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Comentário Devocional
Todas as tribos tem um novo recomeço. No centro do território, há uma porção especial ou sagrada da terra. Esta área do meio contém o Templo em seu centro com um lugar em torno dele para os sacerdotes e levitas. O território atribuído ao príncipe ladeia esta porção. Para os israelitas, essa parte de sua terra era o centro de sua vida. E nós, temos colocado Deus no centro da nossa vida?
A nova cidade na área central do novo Israel teria 12 portões cada uma com o nome de uma das 12 tribos, semelhante à cidade santa descrita em Apocalipse 21:12. Ezequiel culmina sua descrição com a revelação do nome da cidade. É de se esperar que seja “Nova Jerusalém”, mas não é. Ela é chamada: “o Senhor está aqui.” O tema do livro diz respeito à presença de Deus. No início do livro de Ezequiel, o pecado de Israel leva a presença de Deus para longe e traz o juízo. Agora Deus revela através de Ezequiel que Ele voltará para a Sua cidade e Seu templo restaurados e Sua presença trará todos os tipos de bênçãos.
Como é apropriado chamar a cidade restaurada de “O Senhor [Yahweh] está lá”! Na verdade, esta afirmação é o tema de toda a Bíblia. Em Gênesis, o pecado de Adão e Eva nos separou de Deus. O resto da Bíblia mostra Deus em ação para restaurar a Sua presença entre nós. Isso culmina no livro do Apocalipse, quando Deus declara que Ele estará conosco novamente (Ap 21: 3). Todos os crentes podem esperar viver nessa cidade maravilhosa restaurada agraciados pela presença eterna de Deus.
Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eze/48 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1096
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/eze/48
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/13/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ezequiel 48 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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O livro de Ezequiel se inicia com a visão da santidade de Deus que se aproxima e se torna presente em Jerusalém e no templo (1:4, 28; 8:1-4). Após emitir o julgamento sobre o Seu povo, o templo e Jerusalém (cap. 8-11), o Senhor deixa o templo e Jerusalém (8:6; 10:18; 11-23-24), mas estava com Seu povo na Babilônia. Na seção final do livro, o Senhor retorna ao Novo Templo (43:3-5) e permanece na Nova Capital e na Nova terra para Sempre. Andrews Study Bible.
A terra a ser distribuída é dividida em 13 faixas iguais e paralelas: uma porção para cada tribo e uma porção sagrada ao centro, com o Novo Templo e a Nova Cidade. Sete tribos ficam acima da porção sagrada e cinco abaixo dela. A descrição da localização de cada tribo vai de Dã até Gade, do norte até o sul. … A Nova Terra Santa se estenderia desde a região de Hamate acima de Tiro e Sidom ao norte, até o Ribeiro [wadi, rio sazonal] do Egito, ao sul. E do rio Jordão (incluindo o mar da Galiléia e o mar Morto), que formaria a fronteira leste, até o mar Mediterrâneo como a fronteira oeste. Andrews Study Bible.
1 nome das tribos. Este capítulo descreve a distribuição da terra e termina com uma descrição do tamanho da cidade e de seus portões. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 814.
7 Judá. Recebeu o lugar do maior prestígio, fazendo fronteira com a porção sagrada (v. 8), porque a promessa messiânica fora dada à tribo dele (Gn 49.8-12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 Um lado [o norte] do território de Israel tem sete tribos porque o outro lado, com cinco tribos (23-29) tem de caber num espaço menor. Isto acontece porque Jerusalém, a sede espiritual do novo Israel, não está no meio do país, mas sim bem no sul. Entre as doze tribos … [existe uma faixa de 25.000 côvados, no centro do qual existe um quadrado de] 25.000 por 25.000 côvados, um quadrado perfeito que, tendo o templo bem no centro, se divide entre os sacerdotes, os levitas e a cidade Santa. O resto do espaço que ficou [a leste e a oeste] da área retangular de Israel pertence ao príncipe, cujo território se estende ao mar Morto de um lado, e ao Mediterrâneo do outro lado, tendo assim uma “fatia” igual às doze tribos (cede, porém, a parte central ao templo com seus arrabaldes). Bíblia Shedd.
14 não a venderão [a terra]. Como era do Senhor, não devia ser objeto de comércio. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 uso civil da cidade. O território dos sacerdotes e dos levitas mediria, cada um, 10 mil côvados de norte a sul, o que deixava para a cidade 5 mil côvados de toda a “porção santa” ao sul da área dos sacerdotes. CBASD, vol. 4, p. 814.
A Nova Cidade se localizaria ao centro da faixa mais ao sul da “porção sagrada”, portanto separada do Novo Templo. Andrews Study Bible.
19 de todas as tribos de Israel. O distrito sagrado era propriedade da nação, e não o domínio particular do príncipe. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 do príncipe. A faixa de terra que restava a leste e oeste da “porção santa” seria para o príncipe. CBASD, vol. 4, p. 814.
30 as saídas. O tabernáculo no deserto tinha uma ordem fixa para a disposição das tribos ao redor dele, três portas de cada lado, uma para cada tribo, Ap 21.12-14. Assim se vê como as disposições da Bíblia não falham: apontam em primeiro lugar para as coisas visíveis na terra, e refletem as coisas eternas no céu. Bíblia Shedd.
35 a cidade. A cidade da nova Terra, a nova Jerusalém, que João viu descer do Céu da parte de Deus (Ap 21), mostra notáveis semelhanças com a cidade da visão de Ezequiel. Este [Ezequiel] descreve a cidade que poderia ter sido; João, a que será. … A nova Jerusalém, cujos habitantes são remidos de toda nação, tribo, língua e povo, é apresentada com o nome das 12 tribos inscritos em suas portas. Segundo a figura bíblica, os remidos, não importa a que etnia pertençam, são representados como fazendo parte de uma das 12 tribos (Rm 9-11; Gl 3:29). CBASD, vol. 4, p. 814.
o Senhor está ali. Em hebraico: Iavé-Shama, possível jogo de palavras com Yerushalayim, que é “Jerusalém”, em hebraico. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A história do Êxodo se encerra com a promessa da presença real de Deus ao lado de Seus fiéis (Êx 40.38). O evangelho encerra-se com a vocação missionária acompanhada pela promessa da presença real de Jesus (Mt 28.18-20). A visão da história da Igreja e do mundo até a consumação final encerra-se com a promessa da Segunda Vinda de Cristo (Ap 22.2). A profecia de Ezequiel, cheia de preceitos e promessas, contendo a chave da história dos impérios da época, e apontando na direção da santificação total do povo de Deus, apresenta, como soma total das suas visões, a promessa da comunhão dos crentes com Deus. Bíblia Shedd.
Não é sabido se Ezequiel viveu para ver alguns de seus compatriotas retornarem após o generoso decreto do rei persa. Se soubesse que seus escritos seriam preservados no cânon sagrado, ele teria extraído conforto do fato de que alguma geração futura poderia se beneficiar da mensagem que seus companheiros de cativeiro haviam desprezado. O desafio agora é para a igreja. O novo Israel de Deus está prestes a entrar numa terra muito mais gloriosa do que aquela oferecida à geração de Ezequiel. Mas essa entrada também se baseia em certos pré-requisitos. Tem havido demora, e o povo de Deus precisa cumprir as condições necessárias. Desta vez, contudo, não pode haver um adiamento indefinido, pois a restauração não será mais nacional, mas individual. Quando o momento chegar, Deus ajuntará, de todas as terras, aqueles que pessoalmente se prepararam. Eles herdarão as ricas promessas e habitarão na cidade prefigurada na profecia de Ezequiel e divinamente denominada “O Senhor Está Ali”. CBASD, vol. 4, p. 815.
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Comentário Devocional
Ezequiel 47 continua a tratar do templo restaurado, da cidade e da terra de Israel. Em um país seco como Israel, a água é uma necessidade da vida em todos os seus aspectos. No Israel restaurado, a presença de Deus é real e supre todas as necessidades, incluindo a de água. Toda a terra é abençoada por esta água que flui da presença de Deus.
Escritores posteriores da Bíblia também usaram esta imagem da água para retratar as bênçãos espirituais que Deus dá. Jesus a menciona em João 7:37-39. Ele diz que a água se refere ao Espírito Santo, que será dado aos crentes. Este quadro também é utilizado por João em Apocalipse 22:1, 2, em sua descrição da nova Terra. Que imagem poderosa das bênçãos que fluem a partir da presença de Deus!
Na divisão da terra entre as 12 tribos, as fronteiras estão bem próximas daquelas dadas originalmente em Números 34:1-12, mas uma grande diferença se destaca. Enquanto no livro de Números apenas israelitas literais recebem a terra, na nação restaurada de Ezequiel, estranhos ou estrangeiros que têm filhos na terra, também recebem uma propriedade. O fato de não israelitas receberem tratamento semelhante aos dos israelitas, recebendo terras, é mais um exemplo da graça de Deus. Em nosso trato com outros devemos ser tão graciosos quanto Deus é.
Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eze/47 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1095
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/eze/47
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/13/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ezequiel 47 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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EZEQUIEL 47 – A prioridade de Deus sempre foi estar entre os seres humanos, restaurando Seu povo, embora os pecadores sempre tentassem se esquivar de Sua presença.
Ezequiel já profetizara a respeito do desejo divino de restaurar física, emocional e espiritual a nação de Israel após o exílio em Babilônia, através de Sua Palavra (Ezequiel 37).
Agora, o profeta expande o assunto. “Israel receberá vida a partir do templo, pois este constitui o verdadeiro foco e atenção na terra (47.1-48.35). Ezequiel deseja que o templo seja tão central na vida da nova comunidade na terra rejuvenescida assim como o tabernáculo outrora foi quando Israel se acampava ao seu redor” (Paul R. House).
Tudo no Santuário/Templo apontava para Cristo. Ali estava tipificado o plano da salvação. O significado de cada emblema e ações orientados por Deus deveria reavivar totalmente os judeus disciplinados com o castigo do cativeiro, assim como as águas que saem do templo, desde o altar até o oriente.
Se as águas não saem do templo não sairão de nenhum outro lugar. Caso esta não seja a fonte, a aridez espiritual tomará conta e nenhuma vida existirá (vs. 1-12). Deus é a fonte da vida – este é o sentido da água sair do templo (Joel 3:18; Zacarias 14:8). A Palavra de Deus deve ser pregada. Quanto mais água, mais vida – o mesmo se dá com a Palavra divina!
A água que flui do santuário de Deus, que é a mensagem do evangelho, restaura o deserto, faz crescer bonitas e frondosas árvores, forma rios, produz grandes quantidades de peixes. Assim, a igreja, ao pregar toda a mensagem do santuário, produzirá cura, vida, crescimento, frutos e avançará onde o pecado havia produzido morte.
Embora literalmente a profecia de Ezequiel não tenha se cumprido com os judeus (vs. 13-23), ela foi projetada para se cumprir para todos os crentes, culminando no céu.
• Tudo isso está relacionado com o derramamento do Espírito Santo profetizado por Cristo (João 7:37-39).
• “A obra é do Senhor, e não é Sua vontade que a força e eficiência seja centralizada em um lugar”, diz Ellen G. White.
• Em Apocalipse 22:1-2 João tem a visão do “rio da água da vida” que fluía “do trono de Deus e do Cordeiro” pela nova Jerusalém, que mantinha a árvore da vida cujas folhas “servem para a cura das nações”.
Cresçamos espiritualmente! – Heber Toth Armí.
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47:1 – 48:35 descrevem a nova terra ao redor do templo. Existem muitos paralelos entre esta seção e a descrição da Nova Jerusalém em Apoc. 21-22. Andrews Study Bible.
1-12 A descrição implica numa visão dos futuros últimos dias da inteira visão, com uma transformação sobrenatural na natureza que excede as possibilidades históricas. Cumpre-se espiritualmente em Cristo e na igreja do NT com as bênçãos do novo concerto fluindo para o mundo (Jo 7:37-38); Cumpre-se literalmente na Nova Terra (Apoc 22:1-2). Andrews Study Bible.
1 homem. O guia angelical (40.3) que aqui aparece pela última vez, terminou a visita ao templo novo que Ezequiel fez em visões. Bíblia de Estudo NVI Vida.
à entrada do templo. Ezequiel estava em pé no pátio interno. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Água. O restante desta seção (v. 1-12) deixa claro que há referência à água que cura e nutre a vida (v. Sl 36.8; 46.4; v. tb Jl 3.18; Zc 13.1; 14.8; Ap 22.1,2). No contexto global, havia o rio que fluía do Jardim do Éden (Gn 2.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 me levou para fora, pela entrada norte. Provavelmente, porque a porta leste interior era reservada para o príncipe (Ez 46:1-8) e a porta leste exterior era fechada (Ez 44:1,2). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 810
4 mediu mais mil [côvados. Aprox. 500 m]. O profeta está sendo levado rio abaixo, parando de meio em meio quilômetro para sondar sua profundidade. Bíblia Shedd.
8 campina. Do heb ‘aravah, que incluía a depressão do rio Jordão, o mar Morto e o vale que se estende do mar Morto até o golfo de Áqaba. O moderno termo Arabá designa apenas o vale ao sul do mar Morto. CBASD, vol. 4, p. 810
saudáveis. O mar Morto é uma lagoa de sal, o ponto mais baixo da terra, cujas exalações chegam a matar os pássaros que o sobrevoam. Recebe as águas do Jordão, mas não tem saída para as mesmas. O seu sal é útil (11) mas o local é uma chaga. Bíblia Shedd.
10 En-Gedi. Significa “fonte do bode”; uma fonte forte a meio caminho ao longo do lado ocidental do mar Morto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 duas porções para José. Como a tribo de Levi não recebeu nenhuma [porção] (44.28], Efraim e Manassés – os dois filhos de José adotados por Jacó (Gn 48.17-20) – receberam uma porção para cada um (Ez 48.4,5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 águas da contenda. O lugar no deserto do Sinai onde o povo se rebelou pela primeira falta de água, e Deus concedeu a Moisés a autoridade de fazer jorrar a água da rocha (Êx 17.1-7). Bíblia Shedd.
22 A Lei ofereceu generosidade aos estrangeiros (Lv 19.10; Dt 10.19). A cidadania israelita, entretanto, só se lhes oferece nesta nova ordem. Num sentido foi cumprido nas pessoas dos prosélitos do tempo do Pentecostes (At 2) e na conversão dos gentios, que em Cristo se tornam o verdadeiro Israel de Deus (cf Gl 3.14, 16; 6.16). Bíblia Shedd.
Note a inclusão dos estrangeiros na herança, em harmonia com a universalidade proclamada pelos profetas como Isaías (Is 56:3-8) e cumprida no NT (Ef 2:12-14; Col 3.11). Andrews Study Bible.
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Na quarta-feira, dia 8 de novembro, começaremos a ler o livro de Daniel. Um livro com luz para os últimos dias!
Que tal tomar um minuto agora para compartilhar este email para ao menos um amigo e convidá-lo a participar da leitura?
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A você, que está neste trimestre estudando a carta de Paulo aos Romanos, sugerimos nesta semana os comentários sobre Romanos 5 postados neste blog em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/03/03/ .
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Comentário Devocional
Ezequiel 46 continua a descrição do templo restaurado e enfatiza o modo como a adoração deveria ocorrer e as ofertas deveriam ser preparadas. A partir das orientações dadas chegamos a diversas conclusões importantes. Em primeiro lugar, a adoração deve ocorrer de maneira ordenada. Em segundo lugar, observamos como o sábado e a adoração estão intimamente ligados. O sábado ocupa um lugar de destaque no Templo renovado de Israel. Sacrifícios especiais deveriam ser oferecidos nesse dia. Em terceiro lugar, destaca-se a importância dos detalhes e da sua observância. Todos estes princípios podem e devem ser seguidos até hoje.
Isto significa que aos sábados e nos dias das festas religiosas, havia festividades e maravilhosa comunhão. Depois do solene sacrifício dos animais em expiação pelo pecado, acontecia um momento de celebração. O príncipe e as pessoas em geral alegremente compartilhariam do alimento na presença de Deus. Na cultura hebraica e bíblica, comer juntos faz parte da verdadeira adoração e comunhão. Devemos manter esta tradição e separar dias para comermos juntos como irmãos em Cristo.
Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eze/46 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1094
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/eze/46
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/12/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ezequiel 46 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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EZEQUIEL 46 – A filosofia do servo de Deus não faz da vida um móvel com gavetas, uma para o trabalho, outra para a família, outra para o lazer, etc.
Na vida do cristão, tudo deve estar consagrado a Deus, a família, os estudos, o trabalho, o lazer, inclusive … o comer e beber (1Cor 10:31)!
Tudo pertence a Deus. Portanto, nada deve estar desvinculado dEle – absolutamente!
Desde o capítulo 45 versículo 9 o profeta vem especificando as atribuições dos príncipes. Em Ezequiel 46:1-18 o profeta apresenta mais responsabilidades que caberiam aos príncipes:
• Quando e como o príncipe deveria entrar pelas portas do Novo Templo, para apresentar as ofertas no sábado e na lua nova, no início do mês;
• Havia limites para a entrada e atuação do príncipe. O povo permanecerá atrás do príncipe para adorar enquanto o sacerdote oferece os sacrifícios;
• O príncipe ofereceria sacrifícios como representante legal do povo, entregando-os aos sacerdotes para serem oferecidos no altar;
• Assim como a entrada e saída do povo no átrio exterior, seriam também as do príncipe: Uma porta para entrar e outra para sair, sempre opostas (v. 10);
• O príncipe deveria oferecer ofertas voluntárias;
• Os sacrifícios deveriam ser diários.
• A legislação sobre propriedade evita que o príncipe a perca em caráter permanente ou a expanda injustamente.
O final do capítulo revela que o novo Templo deveria conter cozinhas para os sacerdotes e também para o povo (vs. 19-24).
Tewoldemedhin Habtu comenta: “A presença dessas cozinhas nos lembra que o templo não era apenas um lugar de oração, mas também um local onde se preparavam e se consumiam refeições comunitárias. Observamos, portanto, no templo de Ezequiel, uma fusão de atividades espirituais e sociais. ‘A igreja cristã sofreu uma grande perda quando traçou uma linha divisória entre a vida espiritual e as atividades sociais’ (TOT)”.
Aplicações:
1. A despeito da negligência do povo, para Deus o sábado sempre foi considerado especial.
2. A dedicação total a Deus se nota naquilo que fazemos voluntariamente seguindo a Sua vontade e revelação.
3. A dedicação de um indivíduo a Deus se nota em suas ofertas de gratidão. Sua filosofia é: Conforme as possibilidades são as suas responsabilidades.
4. A adoração e a vida cotidiana estão intimamente ligadas no entendimento daquele que pensa biblicamente.
Senhor, molda nossa mente! – Heber Toth Armí.