Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
15 de junho de 2021, 0:45
Filed under: Sem categoria

[Nota: Devido à riqueza dos comentários, esta compilação ficou mais longa que o costume, com 2631 palavras. Aconselhamos aos que não não dispuserem do tempo necessário para uma leitura contemplativa, a consultarem somente os comentários dos versos de interesse, deixando os demais para data/hora oportuna.]

1 guiado pelo Espírito Santo. O tempo verbal grego indica que a condução do Espírito Santo não se limitou à viagem ao deserto, mas continuou durante a Sua permanência ali. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 798.

O Espírito Santo desceu sobre Jesus no batismo e permaneceu com Ele, O enchendo e guiando. Andrews Study Bible.

2 quarenta dias. Mateus deixa claro que as três maiores tentações ocorreram no final dos 40 dias (ver com. de Mt 4:2, 3), um fato evidente também a partir de Lc 4:2. Quando Jesus entrou no deserto, estava rodeado pela glória do Pai e, quando a glória partiu, Ele foi deixado sozinho para lutar com a tentação (DTN, 118). As tentações de Satanás continuaram durante todos os 40 dias de jejum de Jesus. As três mencionadas nos v. 3 a 13 representaram o clímax das tentações, no final do período (ver SP2, 90). CBASD, vol. 5, p. 798.

sendo tentado. Os ataques do diabo são contra o Messias, o cabeça da Nova Humanidade (cf Cl 2.15) … Em contraste com Adão, o cabeça da velha humanidade, que caiu, ainda que vivendo em condições ideais, o Segundo Adão venceu o diabo em total fraqueza da carne (cf 40 dias de jejum). Bíblia de Genebra.

3-13 O diabo procura desviar Jesus de Sua missão divinamente estabelecida. … A narrativa de Lucas realça o paralelo entre a tentação de Jesus e as provações de Israel no deserto. Jesus foi tentado por 40 dias no deserto e Israel peregrinou por quarenta anos no deserto (Nm 14.34). Israel falhou no teste da obediência, enquanto Jesus foi plenamente obediente ao Pai. Bíblia de Genebra.

3 manda esta pedra transformar-se em pão. O diabo sempre faz com que suas tentações pareçam atraentes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 Não só de pão viverá o homem. O contexto de Deuteronômio [Dt 8:3] que Jesus cita, frisa a completa dependência do homem para com o Senhor. Sem Sua bênção, a fartura material de nada adianta. Bíblia de Genebra.

5-8 Esta tentação [a 2ª] vem em terceiro lugar em Mateus. A razão para esta diferença de ordem não é conhecida. A tentação é para Jesus estabelecer um poderoso império mundial, mas ao custo de cultuar Satanás. Outra vez Jesus repele a tentação, citando as Escrituras (Dt 6.13). Bíblia Shedd.

6 Compare 1Jo 5.19. A tentação era inaugurar o Reino sem a cruz. Bíblia de Genebra.

ela me foi entregue. Isto é, por Adão quando ele pecou. Depois da Queda, Satanás denominou a si mesmo o “príncipe” deste mundo (DTN, 114), esquecendo-se que Adão mantinha o título apenas em virtude da obediência ao Criador. Satanás insinuou que Adão o escolheu como soberano e como seu representante no Céu. CBASD, vol. 5, p. 798.

9 Se é o Filho de Deus. Deus acabara de declarar esse fato (3.22). O diabo ainda usa a artimanha de suscitar dúvidas a respeito da Palavra de Deus (Gn 3.1). Bíblia de Genebra.

o pináculo. Este pode ter sido o topo do muto do templo, de onde se podia ver o vale de Cedrom ou, talvez, pode ter sido o ponto mais alto do próprio templo. Jesus foi tentado a demonstrar publicamente o Seu poder miraculoso, mas reponde citando outra vez as Escrituras (v. 12). A passagem citada (Dt 6.16) novamente recorda a experiência de Israel no deserto. Bíblia Shedd.

10 Pois está escrito. Dessa vez, Satanás também citou as Escrituras, embora tenha aplicado erroneamente Sl 91.11, 12. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 até momento oportuno. Isto é, até o tempo conveniente, quando outra oportunidade se apresentasse. Desde os primeiros anos, Cristo foi atacado pelo tentador (DTN, 71, 116). CBASD, vol. 5, p. 798.

14 Então, Jesus, … regressou para a Galileia. Aqui começa o ministério de Jesus na Galileia, e que termina em 9.50. Bíblia de Genebra.

Jesus realizou um intensivo ministério antes de retornar a Nazaré. Bíblia Shedd.

poder do Espírito (cf 5.17). A mesma palavra “poder”, gr dunamis, aparece na promessa do Espírito em At 1.8, mas é traduzida como “milagres” em Lc 10.13; 19.37, etc., indicando que o poder sobrenatural de Deus é oferecido ao crente, pelo Espírito. Bíblia de Genebra.

15 E ensinava. O ensino era o modo costumeiro com o qual Jesus transmitia a verdade . … O ensino tende a ser mais eficaz do que a pregação, pois os ouvintes são participantes, enquanto na pregação eles são passivos. … Feliz é o pregador que consegue dar à sua pregação a qualidade adicional de ensino. CBASD, vol. 5, p. 799.

glorificado. Ou “honrado”, “louvado”. A Galileia era um campo mais favorável à obra do Salvador do que a Judeia (DTN, 232). Para onde Jesus ia, “grande multidão O ouvia com prazer” (Mc 12:37). CBASD, vol. 5, p. 799.

16-20 Esta narrativa é o mais antigo registro conhecido a respeito da ordem do culto no serviço de uma sinagoga. O culto incluía uma leitura da Lei e uma dos Profetas. Jesus ou o dirigente da sinagoga pode ter escolhido Is 61.1-2 e 58.6. Era costume levantar-se para a leitura, numa demonstração de respeito para com a Palavra de Deus e, em seguida, sentar-se para o sermão. A leitura escolhida mostra uma forte preocupação para com o pobre (1.51-53; nota; Sl 9.18, nota). Bíblia Shedd.

16 Indo para Nazaré. Esta foi a primeira visita de Cristo a Nazaré, desde que Ele deixou a carpintaria no outono de 27 d.C. para se dedicar ao ministério público (DTN, 236). Este seria, possivelmente, o final da primavera de 29 d.C., e quase metade do período de Seu ministério público já havia se passado. Uma ano mais tarde, possivelmente no inicio da primavera de 30 d.C., Jesus fez Sua última (DTN, 241) visita a Nazaré. … Em Nazaré ainda moravam a mãe, os irmãos e irmãs de Jesus (DTN, 236), que, sem dúvida, estavam entre os adoradores na sinagoga, nesse sábado, em especial. CBASD, vol. 5, p. 799.

Provavelmente todos os acontecimentos de Jo 1.19-4.42 se deram entre Lc 4.13 e 4.14. Bíblia de Estudo NVI Vida.

entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o Seu costume. A simples declaração de Lucas de que Jesus frequentava as reuniões sagradas da sinagoga no dia de sábado, o qual Ele especifica como o sétimo dia da semana (Lc 23:56-24:1), deixa claro o dever do cristão que ama seu Mestre e quer seguir os Seus passos (ver Jo 14:15; 1Pe 2:21). O fato de Cristo pessoalmente ter observado o mesmo dia da semana que os demais judeus observavam é evidência de que a contagem do tempo não havia sido perdida desde o Sinai, ou mesmo desde a criação.  Cristo é “Senhor também do sábado” (Mc 2:28); isto é, Ele o fez (Gn 2:1-3; cf Mc 2:27) e o reivindica como Seu guia. Seu exemplo ao observá-lo é um modelo perfeito para o cristão, tanto com relação ao tempo como quanto à maneira de observá-lo. … observar o sétimo dia da semana é guardar o sábado como Cristo o fez. Desde aquela época, há milhões de judeus espalhados por todo o mundo civilizado, e seria impossível que todos eles, simultaneamente, cometessem o mesmo erro ao calcular o sétimo dia da semana. … Cristo tinha o hábito de frequentar as reuniões regulares da sinagoga aos sábados. A esta sinagoga em Nazaré, Ele havia sido regularmente convidado na juventude, para ler os Profetas, e Ele extraía lições de Seu profundo conhecimento das Escrituras, as quais comoviam o coração dos adoradores (DTN, 74; cf 70). CBASD, vol. 5, p. 799.

levantou-se. A reverência pela Palavra escrita exigia que aquele que a lesse publicamente permanecesse em pé. A Lei e os Profetas eram lidos dessa forma, mas não os Escritos [poéticos], que não desfrutavam de conhecimento semelhante. CBASD, vol. 5, p. 800.

17 Então, Lhe deram. Isto é, pelo diácono ou chazzan, cujo dever era tirar os rolos sagrados e entregá-los ao leitor, e retorná-los à arca após a a leitura (ver p. 44). Dessa forma, em harmonia com o ritual da sinagoga, o chazzan tirou da arca o rolo dos Profetas, removeu a cobertura e o entregou, fechado, a Jesus. É evidente que Jesus não apenas falava a linguagem comum do povo [aramaico], como também lia bem em hebraico – naquela época, uma linguagem quase morta, exceto nas reuniões religiosas. A lição para o dia era sempre lida em hebraico. CBASD, vol. 5, p. 800.

Esta é a única referência à Sua capacidade de ler. Teria lido o trecho em hebraico, traduzindo-o para o aramaico, antes de pregar. Bíblia Shedd.

18 ungiu. Referência ao Messias, que significa “ungido” (9.2n). A profecia foi cumprida no batismo (3.22). Bíblia Shedd.

No contexto messiânico, esta passagem pode ser traduzida desta forma: “Ele me fez o Cristo” ou “Ele me fez o Messias” (ver com. de Is 61:1). CBASD, vol. 5, p. 800, 801.

19 ano aceitável. Isto é, a era do evangelho…  lembra o ano do jubileu, quando os escravos eram libertados, os débitos eram cancelados e as terras herdadas eram devolvidas aos proprietários originais. … Neste ponto, Jesus concluiu a leitura de Isaías 61:1 e 2. A frase seguinte, que era o clímax da passagem para o judeu patriota – “o dia da vingança do nosso Deus” – Ele não leu. Os judeus ingenuamente criam que a salvação era para eles, e a retribuição, para os gentios (ver Sl 79:6). A ideia judaica de que a salvação era uma questão de nacionalidade em vez de uma submissão pessoal a Deus, cegou o povo para a verdadeira natureza da missão de Cristo e os levou a rejeitá-Lo. … Gostavam de pensar na ideia que o julgamento de Deus estava reservado para os outros e, possivelmente, surpreenderam-se quando Jesus não mencionou isso. Quando, em Seu sermão, Jesus exaltou a fé dos pagãos, indicando a falta de fé dos judeus, o público ficou fora de si, cheio de ressentimento e fúria. CBASD, vol. 5, p. 802.

20 Tendo fechado o livro. Isto é, enrolando o livro de Isaías em seu cilindro. CBASD, vol. 5, p. 802.

sentou-Se. …para o sermão, que se seguia a leitura, o orador se sentava num lugar especial, algumas vezes chamado “a cadeira de Moisés”. … Com frequência, Cristo Se assentava enquanto pregava e ensinava (Mc 4:1; Lc 5:3; Jo 8:2), um costume também seguido, pelo menos ocasionalmente, pelos Seus discípulos (ver At 16:13, ver p. 45). CBASD, vol. 5, p. 802.

21 passou Jesus a dizer-lhes. Jesus popularmente era considerado um rabino ou professor (ver Jo 1:38, 49; 3:2; 6:25). Era de se esperar que, como rabino visitante, fosse solicitado que Ele fizesse o sermão, principalmente em vista do fato de que Nazaré era Sua cidade natal … É evidente que Lucas fez um esboço dos comentários de Cristo nesta ocasião, selecionando os que produziram o efeito registrado no v. 22 e a violenta reação dos v. 28 e 29. CBASD, vol. 5, p. 802, 803.

Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir. Este comunicado conscientizou as pessoas de que Jesus as considerava pobres, quebrantadas de coração, cativas, cegas e oprimidas (DTN, 237). CBASD, vol. 5, p. 803.

22 Não é este o filho de José? Eles recusavam crer que Jesus, a quem conheciam tão bem, fosse o Prometido,. CBASD, vol. 5, p. 803.

23 Sem dúvida. Assim como Jesus lia os rostos e corações da audiência, Ele bem conhecia os pensamentos que os perturbavam. Sua tentativa de revelar aos ouvintes sua verdadeira atitude e condição (ver Lc 4:23-27), os enfureceu ainda mais e os levou a atentar contra Sua vida. Jesus, com frequência deixava claro que lia os pensamentos das pessoas e, desse modo, evidenciava Sua divindade. … Foi essa parte do discurso de Jesus (v. 23-27) que evidenciou que Ele lia os pensamentos secretos (DTN, 238). … Alguns tem sugerido que Ele interpretava os pensamentos deles como significando: “Você tem mostrado muitos sinais de cura e milagres relacionados a outros [significando o povo de Cafarnaum], agora mostre um sinal em favor de Si mesmo [isto é, ao povo de Nazaré]. Você afirma ser o Messias da profecia; deixe-nos ver alguns “milagres”. … Essa exigência silenciosa deixa claro que Jesus não realizou milagres durante Sua infância e juventude, como reivindicam os evangelhos apócrifos. CBASD, vol. 5, p. 803, 804.

26 e a nenhuma delas. Deus não pode fazer nada pelos que têm o coração endurecido e são incrédulos, que não sentem sua necessidade. … A falta de fé dos cidadãos de Nazaré impediu que Jesus realizasse milagres ali (Mc 6:5, 6). Não que Ele fosse incapaz de realizá-los, mas porque estavam despreparados para receber as bênçãos que Ele desejava lhes outorgar. CBASD, vol. 5, p. 804.

Jesus queria dizer que quando Israel rejeitou o mensageiro da redenção enviado por Deus, este o enviou aos gentios – e assim acontecerá de novo caso se recusarem a aceitar Jesus (v. 10.13-15; Rm 9-11). Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 Todos na sinagoga, ouvindo estas coisas. A repreensão implícita do Senhor caiu pesadamente sobre seus corações relutantes. Conscientes, por um instante, de seu caráter falho e de sua necessidade do verdadeiro arrependimento e conversão, o coração deles se rebelou (ver Rm 8:7). CBASD, vol. 5, p. 804, 805.

se encheram de ira. Conscientes de que as palavras de Jesus os descrevia perfeitamente, eles não desejavam mais ouvi-Lo. Para aceitá-Lo, deveriam admitir que não eram melhores que os pagãos, a quem consideravam como cães. … Embora tivessem sido tocados, sua consciência culpada se ergueu rapidamente para silenciar as penetrantes palavras da verdade. O forte orgulho nacional se ressentiu do pensamento de que as bênçãos do evangelho deveriam estar disponíveis aos pagãos e, em seu preconceito irracional, estavam prontos a assassinar o Príncipe da vida (ver at 3:15). CBASD, vol. 5, p. 805.

29 levantando-se. O povo de Nazaré parou de ouvir antes que Jesus parasse de falar. Eles “não O receberam” (Jo 1:11). O assassinato estava no coração deles, mesmo no dia de sábado, e eles estavam prontos a destrui-Lo. CBASD, vol. 5, p. 805.

O levaram até o cima do monte … para, de lá, O precipitarem abaixo. CBASD, vol. 5, p. 805.

30 passando por entre eles. Os anjos O cobriram e O levaram a um local seguro, como fizeram noutra ocasião (cf Jo 8:59), como regularmente protegeram as testemunhas celestiais em todas as épocas (ver DTN, 240). CBASD, vol. 5, p. 805.

31 desceu a Cafarnaum. Do vilarejo de Nazaré, no alto das colinas, até Cafarnaum, … é literalmente uma “descida” de 349 m acima do nível do mar para 209 m abaixo dele. CBASD, vol. 5, p. 805.

os ensinava no sábado. Como era a prática do Senhor (ver com. do v. 16). CBASD, vol. 5, p. 806.

32 se maravilhavam. Em contraste com os fariseus e mestres da lei, que apelavam para a tradição e mestres anteriores, Jesus provocou um sentimento de admiração no povo, porque não citava autoridades. Bíblia Shedd.

33 Há poucos exemplos de possessão demoníaca no Antigo Testamento ou no Novo Testamento, fora dos Evangelhos. Nas Escrituras, tal possessão é, primariamente, parte da oposição do mal à vinda do Filho de Deus. Bíblia Shedd.

38-39 Mateus e Marcos, ambos, registram este milagre, porém, só Lucas menciona a febre alta, o que pode indicar o seu interesse médico. O fato de Jesus “repreender” a febre pode significar que Ele viu Satanás por trás disso, de algum modo. Bíblia Shedd.

40 Era ao pôr do sol que o sábado terminava, possibilitando assim o transporte dos doentes sem se contrariar a lei mosaica. Bíblia Shedd.

cada um. Cristo nunca perde de vista o indivíduo, mesmo quando as massas o envolvem (42; 5.1; cf 8.42-48). Cumpriu-se literalmente a profecia de Isaías, citada nos vv 18, 19. Bíblia Shedd.

41 os repreendia [aos demônios]. Ou “não os permitia”. Jesus passou imediatamente a silenciá-los, talvez porque o testemunho poderia ser entendido como significando que Ele estava em aliança com os demônios. CBASD, vol. 5, p. 806.

Jesus nega aos demônios o direito de anunciá-Lo, porque nada têm em comum com Ele. As testemunhas de Jesus devem ser puras. Bíblia Shedd.

o Cristo. Ou, o Messias. O artigo definido faz da palavra um título em vez de um nome pessoal (ver com de Mt 1:1). CBASD, vol. 5, p. 806.

42 Instavam. isto é, eles queriam impedir que Cristo os deixasse, aparentemente fazendo o que podiam para dificultar Sua partida. o Cristo. Ou, o Messias. O artigo definido faz da palavra um título em vez de um nome pessoal (ver com de Mt 1:1). CBASD, vol. 5, p. 806.

43 reino de Deus. Esta é a primeira menção de Lucas a respeito do reino de Deus, o mais frequente tema da pregação de Jesus. Bíblia Shedd.

também às outras cidades. Quando a oportunidade de ouvir de Jesus é limitada a um grupo, contrariamos tanto o mandamento como a prática de Jesus (Mt 28.19, 20; Jo 3.16). Bíblia Shedd.

Judeia. Alguns manuscritos bem como os relatos paralelos (Mt 4.23; Mc 1.39) trazem Galileia, e não Judeia [cf tb nota textual NVI]. Bíblia de Estudo NVI Vida.



LUCAS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
15 de junho de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

LUCAS 4 – Estar plenamente cheio do Espírito Santo significa dependência total do Pai e obediência a Sua Palavra. Alguns pontos merecem nossa atenção do capítulo em questão:

· No auge da consagração de Cristo, Satanás aproximou-se dEle. O diabo não tentou Jesus antes dEle orar, mas depois dEle orar e jejuar. Então, se a oração tem poder para expulsar as potestades malignas, por que Jesus recebeu tal visita quando mais consagrado estava? (vs. 1-12).

· Jesus conseguiu expulsar Satanás de Sua presença só depois da terceira tentação; contudo, não o venceu definitivamente. O líder dos demônios apartou-se de Cristo até obter outras oportunidades estratégicas (v. 13). Não muito tempo depois, agora em público, um demônio desafiou a identidade de Cristo (vs. 33-36).

· O confronto do diabo com Jesus, por mais negativo que fosse, resultava em sucesso para o líder do bem. Jesus atraia a multidão em cada batalha ganha contra o líder das forças espirituais do mal. Isso porque o Messias estava cheio do poder do Espírito Santo e Seu ensino revelava o poder da Palavra de Deus (vs. 14-15, 37).

· O poder de Cristo tornou-se evidente nos milagres e curas realizadas, as quais certamente impactaram a mente intelectual do médico Lucas e, também as pessoas que recebiam um tratamento fora do comum do Mestre da Saúde total (vs. 31-32, 42-44).

Apesar dessa demonstração sobrenatural de poder físico e espiritual, nem tudo foi fácil para Jesus. Embora orasse e jejuasse, e buscasse um lugar deserto para meditar e consagrar (evidente no começo e no fim do capítulo), não só o diabo não dava trégua, como também Seus conterrâneos (vs. 16-30) – “se encheram de ira” contra Ele. “Eles o agarraram e o levaram para… o cume de uma montanha… e queriam jogá-lo lá do alto”.

Satanás odeia Jesus, mas apenas sugeriu-Lhe para pular dum lugar alto (v. 9), contudo as pessoas, mesmo religiosas, desprovidas de consagração genuína, queriam atirá-Lo de um lugar alto.

· Ainda hoje, tem quem ama e tem quem odeia Jesus, quem é você nesse aspecto?

Cheio do Espírito Santo, Jesus atuou de forma exemplar aqui neste mundo permeado pelo mal. Ele enfrentou todo tipo de tentação a fim de providenciar para nós o escape e a vitória frente às investidas do diabo!

“Senhor, fortaleça-nos!!!” – Heber Toth Armí.



LUCAS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
14 de junho de 2021, 1:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO LUCAS 3 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LUCAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LUCAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
14 de junho de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

759 palavras

1 Tibério. refere-se ao ano 26 ou 27 d.C. Bíblia Shedd.

Pôncio Pilatos. No seu testamento, Herodes, o Grande, deixou a Judeia para seu filho Arquelau, e outros territórios para seus filhos Filipe e [Herodes] Antipas. Porém, Arquelau governou tão mal que os romanos o removeram no ano 6 d.C. e indicaram seu próprio governador. Pôncio Pilatos foi o quinto governador da Judeia, servindo ali de 26-36 d.C. Bíblia de Genebra.

…foi destituído por Tibério … por má conduta no cargo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 785.

Um tetrarca era o governador da quarta parte de uma região. Nota textual NVI.

2 Os judeus tinham só um sumo sacerdote por vez. Anás tinha sido deposto pelos romanos que, para o seu lugar, escolheram Caifás, seu genro. Os romanos cuidavam para que Caifás exercesse as funções oficiais, porém muitos judeus ainda consideravam Anás o verdadeiro sumo sacerdote. Bíblia de Genebra.

veio a Palavra de Deus. A mensagem de João Batista não era dele mesmo, mas era a palavra dinâmica do próprio Deus. Bíblia de Genebra.

3 batismo de arrependimento. O batismo é o sinal público de mudança interna. O arrependimento precede o batismo, que o sela e relembra futuras obrigações. Bíblia Shedd.

Os judeus batizavam os gentios, se eles desejassem fazer parte do povo de Deus. A veemência da prática de João era uma forma de chamar os judeus a se submeterem ao rito que consideravam convenientes só para os gentios. João buscava uma mudança no coração dos judeus. Bíblia de Genebra.

4 Preparem o caminho. Antes de um rei sair em viagem a um país distante, as estradas por onde ele passaria eram melhoradas. De modo semelhante, a preparação moral e espiritual para o Messias se fez por meio do ministério de João, que focalizava o arrependimento e o perdão do pecado, além da necessidade de um Salvador. Bíblia de Estudo NVI Vida.

7-8 Uma forte advertência é dirigida àqueles que reivindicavam a Abraão como pai. O fato de ser judeu não livraria ninguém do juízo vindouro. Bíblia de Genebra.

víboras. Longe de serem filhos reais de Abraão (Rm 4.16), aos olhos de Deus, eram geração de serpentes venenosas (o diabo, cf Jo 8.44). Bíblia Shedd.

pedras. Um trocadilho hebraico com “filhos” (banim) e “pedras” (abanim), significando que Deus pode dar aos que carecem de dignidade humana a mais alta posição com o Seu filho. Bíblia Shedd.

9 está posto o machado à raiz. Esta frase aponta para um juízo certo e repentino. Bíblia de Genebra.

fogo. Um símbolo de juízo. Bíblia de Genebra.

11 duas túnicas. Uma túnica era semelhante a uma longa camiseta de baixo. Como não eram necessárias duas dessas peças, a segunda devia ser dada a alguém que dela precisasse. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 publicanos. Os impostos romanos eram cobrados por agentes que pagavam pelo direito de cobrar impostos numa cidade. Eles pagavam aos romanos aquilo que foi tratado e coletavam mais para o seu próprio salário. Eram fortemente tentados a se enriquecerem, coletando muito mais do que seria razoável. Os coletores judeus eram desprezados como colaboradores da força romana de ocupação. Eram excluídos da vida religiosa das sinagogas e do templo. Bíblia de Genebra.

14 As profissões de cobrador de impostos e de soldado não eram condenadas em si mesmas – só as práticas antiéticas a elas associadas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 não sou digno de desatar-lhe as correias. Nas escolas rabínicas, o aluno não pagava a seu professor. Exigia-se que ele prestasse serviços, mas não o de desatar as sandálias, que era considerado um trabalho muito servil. João coloca-se em uma posição humilde. Bíblia de Genebra.

batizará … com fogo. O contexto (17) parece exigir o sentido de prova, de julgamento (cf Lc 12.49-53; 1Co 3.13). Bíblia Shedd.

17 Inextinguível. Gr asbesto, um fogo que, pela sua fúria, não pode ser apagado. Bíblia Shedd.

19 Herodes. Antipas, filho de Herodes, o Grande, que matou as crianças de Belém. Bíblia Shedd.

19-20 Herodes Antipas divorciou-se de sua esposa e casou-se com sua sobrinha Herodias, que era também sua cunhada (Mc 6.17, nota). João denunciou este feito escandaloso e Herodes mandou prendê-lo na fortaleza de Maquero, a leste do mar Morto. Bíblia de Genebra.

21 Jesus identificou-se com os pecadores por submeter-se ao batismo deles. Bíblia de Genebra.

estando Ele a orar. Lucas destaca o ensino e a prática da oração por Jesus (5.16; 9.18, 28; 11.1; 22.41-46), o que não só provê um bom exemplo aos Seus discípulos, mas também confirma Sua humanidade (cf Hb 4.15; 5.7). Bíblia Shedd.

38 filho de Deus. No início, o ser humano foi criado à imagem de Deus. Por meio da fé em Jesus Cristo nosso privilégio é ser criados novamente à Sua semelhança. CBASD, vol. 5, p. 796.



LUCAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
14 de junho de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

LUCAS 3 – Sendo sírio de nascimento e grego de fala e cultura, possuindo formação superior, Lucas converteu-se a Cristo e, então, passou a acompanhar a comitiva do convertido apóstolo Paulo, participando ativamente de algumas de suas viagens missionárias (Atos 16:10; 20:6; 27:1; 28:16).

Assim, o dr. Lucas tornou-se ligado intimamente a Paulo, o qual o chamou de “médico amado” (Colossenses 4:14). O apego de Lucas foi tanto pelo apóstolo dos gentios, que, num dos momentos mais difíceis, o apóstolo escreveu: “Somente Lucas está comigo” (II Timóteo 4:11).

Paulo era um teólogo muito culto, e Lucas um doutor também culto. A conversão de ambos foi uma bênção para o cristianismo. Certamente Paulo influenciou muito a Lucas na compreensão de Cristo através das páginas do Antigo Testamento.

Visando fortalecer a fé cristã dos gentios convertidos e suscitar interesse nos descrentes, o evangelho escrito por Lucas revela um Salvador compassivo e terno, acessível a todos, principalmente aos desprezados da sociedade, como mulheres e crianças, pobres e estrangeiros, viúvas e ladrões, publicanos e pecadores de toda espécie.

Após esta introdução, leia o capítulo supracitado; depois considere estes pontos:
• Estando Israel politicamente oprimido por líderes políticos cruéis, pérfidos, traiçoeiros e sem escrúpulos, e eclesiasticamente em desordem, Deus utilizou como porta-voz um pobre homem do deserto após quatro séculos de jejum do dom profético. Sua mensagem era para arrependimento, visando preparar ao povo para a chegada do Messias (vs. 1-13).
• Após apresentado e batizado por Seu precursor João Batista, Jesus recebeu capacitação sobrenatural para iniciar o ministério pelo qual viera ao mundo (vs. 14-22). A Trindade manifestou-Se aos presentes naquela ocasião; Jesus no Jordão, o Espírito Santo veio sobre Ele, e, então ouviu-se a declaração do Pai cumprindo a profecia de Isaías 42:1.
• Após provar Quem era Jesus pela pregação de João Batista, e de atestar Sua credencial pela aprovação de Deus Pai e a capacitação do Espírito Santo, Lucas prova que Jesus é o Messias pela genealogia. Jesus é descendente de Davi, herdeiro do trono; e descendente de Abraão, por meio de quem toda família da terra seria abençoada; descendente de Adão, Jesus e Deus que Se tornou homem para salvar a humanidade (vs. 23-38).

Como filho de Adão, Jesus veio para salvar ao mundo inteiro. Aceitaremos Sua oferta? – Heber Toth Armí.



LUCAS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
13 de junho de 2021, 1:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO LUCAS 2 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LUCAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LUCAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
13 de junho de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

996 palavras

César Augusto. Otaviano, que adotou o título de Augusto, era sobrinho-neto de Júlio César, que foi assassinado em 44 a.C. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 765.

recenseamento. Usado para serviço militar e cobrança de impostos. Os judeus, no entanto, estavam isentos do serviço militar romano. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 Judéia. A designação greco-romana da parte sul da Palestina, abrangida anteriormente pelo reino de Judá. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Belém. Uns 10 km ao sul de Jerusalém. Davi nasceu ali, cerca de 1.000 anos antes. Bíblia Shedd.

7 não havia lugar. É possível que a grande maioria dos judeus residentes na Palestina naquela época fosse descendente de Judá, Benjamim ou Levi. Por isso, as acomodações por toda a Judeia estavam lotadas. CBASD, vol. 5, p. 767.

viviam nos campos. Considerando todas as evidências a respeito da época do nascimento de Cristo, parece que situar o nascimento no outono [a primavera, no hemisfério sul] preencheria melhor o padrão cronológico do contexto. … Foi só no 4º século da era cristã que o dia 25 de dezembro [inverno, no hemisfério norte] passou a ser observado como aniversário de Cristo. Segundo o calendário juliano, esta era a data do solstício de inverno, quando o Sol se volta em direção ao norte. Nas regiões pagãs, essa época era marcada pelas celebrações festivas, conhecidas pelos romanos como a Saturnália, realizadas em honra a várias divindades solares. Na igreja ocidental é que o nascimento de Cristo foi primeiramente associado ao feriado pagão. CBASD, vol. 5, p. 767.

9 anjo. O anjo é um mensageiro: No Novo Testamento, um “anjo” é comumente um mensageiro sobrenatural de Deus. Bíblia de Genebra.

glória. Do gr. doxa, neste versículo, essencialmente “esplendor”. CBASD, vol. 5, p. 768.

11 vos nasceu … o Salvador. O verdadeiro sentido do Natal é alcançado quando: 1) Jesus torna-se meu Salvador pessoal; 2) Cristo (heb Messias, “ungido”, Mc 1.1n) é meu Rei; e 3) É meu Senhor, o que quer dizer que Ele, Jesus, exerce todo o domínio sobre mim (cf Rm 10.9). Bíblia Shedd.

13 da milícia celestial. “Milícia” é um termo militar e é significativo que um exército anuncie a paz (v. 14). A “paz” é paz com Deus, uma paz que Cristo traria. Bíblia de Genebra.

14 Esse breve hino é chamado Gloria in excelsis Deo, as primeiras palavras da tradução Vulgata latina. Os anjos reconheciam a glória e majestade de Deus, rendendo-Lhe louvores, nas alturas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 Passados os dias da purificação deles [após 40 dias.] … levaram-no a Jerusalém. A ida ao templo ocorreu antes da visita dos magos, porque, depois disso, José e Maria não se atreveriam a visitar Jerusalém. CBASD, vol. 5, p. 770.

Jesus foi circundado no oitavo dia, como prescrevia a lei (Gn 17.12;cf Gl 4.4-5). A necessidade de purificação surge pelo fato de a mãe ser cerimonialmente impura, por sete dias, depois do nascimento de um menino. Por outros trinta e três dias ela devia guardar-se de tocar coisas santas (estes períodos eram dobrados, quando nascia uma filha, Lv 12.1-5). Bíblia de Genebra.

apresentá-Lo ao Senhor. Os primogênitos dos seres humanos e dos animais deviam ser dedicados ao Senhor (cf. v. 23; Êx 12.12,13. Os animais eram sacrificados, mas os seres humanos deviam servir a Deus durante a vida inteira. Os levitas na verdade serviam em lugar de todos os primogênitos masculinos de Israel (v. Num 3.11-13; 8.17, 18). Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 sacrifício. Seu motivo era a remoção da penalidade da morte que jazia sobre todo primogênito (Êx 12 e 13). Cristo, na Sua morte, tomou sobre Si esta penalidade (cf Is 53.6; 2Co 5.21), tornando-Se assim “primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.29).

um par de rolas. Jesus foi criado numa família pobre (Lv 12.8). Bíblia Shedd.

A mãe, … devia ofertar um cordeiro mais uma pomba ou uma rola. Se fosse pobre, sua oferta seria duas pombas ou rolas (Lv 12.6-8). Maria ofereceu a oferta do pobre. Bíblia de Genebra.

25 a consolação. Isto é, a vinda do Messias, que traria a salvação. Bíblia Shedd.

28-30 despedir em paz. Todo aquele que tem uma fé viva e real em Cristo pode morrer em paz (cf 1Jo 1.1 com Gn 15.15). Bíblia Shedd.

29-32 louvou a Deus. Esse hino de Simeão passou a chamar-se Nunc dimittis, as primeiras palavras da Vulgata latina, com o significado: “Agora despede”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

30 a Tua salvação. Esta frase significa que a criança traria a salvação de Deus à humanidade. Bíblia de Genebra.

31,32 todos os povos … luz para revelação aos gentios. Promete que todo o mundo terá oportunidade de conhecer o evangelho (Mt 24.14; Mc 13.10;cf Ap 7.9). Bíblia Shedd.

Lucas, sendo ele mesmo gentio, tomou o cuidado de ressaltar a verdade de que a salvação era oferecida aos gentios (v. 32) e não somente aos judeus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 ruína. Gr ptosis, lit “desmoronamento da casa”. Bíblia Shedd.

35 espada. A figura da espada significa que tudo isto não será sem custo para Maria, quando ela vir seu Filho rejeitado e crucificado. Bíblia de Genebra.

A frase mostra que Maria – e não somente Jesus – sofreria angústia profunda. Trata-se da primeira referência nesse evangelho ao sofrimento e morte de Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

manifestem os pensamentos. Diante do Cristo revelado, uma secreta opinião neutra é impossível. Bíblia Shedd.

39 voltaram para a Galileia. Lucas não menciona a visita dos magos em Belém, nem a jornada ao Egito (Mt 2.1-13). Bíblia Shedd.

42 doze anos. Idade em que o jovem judeu se tornava “filho da lei” e começava a cumprir suas exigências relacionadas com as festas, os jejuns, etc. Bíblia Shedd.

46-48 Na educação judaica dava-se ênfase à discussão de problemas e isso talvez esteja atrás da referência à “Sua inteligência” e às “Suas respostas” (v. 47). Bíblia de Genebra.

49 estar na casa de Meu Pai. Já aos doze anos, Jesus tinha consciência de um relacionamento especial com o Pai Celestial. Os judeus não falavam deste modo, mas diziam “nosso Pai” ou acrescentavam “nos céus”, ou expressões equivalentes. Bíblia de Genebra.

52 crescia. Esta descrição afirma a perfeita humanidade de Jesus. Bíblia Shedd.

Embora Jesus fosse Deus, não há sinal de que possuísse todo o conhecimento e sabedoria desde o começo. Parece ter-se desenvolvido como qualquer outro menino. Bíblia de Estudo NVI Vida.



LUCAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
13 de junho de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

LUCAS 2 – Precisamos dos escritos de Mateus, Marcos e Lucas a fim de possuir um leque maior de informações relevantes sobre nosso Salvador e substituto.

“O Espírito Santo apresenta, sem contradição, por intermédio de três autores humanos diferentes, um único Messias, servo-Salvador, homem-Deus. Cada qual o apresenta sob um aspecto diferente e com um objetivo diferente, mas a apresentação tríplice refere-se à única e mesma pessoa humana-divina” (Marril F. Unger).

Lucas é o único escritor neotestamentário que era gentio. Sua visão do Messias não era a de um judeu. Ele era gentio da Antioquia da Síria escrevendo a outro gentio, Teófilo. Assim, quem não é judeu pode mais facilmente assimilar sua mensagem. Lucas também não foi um dos doze apóstolos que convivera pessoalmente com Jesus. Consequentemente, precisou pesquisar para escrever sobre Ele. Em suas acuradas pesquisas, ele foi além do que os outros evangelistas escreveram.

Assim, o evangelho de Lucas é acadêmico, útil aos universitários e pessoas de intelecto desenvolvido. O Doutor Lucas apresentou Jesus de forma lógica, racional e interessante ao mundo inteiro, inclusive para os brasileiros.

O capítulo em pauta revela-nos verdades importantíssimas:
• Maria e José estavam fora de casa e Jesus nasceu num estábulo primeiramente porque foram convocados para um censo em Belém; depois, porque a cidade estava lotada sem espaço para “retardatários” – devido à gravidez a viagem foi devagar, demorada (vs. 1-7).
• Apesar da simplicidade e da pobreza caracterizando o nascimento do Filho de Deus os anjos cantaram alegremente e anunciaram aos pobres e desprezados pastores que certamente aguardavam com sinceridade e grande expectativa ao Salvador do mundo (vs. 8-20).
• Com oito dias após Seu nascimento, Jesus foi circuncidado – marca do prepúcio do menino judeu. Então, foi levado ao templo para ser apresentado (a oferta de Maria e José revela sua minguada situação financeira); ali, o menino foi bem recebido pelo idoso e piedoso Simeão e a idosa profetiza viúva, Ana (vs. 21-38).
• Jesus cumpriu cada um dos requisitos ritualísticos da religião judaica, e aos doze anos surpreendeu aos doutores de teologia com sua infantil, porém, profunda sabedoria (vs. 39-52).

Lucas é quem mais revela os pormenores dos primeiros anos de Jesus; Ele foi uma criança normal, contudo, perfeita. Ele é exemplo para crianças e adultos. Sigamos Seus passos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



O EVANGELHO DE LUCAS
12 de junho de 2021, 19:27
Filed under: Sem categoria

 

Autor
O consenso antigo e unânime da tradição cristã aponta Lucas como o autor do evangelho que leva seu nome. … Tertuliano (c. 160 – c. 220 d.C.) mencionou Paulo como o “iluminador” de Lucas, isto é, aquele que o encorajou e lhe forneceu grande parte da informação contida nos seus escritos. … Não há evidência que aponte a qualquer outro autor, a não ser Lucas. … O contexto de Colossenses 4:11 a 14 parece indicar que Lucas não era judeu, mas gentio, porque ele não é alistado entre os homens da circuncisão, mas com outros que eram conhecidos como gentios. … Eusébio [História Eclesiástica iii. 4.6] descreve Lucas como “antioquiano por raça e médico por profissão”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 727.

Data
Provavelmente [Lucas] escreveu seu evangelho entre os anos de 64 e 70 d.C. Pouco depois, também escreveu o livro de Atos. Bíblia Shedd.

Estudiosos conservadores geralmente datam o evangelho de Lucas não muito depois de 63 d.C, pelas seguintes razões: O livro, aparentemente, foi escrito antes de Atos (ver At 1:1). O final abrupto de Atos geralmente é considerado uma evidência que este livro foi escrito durante a época do aprisionamento de Paulo em Roma, em aproximadamente 61-63 d.C., possivelmente logo depois de sua chegada naquela cidade. A explicação mais simples para o fim abrupto é que Lucas não escreveu mais porque, na época, não havia mais nada a dizer. É improvável que o julgamento, libertação, nova detenção, condenação e execução de aulo teriam sido omitidos do registro de Atos se esses eventos já tivessem ocorrido na época da composição do livro. CBASD, vol. 5, p. 728.

Análise
O grande tema do Evangelho de Lucas é: Jesus Cristo é o Salvador Divino. … no primeiro anúncio público que Jesus fez referente á Sua missão, ensinou explicitamente que Ele é o Salvador divino de quem falam as Escrituras do Antigo Testamento (4.17-21). … As palavras de Jesus, em 19.10, “o Filho do homem veio buscar e salvar o perdido”, cristalizam a maravilhosa mensagem do evangelho de Lucas. Bíblia Shedd.

Lucas e Atos podem ser considerados como os volumes 1 e 2 de uma obra que apropriadamente poderia ser intitulada “A origem e o desenvolvimento inicial do cristianismo”. CBASD, vol. 5, p. 727.

A história da vida de Jesus na terra é o primeiro volume de uma obra de dois volumes. O segundo volume, Atos dos Apóstolos, continua a impressionante história ao contar a continuação da obra de Jesus pelos Seus seguidores nos anos após Sua ascensão. Andrews Study Bible.

Mateus apresenta Jesus como o grande Mestre, o intérprete da verdade divina. Marcos O apresenta como o Homem de ação e enfatiza Seus milagres como manifestação do poder divino atestando Sua Messianidade. Lucas mostra Jesus em íntimo contato com as necessidades das pessoas, enfatizando o aspecto humano de Sua natureza, e O apresenta como o amigo da humanidade. João apresenta Jesus como o Filho do Deus. CBASD, vol. 5, p. 728.



LUCAS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
12 de junho de 2021, 1:00
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO LUCAS 1 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LUCAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)