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TEXTO BÍBLICO MARCOS 13 – Primeiro leia a Bíblia
MARCOS 13 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
MARCOS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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968 palavras
1-37 Este capítulo em Marcos, como seus paralelos (Mt 24, Lc 21), tem sido um desafio aos intérpretes ao longo dos séculos. Está Jesus falando sobre a queda de Jerusalém em 70 d.C., ou sobre os eventos precedentes à Segunda Vinda, ou uma combinação dos dois? Muitos estudantes dos Evangelhos acreditam que esta passagem combina os dois eventos, constituindo os eventos relacionados à queda de Jerusalém uma prefiguração do que acontecerá no retorno de Cristo. Andrews Study Bible.
1 Este capítulo que se inicia, chamado por alguns de “o pequeno Apocalipse”, recebe uma boa ampliação em Mt 24 e Lc 21 e no Apocalipse. Isto se deve ao fato de as verdades aqui reveladas não nos foram dadas para responder a todas as perguntas acerca do futuro, mas para encorajar os crentes a resistir ao mal, ficar firmes na perseguição e esperar sempre em Cristo. Bíblia Shedd.
Este capítulo … faz predições em três áreas: a próxima destruição do templo (vs 1-4); futuras perseguições (vs. 5-25) e a vinda do Filho do Homem (vs. 26-37). Bíblia de Genebra.
Que pedras enormes! (NVI). Segundo Josefo (Antiguidades, 15.11.3), eram brancas, e algumas delas tinham 11,5 metros de comprimento, 3,7 de altura e 5,5 de largura. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 não ficará pedra sobre pedra. Jerusalém foi saqueada e o templo foi queimado e destruído no ano de 79 d.C. por Tito, general romano (depois feito imperador). O Arco de Tito, comemorando a sua vitória, ainda existe em Roma. Bíblia de Genebra.
4 quando sucederão estas coisas. A pergunta dos discípulos tem em vista a destruição do templo. A resposta de Jesus parece incluir tanto este evento específico como o tempo que conduz à vinda do Filho do Homem (v. 26; cf Mt 24.3). Os eventos em torno da destruição do templo parecem anteceder e tipificar aqueles momentos associados à segunda vinda. Bíblia de Genebra.
que sinal haverá. Jesus deixa claro que perturbações como guerras e desastres não são os “sinais” ou indicadores do tempo em que Ele retornará. Eles não nos dizem quando Ele voltará, mas que Ele voltará. Andrews Study Bible.
5 Vede. Vigiai! Esteja alerta! Esteja de guarda! O maior foco deste capítulo. Existe o perigo da decepção e o perigo da complacência. Andrews Study Bible.
6 Muito virão. No ano 130 d.C., Bar Kochba – líder de uma rebelião judaica contra os romanos – reivindicava ser o Messias e era aceito como tal por seus seguidores, e a lista (de supostos messias) tem crescido desde então. Bíblia de Genebra.
Sou eu. Esta expressão é também o nome de Deus (Êx. 3.14) e é o título escolhido por Jesus (Jo 8.28, 58). Bíblia de Genebra.
9-13 Perseguições aguardam àqueles que se lançam à proclamação do evangelho em todo o mundo (v. 10). Bíblia Shedd.
9 tribunais. Sem dúvida, uma referência ao sinédrio local, ou tribunais, que se reuniam nas diversas sinagogas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 713.
açoitados. A infração dos regulamentos judaicos era sujeita ao castigo com açoites, sendo a pena máxima 39 açoites (v. 2Co 11.23, 24). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 é necessário que o evangelho seja primeiro pregado a todas as nações. Perturbações e desastres acontecerão até que Jesus retorne. Mas nenhum destes é um indicador que Ele está próximo de chegar. O único indicador é que o evangelho será pregado a todas as nações. Mas somente saberá quando este sinal estiver cumprido. Andrews Study Bible.
nações. Gr ethne “gentios”, “nações”. Os gentios ouvirão o evangelho, e não apenas os judeus (cf Ap 7). Não há, entretanto, a mínima indicação relativa à eficiência da pregação, nenhuma sugestão de que o mundo se tornará cada vez mais cristão. Bíblia Shedd.
11. não vos preocupeis. Isto é, “não andeis ansiosos”. CBASD, vol. 5, p. 713.
13 perseverar até o fim. Esta afirmação pode também significar o fim da vida de cada pessoa. Bíblia de Genebra.
será salvo. Não da perseguição mas do juízo divino. Bíblia Shedd.
Esta perseverança não é para merecer a salvação, mas é a prova de que a verdadeira salvação, em certo sentido, já aconteceu (Rm 8.24). Bíblia de Genebra.
14 abominável da desolação. … a destruição de Jerusalém que aconteceu em 70 d.C. [cf. nota em Mt 24:15]. Andrews Study Bible.
fujam para os montes. Quando os romanos, em sua marcha para Jerusalém, no ano 69 d.C., saquearam Qumran, os membros desta comunidade esconderam seus manuscritos em cavernas, no alto das montanhas, acima do mar Morto. Eusébio, historiador da igreja, no século IV, afirma que os cristãos deixaram Jerusalém, naquele tempo, e fundaram a igreja em Pella, a leste do Jordão, cerca de 78 km ao norte de Jerusalém. Bíblia de Genebra.
18 no inverno. A estação em que as densas chuvas deixavam os riachos transbordantes e impossíveis de ser atravessados, de modo que muitos seriam impedidos de alcançar um lugar de refúgio. Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 aqueles dias serão de tamanha tribulação. Este e os versos precedentes parecem ser referências à queda de Jerusalém, em 70 d.C. Contudo, a perseguição ao povo de Deus continua da tribulação do período de 1.260 anos (Ap 13:24-27). Logo antes da volta de Jesus o mal alcançará o seu auge, como nos dias de Noé (Gn 6:1-7). Andrews Study Bible.
21 Cristo. Literalmente, o Messias. A palavra é usada aqui como um título e não como um nome pessoal. CBASD, vol. 5, p. 713.
24-26 A ênfase, aqui, focaliza claramente a segunda vinda do Senhor (cf Dn 7.13). Bíblia Shedd.
25 cairão. Ver com. de Mt 24.29. O texto grego ressalta o sentido de continuidade, como uma chuva de estrelas cadentes (ver com. de Ap 6.13). CBASD, vol. 5, p. 713.
30 esta geração. O cumprimento da promessa das profecias relativas à destruição de Jerusalém foi visto pela geração contemporânea de Jesus. Bíblia Shedd.
34 dá autoridade. Os dons do Espírito capacitam todo crente sincero a servir ao seu Senhor (cf 1Co 12; Rm 12; 1Pe 4.10s). Bíblia Shedd.
35 à tarde, … à meia noite, …ao cantar do galo, … pela manhã. Os quatro termos aqui utilizados se referem às quatro vigílias da noite, de acordo com o sistema romano que se empregava na Palestina. CBASD, vol. 5, p. 713.
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MARCOS 13 – Cristãos não devem ser movidos por curiosidade, mas, sim, pela expectativa. Conhecer o futuro não deve ser considerado tão importante quanto se preparar para os eventos finais. Mais que informação escatológica, cada crente deve ansiar pela transformação do caráter.
Após o conflito com líderes eclesiásticos de Seu tempo, Jesus proclamou Seu último sermão, com um tom profético enfatizando a vigilância no tempo do fim.
• Jesus iniciou desde onde estavam Seus discípulos, por isso despertou-lhes a curiosidade com profecias referentes à destruição do suntuoso templo construído por Herodes; então, eles indagaram: “Quando estas coisas vão acontecer? Que sinal teremos de que tudo caminha para um desfecho?” (vs. 1-4).
• Jesus sacia a curiosidade, mas avança para alertar Seus seguidores quanto à preparação para as adversidades iminentes: enganos, perseguição, decepção, falsa acusação, condenação e morte aos cristãos. A vida cristã não seria parecida a parques de diversões, mas a campos de batalha (vs. 9-13).
• Jesus alerta para a situação do mundo entre Sua ascensão aos Céus e Sua segunda vinda à Terra (vs. 14-27). O abominável da desolação é sinal para não permanecer onde e como está. A abominação desoladora refere-se imediatamente à destruição de Jerusalém por Tito Vespasiano no ano 70 d.C. Profecia dada por Daniel em Babilônia (Dn 9:26-27). Contudo, “os eventos relativos à queda de Jerusalém seriam uma prefiguração do que acontecerá por ocasião do retorno de Cristo” (Bíblia de Estudo Andrews).
Sobre “a tamanha tribulação” (v. 19), além de apontar diretamente para as ações de Roma no ano 70 d.C., também refere-se ao tempo antes do desfecho da história. “A perseguição ao povo de Deus continua na tribulação durante os 1.260 anos (Ap 12:13, 14) até a segunda vinda (Mc 13:24-27). Pouco antes da chegada de Cristo, o mal será predominante, como nos dias de Noé (Gn 6:1-7)” (Bíblia Andrews).
• Após destacar os efeitos cataclísmicos e a glória de Seu retorno à Terra (vs. 24-27), Jesus contou uma parábola objetivando exortar-nos quanto à preparação (vs. 28-36).
Algumas considerações importantes: NÃO…
• …existirá um arrebatamento da igreja para, então salvar Israel.
• …há arrebatamento secreto na profecia de Cristo, nem vinda secreta (somente dos falsos cristos).
• …haverá tratamento diferente entre Israel e a Igreja.
• …consta na profecia sete anos de tribulação.
Estudemos a Palavra para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO MARCOS 12 – Primeiro leia a Bíblia
MARCOS 12 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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1891 palavras
1 entrou Jesus a falar-lhes. Marcos omite as parábolas dos dois filhos e a das bodas. Ambas se encontram em Mateus e Lucas neste contexto. Aparentemente, Marcos escolheu o que mais o impressionou como uma representação das verdades que Cristo procurava ilustrar nessas parábolas finais. CBASD – Comentários Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 708.
lhes. Este pronome, aparentemente, se refere aos principais sacerdotes e escribas, uma vez que concorda com a terceira pessoa do plural (“eles”), no v. 12 (os que buscavam um meio de prendê-Lo). Bíblia de Genebra.
Um homem plantou uma vinha. Esta parábola usa a linguagem do cântico em Is 5:1-2. Nas duas passagens a vinha claramente simboliza Israel. Andrews Study Bible.
lagar. Do gr hupolenion, a vasilha ou recipiente sobre o qual se espremia o suco das uvas. CBASD, vol. 5, p. 708.
2 servos. Frequentemente, um termo para designar os profetas (Êx 14.31; 2Cr 1.3; Is 20.3; Am 3.7). Bíblia de Genebra.
6 Seu Filho amado. É provável que Jesus pensasse nas palavras do Pai por ocasião do Seu batismo [e a transfiguração, Mc 9.7]. CBASD, vol. 5, p. 709.
8. mataram-no e o atiraram para fora. A parábola descreve a rejeição dos líderes judeus a Jesus. Andrews Study Bible.
9 e passará a vinha a outros. Mt 21.43 lê: “Será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos”, sugerindo tanto a comunidade dos discípulos que estavam em torno de Jesus (Lc 22.29-30) quanto a missão dos gentios (Mt 8.11-12; Rm 9.22-26). Bíblia de Genebra.
12 desistindo, retiraram-se. Ver Mt 22:15. Isto é, depois de Jesus ter apresentado a parábola do homem sem a veste nupcial. CBASD, vol. 5, p. 709.
13-17 Esse episódio ocorreu provavelmente na terça-feira da Paixão, num dos átrios do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 fariseus … herodianos. Os fariseus eram nacionalistas religiosos que se opunham à dominação romana do povo judeu. Os herodianos eram provavelmente um grupo político que aprovava a acomodação de Herodes o Grande e de seu sucessor a Roma. Tanto os fariseus quanto os herodianos se opunham a Jesus e O consideravam um ameaça – os primeiros, porque Sua autoridade messiânica não se encaixava com a sua expectativa; os últimos temiam que Ele abalasse a estrutura política através de uma desestabilização do poder de Roma. Andrews Study Bible.
14 tributo. A taxa do censo ou “por cabeça”. Era uma fonte de discussão àquele tempo. Os herodianos a apoiavam; os fariseus não gostavam, mas pagavam; era impopular perante o povo comum; os zelotes se recusavam a pagá-la. Os esforços dos zelotes finalmente levaram à destruição de Jerusalém em 70 d.C. Se Jesus dissesse “sim”, Ele estaria ofendendo às multidões e perderia Sua popularidade. Se tivesse dito “não”, Ele poderia ser acusado de traição perante o poder imperial. Andrews Study Bible.
17 Deem a César o que é de César. Existem obrigações para com o estado que não entram em choque com nossas obrigações para com Deus (v. Rm 13:1-7; 1Tm 2.1-6; Tt 3.1,2; 1Pe 2.13-17). Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 saduceus. Partido aristocrático no judaísmo cujos membros eram ricos, sempre ocupavam a posição de sumo sacerdote, aceitavam somente os cinco livros de Moisés (Gênesis – Deuteronômio: o Pentateuco), e não acreditavam na ressurreição ou em anjos. Andrews Study Bible.
… e rejeitavam categoricamente a tradição oral … Tais crenças colocavam-nos em conflito com os fariseus e a piedade comum judaica. Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 Não provém o vosso erro …? A forma interrogativa em grego significa que Jesus esperava uma resposta afirmativa. CBASD, vol. 5, p. 709
28 um dos escribas … vendo. O escriba escolhido para este complô final dos fariseus a fim de prender Jesus (ver com. de Mt 22:34, 35) parecia ser de coração sincero. Ele foi justo em reconhecer que “Jesus lhe houvera respondido bem”. CBASD, vol. 5, p. 709.
28 qual é o mais importante? Os rabinos judeus contavam 613 estatutos na lei, e procuravam diferenciar entre mandamentos “pesados” (ou “mais importante”) e “leves” (ou “menos importantes”). Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 Ouve, ó Israel. Palavras iniciais da confissão judaica de fé chamada Shema (Dt 6:4). O judeu piedoso a repetia a cada manhã e tarde, afirmando sua crença em um único Deus (monoteísmo). Jesus reafirma isto. Andrews Study Bible.
O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Ver com. de Dt 6:4. A passagem das Escrituras aqui citada tem sido a senha sagrada de Israel através de sua extensa história. Ela reflete a crença distintiva dos judeus no Deus único e verdadeiro, em contraste com os múltiplos deuses das outras nações. Estas palavras eram pronunciadas para iniciar o serviço de oração pela manhã e à tarde no templo, e são uma parte regular das reuniões nas sinagogas até o dia de hoje. CBASD, vol. 5, p. 709.
A unidade do Deus único (fato que nega o politeísmo) implica no Seu absoluto direito sobre toda a Criação em geral, e sobre o homem em particular. … Agostinho proclamou: “Ama a Deus e faze o que queres”, porque o amor purifica as intenções. Bíblia Shedd.
[Nota: A Lei do Thelema, divulgada pelo satanista Alester Crowley – filósofo base da Sociedade Alternativa/Movimento Hippie – prega: “Faze o que queres e cumprirás a lei”. Altera a frase de Agostinho, retirando dela o essencial: o amor a Deus.]
30 de todo o teu entendimento. Jesus expande o texto de Dt 6:5 para incluir o entendimento. Ele chama Seus discípulos a uma religião holística: o coração e a alma (emocional), o entendimento/mente (intelecto) e a força (físico). Andrews Study Bible.
31 Jesus acrescentou ao shema’ o mandamento de Lev 19.18, para demonstrar que o amor ao próximo é o fruto natural e lógico do amor a Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O primeiro e o segundo mandamentos não podem se separar. Bíblia Shedd.
Amarás o teu próximo [vizinho, NJKV] como a ti mesmo. Jesus fala de três objetos de amor: Deus, o próximo e a si mesmo. Se alguém não tem um senso positivo de auto-estima, o amor pelo próximo estará longe do ideal que Deus requer. Andrews Study Bible.
É fato conhecido da psicologia que quem não valoriza a si mesmo não pode valorizar ao seu próximo. Bíblia Shedd.
32 com verdade disseste. O escriba reconheceu que as respostas de Jesus eram precisas e adequadas … e, então, honestamente elogia a Jesus. CBASD, vol. 5, p. 709.
33 holocaustos. Comparar com 1Sm 1:22. Esta admissão voluntária por parte do escriba demonstra sua percepção da importância relativa e do significado do ritual do templo. CBASD, vol. 5, p. 709.
todos os sacrifícios e ofertas (NVI). Sem dúvida, a comparação foi inspirada pelo fato de o debate ter-se dado no átrio do templo (v. 11.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 Não estás longe do reino de Deus. O escriba discernia a verdade (ver v. 33) e sinceramente a reconhecia como verdade (ver v. 32). Ele estava no limiar do reino. CBASD, vol. 5, p. 709.
35 os mestres da lei dizem que o Cristo é filho de Davi. A maioria do povo sabia que o Messias viria da família de Davi. Bíblia de Estudo NVI Vida.
36 O Senhor disse ao meu Senhor (NVI). Deus disse ao Senhor de Davi, i.e., o superior de Davi – em última análise, o Messias (v.nota em Sl 110.1). O propósito da citação era demonstrar que o Messias era mais que descendente de Davi – era Senhor de Davi. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O primeiro “senhor” traduz a palavra Yahweh, enquanto o segundo, o termo Adonai (lit “meu senhor”), ambos do AT. Destaca-se, aqui, a impossibilidade de acontecer que um filho apenas humano seja senhor do seu pai. Davi declara, assim, que o Cristo é divino. Bíblia Shedd.
Disse o Senhor ao meu Senhor (ARA). Esta citação de Sl 110:1 quer deixar claro que o Messias não era meramente um descendente de Davi, mas Ele é o Senhor. Ele existe antes de Davi na Sua origem e é divino. Mas também, de forma paradoxal, Ele é o filho humano de Davi. Esta é a apresentação da teologia de Marcos de Deus Se tornando homem que João apresenta de uma forma diferente no prólogo de seu Evangelho (Jo 1:1-18). Andrews Study Bible.
Jesus mostra que, conquanto o Messias descenda de Davi, sua dignidade real e poder sobrepujam os de Davi, porque Davi se dirige a este Rei, chamando-O de “meu Senhor” 9Sl. 110.1). … Uma tal interpretação clara e fiel das Escrituras é ouvida “alegremente”. Bíblia de Genebra.
38-40 O desafio e as duras palavras de Jesus são reservadas para aqueles que se orgulham de sua piedade e ao mesmo tempo oprimem o socialmente marginal, como o pobre e as viúvas indefesas. Andrews Study Bible.
38 Guardai-vos dos escribas. Marcos apresenta somente um resumo do que foi um discurso bastante longo sobre a hipocrisia dos escriba e fariseus. CBASD, vol. 5, p. 710.
vestes talares (ARA. NVI: roupas especiais). Os mestres da lei usavam túnicas compridas de linho branco que tinham franjas e quase chegavam ao chão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Estas vestes longas chegavam até os pés e faziam parte da vestimenta geralmente usada pelos doutores da lei como uma identificação de sua profissão. CBASD, vol. 5, p. 710.
39 lugares mais importantes nas sinagogas. Referência aos assentos defronte à “arca” que continha os rolos sagrados. Os que se assentavam ali podiam ser vistos na sinagoga por todos os adoradores. Bíblia de Estudo NVI Vida.
41 gazofilácio (ARA). Marcos … se refere aqui … às arcas das ofertas que se encontravam no amplo átrio das mulheres. CBASD, vol. 5, p. 710.
caixas de ofertas (NVI).Localizadas no átrio das mulheres. Tanto homens quanto mulheres tinham permissão de entrar nesse átrio, mas as mulheres não podiam ultrapassá-lo para adentrar o recinto do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
42 viúva pobre. Do gr. ptochos, “mendigo” ou “indigente”. Lucas usa penichros, uma forma poética tardia de penes, que indica aquele que vive apenas com o essencial e precisa trabalhar cada dia a fim de ter alimento para o dia seguinte (cf Lc 21:2). CBASD, vol. 5, p. 710.
moedas. Gr. lepta “finas”. Bíblia Shedd.
… uma moeda de cobre que pesava menos de um grama e valia poucos centavos …. O lepton [singular] era a menor moeda judaica de cobre em circulação. CBASD, vol. 5, p. 710.
quadrante. Do gr kodrantes, que equivale a dois lepta, ou “moedas” … e que equivalia a 1/64 de um denário romano, o salário de um dia no tempo de Cristo … Com frequência se tem dado ênfase à pequenez intrínseca da oferta da viúva, mas se deveria dar mais ênfase à comparativa grandeza de seu sacrifício. CBASD, vol. 5, p. 710.
43 mais do que … todos. Significa que ela deu mais do que todos os doadores ricos juntos. Em realidade, à vista de Deus não é realmente a extensão da dádiva que conta, e sim o motivo que a impulsiona. Deus está interessado na magnitude do amor e da consagração que a dádiva representa, não em seu valor monetário. Esta é a única base que Deus emprega para recompensar as pessoas, como Jesus ilustrou na parábola dos trabalhadores na vinha (ver com. de Mt 20:15). O louvor de Jesus a essa viúva estava baseado no espírito que impulsionou sua oferta. CBASD, vol. 5, p. 710.
44 sobrava. Do gr. perisseuma, que significa “abundância”, mas também “o que sobra” ou “o excesso”. Os ricos tinham dinheiro de sobra;tinham mais do que necessitavam. Eles deram de seu excedente, e isso não lhes custava nada. O valor de suas ofertas em termos de amor e consagração era pequeno ou nada, porque elas não representavam abnegação. CBASD, vol. 5, p. 710.
tudo o que possuía. Uma evidência do máximo amor possível e da consagração a Deus. CBASD, vol. 5, p. 710.
sustento (ARA. NVI: tudo o que possuía para viver). Do gr. bios, “subsistência”. … Com toda segurança, a viúva não sabia de onde proviria sua próxima refeição. CBASD, vol. 5, p. 710.
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MARCOS 12 – Desde Marcos 11:27 até 13:2 o evangelista registra um confronto de Jesus “com a classe dirigente de Jerusalém”, analisa R. T. France.
Na introdução do capítulo em questão Jesus conta uma parábola interessante intentando alcançar líderes eclesiásticos de Seu tempo. Na parábola dos lavradores maus Jesus revela que foi enviado de forma especial aos judeus após Deus ter revelado muita paciência, amor e bondade para com Israel.
Porém, a dureza do coração dos judeus e seus líderes levou-os a rejeitar aos enviados de Deus para solucionar seus problemas e avivar-lhes a esperança (vs. 1-12). Após intentar abrir-lhes os olhos, diferentes opiniões religiosas se uniram ecumenicamente para se opor a Jesus:
1. Primeiramente, o grupo dos fariseus apresentaram suas questões objetivando encurralar Jesus em assuntos de economia e política (vs. 13-17); a sábia e imprevisível resposta dEle fez com que a multidão intensificasse mais a admiração por Sua pessoa.
2. Após os ineficazes ataques intelectuais dos fariseus, os saduceus entraram em cena com o mesmo propósito, mas com estratégia diferente. Eles polemizaram ensinamentos revelados escritos na Torá questionando a ressurreição (vs. 18-27). Mas Jesus expôs publicamente a ignorância estúpida deles mascarada de inteligência.
3. Após surpreender Seus interlocutores envenenados de inveja e ódio, era hora dos escribas entrarem em cena com argumentos mais sutis – mas não menos diabólicos e anti-Cristo. Todavia, num elixir teológico, Jesus elogiou-os, mas declarou que ainda não estavam no reino de Deus: “Não estás longe…” (vs. 28-34). Consequentemente, “ninguém mais ousava interrogá-lO”.
A conclusão do capítulo possui uma censura aos escribas sobre sua arrogante forma de viver, empanturrados de hipocrisia (vs. 38-40); em seguida, Jesus elogiou uma viúva pobre que, diferentemente dos que ofertavam muito das suas sobras, ofertou no Templo todo seu sustento (vs. 41-44).
Interessante, não? Então, fique alerta:
• Sonegar o que é do governo e/ou do que é de Deus significa falhar como cidadão da Terra e também do céu;
• Ser uma pessoa profundamente religiosa, mas desprovida de submissão genuína ao enviado de Deus, é pura perca de tempo;
• Entregar dízimos/ofertas meramente por tradição ou para vangloriar-se é bem diferente da atitude da mulher que arrancou elogios de Jesus.
Você ama a Deus verdadeiramente como a viúva ou parcialmente como os líderes eclesiásticos questionadores de Cristo? – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO MARCOS 11 – Primeiro leia a Bíblia
MARCOS 11 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mc/11
Seguir instruções sem entendê-las totalmente pode ser difícil e às vezes até assustador. Especialmente quando essas instruções têm o potencial de fazer você parecer tolo. Provavelmente, isso foi exatamente o que os discípulos de Jesus estavam pensando enquanto cumpriam as instruções de Jesus ao buscar o jumentinho de um estranho.
Imagine como foi a conversa entre aqueles dois discípulos no caminho para a aldeia onde esse jumentinho supostamente estaria. Posso imaginá-los falando sobre seus sentimentos. Talvez eles tenham se sentido envergonhados, pensando que os outros discípulos estavam zombando deles enquanto partiam para a estranha missão. Talvez tenham falado sobre o medo de alguém lhes perguntar o que estavam fazendo. É possível que tenham sentido vergonha ao imaginarem o dono do jumentinho acusando-os de roubo.
Uma coisa eles sabiam – era sempre melhor seguir as instruções de Jesus. E então, eles foram.
Os sentimentos são bons. Eles são guias que nos ajudam a reconhecer nossa própria orientação em relação aos eventos que acontecem ao nosso redor. Mas os sentimentos não são o nosso senhor. Jesus é o Senhor. E quando somos chamados por nosso Senhor para fazer algo, nossa melhor resposta é obedecer.
Quem sabe… nossa obediência, até mesmo ao mais estranho chamado de Deus, pode resultar em levar outros a reconhecê-LO como o Rei do Universo.
Tye Davis
Pastor, Igreja Adventista de Regensburg, Alemanha
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1214
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1093 palavras
2 ninguém montou. Para cumprir Zc 9.9 e pelo fato que o uso real ou sagrado exigia que o artigo não fosse usado (cf Nm 19.2; Dt 21.3). Bíblia Shedd.
4 do lado de fora. Muitas habitações orientais eram construídas em forma quadrangular, com um pátio aberto no centro. A partir desse pátio havia uma passagem para a rua. De acordo com o costume, o asno e o jumentinho estariam amarrados no pátio em vez de no portão da rua. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 703.
9 Hosana. Uma transliteração das palavras aramaicas ”Oh! Salva-nos, SENHOR” (Sl 118.25). A multidão está gritando frases deste salmo. Bíblia de Genebra.
10 Este verso indica que os peregrinos creram que Jesus era o Messias. Bíblia Shedd.
11 no templo. Este era o centro da vida nacional e religiosa judaica, o lugar natural para o Messias-Rei ser coroado; o primeiro lugar onde Sua autoridade deveria ser reconhecida e de onde deveria sair a convocação oficial para que o povo reconhecesse a Sua soberania (ver vol. 4, p. 14-17). Os sacerdotes e anciãos de Israel deveriam ter sido os primeiros a reconhecer a autoridade do Messias. No entanto, é dito que Ele “veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam”. CBASD, vol. 5, p. 703.
tendo observado tudo. Como o templo era Sua casa, Jesus andou por seus átrios, inspecionando o que era Seu por direito. Porém, aqueles a quem o templo fora confiado tinham se apropriado dele para seus próprios fins egoístas (ver Mt 21:33-39). CBASD, vol. 5, p. 703.
11 saiu para Betânia. Quando a multidão finalmente chegou a Jerusalém já era demasiado tarde e, em vão, procurou a Jesus para que pudesse coroá-Lo como rei (ver DTN, 581). Porém, assim como em ocasiões anteriores, quando Sua missão foi confrontada com uma crise, Jesus passou a noite inteira em oração. CBASD, vol. 5, p. 703.
12 No dia seguinte. Este foi “o dia seguinte”, depois da entrada triunfal …, portanto, uma manhã de segunda-feira. Seguindo uma ordem estritamente cronológica, Marcos registra a purificação do templo (v. 15-19) entre a maldição da figueira (v. 12-14) e a descoberta de que ela havia secado (v. 20-26). Mateus, que frequentemente segue uma ordem temática em vez de cronológica (ver p. 276), narra todo o episódio da figueira estéril como uma unidade, sem mencionar que se passaram umas 24 horas entre a maldição e a descoberta de que a árvore se secara. CBASD, vol. 5, p. 704.
13 com folhas. Uma figueira frondosa prometia frutos bem desenvolvidos, embora não necessariamente maduros. Por outro lado, as árvores sem folhas, como era o caso de outras do pomar, não levantavam falsas expectativas de frutos, portanto não causavam decepção.. Nesta parábola…, a figueira frondosa representava a nação judaica, e as outras árvores, as nações gentílicas. É verdade que os gentios não produziam frutos, porém nada se esperava deles, pois não tinham a pretensão de produzi-los. … Essa figueira precoce, no entanto, tinha folhas que indicavam figos. CBASD, vol. 5, p. 704.
senão folhas. Era uma promessa sem cumprimento. De todos os defeitos, não havia um mais ofensivo do que a hipocrisia (ver com. de Mt 6:2; 23:13). Como a figueira estéril, a religião judaica estava destituída de frutos. Ela estava repleta de forma e cerimônias, mas lhe faltava a verdadeira piedade (ver com. de Mc 7:2, 3; ver col. 4, p. 17-20). CBASD, vol. 5, p. 704.
não era tempo de figos. No clima da Palestina, a primeira colheita de figos geralmente amadurece em junho, e a última, em setembro. O incidente ocorreu perto da Páscoa, provavelmente em abril, portanto, apenas algumas semanas antes da primeira colheita. Embora fosse incomum esperar figos tão prematuros, no entanto, uma árvore cheia de folhas poderia ter frutos prontos a amadurecer. CBASD, vol. 5, p. 704.
14 Nunca jamais. No texto grego, o duplo negativo torna a maldição ainda mais enfática. A esterilidade da árvore representava a improdutividade de Israel, e a maldição, o juízo que Jesus pronunciaria no dia seguinte: “Eis que a vossa casa vos ficará deserta”. CBASD, vol. 5, p. 705.
Nunca jamais coma alguém fruto de ti! Jesus não está tendo um acesso de raiva a respeito da falta de figos. Em vez disso, o episódio é uma demonstração simbólica do Seu desprazer a respeito do templo e sua liderança. Esta é uma parábola encenada de julgamento sobre a estrutura social de Jerusalém. Andrews Study Bible.
15 templo. Isto é, o átrio dos gentios, o átrio mais afastado no complexo de estruturas que cercam o templo propriamente dito. Era a única área em que se permitia a presença dos gentios (cf. v. 17). Bíblia de Genebra.
vendiam e compravam. Somente animais comprados dentro da área do templo, a preços exorbitantes, diga-se de passagem, recebiam o visto de “sem defeito”, que os sacrifícios exigiam. Bíblia Shedd.
16 pelo templo. Ao entrar nos recintos sagrados do templo, as pessoas deviam deixar de lado, como um sinal de reverência, qualquer carga que estivessem conduzindo. Aparentemente, os que levavam cargas estavam usando os átrios do templo como um atalho para evitar um trajeto mais longo. CBASD, vol. 5, p. 705.
17 salteadores. isto é, assaltantes organizados e não apenas ladrões. CBASD, vol. 5, p. 705.
18 A indignação dos sacerdotes é compreensível, uma vez que foram eles e seus chefes, Anás e Caifás, que embolsavam o lucro do comércio no templo. Bíblia Shedd.
20 desde a raiz. Um detalhe observado apenas por Marcos. Este é o único milagre de Jesus que se pode dizer ter causado algum dano. … As circunstâncias em que Jesus fez secar a figueira mostram uma explicação satisfatória de Seu propósito. Nesse mesmo dia, os líderes da nação confirmariam sua decisão de rejeitar a Jesus como o Messias, que, por Sua vez, anunciaria que o Céu os havia rejeitado. CBASD, vol. 5, p. 705.
23 Ergue-te e lança-te no mar. Jesus mesmo nunca moveu montanhas literais, nem pretendia que Seus seguidores vissem qualquer necessidade de fazê-lo. Aqui as montanhas são metáforas das dificuldades. CBASD, vol. 5, p. 706.
24 tudo quanto em oração pedirdes. Esta não é uma ampla garantia de que Deus nos dará tudo que Lhe pedirmos, se tivermos fé. Jesus pediu para que não tivesse que passar pelo sofrimento da cruz, mas não era vontade de Deus remover esta dor (13:36). O contexto da declaração de Jesus sobre “tudo o que pedirdes” é o incidente da figueira e a oposição da liderança de Jerusalém (ver 11:27-33). … o que Ele pode ter desejado assegurar aos discípulos é que mesmo sob oposição, Deus está ao lado deles e lhes concederá sucesso. Andrews Study Bible.
26 se não perdoardes. A falta de vontade de perdoar faz com que Deus não ouça e atenda as orações. CBASD, vol. 5, p. 706
28 Com que autoridade … ? A “autoridades” de Jerusalém procuram expor Jesus como um arrogante, sem nenhum status oficial para agir dentro do templo. Bíblia de Genebra.
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MARCOS 11 – A cegueira espiritual impede as pessoas de enxergarem a verdadeira realidade da existência. Já foi dito que o pior cego é aquele que não quer ver [fisicamente], mas acredito que pior que isso é negar-se a enxergar a realidade através da fé.
Leia atentamente o capítulo em pauta. Depois reflita:
• Jesus entrou em Jerusalém atraindo o público para Si como o Messias, quando uma multidão de judeus afluía de diversos lugares para celebrarem a Páscoa (vs. 1-11).
• Jesus mostra que não tem qualquer apreço pelo que aparenta uma coisa quando na verdade é outra; a figueira que deveria ter frutos sem tê-los representa o hipócrita que parece servir a Deus, mas seu fruto não condiz com sua profissão de fé (vs. 12-14).
• Jesus apresentou Sua indignação por uma religiosidade de aparência, espiritualidade permeada de formalidade e, por práticas eclesiásticas desprovidas da essência divina quando expulsou os charlatães na purificação do Templo (vs. 15-19).
• Jesus falou do poder da fé genuína, a qual não importa o tamanho, o resultado será extremamente grande como um monte lançando-se ao mar miraculosamente (vs. 20-24).
• Jesus ensinou que antes de pedir perdão a Deus é necessário acertar as diferenças, intrigas e desavenças existentes nos relacionamentos, seja de crentes ou descrentes, de familiares ou não. Do contrário, tal pecador sairá sem perdão (vs. 25-26).
• Jesus foi confrontado pelos líderes religiosos pelo que dizia. Sua autoridade fora questionada, e Suas palavras foram desafiadas. Porém, sem titubear, com humildade e firmeza, Ele silenciou a cada um de Seus opositores (vs. 27-33).
Muitos ensinamentos preciosos, não? Continue…
• Os líderes de Israel tinham pompa de crentes como a figueira sem fruto, mas no fundo eles tinham apenas casca de aparência, estavam destituídos de essência dos verdadeiros servos de Deus. Podemos não enxergar que agimos precisamente assim ainda hoje.
• Talvez nossa atitude levaria Jesus a expulsar-nos de Sua igreja nos dias de hoje como fizeram com os escrupulosos negociadores e cambistas do Templo. Mas, enxergamos isso em nós?
• Será que temos fé para enxergar que o perdão remove multidões de pecados?
• Desejamos enxergar que nossa reconciliação com Deus não passa de ilusão sem reconciliação com nosso próximo?
• A cegueira torna-nos incrédulos, rebeldes, orgulhosos, preconceituosos, arrogantes, desonestos e ignorantes. Portanto, precisamos converter-nos genuinamente!
Reavivemo-nos urgentemente! – Heber Toth Armí.