Reavivados por Sua Palavra


O Pentecoste em Crede em Seus Profetas
16 de janeiro de 2019, 9:55
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A leitura da semana do programa Crede em Seus Profetas, tem como tema o Pentecoste, tema de suma importância para nossas vidas, especialmente em nossos dias.

Não deixe de ler em:


https://credeemseusprofetas.org


 

 

 

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LEVÍTICO 6
16 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-6/

As instruções em Levítico 6:8 a 7:38 suplementam informações sobre sacrifícios dos capítulos anteriores. O fogo sagrado que consumia os sacrifícios, aceso pelo próprio Deus (Lv 9:24), deveria continuamente queimar no centro da adoração israelita. Centelhas de origem humana não poderiam adequadamente representar o sacrifício do Salvador. Para salvar-nos do fogo divino da “segunda morte” (Ap. 20), Cristo foi consumido em nosso lugar pelo sofrimento da separação do Seu Pai (Mt 27:46), o que aquele fogo representava.

A oferta pelo pecado era santa, mas se algo do sangue dessa oferta respingasse na roupa de um sacerdote ou do ofertante durante o abate da vítima, o sangue deveria ser lavado da roupa, indicando que ele carregava uma espécie de impureza do pecador (compare com Lev. 11:25, 28, 35; Números 31:23-24). De fato, o tabernáculo/templo era contaminado quando aspergido pelo sangue da oferta pelo pecado, consequentemente o tabernáculo tinha de ser purificado no Dia da Expiação (Lv 16).

Em outro lugar, Levítico proíbe trazer impureza em contato com a santidade de Deus (Lv 7:20-21). Mas, na remoção dos pecados do povo, ao libertar o ofertante “do seu pecado”, Deus assume a responsabilidade dessas faltas por meio do sacrifício santo, simbolizando Cristo. O bom sangue de Cristo retira e afasta de nós os nossos pecados, assim como o sangue em nossos corpos remove os resíduos.
Somos lavados pelo sangue do Cordeiro!

Roy Gane
Andrews University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/6
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



LEVÍTICO 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
16 de janeiro de 2019, 0:05
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1159 palavras

1-7 Aqui descobrimos que roubar envolve mais do que somente retirar algo de alguém. Encontrar algo e não devolvê-lo ou recusar devolver algo emprestado são outras formas de roubo. Estes são pecados contra Deus e não apenas contra seu vizinho, um estranho ou um grande negócio. Se você obteve algo irregularmente, então confesse seu pecado a Deus, peça desculpas ao proprietário e devolva os itens roubados – com juros. Life Application Study Bible.

A transgressão contra o próximo requer a restauração do valor perdido mais o acréscimo da “quinta parte” (v. 5) e a oferta de um sacrifício a Deus (cf. Mt 5.24). Bíblia de Genebra.

2 cometer ofensa contra o Senhor. De ma’al, “agir dolosamente”, “agir de má fé”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 796.

negar ao seu próximo. A negação de uma verdade ou a mentira aqui descrita é, primeiramente, uma transgressão contra Deus e depois um pecado contra o próximo. … No caso de mentir conscientemente e ainda reter o que pertencia a outro era uma dupla transgressão – roubar e mentir. O ofensor seria culpado de pecado deliberado. CBASD, vol. 1, p. 796.

o que este lhe deu em depósito. Ou “em parceria” (KJV), como sociedade ou contrato. Em sociedade, o cristão deve exercer uma constante vigilância para que cada sócio receba o que lhe é devido; e, em contrato, deve haver fiel desempenho de ambas as partes no acordo. Não deve haver intenção de enganar, nem levar vantagem em falhas, mas sim um cuidado zeloso pelos interesses do outro sócio. Se assim não for feito, o homem que transgride é culpado. CBASD, vol. 1, p. 796.

3 tendo achado o perdido, o negar com falso juramento. De algum modo, isto é mais sério do que os casos precedentes, pois a pessoa não apenas mente, mas firma sua mentira por meio de juramento legal ou não. Em ambos os casos, ela é culpada de jurar falsamente. CBASD, vol. 1, p. 796.

Ver Dt 22.1-3. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 restituirá aquilo que roubou. A restituição é parte vital do que Deus requer da pessoa que deseja se livrar da culpa do pecado. Nesses casos, convicção do pecado, tristeza e confissão sozinhas não são suficientes. Todos esses são passos desejáveis em direção ao reino, mas não bastam. Eles devem ser acompanhados de arrependimento tão profundo e completo que a alma culpada não descanse até fazer todos os esforços a fim de retificar o erro praticado. Isso, em muitos casos, inclui restauração e devolução com juros do que foi tomado, bem como todo esforço necessário para corrigir o erro. Os frutos dignos de arrependimento mencionados por João incluíam restituição (Mt 3:8). CBASD, vol. 1, p. 797.

5 jurou falsamente. A mentira é um dos pecados mais comuns hoje e, aos poucos, está se tornando respeitável. … A Bíblia é clara quanto ao assunto da verdade e não aceita menos que isso. Deus é “o Deus da verdade” (Is 65:16; Sl 31:5; Dt 32:4). … A paixão pela verdade deve motivar o cristão. Ele é o representante do Deus da verdade e não deve levantar falso testemunho de modo algum. Deve amar a verdade acima de tudo, pois é a verdade que o liberta (Jo 8:32).  … Uma pessoa cheia do amor da verdade será verdadeira em todos os relacionamentos. Ela odiará e desprezará toda pretensão e hipocrisia; seus motivos jamais serão questionáveis. … Terá a reputação de alguém cuja palavra é digna de confiança. CBASD, vol. 1, p. 797, 798.

6.8 – 7.36. Tendo falado aos leigos a respeito das leis dos sacrifícios, Moisés agora se dirige aos sacerdotes, especialmente sobre o direito deles sobre uma partilha nos sacrifícios. Bíblia de Genebra.

9 holocausto. Cristo, o sumo sacerdote da nova aliança, ofereceu o derradeiro holocausto em Seu corpo; ele estava inteiramente consagrado a Deus, sofrendo a morte pelo pecado e provocando a morte do crente para o pecado (Rm 6.2-7). Bíblia de Genebra.

11 O sacerdote tinha a obrigação de limpar as cinzas do altar, depois de ter oferecido um holocausto, usava, para isso, vestes especiais, calças e túnica de linho, laváveis, que se usavam tão-somente para o contato direto com o altar. Quando removia as cinzas pela manhã, deixava-as ao lado altar, trocava suas vestes, colocando suas roupas normais de sacerdote, e depois removia as cinzas para algum lugar “limpo” (e não para um depósito de lixo, que seria considerado impuro), fora do arraial. Bíblia Shedd.

12 O holocausto [oferta totalmente queimada] era apresentada de manhã e de tarde por toda a nação (veja Êx 29:38-43). Life Application Study Bible.

As ofertas contínuas, que se ofereciam duas vezes por dia, sem falta, eram uma expressão da dedicação de Israel ao seu Deus. Bíblia Shedd.

12, 13 Mantenha-se aceso o fogo no altar, não deve ser apagado(NVI). O primeiro fogo que acendeu a lenha do sacrifício depois da consagração formal de Arão como sacerdote, foi ateado por Deus, 9.24. Essa origem sobrenatural do fogo no altar serve para nos ensinar que se um sacrifício pode ser feito pelo homem, é só a graça de Deus que o consome, que o torna aceitável, que faz dele um meio de expiação. Nenhum fogo feito pelo homem poderia ser usado no altar do Senhor, e por isso mesmo é que era tão importante que os sacerdotes conservassem sempre acesa a chama que veio a existir de maneira tão notável. O pecado de oferecer sacrifícios com “fogo estranho”, fogo ateado pelos homens e não por Deus, foi justamente o que provocou a morte de Nadabe e Abiú, 10.1-2.O holocausto [oferta totalmente queimada] era apresentada de manhã e de tarde por toda a nação (veja Êx 29:38-43). Bíblia Shedd.

O fogo santo no altar deveria se manter queimando porque foi Deus quem o acendeu. Isso representava a eterna presença de Deus no sistema sacrifical. Mostrava ao povo que somente pelo favor gracioso de Deus seus sacrifícios poderiam ser aceitáveis. O fogo de Deus está presente na vida de cada crente, hoje. Ele acende o fogo quando o Espírito Santo vem viver em nós e cuida disso de modo que cresçamos na graça ao andarmos com Ele. Quando nos tornamos cientes de que Deus habita em nós, temos confiança em nos achegarmos a Ele por perdão e restauração. Life Application Study Bible.

13 o fogo arderá continuamente. O próprio Deus alimentava esse fogo (Lv 9:24). Os judeus afirmam que o fogo queimou continuamente até o cativeiro babilônico. … Manter o fogo aceso requeria grande suprimento de madeira. Os sacerdotes ajuntavam a lenha uma vez por ano e convidavam o povo a ajudá-los. CBASD, vol. 1, p. 798.

14 oferta de manjares (ARA; NVI: oferta de cereal). Assim como a oferta de manjares representava os frutos da obediência, ela também prenunciava a vida de Cristo em perfeita obediência e gratidão a Deus. Bíblia de Genebra.

18 Todo varão.Esta expressão se restringe aqui aos homens que serviam no culto do tabernáculo. Antes de atingirem a idade de 30 anos, os homens não podiam entrar no lugar santo, Nm 4.3, 23, 30, 39. Bíblia Shedd.

28 vaso de barro … vaso de bronze. Um vaso de louça não vitrificada absorveria alguns sucos, não podendo ser lavado ao ponto de ficar bem limpo, como o bronze. Bíblia Shedd.



LEVÍTICO 5
15 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-5/

Em Levítico 4, as ofertas pelo pecado cobriam pecados não intencionais, aqueles cometidos sem que se tenha consciência deles. Levítico 5:1-13 estende esta cobertura para quem intencionalmente não se apresentasse como testemunha de um crime (v. 1) ou deixasse de passar pela purificação ou de cumprir um juramento (versos 2-4).

Quando uma pessoa (homem ou mulher) reconhecia que havia pecado, o indivíduo carregava culpa suscetível de punição, até que confessasse a Deus (não a um sacerdote), e oferecesse uma oferta pelo pecado. Então Deus (não o sacerdote), que é quem sabe quando o arrependimento é genuíno, escolhe perdoar.

Em Levítico 5:14 a 6:7, as ofertas de transgressão expiam os pecados graves de sacrilégio: mau uso de algo santo que pertence a Deus (como o dízimo), ou deliberadamente usar mal do santo nome de Deus em um juramento falso, para enganar outra pessoa. Como tais pecados traziam benefício econômico ilícito, o pecador devia restaurar o valor devido a Deus ou à outra pessoa, acrescentando uma multa de 20%, antes de trazer uma oferta pela culpa (compare Mat. 5:23-24).

Mesmo quando endireitamos as coisas da melhor maneira que podemos, ainda precisamos do sacrifício de Cristo. Quando sentimos nossa culpa mas não podemos identificar o nosso pecado (Lv 5:17-19), podemos deixar o nosso fardo com Jesus!

Roy Gane
Andrews University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/5
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



LEVÍTICO 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
15 de janeiro de 2019, 0:05
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1113 palavras

1-6 Estes versículos tratam dos pecados de omissão, de inadvertência e de precipitação. Os casos em vista são: (a) o pecado de negligenciar testemunho (v. 1). (b) o pecado do contato com qualquer coisa imunda (vs. 2-3); (c) o pecado de fazer juramentos precipitados (v. 4). Bíblia de Genebra.

1 a voz da imprecação (ARA; NVI: “tendo sido testemunha de algo que viu ou soube”). Ou seja “uma imprecação pública”. O cenário é uma cena judicial em que testemunhas são chamadas a depor. Alguém se recusa a testemunhar e é declarado culpado. Às vezes, há deveres desagradáveis que se prefere evitar, mas que devem ser cumpridos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 792.

2 quando alguém tocar alguma coisa imunda. As pessoas dos tempos antigos não tinham o conhecimento médico e sanitário disponível hoje. Não havia como saber que, ao ter contato com certas doenças, podia-se contrai-las e contaminar outros. Assim, o único princípio seguro era evitar tudo o que fosse suspeito. Transgredi-lo podia levar a uma epidemia. Como medida preventiva, esse princípio ainda é válido. CBASD, vol. 1, p. 793.

3 E o souber depois. A pessoa pode ser ignorante e, portanto, seu ato pode ser desculpável; mas, embora ignorante, pode ser que ela se torne uma ameaça aos outros como portadora de infecção. Em certos casos, pode ser que ela não seja totalmente inocente e se deve ensinar uma lição para impressioná-la, bem como aos outros. … Alguns deliberadamente fecham os olhos para a luz, assegurando a si mesmos que, se não veem, estão livres da responsabilidade da culpa. No entanto, em um julgamento, é preciso dar um relato não apenas a respeito do que se sabe, mas do que se podia saber caso a pessoa se esforçasse para tanto. CBASD, vol. 1, p. 793.

4 quando alguém jurar temerariamente. Isso não se refere à conversação, mas à solene confirmação de uma promessa a ser cumprida ou para refrear-se de fazer certas coisas. … Se uma das partes contratantes se esquecesse da promessa feita pelo juramento, ou se a repudiasse, quando mais tarde de conscientizasse da quebra do acordo, então seria culpado. Quebrar a palavra é um pecado flagrante do nosso tempo e parece aumentar cada vez mais. Os cristãos devem se precaver disso. CBASD, vol. 1, p. 793.

Você, alguma vez, já efetuou um juramento de fazer ou não fazer algo e então percebeu o quão insensata sua promessa foi? O povo de Deus é chamado a manter sua palavra, mesmo que tenha feito promessas difíceis de cumprir. Jesus advertiu contra juramentos (no sentido de fazer votos ou promessas) quando Ele disse: “Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do maligno” (Mt 5.37, NVI). Nossa palavra deveria ser suficiente. Se achamos que temos que reforçá-la com um juramento, algo está errado com nossa sinceridade. A única promessa que estamos desobrigados a cumprir são promessas que levam ao pecado. Uma pessoa sábia e auto controlada evita fazer promessas precipitadas. Life Application Study Bible.

5 confessará. O ofertante tinha de confessar a Deus o seu pecado para receber o perdão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O inteiro sistema de sacrifícios não poderia auxiliar o pecador a não ser que ele trouxesse o seu sacrifício com  uma atitude de arrependimento e um desejo de confessar o pecado. Hoje, por causa do sacrifício de Cristo na cruz, não temos que fazer sacrifícios de animais. Mas é ainda vital que confessemos o pecado, porque a confissão mostra reconhecimento da realização do pecado, percepção da santidade de Deus, humildade perante Deus e desejo de se afastar do pecado (Sl 51.16, 17). Mesmo a morte de Jesus será de pouco valor para nós se não nos arrependermos e O seguirmos. É como a vacina contra uma perigosa doença – não nos será útil se não entrar em nossa corrente sanguínea. Life Application Study Bible.

11 um jarro da melhor farinha como oferta pelo pecado. Esse ritual para uma pessoa que não poderia oferecer nem mesmo um par de pássaros era uma oferta de purificação que substituía o sacrifício de um animal (compare Hb 9:22 – “quase todas as coisas são purificadas com sangue” (NVI). Não era uma simples “oferta de grãos” (Lv 2). Andrews Study Bible.

Ele não devia por azeite ou incenso sobre a oferta, pois se tornaria uma oferta de cereais. Sem esse elemento, era uma oferta pelo pecado. … Aqui há uma situação incomum: uma oferta pelo pecado sem sangue derramado. Mas, há também outra coisa surpreendente: ofertas pelo pecado nunca eram colocadas sobre o altar. Por uma questão de ênfase, Deus repete: “é oferta pelo pecado”. Como explicar a diferença no ritual que Deus permite aqui? De acordo com Hebreus 9:22, “sem derramamento de sangue não há remissão” do pecado. Essa é a regra. Levítico 5:11-13 apresenta uma exceção à regra geral. Nem todas as coisas, mas “quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue” (Hb 9:22). O fato é que, neste caso, uma oferta pelo pecado sem sangue efetuava a expiação, e isso provavelmente explique o “quase”. … jamais pode haver real remissão do pecado fora do sangue de Cristo. Se assim fosse, Sua morte seria em vão; porém, no tipo [modelo] havia casos em que a remissão e a purificação se efetuavam sem o imediato derramamento de sangue. CBASD, vol. 1, p. 794.

15 ofensa. Heb. ma’al, “engano”, “infidelidade”, “quebra da Lei”. Aqui se aplica a pecados públicos, danos cujo valor podia ser calculado. Bíblia Shedd.

nas coisas sagradas do Senhor. As “coisas sagradas do Senhor” são as primícias, os dízimos, as ofertas e o que mais pertencesse ao Seu serviço. A transgressão aqui considerada envolvia reter ou diminuir, ou seja, pagar menos do que era devido. CBASD, vol. 1, p. 794.

16 oferta pela culpa. Em heb, é uma palavra só: ‘asham, que quer dizer “culpa” no sentido de danos e estragos, e também é o nome técnico do tipo de sacrifício que a culpa requer. Cristo é o único que cumpre completa e satisfatoriamente tudo aquilo que é previsto nesta oferta, imputando-nos Sua justiça, cf 2 Co 5.21, onde a palavra “pecado” tem exatamente o sentido de ‘asham. A profecia de Isaías usa a mesma palavra para a obra de Cristo, Isa 53.10. Bíblia Shedd.

17-19 Conforme indica a frase “ainda que não o soubesse” (v. 17), esses versículos concernem à pessoa que suspeite ter transgredido a lei divina, ou à pessoa que não tenha certeza a esse respeito. É um remédio sacrifical para aqueles que tem uma consciência inquieta. Nesse caso, não há qualquer exigência de reparação, pois a natureza do delito é incerta. Bíblia de Genebra.

17-19 e fizer contra algum de todos os mandamentos. A segunda situação é muito parecida com a primeira (v. 14-16), mas diz respeito à prática de coisas proibidas. Tais coisas, embora não especificamente mencionadas, provocavam o desagrado de Deus. CBASD, vol. 1, p. 794.



LEVÍTICO 4
14 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-4/

Neste capítulo, vemos um retrato gráfico simbólico das cenas finais do ministério de Cristo e o grande tema do perdão. Os versos 12 e 21 mostram que o corpo do touro oferecido por pecados não intencionais não é queimado no altar no pátio, mas levado para fora do acampamento e queimado ali. Em Hebreus 13: 11-12, Paulo faz referência a isso – assim como os animais do sacrifício foram queimados fora do acampamento, Jesus foi crucificado fora dos muros da cidade. Imagine o sumo sacerdote transportando o sangrento touro do tabernáculo para a borda do acampamento, passando por fileiras de tendas e espectadores.

Considere Jesus passando de um lado para o outro entre os corredores de Pilatos e Herodes, depois sangrando do lado de fora dos portões de Jerusalém. Contemple-o na cruz, oferecendo Sua vida pelo mundo. O Desejado de Todas as Nações nos diz para deixarmos nossa imaginação meditar em cada cena da vida de Cristo, especialmente as finais. À medida que o fizermos, nossa confiança Nele se torna mais constante, nosso amor é vivificado e estamos mais profundamente imbuídos de Seu Espírito. (página 73)

Então ganhamos confiança para ir “a Ele fora do arraial, levando Seu opróbrio” Hebreus 13:13. Nos tornamos dispostos a viver Sua vida em público, como o “sal da terra” e “a luz do mundo”.

David Livergood
Pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia Martinsburg
West Virginia, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/4
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



LEVÍTICO 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
14 de janeiro de 2019, 0:30
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LEVÍTICO 4 – Pecar por ignorância é pecado perante Deus. Ser ignorante é pecado, pois ser ignorante implica em negligenciar a revelação divina. Deus quer um povo esclarecido.
 
Ignorar as instruções reveladas por Deus resulta em culpa tanto quanto você receber uma multa por excesso de velocidade por não perceber ou não querer ver a placa indicando o limite de velocidade. Há muito pecado por omissão tanto quanto existe por ignorância.
 
Há diferenças de pecados. Por exemplo, uma coisa é pecar por ignorância, descuido; outra coisa é pecar intencionalmente, que desafia a Deus – tal pecador não podia trazer um sacrifício. Tal transgressor deveria ser sacrificado (Números 15:30-31).
 
O capítulo supracitado visa tratar de pecados por ignorância e dos sacrifícios que deveriam ser realizados por cada classe de indivíduos: Sacrifício pelos…
 
1. …pecados por ignorância dos sacerdotes (vs. 1-12);
2. …pecados por ignorância de toda a congregação (vs. 13-21);
3. …pecados por ignorância de um príncipe (vs. 22-26);
4. …pecados por ignorância de qualquer pessoa (vs. 27-35).
 
Involuntariamente cometemos inúmeros pecados. Quantas vezes nem percebemos e falamos o que não devia! Quantas vezes assistimos, ouvimos ou jogamos o que não devia! Quantas vezes omitimos fazer o bem a alguém ou desprezamos, humilhamos e desrespeitamos alguém carente! Quantas vezes perdemos a oportunidade de falar de Jesus para aqueles doentes físicos e emocionais desprovidos de esperança!
 
Tanto o rico quanto o pobre comete pecados por ignorância; tanto o líder quanto o povo liderado comete pecados por ignorância. Todos eles exigem algum tipo de sacrifício a fim de obter perdão. Ninguém está livre de cometer tais pecados, como ninguém deveria ficar indiferente aos pecados cometidos por ignorância. Mas,
 
• Quantos de nós lembramos que cometemos tais pecados?
• Nós temos facilidade de ignorar pecados por ignorância! Por isso precisamos de orientações divinas!
 
Um detalhe curioso é que os sacrifícios aceitáveis a Deus estão em ordem decrescente em valor. Um novilho para o sacerdote ou para a congregação (vs. 1-14), um líder político ou civil deveria oferecer um bode sem defeito (vs. 22-23), a pessoa comum deveria trazer uma cabra ou uma cordeira sem defeito (vs. 27-32). Ou seja, quanto mais poder de influência do pecador por ignorância, mais alto o valor da oferta.
 
Cuidado: Quanto mais poder, maior responsabilidade! Fiquemos alerta! – Heber Toth Armí.


LEVÍTICO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
14 de janeiro de 2019, 0:05
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1603 palavras

4.1 – 5.13 Com as palavras “Quando alguém pecar” (4.2), Moisés introduz a sua instrução aos leigos acerca das ofertas pelo pecado. … O pecado e a impureza tornam uma pessoa incapaz de estar na presença de Deus e poluem o santuário, impossibilitando a habitação de Deus ali. A oferta pelo pecado tem por função tratar desse aspecto do pecado, purificando tanto o pecador quanto o santuário. A característica diferenciadora das ofertas pelo pecado é o uso do sangue do sacrifício. Bíblia de Genebra.

1-35 Oferta pelo pecado. Este tipo de sacrifício era necessário para expiar pecados específicos [por ignorância]. O grau da culpa e a qualidade da oferta variavam de acordo com a posição e a responsabilidade do pecador. O pecado do sumo sacerdote era o mais grave, porque era ele quem representava a nação inteira. … o sacrifício pelo pecado incluía o ato de por uma parte do sangue da oferta diante do véu do santuário; a gordura era queimada no altar, mas o resto era queimado fora do arraial. Isto prefigurava a crucificação de Cristo fora da cidade de Jerusalém (Hb 13.12). A justiça de Deus requeria o castigo pelos pecados. Cristo levou esta culpa sobre Si na cruz. Agora Deus perdoa aqueles que, pela fé, aceitam o sacrifício que Cristo sofreu por eles (Is 53,6, 7; 1Pe 2.24; Rm 3.25, 26). Bíblia Shedd.

2 Quando alguém pecar. As oferta pelo pecado são mencionadas em ligação com a construção do tabernáculo e o estabelecimento do sacerdócio. Antes, somente ofertas queimadas eram oferecidas. As várias palavras usadas na Bíblia para definir e descrever o pecado contém os seguintes conceitos: 1. Pecado é desvio de um padrão definido, transgressão da lei de Deus (1Jo 3:1)[desvio de uma rota definida por uma linha reta]; 2. Pecado é não alcançar, é falhar em atingir o alvo da perfeição [flecha que não atinge o alvo]; 3. Pecado é desobediência [possível quando se conhece e se transgride a lei]; 4. Pecado é ofensa contra Deus. A pessoa pode pecar contra o próximo, mas a primeira e maior ofensa é contra Deus. Por isso, a confissão deve ser feita primeiramente a Deus. … Todo o santuário, incluindo os equipamentos, sacerdócio e ritual, dizia respeito ao pecado. Os serviços se voltavam para a desobediência humana e a necessidade de salvação. Não fosse o pecado, não haveria necessidade de um altar sobre o qual as vítimas fossem colocadas. Não haveria morte de animais, nenhum derramamento de sangue nem ministério de expiação. Sem dúvida, haveria um lugar onde se pudesse encontrar a Deus, mas o serviço seria de natureza diferente. A malignidade do pecado não está, necessariamente, nem somente no ato praticado. O mesmo pecado cometido por pessoas diferentes não é igualmente pecaminoso. A luz sempre traz responsabilidade. Um pecado idêntico cometido por uma pessoa ignorante e por alguém altamente civilizado deve ser considerado e julgado, em cada caso, de um ponto de vista diferente. Deus leva todas as coisas em consideração e mostra, neste capítulo, que faz provisão para isso. Desse modo, há certa gradação nas penalidades impostas por pecados cometidos por pessoas que ocupam diferentes posições. O que recebeu luz tem mais responsabilidade. …   Neste capítulo, quatro tipos de transgressores são considerados e cada um é tratado de acordo com sua posição. O pecado de uma pessoa importante afeta mais pessoas do que o de uma menos importante e, por isso, sua falta deve ser tratada com mais severidade. CBASD, vol. 1, p. 786, 787.

pecar sem intenção (NVI; ARA: pecar por ignorância).  Já aconteceu de você fazer algo de errado e só se aperceber disso mais tarde? Apesar de seu pecado não ter sido intencional, ele continua sendo pecado. Um dos propósitos das ordens divinas era fazer com que os israelitas se preocupassem com seus pecados não intencionais para que não os repetissem e que pudessem ser perdoados por eles. Os capítulos 4 e 5 de Levítico mencionam alguns desses pecados não intencionais e o modo pelo qual os israelitas poderiam ser perdoados por eles. Ao você conhecer mais das leis divinas, tenha sempre em mente que elas visavam ensinar e guiar o povo. Permita que elas tornem você mais atento e preocupado com o pecado em sua vida. Life Application Study Bible NVI.

Esta palavra não se refere [ou: este termo não se aplica] aos pecados dos insolentes e arrogantes, para os quais nenhuma expiação poderia ser feita. A pena imposta era morte (Nm 15.30, 31; Hb 5.2). O próprio fato de se exigir a expiação pelos pecados da ignorância demonstra que a ignorância não é uma desculpa adequada para a violação das leis de Deus. Ordena-se aos crentes que estudem as Escrituras (2Tm 2:15), e não se oferece nenhuma desculpa aos que se recusam a se instruir nos mandamentos de Deus. Tal falta é um pecado de omissão que precisa ser confessado, perdoado e abandonado 1Jo 1.9). Bíblia Shedd.

contra qualquer dos mandamentos. Isso se refere particularmente aos dez mandamentos, mas também inclui outras ordens de Deus. CBASD, vol. 1, p. 786.

3-27 Quatro classes de pecadores são enumeradas neste trecho: 1) Os sacerdotes, 3; 2) A congregação, 13; 3) O príncipe [NVI: líder], 22; 4) Os simples indivíduos de entre o povo, 27. Bíblia Shedd.

3 sacerdote ungido. O sumo sacerdote. Seu pecado tem como consequência imediata o “escândalo do povo” e requer expiação mediante o animal mais caro, um novilho. Bíblia de Genebra.

Jesus Cristo foi a oferta definitiva pelo pecado na Bíblia (Hb 9:25-28 diz o porquê). Life Application Study Bible NVI.

para escândalo do povo. Ou melhor, “tornando o povo culpado” (NTLH). … Embora como mensageiros de Deus repreendessem o povo por suas transgressões, quando oravam, eles se achegavam a Deus como se fossem um com o povo no pecado repreendido. Por isso eles dizem repetidamente “nós pecamos” e não simplesmente “eles pecaram”.  … O sumo sacerdote, em sentido especial, como a figura de Cristo, era o homem representativo. Ele representava todo o povo de Israel e carregava seus fardos e pecados. Ele levava a iniquidade das coisas santas e arcava com o julgamento de Israel. Quando ele pecava, Israel pecava. … Ele representava o povo; era o povo. Quando ele pecava, dele se exigia que trouxesse o mesmo sacrifício pelo pecado trazido quando toda a nação pecava. CBASD, vol. 1, p. 787.

6 As graves consequências do pecado de um sumo sacerdote são demonstradas pela necessidade da purificação do “véu do santuário” (o véu separava o Santo dos Santos do Santo Lugar, Êx 26.31-35). Bíblia de Genebra.

10 novilho. A palavra hebraica inclui tanto o macho como a fêmea. Nota rodapé NVI.

13 Se for toda a congregação de Israel que pecar sem intenção (NVI). Os indivíduos pecavam com frequência e apresentavam as ofertas requeridas, mas era raro que a nação, como um todo, pecasse por ignorância (ver v. 2, 6). CBASD, vol. 1, p. 790.

se fizerem, contra alguns dos mandamentos do Senhor, aquilo que não se deve fazer. Isso inclui todos os pecados, grandes e pequenos, mas refere-se principalmente aos chamados pequenos pecados. CBASD, vol. 1, p. 790.

17 molhará o dedo no sangue. Como o sacerdote usava somente um dedo ao ministrar o sangue, apenas uma pequena porção do sangue do novilho era usada. CBASD, vol. 1, p. 790.

20 expiação [kippur]. Da raiz hebraica kippêr [de onde vem yom kippur, “dia da expiação/perdão”], que significa “cobrir”. O pecado, com a sua culpa e o seu castigo, é apagado por um ato específico: a morte. Mas Deus permitiu a morte substitutiva de um animal, o qual tipificava o sacrifício de Cristo, o único que apaga as consequências eternas do pecado. Bíblia Shedd.

22 pecar. Ver também 2, 13 e 17. Em contraste com o holocausto, que não tinha ligações específicas com transgressões individuais, e simbolizava uma aproximação ao Deus santo, … os sacrifícios pelos pecados outorgavam a expiação por pecado específicos, pelos quais esses sacrifícios ofereciam uma “cobertura”, perdoando-se assim o pecado. Bíblia Shedd.

22-26. Um pecado cometido pelo líder de uma tribo ou clã não era tão séria ameaça contra a santidade da nação como os dois casos anteriores (vs. 3-21). Isso se reflete no fato de que ele era obrigado a oferecer somente um bode (v.  23), cujo sangue era então aplicado, não dentro, mas do lado de fora da tenda, no altar dos holocaustos (v. 25)! Bíblia de Genebra.

Entende-se por “príncipe” o líder de uma tribo ou o líder de uma divisão da tribo. Incluem-se aqui tanto líderes civis quanto religiosos – príncipes, capitães, chefes, governadores. … O príncipe … não se equiparava ao sumo sacerdote no conhecimento da lei, por isso a oferta que se exigia dele era menor do que no caso do sumo sacerdote. CBASD, vol. 1, p. 790.

25 sangue. Neste caso, o sacerdote não leva o sangue para o santuário, mas pega a vasilha e faz o procedimento no altar da oferta queimada. Ali, ele põe o sangue nos chifres do altar com seu dedo. CBASD, vol. 1, p. 790.

27 Se for alguém da comunidade que pecar sem intenção (NVI). O procedimento era o mesmo no caso de um príncipe, com exceção de que o homem comum devia trazer uma fêmea em vez de um macho. A fêmea era de algum modo inferior na escala de valor [menos caro] em relação ao macho e, portanto, era facilmente adquirida. CBASD, vol. 1, p. 791.

28, 32 trará por sua oferta uma cabra … uma cordeira. Um cordeiro era sempre mais barato que um bode, por esta razão esperava-se que um cordeiro como oferta de um pobre. É significativo que Cristo repetidamente falou sobre o Cordeiro de Deus. Ele é o sacrifício do homem pobre. O ritual, em todos os aspectos, era o mesmo do bode. CBASD, vol. 1, p. 791.

3-35 novilho – bode – cabra – cordeiro/cordeira. Uma provisão para uma escala graduada com relação ao valor das ofertas prescritas reflete tanto a justiça quanto a misericórdia de Deus. Em primeiro lugar, o valor do sacrifício apresentado se determinava pelo grau de responsabilidade do pecador e, em segundo, por sua disponibilidade de prover uma oferta. CBASD, vol. 1, p. 791.



LEVÍTICO 3
13 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-3/

O nome desse sacrifício, oferta pacífica [ARA; NVI: “oferta de comunhão”; hebraico: shelem], está relacionado com a palavra shalom, que significa “paz” ou “bem-estar.” Seu ritual celebrava, através do sacrifício, o relacionamento de bem-estar entre o homem e Deus. Apontava para o sacrifício de Cristo, através do qual o povo de Deus desfruta paz com Ele (Rm 5:1). Este saudável relacionamento era representado por uma refeição compartilhada entre Deus e o ofertante.

A oferta da paz era o único sacrifício no qual o ofertante poderia participar da carne, após a gordura ser queimada a Deus sobre o altar e o sacerdote tomar a sua parte (comparar com Lev. 7). O “comer” de Deus era simbólico, porque Ele não precisa de alimentação humana (Sl 50:13).

Do mesmo modo que a oferta de cereais, a oferta de paz não expiava pecados específicos. No entanto, o seu sangue resgatava a vida (fazia expiação pela alma) do proponente (Lv. 17:11), mostrando que vidas humanas dependem de um relacionamento restaurado com Deus, através do sangue de Cristo. Seu sacrifício não foi feito somente por nós, individualmente, mas deve ser aceito por cada um de nós, pessoalmente, como Jesus disse: “se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós” (João 6:53, como explicado no versículo 63).

Quando aceitamos Cristo em nós (participando dEle) por meio do Espírito Santo, o Seu amor vive em nós (Rm 5:5; Gl 2:20) e transforma todos os nossos relacionamentos.

Isto, sim, é motivo digno de comemoração!

Roy Gane
Andrews University
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/3 e https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/10/12/levitico-3/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



LEVÍTICO 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
13 de janeiro de 2019, 0:30
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LEVÍTICO 3 – O terceiro livro de Moisés, o miolo do Pentateuco, recebeu o nome de Levítico na versão grega, septuaginta, por tratar-se de leis relacionadas a ritos, sacrifícios e serviços no Santuário erigido sob a regência divina.

Embora nem todos os levitas eram sacerdotes, todos os sacerdotes eram levitas; desta forma, o livro é um manual para estes representantes de Deus na Terra.

Conquanto Levítico contenha orientações para o servido sacerdotal, vez ou outra encontra-se a ordenança divina: “Fala aos filhos de Israel”.

Levítico é um manual da vida religiosa, escrito sob a orientação de Deus, inspirado pelo Espírito Santo. Embora “pareça árido e pouco interessante a muitos leitores, o livro tem grande significado e valor quando bem compreendido”, incentiva-nos Paul Hoff.

As instruções apresentadas no capítulo em análise foram apresentadas desde o ponto de vista do adorador. Não era apenas o sacerdote que devia saber o procedimento do sacrifício, o ofertante também.

• Cada membro da igreja deve entender o procedimento de Cristo no Santuário Celestial e saber como proceder diante desse Sacerdote que deu a vida por cada um de nós numa sangrenta cruz.

O capítulo em consideração trata de questões dos sacrifícios individuais, mostrando que, embora o culto possa ser coletivo, ele é a união de vários indivíduos que unanimemente concordam em render-se e adorar ao Salvador (Colossenses 1:19-20; Efésios 2:14).

Observe atentamente os seguintes tópicos, junto ao texto sagrado:

1. Oferta de paz com gado (vs. 1-3):

• Tipo da oferta: Sem defeito;
• Preparação: Onde sacrificar e como fazer;
• Apresentação: O que separar e o que oferecer ao Senhor;
• Cremação: A oferta queimada é oferta agradável ao Senhor.

2. Oferta de paz com rebanho:

a) O cordeiro (vs. 6-11):
• Tipo do cordeiro;
• Preparação;
• Cremação;

b) Cabra:
• Tipo da cabra;
• Preparação;
• Cremação.

3. Proibição de comer gordura animal e sangue (v. 17).

Pecadores em busca de reconciliação com Deus deviam introduzir o sacrifício, colocando a mão sobre a cabeça do animal e matando-o; depois o sacerdote assumia, o qual participava e entregava a Deus o que Lhe correspondia.

Hoje, o pecador arrependido confessa seu pecado a Jesus, o qual oferece Seu sacrifício ao Pai; então, o culpado reconcilia-se com Deus e obtém paz (Romanos 5:1; Hebreus 13:15-16).

Alegremo-nos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.