteus perseguiram o povo de Deus, então, eles receberiam uma retribuição justa. CBASD, vol. 4, p. 555.
Filisteus. O povo filisteu estava na Palestina já na época de Abraão (ver com. De Gn 21:32; Js 13:2), mas aportaram em massa na região, durante a grande migração dos povos do mar, em aproximadamente 1200 a.C. … Eles estavam entre os principais oponentes dos hebreus primitivos, mas, depois da época de Davi, eles desempenharam papel de menor importância nos assuntos de Israel. CBASD, vol. 4, p. 555.
Faraó ferisse a Gaza. A informação histórica é escassa para identificar este ataque de modo preciso. Há vários períodos em que um ataque como este, partindo dos egípcios, seria possível. … Nos tempos bíblicos, Gaza era o mais importante centro comercial da Palestina. Situava-se no extremo sul da fértil planície filisteia, na convergência de duas das principais estradas da Palestina. Por meio dela, a rota comercial do deserto oriental, com sua riqueza de ferro e cobre das minas de Edom, ligava-se ao grande derek kay-yam, ou “caminho do mar”, a estrada litorânea que conduzia ao norte a partir do Egito. Devido a suas posição nessa última rota, a cidade era de grande importância estratégica. Os egípcios utilizaram essa estrada por quase mil anos, como rota habitual de suas repetidas invasões à Palestina e à Síria. Durante as 18ª a e19ª dinastias, quando os egípcios dominaram grande parte da Palestina, Gaza foi um dos principais centros administrativos. Ao tomar Gaza, qualquer faraó que invadia a Palestina também asseguraria um ponto a partir do qual podia dominar o litoral, proteger suas comunicações com o Egito e controlar muito do comércio do país. CBASD, vol. 4, p. 555, 556.
3 Os pais não atendem aos filhos, por se afrouxarem as suas mãos. O caos e o medo seriam tão grandes que os pais chegariam a negligenciar seus próprios filhos. Bíblia de Estudo Andrews.
4 Tiro e Sidom. Tiro e Sidom [na época, Fenícia. Hoje, Líbano] dominaram a costa norte da planície filisteia e eram, evidentemente, aliados dos filisteus. CBASD, vol. 4, p. 556.
Caftor da terra do mar. Isto é, Creta, de onde os filisteus já haviam migrado para o continente. CBASD, vol. 4, p. 556.
5 Calvície. Talvez uma referência à destruição da cidade … [ou] como sinal de luto… Raspar a cabeça e ferir o corpo eram expressões comuns de aflição (ver Jr 16:6; cf Dt 14:1). CBASD, vol. 4, p. 556, 557.
Asquelom. Uma das principais cidades filisteias, aproximadamente 20 km ao norte de Gaza na estrada marginal. CBASD, vol. 4, p. 557.
Vale. Do heb. ‘emeq, melhor seria “uma planície”. Neste versículo, a planície filisteia. CBASD, vol. 4, p. 557.
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Comentário Devocional
Este capítulo dá início a uma nova seção do livro de Jeremias (Jr 46-51), com declarações proféticas acerca de várias nações e tribos.
Na primeira seção, Jeremias prediz a derrota do exército egípcio por Nabucodonosor junto ao rio Eufrates. A partir destes versos descobrimos que o exército egípcio incluía tropas mercenárias de Etíopes, Líbios e Lídios (v. 9). O exército era tão numeroso que parecia a inundação do rio Nilo sobre a terra (v. 8). Então o verso 10 afirma que o próprio Deus iria intervir e ajudaria Nabucodonosor a derrotar o exército egípcio. Haveria tristeza na terra do Egito, porque os poderosos soldados egípcios seriam derrotados e falhariam em sua campanha militar (v. 11, 12). Essa profecia cumpriu-se no quarto ano de Jeoaquim, rei de Judá.
Na segunda seção, temos uma mensagem de Deus para os judeus que viviam no norte do Egito em lugares como Migdol, Mênfis e Tafnes. O texto original hebraico do verso 15 pode ser traduzido assim: “Por que o deus Ápis fugiu?” (NVI). O significado é: “Por que o deus-touro egípcio fugiu sem ajudar o exército egípcio?” A seção refere-se ao exército da Babilônia como sendo tão poderoso quanto os montes de Tabor e Carmelo na terra de Israel (v. 18); e se refere ao Egito como uma bezerra que não consegue nem mesmo afugentar moscas que a picam (v. 20). Menciona ainda que o exército babilônico viria contra o Egito com machados, como cortadores de lenha (v. 22, 23).
A terceira seção é uma profecia e um encorajamento aos Judeus que viviam no Egito e aos cativos na Babilônia para que retornassem à sua pátria Israel. Deus diz: “Eu o salvarei de um lugar distante, e os seus descendentes, da terra do seu exílio. Jacó voltará e ficará em paz e em segurança; ninguém o inquietará” (verso 27, NVI).
Deus é verdadeiramente o Restaurador da relação de aliança que Ele tem com Seu povo. E como Ele agiu no passado, assim Ele agirá para com o povo de Deus hoje, quando o Senhor voltar e nos levar para casa.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/46 e https://www.revivalandreformation.org/?id=999
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/16/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 46 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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JEREMIAS 46 – A Bíblia não é um livro exclusivo aos judeus. O Deus verdadeiro não Se limita a enviar mensagens exclusivamente a um povo do planeta, ignorando outras nações. Deus vai julgar todo mundo, e quer salvar o mundo todo.
O dom de profecia que Deus concedeu a Jeremias abrange, além da nação de Israel, outras nações, outros governos, adoradores de outros deuses:
Profecia divina contra…
• O Egito (46:1-28);
• Os filisteus (47:1-7);
• Moabe (48:1-47);
• Os amonitas (49:1-6);
• Edom (49:7-22);
• Damasco (49:23-27);
• Quedar e Azor (49:28-33);
• Elão (49:34-39);
• A Babilônia (50:1-51:64).
Jeremias não foi o único profeta que anexou às suas profecias mensagens para povos estrangeiros, nações gentílicas:
• Isaías também profetizou a respeito de outras nações (Isaías 13-23);
• Ezequiel também profetizou a respeito de nações estrangeiras (Ezequiel 25-32).
O capítulo em análise é uma profecia em que temos:
1. Os envolvidos: Faraó Neco, do Egito e, Nabucodonosor, de Babilônia (vs. 1-2);
2. Explicação geral para a derrota do Egito: Orgulho. Era uma nação arrogante, prepotente, se achava melhor que as outras (vs. 3-4, 7-9);
3. Interpretação dos detalhes da derrota: Pavor domina aos orgulhosos guerreiros egípcios fazendo-os fugir da batalha alopradamente, duvidando da capacidade do Faraó (vs. 5-6, 13-18);
4. Resultados da derrota do Egito: Espadas ensanguentadas (vs. 10-11), humilhação (v. 12); destruição das principais cidades (vs. 19-24), punição dos seus deuses (v. 25), os sobreviventes são escravizados nas terras babilônicas (v. 26).
Sabendo disso tudo Deus não queria que o remanescente judeu descesse ao Egito (Jeremias 43:8-13). Deus chamou Nabucodonosor de “meu servo” (Jeremias 25:9; 27:6; 43:10), o qual derrotou ao Faraó Neco em junho de 604 a.C. em Carquemis.
A batalha foi longa. “Em 607 a.C., Nabucodonosor disputou uma batalha decisiva na fronteira egípcia, segundo a Crônica Babilônia, mas em 586 a.C. essa profecia se cumpriu” (Merril. F. Unger). Apesar do futuro sombrio, Deus aviva a esperança nos egípcios (v. 26) e nos judeus (vs. 27-28).
• Quando Deus permite o sofrimento, na verdade, está disciplinando. Ele quer restaurar a humanidade destruída pelo pecado; para isso, usa todos os recursos disponíveis visando corrigir os pecadores.
A maior demonstração do plano da salvação deu-se na encarnação do Filho de Deus, que nasceu judeu e refugiou-se no Egito! Em Jesus há esperança para todas as nações! – Heber Toth Armí.