Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
13 de janeiro de 2019, 0:05
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938 palavras

1 sacrifício pacífico (ARA; NVI: sacrifício de comunhão). Heb shelem, da raiz traduzida “paz”, “saúde” e “inteiro”. Falavam de inteira dedicação da parte do ofertante e da paz com Deus a quem as oferecem. As gorduras, somente, eram queimadas, e as carnes eram consumidas  pelos sacerdotes e e pelo povo, numa ceia de aliança solene, à qual os pobres eram convidados (Dt 12.18), que prenunciava a paz que seria trazida aos homens pela obra de Cristo (Cl 1.20), e comemorada na Ceia do Senhor (1Co 10.16). Bíblia Shedd.

A oferta da comunhão era o único sacrifício do qual o ofertante podia comer uma parte. … O ofertante tinha, com base no sacrifício, comunhão com Deus e com o sacerdote, que também comia parte da oferta (7.14, 15, 31-34). Esse sacrifício – junto com os outros – era oferecido aos milhares durante as três festas anuais em Israel (v. Êx 23.14-17; Nm 29.29), porque multidões de pessoas vinham ao templo para adorar e compartilhar de uma refeição comunitária. Durante a monarquia, os animais oferecidos pelo povo eram em geral suplementados pelas grandes quantidades dadas pelo rei. Na dedicação do templo, Salomão ofereceu 20 mil bois e 120 mil ovelhas como ofertas de comunhão do decurso de um período de 14 dias (1Rs 8.63-65). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Era um sacrifício a fim de enfatizar uma oração solene (como um voto) ou quando esse tipo de oração era atendida, ou por simples gratidão (7.16). Comer carne era um luxo raro nos tempos antigos e, geralmente, envolvia celebração. Bíblia de Genebra.

O traço distintivo da oferta pacífica era a refeição em comum partilhada na área do santuário, na qual a alegria e a felicidade prevaleciam, e onde os sacerdotes e o povo conversavam. Não era esta uma ocasião em que a paz era restabelecida, mas uma festa de regozijo por haver paz. Geralmente, era precedida por uma oferta pelo pecado e uma oferta queimada. O sangue havia sido aspergido, a expiação fora feita, o perdão fora concedido e a justificação, assegurada. Na celebração dessa experiência, o ofertante convidava seus parentes próximos, seus servos e os levitas para comer com ele. A família toda se assentava no pátio da congregação para celebrar a paz estabelecida entre Deus e o homem, e entre este e seu semelhante. Não há alegria mais elevada do que estar em paz com Deus (ver Rm 5:1). Cristo deixou um legado ao dizer: “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou” (Jo 14:27). A paz de Cristo é a calma segurança que vem da confiança em Deus. Cristo proferiu essas palavras de paz à sombra do Getsêmani e do Gólgota. Ele sabia o que O esperava, mas não Se intimidou diante disso. Seu coração estava cheio de paz e amor. Ele sabia em quem confiava e descansava na segurança de que era amado pelo Pai, ainda que não enxergasse além dos portais do túmulo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 780, 781.

fêmea. Uma oferta de bem estar poderia ser macho ou fêmea. Compare purificação/oferta de pecado de pessoas comuns, as quais se requeria serem fêmeas (4.28, 32; 5:6). Todos esses animais representavam Cristo (Jo 1:29). Então, a noção de que comente um macho poderia representar Cristo não tem fundamento adequado. Andrews Study Bible.

3 toda a gordura. Não a gordura distribuída pelo corpo, mas a gordura que cobria certos órgãos era queimada sobre o altar juntamente com os rins. CBASD, vol. 1, p. 781.

5 em cima do holocausto. Os holocaustos a favor da nação inteira eram oferecidos todas as manhãs e todas as tardes, e as ofertas da comunhão eram oferecidas [após e] em cima deles. Bíblia de Estudo NVI Vida.

É oferta … de aroma agradável ao Senhor. Quando a gordura era queimada sobre o altar produzia um “aroma agradável ao Senhor”. … A gordura era sempre queimada sobre o altar e Deus exigia isso (Lv 3:16); era “aroma agradável” ao Senhor; … Comer “a gordura da terra” (Gn 45:18, KJV) significava apreciar o melhor que a terra oferecia. CBASD, vol. 1, p. 781, 782.

9 cauda gorda. Raça de ovelhas ainda muito usada no Oriente Médio, com uma cauda pesada de gordura. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11, 16 como alimento oferecido ao Senhor (NVI; ARA: manjar da oferta queimada ao Senhor). O Antigo Testamento insiste em afirmar que Deus supre o homem com alimentos e não vice-versa (Gn 1.19; Sl 50.12-14). Portanto, esse comentário deve ser entendido de maneira figurada, que Deus se agrada do sacrifício oferecido pela fé (cf Hb 11.4), tal como as pessoas apreciam os alimentos. Bíblia de Genebra.

Os sacrifícios israelitas não eram “alimentos para os deuses” (em contraposição com outras culturas antigas; v. Ez 16.20; cf Sl 50.9-13), mas às vezes eram chamadas metaforicamente de “manjar” (21. 6, 8, 17, 21; 22:25) no sentido de serem presentes para Deus, que os aceitava com grande prazer. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 uma cabra. Neste caso, o procedimento era o mesmo dos outros sacrifícios. A imposição da mão, a imolação e a aspersão do sangue seguiam um padrão regular. A gordura era cuidadosamente removida e queimada sobre o altar com os rins do animal. CBASD, vol. 1, p. 782.

17 gordura nenhuma nem sangue jamais comerás. A gordura dos animais sacrificados pertencia a Deus (v. 3). Comer sangue significa comer carne cujo sangue não foi drenado (1Sm 14.33). A razão teológica para essa proibição é dada em 17.11. Bíblia de Genebra.

Quando Deus permitiu que as pessoas comessem carne, Ele não permitiu que consumissem o sangue, que representa a vida (Gn 9:4). … Drenar o sangue mostra respeito por Deus e pela vida que Ele criou (compare Êx 20:13). Somente o Criador tem o direito de utilizar sangue. Contudo, como exemplo, Ele ordenou que sempre fosse drenado dos sacrifícios animais e vertidos na parte exterior do altar, de forma que ele não subia na fumaça como parte de Sua “comida”. Andrews Study Bible.



LEVÍTICO 2
12 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-2/

Levítico 1-7 fornece instruções para cinco tipos básicos de sacrifício: holocaustos, grãos, paz, pecado e ofertas pela culpa. Estes diferem entre si, pois de alguns a carne podia ser comida pelos sacerdotes (apenas holocaustos não podiam ser comidos) e outros pelos ofertantes (somente ofertas pacíficas podiam ser comidas). Diferiam ainda onde os sacerdotes colocariam o sangue (geralmente nos lados do altar, mas sacrifícios pelo pecado somente sobre os chifres do altar). Por que essa diferença?

Porque nenhum sacrifício animal isoladamente poderia simbolizar a riqueza do sacrifício de Cristo! Por exemplo, Ele foi totalmente consumido (holocausto), mas podemos participar espiritualmente de Deus (oferta de paz). Como alguém poderia, literalmente, “comer” o que é “totalmente queimado”?

Itens de grãos e de bebida, muitas vezes acompanhavam carne para fazer uma doação de alimentos (compare Gn 18:6-8; Nm 15). Cereais podem representar Cristo, “o Pão da Vida” (Jo 6:35; Mt 26:26).

Em Levítico 2, uma oferta de cereais sem sangue ou carne é considerada um sacrifício, porque envolve a transferência de algo para o domínio sagrado de Deus, para Seu uso. Isto explica como Paulo podia exortar os cristãos a apresentarem seus “corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”, em seu culto racional (Rm 12:1).

Nós não precisamos morrer a fim de sermos totalmente consagrados. Podemos ser “sacrifícios vivos”, oferecendo nossas vidas a Deus para o Seu serviço.

Roy Gane
Andrews University
Estados Unidos

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=338
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



LEVÍTICO 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
12 de janeiro de 2019, 0:45
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Nem toda oferta era de animais. Também, nem toda oferta tinha que ver com morte, sacrifício, sangue, etc. Deus recomendou outras para serem oferecidas no altar.

Esboço:

• Oferta de manjares (vs. 1-3);
• Oferta de manjar assado (vs. 4-11);
• Oferta das primícias (vs. 12-16).

Para tais ofertas, a farinha deveria ser da melhor qualidade, misturada com óleo; um punhado seria misturado com incenso e logo queimado sobre o altar. O restante ficava com Arão e seus filhos.

Outro detalhe, os pães usados como oferta deveriam ser com farinha de primeira, misturada ao óleo, mas nunca conter fermento.

Seja na frigideira, seja na assadeira, qualquer preparo para Deus deveria ser de farinha da melhor qualidade. Toda oferta jamais deveria conter fermento.

Nem fermento ou mel deveria ser queimado perante o Senhor; embora o mel pudesse ser oferecido como primícias, mas nunca queimado.

Todas as ofertas de cereal deveriam ser oferecidas com sal. Os grãos novos deveriam ser esmagados, empapuçados com óleo: uma parte o sacerdote queimaria juntamente com incenso como memorial e aroma agradável prepara para Deus.

1. As ofertas de manjares eram um reconhecimento de soberania divina e mordomia, uma homenagem do pecador ao Criador.
2. O fermento não deveria fazer parte do ritual de ofertas porque na Bíblia ele representa ao pecado, e a oferta não deveria ser defeituosa.
3. O sal e os primeiros frutos estavam relacionados com a aliança do povo com Deus, lembrando que o compromisso com Deus devia reger a vida inteira.
4. O azeite é símbolo do Espírito Santo, a farinha deveria conter azeite e/ou ungida com azeite lembrando que a vida e as atividades diárias devem ser regidas pela consagração, as ações humanas não devem estar desvinculadas com as de Deus.

Uma vida de dedicação a Deus nunca deve estar divorciada de atitudes de devoção constante. Uma entrega pela metade não é entrega de verdade. Uma submissão parcial a Deus não é submissão total, portanto, tal vida nunca será um aroma agradável ao Autor da vida.

Tudo o que temos e somos deve ser entregue, dedicado e consagrado a Deus. O trabalho, a família, a comida, a casa, tudo… Deus requer uma total santificação de todo aquele que anseia a bênção de Sua santa presença. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVITICO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
12 de janeiro de 2019, 0:05
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1588 palavras

1 oferta de manjares (ARA; NVI: oferta de cereal). Mais precisamente, apresentar “uma oferta de cereal [minhah] como uma oferta [qorban, ver Lv 1:2]”. … A expressão “oferta de manjares”, minhah, de Levítico 2, indica uma oferta de cereais, consistindo de flor de farinha ou grão preparado de várias formas, mas nunca envolvendo carne, como o termo “manjar” pode indicar hoje. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 776.

Feita de grãos de cereal ou de farinha fina [flor de farinha]. Se assada ou cozida, consistia em bolinhos ou biscoitos feitos na panela, no forno ou numa assadeira. Era a única oferta sem sangue, mas devia acompanhar o holocausto (v. Nm 28.3-6), a oferta pelo pecado (v. Nm 6.14, 15) e a oferta da comunhão (v. 9.4; Nm 16.17). … Um punhado de farinha devia ser queimado no altar com as ofertas acompanhantes, e o restante devia ser assado sem fermento e comido pelos sacerdotes nas suas refeições santas (6.14-17). … O adorador não devia comer nada da oferta de cereal, e os sacerdotes não deviam comer nada das próprias ofertas de cereal, que deviam ser totalmente queimadas (6.22, 23). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Dentre as ofertas de manjares [cereais] públicas, o “pão da proposição” [ou da presença] era a principal. A cada sábado era posto na mesa, no primeiro compartimento do santuário. … O pão da proposição era oferecido através de uma “aliança perpétua” (Lv 24:8). Era um testemunho sempre presente da dependência de Deus por parte de Israel, para a vida e o sustento. Também representava a promessa contínua de que Deus sustentaria Seu povo. Uma libação [oferta de bebida] acompanhava o sacrifício da manhã e da tarde (Êx 29:40; Nm 15:5). … A oferta de bebida era derramada no lugar Santo “ao Senhor”. Não há muita diferença entre a mesa da proposição mencionada no AT e a mesa do Senhor no NT (ver Lc 22:30; 1Co 10:21). O pão é o corpo de Cristo, partido por nós. A taça é o novo testamento em Seu sangue (1Co 11:24, 25). O pão da presença é símbolo dEle, que vive “para interceder” por nós, o “pão vivo que desceu do céu” (Hb 7:25; Jo 6:51). CBASD, vol. 1, p. 776.

A oferta de cereal … lembrava o povo de que sua comida vinha de Deus e que portanto eles deviam suas vidas a Ele. … A ausência de fermento simbolizava a ausência de pecado e o óleo simbolizava a presença de Deus. Life Application Study Bible NVI.

A flor de farinha é o produto da cooperação entre Deus e o homem. … Deus dá talentos a cada pessoa de acordo com sua capacidade de usá-los. Alguns tem mais de um talento, mas ninguém tem menos de um. Deus não se agrada quando o ser humano devolve a Ele apenas o que dEle recebeu, levando apenas a quantidade de sementes que lhe foi confiada. Deus quer que a pessoa plante o grão, cultive-o e o colha, remova todas as partículas estranhas e imperfeitas, triture-o entre as duas pedras do moinho, esmagando toda a vida que há nele, e então o apresente como a “fina flor da farinha”. Ele espera que cada talento seja aperfeiçoado, refinado, enobrecido. … A flor de farinha representa o trabalho do homem, seus talentos consagrados e aperfeiçoados. A farinha é apenas o grão triturado. Antes de ser moído, o grão é capaz de perpetuar-se, de transmitir vida; porém, depois de moído, torna-se aparentemente inútil. Jamais poderá ser plantado outra vez, pois a vida que havia nele foi esmagada…. Dar a própria vida é o meio pelo qual uma vida mais elevada se perpetua. A morte o enriqueceu, glorificou-o e o tornou útil ao homem. Poucas vidas são de valor real e permanente até que sejam feridas e esmagadas. É nas experiências profundas e escuras da existência que as pessoas se encontram com Deus. É quando as águas cobrem a alma que o caráter é construído. Tristeza, decepções e sofrimento são servos competentes de Deus. Os dias escuros trazem chuvas de bênçãos, possibilitando à semente a germinação. É assim que ela cumpre a sua missão e produz frutos. … O sofrimento … suaviza o espírito e prepara a alma para uma compreensão mais profunda do verdadeiro significado da vida. Inspira simpatia pelos outros, leva a caminhar mansamente diante de Deus e dos homens, traz humildade. CBASD, vol. 1, p. 776 – 778.

2 memorial. Somente um punhado de oferta de manjares era queimado; o resto ia para o sacerdote (v. 3). Tais ofertas constituíam uma parte importante da renda de um sacerdote. Bíblia de Genebra.

3 O que ficar da oferta. A oferta de manjares era na realidade um presente aos sacerdotes, pois eles recebiam tudo, exceto a porção “memorial”. Eles deveriam dividir sua própria porção entre si mesmos e cada um receberia a mesma quantidade (Lv 7:10). CBASD, vol. 1, p. 777.

9 a porção memorial. Assim como Deus reservava uma porção “memorial” de cada oferta de manjares para Si mesmo, também Ele reserva uma porção memorial da nossa renda e do nosso tempo. Um décimo de nossa renda pertence a Deus. “Todas as dízimas … santas são ao Senhor” (Lv 27:30). Do mesmo modo, o sétimo dia pertence a Ele. Nesses aspectos a igreja cristã falha lamentavelmente. Poucos reconhecem a exigência de Deus em relação a isso. eles agem como se o que possuem pertencesse a si mesmos, quando, na realidade, são meros mordomos. Julgam-se liberais quando dão dinheiro para a causa de Deus, porém a quantia de sua liberalidade não se equipara à parte que, de direito, pertence ao Senhor, e não a eles. Do mesmo modo, muitos falham na observância do sábado. As horas do sábado são sagradas; nelas, devemos fazer o trabalho de Deus e não o nosso. CBASD, vol. 1, p. 778.

parte santíssima. Por essa razão, os sacerdotes deviam comê-la na própria área do santuário, e não alimentar suas famílias com ela (6.16-18).Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 nenhum fermento … e mel. O fermento é símbolo da corrupção [apodrecimento]. Jesus disse: “acautelai-vos do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia” (Lc 12:1). … O mel, do mesmo modo que o fermento, era usado para levedar, especialmente na preparação do vinagre. Os intérpretes associam, geralmente, o mel aos desejos da carne, que podem, de fato, ser prazerosos, mas contêm em si elementos de corrupção e são destrutivos à vida espiritual. CBASD, vol. 1, p. 778.

Fermento causa um processo de fermentação e mel facilmente entra em fermentação. Algo que fermenta está em processo de decomposição, e decomposição está associado com morte. A morte está em oposição à santidade divina porque resultado do pecado (Rm 6.23). Mas os animais sacrificais colocados no altar eram santos, mesmo os que estavam mortos, porque representavam a Cristo (Jo 1:29). Ofertas de grãos também representavam a Cristo, que é o “pão da vida” (Jo 6:35, 48) no sentido que Ele sustém a vida de Seu povo. Andrews Study Bible.

13 sal. Em sua propriedade de preservar, o sal é o contrário do fermento e do mel. Seu significado simbólico é simples: a purificação e a preservação dos princípios da santidade e da verdade jamais devem faltar em nossas relações de aliança com Deus. CBASD, vol. 1, p. 779.

O sal é um bom símbolo da atividade de Deus na vida de uma pessoa, porque ele penetra, preserva e auxilia na cura. Deus quer ser ativo em sua vida. Deixe Ele se tornar parte de você, penetrando cada aspecto de sua vida, preservando você do mal em volta e curando você de seus pecados e deficiências. … Em países árabes um acordo era selado com um presente de sal para mostrar a solidez e permanência do contrato. Em Mt 5:13 os crentes são chamados a ser “o sal da terra”. Deixe que o sal que você usa todo dia te lembre que você faz parte do povo da aliança de Deus, que ativamente ajuda a preservar e purificar o mundo. Life Application Study Bible NVI.

14 espigas verdes (ARA; RSV: “Grão novo de espigas verdes”). Colhidas no campo antes de amadurecer; até hoje se tostam ao fogo, para depois retirar os grãos. Bíblia Shedd.

O grão moído pode tipificar jesus, que foi ferido por nós e por cujas feridas fomos sarados (Is 53:5). As várias ofertas de manjares apresentam Cristo como o doador e mantenedor da vida, Aquele por quem “vivemos, nos movemos e existimos” (At 17:28). Assim como as ofertas queimadas significavam consagração de vida, as ofertas de manjares significavam a consagração dos recursos do adorador. A dedicação dos recursos deveria vir após a consagração da vida. Não há provisão no evangelho para a dedicação da vida sem a dedicação dos bens. Os dois devem ir juntos. Combinados, constituem um completo sacrifício que agrada a Deus, “um cheiro suave ao Senhor” (Lv 1:9, ARC). A ideia da mordomia precisa ser enfatizada. Há pessoas que levam o nome de Cristo e, em alto e bom som, professam santidade e devoção, mas suas obras não correspondem à sua profissão. Suas bolsas estão firmemente amarradas, os apelos não são ouvidos e a causa de Deus padece. Esses precisam compreender que a consagração completa de uma vida inclui também a consagração dos bens. … As ofertas de manjares estão repletas de lições espirituais para a alma consagrada. Tudo deve ser dedicado a Deus; tudo o que somos deve ser colocado sobre o altar. “Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento” (1Co 5:7). “A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um” (Cl 4:6). “Tende sal em vós mesmos e paz uns com os outros” (Mc 9:50). Finalmente, no serviço de Deus, não podemos substituir os planos e métodos dEle por nossas próprias invenções, ainda que sejam doces como mel ao nosso próprio paladar. CBASD, vol. 1, p. 779.



LEVÍTICO 1
11 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-1/

Anteriormente Deus falara do Monte Sinai. Agora, o Rei Divino Se comunica a partir de Seu novo palácio móvel. Em Levítico, Suas mensagens especiais relativas à adoração e vida santa são registradas através de Suas próprias palavras. Aqui, no coração do Pentateuco (cinco livros de Moisés), a base de toda a Bíblia, Levítico contém um discurso de Deus mais direto do que em qualquer outro livro bíblico.

As instruções iniciais de Deus vindas do santuário se referiam ao modo como Seu povo poderia se aproximar dEle por meio de sacrifícios (Lv 1-7). O primeiro é o holocausto (Lv 1), já conhecido desde os tempos primitivos (Gn 8:20; 22:13). As vítimas apresentáveis tinham custo variável, desde grandes animais do rebanho até pequenos animais do rebanho e mesmo pássaros, o que permitia que até mesmo os mais pobres israelitas oferecessem adoração.

Em cada holocausto, a vítima inteira era queimada e subia na fumaça do altar do Senhor, com exceção do couro, que pertencia ao sacerdote oficiante, como indenização por seu serviço (Lv 7:8). Nem mesmo o sacerdote podia comer do holocausto.

Os holocaustos ensinavam as pessoas separadas de Deus pelo pecado que elas só poderiam vir a Ele através do sacrifício total de Seu Filho amado, que ofereceria a Si mesmo de “uma vez por todas” (Hb 7:27; compare João 1:29; 3:16). Isso mostra o quanto Deus ama você e o quer de volta!

Roy Gane
Andrews University

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=337
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



HOJE COMEÇAMOS A LER LEVÍTICO!
11 de janeiro de 2019, 0:58
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LEVÍTICO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
11 de janeiro de 2019, 0:05
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264 palavras

1:1 – 7:38 Esses capítulos provem instruções para a adoração do Senhor através de sacrifícios oferecido no santuário/tabernáculo israelita. Andrews Study Bible.

1-2 Os sacrifícios em Israel envolviam a oferta de animais domésticos selecionados, cereais, azeite e vinho. Todos esses produtos simbolizavam o adorador israelita que, através dos atos de sacrifício, dava-se de volta a Deus de alguma maneira. Em cada sacrifício animal, o adorador colocava a sua mão sobre a cabeça da vítima, identificando-se desta forma com o animal, como que dizendo: “Este animal me representa”. Bíblia de Genebra.

1 Tenda do Encontro (NVI; ARA: tenda da congregação). O tabernáculo, em que Deus Se encontrava com Israel. Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 holocausto. Heb ‘olah, cujo significado básico é de fazer subir em fumaça. Bíblia de Genebra.

Era em geral um cordeiro ou um cabrito (para o indivíduo mediano), mas novilhos (para os ricos) e pombos (para os pobres) também eram especificados.  … O holocausto devia ser totalmente queimado … (holo significa “inteiro”, e caust significa “queimado”). Quando um novilho era oferecido, no entanto, o sacerdote ofertante podia ficar com o couro para si mesmo (7.8). … Seu nome em hebraico significa “subindo”, talvez simbolizando a adoração e a oração ao subir o seu aroma ao Senhor (v. 17).  Bíblia de Estudo NVI Vida.

O macho sem defeito, v. 3, representa Cristo na Sua perfeição (Hb 9.14; 1Pe 1.19). Bíblia de Genebra.

9, 13, 17 aroma agradável ao Senhor. É um modo de expressar que Deus aceitou o sacrifício por causa da atitude do povo. Life Application Study Bible.

Os sacrifícios do AT prenunciavam Cristo, que foi “sacrifício de aroma agradável” (Ef 5.2; cf. Fp 4.18). Bíblia de Estudo NVI Vida.



ÊXODO 40
10 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-30

Êxodo 40 apresenta pistas sobre o tipo de pessoa que Deus pode usar em Seu trabalho. Imagine ter um relacionamento tão próximo com Deus que Ele pudesse lhe dar instruções tão específicas e detalhadas quanto aquelas registradas neste capítulo. Moisés cuidadosamente registrou as instruções, incluindo a data em que devia ser executado, (versos 1-15), e depois as executou em todos os detalhes na hora certa (versos 16-34). A ordem e a limpeza foram cuidadosamente observadas por Moisés e Arão, ilustrando seu profundo respeito pela santidade do tabernáculo e pelas tarefas associadas a ele (versos 31 e 32).

Deus abençoou essa atenção fiel aos detalhes com um sinal visível de Sua presença – uma nuvem tão densa que Moisés “não podia entrar na Tenda do Encontro” (v. 34 NVI).

Moisés e todos os filhos de Israel estavam tão focados em seguir a vontade de Deus que eles não se movIam sem que houvesse a evidência de que Deus estava liderando, e “só partiam no dia em que ela se erguia” (v. 37 NVI), sinalizando que era hora de se mover. E Deus estava com eles noite e dia “em todas as suas viagens” (v. 38 NVI).

Que Deus nos ajude a sermos focados e fiéis.

Terri Saelee
Coordenadora dos Ministérios Adventistas de Refugiados e Imigrantes (NAD)
Rio, Wisconsin, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=336
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 40 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
10 de janeiro de 2019, 0:05
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1368 palavras

1-38 Descreve a finalização da construção e a inauguração do tabernáculo. O v. 34 foca no elemento central da descrição: o enchimento do tabernáculo com a glória de Deus. Deus está agora visivelmente acampando com Seu povo, um tipo do futuro Emanuel (“Deus conosco”), Jesus (Mt 1:23). João 1:14 descreve a Palavra Se tornando carne em terminologia de acampamento (“habitar” é, literalmente, “tabernacular” [“habitar em tendas”]). Andrews Study Bible.

2 No primeiro dia do primeiro mês. Era o primeiro dia do ano religioso, antecipando por duas semanas o dia em que Deus salvou Seu povo da escravidão física, do Egito (12.2-6), com grande obras milagrosas. Muito justa é a escolha deste dia para a construção do santo edifício, que, em todos os seus detalhes, revela ensinamento sobre Cristo, que nos concede a liberdade integral da escravidão do pecado, tanto aqui como na eternidade, Jo 8.31-36. Bíblia Shedd.

Certamente não poderia haver tarefa melhor para o povo no primeiro dia de um novo ano do que começar a construir esse local de adoração. CBASD, vol. 1, p. 742.

3 Porás, nele, a arca do Testemunho. A arca da aliança era o objeto mais importante de todos no tabernáculo, o coração do santuário, a base da aliança (Dt 4:12, 13), o lugar da presença de Deus entre Seu povo (ver Êx 25:8, 21, 22). Portanto, foi a primeira mobília a ser levada ao tabernáculo. CBASD, vol. 1, p. 742.

e a cobrirás com o véu. Significa esconder com o véu, isto é, levantando-o para separar o Santo do Santos do Lugar Santo. Bíblia Shedd.

5 Porás o altar de ouro para o incenso diante da arca do Testemunho. Não estava no Santo dos Santos, mas era lá que o perfume do incenso entrava, assim como a oração é feita na terra, mas se dirige aos céus. Bíblia Shedd.

6 Porás o altar do holocausto diante da porta da congregação. Lembra-nos que não há maneira de entrar em contato com as coisas de Deus, sem primeiro aceitar o sacrifício de Cristo por nós. Bíblia Shedd.

9 óleo da unção. A unção é um ato de consagração. Era necessário para a separação exclusiva, tanto de objetos (o Tabernáculo com seus móveis, como também de pessoas (o Sumo Sacerdote, Arão e seus filhos). Na Nova Aliança do NT a consagração é realizada, não através de óleo, mas pela unção do Espírito Santo. Sem ele não podemos adorar a Deus (Jo 4.23, 24), não podemos participar da salvação (Jo 3.3, 5), não podemos compartilhá-lo com outros (Jo 7. 38, 39). Sem o Espírito Santo não existe santidade (2Ts 2.13, 1Pe 1.2) e sem santidade não há acesso ao Céu (Hb 12.14). É por isso que apagar o Espírito Santo (1Ts 5.19) ou entristecê-Lo (Ef 4.30), quando pecamos deixando de glorificar a Deus (1Co 6.19, 20), é uma ofensa gravíssima (cf Mt 12.32). Bíblia Shedd.

9-16 A unção do tabernáculo, todos os seus utensílios, assim como dos sacerdotes atendentes, marca a santificação geral e a separação da estrutura e seu pessoal. Uma descrição mais detalhada pode ser encontrada em Lev. 8. A concordância de Moisés com a ordem divina é repetidamente mencionada no presente capítulo. Andrews Study Bible.

10 e o altar se tornará santíssimo. Não porque fosse mais santo que os outros artigos do tabernáculo, todos eram “santíssimos” (Êx 30:29). Foi designado assim para que o povo constantemente se conscientizasse de sua natureza sagrada, uma vez que tinham mais contato com o altar do que com o santuário e seus artefatos. CBASD, vol. 1, p. 742.

16 Moisés fez tudo conforme o Senhor lhe havia ordenado. A obediência à ordem de Deus é um tema-chave do capítulo final do livro de Êxodo (cf. v. 19, 21, 23, 25, 27, 29, 32). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Moisés foi cuidadoso em obedecer às ordens de Deus nos mínimos detalhes. Note que ele não fez uma cópia aproximada da descrição divina, mas uma cópia exata. Nós deveríamos seguir o exemplo de Moisés e sermos bastante detalhistas com respeito à nossa obediência. Se Deus falou para você fazer algo, faça-o, corretamente e completamente. Life Application Study Bible NVI.

19 a tenda sobre o tabernáculo… a coberta. Aqui se esclarece a distinção entre “tenda”, “tabernáculo” e “coberta”. A “tenda” era a cobertura de pelo de cabra e a estrutura de madeira que a sustentava. Sobre ela estava a “coberta” de peles de carneiro e de peles finas (Êx 26:14). CBASD, vol. 1, p. 742.

17-33 O cuidado físico do tabernáculo exigia uma longa lista de tarefas, cada uma importante para o trabalho da casa de Deus. Este princípio é importante para lembrar hoje, quando a casa de Deus é a igreja. Há tantas tarefas aparentemente sem importância que devem ser realizadas para a manutenção do edifício de sua igreja. Lavar pratos, pintar paredes ou retirar neve podem não parecer tarefas espirituais. Mas elas são vitais ao ministério da igreja e desempenham um importante papel em nossa adoração a Deus. Life Application Study Bible NVI.

34-38 a glória do Senhor. Com quanta ansiedade o povo deve ter se reunido para contemplar a sagrada estrutura. E enquanto observava com satisfação reverente, a coluna de nuvem flutuou de forma majestosa sobre o santuário e o envolveu. Assim Deus demonstrou aprovação por tudo que tinha sido feito. O Senhor aceitou a morada preparada para Ele, e entrou nela. Com profunda emoção o povo contemplou o sinal de que a obra se suas mãos havia sido aceita (PP, 349, 350). Agora sabiam que o próprio Deus habitava com eles e os acompanharia (Nm 9:15-23). O livro de Êxodo finaliza com uma sublime manifestação da glória e do poder de Deus. Ele termina como a história deste mundo irá terminar, com a descida da glória do Senhor para morar com a humanidade (Ap 21:3; 22:5). CBASD, vol. 1, p. 743.

A glória de Deus enche o tabernáculo do mesmo modo como aconteceu aproximadamente 500 anos mais tarde durante a inauguração do templo de Salomão(2Cr 5:13-14). A nuvem como indicação da presença divina foi primeiramente vista junto ao Mar Vermelho. Ela guiava o povo durante o dia através do ambiente ermo (e provia sombra; Ex 13:21-22; Sl 78:14; 105:39). Havia aparecido pela última vez em Êx 24, no topo do Monte Sinai. Separada pela falha de fé do povo no episódio do bezerro de ouro, a presença da glória do Senhor também marca a misericórdia e perdão divinos. O enigma da aparente ausência de Deus no primeiro capítulo de Êxodo no Egito foi finalmente resolvido: Deus esteve lá o tempo todo. Como uma fina nuvem, Ele não era ainda notadamente visível. Andrews Study Bible.

Quando Israel se desviou de Deus, Sua glória e presença se afastou do templo e ele foi destruído pelos exércitos invasores (2Rs 25). O templo foi reconstruído em 516 AC. A glória de Deus retornou com ainda maior resplendor aproximadamente cinco séculos mais tarde quando Jesus Cristo, o Filho de Deus, entrou nele e ensinou. Quando jesus foi crucificado, a glória de Deus deixou o templo. Deus não precisa mais de um edifício físico após a ressurreição de jesus dos mortos. O templo de Jesus é agora Sua igreja, o corpo dos crentes. Life Application Study Bible NVI.

Os crentes vão construindo o verdadeiro tabernáculo nos seus íntimos, à medida que se deixam ser tomados pela plenitude de Deus, que o amor de Cristo faz brotar neles, Ef 3.19. Na eternidade, esta glória divina lhes dará esplendor, na presença perpétua de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus (Ap 21.23). Bíblia Shedd.

36, 37. Às vezes, a glória da presença de Deus é um convite a prosseguir para grandiosa obras, é, ás vezes, um incentivo a permanecer paciente e fiel, embora em situação um tanto desagradável, mas obediente à Sua vontade. Bíblia Shedd.

38 em todas as suas jornadas. Não consta de nenhuma promessa que a vida nos dará tudo o que dela exigimos, mas que só a presença de Deus é que nos trará a vitória em quaisquer circunstâncias. Assim, Jesus acompanha os fiéis à medida que avançam proclamando o evangelho: “E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século” (Mt 28.18-20). Bíblia Shedd.

Os israelitas haviam sido escravos dos egípcios que faziam tijolos sem palha. Aqui eles estão, agora, seguindo a coluna de nuvem e de fogo, transportando o tabernáculo que haviam construído para Deus. Êxodo começa em melancolia e termina em glória. Isto faz um paralelo com nossa vida cristã. Começamos como escravos e terminamos nossa peregrinação vivendo para sempre com Deus. A lição que os israelitas aprenderam ao logo do caminho nós também precisamos aprender. Life Application Study Bible NVI.



ÊXODO 39
9 de janeiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-39

Temos aqui um vislumbre do ministério de Aarão diante de Deus em favor dos israelitas. O que impressiona são as minuciosas instruções que Deus deu para a construção da vestimenta do sacerdote. A complexidade da estranha vestimenta com as cores reais – ouro, azul, púrpura e escarlate -, o detalhamento da colocação de Urim e Tumim e cada pedra na placa do peito mostra que Deus atribui grande significado à obra do sacerdote.

Arão tinha que estar sem pecado enquanto usava esse traje no santuário. Assim, na coroa foi gravada a frase “Santidade ao Senhor”. Arão serviu como exemplo. O serviço era uma sombra [tipo] do serviço do santuário celestial onde o sem pecado Jesus está ministrando. A roupa que Arão foi instruído a usar era um símbolo de intercessão. Arão usou o éfode [roupa externa do sumo-sacerdote] com as doze pedras no peito significando os nomes dos filhos de Israel.

Jesus, nosso Sumo Sacerdote, o antítipo [aquilo que é representado pelo símbolo], está no santuário celestial com os nomes de Seus amados filhos e intercedendo pelos penitentes pecadores diante de Seu Pai. Temos a garantia de que Jesus nunca se esquecerá de nós se fixarmos nossos olhos nEle enquanto Ele ministra no santuário celestial.

Esther Katenga
Universidade Internacional da Ásia-Pacífico
Mauk Leuk, província de Saraburi
Tailândia

https://www.revivalandreformation.org/?id=335
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):