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I PEDRO 4 – Um cristianismo superficial é vantagem para o diabo, pois ele faz o suposto crente pensar que está salvo. Se isso te fez estremecer, então continue lendo!
Como povo de Deus nossas atitudes estão deficientes, nossas ações estão insuficientes. Pois, “nossas obras não estão em harmonia com a nossa fé. Nossa fé testifica que vivemos sob a proclamação da mais solene mensagem que já foi dada aos mortais. No entanto, em plena vista deste fato, nossos esforços, nosso zelo, nosso espírito de sacrifício, não estão à altura do caráter desta obra. Devemos despertar dentre os que dormem, e Cristo nos dará vida” (Ellen G. White, SC – Pag. 95*).
O cristianismo é muito mais elevado do que muitos creem. Não é plano de Cristo nos deixar jogado na lama do pecado. Aprofunde-se mais no capítulo 4 e verás o que Deus quer que você experimente.
Os dois tópicos abaixo são extraídos de Hernandes Dias Lopes, que intitulou o capítulo assim: “Como transformar o sofrimento em triunfo”:
1. Os propósitos de Deus no sofrimento cristão (vs. 1-11): O sofrimento…
· …ajuda-nos a vencermos o pecado;
· …ajuda-nos a testemunhar de Cristo;
· …motiva-nos a aguardarmos a segunda vinda de Cristo;
· …ajuda-nos a manifestarmos terno amor pelos irmãos;
· …ajuda-nos a colocarmos os dons que Deus nos deu a serviço de Seu povo.
2. As atitudes do cristão em relação ao sofrimento (vs. 12-19):
· Não estranhe o sofrimento: Ele é compatível com a vida cristã e pedagógico;
· Alegre-se no sofrimento: Pois, para o cristão, significa partilhar das suas aflições passadas, comunhão com Cristo no presente, e partilhar da Sua glória futura;
· Avalie o sofrimento: Se for por causa do pecado, ele é vergonhoso; se for pelo evangelho, ele é honroso.
· Confie em Deus no sofrimento: Devemos entregar-nos a Deus e, continuar praticando o bem.
O cristianismo eleva-se acima do sofrimento e reflete a Cristo em todo momento!
· Deus usa o sofrimento como escola, onde aprendemos a abandonar a pecaminosa vida de perversidades e passamos a praticar a vida de santidade vitoriosa (vs. 1-11).
· Desta forma, Cristo permite o sofrimento nos cristãos a fim de discipliná-los, moldá-los e transformá-los (vs. 12-19).
As escórias de nossa alma precisam ser arrancadas para implantar características nobres no caráter do cristão. Jesus morreu para operar nossa transformação! – Heber Toth Armí.
* http://ellenwhite.cpb.com.br/livro/index/46/95/6/1/Devemos-despertar-dentre-os-que-dormem#95
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TEXTO BÍBLICO I PEDRO 3 – Primeiro leia a Bíblia
I PEDRO 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
I PEDRO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Dedicamo-nos, por sua importância, a estudar especificamente o verso 19. O que Pedro quis dizer com os “espíritos em prisão” aos quais Jesus teria pregado?
“Ele [Cristo] foi morto no corpo, mas vivificado pelo Espírito, 19 no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão 20 que há muito tempo desobedeceram, quando Deus esperava pacientemente nos dias de Noé, enquanto a arca era construída” I Pedro 3:18a-20 (NVI).
“Por meio de Noé, o Espírito Santo, que ressuscitou a Cristo, pregou aos antediluvianos que estavam presos pelas cadeias do pecado.” Paráfrase do prof. Leandro Quadros, “Na Mira da Verdade” (Casa), vol. 2, p. 52.
“Alguns defendem que a epístola (1Pe 3:18-20; 4:6) apoia a doutrina da imortalidade da alma e da consciência após a morte e que, durante o intervalo entre a crucifixão e a ressurreição, Cristo desceu ao hades, o reino figurado dos mortos (ver com. de Mt 11:23), para pregar aos espíritos desencarnados definhando ali. Todavia, a lógica desse ponto de vista requer que os “espíritos” aqui mencionados estivessem em um tipo de purgatório quando Cristo pregou para eles e que o propósito da pregação fosse lhes dar uma chance de ser salvos e escapar dali. No entanto, a maioria dos protestantes que creem que Pedro ensina a consciência do ser humano após a morte ficaria horrorizada em aceitar a doutrina papal do purgatório e o conceito igualmente antibíblico de uma segunda chance. Quem defende que Pedro apoia aqui a crença na suposta imortalidade da alma também precisa explicar por que Cristo seria parcial em não dar aos pecadores de outras gerações a mesma oportunidade dada aos “espíritos” dos pecadores da época de Noé” CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 629.
pregou. Cristo falou pelo Seu Espírito através de Noé, proclamando a mensagem da salvação. Esta passagem não pode ser usada para ensinar que no período entre Sua crucifixão e Sua ressurreição Cristo foi e pregou às almas imortais do povo do tempo de Noé. Adicionalmente ao fato de que a Bíblia não provê apoio ao conceito de que a alma é imortal, em sua segunda epístola Pedro exclui a possibilidade que o povo do tempo de Noé tivesse uma segunda chance e pudessem ainda ser salvos … Andrews Study Bible.
espíritos. A palavra utilizada para espírito frequentemente se refere a seres humanos (e.g., 1Co 14:32; Heb 12:23; 1Jo 4:1). Os espíritos (pessoas) do tempo de Noé eram cativos na prisão do pecado. De acordo com a Escritura, somente oito pessoas escaparam dela (1Pe 3:20). Andrews Study Bible.
prisão. O fato de somente oito pessoas terem escapado do dilúvio (Gn 6:5-13; 1Pe 3:20) evidencia que os antediluvianos estavam firmemente presos ao pecado. Ninguém, além de Cristo, é capaz de libertar os seres humanos dos hábitos e desejos maus que Satanás usa para acorrentá-los. CBASD, vol. 7, p. 630.
O Dr J. Rawson Lumby, comentando I Pedro 3:17-22 em The Expositor’s Bible, observa que, durante os primeiros séculos, período em que a religião católica, com sua crença no purgatório, era dominante, a passagem foi interpretada significando que Cristo foi pregar a almas no inferno. “Mas no tempo da Reforma, as principais autoridades expunham a pregação do Espírito de Cristo através do ministério do patriarca [Noé]”. O Dr. John Pearson, em sua Exposition of the Creed, uma obra clássica da Igreja Anglicana, observa: “É certo, portanto, que Cristo pregou àquelas pessoas que nos dias de Noé foram desobedientes; todo aquele tempo ‘a longanimidade de Deus aguardava’ e, consequentemente, o arrependimento era oferecido. E é tão certo que Ele nunca lhes pregou depois que elas morreram”. Respostas a Objeções (Casa), p. 314.
Jesus “pregou aos espíritos” dos mortos? Com base em 1Pedro 3:19, muitos cristãos creem que, durante Sua morte, Cristo desceu até o inferno e pregou aos “espíritos em prisão”. … Ao ler 1 Pedro 3:19, deveríamos fazer pelo menos as seguintes perguntas ao texto:
1º Quem pregou?
2º Que “espíritos” são esses?
3º Que “prisão” é essa mencionada por Pedro?
4º Existe oportunidade de salvação depois da morte? … Vamos ver as respostas que a Bíblia nos disponibiliza:
1ª resposta: Quem pregou não foi Jesus, e sim o Espírito Santo. No final do verso 18 é dito que Cristo foi vivificado pelo Espírito” e, por isso a NVI está corretíssima em traduzir o termo “Espírito” com letra maiúscula no referido versículo. Isso está em desarmonia com o que Jesus disse em João 16:8, quando declarou aos discípulos que é a Terceira Pessoa da Divindade a função de convencer o mundo “do pecado, da justiça e do juízo”.
Tendo isso em mente, não fica difícil entendermos a primeira parte do verso 19 que diz: “no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão”. “No qual” se refere ao “Espírito” do verso 18 e, por isso, se alguém tivesse “descido ao inferno” para “pregar aos espíritos que lá estavam”, esse alguém foi o Espírito Santo, o “Espírito” que “vivificou” a Cristo, ressuscitando-O dos mortos (Rm 8:11).
2ª resposta: Os “espíritos em prisão” não são espíritos de pessoas mortas, mas pessoas que estavam vivas quando a Palavra de Deus foi pregada a elas. Isso fica evidente quando lemos o verso 20, que descreve esses “espíritos” como sendo aqueles que “desobedeceram, quando Deus esperava pacientemente, nos dias de Noé […].” Essas pessoas que desobedeceram a Deus no tempo de Noé foram os antediluvianos, pessoas reais e não espíritos desencarnados.
Através de 1Pedro 3:19, 20 é possível ver que em alguns casos os autores bíblicos usam a palavra “espírito” para se referir a pessoas vivas. Leia, por exemplo, 1João 4:1, onde os falsos profetas (vivos, nos dias de João) são chamados de “espíritos”. Já, Hebreus 12:22, 23 usa a mesma palavra para descrever os justos a quem a carta de Hebreus foi escrita. …
3ª resposta: A “prisão” na qual se encontravam os antediluvianos é a prisão do pecado. O termo é usado simbolicamente e não se refere a um lugar literal onde os mortos podem, em meio às chamas, parar para ouvir a Palavra de Deus enquanto agonizam no “fogo do inferno”. Provérbio 5:22 nos responde a esta terceira pergunta de modo satisfatório, como podemos ler a seguir: “Quanto ao perverso, as suas iniquidades o prenderão, e com cordas do seu pecado será detido” (ARA).
O apóstolo Pedro nos informa que Noé foi o “pregador da justiça que levou o aviso divino ao “mundo antigo” (2Pe 2:5) de que deveriam se arrepender dos seus pecados antes que viessem as águas do dilúvio (Cf. toda a história em Gn 6-9). Porém, os antediluvianos estavam tão presos pelas cordas dos próprios pecados que não quiseram atender aos apelos do Espírito Santo feitos por meio de Noé.
4ª resposta: O próprio apóstolo Pedro, em sua segunda carta, ensina que os antediluvianos e habitantes de Sodoma e Gomorra não receberam uma segunda chance de salvação depois de estarem mortos (leia 2Pe 2:5, 6). E não poderia ser diferente, pois nosso destino eterno é decidido nesta vida: “Ao contrário, encorajem-se uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama ‘hoje’, de modo que nenhum de vocês seja endurecido pelo pecado” (Hb 3:13). Pelo fato de o pecado endurecer a pessoa, a Bíblia recomenda que o pecador aceite a Jesus hoje, pois amanhã poderá ser tarde demais (2Co 6:2). … Com base nessas informações, ao lermos 1Pedro 3:19 juntamente com os versos 18 e 20 e outros textos paralelos, podemos, sem medo de errar, traduzir o texto como se segue:
“Por meio de Noé, o Espírito Santo, que ressuscitou a Cristo, pregou aos antediluvianos que estavam presos pelas cadeias do pecado.”
Pedro escreveu a cristão que estavam sendo injustamente insultados pelos pagãos por causa de suas crenças (1Pe 2:12; 3:9; 16; 4:14) e pede que seus leitores vejam um contraste entre o mundo mau dos dias de Noé e o mundo em que eles viviam, para encorajá-los a perseverar em seguir a Deus, mesmo sendo a minoria, assim como Noé fazia parte da minoria.
E, do mesmo modo que Cristo sofreu pelos pecados da humanidade (1Pe 3:18), os crentes foram convidados a sofrer por fazer o bem (1Pe 3:17), certos de que receberão a recompensa do Senhor (cf. Mt 5:11, 12). Afinal, todas as autoridades, sejam humanas ou angélicas, estão sujeitas ao Salvador que saiu vitorioso da sepultura e voltou ao Céu para assumir o governo do Universo. … O assunto abordado pelo apóstolo nada tem a ver com “vida após a morte”, e sim com fidelidade e perseverança cristã em meio aos insultos dos descrentes. Prof. Leandro Quadros, Na Mira da Verdade, vol. 2 (Casa), p. 50-52.
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I PEDRO 3 – O cristianismo que não é vivido na prática não tem razão nenhuma de existir. A religião vai além da mera teoria, seu impacto está mais nos atos do que no conhecimento de conceitos.
Ellen G. White observa que:
• “Toda verdade importante recebida no coração tem de encontrar expressão na vida”. SC – Pag. 94
• “Todos os que recebem no coração a mensagem do evangelho, almejarão proclamá-la” através de palavras e atitudes perante multidões. SC – Pag. 95, PJ, 124.
• Obviamente, “poder-se-ia fazer por Cristo muito mais, se todos quantos possuem a luz da verdade vivessem segundo a verdade”. SC – Pag. 95, Testimonies, vol. 9, pág. 40.
Precisamos amadurecer como cristãos!
O sacrifício, a morte e a ressurreição de Cristo devem operar mudanças no estilo de vida assim que assimilarmos o evangelho em nossa vida: por isso, para falar da prática do cristão, Pedro enfatiza os feitos de Cristo: Pela…
• …primeira vez na carta: 1:18-21
• …segunda vez na carta: 2:21-25
• …terceira vez na carta: 3:18-19
Infelizmente, muitos que afirmam crer no evangelho, não estão firmes quanto a viver o evangelho no ambiente familiar, escolar, de lazer e/ou de trabalho. Se o fizessem, o impacto seria grande na sociedade. Observe esta análise do terceiro capítulo:
1. A esposa do marido descrente deve impactar primeiramente pelo comportamento para então usar palavras para testemunhar de Cristo ao marido (vs. 1-6);
2. O marido que tem atitudes grosseiras para com a esposa, não terá orações atendidas pelo Deus que instituiu o casamento para ser bênção (v. 7);
3. O cristianismo é real quando o cristão revela, no dia-a-dia, o caráter de Cristo, e seu estilo de vida esteja marcado por (vs. 8-12)…
• …Ser agradável; simpático; amável; compassivo; humilde;
• …Nada de retaliação;
• …Nada de língua afiada para o sarcasmo;
• …Abençoar ao próximo como sendo obrigação;
• …Não dizer nada que fira as pessoas;
• …Desprezar o mal e cultivar o bem;
• …Perseguir a paz diligentemente.
4. Em relação à religião, o cristão (vs. 13-22)…
• …Deve ter inclinação à adoração a Deus, independente da situação;
• …Ao atrair a atenção com seu comportamento, deve responder com mansidão;
• …Assim como Cristo, deve fazer o bem para quem lhe faz o mal;
• …pratica o batismo espiritual que é essencial para uma submissão ideal a fim de viver o evangelho real.
A consagração fervorosa antecede à evangelização vitoriosa. Portanto, reavivemo-nos completamente! – Heber Toth Armí
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TEXTO BÍBLICO I PEDRO 2 – Primeiro leia a Bíblia
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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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423 palavras
1 Leite. Isto é, os princípios elementares, fundamentais do evangelho (ver com. de Hb 6:1, 2). CBASD, vol. 7, p. 611.
4 Rejeitada. As pessoas olharam para Cristo e O examinaram. Entretanto, entenderam que Lhe faltavam as qualidades desejadas no Messias, por isso O rejeitaram como salvador. A nação judaica fez essa escolha e vários indivíduos de muitas nações fizeram o mesmo desde então (cf. At 4:11). CBASD, vol. 7, p. 611.
5 Pedras que vivem. O apóstolo aplica aos crentes o mesmo termo que usou para se referir a Cristo (v. 4). Cada cristão é uma pedra viva por causa da união com o Cristo vivo. Sem conexão vital com Jesus Cristo ninguém pode ter via santa (ver com. de Jo 6:51, 57; 15:1-6) nem expectativa de vida eterna (ver com. de Jo 14:19). CBASD, vol. 7, p. 612.
Sacerdócio santo. Pedro se refere ao fato de todos os cristãos desfrutarem liberdade de acesso a Deus em virtude da obra de mediação realizada por Cristo e, por isso, não necessitam de mediador humano (ver com. Hb 4:16). O sacerdócio se caracteriza não só pelo acesso direto a Deus, mas também pela santidade, separação do mundo, por privilégios e obrigações especiais. Os remidos serão “sacerdotes de Deus e de Cristo” durante o milênio (ver com. de Ap 20:6). CBASD, vol. 7, p. 612.
Sacrifícios espirituais. Isto é, sacrifícios caracterizados por um espírito de amor e devoção a Deus, em contraste com os sacrifícios animais do sistema ritual que havia passado a significar pouco mais do que a conformidade com a forma. Somente aquele que adoram ao Senhor “em espírito e em verdade”(João 4;23, 24) podem oferecer sacrifícios “agradáveis a Deus”. Os motivos e as atitudes são a prova da sinceridade (ver com. de Mt 20:15; comparar com os sacrifícios de Caim e Abel, ver com. de Gn 4:4, 5). CBASD, vol. 7, p. 612.
Agradáveis a Deus. O sacrifício vivo de uma vida dedicada sempre é “agradável a Deus”(ver com. de Sl 51:16, 17; Rm 12:1). CBASD, vol. 7, p. 612.
9 Sacerdócio real. No papel de sacerdotes, os cristãos devem oferecer a Deus “sacrifícios espirituais” (1Pe 2:5); também devem se apresentar como sacrifícios vivos (ver com. de Rm 12:1), um corpo de crentes consagrados ao Senhor. Eles não necessitam de sacerdote humano como mediador diante de Deus, pois só há um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo (ver com. de Hb 7:17; 7:24-28; cf. Hb 4:16). CBASD, vol. 7, p. 614.
25 Pastor. Este termo sugere o cuidado e a proteção de Cristo por Suas ovelhas (ver com. de Jo 10:11). Nos muros das catacumbas, trabalhos artísticos dos primeiros cristãos retratam Jesus como pastor. CBASD, vol. 7, p. 620.
Bispo. Do gr. episkopos, “supervisor”, “superintendente”, “guardião”(ver vol. 6, p. 12, 25; ver com. de At 20:28). CBASD, vol. 7, p. 620.
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I Pedro 2 – Os crentes que inicialmente receberam esta carta de Pedro estavam espalhados nas províncias do Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia (1:1). Cerca de 2000 anos depois, serve para orientar e motivar o coração dos crentes espalhados pelo mundo – inclusive você!
Diferentemente dos ignorantes e superficiais no estudo da Bíblia, a mensagem de Pedro é para quem sofrera perseguição por causa da Palavra de Deus, continuava sofrendo por estarem espalhados pelas províncias romanas, e ainda experimentariam desafios ainda maiores por causa de sua fé em Jesus.
• Quando olhamos para a revelação do fim no Apocalipse, podemos reconhecer o quanto precisamos mais da mensagem de Pedro do que seus primeiro leitores. Então observe bem os pontos do segundo capítulo de sua carta:
Ao refugiarmo-nos em Cristo, somos desafiados a abdicar de cinco pecados repugnantes para Deus (v. 1):
• Malícia/maldade;
• Mentira/falsidade;
• Fingimento/hipocrisia;
• Inveja/cobiça;
• Maledicências/críticas/calúnias/boatos/fofocas.
Para lidarmos com os desafios impostos pelos inimigos de Cristo, é necessário (vs. 2-3):
• Alimentar-se da Palavra de Deus;
• Alimentar-se diariamente de alimentos espirituais, assim como do alimento físico;
• Não substituir o leite integral da Palavra de Deus por leite desnatado, muito menos por fast-food espiritual ou procurar lixo religioso nas fábricas do inferno.
Para fortalecermo-nos na fé, precisamos refletir a Cristo (vs. 4-10):
• Ele é a Pedra viva, a Pedra Angular;
• Precisamos ser pedrinhas na construção de Sua igreja;
• As pedrinhas formam o corpo de Cristo, que é o cabeça, ou seja, precisamos estar ligados à igreja verdadeira para anunciar ao mundo o que Cristo fez.
Para resistir às provas da vida, é necessária a união entre os irmãos (vs. 11-25). Para isso,
• Cada cristão não deve esperar o próximo agir corretamente, mas agir corretamente para com o próximo;
• O cristão reconhece ser peregrino neste mundo indo para o lar celestial, mas sem agir incorretamente com os governadores deste mundo;
• Cristãos não promovem ou apontam problemas políticos do mundo, mas solução bíblica.
O evangelho que não transforma é falso. Pois, “uma vida semelhante à de Cristo é o mais poderoso argumento que pode ser apresentado em favor do cristianismo, e que o cristão que não é fiel à sua profissão causa mais dano ao mundo do que um mundano” (Ellen G. White).
Reavalie teus conceitos… valorize o reino celestial! – Heber Toth Armí
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TEXTO BÍBLICO I PEDRO 1 – Primeiro leia a Bíblia
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1pe/1
Ao longo deste capítulo, há um contraste recorrente entre o temporário e o eterno. Os crentes, aos quais a carta é dirigida, são estrangeiros, residentes temporários e exilados no mundo, enquanto aguardam sua herança eterna. As provações que eles experimentam são apenas temporárias, mas há uma grande alegria pela frente e algumas delas podem ser experimentadas mesmo agora, mesmo em meio às provações atuais. Houve aqueles que não entenderam as realidades da obra de Deus e do Seu amor, mas agora Jesus foi totalmente revelado. Nossas vidas humanas são frágeis e passageiras, mas uma vida baseada na Palavra de Deus durará para sempre.
Definidas desta forma, as comparações são nítidas. O apóstolo está questionando seus leitores sobre como eles estão investindo suas vidas, energia e atenção. Não faz sentido dar prioridade a coisas que simplesmente não duram. As escolhas que vêm por seguir Jesus muitas vezes não são as opções mais fáceis, mas são as mais valiosas, as mais duradouras, as mais reais. As histórias, os ensinamentos e as promessas de Jesus nos dão uma visão de longo prazo e uma perspectiva diferente para pensar acerca de nossas vidas e escolhermos viver de maneira diferente.
Nathan Brown
Escritor e editor, Signs Publishing Company, Melbourne, Austrália
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1398
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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311 palavras
1 Em sua saudação, Pedro se dirige aos cristãos que vivem fora da Palestina como “peregrinos” ou “estrangeiros”, com a implicação de que esta terra é apenas temporária enquanto o céu é o lar permanente dos fiéis a Jesus. Nossa fidelidade é obtida através do poder de Deus, que nos concede uma “esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (v. 3 NVI). Cindy Tutsch, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/12/.
Dispersão. Literalmente, “da Diáspora” (ver com. de Jo 7:35). A palavra “diáspora” (ver vol. 5, p. 47, 48) é usada desde aquela época para se referir aos judeus dispersos entre as nações fora da Palestina. Entretanto, não se restringe a esse significado específico. Paulo classificava cristãos e gentios espalhados pela região do Mediterrâneo como membros da “diáspora”. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 600.
2 Eleitos. Do gr. ekletoi, literalmente, “os escolhidos” (ver com. de Rm 8:33). Os cristãos são aqui considerados escolhidos porque haviam atendido ao chamado de Deus (sobre eleição e salvação, ver com. de Rm 8:29). CBASD, vol. 7, p. 600.
13 Revelação. Do gr. apokalupsis (cf. v. 5, 7). Nessa passagem, Pedro define a caminhada cristã como a realidade crescente da presença de Jesus Cristo, uma comunhão aprofundada que ultrapassa a mais íntima das amizades terrenas. Dia a dia, a vida e a obra do Salvador serão cada vez mais reveladas ao filho de Deus, até que a “revelação”final ocorra na segunda vinda. Os que o adorarão quando O virem são os que já O conhecem nesta vida. CBASD, vol. 7, p. 601.
22 Amor fraternal. Do gr. philadelphia (ver com. de Rm 12:10). A obediência à verdade deve resultar deve resultar em amor pelos irmãos (ver com. de Jo 13:34; IJo 2:9-11; 3:10-18). CBASD, vol. 7, p. 608.
Não fingido. Do gr. anupokritos, “sem disfarce”, “sem hipocrisia”. CBASD, vol. 7, p. 608.
Amai-vos. Do gr. agapao, afeição governada pela razão e pelo entendimento, na busca do melhor para a pessoa amada (ver com. de Mt 5:43; Jo 21:15). CBASD, vol. 7, p. 608.