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Comentário Devocional
Nos capítulos 15, 17 e 19, Ezequiel apresenta três vezes a metáfora da videira.
O único propósito da videira é dar frutos. Quando ela não dá fruto, é inferior a outras árvores. Então, se os professos filhos de Deus perdem o seu propósito distintivo de dar frutos de justiça, são mais inúteis do que as pessoas do mundo. Pela ótica da parábola, portanto, os judeus foram considerados inferiores a outras nações.
Ezequiel mostra o outro lado da metáfora bíblica da videira. Ela geralmente é apresentada de uma maneira positiva (cf. João 15). Mas, agora, o profeta critica a própria natureza da videira: a inutilidade de sua madeira, em comparação com a madeira das outras árvores. Os moradores de Jerusalém são inúteis, diz ele, pela sua própria natureza!
O homem é capaz de produzir fruto precioso ao viver para Deus e para os outros; este é o propósito de sua existência. Mas se falhar neste aspecto, ele não tem qualquer utilidade e merece ser destruído.
Tomemos cuidado para que nós mesmos não vivamos de modo infrutífero. Acheguemo-nos a Cristo, busquemos permanecer nEle e que Suas palavras habitem e produzam fruto em nós.
Pr Mohanraj Israel
Spicer College, Índia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eze/15 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1063
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/12/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ezequiel 15 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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Comentário Devocional
Este capítulo lida com dois aspectos importantes da vida espiritual: o ouvir a palavra de Deus e a oração. A mensagem neste capítulo é dirigida aos anciãos e à nação de Israel, que tentavam usar desses dois caminhos para agradar a Deus. Mas tanto os anciãos quanto a nação de Israel estavam longe da experiência de comunicarem-se com Ele através da Sua Palavra e da oração.
Os anciãos vêm a Ezequiel com o aparente propósito de ouvir a palavra do Senhor, mas seus corações estavam cheios de ídolos. A idolatria impede as pessoas de escutarem a Deus. A manifestação externa do desejo de ouvi-Lo não é suficiente – só estaremos prontos para receber a palavra de Deus depois que o coração estiver limpo de qualquer pecado conhecido. Deus apresenta o remédio para essa condição: arrepender-se e abandonar o pecado (v. 6). A garantia de Deus é que, se Israel se arrepender e voltar-se para Ele, passará a ser novamente o Seu povo e Ele o seu Deus (v. 11).
Roy Jemison Injety
Spicer College, Índia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1062
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/07/11/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ezequiel 14 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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EZEQUIEL 14 – Ídolos não são apenas pessoas ou objetos visíveis; quaisquer coisas ou pessoas que venerarmos tornam-se ídolos, até mesmo pessoas ou coisas invisíveis.
Ezequiel 14 oferece-nos dois pontos principais:
1. Ídolos do coração, invisíveis, porém reais (vs. 1-11):
• Ninguém consegue esconder-se de Deus, ou ocultar o que escondemos no coração: Amor por riquezas/jogos/novelas/seriados/filmes/fama/vícios/trabalho/etc.
• Nenhuma posição, por mais elevada, impedirá Deus de avaliar nosso coração.
• Nem o mais alto posto espiritual isenta Deus de observar ídolos secretos guardados em nosso íntimo.
• Os ídolos do coração…
…são obstáculos à verdadeira adoração;
…interferem na comunhão com Deus;
…interceptam a prática do serviço fiel a Deus.
• Deus…
…utiliza profetas para confrontar líderes espirituais que abrigam ídolos invisíveis.
…não pode conviver em corações entupidos com ídolos inúteis.
…quer restaurar pessoas que desgraçaram sua espiritualidade e consequentemente vivem as desgraças resultantes do adultério espiritual.
2. Juízo, salvação e esperança – a real intenção de Deus no julgamento (vs. 12-23):
• Rebeldia e rebelião em relação a Deus obstaculizam a possibilidade de salvação.
• Quem rejeita a mão estendida de Deus, em vez de salvação colherá tribulação.
• Esquecer-se do Criador fará o pecador buscar segurança material, ignorando o valor da busca pelas delícias espirituais.
• As terríveis consequências resultantes do pecado não destruirão ao remanescente fiel, independente da situação.
• Três exemplos de remanescente fiel devem despertar aos crentes infiéis:
…Noé, justo numa geração injusta, brilhava na sociedade de trevas antediluvianas;
…Daniel, fiel numa geração infiel, contemporâneo dos ouvintes de Ezequiel.
…Jó, sábio e rico, piedoso numa sociedade deprimente, exploradora e decadente.
• A salvação é individual, não é por procuração. Os fieis permanecem firmes ainda que caiam os céus; não terão por destino a condenação.
O juízo divino limita o pecado, e visa revelar quem é fiel e consagrado. A salvação é pessoal, individual. Entretanto, Deus almeja salvar multidões, povos e nações; por isso, apresenta-nos tais revelações.
Remanescente não é quem pertence ao grupo dos fieis, mas quem verdadeiramente é fiel. Estar entre o povo de Deus não é garantia de salvação, é preciso ter sua própria comunhão com Cristo, eliminar ídolos do coração, e perseverar na revelação da prática da verdadeira religião.
“Cada um é responsável por si diante de Deus” (Bíblia Andrews).
Portanto, afaste-se de tudo aquilo que te afasta de Deus! Reaviva-te! – Heber Toth Armí.
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Prezados,
Infelizmente devido a uma falha na configuração da conta do domínio ReavivadosporSuaPalavra.org no sistema hospedeiro, wordpress.com, alguns leitores receberam propagandas indevidas de outros sites.
Pedimos desculpas pelo inconveniente e informamos que já estamos buscando a regularização da conta do domínio.
Equipe Reavivados
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A pedido, apresentamos aqui uma compilação de comentários interpretativos sobre Ezequiel 1.
– Esta visão tem sido considerada como a mais enigmática do Velho Testamento. Porém, quase tudo o que Deus quis ensinar por essa visão pode (e deve) ser entendido. 4
– A descrição feita pelo profeta é imperfeita, tendo em vista a dificuldade de descrever a glória divina e seres que nem ele, nem seus ouvintes, eram familiarizados. Isto é expresso nas palavras chave “algo semelhante” (v. 26. Tb v. 5). Portanto, as figuras empregadas não devem ser interpretadas literalmente. 1, 4
– As “visões de Deus” (v. 1) ou manifestações da glória de Deus (tb chamadas teofanias) “frequentemente acompanham o chamado de um profeta” (ver tb Isaías, Is 6:1, Moisés, Êx 3:2, João, Após. 1:13). São a introdução do profeta “num novo âmbito de conhecimento e percepção, numa nova etapa de experiências e responsabilidade”. “Meras suposições mentais não serviriam. Eles teriam que falar de coisas que realmente viram”. 4
– “As ‘visões de Deus’ deram a Ezequiel a necessária certeza da genuinidade de seu chamado e acrescentaram à sua mensagem a autoridade de que ela precisava”. 4
– A glória de Deus (v. 1, 28) sempre esteve ligada ao tabernáculo e ao templo, agora destruído. O objetivo da visão era, além de confirmar o chamado profético de Ezequiel, consolar e “encorajar os judeus num momento em que grande parte de seu país jazia em ruínas devido a invasões sucessivas, e muitos dos habitantes estavam cativos numa terra estrangeira”. Deus se importava com eles. Ele “estava no comando” e Seu “poder supremo controlava os negócios dos governantes terrenos”. 4
– Os trinta anos do verso 1 muito provavelmente se referem à idade do profeta. Os sacerdotes (e, também, muito provavelmente Jesus – o grande modelo – e João Batista) começavam seu ministério com essa idade (Nm 4:3). 2, 4
– Ao descrever que “a mão de Deus” estava sobre ele (v. 3), o profeta testemunha que o poder divino repousou sobre ele. “Ezequiel sabia que esse estranho e novo poder que o impelia não era outro senão o poder de Deus”. 4
– A expressão “fogo a revolver-se” (v. 4), de acordo com o original em hebraico, indica um fogo que se alimentava continuamente, com o “surgimento constante de novas chamas”.4
– Os seres viventes (v. 5 e ss) representam querubins, anjos de ordem superior (ver 9:3; 10:15), e são atendentes do trono de Deus. 1, 2, 4
– O número quatro (v. 5, 8, 10, 15, 17) geralmente está associado na Bíblia aos quatro ventos (ou cantos) da terra, ou seja, evidencia o interesse e atividade das instrumentalidades celestiais em favor da salvação de toda a humanidade. 2
– Os querubins não tinham necessidade de se virar (v. 9), uma vez que tinham rostos olhando em todas as direções. 4
– O simbolismo dos quatro rostos dos querubins (v. 10, homem, leão, boi, águia) são também vistas em Apoc. 4:7 e denotam a complitude de “sua natureza, funções e propósito em cumprir o plano de Deus”(ref 3). Muitas outras sugestões tem sido feitas para este simbolismo, como: as qualidades de Jesus ressaltadas nos quatro evangelhos (proposto primeiramente por Irineu e ressaltado em pinturas e esculturas da Idade Média), as quatro tribos líderes de Israel, mas nenhuma delas é conclusiva. 2,3, 4.
– “Não é necessário imaginar que, a serviço de Deus, haja seres de quatro cabeças e quatro asas”. “As formas escolhidas para essa apresentação profética tinham o objetivo de simbolizar mensageiros celestiais na plenitude de sua função, capacidade e adaptabilidade”. 4
– Os relâmpagos do v. 14 denotam que os querubins viajavam em alta velocidade. 3; E também “a rapidez com que a obra de Deus será consumada”. A aparente demora só pode ser entendida à luz de 2Pe 3:9 (“…que nenhum pereça…”). Porém, “um dia, em breve, revestido de grande surpresa, o fim virá, mais rapidamente do que as pessoas imaginam”. 4
– As rodas (v. 16) que se interseccionavam, provavelmente denotam as intrincadas interações das ações humanas, todas, porém, sob o controle divino. 3 A estrutura e o arranjo singular das rodas apresentavam uma cena aparentemente confusa; contudo, os movimentos tinham perfeita harmonia”. 4
– A liberdade de movimentos dos querubins (v. 17) denota a onipresença de Deus; os olhos (v. 18), Sua onisciência. 1, 2, 3
– O som das asas dos querubins (o “tatalar”, v. 24) é descrito imperfeitamente como de muitas águas, uma catarata, mas sugere “a voz de uma grande multidão, como se inúmeros indivíduos estivessem envolvidos nos movimentos dos seres … e das rodas”. 4
– A repetição do ato de abaixar as asas, v. 24 e 25, “sugere um ato de reverência dirigido à Majestade, no alto” (v. 26), “quando a voz [de cima do firmamento] foi ouvida” (v. 25). “Os querubins pararam, os potentes sons de seu movimento cessaram, e suas asas se abaixaram e ficaram imóveis em atitude reverente”. 4
– O clímax da visão ocorre quando acima do firmamento cristalino o profeta viu algo semelhante ao “mais rico e profundo azul”. “Então, à medida que os detalhes foram se tornando mais nítidos, o profeta notou a forma de um trono”. 4
– O ser no trono, semelhante a um homem (v. 26), é identificado como Jesus, antes da encarnação. 3
– “Em visão, o profeta contemplou apenas uma representação do original … Ezequiel não viu o Ser divino em si, mas uma representação da Divindade. Ao descrever o Ser como um homem, o profeta empregou extrema cautela… ‘Ninguém jamais viu a Deus’ (Jo 1:18), e, assim, os seres humanos são incapazes de dar uma descrição de Sua verdadeira essência.” 4
– O arco íris em volta do resplendor do trono (v. 28) simboliza a misericórdia divina (ver Gên 9:13). 3
-“O arco-íris que fica ao redor do trono de Deus é a certeza do Seu eterno amor.” “É um ‘sinal da misericórdia de Deus para com o pecador arrependido’ (PP, 107)”. 4
– “O Deus que governa desde o Céu não é um Senhor ausente. Ezequiel viu o firmamento e o trono diretamente acima da cabeça dos seres viventes. Estes, por sua vez, estavam ao lado de cada uma das rodas que, quando paradas, tocavam o solo. É confortante saber que Aquele que Se assenta acima dos querubins está no controle de tudo, que Ele guarda Seu povo, que todos os poderes terrenos que buscam se exaltar contra o Deus do Céu serão subjugados, e que Deus será tudo em todos.” 4
Fontes:
1. Comentários da Bíblia Shedd
2. Comentários da Bíblia NVI Vida
3. Comentários da Andrews Study Bible
4. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4
Postado originalmente em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/29/
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Comentário Devocional
Jeremias 51 (v. 3-4) diz: ” Não poupem os seus [de Babilônia] jovens guerreiros, destruam completamente o seu exército” (NVI). Ciro conquistou a Babilônia e matou o rei Belsazar, mas não destruiu a cidade de Babilônia e não matou o soldados.
A profecia de Deus é sempre condicional. Se o exército babilônico tivesse resistido e não se rendido aos medos, Ciro teria destruído todos os soldados babilônicos. A cidade da Babilônia continuou existindo até o tempo de Seleuco Nicator. Depois que ele construiu a cidade de Selêucia perto de Babilônia, seus habitantes se mudaram para Selêucia e a cidade de Babilônia se tornou afinal uma ruína como predito por Jeremias (v. 26, 29).
Mesmo para Babilônia, a destruição da cidade foi adiada, pois o aviso era condicional. Da mesma forma Deus é clemente e misericordioso para conosco, esperando por nosso arrependimento para nos salvar de nossa condição pecaminosa.
Deus está sempre desejoso de nos conceder as Suas bênçãos. Existe algo em nós que O impeça de agir assim?
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/51 e https://www.revivalandreformation.org/?id=993
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/21/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 51 NVI/span>
Comentário em áudio Pr Valdeci
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Uma das razões para a punição divina do reino da Babilônia foram as atrocidades desnecessárias cometidas contra Judá e a cidade de Jerusalém (v. 35). Deus usou os reis dos medos para lutar contra a Babilônia (v. 11). Esta mensagem é a repetição de Isaías 13:7. Deus permitiu que Babilônia punisse Judá, mas Babilônia não deveria cometer tamanha crueldade contra Judá, que continuava a ser o povo de Deus e seria perdoado por Ele (Jer 50:20). Eles oprimiram o povo de Judá e não os deixaram voltar à sua terra natal por 70 anos (Jer 50:33).
Outra razão foi o pecado cometido contra o Santo de Israel (v. 5). Os soldados babilônicos – que obviamente não eram sacerdotes – entraram nos lugares sagrados do templo de Deus em Jerusalém, e levaram muitos dos utensílios.
Nos versos 59 a 64 encerra-se a longa profecia contra Babilônia. No quarto ano do rei Zedequias, Jeremias confiou o livro (rolo) desta profecia contra a Babilônia ao sumo sacerdote (Jer 52:24) Seraías, pedindo-lhe que a lesse em voz alta quando todos estivessem na Babilônia, amarrasse nele uma pedra e o jogasse no rio Eufrates. Isso significava que Babilônia afundaria “para não mais se erguer” (v. 64 NVI). Yoshitaka Kobayashi, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/21.
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As últimas palavras registradas de Jeremias estão em Jer 44:30. Os capítulos 45 a 51 haviam sido escritos por Jeremias, muitos anos antes da invasão e destruição de Jerusalém. O cap. 52, de acordo com Jer 51:64, teve outro autor, provavelmente Baruque, e é um epílogo histórico com objetivo de mostrar o cumprimento das advertências proféticas de Jeremias.
A Bíblia não registra o que aconteceu depois das últimas palavras de Jeremias no Egito. Temos apenas informações extrabíblicas, entretanto inconclusivas:
“A tradição judaica diz que, devido ao fato de Jeremias condenar seu destino, os judeus no Egito apedrejaram o profeta até a morte, embora de acordo com outras tradições ele tenha sobrevivido até a invasão de Nabucodonosor ao Egito e sido levado para Babilônia ou de volta a Judá, onde teve morte natural.” Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 4, p. 547.
Ao completarmos a leitura de Jeremias, ficamos com um sentimento de profunda admiração pela coragem e determinação do profeta em proclamar uma mensagem impopular com risco da própria vida. E também uma tristeza muito grande porque toda a destruição e sofrimento do povo judeu podiam ser evitados se escutassem aos apelos do Senhor por um reavivamento e reforma.
Que o Senhor continue falando ao nosso coração, reavivando-nos pela Sua Palavra!
Jeferson Quimelli
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Comentário Devocional
Os capítulos 50 e 51 de Jeremias são uma profecia contra o Império Caldeu Babilônico.
Os caldeus eram os descendentes de Quésede, filho de Naor (irmão de Abraão) e Milca (Gênesis 22:22). Curiosamente, tanto os babilônios como os israelitas eram descendentes de Eber (Gênesis 10:25) e eram também chamados de “Ibri”, “hebreus” (Eber, terminando com i).
No tempo de Jó, os caldeus saquearam os bens de Jó (Jó 1:17). Eles viviam inicialmente em Ur dos Caldeus e mais tarde se mudaram para o sul, conquistando a terra da Mesopotâmia e fazendo da cidade de Babilônia sua capital. Eles adotaram a religião da Babilônia e adoraram ao deus “Marduque” (Jeremias 50:2, NVI).
Os caldeus falavam o aramaico que Daniel teve que aprender durante o cativeiro e que Esdras e Neemias falaram quando voltaram para casa na Palestina.
Na Bíblia Jeremias usa o nome “Babilônia” mais do que qualquer outra pessoa. Ele fala em nome do Senhor: “Babilônia foi conquistada” (v. 2 NVI). Isaías também profetizou a respeito: “Caiu! A Babilônia caiu!” (Isaías 21:9 NVI). As razões para a queda da antiga Babilônia foi a sua adoração de ídolos (v. 2) e o orgulho acerca do seu poder. A cidade cairia “porque ela desafiou o Senhor, o Santo de Israel” (v. 29 NVI). A profecia de sua queda é repetida no Novo Testamento: “Caiu! Caiu a grande Babilônia!” (Apocalipse 18:2, NVI). A grande Babilônia também caiu pelos mesmos motivos: falsa adoração e orgulho.
Querido Deus, afasta de mim qualquer resquício de orgulho e apego a falsos deuses. Que a minha confiança e a minha alegria estejam somente em Ti. Amém.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/50 e https://www.revivalandreformation.org/?id=994
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/20/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 50 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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Comentário Devocional
Este capítulo é dirigido a cinco povos que tinham relações com o povo de Judá.
A primeira seção é a profecia contra a capital dos amonitas, que eram os descendentes de Ben-Ami, filho da filha mais nova de Ló. Os amonitas tinham seu próprio deus, Moloque. Eles trouxeram contra si o desagrado de Deus porque mostraram-se infiéis (v. 4) a Ele, o verdadeiro Deus.
A segunda parte deste capítulo é a profecia contra Edom, os descendentes de Esaú. Quando os israelitas estavam no Egito, a cidade de Temã, em Edom, era famosa por sua sabedoria. Infelizmente, Edom acabou se tornando como Sodoma e Gomorra (v. 18) porque os edomitas se deixaram enganar por seu orgulho e coragem (v. 16).
A terceira seção é a profecia contra Damasco, antiga cidade aramaica na beira do deserto que prosperara por causa de seu oásis fértil. Esta cidade teve verdadeiros adoradores de Deus, como Naamã e Hazael, no passado. No entanto, como eles haviam abandonado ao verdadeiro Deus, esta “cidade da alegria” (v. 25 NVI) de Deus seria abandonada.
A quarta seção é a profecia contra as cidades de Quedar (v. 29; Is 21:17) e Hazor. Quedar era filho de Ismael (Gn 25:14). No tempo dos juízes Israel não foi capaz de conquistar a forte cidade canaanita de Hazor. Mais tarde, Nabucodonosor, rei da Babilônia, conquistou ambas as cidades.
A quinta profecia é contra Elão [hoje, parte do Irã], terra a leste da Babilônia. Se os elamitas tivessem se arrependido, Deus os teria restaurado e os abençoado com prosperidade.
Todas as profecias mencionadas acima eram condicionais. Naquela época, Deus queria que as pessoas – individualmente e como um povo – se arrependessem e retornassem para Ele. Deus tem o mesmo desejo para nós hoje.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/49 e https://www.revivalandreformation.org/?id=997
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/19/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 49 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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