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I PEDRO 1 – As cartas de Pedro visam estimular o crente à vida piedosa. Talvez seja este motivo pelo qual muitos não apreciam suas cartas.
(Muitos “crentes” se jactam de serem parecidos com Pedro, mas sempre com suas atitudes antes da conversão; infelizmente, não apreciam seus ensinamentos resultantes da inspiração do Espírito Santo após sua conversão).
Estas preciosíssimas cartas, “apesar de sua ilustre procedência, não são populares entre os cristãos, a exceção de umas poucas fórmulas que todos conhecemos, como as das ‘pedras vivas’, ou ‘povo sacerdotal’” (Marc Sevin).
· Analfabetismo bíblico é um gigantesco empecilho ao reavivamento espiritual.
Então, anima-te! Tome tua Bíblia e leia-a para orientar tua vida! O capítulo supracitado pode ser assim sintetizado:
· Restaurado do desespero em que se encontrava, o cristão passa a pautar sua vida pela esperança; a qual não é qualquer, é uma esperança viva. Essa esperança revigora em meio às adversidades impostas por uma sociedade alheia aos princípios divinos. O crente espera em Cristo, o qual prometeu levá-lo ao Céu e certamente cumprirá (vs. 1-12).
· Liberto das correntes do pecado, o cristão sai da escravidão imposta pelo diabo para viver uma experiência de liberdade e serviço ao Salvador. Longe da perversidade e da maldade, o crente passa a viver em santidade. Pautando-se pela Palavra de Deus, consciente de um juízo vindouro e o preço pago pelo sacrifício de Cristo, o cristão tem todos os recursos necessários para elevar-se da corrupção para a santificação (vs. 13-21).
· Livres do orgulho, do egoísmo e das correntes do pecado, o cristão que ama a Deus promove a união entre os irmãos. A discórdia, desarmonia e confusão não mais caracterizam ao verdadeiro cristão. O amor altruísta no coração do converso eleva o relacionamento para níveis muito mais altos que os melhores relacionamentos dos ímpios (vs. 22-25).
O segredo para uma vida cristã vitoriosa está em plantar e cultivar a semente da Palavra de Deus no coração. Sem isso é impossível, portanto, reavivemo-nos na Palavra!
Um cristão reavivado louva ao Pai…
· …por ter dado Seu Filho para morrer em seu lugar (vs. 3-4),
· …pelas provações que desenvolvem a fé (vs. 5-7);
· …pela esperança da salvação miraculosa (vs. 8-9).
Anjos querem entender como a salvação pode ser outorgada ao desgraçado pecador! É inexplicável, mas experimentável! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO TIAGO 5 – Primeiro leia a Bíblia
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653 palavras
1 Atendei, agora. A dura repreensão no cap. 4:13 se dirige àqueles que buscam riquezas sem considerar o plano de Deus para sua vida. Tiago reprova aqueles que alcançaram seu objetivo material e enriqueceram. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 586.
3 Testemunho. Essa ferrugem que indica que as posses não foram usadas será uma evidência clara contra os “ricos” no dia do juízo. O dinheiro que possuíam foi acumulado com egoísmo, quando poderia ter sido usado no serviço de Deus e para o próximo. A destruição de seus tesouros prevê sua condenação iminente. Homens do AT tinham o costume de deixar seu dinheiro num lugar secreto que consideravam seguro (Is 45:3), pois não havia bancos para se depositarem fundos particulares. CBASD, vol. 7, p. 587.
5 Vivido regaladamente. Do gr. truphaõ, “ter uma vida tranquila e luxuosa”. As riquezas acumuladas à custa do pobre são gastas na busca do prazer. CBASD, vol. 7, p. 588.
6 Resistência. Do gr. antitassõ, “opor-sé”, “oferecer resistência”. O testemunho desses justos “condenados” e maltratados se levantará em terrível condenação de todos os opressores no dia do juízo. Os justos oprimidos não podem resistir à tirania dos ricos nesta vida, e terão justiça somente quando Deus Se levantar para vingar a causa deles. Então, lhes será feita justiça: eles serão recompensados, e os opressores ímpios, destruídos (v. 3 , 5). CBASD, vol. 7, p. 588.
9 Uns dos outros. Depois de exortar seus leitores a serem pacientes para suportar as injustiças dos ricos opressores (v. 7), o apóstolo os exorta a serem pacientes uns com os outros. Cristãos que enfrentam com destemor as mais severas injustiças às vezes se tornam impacientes com problemas menores dentro da igreja. Os cristãos precisam do encorajamento de seus irmãos de fé ao enfrentarem aflições. CBASD, vol. 7, p. 589.
11 Perseveram. A fidelidade constante em meio aos problemas (Tg 1:3) revela lealdade completa a Deus e se torna um requisito para a vida eterna (Mt 10:22; 24:13). Quando os membros da igreja passam por dificuldades, podem reclamar as mesmas bem-aventuranças. CBASD, vol. 7, p. 590.
12 Sim sim. Quando as palavras de uma pessoa se provam verdadeiras por meio de seus atos, ela não terá a necessidade de reforçá-las com um juramento. CBASD, vol. 7, p. 590.
15 Oração da fé. A falta de fé é um obstáculo para a cura (Mc 6:5), assim como para a salvação (Ef 2:8). A pessoa que possui fé confia na sabedoria e no amor de Deus e busca se identificar com Seu desígnio e cumpri-lo. Por isso, a oração da fé é a oferecida pela pessoa que se destaca por sua fé. CBASD, vol. 7, p. 591.
16 Confessai. O primeiro requisito da fé sincera na oração é a consciência limpa. As faltas cometidas em segredo devem ser confessadas a Deus. Pecados que envolvam outras pessoas devem ser confessados também aos que sofreram dano. Uma consciência culpada é uma barreira à fidelidade completa a Deus e um entrave à oração. CBASD, vol. 7, p. 592.
19, 20. Se trazemos alguém de volta para Deus, salvamos essa pessoa da morte eterna e a conduzimos a uma vida melhor neste mundo (vs. 19, 20). Seus pecados serão lançados nas profundezas do mar para nunca mais ser revelados. A pessoa receberá a vida eterna. O lado bom de tudo isso é que o Senhor nos escolheu para desempenhar um papel em trazer um “filho pródigo” para casa, para os braços amorosos de seu Senhor e Salvador Jesus Cristo. Robin Pratt, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/11/.
19 Meus irmãos, se algum. Tiago conclui sua epístola de advertência e instrução, demonstrando seu interesse solícito pela salvação de cada um dos leitores. A nota dominante da epístola de Tiago é a preocupação com o bem-estar eterno de seus amados irmãos. CBASD, vol. 7, p. 593.
20 Cobrirá. Do gr. kalu-ptõ, “cobrir”, “velar” (SI 32:1; IPe 4:8). Quando a pessoa se converte, é como se seus pecados fossem lançados “nas profundezas do mar” (Mq 7:19). Tiago conclui sua majestosa exortação a seus irmãos de fé com a tônica do NT: o resgate do ser humano de seus pecados e sua restauração à estatura plena de Jesus Cristo. CBASD, vol. 7, p. 594.
Pesquisa
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TIAGO 5 – Matinho Lutero julgou equivocadamente Tiago chamando sua carta de “epístola de palha”.
Certamente, seus cinco capítulos possuem conteúdos sólidos, consistentes e relevantes aos cristãos. Dos 108 versículos, 54 contém verbos imperativos; portanto, é a carta que mais tem instruções para moldar o caráter do cristão.
“Tiago conheceu Jesus pessoalmente. Na verdade, sua epístola pode ser o mais antigo escrito cristão em existência e, de todas as epístolas, reflete mais de perto os ensinamentos de Jesus encontrado nos evangelhos. Como nas parábolas de Jesus, imagens de agricultura e do mundo das finanças são frequentes. Outros temas importantes são a sabedoria, oração e, acima de tudo, fé”. Além disso, “a epístola de Tiago oferece perspectivas cruciais sobre a lei, o juízo e a segunda vinda de Jesus. Elias é apresentado como modelo para imitarmos. Isso tem especial relevância para nós” que reconhecemos ser “incumbidos de preparar o caminho para o segundo advento de Cristo” (Clinton Wahlen).
Baseando-me em Hernandes Dias Lopes, apresento a síntese do último capítulo:
1. Como avaliar o poder do dinheiro:
· Como a riqueza foi adquirida (vs. 4, 6);
· Como a riqueza foi empregada (vs. 3-5);
· Qual é o destino final da riqueza (vs. 1-4).
2. Como compreender o poder da paciência: A paciência…
· …do lavrador (vs. 7-9);
· …dos profetas (v. 10);
· …de Jó (vs. 11-12).
3. Como usar a eficácia da oração: Devemos…
· …orar pelos que sofrem (v. 13)
· …orar pelos enfermos (vs. 14-16);
· …crer na eficácia da oração (vs. 17-18);
· …nos esforçar pela restauração dos desviados a fé (vs. 19-20).
Indivíduos explorados pelos ricos opressores, pobres injustiçados pelos poderosos indiferentes e, crentes humilhados por arrogantes estúpidos, devem reavivar-se; pois, certamente Deus fará juízo e justiça contra todos os erros e injustiças cometidos na história.
Ainda que tenha que esperar pacientemente pelo advento de Cristo, o adventista sabe, assim como o lavrador, que o resultado da espera é compensador. A experiência de Jó é um bom exemplo disso, para os que confiam em Deus.
Enquanto esperamos, devemos investir tempo na oração visando manter o amor e a esperança no coração, e então, agir em prol dos fracos física, mental e espiritualmente, utilizando palavras de fé e ânimo, que sejam “bálsamo eficaz para os quebrantados e feridos” (Ellen G. White).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Como esta carta te ajudou no desenvolvimento espiritual?
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TEXTO BÍBLICO TIAGO 4 – Primeiro leia a Bíblia
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781 palavras
1-3 Precisamos fazer esta pergunta a nós mesmos: “Qual a origem das brigas, guerras e contendas?” (v. 1). Este comportamento conflituoso começa dentro de nós e está diretamente relacionado a nossos desejos (v. 2). Pelo fato de querermos certas coisas e não as alcançarmos, não importa o quão duro trabalhemos, nos sentimos amargos ou derrotados. Então discutimos e expressamos raiva. Por outro lado, existem coisas que desejamos que o Senhor nos conceda, mas não nos preocupamos em pedir a Ele, então não as conseguimos. Às vezes, até nos lembramos de pedir ao Pai Celestial por nossos desejos, mas Ele não concede nossos pedidos porque pedimos pelas razões erradas (v. 3). Pedimos egoisticamente. Robin Pratt, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/10/.
1 De onde. O apóstolo fala dos males específicos dentro da igreja, produto de línguas desenfreadas e corações facciosos. A causa de toda divisão e contenda é o egoísmo (Tg 3:14). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 579.
Nos vossos membros. Referência ao corpo propriamente dito ou à igreja. A despeito da interpretação, o egoísmo que constantemente busca reconhecimento e satisfação é a fonte de todo conflito pessoal que, com frequência, leva a discussões. CBASD, vol. 7, p. 579.
3 Não recebeis. Respostas à oração dependem tanto da natureza dos pedidos quanto do espírito com que se pede (Lc 11:9). CBASD, vol. 7, p. 580.
4 Amizade do mundo. Isto é, amizade com o mundo. O principal objetivo do “mundo” é satisfazer o desejo de complacência pessoal. O evangelho convida o ser humano a servir ao próximo. Entre o espírito e a prática do “mundo” e o da igreja deve haver uma diferença marcante (I Jo 2:15). CBASD, vol. 7, p. 580.
6 Graça. Do gr. charis (Rm 3:24). Devido ao amor de Deus por Seu povo, continuamente se renova e se amplia entre eles a graça para habilitá-lo a resistir às tentações mundanas. Aquele que, com sinceridade ora pela graça, estará constantemente desenvolvendo o caráter cristão. Deus pede obediência completa, mas também provê força suficiente para nos capacitar a obedecer (Hb 4:16). CBASD, vol. 7, p. 581.
7 Sujeitai-vos. Tiago dá início a uma série de dez imperativos, aos quais todo membro de igreja sujeito ao perigo de se tornar “amigo” do mundo (v. 4) faria bem em atentar. Para que Deus conceda Sua “graça”, (v. 6) os “humildes” devem estar dispostos a submeter sua vontade ao plano divino. Submissão implica confiança plena de que todos os desígnios de Deus são para o bem (Hb 12:9). CBASD, vol. 7, p. 581.
8 Purificai as mãos. Purificar as mãos simboliza a remoção da culpa (ver Dt 21:6; Sl 24:4; 26:6; 73:13; Mt 27:24; ver com. de Is 1:15, 16). CBASD, vol. 7, p. 582.
Ânimo dobre. Do gr. dipsuchos, literalmente “duas almas”. Essa palavra descreve bem o vacilante do v. 6 [de Tiago 1]. Sua mente está dividida entre a sedução dos prazeres terrenos e a vontade de ser totalmente fiel a Deus. … A lealdade deve ser completa. CBASD, vol. 7, p. 551, 582.
10 Humilhai-vos. Ver Mt 11:29; 23:12; Tg 1:9. Tiago resume desta forma as várias admoestações sobre a lealdade completa à vontade de Deus. Para quem é honesto consigo mesmo, sua deplorável condição produz um espírito humilde diante de Deus, que está sempre disposto a perdoar (Is 57:15). CBASD, vol. 7, p. 582.
11-12 Não devemos tomar parte em fofocas contra os nossos amigos e familiares. Qualquer um que fala falsidades contra seus irmãos ou irmãs nas suas costas para destruir sua reputação está assumindo o papel de juiz. Quando fazemos isso, estamos nos colocando não só acima da lei de Deus, mas acima do próprio Deus. Robin Pratt, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/10/.
11 Não faleis mal. Ou, “parai de falar mal” ou “deixai de difamar”. Tiago deixa de se ocupar dos deveres dos membros da igreja para com o Senhor, a quem professam servir, e condena alguns males específicos que prejudicam a igreja. A falta de humildade perante Deus inevitavelmente leva a uma falta similar perante o semelhante. A prática de criticar os irmãos de fé revela flagrante egoísmo e se torna fonte de dissensão na igreja (Tg 3:2-6). CBASD, vol. 7, p. 583.
14 E logo se dissipa. Isto é, a vida humana começa a desaparecer quase tão logo quanto se inicia. Como o vapor, a vida pode se dissipar repentinamente. CBASD, vol. 7, p. 584.
16 Pretensões. Do gr. alazoneiai, “alardes”. Está implícita a confiança presunçosa na esperteza, habilidade e força. Esses membros que confiavam em si mesmos agiam como se o futuro estivesse nas mãos deles e seu êxito dependesse de sua capacidade. CBASD, vol. 7, p. 584.
17 E não o faz. Aqueles que são apenas “ouvintes” e não “praticantes” mostram que sua religião é “vã” (Tg 1:23, 26). Uma pessoa de fé pervertida confia apenas no conhecimento e prova sua falsidade quando evita atos que o crente sincero faria com alegria (Tg 2:17, 20, 26). Esta também é uma repreensão para quem negligencia o estudo da Palavra de Deus, tendo em vista que mais conhecimento aumentaria sua obrigação pessoal. CBASD, vol. 7, p. 585.
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TIAGO 4 – A prática descrita por Tiago deve penetrar fundo em nossa alma e causar a mudança que nenhuma teoria filosófica opera.
Por causa do imperativo “falem e ajam como quem vai ser julgado pela lei da liberdade” (2:12), Tiago alerta quanto ao cuidado com a língua em cada página de sua epístola, como sintetiza Álvaro César Pestana: A língua…
· …deve expressar convicção e não dúvida (1:5-8);
· …não deve culpar a Deus por nada (1:13);
· …não deve ser muito usada, especialmente se estamos bravos (1:19);
· …é a medida da espiritualidade e da religião (1:26);
· …não deve fazer acepção de pessoas (2:3);
· …não deve substituir as obras (2:14, 16);
· [omitidos pela limitação de espaço, tendo em vista a objetividade os comentário sobre 3:1-18]
· …não deve julgar (4:11-12);
· …não deve fazer planos orgulhosos (4:13);
· …não deve se queixar (5:9);
· …não deve jurar (5:12);
· … deve orar, cantar, confessar e ajudar (5:13-20).
Pense! Como seriam os relacionamentos se estes itens fossem devidamente seguidos? E, a vida na empresa/escola/lazer/família/comissões da igreja?
Agora, debruce sobre o quarto capítulo, em que Thomas D. Lea observa: “Tiago via uma epidemia de mundanismo entre seus leitores. Em 4.1-10 adverte contra o mundanismo e mostra os efeitos na vida de oração dos leitores. Em 4.11-12 e nos versículos 13-17 ele mostra que o mundanismo produz tanto um espírito de crítica quanto uma autoconfiança sem Deus”; por isso, “em 4:7-10, Tiago profere uma rajada de dez apelos imperativos à submissão a Deus e à prevenção do mundanismo”. Depois alerta: “Uma prova do mundanismo citado por Tiago é o espírito de crítica (4.11-12)”.
Um ditado da sabedoria judaica reza: “As más línguas matam três pessoas: A que fala, a que escuta e a pessoa sobre a qual se fala”.
Resumindo: Se quisermos reavivamento precisamos combater a cobiça, o descontrole, o orgulho, a reclamação, a crítica às pessoas, a jactância e a arrogância e, então, promovermos a humildade, a harmonia e a submissão a Deus! Aceitaremos? – Heber Toth Armí.
Ellen G. White ressalta:
· “É correto cultivar o ânimo de espírito por meio da santificação na verdade; mas não é correto condescender com pilhérias e piadas, com frivolidades e futilidades, com palavras de crítica e condenação a outros”.
· “O tempo gasto em criticar os motivos e atos dos servos de Cristo, seriam mais bem empregados em oração”.
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TEXTO BÍBLICO TIAGO 3 – Primeiro leia a Bíblia
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692 palavras
Homens e mulheres podem fazer grandes coisas se mantiverem suas línguas sob controle. Palavras gentis podem ser usadas para domar e treinar animais. Palavras também podem promover a cura e trazer bem-estar emocional e mental. … A língua pode ser repugnantemente má, espalhando seu veneno por toda parte. Ou pode ser uma ferramenta de poder para o bem, inspirando e habilitando pessoas a se assemelharem mais a Jesus. Se aceitamos como impossível que água boa e ruim possam fluir da mesma fonte, como podemos aceitar que palavras de encorajamento e intimidação possam fluir da mesma boca? A fonte de nossas palavras precisa ser santificada com a presença de Deus. … Despejar palavras raivosas sobre outros não é do agrado de Deus. Pelo contrário, essa é uma ferramenta muito usada pelo diabo para envenenar tanto aqueles que falam quanto os que escutam. Tal comportamento não é consistente com um cristão o qual deve espalhar a “boa notícia” do Senhor Jesus Cristo. A confusão é o resultado final de se espalhar o ódio, a raiva e a inveja. … Robin Pratt, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/09/
1 Havemos. O apóstolo se inclui, como mestre e alguém propenso a correr os perigos e a cometer os erros próprios desse ofício honroso. Desse modo revela o espírito de humildade genuína, que também busca estimular em seus irmãos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 573.
Maior juízo. Isto é, um juízo mais severo. Existem níveis de responsabilidade na obra do Senhor, e aqueles que se jactam em ensinar serão cobrados por sua conduta pessoal e influência sobre os demais (Mt 23:14). Espera-se que o mestre conheça mais da vontade de Deus do que outros, e sua conduta deve ser exemplar. CBASD, vol. 7, p. 573.
2 Refrear. Ver Tg 1:26. As palavras de uma pessoa revelam o teor geral de seus pensamentos. Se ela controla seus pensamentos ao ponto de suas palavras serem sempre semelhantes às de Cristo, “todo o corpo” estará sob controle (Mt 12:34-37). CBASD, vol. 7, p. 573.
5 Assim, também. Tiago compara a relativa pequenez do leme à pequenez da língua e destaca as potencialidades da língua para o bem e para o mal. CBASD, vol. 7, p. 574.
6 Fogo. Tudo o que se pode dizer sobre o poder destrutivo de uma pequena chama pode também ser aplicado ao poder em potencial da língua. Irmãos de fé não devem só evitar o falar destrutivo, mas também as fagulhas destrutivas que se dispersam das palavras alheias. CBASD, vol. 7, p. 574.
8 Veneno mortífero. Isto é, atua sobre a felicidade individual e a paz da sociedade, como o veneno sobre o corpo humano. A perda da confiança, paz e amizade é o resultado inevitável de uma língua precipitada e imprudente (SI 140:3; Rm 3:13). CBASD, vol. 7, p. 575.
9 Amaldiçoamos. Damos evidência de que somos cristãos genuínos quando bendizemos nossos inimigos (Mt 5:44 e 45). O próprio Cristo não proferiu “juízo infamatório” contra Satanás (Jd 9). A maldição nasce da ira e exibe o espírito de Satanás, “o acusador de nossos irmãos” (Ap 12:10). Tiago mostra que a pessoa pode ter “língua dobre”, bem como “ânimo dobre” (Tg 1:8). CBASD, vol. 7, p. 575.
13 Mostre. A sabedoria genuína será demonstrada nas obras. O caráter de uma pessoa é demonstrado pelo fruto que produz, como enfatizado no v. 12. CBASD, vol. 7, p. 576.
14 Coração. A inveja e o sentimento faccioso podem ser ocultados, mas são como água amarga de uma fonte (v. 11), um dia jorrarão em palavras ou atos. Tiago indica que sempre devemos fazer um atento exame de coração. CBASD, vol. 7, p. 576.
Nem vos glorieis. Os cristãos não devem se gloriar de realizações nem de habilidades pessoais. Quem possui espírito faccioso normalmente busca atrair apoio por meio de autoafirmação. Essa jactância revela falta de sabedoria. O espírito de serviço é a única base legítima para a popularidade. CBASD, vol. 7, p. 577.
18 É em paz. Um caráter justo se desenvolve apenas pelo pacificador. Tiago obviamente compara os resultados da inveja e da contenda, que produzem apenas frutos inúteis (v. 16), com a recompensa de objetivos e métodos pacíficos. CBASD, vol. 7, p. 578.
Promovem a paz. Cristãos genuínos são os conciliadores de diferenças no lar e na igreja (Mt 5:9). Quem semeia paz desfruta paz, em parte nesta vida e, plenamente, na vida porvir no reino do “Deus da paz” (lTs 5:23). CBASD, vol. 7, p. 578.
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TIAGO 3 – A fala é um dom natural dado por Deus, porém, para que seja usada sobrenaturalmente para o bem é preciso submetê-la à sabedoria verdadeira originada no Céu.
Jesus declarou: “Por suas palavras você será absolvido, e por suas palavras será condenado” (Mateus 12:37).
Tiago disse: “Ele nos gerou pela palavra da verdade, para que sejamos como que os primeiros frutos de tudo que Ele criou”, portanto, “meus amados irmãos, tenham isto em mente: Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para se irar…” (Tiago 1:19).
Precisamos urgentemente da sabedoria do capítulo 3, o qual deve ser lido, relido, estudado e interiorizado em nosso coração e mente. Observe como Merrill F. Unger o coloca no contexto da fé:
1. A fé morta manifestada na parcialidade (2:1-9);
2. A fé morta resulta em juízo (2:10-13);
3. A fé morta é inútil (2:14-20);
4. A fé viva prova o homem justo (2:21-26);
5. A fé viva e a influência da língua:
· Nossa grande responsabilidade por aquilo que dizemos (3:1-2);
· A exemplificação do poder da língua (3:3-5).
6. A fé viva e a perfídia da língua:
· A natureza indisciplinada (3:6-8);
· As imprevisíveis incoerências (3:9-12).
7. A fé viva e a sabedoria:
· Sabedoria terrena (3:13-16);
· Sabedoria celeste (3:17-18).
O uso da língua (vs. 1-12) e a prática da sabedoria (vs. 13-18) estão intimamente ligados. Pedrito U. Maynard-Reid explica:
· …os dois tipos de sabedoria analisadas nos versículos 13-18 competem pelo uso da língua; o mau uso dela (vs. 1-12) assinala que a sabedoria falsa exerce domínio (vs. 14-16).
· …as duas seções estão marcadas pelo contexto de um espírito de discórdias, disputas e dissensões. Tiago 3:1-12 apresenta a língua como raiz de todos esses males. Os versículos 13-17 mostram que a falta de paz e solidariedade numa comunidade deve-se a que a sabedoria falsa reina soberanamente. O contrário também é verdade, onde houver sabedoria pura e verdadeira, haverá paz e unidade.
Para clarear isso, Tiago faz três coisas:
· Primeiro, identifica como pessoa sábia aquela que atua corretamente (v. 13), não a que diz fazer o certo.
· Segundo, descreve os sinais, a natureza, e os resultados da sabedoria falsa (vs. 14-16) como vícios diabólicos.
· Terceiro, estabelece sete características da verdadeira sabedoria (vs. 17-18) como virtudes da verdadeira piedade.
“Senhor, controla nossa língua” – Heber Toth Armí.