Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 21 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
12 de janeiro de 2021, 4:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 21 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 21 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EZEQUIEL 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



EZEQUIEL 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
12 de janeiro de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

1740 palavras

A curta mensagem em 20: 45-48 apresenta a primeira das três mensagens sobre os julgamentos que viriam sobre Jerusalém: (1) a espada do Senhor (21: 1-7); (2) a espada afiada (21: 8-17); (3) a espada de Nabucodonosor (21: 18-22). A cidade seria destruída porque estava contaminada. De acordo com a lei judaica, objetos contaminados deveriam ser passados pelo fogo para serem purificados (ver Números 31:22, 23; Salmos 66: 10-2; Provérbios 17: 3). O julgamento de Deus tem como objetivo purificar; a destruição costuma ser uma parte necessária desse processo. Life Application Study Bible Kingsway.

1-7 Os v. 1 a 7 reproduzem, em linguagem simples, a enigmática parábola de Ezequiel 20:45-49. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 714.

2 Contra Jerusalém. Em vez do triplo “sul”(Ez 20:46), aqui há as expressões “Jerusalém, “santuário”e “terra de Israel”. CBASD, vol. 4, p. 714.

3 Minha espada. Mostra-se que o “fogo”da parábola enigmática (Ez 20:47) é a espada do invasor. CBASD, vol. 4, p. 714.

O justo como o perverso. A aplicação da linguagem figurada em 20.47, na qual a árvore verde simboliza o justo e a seca, o perverso (17.24; Lc 23.31).49.1-6). Bíblia Shedd.

4 O justo. Ver com. de Ez 20:47. Nos juízos de caráter nacional, os inocentes frequentemente são envolvidos nos mesmos sofrimentos temporais que os culpados. CBASD, vol. 4, p. 714.

5 Jamais voltará. Isto é, até que tenha completado a sua missão. … A mesma ideia de duração restrita se encontra em Ezequiel 20:48, em que se declara que o fogo dos juízos de Deus não se apagará (ver com. [CBASD] ali). … Em cada caso a duração precisa ser determinada pelo contexto (ver com. [CBASD] de Ez 30:13). CBASD, vol. 4, p. 714..

6 Suspira. O profeta precisava usar de todos os meios para mostrar que a destruição de Jerusalém já era uma sentença pronunciada, para ver se o povo se arrependeria.49.1-6). Bíblia Shedd.

De coração quebrantado. Ver Na. 2:1, 10. Ordena-se ao profeta que faça uma vívida descrição aos ouvintes de quão profundo todos se comoveriam com a notícia da queda de Jerusalém.

Ezequiel deveria suspirar de tristeza e manifestar amargura pela grande calamidade ligada à queda de Jerusalém, que certamente sobreviria. Bíblia de Estudo Andrews.

8-17 Os v. 8 a 17 podem ser intitulados como “O cântico da espada afiada e polida”. Em geral, estes versículos constituem uma ampliação da mensagem dos v. 1 a 6. CBASD, vol. 4, p. 714.

10 O cetro. Os fracos e ignorantes deixados em Jerusalém depois da primeira deportação, tinham uma confiança arrogante de que resistiriam à força dos invasores, em uma soberba doentia. Bíblia Shedd.

11 Matador. Isto é, o rei da Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 714.

12 Dá, pois, pancadas na tua coxa. Um sinal de extrema vergonha ou dor (ver jr 31:19). O objetivo dos gestos era atrair a atenção e suscitar perguntas (ver com. [CBASD] de Ez 4:1). CBASD, vol. 4, p. 714.

13 Pois haverá uma prova. A RSV faz uma tentativa de tornar o texto inteligível: “Pois não será um teste – o que isso poderia fazer se vocês desprezam a vara?””. CBASD, vol. 4, p. 714.

14 Bate com as palmas uma na outra. Um gesto de forte emoção; aqui, evidentemente, de horror (ver Ez 21:17; cf. Nm 24:10). CBASD, vol. 4, p. 714.

Triplique-O. O texto é obscuro; o significado pode ser que o golpe da espada não viria apenas uma ou duas vezes, mas três. CBASD, vol. 4, p. 714. [Provavelmente, as três deportações à Babilônia.]

17 Baterei as Minhas palmas uma na outra. Por meio de uma figura que atribui atos e sentimento humanos a Deus, declara-se aqui que Yahweh está fazendo o que ordenou ao profeta (ver com. do v. 14). CBASD, vol. 4, p. 715.

18-32 A terceira profecia do capítulo, mais específica que a anterior. CBASD, vol. 4, p. 715.

A décima encenação. O profeta precisa marcar duas estradas com placas: uma levando a Rabá, a capital de Amom (os amonitas também conspiraram contra Babilônia), e outra rumo a jerusalém. Nabucodonosor, o rei babilônio, escolheria atacar Judá e levar o obstinado povo de Deus para o cativeiro. ele tomaria sua decisão usando adivinhação e magia, conforme o v. 21. Bíblia de Estudo Andrews.

Evidentemente, Amom se rebelou contra Babilônia mais ou menos na mesma época que o rei Zedequias em Judá. Em 589 a.C. as nações de Judá e Amom estavam entre aqueles que conspiraram contra a Babilônia (Jeremias 27: 3). Ezequiel deu esta mensagem aos exilados que ouviram a notícia e ficaram novamente cheios de esperança de retornar à sua terra natal. Ezequiel disse que o rei da Babilônia marcharia com seus exércitos na região para deter a rebelião. Viajando a partir do norte, ele pararia na bifurcação da estrada, uma levando a Rabá, a capital de Amom, e a outra levando a Jerusalém, a capital de Judá. Ele tinha que decidir qual cidade destruir. Assim como Ezequiel predisse, o rei Nabucodonosor foi a Jerusalém e a sitiou. Life Application Study Bible Kingsway.

19 Dois caminhos. O rei da babilônia é retratado como se estivesse na encruzilhada, indeciso quanto a se deve tomar a estrada que leva a Jerusalém ou a que levava à capital dos amonitas (v. 20). CBASD, vol. 4, p. 715.

21 Em visão, … Ezequiel é testemunha ocular das adivinhações pagãs que Nabucodonosor faria para resolver a direção da marcha dos seus exércitos, três anos depois destas palavras do profeta. Bíblia Shedd.

Para consultar os oráculos. Os pagãos recorriam à adivinhação quando importantes questões precisavam ser decididas. São mencionadas aqui três formas específicas de adivinhação. CBASD, vol. 4, p. 715.

Sacode as flechas. Várias flechas sem ponta eram marcadas com mensagens apropriadas e sacudidas juntas numa aljava ou outro recipiente; e uma era tirada; ou se girava o recipiente e a flecha que caísse primeiro era escolhida. Supunha-se que o que estava escrito ali indicava a vontade dos deuses. CBASD, vol. 4, p. 715.

Ídolos do lar. Do heb. terafim, estatuetas com a forma humana (ver com. [CBASD] de Gn 31:19). Não se sabe como eram usadas para adivinhação. CBASD, vol. 4, p. 715.

Examina o fígado. Este modo de adivinhação, chamado hepatoscopia (ver com. de Dn 1:20), era comum entre os babilônios. Foram descobertos fígados de ovelha feitos de argila, marcados com linhas e inscrições, evidentemente usados para ensinar as pessoas a usar o método.

Embora nenhuma forma de adivinhação seja aprovada pela Bíblia, muitos cristãos tentam obter orientação divina por métodos não aprovados por Deus, métodos que, em sua essência, são semelhantes aos antigos métodos de adivinhação. Há diferentes métodos dessa natureza. Alguns buscam a resposta de Deus atirando uma moeda para cima; ou escrevem as palavras “sim” e “não” em cada lado de um cartão e, depois, aceitam como resposta a palavra que aparecer ao deixar cair o cartão. Alguns abrem a Bíblia ao acaso e aceitam a mensagem do texto sobre o qual os olhos pousarem primeiro. Ainda outros colocam várias ideias em diferentes cartões, depois os sacodem e aceitam a resposta do cartão retirado ao acaso. Todos esses métodos seguem o mesmo padrão básico do acaso. É possível que o Senhor, às vezes, tenha dado orientações por meio de alguns desses métodos, especialmente para os que não têm muita luz sobre a Bíblia ou, possivelmente em emergências. Porém, eles são métodos arbitrários que devem ser abandonados à medida que a pessoa cresce na graça e no conhecimento da verdade.

Se, em todas as decisões da vida, a pessoa recebesse uma resposta direta de Deus por meio de algum sinal exterior, tal pessoa se tornaria uma mera máquina. Ela se despojaria de um direito fundamental para a liberdade humana, isto é, o de tomar suas próprias decisões, faculdade esta que lhe foi concedida por Deus.

O lançar sortes se encontra nesta mesma categoria e não é algo a que se deva recorrer. É dado o seguinte conselho: “Não tenho fé em lançar sortes. … Lançar sortes para os oficiais de igreja não está nos planos de Deus”(ME2, 328). CBASD, vol. 4, p. 715, 716.

22 Para a direita. Isto é, o oráculo que caiu sobre Jerusalém veio da mão direita do rei. CBASD, vol. 4, p. 716.

24 Aparecendo os vossos pecados. Os pecados deles deveriam ter sido cobertos no ritual do Dia da Expiação (Lv 16). Uma vez que Israel se recusou a reconhecer sua culpa, ficou descoberta e requeria punição. Cada nova transgressão despertava na mente todo o registro da conduta pecaminosa do passado, e então o total cumulativo requeria imediata retribuição. CBASD, vol. 4, p. 715, 716.

25 perverso, príncipe de Israel. O rei Zedequias. Bíblia de Estudo Andrews.

26 Diadema. Do heb. mitsnefeth, traduzido por “diadema” apenas aqui. Mitsnefeth vem da raiz tsanaf, “enrolar” (no caso, como um tecido), portanto, significa um turbante; aqui, a referência é aparentemente ao turbante real, um sinal de realeza. CBASD, vol. 4, p. 716.

O princípio de exaltar o humilde aplica-se aos pobres cativos da babilônia que, uma geração mais tarde, restaurariam Jerusalém. O abatimento do soberbo manifesta-se na eliminação dos que quiseram formar, em Jerusalém, um Estado independente dos caldeus, aos quais tinham jurado fidelidade, independente do próprio Deus, entregando-se à idolatria (Jr 44.15-23; Ez 8.5-18). Saudou-se o nascimento de Jesus Cristo com a proclamação de que este princípio [de exaltar o humilde] estava em pleno vigor (Lc 1.50-53). Vd Ez 17.24n [Bíblia Shedd]. Bíblia Shedd.

27 A ruínas a reduzirei. A passagem diz, literalmente: “uma ruína, uma ruína, uma ruína, Eu a farei”. A tripla repetição intensifica a ideia. O edito é concernente ao trono da casa de Davi. “A Judá não seria mais permitido ter um rei até que o próprio Cristo estabelecesse o Seu reino”(PR, 451; cf. Ed, 179). CBASD, vol. 4, p. 716.

Profecia messiânica que leva em conta Gn 49:10. Somente o Messias restabelecerá o reino de justiça. Bíblia de Estudo Andrews.

28 Acerca dos filhos de Amom. Embora o rei de Babilônia escolhesse atacar Jerusalém em vez de Rabá (v. 20-22), os amonitas não escapariam da punição (ver Ez 25:1-7). CBASD, vol. 4, p. 716.

Com base nos vs. 18-23, pareceria que os babilônios atacariam Jerusalém, mas poupariam Amom. Este terceiro e último cântico da espada explica que Amom também provaria o gosto da ira de Deus, mediante a fúria dos babilônios (Jr 49.1-6). Bíblia de Genebra.

Os amonitas e os israelitas costumavam lutar uma contra a outra. Deus falou para os israelitas não se aliarem com nações estrangeiras, mas Judá e Amom se uniram contra a Babilônia em 589 a.C. (Jeremias 27:3). Deus primeiro julgou Judá quando Nabucodonosor primeiro  foi a Jerusalém (21:22), mas Amom seria também julgada, não por se aliar com Judá, mas por assistir a destruição de Jerusalém com prazer. Life Application Study Bible Kingsway.

30 Torna a tua espada à bainha. A ordem é dirigida aos amonitas (ver v. 28). Os esforços militares deles seriam em vão. em seu próprio país receberiam a punição por seus malfeitos. CBASD, vol. 4, p. 716.

31 Brutais. Do heb. Bo’arim, derivado de be’ir, “animais”, “gado”(ver Sl 49:10; 92:6). Estes homens “brutais” são destacados em Ezequiel 25:4 e 10. CBASD, vol. 4, p. 716.

32 Já não serás lembrado. Em contraste com a gloriosa promessa feita a Israel (v. 27). CBASD, vol. 4, p. 716.

 



EZEQUIEL 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
12 de janeiro de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

EZEQUIEL 21 – A misericórdia de Deus pela humanidade miserável foi a razão de Israel ter sido preservado, como se percebe no capítulo anterior. Entretanto, imoralidades, promiscuidades, perversidades e todo tipo de iniquidade não passam despercebidos ao Juiz do Universo. Neste capítulo, 16 vezes a espada é citada. Deus julga!

• Ezequiel geme como um homem sentindo uma tristeza imensurável e uma grande dor. Se alguém perguntasse sobre essa nova dramatização, deveria dizer que se referia à destruição total de Jerusalém – até então destruída parcialmente (vs. 1-7).
• Além de gritar e gemer numa nova encenação, agora Ezequiel deveria dar pancadas nas coxas e bater palmas. Assim chamaria a atenção para a real situação e previsões proféticas para o futuro em breve, em que Babilônia despedaçaria Judá e Deus bateria palmas quando o juízo sobre o pecado estivesse em andamento (vs. 8-17).
• Deus estava no controle dos judeus e dos babilônios – inclusive quando tudo parecia fora de controle, um pandemônio horrível. O pecado do povo havia provocado o caos político, econômico e social; contudo, Deus estava agindo para reverter o efeito do pecado. O rei Zedequias sofreria tudo o que arrogantemente plantara de errado (vs. 18-26).
• A solução para os judeus e o restante do mundo estava na vinda do Messias. Assim, diante das trevas morais, da necessidade de líderes piedosos, e fieis mergulhados num desespero sem igual, Deus ainda despertava a esperança no coração deles (v. 27).
• A imoralidade e corrupção não ficam sem punição em lugar algum. Deus não está apenas observando Seu povo, Ele percebe o pecado em todas as suas formas em todos os lugares. Os amonitas também colheriam os resultados de suas rebeldias como exemplo do que o restante do mundo enfrentará se não abrir mão do pecado (vs. 28-32).

Deus demorou para punir Israel devido à Sua misericórdia. Hoje também somos alvos dessa misericórdia.
• O que seria de nosso país se Deus agisse conosco como agiu com Israel no passado?
• O que diria Deus se Ele apresentasse o diagnóstico da igreja hoje?
• E se o diagnóstico fosse de nossa vida, como seria?

Jesus é a solução para nossa situação; Ele tem capacidade de salvar-nos de nossa condição pecaminosa. Mas, quem preferir ao pecado antes que a Cristo colherá as consequências de suas escolhas.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 20 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
11 de janeiro de 2021, 4:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 20 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 20 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EZEQUIEL 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



EZEQUIEL 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
11 de janeiro de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

2286 palavras

Este capítulo-chave (o ano é 590 a.C.) recorda a bondade e a fidelidade de Deus em meio à rebelião de Israel e estabelece a base para o juízo divino. A ênfase está na notória devoção do povo à idolatria, em vez da consagração ao Senhor. Bíblia de Estudo Andrews.

A ênfase está nas tentativas de Deus de trazer a nação de volta para si e na misericórdia de Deus por seu povo constantemente rebelde e desobediente. Ezequiel transmite a mensagem de que as pessoas sozinhas são responsáveis pelos problemas e julgamentos que experimentaram. Life Application Study Bible Kingsway.

1 Sétimo ano. Do cativeiro de Joaquim [aprox. quatro anos antes da queda de Jerusalém, ocorrida em 587/586 a.C.] (ver com. [CBASD] de Ez 1:2, isto é, 591/590 a.C. (ver p. [CBASD] 620). Esta nova data se aplica a Ezequiel 20:1 a 23:49) (ver Ez 24:1). A unidade da nova série de mensagens é mostrada pela tripla repetição da expressão “porventura tu os julgarias … ?” ou “porventura julgarás … ?”(cf. Ez 20:4; 22:2; 23:36). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 707.

Para consultar. A natureza da consulta não é revelada. Sem dúvida, eles desejavam

saber que mensagem o Senhor tinha para lhes dar na presente crise. CBASD, vol. 4, p. 707, 708.

3 Vós não Me consultareis. Deus nunca retém a luz do inquiridor honesto; mas, se este se recusa a andar na luz revelada, é presunção pedir mais luz. As pessoas frequentemente buscam mais luz na esperança de evitar algum dever desagradável que Deus manda que realizem (ver 2Ts 2:10, 11). CBASD, vol. 4, p. 708.

4 Faze-lhes saber. O profeta é orientado a contar novamente a história passada de Israel. Este capítulo se compara a Neemias 1, ao Salmo 78 e ao discurso de Estêvão, em Atos 7. CBASD, vol. 4, p. 708.

5 Assim diz o Senhor. Os v. 5 a 9 são uma discussão sobre o período egípcio da história de Israel. CBASD, vol. 4, p. 708.

8 Rebelaram-se contra Mim. A história não menciona diretamente essa revolta no Egito. Contudo, a propensão do povo para os costumes idólatras do Egito confirma isso (ver Js 24:14; cf. PP, 259). Quando chegou a oportunidade para sair do Egito, muitos relutaram em fazê-lo (PP, 260). CBASD, vol. 4, p. 708.

10 Para o deserto. Os v. 10 a 22 recapitulam o segundo período da história de Israel, isto é, a vida no deserto. CBASD, vol. 4, p. 708.

11 Viverá por eles. Cf. Gl 3:12. Não se deve concluir, a partir de Ezequiel 20:11, que tudo o que era requerido era uma observância externa, técnica e superficial de certos preceitos. Deus esperava que a obediência fosse motivada pelo amor e por uma apreciação inteligente do caráter divino. Contudo, devido à falta de discernimento espiritual, Israel não conseguiu, a princípio, entrar nesse relacionamento mais elevado. Porém, Deus planejava guiar o povo para essa experiência o mais cedo possível. CBASD, vol. 4, p. 708.

12 Também lhes dei os Meus sábados. Isto não significa que o sábado foi instituído no Sinai, pois existia desde a criação (Gn 2:1-3); mas foi ali ordenado novamente. A palavra “lembra-te”, no quarto mandamento, aponta para a existência anterior do sábado (ver Êx 16:22-28; PP, 258). … As pessoas podem arrazoar que os propósitos salutares do sábado poderiam ser alcançados em qualquer outro dia. Contudo, Deus especificou um dia determinado e ordenou que fosse santificado e conservado livre de empreendimentos mundanos e prazeres pessoais (Is 58:13). Ninguém pode se excluir impunemente dessa obrigação. CBASD, vol. 4, p. 708.

As profecias de Apocalipse 12 a 14 deixam claro que o sábado é o ponto especialmente controvertido no período que precede a segunda vinda de Cristo (ver GC, 605). O remanescente de Deus será distinguido pela observância dos mandamentos divinos (Ap 12:17; 14:12), incluindo o mandamento do sábado. Ao mesmo tempo, os podres religiosos apóstatas exaltarão um falso dia de repouso e exigirão sua observância. Os seres humanos serão chamados a decidir entre o dia de repouso do Senhor e o falso dia de repouso, o primeiro dia da semana.

Assim, a guarda do sábado se tornará novamente um teste distintivo e se constituirá num sinal (chamado selo, em Ap 7) dos verdadeiros adoradores (ver GC, 640). CBASD, vol. 4, p. 709.

14 Por amor do Meu nome. Por causa de Seu nome, Deus não destruiu completamente o povo, mas simplesmente excluiu aquela geração da posse de Canaã (Nm 14:29-33). O motivo foi a idolatria durante as vagueações no deserto (ver Am 5:2, 26; At 7:42, 43). CBASD, vol. 4, p. 709.

18 A seus filhos. Os v. 18 a 26 recapitulam a terceira parte da história de Israel: a geração que cresceu no deserto sob a influência da legislação e das instituições dadas no Sinai. O povo foi claramente advertido a evitar os pecados dos pais. Os discursos de Deuteronômio são dirigidos a essa geração. CBASD, vol. 4, p. 709.

20 Santificai os Meus sábados. Ver com. [CBASD] do v. 12. … O sábado, por ocorrer regularmente a cada sétimo dia, devia conservar Deus sempre na lembrança (ver PR, 182). Se o sábado tivesse sido guardado como Deus planejou, os pensamentos e as afeições do ser humano teriam sido levados ao Criador como objeto de reverência e adoração, e nunca teria havido um idólatra ou ateu (ver PP, 336; para mais exemplos da forma plural “sábados”, ver Êx 31:13; Lv 23:38). CBASD, vol. 4, p. 709.

21 Os filhos se rebelaram. Os filhos seguiram o exemplo de seus pais. Há evidências históricas disso (ver Nm 15-17). CBASD, vol. 4, p. 709.

23 Espalhá-los. Esta ameaça deve ser entendida à luz das advertências de Levítico 26:33; e Deuteronômio 4:27; e 28:64. O exílio predito não sobreveio àquela geração. Muitos séculos se passaram antes que a penalidade fosse infligida em sua totalidade. Na época da profecia de Ezequiel, ela já havia se cumprido em parte e estava para se cumprir completamente. CBASD, vol. 4, p. 709.

25 Estatutos que não eram bons. Estes não são os “estatutos … os quais, cumprindo-os o homem, viverá por eles”(v. 11). Não são parte da lei mosaica. Isto fica evidente pela referência, feita no v. 26, ao sacrifício dos filhos a Moloque. Os estatutos que o povo havia adotado, que não eram bons, vinham dos pagãos que os rodeavam. Mas, como pode ser dito que Deus deu esses estatutos a eles? No pensamento bíblico, alguns atos são atribuídos a Deus, não porque Ele de fato os realiza, mas porque, em Sua onipotência e onisciência, Ele não os impede. Uma compreensão deste princípio ajuda a explicar declarações aparentemente contraditórias, as quais parecem se opor ao ensino bíblico de que o caráter de Deus é puro e santo (ver Is 63:17; 2Ts 2:11, 12). CBASD, vol. 4, p. 709.

Por que Deus daria a eles leis que não eram boas? Isso não está falando sobre nenhum aspecto da Lei mosaica – Ezequiel reforça essa lei (20:11, 13, 21). Evidentemente, os judeus haviam adotado Êxodo 13:12 e 22:29, a dedicação dos animais primogênitos das crianças, como justificativa para o sacrifício de crianças ao deus cananeu Moloque. Deus os estava entregando a essa ilusão para fazê-los reconhecê-lo, abalar suas consciências e revitalizar sua fé (20:26). Life Application Study Bible Kingsway.

26 Permiti que eles se contaminassem. A frase deve ser entendida em harmonia com o v. 25. Deus, na verdade, não contaminou o povo; apenas permitiu que sofresse as consequências da própria conduta. CBASD, vol. 4, p. 710.

tudo o que abre a madre. Todos os primogênitos pertenciam ao Senhor, mas os filhos não deveriam ser sacrificados. Bíblia de Genebra.

27 Nisto me blasfemaram. Os v. 27 a 29 recapitulam o quarto período da história de Israel, o mais longo de todos, que começa com a entrada em Canaã e se estende até os dias do profeta. CBASD, vol. 4, p. 710.

32 Como as nações. Israel desejava ser “como as nações”ao redor (ver 1Sm 8:5, 20). O profeta desvenda as aspirações secretas dos que o consultam e diz categoricamente que suas ambições não serão alcançadas. É possível que enganassem a si mesmos com o pensamento de que se pudessem ser liberados da responsabilidade espiritual como povo escolhido de Yahweh, escapariam das severas punições que os profetas anunciavam. Talvez acreditassem que, se eles estivessem na mesma condição dos pagãos, tendo responsabilidade menores, Yahweh os deixaria em paz. … A resposta é que isso não aconteceria, pois Israel se encontrava numa relação bem diferente daquela dos pagãos. Deus lida com as pessoas segundo a luz e os privilégios que receberam. Ele não retira esses privilégios nem abandona facilmente aqueles para quem planejou um elevado destino. O que Ele planeja e executa é para o bem dos envolvidos, como eles próprios, por fim, vão admitir. CBASD, vol. 4, p. 710.

35 Deserto dos povos. É pouco provável que a referência seja a qualquer deserto literal, como o da Arábia ou Síria. A expressão “deserto dos povos”é vaga. … Historicamente o plano que Ezequiel menciona aqui nunca se cumpriu, pelo menos não em grau significativo. A regeneração espiritual que Deus estava buscando efetuar entre os cativos não se materializou. Se esses propósitos houvessem se concretizado, e se os exilados que retornaram sob o comando de Zorobabel tivessem sido pessoas espiritualmente reavivadas, a história subsequente de Israel teria sido bem diferente. CBASD, vol. 4, p. 711.

37 Passar debaixo do meu cajado. Uma figura que representa o pastor que conta e separa seu rebanho (Lv 27:32; Jr 33:13). Como em Mateus 25:33, o pastor separa as ovelhas dos bodes. A terra do Israel restaurado deverá ser uma terra de justiça, e os rebeldes não entrarão nela. CBASD, vol. 4, p. 711.

Esta frase alude à prática de contar os animais para efeito do pagamento de dízimos (Lv 27.32-33); ela sugere que uma décima parte seria deixada (cf. Is 6.13). Bíblia de Genebra.

39 Cada um sirva. Ver Js 24:15. Se, depois de advertidas, as pessoas ainda se recusam a obedecer, não há mais nada que Deus possa fazer. A coerção é contrária ao caráter divino. Portanto, Ele não as impede de servir aos ídolos. A linguagem é semelhante à de Apocalipse 22:11, que diz, literalmente: “Que o injusto ainda faça injustiça, e que a pessoa imunda continue a se contaminar.” CBASD, vol. 4, p. 711.

Os israelitas estavam adorando ídolos e dando presentes do Deus ao mesmo tempo! Eles não acreditavam em seu Deus como o único Deus verdadeiro; em vez disso, eles o adoraram junto com os outros deuses da terra. Talvez eles gostassem dos prazeres imorais da adoração de ídolos; ou talvez não quisessem perder os benefícios que os ídolos poderiam lhes dar. Frequentemente, as pessoas acreditam em Deus e lhe dão presentes de frequentar a igreja ou serviço, enquanto ainda se apegam a seus ídolos ou dinheiro, poder ou prazer. Eles não querem perder nenhum dos benefícios possíveis. Mas Deus quer todas as nossas vidas e toda a nossa devoção; ele não as irá compartilhar porque devoção a qualquer outra coisa é idolatria. Life Application Study Bible Kingsway.

40 No Meu santo monte. Isto é, o monte Sião [monte do templo, em Jerusalém], também chamado o “monte alto de Israel”(ver Ez 17:13′; Sl 2:6; Is 2:2-4; Mq 4:1-3). CBASD, vol. 4, p. 711.

Requererei as vossas ofertas. A lei ritual ainda estaria em vigor após a restauração, e, portanto, a referência não é primariamente à era cristã. É uma das promessas condicionais de glória futura que nunca se cumpriu porque Israel não abandonou seus pecados. Se as condições tivessem sido satisfeitas, o mundo inteiro poderia ter sido preparado para a vinda do Messias, e nem diferente teria sido o desfecho da história … ! [ver vol. 4, p. 15-17]. CBASD, vol. 4, p. 711.

43 Tereis nojo de vós mesmos. Este é o sinal de que a pessoa está verdadeiramente arrependida. Os que procuram desculpar os próprios pecados ainda não deram o primeiro passo em direção ao verdadeiro arrependimento. … A aversão pelos próprios pecados é um dos antídotos mais eficientes contra uma posterior repetição deles. A razão pela qual se recorre tão repetidamente aos mesmos erros é que não se tem tristeza pelos pecados. CBASD, vol. 4, p. 711.

44 Não segundo. A salvação é e sempre será uma dádiva imerecida. A conduta ímpia só merece a morte. Não há nenhuma quantidade de “obras”que o pecador possa acumular para, no fim, torná-lo digno do Céu. CBASD, vol. 4, p. 712.

45 Veio a mim. Na Bíblia hebraica, os v. 45 a 49 formam a abertura do cap. 21. … As palavras “volve o rosto”(v. 46) parecem ligar esta seção ao cap. 21, pois a mesma frase ocorre em 21:2. CBASD, vol. 4, p. 712.

46 Para o Sul. A expressão designa a terra de Judá, que, embora estivesse quase a oeste da Babilônia, só poderia ser alcançada se os babilônios chegassem pelo norte (ver com. de Jr 1:13). CBASD, vol. 4, p. 712.

47 Toda árvore verde. Isto é, pessoas de todas as classes, toda a população. Se a distinção está baseada na moralidade (ver Ez 21:4), deve-se lembrar que numa catástrofe nacional sofrem todos os que fazem parte da nação, bons ou maus. A calamidade não representa necessariamente a perdição eterna do indivíduo. As pessoas têm o privilégio da salvação individual. CBASD, vol. 4, p. 712.

48 Não se apagará. O fogo seria tão feroz que ninguém poderia extingui-lo. Portanto, arderia até completar sua obra de destruição. então se apagaria espontaneamente. Esta mesma expressão, aplicada aos fogos do inferno (Mc 9:43, 45), é considerada por alguns como se o fogo do inferno continuasse por toda a eternidade. Outro texto mostra que tal interpretação é errônea, pois o fogo em Jerusalém que foi aceso pelos caldeus seria inextinguível (Jr 17:27), embora tenha se apagado logo que a obra de devastação foi realizada. CBASD, vol. 4, p. 712.

49 Não é ele proferidor de parábolas? O povo desejava evitar a aplicação da profecia a si mesmo, rotulando-a como obscura. Fingiam não compreendê-la. CBASD, vol. 4, p. 712.

O ridículo e a zombaria eram, com frequência, dirigidos contra os profetas (2Cr 36.16; Mt 20.19; 27.29). Bíblia de Genebra.

Ezequiel estava exasperado e desanimado. Muitos israelitas reclamaram que ele falava apenas em enigmas (“parábolas”), então eles se recusaram a ouvir. Não importa quão importante seja nosso trabalho ou quão significativo seja nosso ministério, teremos momentos de desencorajamento. Aparentemente, Deus não respondeu ao apelo de Ezequiel; em vez disso, ele deu outra mensagem para proclamar. O que tem te desanimado? Você já sentiu vontade de desistir? Em vez disso, continue fazendo o que Deus lhe disse para fazer. Ele promete recompensar os fiéis (Marcos 13:13). A cura de Deus para o desânimo pode ser outra tarefa. Ao servir aos outros, podemos encontrar a renovação de que precisamos. Life Application Study Bible Kingsway.



EZEQUIEL 20 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
11 de janeiro de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

A mensagem de Ezequiel 20:
1. Uma análise nas motivações de Deus diante dos execráveis erros de Israel revela Seu interesse em salvar o mundo.
2. Uma observação na recapitulação histórica desde a saída de Israel do Egito até o cativeiro em Babilônia irá nos mostrar o agir missionário de Deus.
3. Uma análise à teologia da história evidencia o interesse missionário de Deus.

I. DEUS RESGATA IDÓLATRAS DA ESCRAVIDÃO POR AMOR AO MUNDO – EZEQUIEL 20:1-9

Líderes de Israel em cativeiro procuraram ao profeta Ezequiel no ano 591 a.C. com objetivos errados. Deus só cumpriu o juramento que fizera de tirar o povo de Israel do Egito para que Seu nome não fosse profanado aos olhos das nações que sabiam de Sua promessa de libertação aos israelitas.

Deus retém Sua ira com Seu amor.

II. DEUS PRESERVA A VIDA DE SEU POVO REBELDE POR AMOR AO MUNDO – EZEQUIEL 20:10-17

Mesmo não merecendo Deus tirou Israel da escravidão egípcia e o levou para instruir no deserto. No Monte Sinal fez compromisso com os israelitas e deu condições para viverem; mas eles reagiram negativamente, rejeitaram a lei de Deus, profanando especialmente o sábado, sinal externo da aliança espiritual.
Deus só não destruiu Seus filhos insurgentes e desprezíveis no Sinai por amor de Seu nome, evitando que Seu nome fosse profanado aos olhos das nações.

A ira de Deus tem mais limites que Sua compaixão!

III. DEUS SE COMPADECE DE SEUS FILHOS PERVERSOS POR AMOR AO MUNDO – Ezequiel 20:18-26

Devido à teimosia, dureza de coração e rebeldia do povo que recebia total atenção do Céu, Deus o levou a peregrinar no deserto como amorosa disciplina corretiva, mas, a segunda geração, os filhos dos rebeldes, respondeu se rebelando contra Deus descuidando das Leis de Deus, desobedecendo-a, voltando-se aos ídolos dos pais.
Deus só não acabou com a nação de Israel no deserto por amor de Seu nome, evitando que Seu nome fosse profanado aos olhos das nações.

A ira de Deus cede à Sua bondade!

IV. DEUS SÓ NÃO TOMA DE VOLTA O PRESENTE DADO A ISRAEL PORQUE ELE AMA AO MUNDO – Ezequiel 20:27-29

A Terra Prometida era a melhor e mais linda de todas da região, Deus a deu a Israel; porém eles não só deram as costas a Ele, mas provocaram Sua ira adorando os ídolos da terra, chegando a fazer sacrifícios humanos.

Deus não expulsou fatalmente a Israel da Terra Prometida só porque desejava que as nações soubessem que Ele é o Senhor.

O amor de Deus suplanta Sua ira!

V. DEUS AGIRÁ PARA QUE TODOS SAIBAM QUEM ELE É – Ezequiel 20:30-44

Deus tinha motivos de sobra para destruir Israel, mas em vez disso, apenas permitiu seu cativeiro nas terras estrangeiras. Dus mostrou aos anciãos que foram a Ezequiel questionar a Deus pelas condições humilhantes em que viviam, que o tratamento que recebiam era consequência das suas escolhas e seus atos.
Após castigo e disciplina, Deus resgataria Israel do cativeiro babilônico com mão poderosa e braço forte objetivando revelar Seu poder e santidade a Israel e ao mundo.

O amor de Deus é incrível, imensurável e sublime!

CONCLUSÃO:
1. Deus quer impactar o mundo, não com Sua ira, mas com Seu amor, fidelidade e compaixão.
2. Deus quer tornar-Se conhecido por Suas qualidades exclusivas, incomparáveis e sublimes: Fidelidade, misericórdia, graça e bondade.
3. Deus quer alcançar toda nação com Seus estratégicos atos missionários, a despeito dos erros e defeitos de Seu povo.

APELO:
1. Deixe Deus te alcançar com Seu amor e graça.
2. Deixe Deus te impactar com Sua fidelidade e misericórdia.
3. Deixe Deus te transformar e te salvar.
Pr. Heber Toth Armí

Veja texto completo em:
http://portal-biblico.blogspot.com.br/2016/05/acao-missionaria-de-deus-na-historia-e.html



EZEQUIEL 19 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
10 de janeiro de 2021, 4:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 19 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 19 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)  

EZEQUIEL 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



EZEQUIEL 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
10 de janeiro de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

423 palavras

2 Tua mãe. A mãe representa Jerusalém [A Bíblia de estudo Andrews a interpreta como sendo a rainha-mãe Hamutai] (ver Gl 4:26) ou talvez, toda a comunidade nacional (sobre a figura do leão, ver Gn 49:9; Nm 23:24; 24:9). Israel, personificado como uma leoa, se deitou entre os leõezinhos, isto é, os outros reinos do mundo, as nações gentias; assumiu seu lugar na família das nações. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 704.

3 Um dos seus filhotinhos. Jeoacaz, o filho [um dos] de Josias, também conhecido como Salum (1Cr 3:15; Jr 22:11; ver com. [CBASD] de 2Rs 23:30, 32), que foi levado cativo para o Egito (ver v. 4). CBASD, vol. 4, p. 704.

Devorou homens. Jeoacaz voltou as costas às reformas de seu pai Josias (2Rs 23:1-5), e fez o que era mau perante o Senhor (2Rs 23:32; sobre a figura de “devorar homens”, ver Ez 22:25, 27). CBASD, vol. 4, p. 704.

4 Ganchos. Do heb. chachim, “espinhos”ou “ganchos”, como os que eram colocados no nariz dos cativos ou dos animais. A estes eram presas cordas com o propósito de guiar as vítimas (ver 2Rs 19:28; Is 37:29; Ez 38:4). CBASD, vol. 4, p. 704.

5 Outro dos seus filhotes. Identificado pelos detalhes do v. 9 como Joaquim. O reinado intermediário de Jeoaquim (2Rs 23:34 a 24:6) é passado por alto. CBASD, vol. 4, p. 704.

9 Ao rei da Babilônia. Joaquim havia reinado cerca de três meses quando Jerusalém foi conquistada por Nabucodonosor, que o levou cativo para Babilônia e o colocou na prisão (2Rs 24:8-17). Ele estava lá no tempo em que foi dada esta profecia. Anos mais tarde, foi libertado (2Rs 25:27-30). CBASD, vol. 4, p. 704, 705.

10 Videira. É introduzida uma nova alegoria, na qual Israel é comparado a uma florescente videira. CBASD, vol. 4, p. 705.

11, 12 Nem mesmo o poder político e militar dos reis de Judá poderia salvar a nação. Como ramos de um vinho, eles seriam cortados e arrancados pelo “vento leste” – o poderoso exército babilônico. Life Application Study Bible Kingsway.

12 Arrancada. Isto se refere ao cativeiro e à deportação de Joaquim e de parte do povo (2Rs 24:10-16). CBASD, vol. 4, p. 705.

13 Terra seca e ardente. Isto é, Babilônia. A figura é de uma videira removida de solo rico e transplantada para solo seco e estéril. CBASD, vol. 4, p. 705.

14 Saiu fogo. O ato de Zedequias se revoltar contra Nabucodonosor fez com que aquele monarca entrasse com seu exército na Judeia, tomasse Jerusalém e levasse os judeus cativos para Babilônia (2Rs 25:1-17; ver com. [CBASD] de Ez 17:11-21). Desta forma foi posto um fim à videira e a seus ramos. CBASD, vol. 4, p. 705.

Esta é uma lamentação. A assolação era somente parcial. A destruição completa seria motivo para mais lamento. CBASD, vol. 4, p. 705.



EZEQUIEL 19 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
10 de janeiro de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

EZEQUIEL 19 – A realidade humana não limita a Deus. Do real desespero da humanidade Deus suscita esperança. Nada O impede de agir no mundo para beneficiar aos pecadores.
O capítulo em análise ensina-nos preciosas lições que valem nossa total atenção. Ele pode ser assim dividido para que obtenhamos uma visão geral de seu conteúdo:

1. Um lamento pelos líderes:
a) A leoa, símbolo de Judá (v. 2; ver Gênesis 49:9; I Reis 10:18-20).
b) Um leãozinho, levado ao Egito (vs. 1-4; ver Jeremias 22:10-12; II Reis 23:30-34)
c) Outro leãozinho, deportado para Babilônia (vs. 5-9; Jeremias 22:24-30; II Reis 24:8-16).

2. Um lamento pela terra prometida:
a) A videira, um retrato da nação dos judeus, o povo de Deus (v. 10; ver Isaías 5:1-7; Jeremias 2:21).
b) Os galhos fortes, símbolos do rei Zedequias (v. 11; ver Ezequiel 17:13).
c) O vento oriental que arrastou os galhos fortes representam as investidas de Nabucodonosor contra Jerusalém levando os príncipes judeus cativos para Babilônia (vs. 12-14; ver Jeremias 52:1-11).

Lamentos são expressões de aflições diante de uma realidade desesperadora. Motivadas pela angústia e amargura da alma, a infelicidade e a tristeza são expressas em palavras com tons fúnebres.
Com a realidade de uma nação despencando sem ninguém capaz de frear a apostasia… que, consequentemente, fora literalmente arrancada com furor e lançada por terra tornando-se deserta, tendo seus habitantes deportados para o exílio… realmente era lamentável!

Além disso, o rei “Joaquim foi seguido no trono por seu tio Zedequias, mas o reinado deste foi tão apagado que para todos os efeitos a dinastia terminou com Joaquim. Assim pensavam os judeus e mesmo Ezequiel, tanto assim que profecias são sempre datadas no início do cativeiro de Joaquim, sem referência alguma a Zedequias […]. No desastre final não restou nem mesmo uma vara da estirpe real que pudesse empunhar o cetro de Davi” (Siegfried J. Schwantes).

• Se era o fim da dinastia davídica, não havia grande razão para desesperar?
• Como viria o Messias se a promessa baseava-se na dinastia davídica?

Apesar dos pesares, o Leão da tribo de Judá se levantaria sobre a Terra, como de fato aconteceu; e, logo dominará para sempre todo o Universo (Miqueias 5:2; Apocalipse 5:5). Portanto, troque teu lamento por reavivamento!

Compartilhe esta esperança! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 18 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
9 de janeiro de 2021, 4:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO EZEQUIEL 18 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 18 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

EZEQUIEL 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)