Reavivados por Sua Palavra


OSEIAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
21 de novembro de 2017, 0:45
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O livro de Oseias contém uma impactante mensagem de infinita graça. Observe este pensamento de G. Campbell Morgan:

“Encontramos no livro de Oseias uma das revelações mais impressionantes da verdadeira natureza do pecado e uma das interpretações mais nítidas da força do amor divino. É impossível ler a história desse profeta sem perceber a agonia de seu coração e, em seguida, transferi-la do nível humano para o infinito e entender que o pecado fere o coração de Deus”.

As palavras de William MacDonald são complementares: “Talvez nossa aversão à ideia do casamento com uma mulher imoral ilustre com nitidez ainda maior a graça de Deus que suporta os pecados de Israel (e da igreja!), apesar de ser mais santo do que qualquer profeta ou pastor. […] A história por trás da profecia retrata, de maneira muito mais vívida do que seria possível apenas por meio de palavras, a graça maravilhosa do Senhor para com Seu povo infiel e, por aplicação, para com todos os pecadores que deixam seus caminhos maus e se voltam para o Deus de amor”.

• Deus não limitou Sua graça no Antigo Testamento para esbanjá-la no Novo Testamento. A graça no Antigo Testamento não é inferior à graça revelada no Novo Testamento.

O amor santo de Deus motiva os pecadores a abandonarem pecados específicos, como:

• Infidelidade conjugal.
Idolatria é adultério espiritual. Qualquer coisa colocada no lugar de Deus é idolatria: lazer, trabalho, dinheiro – até não ter tempo para Deus é idolatrar qualquer coisa – um desprezo Àquele que nos dá o tempo, a vida, ou seja, tudo (vs. 1-5).

• Divórcio religioso.
Divorciar-se de um Deus extremamente amoroso é a pior das ingratidões. Infidelidade a Deus significa ter casos com o diabo, trocar o Abençoador pelo destruidor. Por isso, Deus preze pela fidelidade! (vs. 5-9).

• Hipocrisia.
Vida de aparência pode até manter o casamento, mas está desprovida de relacionamento genuíno. Deus não nos quer hipócritas, mas íntegros (vs. 10-13).

• Indiferença.
O amor intenso e atraente de Deus almeja restaurar corações indiferentes; Deus está disposto a qualquer coisa para ter nosso amor e fidelidade de volta – Ele quer restaurar o relacionamento quebrado pelo pecado (vs. 14-23).

Deus ama mesmo quando não vale a pena! Portanto, vale a pena amar a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



OSEIAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
21 de novembro de 2017, 0:20
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2-22 Oseias 2:2-13 descreve o comportamento vergonhoso do povo israelita (vv. 5, 10) e sua ignorância acerca do seu Deus (v. 8). A nação israelita não confiava no Deus com quem estava casada, e decidiu depender de nações que considerava mais fortes (Jeremias 2:25).

As maneiras de Deus para trazer sua esposa Israel de volta para Si mesmo eram: 1º) impedi-la de alcançar relacionamentos significativos com outras nações (vv. 6, 7), para que ela dissesse: “Irei e tornarei para o meu primeiro marido, porque melhor me ia então do que agora”(v. 7). 2º) privar o povo de seus prazeres, de modo que eles se lembrassem que o verdadeiro doador era o seu Deus, não seus amantes. Se não retornassem a Deus, eles perderiam o seu pão, água, lã, linho, bebidas (v. 5), grãos, vinho, azeite, prata, ouro (v. 8), uvas e figos (v. 12). Eles não teriam mais suas celebrações e festas (vv. 11, 13).

Oseias 2:14-23 retrata o modo de Deus levar Israel ao arrependimento e a uma condição de esperança. No começo Deus levaria Israel a um estado carente e problemático, de modo que escutasse a Deus. Uma atitude de ouvir a Deus é uma “porta de esperança” (v. 15 ARA e NVI). O forte desejo de Deus para restaurar a condição espiritual e o bom relacionamento com ele é demonstrado pelo uso de palavras tais como, vou atrai-la”, “falarei ao coração (ARA) / falarei com carinho (NVI)”, que também tem sentido de “sedução” (2:14). Deus queria trazer Israel de volta à mesma condição e estado de espírito que tinham quando saíram do Egito, cantando de alegria (v. 15).

Se Israel mantivesse um relacionamento correto com Deus, os céus e a terra responderiam e a terra forneceria comida para eles (vv. 21, 22). Que Deus misericordioso nós temos! Yoshitaka Kobayashi em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/28/.

2-23 Deus acusa Israel ao revelar o motivo para seu castigo. A prostituição e o adultério trariam seca e fome. O esquecimento do Senhor e a idolatria exigiam condenação. Contudo, quando se espera que a execução do juízo fique mais específica, o texto muda para uma linguagem romântica (v. 14). Contrariando todas as expectativas, Deus usa um vocabulário de amor para atrair o povo de volta a ele. Bíblia de Estudo Andrews.

8 Baal. A adoração a Baal era uma tentação constante para os israelitas desde que se estabeleceram em Canaã. … Baal era o deus cananeu da chuva e da fertilidade. Como a região dependia da chuva, diferentemente das culturas dependentes dos rios, como o Egito e a Mesopotâmia, o culto a Baal prevalecia. Acreditava-se que ele trazia a chuva. A fim de restaurar a verdade a respeito de quem é o verdadeiro provedor, o Senhor declarou que todos os recursos desfrutados por Israel provinham dele (ver v. 8, 22, 23; 6:3; 14:5-8). Bíblia de Estudo Andrews.

13 Castigá-la-ei. A adoração a Baal era adultério espiritual, infidelidade a Deus. Bíblia de Estudo Andrews.

14 Eu a atrairei. Neste versículo ocorre a mudança significativa da expectativa de punição para uma bela declaração de amor Os verbos dos versículos anteriores eram todos de separação … Em seguida, contrariando tudo o que se esperava, Deus promete atrair, falar ao coração e restaurar. Bíblia de Estudo Andrews.

15 o vale de Acor. Próximo a Jericó. Significa, literalmente, “vale de problemas”, mas se transformou em porta de esperança. Bíblia de Estudo Andrews.

16-18 Naquele dia. Equivalente a “no dia do Senhor”. Expressão encontrada em vários escritos proféticos, com nuances variadas. Neste contexto, tem conotação positiva. Será um dia de restauração da aliança da criação, uma aliança de paz e segurança. Bíblia de Estudo Andrews.



OSÉIAS 1
20 de novembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Ao tempo de Jeroboão II, em tempos de paz, o reino do norte prosperou e o território de Israel ampliou seu território a um tamanho quase igual àquele do tempo de Salomão (2 Reis 14:25).

Neste tempo em que Elias e Eliseu trabalharam fielmente para Deus, Ele escolheu mais dois profetas, Amós e Oséias, para trabalhar em favor do Reino do Norte de Israel. Oséias foi o último profeta a falar às pessoas de lá. A idólatra e corrompida adoração dos bezerros de ouro e Baal foram predominantes, e os males sociais se tornaram intoleráveis durante o período próspero de Jeroboão II (793-753 aC). Neste período, durante cerca de 30 anos, as mensagens de Oséias foram dadas ao norte de Israel (755-725 aC).

Perto do fim do longo reinado de Jeroboão II (793-753BC), Deus falou para Oséias tomar (de volta) a esposa adúltera (v. 1, 2). Esta foi uma ilustração do amor de Deus para Israel. No início Israel era a pura esposa de Deus (v. 2, 7), como, provavelmente, também era a esposa de Oséias. Deus queria ter Israel de volta, assim como Oséias aceitou de volta sua esposa. Deus aceitaria o retorno da arrependida esposa Israel (“Voltarei a estar com o meu marido como no início”, 2:7 NVI). Então Oséias deveria aceitar a esposa de volta e amá-la, assim como às crianças que dela nasceram.

Deus aceita com amor todos aqueles que estão dispostos a retornar para Ele, e, unidos como um só ao Seu povo, viver sob Sua proteção e prosperar (1:10-11).

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/1 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1109
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/hos/1
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/27/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Oseias 1 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



OSÉIAS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
20 de novembro de 2017, 0:45
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OSEIAS 1 – Quando parece que nada mais tem jeito, Deus dá jeito de restaurar!

O profeta Oseias “não começa com coisas serenas, nem de fato exorta com gentileza o povo a se arrepender, nem adota um curso tortuoso para suavizar a aspereza de sua doutrina. Ele demonstra que nada dessa espécie ele usava, mas diz que havia sido enviado tal como arautos ou mensageiros que proclamam a guerra. O começo, então, do que o Senhor falou através de Oseias foi isto: ‘Esse povo é uma raça adulterina, todos nascem, por assim dizer, de meretriz, o reino de Israel é o mais imundo dos bordeis; e agora eu os repudio e rejeito, não mais os tenho como meus filhos’. Era uma veemência incomum” (João Calvino).

“Ora, se for perguntado por que Deus estava tão grandemente descontente, por que Ele primeiro não pediu aos homens vis para voltar para Si – visto que o método usual parece ter sido que o Profeta tentasse, por um discurso amável e paternal, restaurar a uma mente sã àqueles que tivessem se apartado da pura adoração a Deus – por que, então, Deus não adotou esse curso ordinário? Contudo, daqui inferimos” – diz Calvino – “que as doenças do povo eram incuráveis. O Profeta, sem dúvida, proclama aqui, de modo evidente, que foi enviado por Deus quando o estado de coisas era quase insanável. Sabemos, certamente, que Deus não tem o costume de lidar tão severamente com os homens, senão quando haja tentado todos os outros remédios. E isso pode, indubitavelmente, ser facilmente descoberto pelos registros da Escritura”.

Certamente, Deus não desiste de tentar nos salvar. Observe este esboço com atenção:

Casamento de Oseias e nascimento de seus filhos:

• Mandato de casamento (v. 2);
• Nascimento de Jezreel (vs. 3-5);
• Nascimento de Lo-Ruama ou Não-Amada (vs. 6-7);
• Nascimento de Lo-Ami ou Não-Meu-Povo (vs. 8-9);
• Mudança de nomes revela esperança (1:10-2:1).

Duas mensagens gerais podem ser extraídas deste texto profético:

1. Ignorar a Deus, substituí-lO por qualquer coisa, viver relaxadamente a religião, são tipos de adultério ou prostituição espiritual que ofendem terrivelmente a Deus.
2. Deus é bondoso e anseia restaurar inclusive aqueles que não têm mais jeito, oferece graça a quem está na pior das desgraças.

Frente a situações desesperadoras, Deus promove a bendita esperança. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



OSEIAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS [com B. E. Andrews]
20 de novembro de 2017, 0:20
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O nome de Oseias significa “salvação” ou “Deus salva”. Pode ser uma forma abreviada de Hoshea ou Josué, que quer dizer “Yahweh salva” (como em Nm13:8). A forma grega correspondente desse nome é Iesous. Portanto, Josué, Hoshea, Oseias e Jesus são quatro variantes do mesmo nome. … O tema de Oseias é a “angústia do amor incondicional”. O livro fala sobre a vida amorosa de Oseias e sobre o amor incondicional de Deus. … quando o amor é incondicional, a rejeição e a infidelidade causam grande angústia. Uma vez que o amor continua presente mesmo depois que a pessoa amada não o retribui, o resultado é um sofrimento tremendo. A infidelidade de Israel causa angústia inexprimível ao coração divino, cheio de amor incondicional. A própria experiência de Oseias, de ter uma esposa infiel, ensinou o profeta sobre a dor no coração de Deus por causa de Israel. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Oseias. O nome (“Deus salva”) expressa um aspecto surpreendente de um livro que anunciou a queda trágica de Israel, o reino do norte, em 722. a.C. Bíblia de Estudo Andrews.

Toma uma mulher.Alguns consideram que a experiência de Oseias não foi literal, mas o realismo da história sugere mais do que mera alegoria. A traição da esposa de Oseias, de fato, reflete a apostasia de Israel. A identificação da idolatria com a prostituição já está presente em Êx 34:15. Bíblia de Estudo Andrews.

A expressão “de prostituições” pode simplesmente descrever sua ancestralidade, não necessariamente seu caráter pessoal, ou pode, por projeção, descrever a futura condição da mulher. Parece claro que ela se tornou infiel mais tarde (Os 3:1-3); no entanto, não se sabe o momento exato de sua queda. Das três crianças nascidas, é dito que somente o primeiro, Jezreel, nasceu de Oseias. … A narrativa é essencialmente histórica e, na ausência de qualquer evidência que prove o contrário, é preferível tomá-la como tal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 978.

3 Gômer. Nenhuma explicação satisfatória foi encontrada sobre o significado deste nome. Isso adiciona peso à crença e que Gômer era o nome histórico de uma personagem literal. O mesmo se pode dizer a respeito do nome Diblaim. CBASD, vol. 4, p. 978.

4 Jezreel. O significado do nome em hebraico é “Deus vai semear”, ou “Deus dispersará”. Alguns chamam atenção para a ambiguidade do nome hebraico em si porque, antigamente, a semente era espalhada no processo de semeadura, a palavra “espalhar” também significava “semear” ou “plantar”. O primeiro significado do nome de Jezreel, aplicado no tempo da infidelidade de Gômer, indica que Oséias “espalhou”, ou impediu-a, isto é, restringiu seus privilégios. Mais tarde, quando ela se arrependeu, Oséias “plantou-a”, ou seja, devolveu-lhe seu antigo status e seus privilégios. CBASD, vol. 4, p. 978.

Pelo sangue de Jezreel. Sob a ordem de Deus, Jeú tinha exterminado toda a casa de Acabe, na cidade de Jezreel (2Rs 9:6, 7; 10:17). Por que, então, a ação de Jeú devia ser castigada? Muito provavelmente porque sua motivação em destruir a dinastia de Acabe era pecaminosa. Destruir a casa de Acabe fundava-se no desejo egoísta de Jeú de obter o reino. O propósito de Deus em exterminar a casa de Acabe era apagar completamente a idolatria tão propagada de modo geral por Acabe e Jezabel. Embora Jeú pusesse fim à adoração de Baal, ele ainda manteve o culto ao bezerro de Jeroboão (ver 2Rs 10:21-31) [com fins políticos de impedir que os israelitas do reino do norte fossem a Jerusalém adorar]. O cumprimento de metade da ordem divina revelou um coração dividido, e isso trouxe sobre Jeú  uma condenação maior, uma vez que anulou o objetivo divino. Ele colocou seus propósitos pessoais  à frente dos de Deus e, assim, a sentença foi pronunciada contra ele – “castigarei”. Um homem pode ser usado por Deus e, mesmo assim, ser rejeitado se seu coração não for justo. CBASD, vol. 4, p. 978, 979.

E farei cessar. Isto ocorreu porque o episódio em que a casa de Jeú foi destruída (o assassinato de Zacarias) deu início a um período de confusão política que rapidamente desencadeou a queda do reino do norte (ver vol. 2, p. 69, 70). A pronunciada prosperidade secular da nação, sob Jeroboão II, não era uma prova do favor divino. O resultado final da desobediência era o mesmo que em nossos dias – a destruição. CBASD, vol. 4, p. 979.

5. Quebrarei o arco. Ou seja, destruir o poder militar de Israel. CBASD, vol. 4, p. 979.

No vale de Jezreel. O castigo sobre a nação foi descrito como tendo lugar na mesma região onde Jeú matou a família de Acabe (ver 2Rs 9:15-37). CBASD, vol. 4, p. 979.

6. Deu à luz uma filha. Alguns julgam significativo que o registro não declare “lhe deu um filho”, como foi dito sobre Jezreel (ver v. 3). Esse fato [n]os leva a concluir que Desfavorecida não era filha de Oséias, mas nasceu como resultado do adultério de Gômer. Esse ponto de vista é reforçado se o cap. 2 for considerado uma experiência real do profeta com sua esposa Gômer (ver com. de 2:4). CBASD, vol. 4, p. 979.

Desfavorecida. Do heb. Lo’ruchamah, “sem receber piedade”, ou “não ter recebido compaixão”. Paulo … aparentemente interpreta a frase no sentido de “não ser amada” (cf. Rm 9:25). A nação de Israel estava numa situação na qual um Deus de amor não podia mais ter compaixão dela (ver Gn 6:3). CBASD, vol. 4, p. 979.

7 Da casa de Judá Me compadecerei. Predição do livramento milagroso de Judá em 701 a.C., das mãos de Senaqueribe e do cerco do exército assírio (ver 2Rs 19:32-36; Is 37:29). Bíblia de Estudo Andrews.

A condição espiritual do reino do sul, “a casa de Judá”, era muito melhor do que a do reino do norte. Embora houvesse um declínio espiritual em Judá, a nação como um todo mantinha, em alguma medida, o culto a Deus, o respeito à lei, e os serviços do templo e os sacrifícios que apontavam para o “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29). Isso moveu a compaixão divina sobre o reino do sul, em contraste com a censura e reprovação ao reino de Israel. CBASD, vol. 4, p. 979.

E os salvarei. Deus salvou Judá da sorte sofrida por Samaria em 723/722 a.C. Ele a salvou de Senaqueribe, mais tarde, matando 185 mil soldados no acampamento assírio (2Rs 19:35, 36; Is 37:36, 37). CBASD, vol. 4, p. 979.

Não os salvarei pelo arco. Judá, embora contaminado com a idolatria, manteve em grau considerável sua devoção e confiança em Deus e não na força militar, como fez Israel. … quando Deus liberta Seu povo, Ele não precisa de arco ou espada, cavalos ou cavaleiros, para alcançar a vitória, e que estes, quando usados, não pode salvar sem Ele. CBASD, vol. 4, p. 979, 980.

8. Deu à luz um filho. Outra vez não há indicação de que o profeta seja o pai dessa criança (ver com. do v. 6). CBASD, vol. 4, p. 980.

9 Não-Meu-Povo. Do heb. Lo’ ‘ammi, “não meu povo”. Alguns veem neste nome um reconhecimento final por Oseias do adultério de Gômer, ou seja, o profeta afirma que acriança não é de seu próprio sangue. Em qualquer caso, o nome dado à criança foi simbólico sobre o relacionamento de Deus com o reino do norte de Israel. CBASD, vol. 4, p. 980.

Vós não sois Meu povo. Deste modo veemente Deus indica Sua rejeição a Israel como nação, por causa de seus pecados, e o rompimento de Sua relação de aliança com eles. CBASD, vol. 4, p. 980.

10 O número dos filhos. Observa-se aqui a semelhança com a promessa dada a Abraão e a Jacó (Gn 22:17; 32:12). CBASD, vol. 4, p. 980.

Se lhes dirá: vós sois filhos do Deus vivo. Esta promessa encontra seu cumprimento na igreja cristã. CBASD, vol. 4, p. 980.

11 Os filhos de Judá. Judá e Israel são mencionados em conjunto para indicar que o plano de Deus para Seu povo escolhido era que eles deveriam se unir em uma só nação. … Indivíduos das tribos de Israel estavam entre os exilados que retornaram depois do cativeiro de Judá (ver com. de Ed 6:17). CBASD, vol. 4, p. 980.

E subirão da terra. Evidentemente é uma referência ao retorno dos cativeiros assírios e babilônico. CBASD, vol. 4, p. 980.

Jezreel. Enquanto, no v. 4, Oseias usa  nome “Jezreel” para representar a dispersão do povo, neste versículo (como em Os 2:22, 23), o profeta emprega “Jezreel”para expressar a sementeira do amor e da misericórdia de Deus para com Seu povo. Este capítulo enfatiza a verdade de que “de Deus não se zomba” (Gl 6:7). Se desobedecermos, não podemos esperar escapar da pena por nossas transgressões. Os três filhos de Oseias, que representam os filhos apóstatas de Israel, declaram, por seus nomes, as punições mais severas por sua apostasia. No entanto, a misericórdia divina é aqui retratada tão forte como é o juízo divino. O Senhor é Deus de justiça e de amor (ver Sl 85:10; 89:14). CBASD, vol. 4, p. 980.



Estudo do livro de Romanos – Quem é o homem de Romanos 7?
19 de novembro de 2017, 18:03
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A você que está estudando o livro de Romanos, nesta semana recomendamos:

#LESjovens



Vídeo – Introdução ao livro de Oséias
19 de novembro de 2017, 18:00
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DANIEL 12
19 de novembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Neste capítulo, Daniel vê a ordem mundial como a conhecemos chegando ao fim e Miguel (Cristo), nosso Sumo Sacerdote, concluindo Seu juízo investigativo. Começa, então, o tempo de angústia de Jacó. Contudo, “naquela ocasião o Seu povo, todo aquele cujo nome está escrito no Livro [da Vida] , será liberto” (v. 1b NVI).

Aquele que falava a Daniel fornece a partir do v. 9 informações adicionais a respeito dos fiéis. Eles serão purificados através do processo de santificação, e sua fé em Cristo será testada. Mas os ímpios continuarão com seus maus hábitos, alguns, mesmo, escondendo os seus pecados, participando timidamente da verdadeira adoração a Deus, e servindo a Deus da boca para fora, em vez de uma entrega completa do coração à Ele. No entanto, aqueles que são sábios caminharão com Cristo e Seu Espírito e “entenderão”.

Não foi dado a Daniel nenhum período de tempo após o encerramento da profecia dos 2300 anos. No entanto, foi dada resposta à pergunta de Daniel de como tudo iria terminar. Os tempos difíceis da história que ocorreram durante a Idade Média, mencionados anteriormente, deveriam terminar em 1798, mas voltariam a acontecer logo antes do final.

Daniel ainda não entende tudo, mas é orientado a seguir o seu caminho e descansar (dormir em Cristo): “você se levantará para receber a herança que lhe cabe” (v. 13 NVI). Este evento marcará o final do tempo histórico e o início da eternidade.

Não há nenhuma posição oficial de nossa denominação a respeito dos 1.290 e 1.335 dias. As informações que temos a respeito provêm de pesquisas particulares, as quais precisam ser realizadas com humildade.

Querido Deus,
Não sabemos quando Jesus virá; mas sabemos que a Sua Vinda está próxima. Se tivermos que ir para o nosso descanso, que seja em Jesus, e se continuarmos vivos, sustenha-nos em Teus braços. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Sangju
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/dan/12 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1108
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/dan/12
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/26/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Daniel 12 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



DANIEL 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
19 de novembro de 2017, 0:45
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DANIEL 12 – O último capítulo de Daniel é o ápice da profecia, não só do livro desse profeta, mas de todo o Antigo Testamento. Aqui se encerra a profecia iniciada no capítulo 10.

Para uma visão mais abrangente, observe as divisões da última profecia que Daniel recebeu, conforme apresentadas por Samuel Nuñez:

• Daniel contempla dois seres sobrenaturais e dialoga com Gabriel (10:1-21);
• O discurso profético do anjo Gabriel: Desde a Pérsia até a intervenção de Miguel (11:1-12:4);
• Daniel contempla outros dois seres sobrenaturais e dialoga com o varão vestido de linho (12:5-13).

O início de Daniel 12 conecta-se com Daniel 11. Os reis do Norte e do Sul e os países mundiais, envolvidos no conflito com Deus e Seu povo verão Miguel levantando-Se no tempo de maior angústia mundial, para dar fim à história do pecado e suas terríveis consequências.

Destacamos as seguintes citações de estudiosos:

• “No capítulo 12 conhecemos os ganhadores de almas, ou seja, ‘os que ensinam a justiça à multidão’ (12:3). É também onde encontramos o texto mais claro do Antigo Testamento sobre a ressurreição (v. 2). Aqui também o livro de Daniel indica a conclusão do grande conflito entre Cristo e Satanás através da palavra ‘salvo’ (v. 1)” (Gergard Pfandl).
• “O livro termina com a promessa a Daniel de que ele estará entre os que se levantam no dia final para receber sua parte na herança do povo de Deus (12:13). Esta é uma promessa bem-aventurada que se oferece a todos os que oferecem sua lealdade a Miguel, o Filho do Homem, o Cristo de Deus” (William Shea).
• “A luz que Daniel recebeu de Deus foi dada especialmente para estes últimos dias. As visões que ele viu às margens do Ulai e do Hidéquel, os grandes rios de Sinear, estão agora em processo de cumprimento, e logo ocorrerão todos os acontecimentos preditos” (Ellen G. White).
• “O capítulo 12 de Daniel é o epílogo glorioso da cátedra profética final dada por Gabriel. Nela revela ao profeta que os dias finais deste mundo estarão pautados por dificuldades para o povo de Deus mas também de maravilhas que darão lugar, finalmente, à eternidade que os fieis desfrutarão junto ao Messias” (Merlyn Alomía).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Escreve você também tua percepção do livro de Daniel:



DANIEL 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
19 de novembro de 2017, 0:20
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1 Nesse tempo. … o contexto justifica a conclusão de que “nesse tempo” se refere ao tempo do desaparecimento do poder descrito no final do cap. 11. Deve-se observar que as palavras
“nesse tempo” não especificam se os eventos previstos aqui ocorrerão de forma simultânea aos de Daniel 11:45, se os precedem ou se os seguem imediatamente. O importante é que os eventos do último versículo do cap. 11 e os do primeiro versículo do 12 estão estreitamente ligados no que se refere ao tempo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 968.

se levantará Miguel. Referência a Cristo (ver nota sobre 10:13). O guardião celestial do povo de Deus se levantará quando o poder apóstata e seus aliados estiverem concentrados em destruir esse povo. Pouco antes da segunda vinda de Cristo, os servos de Deus dos últimos tempos ameaçarão os poderes da época (comparar com Ap 13) ao proclamar uma mensagem evangélica de lealdade ao Deus Criador e a realidade de uma prestação de contas a ele por ocasião de seu juízo (Ap 14:6-12). Bíblia de Estudo Andrews.

O sentido claramente é que Cristo Se levanta para livrar Seu povo (ver GC, 613, 633, 641, 642, 657). CBASD, vol. 4, p. 969.

tempo de angústia.  Quando cessar a obra intercessória de Cristo e o Espírito de Deus for retirado da Terra, então todos os poderes das trevas que estiveram retidos descerão com indescritível fúria sobre o mundo. Haverá uma cena de conflito tal que ninguém poderá descrever (ver GC, 613, 614). CBASD, vol. 4, p. 969.

Comparar com Ap 15-16. Bíblia de Estudo Andrews.

Salvo. Comparar com Dn 7:18, 22, 27; 10:14. Que consolo é saber que nesse grande conflito a vitória é certa! CBASD, vol. 4, p. 969.

No livro. Isto é, o livro da vida (ver com. de Dn 7:10; cf. Fp 4:3; Ap 13:8; 20:15; 21:27; 22:19). CBASD, vol. 4, p. 969.

inscrito no livro. O “Livro da Vida” de Cristo, que registra o nome de todos os que recebem vida eterna (comparar com Ap 3:5; 13:8; 17:8; 20:12,15; 21:27). Quando Miguel se levantar, o processo judicial de decisão envolvendo livros/registros (Dn 7:10) estará terminado. Só restará executar os vereditos positivos e negativos (comparar com 12:2; Mt 25:31-46; Ap 22:11,12). Bíblia de Estudo Andrews.

2 Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão. Referência à ressurreição na segunda vinda de Cristo (1Ts 4:15-17; considerar também Ap 1:7), mais uma indicação de
que Miguel é Cristo (sobre RESSURREIÇÃO no AT, ver Jó 19:25,26; Is 26:19. No NT, conferir At 24:15; ICo 15:51-55; ITs 4:13-18; sobre a MORTE caracterizada como um sono, ver Jo 11:11-14; At 7:60; 1Ts 4:13,14). Bíblia de Estudo Andrews.

Uma ressurreição especial precede o segundo advento de Cristo. “Todos os que morreram na fé da mensagem do terceiro anjo” se levantarão nessa hora. Além disso, os que contemplaram com zombaria a crucifixão de Cristo e os que mais violentamente se opuseram ao povo de Deus serão levantados de seus túmulos para ver o cumprimento da promessa divina e o triunfo da verdade (ver GC, 637; Ap 1:7). CBASD, vol. 4, p. 969.

3 Os que forem sábios. Do heb. hammaskilim, do verbo sakal, “ser prudente”. Essa forma pode ser entendida num sentido simples, como “os que forem prudentes” ou “os que tiverem discernimento”; ou num sentido causativo, como “aqueles que fazem com que haja discernimento”, isto é, “aqueles que, ensinam”. A pessoa que realmente tem discernimento das coisas de Deus percebe que elas devem ser compartilhadas com outros. A sabedoria divina leva a pessoa a ser um instrutor dessa sabedoria a outros. Em Daniel 11:33, maskilim é traduzido como “sábios”, e são apresentados como perseguidos por seus esforços fiéis. Neste versículo, eles são recompensados com a glória eterna (comparar com o v. 10). CBASD, vol. 4, p. 969.

4 encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim. Daniel menciona que somente duas partes de sua profecia seriam seladas até o tempo do fim: (1) a profecia dos 1.260 dias de 12:7,9; 7:25 e (2) a profecia das 2.300 tardes e manhãs de 8:14,26. Ambas são apresentadas em Ap 11-14 depois que o livrinho de Ap 10 é aberto, o esquadrinharão. Muitos estudariam as Escrituras com  afinco, buscando compreender as profecias de Daniel, o saber se multiplicará. No tempo do fim, haveria mais conhecimento para que a profecia fosse entendida. Bíblia de Estudo Andrews.

Essa instrução não se aplica a todo o livro de Daniel, pois uma parte da mensagem foi entendida e tem sido uma bênção aos crentes por séculos. Ela se aplica à parte da profecia de Daniel que fala dos últimos dias (AA, 585; DTN, 234). A mensagem, baseada no cumprimento dessas profecias, não poderia ser proclamada antes que esse tempo chegasse (ver GC, 356; comparar
com o “livrinho aberto” na mão do anjo de Ap 10:1, 2; ver também TM, 115). CBASD, vol. 4, p. 969.

Muitos o esquadrinharão. Do heb. shut … . Muitos intérpretes crêem que shut é usado aqui num sentido metafórico e que descreve uma fervorosa investigação da Bíblia, resultando num aumento do conhecimento com respeito às profecias do livro de Daniel (ver cf. DTN, 234; GC, 356). CBASD, vol. 4, p. 969.

O saber se multiplicará. Esta frase deve ser considerada a seqüência lógica da frase que a antecede: quando o livro selado for aberto, no tempo do fim, o conhecimento das verdades contidas nessas profecias aumentará (ver PR, 547; cf. Ap 10:1, 2). No final do século 18 e início do século 19, despertou-se um novo interesse pelas profecias de Daniel e Apocalipse em diferentes  lugares do mundo. O estudo dessas profecias difundiu a crença de que o segundo advento de Cristo estava próximo. Vários estudiosos na Inglaterra, Joseph Wolff no Oriente Médio, Manuel Lacunza na América do Sul e Guilherme Míller nos Estados Unidos, junto com outros estudiosos das profecias, declararam, com base no estudo das profecias de Daniel, que o segundo advento estava prestes a ocorrer. Essa convicção se tornou a força motivadora de um movimento mundial. Esta profecia também foi interpretada como indício dos estupendos avanços da ciência e do conhecimento geral no século 19, avanços que tornaram possível uma proclamação extensa da mensagem dessas profecias. CBASD, vol. 4, p. 970.

6. Homem vestido de linho. Daniel tinha visto este Ser celestial no início de sua visão (ver Dn 10:5, 6). A referência de Daniel ao’ no” (v. 5) e ao “homem vestido de linho”, sem fazer uma
identificação mais completa, sugere que o cap. 10, que apresenta os dois, é parte dessa mesma visão. CBASD, vol. 4, p. 970.

Quando … ? O anjo formula a pergunta que deve ter ocupado a mente de Daniel. A ânsia do profeta era pela rápida e completa restauração dos judeus (ver com. de Dn 10:2). O decreto de Ciro já tinha sido promulgado (Ed 1:1; cf. Dn 10:1), mas havia muito a ser feito. Após o longo e complexo relato das vicissitudes posteriores que o povo de Deus sofreria, o profeta naturalmente estava ansioso por saber quando ocorreriam “estas maravilhas” e quando seria cumprida a promessa4 será salvo o teu povo” (Dn 12:1). Daniel não entendeu por completo a relação do que viu com o futuro. Uma porção da profecia estava selada e seria entendida apenas no “tempo do fim” (Dn 12:4). CBASD, vol. 4, p. 970.

7. A mão direita e a esquerda. Ver Dt 32:40. O ato de levantar ambas as mãos indica que máxima solenidade e segurança estavam atreladas à declaração. Por Aquele que vive. Não poderia haver maior juramento (ver Hb 6:13; cf. Ap 10:5, 6). CBASD, vol. 4, p. 970.

um tempo, dois tempos e metade de um tempo. Isto é, o período de 1.260 anos. 538-1798 d.C, que ocorre primeiramente Daniel 7:25 (ver com. ali). CBASD, vol. 4, p. 970.

Ver nota sobre 7:25. Bíblia de Estudo Andrews.

8. Não entendi. .. a parte dessa visão que Daniel não entendeu deve ser o fator tempo. Ele estava orando pela rápida restauração do templo (ver com. de Dn 10:2), um problema imediato. Ele pareceu incapaz de ajustar o fator tempo à concepção de uma breve libertação de seu povo. CBASD, vol. 4, p. 971.

Entenderão. Uma garantia de que, nos últimos dias, quem estudar as profecias com afinco e inteligência entenderá a mensagem de Deus para seu tempo. CBASD, vol. 4, p. 971.

11, 12 mil duzentos e noventa dias … mil trezentos e trinta e cinco dias. Os dois períodos mencionados nestes versículos estão relacionados ao tempo de 7:25 e 12:7, embora sejam ligeiramente distintos. Isso indica que eles começam, terminam e se sobrepõem mais ou menos na mesma era. Bíblia de Estudo Andrews.

Os que mantêm o ponto de vista de que “diário” representa o “paganismo” (ver com. de Dn 8:11) subtraem 1.290 de 1.798 e chegam à data de 508 d.C. Eles veem os eventos que cercam essa data, como a conversão de Clóvis, rei dos francos, à fé católica, e a vitória sobre os godos, como passos importantes para o estabelecimento da supremacia da Igreja Católica no Ocidente. Os que defendem o ponto de vista de que “diário” se refere ao ministério sacerdotal contínuo de Cristo no santuário celestial e ao verdadeiro culto a Cristo na era do evangelho (ver com. de Dn 8:11) não encontram explicação satisfatória para esse texto. Creem que essa é uma das passagens das Escrituras sobre as quais o futuro projetará mais luz. CBASD, vol. 4, p. 971.

12. Bem-aventurado. Os períodos de tempo dos v. 7, 11 e 12 alcançam o “tempo do fim” a que se referem os v. 4 e 9. “Bem-aventurado”  (ver com. de Mt 5:3), diz o anjo, é aquele que testemunha os eventos dramáticos das cenas finais da história da Terra. Então, as seções do livro de Daniel que foram seladas seriam entendidas (ver com. de Dn 12:4), e logo “os santos do Altíssimo” receberão “o reino, e o possuirão para todo o sempre” (Dn 7:18). CBASD, vol. 4, p. 971, 972.

Espera. Isto implica que se pode esperar que o seguinte período profético continue além do fim dos 1.290 anos. Se os 1.290 e os 1.335 anos começam ao mesmo tempo, esse segundo período chega ao ano de 1843, uma data importante com relação ao grande despertar adventista na América, em geral conhecido como movimento milerita. CBASD, vol. 4, p. 972.

13. Segue o teu caminho … levantarás para receber a tua herança. O cumprimento das profecias de Daniel deve alcançar um futuro distante. Daniel descansaria no túmulo, mas ‘”no fim dos dias’, isto é, na conclusão do período da história deste mundo, lhe seria permitido outra vez estar em sua posição e em seu lugar” (PR, 547; ver também Ellen G. White,
Material Suplementar sobre este versículo). CBASD, vol. 4, p. 972.

13 levantarás para receber a tua herança. Daniel recebeu a maravilhosa certeza de que desfrutaria a salvação final (comparar com 2Tm 4:7, 9). Bíblia de Estudo Andrews.