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789 palavras
1 sucedeu o contrário. O tema de uma irônica conversão é novamente salientado (Bíblia de Genebra).
2 o terror que inspiravam. O temor dos Deus dos judeus estava por detrás do terror generalizado que os persas sentiam pelos judeus (cf Êx 15.14-16). A inversão foi tão completa, que todos os oficiais que teriam apoiado o extermínio dos judeus passaram a dar ajuda ao povo da aliança (Bíblia de Genebra).
5 A recusa dos judeus em saquear nos lembra o saque dos amalequitas contra os judeus, que levou à morte de Saul (1Sm 15.17-19) (Bíblia de Genebra).
Os judeus cumprem a tarefa inacabada de “apagar o nome dos amalequitas” (Êx 17.16; Dt 25.17-19). Esse incidente é apresentado como antítese de 1Sm 15; o narrador ressalta que os judeus não tomaram despojos, a despeito da permissão do rei de assim fazer (8.11). Por se apossar dos despojos numa batalha contra Amaleque, 500 anos antes, Saul foi destituído da realeza (1Sm 15.17-19); aqui, não se apossar dos despojos confere poder real a Mardoqueu [Mordecai] (v. 20-23) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
11 Aqui, a cidade “cidadela” parece se referir à cidade fortificada de Susã. O rei parece estar mais preocupado com os desejos de Ester do que com o massacre de seus súditos (Life Application Study Bible).
13 conceda-se. Não está claro por que Ester pediu mais um dia de matança.No entanto, não é provável que ela tenha feito este pedido sem antes consultar Mordecai, que certamente tinha mais informações. Como ministro-chefe da nação inteira, Mordecai, possivelmente, sabia que muitos inimigos de seu povo ainda estavam vivos e temia que se vingassem. Nada há que sugira que ele agiu com um espírito de vingança cega (CBASD, vol. 3, p. 543).
16,22 se livrarem de seus inimigos. Em estreita associação com a vingança contra os inimigos, há o descanso prometido a Israel (Dt 25.19). A derrota de Hamã traz alívio e descanso aos judeus. Ver 1Cr 22.6-10; Sl 95.8-11; Is 32.18; Hb 3.11-4.11 (Bíblia de Estudo NVI Vida).
18,19 O autor explica a tradição de observar o Purim em dois dias diferentes: é observada no dia 14 na maioria das cidades, mas os judeus em Susã a observam no dia 15. Hoje, é observada no dia 14, a não ser em Jerusalém, onde é observada no dia 15 (Bíblia de Estudo NVI Vida).
19 O povo do oriente, além de convidar os amigos às festas, mandavam porções àqueles que não podiam vir, e também davam oportunidade ao pobres de compartilhar de alguma coisa (cf Dt 16.14) (Bíblia Shedd).
19-22 As pessoas tendem a ter memória curta com relação à fidelidade de Deus. Para ajudar que este livramento fosse lembrado no futuro, Mordecai escreveu estes eventos e encorajou uma festa anual para comemorar os dias históricos de Purim. Os judeus ainda hoje celebram o Purim. Celebrações com comida, alegria e doação de presentes são modos importantes para lembrar ações específicas de Deus. Hoje em dia, as festividades do Natal e Páscoa nos ajudam a lembrar do nascimento e da ressurreição de Jesus Cristo. Não deixe que a celebração ou a troca de presentes ocultem o significado destes grandes eventos (Life Application Study Bible).
26 Purim. A festa de Purim, precedida por um jejum, ainda se observa na noite que inicia o dia 14 de adar. […] Na manhã seguinte, se leria o livro de Ester inteiro, em grego ou aramaico, ou na língua entendida pela congregação ouvinte (Bíblia Shedd).
Sempre que o nome de Hamã era pronunciado toda a congregação fazia um barulho terrível e todos gritavam imprecações como: “Que o seu nome apodreça!” (Comentário Bíblico Devocional – VT, FBMeyer).
Atualmente, é a festa de caráter mais secular entre os judeus, sem, porém, deixar de ser relacionada à intervenção divina salvando ao Seu povo, e às ações de graças que se devem prestar a Deus. Cada festa religiosa israelita tem por base comemorar algum ato de Deus realizado no passado, que revelara Seu amor, ou algum ato de salvação prenunciado pelos sacrifícios (Bíblia Shedd).
28 estes dias de Purim. A adoção universal da festa do Purim pela nação judaica é um fato curioso. Joiaquim, o sumo sacerdote na época [em Jerusalém], deve ter dado sua aprovação para a festa desde o princípio e a incorporado no calendário eclesiástico da nação, ou ela dificilmente teria se tornado universal. Deve ter sido por ordem eclesiática, e não civil, que a festa se tornou obrigatória (CBASD, vol. 3, p. 544).
29-31 Entre os judeus, as mulheres deveriam ser quietas, servir em casa e ficar à margem da vida religiosa e política. Mas Ester era uma mulher que quebrou as regras culturais, agindo diferentemente do que se esperava que ela agisse, ao arriscar sua vida para ajudar o povo de Deus. Seja qual for sua posição na vida, Deus pode utilizar você. Esteja aberto, disponível e pronto porque Deus pode usar você para fazer aquilo que outros tem medo até de pensar (Life Application Study Bible).
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/et/8
Com a morte de Hamã, Mardoqueu e Ester puderam falar abertamente com o rei sobre as necessidades de seu povo. Eles elaboraram editais novos, permitindo que as comunidades judaicas se preparassem para a luta e protegessem seus homens, mulheres e crianças de serem prejudicados e destruídos. Esses editais foram enviados para todos os cantos do império. A notícia foi recebida com grande alegria e celebração por toda família judia! Agora eles tinham esperança, e agora eles poderiam se defender contra seus inimigos!
Imagine o que isso significou para toda a comunidade judaica! A desobediência deles os levou ao exílio em um país com valores muito diferentes dos seus. Eles se sentiam desencorajados. Eles podiam até estar se perguntando se Deus ainda se importava com eles. Mas a história de Ester e Mardoqueu lembrou-lhes que, apesar de terem estragado tudo, Deus ainda os estava protegendo e cuidando deles através dos meios mais surpreendentes! Deus operou através de uma adolescente que teve fé e coragem para defender aqueles que estavam prestes a serem oprimidos. E Deus operou através de seu sábio e humilde primo.
Reflita sobre uma experiência em sua vida em que Deus lhe abençoou e protegeu, mesmo que você intencionalmente tivesse desobedecido às Suas instruções, somente porque Ele lhe ama.
Karen Holford
Diretora do Ministério de Família
Divisão Trans-Européia da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=680
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Texto devocional da rodada anterior de leitura bíblica:
Ester e Mordecai não podiam revogar o maligno decreto de Hamã. Eles devem agora escrever um novo decreto que anule os efeitos do original. Nos versos 3 e 5 somos novamente lembrados de ascendência de Hamã e da luta antiga entre os judeus e os amalequitas. Deus ordenou a Saul que destruísse os amalequitas, mas ele se recusou. Mordecai e Ester não haviam iniciado nem a guerra do passado nem a do presente, mas precisavam defender seu povo. Assim, seu novo decreto estabeleceu claramente que os judeus tinham o direito de se reunir para se defender e proteger suas vidas. Se atacados, poderiam revidar. O decreto foi traduzido, transcrito e distribuído rapidamente por todo o país pelos cavalos do correio real.
Agora, os judeus receberam luz e alegria. A luz substituiu a escuridão, a alegria substituiu o medo, a esperança substituiu o desespero e, mais significativamente, Deus devolveu a honra de volta ao Seu povo.
Curiosamente, a grande maioria da população mudou de atitude em relação aos judeus e muitos se tornaram judeus. Uma boa parte, certamente, motivada pelo medo e pensamentos de auto-preservação. Mas talvez algumas das conversões foram genuínas e levaram a mudanças do coração e, assim, almas foram salvas no processo. Só Deus pode transformar uma vida de vergonha para uma vida de honra. Ele é o único lugar seguro no meio de uma guerra.
Jean Boonstra
Voz da Profecia
Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/09/17/
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402 palavras
1-7 Enquanto não devamos esperar recompensas terrenas por sermos fiéis a Deus, elas virão. Ester e Mordecai foram fiéis ao ponto de arriscarem suas vidas para salvar outros. Quando eles estavam a ponto de desistir de tudo, Deus deu lhes deu uma recompensa ao seu total comprometimento (Life Application Study Bible).
6 prudentemente. Ester deixa de frisar a responsabilidade do rei por ter assinado o decreto, mas acentua que o povo por ele condenado se encontra espalhado por todas as províncias do império, dando a entender que o próprio rei seria prejudicado se o decreto fosse levado a efeito (Bíblia Shedd).
9 Este é o maior versículo da Bíblia e contém 43 palavras ou 192 letras (CBASD, vol. 3, p. 540).
Terceiro mês, mês de sivã. Maio/junho. Ainda faltavam nove meses para a data marcada para a destruição dos judeus, adar (fevereiro/março) (Bíblia Shedd).
9-16 O decreto de Mordecai foi escrito exatamente 70 dias após o decreto de Hamã em 3.:12. Os leitores judeus familiarizados com o contexto histórico mais amplo do exílio imediatamente ligariam isto aos 70 anos do exílio (Jer 25.:11-12; 29:10; Dan 9:2). O decreto usa terminologia similar a 3:12-15, mas inverte aqueles que podem agir. Isto é feito para destacar a completa reversão e cancelamento do decreto de Hamã (Andrews Study Bible).
10 ginetes criados na coudelaria do rei (ARA). “Cavalos velozes, das estrebarias do próprio rei” (NVI).
A rapidez com que foi transmitido o decreto é de dar vergonha à igreja de Deus que foi encarregada do evangelho da salvação. Já se passaram mais de 1900 anos e, ainda, há imensas multidões que nunca ouviram falar do nome de Cristo nem do amor de Deus (Comentário Bíblico Devocional VT, FBMeyer).
15-17 Em vez de vestir roupas de saco e cinzas (4:1), Mordecai agora está vestido de glória e honra. Note que a cidade de Susã, que ficou perplexa com o decreto original (3:15), agora se regozija e está feliz (8:15), refletindo o estado de espírito dos habitantes judeus (Andrews Study Bible).
17 se fizeram judeus. Uma das poucas alusões bíblicas à conversão dos povos ao judaísmo, situação já prevista por Isaías (Is 56.6-8) (Bíblia Shedd).
15-17 Todos querem ser heróis e receber honra, louvor e riqueza. Mas poucos estão dispostos a pagar o preço. Mordecai serviu o governo fielmente por anos, sofreu o ódio e opressão de Hamã e arriscou sua vida pelo povo. O preço a pagar pelos heróis de Deus é o compromisso a longo prazo. Você está pronto e desejoso para pagar o preço? (Life Application Study Bible).
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/et/7
No segundo banquete de Ester, ela fala abertamente sobre seus medos por sua própria vida e pela vida de seus companheiros judeus. O rei fica horrorizado que alguém planeje matar sua bela rainha e seu povo. Ester calmamente se vira para Hamã e o identifica como seu inimigo. Hamã se enche de temor quando todo o significado de suas ações torna-se evidente. Todos os seus esquemas e planos odiosos caem aos pedaços por terra. O rei fica furioso. Hamã implora por sua vida. Mas é tarde demais. Ele é amarrado, condenado à morte e enforcado na própria forca que ele havia montado para Mordecai.
Orgulho, egoísmo e vingança cresceram no coração de Hamã. Esse ódio o consumiu e destruiu, em vez de destruir a Mardoqueu. Tudo o que Hamã esperava fazer para seu inimigo foi feito à ele.
Existe uma lei interessante em ação no universo. Quando abençoamos os outros, somos também abençoados e quando amaldiçoamos ou fazemos mal a alguém, este mal também nos prejudica. Reflita sobre como você pode estar machucando os outros. Ore por eles e faça algo surpreendentemente bom para eles. Seja uma bênção e, a cada encontro que tiver hoje, procure deixar as pessoas mais abençoadas do que estavam antes de lhe encontrarem.
Karen Holford
Diretora do Ministério de Família
Divisão Trans-Européia da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=679
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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ESTER 7 – A morte prematura rouba toda a vaidade do orgulhoso e dos inimigos do bem. O fim de Hamã ilustra o fim de todos os que se opuseram ao povo de Deus durante toda a história.
O capítulo pode resumido em dois pontos:
• Paciente e estrategicamente Ester apresenta sua intrigante petição ao rei, seu marido (vs. 1-6);
• O promotor da morte dos inocentes morre na forca que ele preparou para Mardoqueu – que ironia do destino! (vs. 7-10).
Deus triunfará miraculosamente sobre os inimigos de Seu povo. Quem intenta frustrar os planos divinos terminará frustrado. Note o que escreveu Hans K. LaRondelle:
“A destruição final é chamada de ‘obra estranha’ de Deus (Isa. 28:21), porque Deus não nos destinou para sermos receptáculos de Sua ira, mas, pelo contrário, de Sua salvação pela fé no Senhor Jesus Cristo. I Tess 5:9. […] Por mais confusas que sejam as circunstâncias, por mais hostis que sejam as forças que se opõem ao povo do concerto de Deus, não importa quão desanimadora sejam as deficiências do povo escolhido, nosso Criador fará triunfar o Seu plano e Seus desígnios divinos [Sal. 33:10-12]”.
E ainda mais: “Esse desígnio da vontade divina se aplica tanto ao bem-estar presente como ao futuro do povo de Deus dentro dos movimentos complexos da história do mundo […]. Deus não é meramente um expectador dos eventos terrestres ou um vaticinador do que a humanidade fará. Sua providência, de um modo misterioso, porém efetivo, leva avante o que o eterno conselho de Deus determinou e prometeu que deveria ocorrer no planeta Terra [Isa. 14:27]”.
Ellen G. White declarou categoricamente: “Nos anais da história humana o crescimento das nações, o levantamento e queda dos impérios, aparecem como dependendo da vontade e façanhas do homem. O desenvolver dos acontecimentos em grande parte parece determinar-se por seu poder, ambição e capricho. Na Palavra de Deus, porém, afasta-se a cortina, e contemplamos ao fundo, em cima, e em toda a marcha e contramarcha dos interesses, poderio e paixões humanas, a força de um Ser todo misericordioso, a executar, silenciosamente, pacientemente, os conselhos de Sua própria vontade”.
Creia que Deus é…
1. …Senhor da História;
2. …Soberano no Universo;
3. …Salvador/vindicador do ser humano;
4. …Supremo juiz.
Tenhamos fé nEle! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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497 palavras
1 banquete. No livro de Ester, acontecimentos importantes acontecem durante banquetes (Andrews Study Bible).
2 disse o rei a Ester. Pela terceira vez, Assuero solicita que Ester torne conhecido seu pedido. A esta altura ele deveria estar curioso para saber do que se tratava (CBASD, vol. 3, p. 536).
3 Ester aborda o problema crítico de uma maneira inteligente: ela liga o destino de seu povo à sua própria vida. A identificação com alguém ou algo envolve assumir riscos (Andrews Study Bible).
Pouco importava ao rei que milhares de seus súditos seriam mortos; ele não se preocupava com eles. […] Mas, se o decreto tocava a Ester, isto era outra questão. Seu caráter, lealdade e devoção estavam muito acima de qualquer suspeita. […] A rainha tratou o assunto com tato e habilidade, introduzindo o problema de forma calculada para apelar pessoalmente ao rei. Sua vida estava ameaçada; ela, a rainha, estava em perigo mortal (CBASD, vol. 3, p. 537).
4 vendidos. Ester referia-se à propina que Hamã ofereceu ao rei (3.9; 4.7) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
6 A resposta de Ester é bastante dramática e mostra de forma contundente o caráter de Hamã. A reação de Hamã é imediata: ele vê agora que o seu plano para destruir os judeus não apenas afetava seu arquiinimigo e algumas pessoas dispersas, mas atingia diretamente o centro nervoso do poder persa (Andrews Study Bible).
8 sobre o assento onde Ester estava reclinada. Os persas tomavam suas refeições reclinados em divãs, como também os gregos e os romanos (Bíblia Shedd) [ver tb Am 6.4-7; Jo 13.23].
Hamã se comportou diante de Ester de um modo que foi interpretado pelo rei como uma quebra deliberada da etiqueta da corte e mesmo uma violação da dignidade da rainha (Andrews Study Bible).
Ao retornar, Assuero interpreta mal a postura de Hamã como sendo um ataque planejado sobre a rainha, ou, em sua ira, simula interpretá-la desta forma (CBASD, vol. 3, p. 537).
cobriram o rosto de Hamã. A exclamação do rei revelara sua ira implacável contra Hamã, e os seus servos bem sabiam que isto significava a pena de morte; cobriram-lhe o rosto conforme o costume aplicado às pessoas que iam ser executadas (Bíblia Shedd).
Escritores gregos e romanos confirmam este costume (CBASD, vol. 3, p. 537).
Um véu era colocado sobre a cara de alguém condenado à morte porque os reis persas se recusavam a olhar para a fase de um condenado (Life Application Study Bible).
9 Harbona. Ver Et 1:10. Talvez Harbona fosse um dos eunucos que o rei enviou mais cedo naquele mesmo dia para chamar Hamã ao banquete (ver Et 6.14). Sendo assim, ele viu a forca pessoalmente (ver Et 5.14) (CBASD, vol. 3, p. 537).
A referência de Harbona à forca [feita para Mordecai] introduz, com efeito, uma segunda acusação contra Hamã – sua tentativa de exterminar o benfeitor do rei (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Provérbios 26:27 ensina que uma pessoas que cava um poço para outros, cairá ele próprio neste poço. Aquilo que aconteceu a Hamã mostra os quase sempre violentos resultados de armar qualquer tipo de armadilha para outros (Life Application Study Bible).
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/et/6
Na noite seguinte ao banquete de Ester, o rei luta contra a insônia. Procurando algo para acalmá-lo de volta ao sono, ele escolhe as crônicas de seu reinado. Enquanto são lidas para ele, o rei percebe que nunca honrou Mordecai por denunciar um plano de assassinato. Ele chama Hamã e lhe pergunta o que deve ser feito para homenagear um homem que agrada ao rei. Hamã pensa na honra mais elaborada possível, esperando que seja ele quem irá vestir as vestes do rei, andar no cavalo do rei e ser conduzido pelas ruas.
Quando Hamã descobre que o rei quer honrar Mordecai e que ele pessoalmente terá que liderar seu inimigo em um passeio de glória pelas ruas, Hamã é humilhado publicamente. Quando elevamos os outros, também somos elevados e, quando tentamos derrubar os outros, muitas vezes acabamos de cara no chão.
O rei queria mostrar sua gratidão a Mardoqueu por salvar sua vida. Sempre que mostramos gratidão aos outros, eles são abençoados e nós também. Agradecer aos outros também reduz a quantidade de conflitos em nossos relacionamentos. Como você mostrará sua gratidão a Deus e aos outros hoje?
Karen Holford
Diretora do Ministério de Família
Divisão Trans-Européia da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=678
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Texto devocional da rodada anterior de leitura bíblica:
Hamã correu para casa, com a cabeça coberta de vergonha e humilhação por haver honrado a Mordecai por toda a cidade. Sua mulher, apesar de não ser uma crente, conhece o poder de Deus. Ela percebe, um pouco tarde demais, que se Mordecai é judeu, Hamã não o poderá vencer. Ainda se recuperando de sua humilhação, recebe um funcionário que chega para levá-lo para o segundo banquete de Ester. Seu dia não aconteceu exatamente como ele planejara.
Neste capítulo chave, Ester não desempenha nenhum papel. Ela estava preparando o banquete. Embora não seja mencionado, Deus é o ponto focal deste capítulo. O fato do rei ouvir acerca do heroísmo de Mordecai não foi mera coincidência. Deus pode não ter sido diretamente mencionado no livro de Ester, mas ele nunca deixou de estar em evidência.
Deus é o personagem central não apenas do capítulo 6, mas de todo o livro de Ester e também de nossas vidas. Não importa se O escutemos ou não, Ele ainda nos fala.
Jean Boonstra
Voz da Profecia
Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/09/15/
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ESTER 6 – Perceba a providência do Salvador mesmo que o pecador haja com negligência. A existência de Hamã se devia à negligência de Saul no passado (I Samuel 15:7-9); assim como a aflição dos judeus se devia à sua negligência de retornar a Jerusalém.
• Cuidado com negligências!
“Deus soa o alarme, mas Hamã não escuta”, observa Wiersbe: “A humilhação nas ruas da cidade e essas palavras [de sua família] deveriam ter alertado Hamã para o perigo e o levado a mudar o rumo de seus atos. Deus estava avisando Hamã, mas, em seu orgulho, o primeiro-ministro não deu ouvidos. Se tivesse se arrependido de todo o coração e clamado por misericórdia, é bem provável que tivesse salvado a própria vida e a de seus dez filhos”.
Negligência! Hamã rejeitou a graça conscientemente! Contudo, sua família pagã “ecoa um dos temas centrais do livro: aqueles que tentam subverter os planos de Deus para seu povo certamente cairão em ruína” (Bíblia Andrews).
Saber que Deus tem um povo…
• …e, tentar destruí-lo, é loucura – rejeição da graça;
• …é insuficiente para a salvação;
• …sem unir-se a esse povo é agir estupidamente;
• …e negligenciar o Deus do povo significa desprezar a própria vida.
Providência reverte negligências: “Ao passo que o cap. 4 marca o ponto de virada pessoal na vida de Ester, o cap. 6 é o ponto de virada da história inteira. Reis que não conseguem dormir costumam estar prestes a ser surpreendidos por Deus (Dn 2:1; 6:18). Todo o capítulo parece ser uma série de coincidências que levam o leitor reflexivo a se perguntar: ‘Quem está por trás de tudo isso?’. Só há uma resposta válida: o mesmo Deus que designa reis, que os demove de seus propósitos (Dn 2:21) e que controla os corpos celestes (Jr 31:35)” (Bíblia Andrews).
Providência resulta da graça, não da negligência! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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1102 palavras
1 naquela noite o rei não conseguiu dormir. Ao passo que o cap. 4 marca o ponto de virada pessoal na vida de Ester, o cap. 6 é o ponto de virada da história inteira. Reis que não conseguem dormir costumam estar prestes a ser surpreendidos por Deus (Dn 2:1; 6:18). Todo o capítulo parece ser uma série de coincidências que levam o leitor reflexivo a se perguntar: ‘Quem está por trás de tudo isso?’. Só há uma resposta válida: o mesmo Deus que designa reis, que os demove de seus propósitos (Dn 2:21) e que controla os corpos celestes (Jr 31:35). Bíblia de Estudo Andrews.
O rei decidiu rever a história de seu reino e seus servos leram para ele sobre a boa ação de Mordecai. Isto pode parecer coincidência, mas Deus está sempre trabalhando. Deus tem estado trabalhando quieta e pacientemente em sua vida do mesmo modo. Os eventos que ocorrem ao mesmo tempo para o bem não são coincidência; eles são o resultado do controle soberano de Deus sobre a vida das pessoas (Life Application Study Bible).
Literalmente, “o sono do rei fugiu.” Talvez ele estivesse tentando adivinhar qual seria o pedido de Ester. Uma vez ela havia se apressado a dar informações surpreendentes a Assuero (2.21,22). Não é provável, também, que naquela ocasião, também, Ester tenha se contentado em esperar uma convocação real; o assunto era urgente. À medida que as horas da noite passavam, a curiosidade e a imaginação do rei inventavam todos os tipos de possíveis conspirações contra sua vida. Para refrescar sua memória do incidente, e talvez com medo de que alguns dos conspiradores tivessem escapado, o rei pediu que se fizesse a leitura do registro. Além disso, o fato de que Ester havia convidado Hamã indicava fortemente que ele estava envolvido de alguma forma – como amigo ou inimigo, o rei não poderia saber. Não é de se estranhar que o rei não conseguisse dormir (CBASD, vol. 3, p. 532).
Esse versículo marca o centro literário da narrativa. Quando tudo parecia tenebroso em absoluto, uma série de aparentes insignificantes coincidências marcam o ponto crucial que começa a apresentar soluções à história. A insônia do rei, seu pedido para ouvir a leitura dos registros históricos, a abertura no trecho que relata a lealdade de Mardoqueu no passado, a obra barulhenta de carpintaria de Hamã logo de madrugada (5.14), sua entrada repentina no pátio do palácio e sua pressuposição de ser ele o homem a quem o rei desejava honrar – tudo isso testemunha da soberania de Deus sobre todos os acontecimentos da narrativa. As circunstâncias que pareciam meramente secundárias passam a assumir relevância fundamental. Assim como na história de José (Gn 41.1-45), o destino do herói é revertido pelo fato de o sono do monarca ter sido perturbado (cf Dn 2:1; 6.18 (Bíblia de Estudo NVI Vida).
2 foi lido. Nessa ocasião, o escriba estava lendo registros históricos de acontecimentos de cinco anos antes (cp 3.7 com 2.16) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Provavelmente, o próprio rei não podia ler. É mais provável que servos especiais foram designados para a tarefa de leitura. Naqueles dias, a escrita e a leitura eram artes altamente especializadas, e somente aqueles que dedicavam seu tempo a elas poderiam se tornar proficientes(CBASD, vol. 3, p. 532).
3 honras. Havia entre os persas um ordem chamada “ordem dos benfeitores do rei”, constituída por indivíduos que prestaram algum serviço excepcional ao rei, os quais passaram a ser sobejamente recompensados. Mordecai, tendo denunciado uma conspiração contra o rei, deveria ter sido enquadrado naquele grupo, mas não foi (Bíblia Shedd).
5 Nem Hamã poderia entrar sem o convite do rei (4.11) (Bíblia Shedd).
6 De novo, fica evidente a ironia: assim como Hamã deixara de revelar ao rei a identidade de “certo povo” (3.8), também o rei deixa de mencionar a Hamã a identidade do “homem que o rei tem prazer de honrar” (v. 6) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
8 uma roupa do próprio rei. Na antiguidade, atribuía-se muito sentido das vestes reais; vestir as roupas do rei era sinal de grande favor concedido (1Sm 18.4). Usar vestes de outra pessoa era participar de seu poder, de sua estatura, de sua honra ou de sua santidade (2Rs 2.13,14; Is 61.3,10; Zc 3; Mc 5.27). A sugestão de Hamã, além de ser grande honraria para o contemplado, também bajulava bastante o rei; escolheu-se envergar uma veste dele em vez de suas riquezas (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Que o rei costuma usar. Ou, “o rei vestiu”. Usar uma peça de roupa anteriormente usada pelo rei, em circunstâncias normais, era uma violação da lei persa punível com a morte. Isto sugeriria que o portador pensava assumir a autoridade real. O rei, é claro, poderia autorizar uma exceção como uma indicação especial de favor pessoal (CBASD, vol. 3, p. 535).
10-13 Mordecai expôs um complô para assassinar Assuero – portanto ele salvou a vida do rei (2.21-23). Apesar do seu bom ato estar registrado no livro históricos, Mordecai não tinha sido recompensado. Mas Deus estava guardando a recompensa de Mordecai para o momento certo. Exatamente quando Hamã estava para enforcar Mordecai injustamente, o rei estava pronto para dar a recompensa. A despeito das promessas de Deus em recompensar nossas boas ações, nós às vezes sentimos que nossa “retribuição” está demorando demais. Sejamos pacientes. Deus sabe quando Ele fará o melhor para nós (Life Application Study Bible).
10 apressa-te. O rei não admite demora em um assunto que já esperou tempo demais (CBASD, vol. 3, p. 536).
o judeu Mordecai. A nacionalidade e ocupação de Mordecai foram, sem dúvida, anotadas no Livro das Crônicas de onde o servo tinha lido naquela noite, e a partir delas o rei soube dos fatos que, então, declarava. Ele pode ter usado a expressão exata que encontrou no relato (CBASD, vol. 3, p. 535).
10,11 O arrogante Hamã teve que conduzir seu arquiinimigo montado no cavalo real e proclamar a apreciação real sobre Mordecai. O orgulho leva à destruição mesmo que leve um longo tempo (Andrews Study Bible).
12 voltou. Mordecai voltou à sua antiga condição e ao emprego. O rei considerou a honra assim demonstrada a Mordecai uma recompensa suficiente. Do ponto de vista oriental, isto seria de valor mais simbólico e prático do que uma recompensa em dinheiro (CBASD, vol. 3, p. 535).
cabeça coberta. Um sinal de luto e vergonha (2Sm 15:30; Jer 13:3) (Andrews Study Bible).
13 A família de Hamã ecoa um dos temas centrais do livro: aqueles que tentam subverter os planos de Deus para seu povo certamente cairão em ruína” (Bíblia de Estudo Andrews).
14 Um dos grande propósitos do autor é mostrar que aquele que põe um laço para a vida de seu vizinho está em grave perigo de ele mesmo cair na armadilha. As pessoas muitas vezes encontram os mesmos males que procuraram infligir a outros (ver Mt 7:2) (CBASD, vol. 3, p. 536).
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/et/5
Ester, embora caminhe sozinha, sabe que cada pessoa que orou e jejuou em seu nome a está apoiando. Este apoio confirma espiritualmente estar fazendo a vontade de Deus e tem plena fé que Ele cuidará do Seu povo.
Ester corajosamente escolhe convidar Hamã, assim como o rei, para um banquete especial, onde ela divulgará seu pedido. Durante o jantar, ela os convida a voltar novamente amanhã, para outro banquete luxuoso. Ester espera que sua hospitalidade calorosa e acolhedora derreta corações e abra portas. Mas seu duplo convite deixa Hamã mais orgulhoso do que nunca.
Agora, há apenas uma coisa que estraga a felicidade de Hamã: Mordecai. Encorajado pela sugestão grotesca de sua esposa, ele monta um poste alto e planeja destruir seu inimigo publicamente para que ele possa desfrutar o banquete de Ester em paz.
O egoísmo e o orgulho machucam e destroem, mas a bondade, a generosidade e a hospitalidade curam os outros e lhes trazem esperança. Quais relacionamentos em sua vida precisam ser curados e como você os curará com bondade e hospitalidade?
Quais são os grandes desafios em sua vida que você, como Ester, enfrentará com mais coragem com o apoio de amigos em oração?
Karen Holford
Family Ministries Director
Trans-European Division of Seventh-day Adventists
Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=677
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli