Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO I CRÔNICAS 8 – Primeiro leia a Bíblia
I CRÔNICAS 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
I CRÔNICAS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
656 palavras
1-40 Descendentes de Benjamim. A inclusão de uma segunda genealogia de Benjamim ainda mais extensiva reflete a importância dessa tribo quanto ao interesse do cronista por Saul. … A genealogia de Benjamim é mais extensiva que a de todas as demais tribos, menos Judá e Levi. O cronista também se preocupa com a genealogia de Saul (v 29-38) a fim de armar o palco para a narrativa histórica que começa no fim do reinado dele (cap. 10); a genealogia de Saul é repetida em 9.35-44. Várias referências fazem supor que essa genealogia também se originou da esfera militar (v. 6, 10, 13, 28, 40) (Bíblia de Estudo Vida).
Benjamim recebe atenção especial porque Jerusalém pertencia, tradicionalmente àquela tribo (Js 18.28) e porque o primeiro rei, Saul, era benjamita (33). O v. 28 indica que havia numerosos benjamitas em Jerusalém, na época do cronista. A ênfase sobre Benjamim liga as genealogias com o corpo histórico do livro, que começa com o relato sobre a família real de Saul (Bíblia Shedd).
6-27 Exclusividade de Crônicas (Bíblia de Estudo Vida).
6 Transportados para o exílio. Os detalhes deste acontecimento não são claros. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 148.
8 Repudiado. Saaraim mandou embora suas esposas Husim e Baara. CBASD, vol. 3, p. 148.
8-10 Estes versos lista os filhos de Saaraim com Hodes após ter-se divorciado das primeiras duas esposas, Husim e Baara. Divórcio e Poligamia são muitas vezes registrados no Antigo Testamento sem comentários críticos. Isto não significa que Deus considera o divórcio algo aceitável, de menor importância. [Ver Mal 2.15, 16; Mt 19:8] . Life Application Study Bible Kingsway.
28 Chefes das famílias. Isto é, os cabeças das principais famílias ou clãs. CBASD, vol. 3, p. 148.
Habitaram em Jerusalém. Jerusalém foi habitada em parte por descendentes de Benjamim e em parte por pessoas de Judá (ver 1Cr 9:3; Ne 11:4). CBASD, vol. 3, p. 148.
A cidade ficava parcialmente dentro dos limites da tribo de Benjamim (Js 18.28). Bíblia Shedd.
29-38 Essencialmente igual à lista em 9.35-44. Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 Gibeão. Uma cidade no território Benjamita onde houvera um importante santuário. Deus apareceu a Salomão em um sonho neste lugar (Andrews Study Bible).
pai [de Gibeão]. Ou líder, ou ainda fundador (Bíblia de Estudo Vida, nota textual). Os v. 8:29 a 40 listam as famílias de Gibeão e a casa real de Saul. CBASD, vol. 3, p. 148.
32 Com seus irmãos. Isto é, com os outros clãs benjamitas que se estabelceram em Jerusalém (v. 14-28). CBASD, vol. 3, p. 148.
33 Esbaal. O emprego do nome “Baal” em Esbaal e em Meribe-Baal, filho de Jônatas (v. 34), não indica necessariamente que Saul era devoto do deus Baal. O heb. ba’al significa simplesmente “dono”, “marido”, “senhor”. Porém, depois que a palavra foi relacionada de forma estreita ao deus Baal, parece que não foi mais usada pelos hebreus fiéis a Yahweh para dar nome a seus filhos. A mudança de Esbaal (literalmente “homem de Baal”) para Isbosete (literalmente “homem de vergonha”) e também de Meribe-Baal (1Cr 9:40) para Mefibosete … foi provavelmente uma substituição deliberada para eliminar o indício da idolatria. O povo hebreu costumava fazer adaptações desse tipo nos nomes como um meio de expressar seus sentimentos. CBASD, vol. 3, p. 148, 149.
O sentido é “homem (adorador) de baal”. Em 2 Sm 2.8, o nome do filho de Saul é alterado para Is-Bosete, “homem de opróbrio”. No hebraico, boseth significa “vergonha”. A alteração foi feita porque o livro de Samuel era lido em voz alta nos cultos nas sinagogas, enquanto Crônicas não o era. Antes da introdução da adoração ao deus fenício Baal em Israel, pelo rei Acabe, a palavra baal não tinha má conotação no hebraico, mas simplesmente era equivalente ao substantivo próprio mais comum El, isto é, “Deus”, ou “Senhor”, ou “marido”. No tempo de Saul era um título honorífico que subentendia que Jeová era o Senhor, o “baal” de Canaã. Depois de Acabe, os nomes relacionados com “baal” se tornaram ofensivos aos ouvidos piedosos, que nem ao menos pronunciavam tal palavra. Esses alteraram os nomes de seus antepassados, incluindo [em seu lugar] a forma El ou Boseth. Por exemplo, Meeribe-baal se tornou Mefibosete (2 Sm 9.10) (Bíblia Shedd).
Filed under: Sem categoria
A graça divina não nos livra das desgraças de nossos pecados, mas nas desgraças causadas por eles.
Deus nunca pretendeu que Israel tivesse outro rei além dEle. Como houve resistência à vontade de Deus e insistência na instituição de um reino terrestre, o Soberano do Universo cedeu à exigência da criatura. O capítulo em questão visa mostrar, ao leitor, a tribo da qual saiu o primeiro rei de Israel, cujo reinado deu início à monarquia israelita.
“As genealogias que o cronista formula de Israel terminam com um segundo relato longo de Benjamim (ver 7:6-12) […] mas seu final segue outro rumo. Ao fechar suas genealogias com um longo relato de Benjamim, o cronista elevou esta tribo ao nível de Judá e Levi”.
Avançando em seu comentário sobre este capítulo Richard Pratt Jr. explica que um segundo registro da genealogia de Benjamim “é que o cronista distinguia dois grupos de benjamitas. Quando as tribos setentrionais se separaram de Judá por volta de 722 a.C., a tribo de Benjamim dividiu sua lealdade. Alguns benjamitas seguiram para o norte (ver 1Rs 11:31,32), enquanto outros permaneceram com Judá (ver 1Rs 12:21) […]. O segundo registro… se concentra nos benjamitas que foram leais a Jerusalém… Esses benjamitas receberam atenção maior porque foram fieis ao monarca de Jerusalém e ao Templo, tal como foram Judá e Levi”.
O comentário Bíblico Adventista divide assim este capítulo:
1. Os filhos de Benjamim e os chefes das famílias (vs. 1-32);
2. A linhagem de Saul e Jônatas (vs. 33-40).
As 12 tribos de Israel foram unificadas por Saul. Mas, a nação foi divida em dois reinos após a morte de Salomão: Ao sul, o reino de Judá, composto das duas tribos: Judá e Benjamim; e, ao norte, o reino de Israel, formado pelas outras 10 tribos, que ficaram conhecidas como “as dez tribos perdidas de Israel”, após terem o reino invadido pela Assíria em 722 a.C.
• Seguir os planos divinos é melhor que lutar por nossas maiores ambições humanas. Ignorar estes planos significa assinar nosso fracasso.
No tempo do cronista, havia sobrado apenas as tribos de Judá e Benjamim. As quais foram cativas em Babilônia, mas Deus não desistiu de investir nestes remanescentes! Que bom, assim a Bíblia foi preservada!
“Senhor, reaviva-nos espiritualmente!” – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO I CRÔNICAS 7 – Primeiro leia a Bíblia
I CRÔNICAS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
I CRÔNICAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
433 palavras
1-5 Essa lista dos clãs [de Issacar] parece ter origem num alistamento militar (v. 2, 4, 5) desde os dias de Davi (v. 2), o que talvez reflita o censo do cap. 21 e de 2Sm 24 (Bíblia de Estudo Vida).
6 Benjamim. Significa “filho da mão direita”. José e Benjamim eram filhos de Jacó e Raquel. Benjamim foi o último filho de Jacó. Saul, primeiro rei de Israel, era da tribo de Benjamim. Em Gn 46.21 há menção de 10 filhos, e, em 1 Cr 8.1,2 [e em Nm 26.38,39] são mencionados cinco filhos. Acredita-se que os outros [seus clãs] foram mortos na horrenda matança de Jz 20. Essas genealogias são imperfeitas. Sobreviera ruína a Israel, e isso se reflete nos registros. Alguns conservaram seus registros perfeitos, na Babilônia; outros se mostraram descuidados, não se lembrando das promessas de Deus a Seu povo. Perderam as provas que, realmente, pertenciam ao povo escolhido. Os que mantinham seus registros, esperavam, pela fé, o tempo quando retornariam à sua terra. Jr 32 é um exemplo dessa fé esperançosa (Bíblia Shedd).
O único nome que aparece em todas essas fontes documentárias é Belá, o primogênito. As variações refletem origens e funções diferentes para essas genealogias. A lista aqui parece funcionar na esfera militar (v. 7, 9, 11) (Bíblia de Estudo Vida).
11 capazes de sair à guerra. Todos os homens com 20 anos ou mais poderiam ser contados no exército de Israel (Andrews Study Bible).
13 netos de Bila. Dã e Naftali eram literalmente “filhos” de Bila, concubina de Jacó (Gn 30:3-8), de modo que os “filhos” de Naftali são “netos” (hebraico: “filhos”) de Bila (Bíblia de Estudo Vida).
14 Manassés. Refere-se à parte da tribo que vivia a oeste do Jordão (comparar 5.23,24). Foi o filho mais velho de José e Azenate (Gn 41.50,51) (Bíblia Shedd).
14-19 Dos 13 clãs diferentes da tribo de Manassés que ficam conhecidos nessas genealogias, sete são mencionados nos óstracos de Samaria (cerca de 65 cacos de cerâmica tendo inscritos neles registros de entrega de vinho, de óleo, de cevada e de outras comodidades no séc VIII a.C.). O destaque atribuído às mulheres nessa genealogia é incomum; faz supor que pode ter funcionado na esfera doméstica, talvez como declaração da condição social dos vários clãs de Manassés (Bíblia de Estudo Vida).
15 só filhas. As cinco corajosas filhas de Zelofeade motivaram um novo regulamento legal com respeito aos direitos femininos de herança (Nm 27). A proeminência das mulheres de Manassés é notável (Andrews Study Bible).
21 Gate. Uma das mais importantes das cinco cidades filistéias, que formavam uma confederação (Andrews Study Bible).
23 Berias. O nome significa “com tragédia” (Andrews Study Bible).
iam mal. [desgraça, NVI] No hebraico, beraah, sendo o nome uma reflexão da situação em que se encontrara (Bíblia Shedd).
Filed under: Sem categoria
I CRÔNICAS 7 – Em meio a tanta confusão religiosa, Deus continua conduzindo um povo na execução de Seus projetos no mundo?
Após retornar do exílio babilônico, a questão aos ex-exilados era se ainda eram o povo de Deus. As genealogias são importantes para garantir o “sim” da resposta divina.
Neste capítulo Deus cita seis tribos além das outras citadas em capítulos anteriores. Estas ficavam a oeste do Jordão. São elas:
· Issacar (vs. 1-5);
· Benjamim (vs. 6-12);
· Naftali (v. 13);
· Manassés (vs. 14-19);
· Efraim (vs. 20-29);
· Aser (vs. 30-40).
Neste capítulo consta a menor das genealogias. Em apenas um versículo o cronista cita a genealogia de Naftali.
· Nem pequenez ou pecado pode impedir Deus de realizar Seu plano no mundo.
Em Seu plano Deus não exclui tribos de Seu povo; porém, algumas tribos se excluíram da vontade de Deus e acabaram sendo consumidas pelos próprios pecados.
Deus deu oportunidade e habilidade, bênçãos e mais bênção ao Seu povo que vivia num contexto de guerra (vs. 2, 4-5, 7, 9, 11, 40). Ainda que os filhos de Efraim morressem em batalha e o luto tomasse conta dos sobreviventes (vs. 21-24) a genealogia de Josué englobou esse triste fato (vs. 20-21, 25-27).
Cada tribo tinha um propósito específico no plano divino, pena que desviaram-se terrivelmente desse propósito. Cada tribo tinha direito ao Seu lugar na Terra Prometida, nem mesmo as que estavam dalém do Jordão ou as mulheres (vs. 14-18) estava fora dessa herança deixada por Deus. Ao voltar do exílio nenhuma tribo deveria ser esquecida.
Após 70 anos exilados babilônico, não era hora do povo lamentar, mas de reavivar. Eis uma das razões pela qual o Espírito Santo inspirou o cronista: Israel ainda era povo especial. Deus aviva a fé do aflito remanescente com as genealogias. Deus quer ativar nossa esperança ao mostrar que mesmo não parecendo, Ele continua no controle!
1. Estamos diante de problemas mundiais, a mornidão espiritual está dando lugar à frieza; contudo, os planos de Deus de salvar o mundo acontecem apesar de nós; Ele os concretizará apesar de nós.
2. O Messias veio apesar da indiferença do povo no passado, Ele voltará apesar de nossa indiferença no presente. Entretanto, levará apenas o remanescente fiel para o céu!
Reavivemo-nos antes que seja tarde demais! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO I CRÔNICAS 6 – Primeiro leia a Bíblia
I CRÔNICAS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
I CRÔNICAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
1266 palavras
O cap. 6 trata da tribo de Levi, seus descendentes e suas cidades. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 142.
Um longo relato sobre a tribo de Levi provê o pano de fundo quanto à disposição dos encarregados do templo na comunidade restaurada, após o exílio na Babilônia. O autor faz uma vinculação da monarquia davídica [v. 31, 32] com a adoração no templo, em sua concepção de um povo restaurado. As considerações abrangem povos e territórios (1.5; 2.3-9.1). A atenção dada a Levi revela a importância do templo e do sacerdócio. Se os exilados que voltaram quisessem ter a bênção de Deus, então a família real (Judá) e os encarregados pelo templo (Levi) também deviam continuar suas funções apropriadas (29.22, nota). A narrativa abrange os sacerdotes que descendiam de Arão, uma pesquisa sobre os três clãs de Levi, os músicos do templo designados por Davi (6.31-47) e os deveres dos filhos de Arão e de outras famílias. Essa narrativa provê um argumento racional para o funcionamento da tribo de Levi no período após o exílio da Babilônia. Bíblia de Genebra.
4 Eleazar. A linhagem o acompanha, visto que seus irmãos mais velhos, Nadabe e Abiú, foram mortos pelo Senhor, no deserto, por comportamento irreverente, e não deixaram filhos (Lv 10.1,2; Nm 3.4). A lista [não completa] de sumos sacerdotes que se segue (vv 4-15) acompanha-os durante os 860 anos entre o Êxodo e a queda de Jerusalém. Bíblia Shedd.
8 Zadoque. Sumo sacerdote no tempo de Davi e Salomão, 970 a.C. Bíblia Shedd.
Esse Zadoque era um dos dois sacerdotes de Davi (18.16; 2Sm 8.17). Enquanto Abiatar, o outro sacerdote de Davi, apoiou a rebelião de Adonias, Zadoque apoiou Salomão (1Rs 1). Depois da expulsão de Abiatar (1Rs 2.26,27), Zadoque detinha sozinho o cargo (1Cr 29.22), que continuou dentro da linhagem dele (1Rs 4.2). … Esdras fez questão de remontar sua linhagem sacerdotal a essa casa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 Azarias. Um interesse pelos preparativos do templo de Salomão como um modelo a ser seguido pela comunidade que retornara do exílio explica a relevância de um comentário sobre Azarias. Bíblia de Genebra.
13 Hilquias. Descobriu o livro da lei no templo, no reinado de Josias (2Rs 22; 2Cr 34). Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 Seraías. [O último sumo sacerdote do primeiro templo, de Salomão] Foi levado para Ribla [Síria] e ali executado por ordem da Nabucodonosor. Bíblia Shedd.
Executado pelos babilônios depois da conquista de Jerusalém em 586 a.C. (2Rs 25.18-21). Bíblia de Estudo NVI Vida.
14-15. Jeozadaque. A linhagem sumo sacerdotal foi acompanhada até Jeozadaque, pai de Josué, que foi o sumo sacerdote no começo do período que se seguiu ao exílio babilônico (Ed 3:2; 5.2; 10.18; Ag 1.1; Zc 3.1; 6.11). Bíblia de Genebra.
15 Jeozadaque foi levado cativo. Ele devia ser bem jovem nessa época (586 a.C.). CBASD, vol. 3, p. 143.
16-48. Outros levitas, não da privilegiada família sacerdotal, realizavam deveres secundários no templo, como o canto (31). Davi teria instituído o culto musicado no templo, conforme existia nos dias do cronista, em caráter definitivo… . Nomes de famílias proeminentes entre os cantores eram Hemã (33), Corá (37), Asafe (39) e Etã (44); ver os títulos dos salmos 73-83, 88 e 89. Bíblia Shedd.
27-28 Elcana … Samuel. 1Sm 1.1 Faz Elcana e seus ancestrais remontar a Zofia (Zufe) como efraimitas. Essa designação pode ter indicado a localização onde ele morava e não a sua tribo. Bíblia de Genebra.
31 Davi constituiu. Davi nomeou alguns dos levitas para atuar como cantores no templo. Muitas cerimônias e festas religiosas eram acompanhadas por apresentações vocais e instrumentais. Bíblia de Estudo Andrews.
Davi nomeou grupos de cada um dos três clãs de Levi como músicos (15.16-26; 2Cr 35.3): a família de Hemã, de Coate …, a família de Asafe, de Gerson … e a família de Etã, de Merari… . É salientada a importância da música na adoração a Deus (15.16, nota), e o que é dito também fornece uma base para as funções desses clãs no período que se seguiu ao exílio babilônico. Bíblia de Genebra.
31-48. A menção frequente do papel dos levitas tem levado muitos a tomar por certo que o autor era um membro dos músicos … . Essa genealogia parece funcionar como meio de legitimar os levitas do período da restauração (Ed 2.40, 41; Ne 7.43, 44; 10.9-13, 28, 29; 11.15-18; 12.24-27). Bíblia de Estudo NVI Vida.
32 Tabernáculo. Depois da entrada em Canaã, o tabernáculo [ou Tenda da Congregação] que Moisés tinha feito foi estabelecido em Siló e ainda estava nesse lugar nos dias de Eli (Js 18:1; Jz 18:31; 1Sm 1:3). Mais tarde, foi transferido para Nobe, conforme fica evidente pela menção dos pães da proposição nessa localidade (1Sm 21:1, 4, 6). Na época de Davi, mesmo depois de a arca ter sido levada a Jerusalém (1Cr 13:5-14; 15:1-16:6), o tabernáculo e o altar do holocausto estavam em Gibeão (1Cr 21:29). O tabernáculo parece ter permanecido ali até o reinado de Salomão (2Cr 1:3), que finalmente o transferiu para o novo templo (2Cr 5:5). CBASD, vol. 3, p. 143.
33 Hemã. Neto de Samuel, o qual escreveu o Sl 88. Bíblia Shedd.
Asafe. Cantor e vidente (2Cr 29.30) que nos é conhecido como autor de muitos salmos (50.73-83). Bíblia Shedd.
49-53 Repete v. 4-8, mas presumivelmente tem uma funçãi diferente: a de legitimar a linhagem de Zadoque, que é levada adiante até os dias de Salomão, como a única divisão legítima autorizada a oferecer sacrifícios. Bíblia de Estudo NVI Vida.
53 Zadoque. A consideração sobre as famílias dos levitas é concluída observando-se o direito exclusivo dos zadoquitas de oferecerem sacrifícios por serem descendentes diretos de Arão. Talvez tenha havido alguma controvérsia entre as famílias dos levitas sobre isso no tempo em que o livro estava sendo escrito. Bíblia de Genebra.
54-81 Cidades e territórios dados aos clãs levíticos (Nm 26.62; Js 21). Bíblia Shedd.
Neste relato (vs. 54-81), fundamentado em Js 21.4-48, o autor salienta a vasta área que pertencera a Levi. Bíblia de Genebra.
Esta lista de cidades levíticas é quase idêntica à apresentada em Js 21. Os levitas não tinham território próprio para a tribo; em vez disso, foram espalhados por todo o Israel. Bíblia de Estudo Andrews.
55 Hebrom. Cidade mais importante da região central de Judá. A terra em volta foi dada aos levitas. Além de ser uma cidade levítica, era também uma das seis cidades de refúgio em Israel (Js 21.3-40). Bíblia de Estudo Andrews.
57 Cidades de refúgio. Havia seis cidades levíticas de refúgio (Êx 21.13; Dt 19.1-13; Js 20.7-9): Hebrom e Siquém (57, 67), Golã (71), Quedes (76), Bezer (78) e Ramote de Gileade (80). Tinham tal nome porque colocavam sob sua proteção o homicida involuntário que procurasse a qualquer delas, quando perseguido pelo vingador. Na cidade de refúgio o criminoso era julgado. Se inocente, gozava do asilo da mesma. A cidade de refúgio é um belo símbolo de Cristo que, na cruz, absolve e perdoa o pecador que nele se refugia, arrependendo-se de seus pecados e confiando nele. “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo”(Rm 8.1, 2). Bíblia Shedd.
Deus havia dito às tribos que designassem cidades específicas para serem cidades de refúgio (Nm 35). Estas cidades deviam providenciar refúgio para a pessoa que acidentalmente matasse outra. A instrução parecia sem importância quando foi dada – os israelitas não haviam ainda entrado na terra prometida. Às vezes Deus nos dá instruções que não nos parecem ser relevantes no momento. Mas mais tarde podemos ver a importância dessas instruções. Não descarte as lições da Bíblia porque certos detalhes possam parecer irrelevantes. Obedeça a Deus agora – no futuro você terá um entendimento mais claro das razões dessas instruções. Life Application Study Bible Kingsway.
60 arredores. Áreas ao redor das cidades, usadas como pastagem. Bíblia de Genebra.
Anatote. Cidade natal do profeta Jeremias (Jr 1:1), localizada ao norte de Jerusalém. Bíblia de Estudo Andrews.
66 Algumas das famílias. Os vs. 66 a 81 alistam os nomes das cidades cujos números foram dados nos v 61 a 64 (comparar com Js 21:20-39). Muitas variações ocorrem nos nomes das cidades nas duas listas. Cerca de nove séculos se passaram entre a escrita de Josué e das Crônicas, e nesse período houve muitas mudanças nos nomes das cidades. CBASD, vol. 3, p. 144.
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO I CRÔNICAS 5 – Primeiro leia a Bíblia
I CRÔNICAS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
I CRÔNICAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
615 palavras
O cap. 5 trata das tribos que se estabeleceram a leste do Jordão: Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés [não confundir com o rei Manassés, da tribo de Judá]. Os v. 3 a 10 apresentam a genealogia de Rúben. Rúben era o primogênito de Lia, que também era a mãe de Judá e Simeão (Gn 35:23), cujas genealogias já foram apresentadas. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 138.
1. filhos de José. A herança de uma porção dobrada (Dt 21:15-17), que Rúben tinha perdido por seu pecado (Gn 35:22; 49:4), foi dada aos filhos de José (Gn 48:21, 22). CBASD, vol. 3, p. 138.
não foi contado como primogênito. Como primogênito, Rúben devia estar em primeiro lugar na genealogia, o qual foi ocupado por Judá. CBASD, vol. 3, p. 138.
2 o príncipe. Isto é referência à linhagem real de Davi (ver 1Sm 13:14; Mq 5:2). CBASD, vol. 3, p. 138.
6 Tiglate-Pileser. Trata-se de Tiglate-Pileser III, que investiu contra Israel nos dias de Peca (2Rs 15:29). CBASD, vol. 3, p. 138.
10 hagarenos. Um povo arameu conhecido como Hagarânu nas inscrições assírias de Senaqueribe, em que se diz que viviam na Síria. O Salmo 83:6 parece indicar sua proximidade de Moabe. CBASD, vol. 3, p. 138.
Basã. O antigo domínio de Ogue (Nm 21:33-35; Dt 3:1-12). “Todo o Basã” [“que estava ao norte de Gileade”] foi originalmente dado a Manassés (Dt 3:13; Js 13:30), ao passo que Gade recebeu o território de Gileade (Js 13:24, 25). CBASD, vol. 3, p. 139.
17 Jeroboão. Rei de Israel desde cerca de 793 a 753 a.C. … A frase “inscritos na genealogia”sugere que ele, provavelmente, tenha feito um censo das tribos ao leste do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 139.
22 até o exílio. Os hagarenos foram despojados por completo de seus territórios, e os israelitas dominaram a terra até o cativeiro, nos dias de Tiglate-Pileser (ver os v. 6, 26). CBASD, vol. 3, p. 139.
25 cometeram transgressões. O cronista constantemente aponta os tristes resultados do pecado, esperando, desse modo, despertar Israel para os perigos da transgressão e as bênçãos da obediência. CBASD, vol. 3, p. 139.
26 Pul. Documentos contemporâneos de Babilônia identificam Pulu, ou Pul, como o nome babilônico de Tiglate-Pileser. … A forma singular do verbo hebraico traduzido aqui: “que os levou cativos” sugere que apenas um rei estava envolvido, e não os dois. CBASD, vol. 3, p. 139.
rubenitas. A submissão e a deportação das dez tribos do norte aconteceram em etapas sucessivas. A deportação das tribos da Transjordânia por Tiglate-Pileser [1ª leva] é descrita aqui. O mesmo rei assírio também invadiu o território das tribos do norte e levou seus povos ao cativeiro (2Rs 15:29) [2ª leva]. Quando Salmaneser fez o ataque final a Samaria (2Rs 18:9) [3ª leva], havia apenas um débil remanescente (ver com [CBASD] de 2Cr 30:6). CBASD, vol. 3, p. 139.
para Hala, Habor. Estes lugares são mencionados em 2 Reis 17:6 como localidades às quais os israelitas foram levados após a conquista de Samaria, em 722 a.C. Acredita-se que Habor seja outro nome para o rio Khabur, que desemboca no Eufrates. O vale de Khabur foi residência temporária de Abraão no seu percurso para Canaã (ver com. [CBASD] de Gn 11:31). CBASD, vol. 3, p. 140.
Gozã. Uma cidade da Mesopotâmia chamada de Guzanu pelos assírios. Ela está perto da nascente do rio Khabur, aproximadamente no meio do caminho entre Nínive e Harã, e é conhecida hoje como Tell Halâf. CBASD, vol. 3, p. 140.
[Nota: Estas últimas informações são úteis para sabermos para onde foram deportados os israelitas estabelecidos a leste do Jordão (Transjordânia) e no reino do Norte (Samaria) após o exílio assírio. Pode ser também que tenham sido remanejados pelos babilônios, responsáveis pelo exílio do reino do Sul (Judá). Muitas delas aparentemente se perderam e foram chamadas de “as tribos perdidas de Israel”. Entretanto, deve-se notar que durante a crescente apostasia do reino do Norte, muitos israelitas fiéis se juntaram ao reino de Judá, cf. 2 Crônicas 11:14-17; 15:9 e 19:4). Portanto, havia representantes de todas as tribos quando do retorno do exílio babilônico.]