Reavivados por Sua Palavra


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5 de junho de 2021, 19:25
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Muito obrigado, Pastor Jobson, Rosana, Maria Eduarda, pastores Heber, Valdecir, Ronaldo, Michelson, Evandro, Weverton e equipe, Luis Uehara e Marcelo! Vocês tem sido incansáveis colaboradores neste projeto!

Que o Senhor faça frutificar cada vez mais este trabalho – iniciado há sete anos (desde abril de 2014) e conduzido por voluntários – que tem como único objetivo estimular a leitura, compreensão e reflexão da Bíblia, a Palavra de Deus, para nos conduzir plenamente a Jesus, projeto que, temos certeza, nasceu no coração dEle!

Que o Senhor nos conceda a bênção de continuarmos até a Segunda Vinda de Jesus, que ela aconteça muito em breve!

Continue conosco, cumprindo o que Deus orientou a Josué no passado:
“Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos pros­perarão e você será bem-sucedido.” Josué 1:8.

[Jeferson Quimelli, criador e administrador do blog]



MARCOS 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
5 de junho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO MARCOS 10Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 10 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MARCOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
5 de junho de 2021, 0:50
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 1074 palavras

2 aproximaram-se dEle para pô-Lo à prova. A pergunta dos fariseus era hostil. João Batista denunciara Herodes Antipas e Herodias pelo divórcio ilícito (v. 6.17, 18) e, por ter feito essa repreensão, foi lançado no cárcere e depois decapitado. Jesus, agora, estava dentro da jurisdição de Herodes, e os fariseus talvez tenham esperado que a resposta de Jesus levasse o tetrarca a prendê-Lo, assim como prendera João Batista. Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 O divórcio jamais contou com a aprovação de Deus, a não ser como o menor entre dois males. Bíblia Shedd.

11-12 O costume judeu dizia que somente o marido poderia dar início ao divórcio, porque o divórcio era parte das leis do direito de propriedade. Tribunais e autoridades não eram envolvidas. Contudo, somente aqui, em Marcos, encontramos uma referência a uma mulher ser capaz de dar início ao divórcio. Esta pode ser uma outra indicação de que a audiência de Marcos seja não judia, muito possivelmente romana. Na lei romana, a mulher também tinha a prerrogativa de se divorciar de seu marido. Andrews Study Bible.

15 como uma criança. O que se compara aqui são a abertura e a receptividade comuns às crianças. O Reino de Deus pode ser recebido somente como dádiva; não pode ser recebido mediante o esforço humano. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O ponto central do texto é que mesmo os pequenos podem ser discípulos de Jesus. Andrews Study Bible.

Jesus apresenta uma criança como modelo para os adultos. A confiança e a amorosa obediência de uma criança representam traços de caráter de grande valor no reino dos Céus. Jesus chama de “pequenas” as crianças que ainda não aprenderam do exemplo negativo dos adultos os pecados da dúvida e da desobediência. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 699.

17 que farei? O rico pensava da perspectiva de acumular atos de justiça para merecer a vida eterna, mas Jesus ensinava que era uma dádiva que deve ser recebida (cf. v. 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 a todas estas coisas eu tenho guardado. Um piedoso e fiel judeu observava todas as 613 leis como listadas nos cinco primeiros livros da Escritura, o Pentateuco. O apóstolo Paulo, que era um fariseu, disse que era inculpável pela observação destes requisitos legais, até ter encontrado a Jesus; então eles se tornaram como lixo em comparação com o dom da justiça que ele recebera de Jesus (Fl 3.4-11). Andrews Study Bible.

21 uma coisa te falta. O amor desse jovem pelas riquezas (v. 22) e a recusa dele em distribuí-las e seguir a Jesus mostram que ele quebrou o maior mandamento de todos: “Amarás, pois, o SENHOR teu Deus, de todo o coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Dt 6.5; cf Mt 22.37). Bíblia de Genebra.

Vá, venda tudo. O problema principal do jovem eram suas riquezas (cf. v. 22), e por isso Jesus lhe recomendou desfazer-se delas. … Ao doar as suas riquezas, o jovem teria eliminado o obstáculo que o impedia de confiar em Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 olhando ao redor. Um quadro vívido descrito por Marcos. Jesus deve ter olhado para os discípulos um após o outro para ver como reagiriam à decisão do jovem rico. CBASD, vol. 5, p. 699.

Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que tem riquezas. A dificuldade não é porque as riquezas sejam um mal em si mesmas e desqualifiquem aqueles que as possuem, mas é porque os ricos são tentados a depender de suas riquezas e podem ser incapazes de admitir que necessitam de Deus. Bíblia de Genebra.

25 camelo … fundo de uma agulha. Um excelente exemplo da linguagem proverbial e vívida de Jesus, aqui expressando a ideia de impossibilidade (v. 27). A sugestão de que havia um pequeno portão chamado de “fundo da agulha”, através do qual os camelos podiam passar sem carga, não tem apoio e minimiza a figura usada por Jesus. Bíblia de Genebra.

26 maravilhados. Os judeus olhavam para as riquezas ganhas honestamente como um sinal da aprovação de Deus. Se os ricos, que tem “todas” as vantagens que poderiam propiciar a seus corações agradarem a Deus, perecem, quem, então, poderia se salvar? Bíblia Shedd.

Os discípulos entenderam o significado do que Jesus disse. Ninguém pode ser salvo por boas obras. Bíblia de Genebra.

28 deixamos. O verbo gr está no aoristo, tipo de ação que revela uma decisão definitiva. Bíblia Shedd.

29 amor. Se a renúncia não for motivada por um grande amor  a Cristo e ao evangelho (necessário à sua divulgação) nada vale (1Co 13.1-3). Bíblia Shedd.

30 cêntuplo. A fraternidade produzida pelo evangelho tornará todos os cristãos em uma grande família (cf At 2.44-47; 4.32-35; Rm 16.13). Bíblia Shedd.

Jesus, tornando a levar à parte os doze, passou a revelar-lhes as coisas que Lhe deveriam vir. Os doze sabiam dos planos em andamento para tirar a vida do Mestre (ver com. de Lc 13:31; cf. Jo 11:7, 8), mas não acreditavam que, por fim, esses esforços teriam êxito (ver Lc 18:34). CBASD, vol. 5, p. 699.

37 direita … esquerda. É notável a ironia; quem acabou ocupando estas posições, na hora do triunfo de Cristo na cruz foram dois ladrões (15.27). Bíblia Shedd.

38 beber o cálice. Um símbolo do Antigo Testamento para expressar sofrimento e ira (Sl 75.8; Is 51.17-22; Jr 25.15; Ez 23.31-34). Bíblia de Genebra.

45 o Filho do Homem veio para … servir e dar a Sua vida em resgate por muitos. Versículo-chave de Marcos. Jesus veio a este mundo como servo … que sofreria e morreria por nossa redenção, como Isaías predisse com clareza (Is 52.13-53.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

muitos. Ver Is 53.12. Nos escritos do Qumran (Manuscritos do Mar Morto) este é um termo para todos os membros da comunidade. Bíblia de Genebra.

46 E foram para Jericó. A cidade do Jericó do NT estava situada a mais ou menos 1,6 km ao sul das ruínas da cidade de Jericó do AT. Herodes, o Grande, havia embelezado a cidade e tinha um palácio de inverno lá. CBASD, vol. 5, p. 700.

51 Mestre. Heb Rabboni, lit. meu grande ou ilustre (senhor, mestre). Nota textual Bíblia de Genebra.

Uma forma aumentada de “Rabi”, título comum para designar um mestre… Ressalta o reconhecimento e submissão à autoridade de Jesus. Bíblia de Genebra.

Esta é o mesma terna expressão que Maria usou quando se dirigiu a Jesus após Sua ressurreição (Jo 20.16). Bartimeu reconheceu Jesus como mais do que um fazedor de milagres. Ele desejou um íntimo relacionamento com Ele. Andrews Study Bible.

que eu torne a ver. Literalmente “recuperar a minha visão”. O texto grego deixa claro que Bartimeu não nasceu cego, mas que se tornou um. CBASD, vol. 5, p. 701.



MARCOS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
5 de junho de 2021, 0:40
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MARCOS 10 – Arrependimento gera conversão, e, conversão leva ao discipulado. Ser discípulo de Cristo deve ser o alvo de cada pecador.

O capítulo em pauta continua o tema do discipulado. Jesus não quer meros crentes esquentadores de bancos no templo, não quer crentes inativos. Ao contrário, Ele quer seguidores que infiltrem os princípios do reino de Deus na cultura mundana.

Avance com oração:

1. Ao armar uma armadilha com o tema “divórcio” para que Jesus caísse nela, os fariseus foram surpreendidos pela resposta dEle (vs. 1-12):
a) O casamento é uma instituição divina, o divórcio uma instituição humana;
b) O divórcio não é princípio divino, foi permitido devido à dureza do coração pecaminoso;
c) O divórcio conspira contra os planos divinos para a felicidade humana. O plano de Deus para o casamento é que ele seja…
• …Heterossexual;
• …Monogâmico;
• …Monossomático;
• …Indissolúvel.

2. Jesus não apenas aceita as crianças que anseiam aproximar-se dEle, mas também as abençoa. Além disso, Jesus valeu-se delas para ensinar pecadores o caminho para entrada no reino de Deus (vs. 13-16).

3. Além de reformular o relacionamento conjugal, o tratamento com as crianças (filhos), o discipulado atinge a forma de lidar com os bens materiais (vs. 17-31).
• “O problema do homem rico não era a riqueza em si, mas o fato de não entender que somente Deus – e não a riqueza – era bom, e que o chamado radical de Deus para ser discípulo era para o seu bem. Apenas a confiança radical na bondade de Deus torna possível abandonar a riqueza e seguir a Jesus no caminho da cruz. Essa confiança absoluta na bondade de Deus, um pré-requisito para a entrada no reino, é impossível sem a ação da graça na vida da pessoa (10.24-27). E Deus fez o impossível na conversão, reorganizando radicalmente os valores da pessoa. Aos que deixaram tudo para segui-lo, como Pedro, Jesus promete recompensa – e perseguição (10.28-30)” (Christopher L. Church).

4. Discipulado passa pela humildade, não pela ambição. Como Jesus, Seus discípulos devem experimentar a cruz antes de entrar na glória (vs. 32-45).

5. O discurso de Jesus sobre discipulado começa e termina com cura de cegos. O último enxergava pela fé (vs. 46-52) – é o que Jesus espera de nós!

Permitamos ser curados da cegueira espiritual! – Heber Toth Armí.



MARCOS 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
4 de junho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO MARCOS 9Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MARCOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MARCOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
4 de junho de 2021, 0:50
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1901 palavras

1 alguns há que, de maneira nenhuma, passarão pela morte. A ligação entre  as duas seções da narrativa [a cruz e a transfiguração] parece excluir a possibilidade de que Jesus aqui tenha se referido a qualquer coisa, a não ser a transfiguração, que foi uma demonstração em miniatura do reino da glória. Sem dúvida, Pedro entendeu assim (ver 2Pe 1:16-18). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 159.

Cf Mt 16.28n; Lc 9.27n. É possível que Marcos estivesse ligando esta profecia, a respeito da vinda do reino, com o acontecimento da transfiguração. Bíblia Shedd.

É mais provável que a referência seja ao texto que segue que descreve a transfiguração. Andrews Study Bible.

transfigurado. Uma transformação de Jesus em uma figura divina, fora deste mundo. Andrews Study Bible.

sobremodo brancas. Roupas brancas denotam status celestial (Mc 6.5) ou pureza e dignidade (Ap 3:4, 18). Andrews Study Bible.

tabernáculos (NKJV). No gr. “tendas”. Pedro poderia estar pensando na Festa dos Tabernáculos, quando os judeus habitavam uma vez por ano em barracas por uma semana (Lv 23:39-43). Mas ele podia estar se referindo a Êx 29:42, que fala de Deus se encontrando e se comunicando com Seu povo através do tabernáculo (ver tb Êx  40:34-35). Andrews Study Bible.

Seja como for, parecia muito desejoso de ver naquele instante o cumprimento da glória prometida, antes dos sofrimentos que Jesus declarara necessários. Bíblia de Estudo NVI Vida.

a Ele ouvi. Baseado no significado forte de Dt 18.15, deve-se entender como”ouvi e obedecei”. Bíblia Shedd.

10 perguntando o que significaria “ressuscitar dos mortos” (NVI). Como judeus, conheciam bem a doutrina da ressurreição; o que os deixava perplexos era a ressurreição do Filho do Homem, porque a teologia deles não comportava um Messias que sofresse e morresse. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Não entenderam como Jesus ia ressurgir antes da ressurreição geral dos justos. Bíblia Shedd.

… os discípulos ficaram impressionados com a declaração de Cristo de que ressuscitaria dos mortos. No entanto, eles não podiam compreender a ideia de um Messias sofredor. Ainda estavam cegos pelo conceito popular do Messias como poderoso conquistador (ver com. de Lc 4:19). CBASD, vol. 5, p. 691.

A teologia judaica não previa um Messias sofredor, muito menos um que iria morrer. Não havia lugar para um Filho do Homem ressuscitado. Andrews Study Bible.

12 restaurará. A obra de restauração do culto a Deus foi realizada por Elias principalmente no monte Carmelo. João Batista, como Elias, veio reiniciar uma total restauração, obra essa que Jesus veio consumar. Bíblia Shedd.

14 os escribas discutiam com eles. Ou seja, eles os interrogavam, como o contexto deixa claro. A atitude dos escribas era hostil. … Nesta ocasião, eles procuravam expor Jesus e os discípulos como impostores, explorando o fato de que ali estava um demônio diante do qual os discípulos era impotentes (cf. DTN, 427). CBASD, vol. 5, p. 691.

15 toda a multidão, ao ver Jesus, tomada de surpresa. A razão da surpresa com a aproximação de Jesus, possivelmente, seja melhor explicada como a reação da multidão diante dos traços de glória que sem dúvida permaneceram na face dos que testemunharam a transfiguração (cf. Êx 34:29-35; DTN, 427). CBASD, vol. 5, p. 691.

16 Ele interpelou os escribas. Os escribas podem ter ficado em silêncio ao Jesus se aproximar. Sem dúvida, o clima tenso que prevalecia e que era derivado da própria presença dos escribas tornou evidente que eles estiveram ridicularizando os nove discípulos. … Uma vez que eles foram silenciados e contrariados por Jesus quando se esforçaram por desacreditá-Lo anteriormente, os escribas se retiraram do debate. CBASD, vol. 5, p. 691.

19 Ó geração incrédula. Isto é, “sem fé” ou “descrente. … Não é provável que Jesus Se referisse ao pai do menino possuído pelo demônio quando disse estas palavras, pois a fé do pai não era o único obstáculo no caminho da cura de seu filho. Uma vez que os próprios discípulos, principalmente , estavam em falta (ver com. de Mc 9:29), pode ser que o Salvador os tivesse em mente. Mas Ele não desejava censurá-los em público, portanto, não faria deles o objeto imediato de Suas observações. No entanto, se os discípulos estavam “descrentes”, quanto mais a multidão? CBASD, vol. 5, p. 692.

29 Esta casta. Os escribas tinham atribuído o desamparo dos nove discípulos a um suposto poder superior daquele demônio, afirmando que a autoridade de Jesus estava limitada a demônios menos poderosos (cf. DTN, 427). O verdadeiro problema, porém, não estava no poder do demônio, mas na impotência espiritual dos discípulos. CBASD, vol. 5, p. 693.

senão por meio de oração. Cristo não se referia à oração feita em relação à expulsão de demônios. Ele não estava falando da oração momentânea, mas de uma vida impulsionada pela oração. Durante a transfiguração, os nove discípulos [que ficaram] haviam dado lugar a desânimos e queixas pessoais, com espírito de ciúmes devido ao favor mostrado a seus companheiros ausentes (Pedro, Tiago e João; ver DTN, 431). A condição mental e espiritual deles tornou impossível que Deus operasse por seu intermédio. CBASD, vol. 5, p. 693.

e jejum. A evidência textual favorece a omissão … desta palavra, entre colchetes na ARA. CBASD, vol. 5, p. 693.

32 Eles, contudo, não compreendiam. Apesar de tudo que Jesus tinha dito, em linguagem simples …, os discípulos ainda não compreendiam… A principal razão pela qual não conseguiam entender é que eles não queriam aceitar ser necessário que o Messias sofresse e morresse… Essa ideia era um desafio às suas opiniões preconcebidas sobre o Messias… Eles esperavam que, afinal, Cristo reinaria como um príncipe temporal e não estavam dispostos a abandonar as expectativas entusiásticas da honra que eles esperavam compartilhar com Ele quando o tempo chegasse. CBASD, vol. 5, p. 694.

temiam interrogá-Lo. Cientes de que compartilhavam do ponto de vista havia pouco apresentado por Pedro e de que, se falassem naquele momento, seria apenas para expressar os mesmos pensamentos …, permaneceram em silêncio. De acordo com Mateus 17:23, eles estavam “muito tristes” (NTLH), isto é, “muito angustiados”. CBASD, vol. 5, p. 694.

35 Se alguém quer ser o primeiro. Aqui, Jesus chega ao centro do problema, cada um dos doze desejava ser o “primeiro” no reino. Todos esperavam que o Senhor assumisse o poder … Esqueceram-se de que a verdadeira grandeza consiste na renúncia ao poder como um objetivo de vida. … O reino dos céus é essencialmente uma questão de prestar serviço a Deus e aos semelhantes, não de receber isso deles. … O maior é aquele que ama mais a Deus e aos semelhantes e que melhor os serve. CBASD, vol. 5, p. 694.

38 vimos um homem. O fato de o incidente aqui referido envolver apenas João e Tiago sugere a possibilidade de que tenha ocorrido durante a terceira viagem pela Galileia, quando os dois irmãos haviam saído juntos. CBASD, vol. 5, p. 694.

o qual não nos segue. Não se tratava de um dos discípulos regulares, reconhecidos por Jesus. CBASD, vol. 5, p. 694.

não era um dos nossos (NVI). Parece que o homem tinha fé em Cristo sem, porém, fazer parte do grupo exclusivo dos Doze. Mesmo assim, agia em nome de Jesus e conseguira fazer o que os discípulos, pelo menos numa ocasião, não haviam conseguido (cf. v. 14-18, 28). Bíblia de Estudo NVI Vida.

e nós lhe proibimos. Ou, “nós o impedimos”. … Na ocasião aqui relatada, eles justificaram sua conduta com base na preocupação deles com a honra de seu Mestre; na realidade, a preocupação com sua própria honra havia motivado a ação (ver DTN, 437). Eles repreenderam o homem por fazer o que eles julgavam ter o direito exclusivo de fazer. … Eles eram zelosos no cumprimento das ordens que lhes foram dadas, mas não tinham o direito de dar ordens aos outros. É a maldade que leva líderes religiosos a pensar que é seu dever coagir outros ao padrão de conduta e crença que eles entendem como o correto. CBASD, vol. 5, p. 695.

39 não lho proibais. Isto é, deixem de impedi-lo. Não temos o direito de forçar as pessoas a estar de acordo com as nossas ideias e opiniões, ou a seguir os nossos métodos de trabalho. CBASD, vol. 5, p. 695.

A visão de discipulado de Jesus era mais ampla e inclusiva do que a estreita e sectária de Seus discípulos. Porque o outro exorcista não fazia parte do círculo mais íntimo dos discípulos de Jesus não significava que ele não era apoiador e discípulo. O discipulado inclui todos que com professam a Jesus com fé. Andrews Study Bible.

40 não é contra nós. Se o homem que Tiago e João repreenderam fora encontrado fazendo o mesmo trabalho que Jesus fazia, e realizava isso em nome de Jesus, era porque Deus trabalhava com e por meio dele. CBASD, vol. 5, p. 695.

41 porque sois de Cristo. … dar um copo de água em nome de Cristo é dá-lo “porque sois de Cristo”. … O caráter da ação é determinado pelo motivo que a determina. CBASD, vol. 5, p. 398, 695.

43 corte-a (NVI). Como no exemplo da pedra de moinho, Jesus não está sendo literal aqui. Andrews Study Bible.

44, 46 Não lhes morre o verme. A evidência textual apoia … a omissão dos vs. 44 e 46, como tendo sido inseridos em repetição ao v. 48. CBASD, vol. 5, p. 695.

Estes vv não constam nos melhores manuscritos. Bíblia Shedd.

48 verme. Do gr. skolex, “larva” ou “verme”. A ilustração de “o verme não morrer não é uma indicação de uma alma que não pode ser aniquilada, mas é símbolo da corrupção que não pode ser removida” (H. D. A. Major, T. W. Manson, e C. J. Wright, The Mission ant the Message of Jesus, p. 123). No v. 43, “vida” é mostrada em contraste com “o fogo que nunca se apaga”. Em muitas passagens das Escrituras, “vida eterna” se contrasta com a “morte” (ver Rm 6:23). em João 3:16, o contraste é entre “vida eterna” e “perecer”. É óbvio que Jesus pretendia, aqui, o mesmo contraste. “O fogo que nunca se apaga” (ARC) está paralelo a “seu verme não morre” (NVI), sendo uma expressão equivalente. Contudo, parece incoerente que as larvas continuassem seu trabalho na presença do fogo. Mas não há nada na palavra skolex, “verme”, que, mesmo remotamente, justifique a explicação que compara o “verme” à “alma” (ver com. de Is 66.24), abordagem defendida por muitos comentaristas, ao refletir sua própria compreensão sobre o estado da morte. CBASD, vol. 5, p. 695, 696.

50 sal. Utilizado tanto para preservar alimentos quanto para dar sabor. … Ter o “sal” ou o sabor do evangelho é um chamado a viver em paz (e aceitar todos os demais discípulos, como ilustrado nos vv. 39-42). Andrews Study Bible.

O sal é agente de preservação… O fogo pode ser considerado como agente purificador ou como símbolo do juízo final (ver com. de Mt 3:10). … Ser “salgado com fogo”, provavelmente, signifique que “cada um” passará pelo fogo da aflição e da purificação nesta vida (ver com. de Jó 23:10) ou pelo fogo do último dia. O fogo removerá as impurezas da vida presente ou destruirá a própria vida no último dia. O sal preservará o que é bom (ver com. de Mt 9:50). CBASD, vol. 5, p. 696.

Pois todas as pessoas serão purificadas pelo fogo, assim como os sacrifícios são purificados pelo sal (NTLH. ARC: cada sacrifício). No ritual do antigo santuário, o sal era adicionado a todos os sacrifício (ver com. de Lv 2:13). Seu uso significava que somente a justiça de Cristo pode tornar a oferta aceitável a Deus (cf. DTN, 439). CBASD, vol. 5, p. 696.

50 Tende sal em vós mesmos. Se os discípulos tivessem o “sal da aliança” (Lv 2:13), este reprimiria as tendências impróprias que os levaram a discutir sobre quem seria o maior no reino dos Céus. CBASD, vol. 5, p. 696.

paz. Um clímax apropriado para o discurso, uma admoestação para reprimir outro argumento sobre o assunto e uma advertência contra a inveja e o espírito de rivalidade. CBASD, vol. 5, p. 691.



MARCOS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
4 de junho de 2021, 0:40
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MARCOS 9 – Ser discípulo do Messias é a essência do cristianismo bíblico. Observe:

1. A transfiguração de Jesus foi um antegozo do reino de Deus vindo com poder. Sua aparência completamente transformada permitiu que os três discípulos tivessem o privilégio de um lampejo de Sua glória (vs. 1-8). O discipulado cristão é uma experiência na presença da glória divina que resulta em transformação humana.

2. O exorcismo eficiente diante de um exorcismo impotente dos discípulos de Cristo ensina-nos preciosas lições, porém, parece que a lição principal é que a paciência de Jesus com a lentidão espiritual dos Seus servos tem limites; é preciso tempo com Deus antes de obter vitória sobre o mundo espiritual da maldade, e isso é um assunto importante e urgente (vs. 14-29).

3. Muitas coisas que os discípulos veem o Messias fazendo e falando geram questionamentos, indagações e até discussões devido a incompreensões (vs. 9-13, 30-34). Contudo, Jesus trabalha a mente e o comportamento de Seus discípulos:
a) Pensando que o reino de Deus envolvia poder e status, os discípulos precisam aprender que a humildade e submissão a Deus e a Cristo conduzem ao caminho para o reino celestial (vs. 33-37).
b) Pensando em exclusividade e orgulho por seguirem a Jesus os discípulos precisavam aprender tolerância e amor para com aqueles que fazem a obra de Cristo mas pertence a um grupo diferente (vs. 38-41).
c) Pensando que não importa aos outros as próprias atitudes, os discípulos de Jesus devem conhecer as consequências por fazer tropeçar em vez de encorajar as pessoas a seguirem a Cristo. É melhor ser bênção que pedra de tropeço (vs. 42-48).
d) Os discípulos de Cristo devem pensar em ser sal na sociedade. Ter sal em si mesmo é um apelo a viver conforme o ideal de Cristo; isso significa ser um exemplo vivo aos moribundos do pecado (vs. 49-50).

O capítulo apresenta discussões entre os discípulos, mas Jesus encerra mostrando que discussões e rivalidades ameaçam o caráter do cristianismo. Viver em paz e harmonia entre si é como o sal para temperar a sociedade insípida.

Desavenças, divisões, mania de grandeza e ambições roubam a credibilidade do evangelho na sociedade. Entretanto, um grupo de crentes unidos é um poderoso testemunho em favor de Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
3 de junho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO MARCOS 8Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 8– COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MARCOS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
3 de junho de 2021, 0:50
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453 palavras

2 três dias. A importância do ensino do Mestre foi reconhecido pelo povo. Bíblia Shedd.

11 sinal do céu. Como Elias demonstrou no monte Carmelo (1Rs 18.20-40). Bíblia Shedd.

12 suspirando profundamente (ARC). Um detalhe mencionado apenas por Marcos. Jesus estava decepcionado com a lentidão do povo para compreender a verdade espiritual. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 687.

15 fermento. Os judeus, seguindo o mandamento de Deus (Êx 13.7), evitam o uso de toda levedura na semana imediatamente após a Páscoa. Bíblia Shedd.

fermento de Herodes. Ou seja, a má influência de Herodes, particularmente seu mundanismo e caráter irresoluto. CBASD, vol. 5, p. 687.

23 Levou-o para fora. Provavelmente havia pelo menos duas razões para isto: (1) evitar a publicidade e (2) ajudar o cego a se concentrar e compreender o que Cristo estava prestes a fazer por ele (cf. com. de Mc 5:37, 40; 7:33). Jesus parece ter realizado comparativamente poucos milagres durante Seu ministério público e, na maioria dos casos, Ele estava cercado por pessoas, em grande medida, pagãs. CBASD, vol. 5, p. 688.

24 Os homens … como árvores. Este é o único caso registrado em que Jesus realizou a cura em duas etapas. Não há uma razão evidente para o uso deste método. No entanto, deve-se notar que, quando a visão foi parcialmente restaurada ao homem, sua fé aumentou e ele estava pronto a acreditar que Jesus poderia curá-lo completamente (ver com. do v. 23). CBASD, vol. 5, p. 688.

26 Na aldeia. Ou seja, Betsaida (ver com. do v. 22). Aparentemente, a casa do homem não era nesta cidade, na qual Jesus lhe disse para não entrar. Essa restrição se destinava a impedir que a notícia do milagre se espalhasse e, assim, auxiliaria Jesus em Sua intenção de garantir a discrição (ver com. do v. 22). CBASD, vol. 5, p. 688.

27 Com a confissão de Pedro começa a segunda metade de Marcos. Não mais Jesus dirige ensinamentos para as multidões, mas aos discípulos. Começam a ser dados avisos referentes a Sua morte, como também à ressurreição. Bíblia Shedd.

33. coisas de Deus. A frase significa “adotar o lado de Deus”, “comprometer-se com a causa de Deus”. Só Deus compreende realmente a profundidade do problema do pecado, como também a única solução. Bíblia Shedd.

34 negue-se a si mesmo. Impedir que o eu seja o centro da sua vida e dos seus atos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

36 alma. Uma metáfora para a vida eterna … Jesus desafia os discípulos que pretendem segui-Lo a não ter como foco a vida presente e o sofrimento que vem com ela. Perder esta vida não é nada comparado à perda da vida eterna. Andrews Study Bible.

38 na glória. Uma referência à segunda vinda de Cristo (ver com. de Mt 35:31), da qual o evento seguinte, a transfiguração, foi uma demonstração em miniatura (ver com. de Mt 16:28). CBASD, vol. 5, p. 688.



MARCOS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
3 de junho de 2021, 0:40
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MARCOS 8 – Seguir a Jesus tem seus desafios, inclusive sofrimentos; porém, não segui-lO resulta em consequências irreversíveis. Ele é a única solução para os dilemas do coração, a única esperança sólida para o desespero causado pela morte.

Observe estes tópicos extraídos dos 38 versículos do capítulo em pauta:
• Jesus é movido de compaixão ao observar uma multidão de pecadores e Sua motivação O impulsiona a ajudar a cada uma das pessoas que carecem de auxílio. Ele fez o milagre da multiplicação de pães e peixes novamente (ver Marcos 6:32-44) e deixou Seus discípulos perplexos (vs. 1-9).
• Jesus Se preocupa com os pecadores, principalmente quando Ele investe tanto neles, mas eles teimam em suas próprias filosofias. Após ter Se afastado da Galileia, Jesus retornou; ao encontrar-Se com os líderes religiosos, estes aproveitaram para Lhe pedir um sinal (as duas multiplicações e outros milagres ainda não eram suficientes). Mas Jesus despreza a fé que depende de sinais. Os discípulos também tinham tendência para a incredulidade e hipocrisia, mas era mais fácil lidar com eles do que com os líderes eclesiásticos – evidentemente, Jesus Se preocupe com todos os hipócritas (vs. 10-21).
• Jesus curou literalmente a um cego logo após tratar com a incredulidade dos fariseus e dos discípulos. Esta história real ilustra teologicamente a cegueira espiritual que Jesus anseia curar dos pecadores cegados pelo orgulho e por Suas ideologias que impedem de ver a realidade nua e crua do pecador e de Sua necessidade de um Salvador (vs. 22-33).
• Jesus pregou que o caminho para a nossa salvação é Ele passar pela cruz; todavia, inclui uma assimilação nossa com Sua experiência. Para tornarmo-nos Seus discípulos devemos tomar também nossa cruz, assim deixamos de viver para nós mesmos a fim de entregarmo-nos inteiramente a Ele, passando a viver exclusivamente por Ele e para Ele. Embora possa haver desafios assombrosos, o resultado será glorioso (vs. 34-38).

Jesus quer nos salvar, por mais cabeça-dura que sejamos. Ele investe, e, ao ser rejeitado, Se afasta. Mas, depois volta, investe novamente, embora o resultado seja negativo de novo (vs. 11-12). Ele Se retira, e deixa-os refletindo (v. 13).

Jesus aproveita toda oportunidade para elevar os conceitos dos pecadores. Ele usa exemplos e faz uso de perguntas retóricas (vs. 14-21). Como reagiremos? Positivamente? – Heber Toth Armí.