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TEXTO BÍBLICO HEBREUS 9 – Primeiro leia a Bíblia
HEBREUS 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
HEBREUS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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443 palavras
1 Também tinha. O fato de a primeira aliança ter preceitos é evidência de que a nova também os tem. O autor introduziu o serviço de Cristo como sumo sacerdote e, então, amplia as considerações sobre esse serviço. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 484.
Santuário terrestre. Ou seja, o santuário adaptado para a Terra, o qual está em contraste com o santuário da nova aliança, o “verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem”. CBASD, vol. 7, p. 484.
8 Espírito Santo. O Espírito é o intérprete divino da verdade (Jo 14:26). CBASD, vol. 7, p. 488.
9 Consciência. Do gr. suneidêsis (Rm 2:15). O adorador poderia cumprir as exigências exteriores e ainda não ter paz nem a certeza da aceitação divina. Só mediante a fé pessoal em Cristo ele poderia encontrar essa paz. Mas poucos alcançavam essa experiência superior. CBASD, vol. 7, p. 489.
10 Tempo […] de reforma. Literalmente, “tempo de endireitar”. O sistema levítico era temporário. Suas ordenanças apontavam para a obra do Messias e tinham a intenção de vigorar até que o Messias viesse. A transição do antigo sistema para o novo é chamada de “reforma” por causa da decadência do tema antigo (Ef 2:15). CBASD, vol. 7, p. 490.
12 Seu próprio sangue. A superioridade do ministério de Cristo é ainda mais enfatizada. Depois de afirmar que essa superioridade se destaca por ser realizada num “maior e mais perfeito tabernáculo”, o autor diz que ela se evidencia mediante o sangue envolvido: o do próprio Filho de Deus, em contraste com o sangue de meros animais. CBASD, vol. 7, p. 491.
14 Pelo Espírito eterno. No grego, não há o artigo definido, o que sugere que não é ao Espírito Santo que se refere aqui, mas à própria natureza divina de Cristo, que é eterna. Enquanto Ele estava em Seu estado preexistente e eterno, Cristo Se ofereceu para dar a vida pela humanidade (Ap 13:8). CBASD, vol. 7, p. 492.
16 É necessário. O testamento não tem força alguma, enquanto o testador ainda vive. Para que se torne eficaz, o testador precisa morrer. CBASD, vol. 7, p. 493.
22 Quase todas as coisas. Havia algumas exceções. Algumas coisas eram purificadas com fogo ou água, sem uso de sangue (Nm 19; 31:23, 24). CBASD, vol. 7, p. 493.
26 Para aniquilar […] o pecado. Cristo veio para “[salvar] o Seu povo dos pecados deles” (Mt 1:21). Ele é “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Dn 9:24). CBASD, vol. 7, p. 495.
28 Sem pecado. Isto está em contraste com a frase “para tirar os pecados de muitos”. No primeiro advento, Cristo tomou sobre Si os pecados do mundo. Ele foi feito “pecado por nós, […] para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5:21). Mas a obra que Ele veio fazer pelo pecado estará concluída antes que venha pela segunda vez. CBASD, vol. 7, p. 496.
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HEBREUS 9 – Após Jesus validar a nova aliança (ou novo pacto) não é mais necessário depender da forma da antiga. Pois a nova é superior, por ser a original e real aliança estabelecida por Deus.
O esboço de F. F. Bruce nos ajuda ter uma ideia geral do capítulo:
1. O Santuário sob o antigo pacto (vs. 1-5);
2. Um ritual temporal (vs. 9-10);
3. A redenção eterna de Cristo (vs. 11-14);
4. O Mediador do novo pacto (vs. 15-22);
5. O sacrifício perfeito (vs. 23-28).
O cristianismo surgiu a partir da construção da religião revelada por Deus no Antigo Testamento. Portanto, para entender a nova aliança é essencial entender como funcionava a antiga aliança.
Por isso, o capítulo começa relembrando aspectos da aliança utilizada por Deus com os pecadores por cerca de um século e meio (vs. 1-5). O Santuário, que era copia do modelo do Céu teve sua validade, e seus serviços apontavam para a realidade do que Cristo faria. O Santuário possui dois compartimentos, o Santo e o Santíssimo. Entender estes dois compartimentos nos leva a entender as duas fazes do ministério de Cristo no Céu.
Sendo visto como parábola para o tempo presente, não podemos ignorar o estudo do Santuário nos dias atuais. O Espírito Santo nos guia à verdade por meio deste recurso didático (vs. 6-10).
Sendo que os sacrifícios antigos purificavam cerimonialmente o pecador, mas não satisfazia plenamente os anseios do coração, os pecadores precisam de Cristo para alcançar a plena purificação. Os muitos sacrifícios não equivaliam ao único sacrifício de Cristo, o qual é o único suficiente para o perdão dos pecados (vs. 11-14).
Sendo Cristo, o Mediador da aliança apontada pela antiga, sendo Ele o sacrifício perfeito, a oferta perfeita e o Sumo Sacerdote perfeito, Seu ministério difere do serviço levítico quanto ao lugar e o sangue: O lugar é num Santuário Superior, perfeito; e, o sangue, não é de nenhum animal, é o dEle mesmo. Nos versos 15-28 notamos que isso implica que o sangue de Jesus foi derramado:
• …uma vez por todas;
• …para a remissão dos pecados;
• …para operar a nossa salvação.
Assim que Jesus morreu, um novo testamento entrou em vigor: Muito melhor que o anterior que era apenas sombra/símbolo deste. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO HEBREUS 8 – Primeiro leia a Bíblia
HEBREUS 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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566 palavras.
1 Tal sumo sacerdote. Cristo não é um sumo sacerdote comum, como os do sacerdócio araônico. Eles serviam na Terra (v. 4). Ele atua ao lado do trono de Deus. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 479.
2 Verdadeiro. Do gr. alêihinos, “genuíno”, real”. O santuário terrestre era apenas um tipo do celestial. CBASD, vol. 7, p. 479.
4 Nem mesmo sacerdote seria. As regras do sacerdócio levítico eram aplicadas rigorosamente, e, se Cristo estivesse na Terra, Ele não Se qualificaria. Somente os da tribo de Levi eram elegíveis, e Cristo pertencia à tribo de Judá. Seu sacerdócio era independente e celestial, segundo a ordem de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 479.
6 Ministério tanto mais excelente. Com este versículo, o autor começa a discussão de Cristo como “Mediador de superior aliança”. O argumento para o ministério superior de Cristo é baseado no fato de Ele ser mediador de uma aliança superior estabelecida sobre superiores promessas. CBASD, vol. 7, p. 480.
7 Sem defeito. A implicação é que a antiga aliança continha defeitos. No entanto, a culpa disso estava com as pessoas que a aplicavam mal. A lei, por si só, não aperfeiçoava ninguém. Mas, se corretamente empregada, teria apontado o Salvador e a salvação a todos. Os repetidos apelos dos profetas ao povo para que aceitasse as disposições da aliança eterna não foram atendidos. CBASD, vol. 7, p. 480.
9 não segundo a aliança que fiz com seus pais. Ela [a Antiga Aliança] foi ineficaz, não porque a aliança era falha, mas porque as pessoas falharam (v. 9). O problema era que as pessoas não foram capazes de ver além das cerimônias do santuário para o ministério de Jesus, que traria verdadeiro perdão. Eles abraçaram o símbolo e esqueceram-se da realidade, como o garoto que prefere a caixa em vez do brinquedo! Isto significa que mesmo a nova aliança pode ser ineficaz para nós. Na nova aliança há cerimônias e práticas (batismo, ceia do Senhor, etc.). Elas também serão ineficazes se perdermos de vista o seu propósito. A oração, por exemplo, é inútil se não entendermos (ou se esquecermos) que é simplesmente o incrível privilégio de entrar na casa de nosso Pai – o santuário celestial – para falarmos com Ele! Felix H. Cortez, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/01/.
10 Imprimirei as Minhas leis. No monte Sinai, o Senhor escreveu Suas leis em tábuas de pedra (Dt 4:13) e em um livro (Dt 31:24, 26). Ele espera que estas leis também sejam escritas no coração das pessoas. Só Deus pode “imprimir” a lei no coração de Seus seguidores, embora, é claro, não sem consentimento e cooperação (Ap 22:17). CBASD, vol. 7, p. 480.
Eu serei o seu Deus. Este é o objetivo da aliança de Deus (Ex 6:7). Deus é reconhecido como tal e os fiéis se tornam Seus filhos. CBASD, vol. 7, p. 480.
12 Usarei de misericórdia. Quando Jeremias disse estas palavras, na véspera do cativeiro, elas eram uma promessa do que Deus estava disposto a fazer se o povo rebelde se voltasse para Ele. Para o cristão, elas são uma promessa de perdão completo e gratuito por meio do sangue de Jesus, sem o derramamento de sangue de animais sob o sistema levítico. CBASD, vol. 7, p. 482.
Jamais Me lembrarei. Isto é, Deus não vai mais exibir esses pecados contra o transgressor. Deus lança todos os pecados confessados para trás. Ele os lança nas profundezas do mar. CBASD, vol. 7, p. 482.
13 Prestes a desaparecer. Os leitores da epístola estavam sendo preparados para o momento em que o antigo sistema seria abandonado completamente. CBASD, vol. 7, p. 482.
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HEBREUS 8 – O Santuário e o Sumo Sacerdote descritos neste capítulo são de abrangência global, não estão limitados a um território geográfico no mundo.
Embora o título deste livro seja “aos Hebreus”, todos os cristãos estão inseridos em sua mensagem. Aliás, os verdadeiros hebreus/israelitas são aqueles que estão ligados pela fé ao judeu Jesus Cristo (ver Romanos 9-11).
A ênfase deste capítulo está na “aliança superior”, citada no capítulo 7:22 (ver 8:6). “Agora, essa ideia é desenvolvida e são apresentados três motivos pelos quais a nova aliança é melhor no tocante ao sumo sacerdote, seu santuário, fundamento e promessa:” (Tesfaye Kassa).
• Um sumo sacerdote superior: Jesus assentou-Se no lugar de autoridade, poder e honra (v. 1);
• Um Santuário Celestial superior: Jesus não ministra num santuário na Terra feito por homens, mas no Céu, feito por Deus. Os rituais do santuário terrestre foram executados por Jesus de forma abrangente, pois as cerimônias terrestres eram apenas sombras das coisas celestes (vs. 2-5).
• Um fundamento e promessas superiores: O ministério sacerdotal de Cristo baseia-se em superiores promessas; a antiga aliança foi substituída por outra, profetizada por Jeremias (Jeremias 31:31-34). Esta aliança causa mudanças profundas a partir da mente e do coração, visando restaurar o relacionamento do pecador com Deus, e ajuda a conhecer Cristo através da misericórdia e graça divinas (vs. 6-13).
“O advento da nova aliança foi anunciado na Última Ceia, quando Jesus tomou o cálice e disse: ‘Isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança’ (Mt 26:28) e declarou: ‘Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós’ (Lc 22:20). O sangue de Jesus cumpriu a antiga aliança e instituiu a nova com seu ministério superior” (Kassa).
Sendo que tudo em Hebreus é superior, a nova aliança não abaixa o padrão de santidade exigido dos crentes (12:14). Cristo não cancela a Lei; Ele imprime e escreve-a não em tábuas de pedras como na aliança do Sinai, mas nas paredes do coração.
O que mudou foi a legislação do santuário (7:12), o qual não perdeu seu valor; pelo contrário, o plano da salvação não é mais regido por sombras ou pela cópia (8:5), mas por Cristo no Santuário Celestial, no original!
“Senhor, escreva Tua Lei em meu coração!” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO HEBREUS 7 – Primeiro leia a Bíblia
HEBREUS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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806 palavras
1 Melquisedeque. Sobre os fatos históricos mencionados neste versículo, ver Gn 14:18-20. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 473.
2 Abraão separou o dízimo. Ver Gn 14:20. Abraão não teria dado a Melquisedeque o dízimo de tudo se não o tivesse reconhecido como sacerdote e, portanto, com o direito de receber o dízimo. Tem havido muita discussão a respeito de quem foi Melquisedeque. As informações sobre ele são escassas (Gn 14:18-20; SI 110:4). Alguns acreditam que era o próprio Cristo, o Espírito Santo ou Sem, outros ainda pensam tratar-se de um ser sobrenatural de outro mundo. Na ausência de evidências para qualquer dessas posições, este Comentário aceita que Melquisedeque devia ser contemporâneo de Abraão, rei de um dos pequenos principados da época (Gn 14:18). Ele é apresentado em Hebreus como um tipo de Cristo, com base na previsão messiânica do Salmo 110:4. CBASD, vol. 7, p. 473.
3 Sem pai, sem mãe. Estas palavras deram origem à especulação de que Melquisedeque era um ser sobrenatural, uma vez que era sem pais, sem princípio e sem fim. Essa afirmação só poderia ser literalmente verdadeira a respeito das pessoas da Divindade. No entanto, o autor pode simplesmente querer dizer que não havia registro acerca do pai e da mãe de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 474.
Sem genealogia. Do gr. agenealogetos. Os judeus eram muito cuidadosos em registrar e preservar a genealogia, especialmente no caso dos sacerdotes (Ed 2:61-63). Ninguém podia servir como sacerdote a menos que pertencesse à família de Arão, da tribo de Levi; e isso devia ser comprovado sem qualquer dúvida. Se houvesse uma ruptura na linhagem em algum lugar, o indivíduo seria rejeitado e, assim, perderia os privilégios concedidos aos sacerdotes. Por essa razão, os judeus e, especialmente, os sacerdotes, preservavam cuidadosamente seus registros genealógicos. Por sua vez, não existe uma genealogia de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 474.
5 Mandamento de recolher […] os dízimos. Os levitas tinham o direito de receber os dízimos em virtude de uma ordem divina (Nm 18:21). No entanto, eles não foram os primeiros a fazê-lo. Melquisedeque fez isso antes deles. Se eles foram divinamente ordenados, assim também foi com Melquisedeque. O fato de que “até o patriarca Abraão” entregou o dízimo a Melquisedeque mostra, portanto, que este era superior. Se os levitas estavam autorizados por Deus a receber os dízimos, Melquisedeque, ainda mais. CBASD, vol. 7, p. 474.
8 Vive. Naturalmente, esta não é uma verdade literal a respeito de Melquisedeque, e a ausência de registro bíblico sobre sua morte não implica que ainda estivesse vivo. Estas palavras parecem ultrapassar Melquisedeque, alcançando Alguém maior do que ele mesmo. O autor afirma que Cristo “vive sempre” (v. 25). O sacerdócio de Melquisedeque permanece no sacerdócio de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 475.
11 Perfeição. O sacerdócio levítico e a lei cerimonial eram provisórios e representativos, apontando para a futura obra que Cristo executaria. A perfeição não veio por meio da lei, mas por meio de Cristo a quem esta apontava (Hb 9, 10). CBASD, vol. 7, p. 475.
Que necessidade haveria. O sistema levítico não se destinava a ser um fim em si mesmo. Existia para revelar Cristo à humanidade, o único em quem há salvação. Se o sistema pudesse prover salvação independentemente da obra de Cristo, Seu ministério não seria necessário. CBASD, vol. 7, p. 475.
17 Sacerdote para sempre. O autor volta a esta declaração do Salmo 110:4 vez após outra (Hb 5:6, 10; 6:20; 7:21), pois nesta afirmação repousa seu argumento. Ninguém poderia ser sacerdote para sempre. Os sacerdotes levíticos serviam por apenas alguns anos. Se, portanto, estava por vir alguém que serviria para sempre, ele deveria ser mais do que um ser humano, mais do que um levita. Por isso, é “muito mais evidente” (v. 15) que deveria haver uma mudança na lei sacerdotal para que esse sacerdote pudesse oficiar. CBASD, vol. 7, p. 475.
18 Fraqueza e inutilidade. Não era assim intrinsecamente, pois o próprio Deus a instituiu, mas assim estava por causa da atitude das pessoas para com ela. Os judeus fizeram da lei um fim em si mesma e acreditavam que a obediência lhes traria a salvação. Eles tinham o evangelho, mas isso não lhes era efetivo porque não mantiveram uma atitude de fé (Hb 4:2). CBASD, vol. 7, p. 476.
19 A lei nunca aperfeiçoou. Ou seja, a lei por si mesma. Não quer dizer que a salvação fosse impossível nos tempos do AT. A perfeição era possível, mas pelo mesmo meio empregado no NT: a fé em Jesus Cristo. “A lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo. […] Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio” (Gl 3:24, 25). CBASD, vol. 7, p. 476.
24 Imutável. Do gr. aparabatos, “permanente”. Os sacerdotes levíticos não poderiam continuar pelo motivo da morte. Cristo, porém, “vive sempre para interceder” (Hb 7:25; Ap 1:18). CBASD, vol. 7, p. 476.
28 Posterior à lei. O sistema cerimonial expirou na cruz (Rm 6:14; Ef 2:15; Cl 2:14). Cristo assumiu Seu ofício sacerdotal após ter expirado a lei que regulamentava o sacerdócio levítico. CBASD, vol. 7, p. 477.
Para sempre. Em contraste com o sacerdócio temporário dos levitas. CBASD, vol. 7, p. 478.
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HEBREUS 7 – A curiosidade de muitos, neste momento, provavelmente, esteja em Melquisedeque. Quem era ele?
A primeira informação é: temos pouca informação sobre Melquisedeque. Contudo, temos o suficiente para entender a revelação de Deus para nós.
Há duas referências no Antigo Testamento (Gênesis 14:17-20; Salmo 110:4). Ele existiu de fato; e, então destacamos estes pontos:
• Melquisedeque foi identificado como rei de “Salém” (Hebreus 7:1; Gênesis 14:18), cidade que, posteriormente, tornou-se Jerusalém (Salmo 76:2).
• Mequisedeque serviu alimentos a Abraão quando este voltava vitorioso de uma batalha; após isso, o pai da fé foi abençoado por ele, que era o sacerdote do Altíssimo.
• Melquisedeque foi identificado em Hebreus como alguém sem pais, não no sentido literal, mas para evidenciar ausência de genealogia. A profecia do Salmo 110:4 apontava que o Messias seria sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque: Não seria sucessor nem teria sucessor.
• Melquisedeque possuía um ministério sacerdotal anterior ao levítico, superior e especial. O ministério de Cristo é especial, não da comum linhagem de Levi; além disso, Jesus supera o ministério de Melquisedeque (Hebreus 7:10).
• Melquisedeque recebe simbolicamente a referência de que era “sem princípio de dias nem fim de vida, feito semelhante ao Filho de Deus” (Hebreus 7:3) indicando que Jesus lhe superava. Por conseguinte, Jesus sempre foi o “Suprassumo” Sacerdote dos sumos sacerdotes ordenados por Ele.
• Melquisedeque é o esboço do ministério exercido por Cristo em todos os tempos; noutras palavras, Melquisedeque era a profecia, sendo Jesus o cumprimento. Jesus é sacerdote não pela sentido comum da linhagem humana (Hebreus 7:16); por isso, Ele é sacerdote para sempre (Hebreus 7:17), contrastando com efêmeros sacerdotes levíticos (Hebreus 7:23-24).
• Melquisedeque nasceu rei e sacerdote, o que nunca aconteceu com descendentes de Arão. Não procedendo da tribo de Levi, Jesus também é rei e sacerdote. Ele reina e intercede por nós!
• Melquisedeque recebia dízimo de Abraão, revelando submissão deste para com aquele. Sendo Cristo maior que Melquisedeque, temos o mais poderoso Sumo Sacerdote do Universo, que é perfeito, santo e ministra no Santuário Celestial em nosso favor.
Jesus ofereceu-Se como sacrifício, Ele realmente pode salvar qualquer pecador. “Não temos necessidade de buscar algo além de Cristo – Ele é tudo o que precisamos” (Warren Wiersbe).
Agora leia todo o capítulo 7 de Hebreus para, juntos, buscarmos reavivamento! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO HEBREUS 6 – Primeiro leia a Bíblia
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