Reavivados por Sua Palavra


COLOSSENSES 3
25 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/colossenses/cl-capitulo-3/

Em Colossenses 3 o apóstolo Paulo faz uma correlação direta entre o foco que determinamos para nossas mentes e a nossa vida prática diária. Ele explica que precisamos ser proativos ao lidarmos com o lado terrestre da nossa humanidade, tendo em vista que buscamos “as coisas que são do alto” e temos a nossa vida “escondida com Cristo em Deus” (vs. 1, 3). Ele nos ordena fazer morrer e abandonar todas as coisas de natureza terrena (vs. 5, 8). A lista das ações terrenas que Paulo cita não é agradável e inclui muitas práticas pecaminosas destrutivas, como impureza sexual, calúnias e mentiras (vs. 5-9).

Paulo encerra o capítulo mostrando-nos como será um lar cristão quando as mentes estiverem focadas nas coisas do alto (vs. 17-25). Esposas, maridos e filhos tratarão uns aos outros de forma diferente, porque o que eles fazem, “seja em palavra ou em ação”, estão fazendo “em nome do Senhor Jesus” (vv. 17 NVI). Quando agem em nome de Jesus, na verdade é Ele que está a viver a Sua vida através deles (v. 4).

Jesus também quer viver através de sua vida hoje e isso será possível se você optar por manter “o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas” (v. 2 NVI).

Kenneth Norton
Presidente da Missao Guam – Micronesia

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1356
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/05/01
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados25-07-2018.mp3



COLOSSENSES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
25 de julho de 2018, 0:20
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296 palavras

1 Buscai. Isto é, formar o hábito de buscar, como indica o grego (Mt 6:33). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 205.

4 Cristo, que é nossa vida. Jesus não é apenas o autor da vida cristã e o objetivo final dos esforços humanos; Ele também é a fonte diária de força e orientação para os filhos e filhas de Deus e a garantia da vida futura imortal. A vida do cristão é inseparável de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 206.

10 Que se refaz. Melhor, “que está sendo renovado”, a forma grega da palavra indica um processo contínuo. A palavra traduzida como “renovada” enfatiza novidade em qualidade. A imagem se refere ao desenvolvimento gradual no pleno conhecimento de Deus. O crescimento é o produto e a evidência na vida natural e na espiritual. O poder do Doador da vida é o único meio de se manter o crescimento. CBASD, vol. 7, p. 207.

13 Perdoai-vos mutuamente. No relacionamento entre cristãos não deve ser habitual apenas a longanimidade ou domínio próprio em palavras ou ações, mas também deve ser normal desconsiderar interiormente as faltas, os erros ou a fraqueza dos outros.  Isso é perdão verdadeiro. CBASD, vol. 7, p. 208.

15 Sede agradecidos. Ser agradecido é um dever cristão. A gratidão a Deus pode ser assemelhada ao solo em que floresce a tenra planta da paz. CBASD, vol. 7, p. 209.

17 Dando por Ele graças. O louvor deve acompanhar tudo o que o cristão pensa e faz. CBASD, vol. 7, p. 210.

22 Temendo ao Senhor. Ele é o mestre principal. Seus princípios impelem os cristãos por onde quer que andem a agir reconhecendo que o Senhor é o único a quem devem prestar contas. CBASD, vol. 7, p. 211.

25 Receberá. Paulo se refere ao juízo final, quando o mestre opressor e o escravo infiel receberão a recompensa pela conduta injusta. CBASD, vol. 7, p. 206.

 

by tatianawernenburg



COLOSSENSES 2
24 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/colossenses/cl-capitulo-2/

Quando me ajoelhei ao lado de José, senti grande simpatia por aquele jovem torturado. Ele estava sofrendo por mais de uma hora, conforme o espírito maligno que o possuía praguejava e ameaçava os que estávamos orando. Agora José estava deitado no chão, imóvel, como se estivesse morto. Sua postura física refletia a sua condição espiritual.
“José”, disse eu com a minha Bíblia aberta no chão à frente, “Colossenses capítulo 2 diz que mesmo que você esteja morto em seus pecados, Jesus lhe perdoará. Jesus desarmou os principados e potestades e triunfou sobre eles na cruz. Somente Jesus pode libertá-lo. Você acredita nisso, José?” Um instante depois a voz escura que estivera nos amaldiçoando gritou: “Eu sei disso há dois mil anos!”
José encontrou a liberdade naquele dia. Sua liberdade foi garantida dois mil anos atrás, quando Aquele que é a cabeça de todos os principados e potestades veio a esta terra em forma corpórea cheio de toda a plenitude da divindade.
O único modo de encontrarmos a plenitude é através de um relacionamento com Jesus (v. 10). José acreditou nessas verdades poderosas e isso mudou o curso da vida dele.
Essas verdades já mudaram o curso da sua vida?

Kenneth Norton
Presidente da Missao Guam – Micronesia

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1355
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/30
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados24-07-2018.mp3



COLOSSENSES 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
24 de julho de 2018, 0:45
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COLOSSENSES 2 – Na História, as heresias mais constantes estiveram relacionadas com Cristo. Sendo Ele inimigo incessante de Satanás e seus agentes, a cristologia sempre foi um estudo muito tenso desde o início do cristianismo. Satanás quer adulterar informações sobre o único que pode libertar-nos da morte.

Já existiam, nos dias de Paulo, ataques ferrenhos à doutrina de Cristo. Embora, sabiamente, o Espírito Santo tenha levantado grandes mentalidades, como Paulo, para escrever apologias da segunda Pessoa da Trindade, ainda há grandes verdades que são obscuras para muitos, devido às investidas satânicas à mente humana.

Hernandes Dias Lopes observa que o apóstolo “adverte a Igreja sobre quatro grandes inimigos que […] ainda rondam a igreja em nossos dias”:

1. Gnosticismo (vs. 8-15): Creem que Jesus não poderia ser divino e humano ao mesmo tempo.
2. Legalismo (vs. 16-17): Creem que Jesus não é suficientemente capaz de levar pecadores a Deus; por conseguinte, enfatiza-se práticas, rituais e obediência como complementos de salvação.
3. Misticismo (vs. 18-19): Creem ser necessário ignorar as Escrituras e buscar experiências místicas, espiritualistas.
4. Asceticismo (vs. 20-23): Creem que abster-se de certas coisas instituídas pela Divindade resultam na busca a Deus.

Estes grupos não descartavam Cristo totalmente; os adeptos criam em Jesus, mas equivocadamente. Crer em Cristo, mas de forma deturpada, é tão prejudicial quanto rejeitá-Lo abertamente. É isso que Satanás quer; entretanto, é isso que o inspirado apóstolo combate veementemente.

James D. G. Dunn observa que “a cruz de Cristo torna desnecessárias as tradições e regras humanas”; isto por causa do alcance do resultado de Cristo na cruz (vs. 8-15). Deste modo, é preciso tomar cuidado com aqueles que afirmam que existem práticas e experiências mais importantes que o sacrifício de Cristo (vs. 16-19). Pois, certamente, a vida em Cristo não depende do cumprimento de tradições religiosas (vs. 20-23).

Neste capítulo Paulo expõe elevado argumento acerca de Cristo; o qual, mesmo sendo humano, nEle habita corporalmente TODA a plenitude da Divindade (v. 9). Ele triunfou sobre o pecado, o diabo e os demônios (vs. 14-15). Ele é suficiente para nossa salvação. Ele é plenamente divino. NEle temos valor; sem Ele, não somos nada!

Atenção leitor(a) amigo(a): Fique esperto com vãs filosofias (vs. 1-10) e com religiões falsificadas! Mentiras não produzem reavivamento! – Heber Toth Armí.



COLOSSENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
24 de julho de 2018, 0:20
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956 palavras

5 Em espírito, estou convosco. O corpo de Paulo está confinado na distante Roma, mas seu coração circunda os conversos que ama. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 195.

8 Filosofias e vãs sutilezas. O apóstolo não condena a filosofia em si, nem denuncia os filósofos. Ele alerta contra a filosofia alardeada pelos falsos mestres em Colossos, a qual era vazia e vã, promovida pelo engano. O contexto sugere que essa filosofia tinha relação com as observâncias cerimoniais, as crenças humanas, tradições, hábitos e pontos de vista materialistas, todos distantes do evangelho de Deus. … O centro dessa filosofia é a exaltação humana, enquanto Deus é completamente excluído ou ignorado (ver T1, 297). O cristão deveria ser advertido e preparado contra aqueles que ensinam isso. Seu fim é morte eterna. CBASD, vol. 7, p. 196.

Tradição. As tradições são os modelos habituais de crenças e comportamento humano, transmitidos de uma geração a outra. CBASD, vol. 7, p. 196.

9 Corporalmente. Referência ao corpo glorificado de Cristo (Fp 3:21) no qual Ele ascendeu ao Céu (cf. DTN, 832). A plenitude da Divindade reside nEle corporalmente. Esta afirmação rebatia as falsas filosofias que ganhavam aceitação em Colossos (ver p. 184). CBASD, vol. 7, p. 197.

10 Principado e potestade. Paulo novamente enfatiza que Cristo é a cabeça de todo poder e autoridade. Seu soberano poder é a fonte da vida. O apóstolo quer dizer que, ao Cristo habitar em nós, a mesma autoridade vitoriosa e poder criador nos prepararão para vencer. CBASD, vol. 7, p. 197.

16 Julgue. Isto aponta aos falsos mestres que, entre outras coisas, insistiam na vigência do sistema cerimonial judaico (ver p. 184). CBASD, vol. 7, p. 200.

Comida e bebida. Estas palavras se referem às ofertas de alimento e bebida apresentadas pelos israelitas em conformidade com o sistema sacrificial, codificado na lei cerimonial. Alguns concluíram erroneamente que a afirmação de Paulo indica a abolição da proibição de ingerir alimentos declarado impuros (ver Lv 11). Este não é o significado pretendido pelo apóstolo, o que é evidenciado nas observações seguintes: (1) A comida e bebida são declaradas sombras de Cristo (Cl 2:17); isto é, apontam para o sacrifício e o ministério de Cristo. As ofertas de comida e bebida cerimoniais pertencem claramente a esta categoria, o que não ocorre com a proibição quanto a alimentos impuros. (2) A proibição para não comer determinados alimentos precede a lei cerimonial (ver com. de Gn 7:2). Por isso, certos animais devem ser considerados impuros por razões diferentes dos motivos cerimoniais. … O apóstolo não está permitindo que os cristãos colossenses comam e bebam o que quiserem, indiferentes às críticas. Paulo afirma que os cristãos não estão mais obrigados a praticar as exigências da lei cerimonial. As ofertas de comida e bebida têm seu cumprimento em cristo. CBASD, vol. 7, p. 200.

Dias de festa. As ordenanças cerimoniais contem mandamentos para a observância de vários dias santos: a Páscoa, a festa dos Pães Asmos, o Pentecoste, o Dia da Expiação e a Festa dos Tabernáculos (ver Lv 23). CBASD, vol. 7, p. 200.

Lua nova. O primeiro dia de cada mês ou dia de lua nova (ver Nm 10:10; 28:11; cf. 1Sm 20:5; Is 66:23). CBASD, vol. 7, p. 200.

Sábados. O tipo de sábado em consideração é mostrado pela frase “tudo que há de vir” (Cl 2:17). O sábado semanal é memorial de um evento no início da história terrestre (Gn 2:2, 3; Êx 20:8-11; PP, 48). Por isso, os “dias de sábado” que Paulo declara serem sombras apontando a Cristo não podem se referir ao sábado semanal designado pelo quarto mandamento, mas indicam os demais dias cerimoniais que se cumprem em Cristo e Seu reino (ver Lv 23:6-8, 15, 16, 21, 24, 25, 27, 28, 37, 38). CBASD, vol. 7, p. 201.

18 Pretextando humildade. Humildade artificial praticada ao agregar mérito, humilhação voluntária resultante em ascetismo desnecessário e indigno, estes são os resultados do orgulho. São levados a cabo para obter mérito por meio de esforço humano, pessoal. Na prática, os falsos mestres negavam a justiça de Cristo, não dando espaço para a sua operação no coração por meio da fé (ver T1, 297). CBASD, vol. 7, p. 201.

Culto dos anjos. Os falsos mestres aceitaram a guia dos anjos, aos quais consideravam emanações inferiores de Deus. Eles insistiam na fraqueza e inferioridade humana e na distância do grande e eterno Deus. Esse ponto de vista era uma extensão da humildade voluntária que defendiam. Se o corpo humano é completamente sem valor, não pode se aproximar de Deus e precisa de intermediários. Assim, os anjos eram adorados como seres superiores aos seres humanos, num sentido, extensões da divindade. Paulo adverte os colossenses contra essa filosofia, que é oposta ao ensino de Cristo. Citando Deuteronômio 6:13, Jesus declarou: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto” (Mt 4:10). Os anjos impediram a adoração a si mesmos (ver Ap 22:9). CBASD, vol. 7, p. 202.

23 Culto de si mesmo. O ser humano confia em si mesmo; reverencia os esforços pessoais que propõe para obter o favor de Deus. na vigilância à qual se impõe, nas torturas espirituais auto-infligidas, nos rituais autodesignados na forma de adoração planejada pelo ser humano, sua vontade pessoal e proeza são os fatores exaltados. Em contraste, a filosofia cristã   CBASD, vol. 7, p. 203.

Falsa humildade. Paulo se refere à falsa humildade tal como ostentada pelos fariseus e ascetas que eram culpados do orgulho do exibicionismo. CBASD, vol. 7, p. 203.

E de rigor ascético. Os extremistas religiosos de Colossos viam o corpo como pecaminoso. A severidade deles para com o corpo era extrema e desarmônica com o ensino cristão de que o corpo é o “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19) e contrária à instrução de apresentar o corpo como sacrifício vivo (ver com. de Rm 12:1). CBASD, vol. 7, p. 203, 204.

Sensualidade. Uma interpretação comum é que a execução de todas estas leis e especulações humanas não tem valor contra a indulgência excessiva da carne. A única solução é uma completa submissão do coração a Cristo e a morte da vontade para os apelos do mundo. CBASD, vol. 7, p. 204.



COLOSSENSES 1
23 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/colossenses/cl-capitulo-1/

Paulo descreve as qualificações da Pessoa mais importante do universo, Jesus Cristo. Cristo ocupa uma posição acima de toda a criação e revela-nos exatamente como é Deus, o Pai (v. 15). Jesus Cristo criou e é o proprietário de tudo que existe visível e invisível (v. 16). Ele estava lá antes de tudo ter sido criado e conserva todas as coisas em ordem e harmonia (v. 17, NTLH). Nenhum mero ser humano conduz a Sua Igreja. Ele a dirige como Alguém digno da maior preeminência (v. 18). Ele é totalmente Deus, e por causa da Sua morte na cruz, as pessoas podem fazer as pazes com Deus e ser apresentadas santas, inocentes, e sem qualquer acusação diante dEle se permanecerem fiéis em seu compromisso com Ele (vs. 19-23).

Então Paulo compartilha um mistério glorioso. Esse Deus de posição, riqueza e incessante atividade quer viver em nós (v. 27). A pessoa mais importante do universo regou-nos com Sua atenção e quer estar o mais próximo possível daqueles que Ele redimiu com Seu sangue.
Agora, como você se sente com essa atenção especial?

Kenneth Norton
Presidente da Missao Micronesia – Guam

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1354
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/29
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados23-07-2018.mp3



HOJE COMEÇAMOS A LER COLOSSENSES!
23 de julho de 2018, 0:58
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FILIPENSES 4
22 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/filipenses/fp-capitulo-4/

Este capítulo vem repleto de orientações práticas para a vida cristã. Paulo aborda o desentendimento, algo que pode roubar a paz e a alegria, ocorrido entre duas mulheres (v. 2). Paulo encoraja essas irmãs na fé a viverem em harmonia com Deus e uma com a outra.
Contentar-se em qualquer situação é a base da alegria, especialmente para Paulo que se encontrava preso no momento em que escreveu esta carta (v. 11). Há uma grande necessidade de encontrar contentamento no que se tem, sem buscar continuamente por mais, pelo maior e melhor. Estar satisfeito com o que se tem é o caminho para a alegria em qualquer situação em que nos encontrarmos. Como alguém já observou: “a comparação mata o contentamento.”

A ênfase do verso 13, “tudo posso naquEle que me fortalece” está em Cristo, que nos concede forças. Esta é uma fusão da vontade humana com o poder divino. Nós somos capazes de fazer grandes coisas, não por nossa própria capacidade, mas na dependência de Deus.

Podemos, portanto, enfrentar hoje o que quer que aconteça em nosso caminho, por causa da conexão que temos com o Cristo Vivo.

Edward A. Appollis
Heidelberg College
África Do Sul

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1353
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/28
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados22-07-2018.mp3



FILIPENSES 4 – COMENTÁRIO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ
22 de julho de 2018, 0:45
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FILIPENSES 4 – Pare, ouça e reflita!

Depois de apelar para permanecer firmes no Senhor (v. 1), Paulo relacionou itens com seus apelo pela unidade e a paz, conforme o Comentário Bíblico Broadman:

1. Evódia e Síndique (vs. 2-3);

2. A paz de Deus (vs. 4-7);

3. O que levar em conta (vs. 8-9);

4. Reação de Paulo aos presentes dos filipenses (vs. 10-20);

5. Saudações e bênçãos finais (vs. 21-23).

Neste capítulo há um imperativo: Alegrem-se no Senhor (v. 4). Da prisão, possuindo razões para lamentar e reclamar da situação em que se encontrava, ordenou e reiterou a ordem de alegrar-se no Senhor.

O crente não é mal humorado. Não anda mostrando carranca aos outros. Ele é feliz! Tal felicidade acontece quando…

• …se resolve diferenças (v. 2),

• …equilíbrio evidencia que pertencemos a Deus (v. 5);

• …substituímos preocupação por oração (v. 6);

• …a paz de Deus invade coração e mente (v. 7);

• …finalmente, nossos pensamentos forem elevados (v. 8).

Ainda neste capítulo encontra-se um dos versículos mais conhecidos de Paulo: “Tudo posso naquele que me fortalece”; contudo, muito mal interpretado.

Atenção! O texto não diz que o cristão torna-se…

• …super humano;

• …super poderoso;

• …alguém blindado;

• …alguém que tudo o que planeja acontece;

• …uma pessoa sem problemas;

• …uma pessoa desprovida de sofrimento.

O contexto mostra que o fiel e verdadeiro cristão pode passar por quaisquer adversidades por piores que sejam, mas, independente de toda oposição e dificuldades, a tudo supera confiando em Deus (vs. 10-13).

A felicidade não é ausência de dificuldades, é essência teológica do cristianismo; Paulo conta seu testemunho e revela segredos:

“Já aprendi a estar contente, a despeito das circunstâncias. Fico satisfeito com muito ou com pouco. Encontrei a receita para estar alegre, com fome ou alimentado, com as mãos cheias ou vazias” – O segredo? Depender de Cristo em qualquer situação.

“A carta se encerra com uma bênção. Possivelmente, Paulo esperava que ela fosse lida diante da igreja reunida. Pode ser por causa de um apoio deliberado à sua dominante preocupação com a unidade, que ele ora para que a graça de Cristo estivesse no espírito deles” (Broadman).

Deus não quer promotores de desunião e tristeza, mas com promotores de união e alegria de Sua Igreja!

Oremos: “Senhor, transforma nossa tristeza em alegria” – Heber Toth Armí.



FILIPENSES 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
22 de julho de 2018, 0:20
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757 palavras.

1 Coroa. Do gr. stephanos, “uma grinalda da vitória”, não um diadema real… Os filipenses eram a coroa de vitória de Paulo, mostrando que o apóstolo não tinha corrido em vão (Fp 2:16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 162.

No Senhor. Expressão favorita de Paulo, que a utiliza cerca de 40 vezes. CBASD, vol. 7, p. 162.

2 Pensem concordemente. Se cada um for semelhante a Cristo, anmbos estarão em harmonia. União espiritual com Cristo é o remédio para a enfermidade da igreja. CBASD, vol. 7, p. 162.

3 Clemente. Não há apoio razoável para identificar nesta pessoa com o famoso Clemente, bispo de Roma (c. 90-99 d.C.). Este Clemente parece ter sido um ativo e humilde membro da igreja filipense. CBASD, vol. 7, p. 163.

4 Alegrai-vos. Paulo não se cansa de repetir que a alegria é um dos santos privilégios do cristão. CBASD, vol. 7, p. 163.

Sempre. O Senhor é sempre o mesmo … A habilidade de Cristo em dar paz ao coração não depende de circunstâncias externas; assim, a pessoa que está centralizada nEle se alegra constantemente. CBASD, vol. 7, p. 163.

6 Andeis ansiosos. A admoestação de Paulo proíbe a ansiedade doentia que é inevitável para os que são dependentes de si mesmos em meio às dificuldades. … O pensamento da proximidade da vinda do Senhor deve nos ajudar a ficar livres de ansiedade sobre as coisas terrenas e a ser tolerantes nos relacionamentos interpessoais. CBASD, vol. 7, p. 163.

7 Paz de Deus. Pode não ser possível ao cristão sempre estar em paz com todas as pessoas (Hb 12:14); ver com. de Rm 12:18), mas falhar em alcançar essa condição não deve interferir no recebimento da paz de Deus no coração. Esta paz está fundada na fé em Deus e no conhecimento pessoal de Sua bondade. Flui de um senso de Sua constante presença e produz confiança e amor puro. CBASD, vol. 7, p. 164.

Guardará. A paz de Deus, como uma sentinela, ronda o coração e a mente para guardar as afeições e os pensamentos contra a ansiedade. CBASD, vol. 7, p. 164.

8 Tudo que é verdadeiro. Isto não deve ser limitado à veracidade. O conceito escriturístico de verdade é derivado da compreensão da natureza de Deus e de Cristo, que são a fonte de tudo que é verdadeiro. … se refere a tudo o que é moral e espiritualmente sensato, tudo que é compatível com aliança com Aquele que é “a verdade” (Jo 14:6). CBASD, vol. 7, p. 164.

Justo. … coisas puras, modestas, inocentes, irrepreensíveis e acima de reprovação. CBASD, vol. 7, p. 164, 165.

Puro. Embora a pureza sexual esteja incluída neste termo, isso não esgota todo o seu significado, já que outras formas de pureza devem estar na mente do cirstão. Por exemplo, ele deve estimar pureza de ambição, desejo e motivo. CBASD, vol. 7, p. 165.

De boa fama. Respeitável, louvável, coisas que se harmonizam com os ideais cristãos. CBASD, vol. 7, p. 165.

Vosso pensamento. O desenvolvimento do caráter cristão exige o pensar correto … Em vez de pensar sobre diferenças com o próximo ou estar ansioso sobre necessidades diárias, devemos exercitar a mente em virtudes cristas. CBASD, vol. 7, p. 165.

9 E ouvistes, e vistes. Tão importante quanto o ensino formal é a vida do mestre. Paulo …, pela graça de Deus, conseguiu viver para constantemente indicar a seus leitores seu exemplo pessoal. CBASD, vol. 7, p. 165.

11 Em toda e qualquer situação. Paulo não limita as condições sob as quais deve estar contente. … Se pudéssemos contemplar o futuro com os olhos de Deus, veríamos a vantagem de sermos conduzidos nos caminhos determinados por Deus (DTN, 224, 225). CBASD, vol. 7, p. 166.

12 Humilhado. Ou, “condições desfavoráveis”. Paulo fala de necessidades físicas, não de deficiências espirituais. CBASD, vol. 7, p. 166.

13 Tudo posso naquele que me fortalece. Em Cristo, há força para cumprir o dever, poder para resistir à tentação, e paciência para sofrer sem reclamar. Há graça o crescimento diário, coragem para as múltiplas batalhas e energia para o serviço fiel. CBASD, vol. 7, p. 166.

18 Sacrifício. Fazer o bem aos outros com um coração amoroso é elevar a Deus um sacrifício aceitável. CBASD, vol. 7, p. 167.

19 Meu Deus. Paulo aceitou a oferta como sendo feita não a ele, mas a Deus, de quem era ministro. Deus aceita as ofertas como se fossem feitas a Si. CBASD, vol. 7, p. 167.

22 De todos os santos. Esta e’ uma referencia geral aos membros da igreja em Roma [de onde Paulo, aprisionado, escrevia], distinguindo-os de “irmãos”. CBASD, vol. 7, p. 168.

Casa de Cesar. A palavra “casa” (oikia) aqui significa a equipe domestica do cortejo do imperador. … O fato de alguns dos servos de Nero terem se tornado cristãos mostra que o evangelho pode frutificar mesmo nos locais mais improváveis e sob as circunstâncias mais desencorajadoras (AA, 465, 466). CBASD, vol. 7, p. 168.