Reavivados por Sua Palavra


JÓ 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
10 de abril de 2023, 0:50
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436 palavras

As palavras de Jó revelam várias maneiras de se tornar um melhor consolador para aqueles que sofrem: (1) não fale apenas por uma necessidade de conversar; (2) não faça sermões dando respostas prontas; (3) não acuse nem critique; (4) coloque-se no lugar da outra pessoa; e (5) ofereça ajuda e encorajamento. Tente estas sugestões de Jó, sabendo que elas foram dadas por uma pessoa que precisava de grande conforto. Os melhores consoladores são aqueles que conhecem algo sobre sofrimento pessoal (Life Application Study Bible).

para responderes assim. Jó estava muito cansado, não pela extensão dos discursos deles, mas porque eles nada diziam que fosse útil. (Bíblia de Genebra).

fortalecer-vos. “Se eu estivesse no lugar de vocês”, declara Jó, na verdade, “não agiria como vocês. Eu confortaria e encorajaria vocês. (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 607).

despedaçou. A figura parece ser a de um animal selvagem que está atacando sua presa. Parece que Deus é seu inimigo, ao passo que, se os fatos fossem conhecidos, Satanás é que seria visto como o responsável pelo ocorrido (ver Jó 10:16; cf. Os 13:7). (CBASD, vol. 3, p. 608).

18-21 O v. 18 (cf. v. 22; 17.1) mostra que Jó não acredita viver bastante tempo para ser vindicado diante dos colegas. Sua única esperança é que tem no céu um amigo (v. 20), um ser celestial (5.1), que será “testemunha”, “advogado”, “intercessor”, pleiteando com Deus a seu favor (v. 21; 9.33 e nota). (Bíblia de Estudo NVI Vida).

19 Jó tinha medo de que Deus o houvesse abandonado. No entanto, ele apelou diretamente a Deus (o seu advogado e testemunha) e ao conhecimento que Deus tinha de sua inocência. Uma testemunha é alguém que viu algo que beneficia o requerente. Ao usar esses termos, Jó mostrou que ele tinha lançado toda a sua esperança de qualquer defesa justa sobre Deus, no Céu, porque ele provavelmente morreria antes de ser justificado na Terra. No Novo Testamento, aprendemos que Jesus Cristo intercede em nosso favor (Hebreus 7:25, 1 João 2:1) e, portanto, não temos nada a temer (Life Application Study Bible).

21 para que Ele mantenha o direito do homem. O rogo de Jó parece ser o de que Deus o declare inocente; que Deus pare de o afligir e Se coloque ao seu lado. No v. 19, Jó havia chamado a Deus de sua testemunha. O . 21 parece um apelo para que Deus realmente dê testemunho em seu favor. (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 608).

22 Este versículo combina melhor co o cap.17 (cf 13.28, nota). Isso lembra que a divisão em capítulos não faz parte do original. Jó anseia a morte como uma libertação da sua dor sem fim (14.13), mesmo que ainda esperasse viver alguns “poucos anos”.(Bíblia de Genebra).



JÓ 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
10 de abril de 2023, 0:40
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JÓ 16 – Há um contraste comportamental entre Jó e Elifaz merecedor de suprema atenção. Elifaz fez uma réplica à fala de Jó no capítulo anterior, agora Jó fará uma tréplica. Aprendemos muito comparando estes discursos:
• Enquanto Jó 15 é marcado pelo tom acusatório e julgador de Elifaz, Jó 16 está carregado de emoções dolorosas, onde Jó lamenta sua angústia intensa de forma contundente.
• Enquanto Jó expressa empatia pelos amigos saudáveis, reconhecendo a intenção deles ajudarem-no (Jó 16), Elifaz adotara uma postura julgadora e acusatória. Assim, enquanto Jó lidava sozinho com a dor, Elifaz o acusava de ser pecador, portanto merecedor do sofrimento – deixando-o ansioso por compreensão (Jó 15).
• Enquanto Elifaz apresenta Deus como Juiz severo e insensível à espreita para punir pecadores, Jó revela um Deus incompreensível, que pode trabalhar através do sofrimento humano para alcançar propósitos especiais.
• Enquanto Elifaz vê o sofrimento resultando diretamente do pecado pessoal, Jó vê o sofrimento como uma parte inevitável da vida coletiva neste planeta que foi tomado pelo pecado; desta forma, Jó consegue crer que Deus possa ter um propósitos maiores com o sofrimento, porém, Elifaz nega tal possibilidade.
• Enquanto Elifaz salienta a necessidade de arrependimento e obediência para alcançar a bênção divina, Jó continua confiando em Deus mesmo mergulhado no sofrimento, crente que Deus pode reverter qualquer situação, trazendo justiça e restauração apesar da titânica aflição.

Elifaz enfatiza a importância da obediência às leis divinas para viver feliz. Em contraste, Jó revela ser possível apegar-se à fé em Deus mesmo através do sofrimento.

Pessoas como Elifaz endeusam regras e leis da religião, enquanto pessoas como Jó dão ênfase no relacionamento com o Deus que criou as Leis para abençoar Suas criaturas. Desta forma, um destaca a necessidade de obediência para conquistar bênçãos, o outro enfatiza a confiança em Deus apesar da falta de bênçãos.



JÓ 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
9 de abril de 2023, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 15 – Primeiro leia a Bíblia

JÓ 15 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

JÓ 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JÓ 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
9 de abril de 2023, 0:50
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629 palavras

1-16 O primeiro ciclo de debates deixou os quatro interlocutores bastante contrariados: os três amigos, pela obstinação de Jó, e este último, pela absoluta falta de compreensão de sua dificuldade da parte daqueles. Aqui começa o segundo ciclo do debate, com uma palestra de Elifaz. Este se sente profundamente ferido ao verificar que Jó espezinhou as pérolas de sabedoria que os seus amigos lhe lançaram. Aparentemente foram vãos todos os seus esforços no sentido de obrigar Jó a humilhar-se perante o Deus de toda a sabedoria e de todo o poder, e agora protesta contra as atitudes de Jó.

Nos cap 15-21, os amigos de Jó ficam cada vez mais exasperados, apegando-se às suas doutrinas, e sendo sempre mais prontos a lançar acusações contra Jó, enquanto este vai avançando em sua busca angustiante da paz de espírito, virando as costas a homens cegos e à crueldade do destino, para achar o Deus de justiça e misericórdia, que será seu Vindicador na sua luta pela verdade (Bíblia Shedd).

De acordo com Elifaz, a experiência e a sabedoria de seus ancestrais tem mais valor do que os pensamentos Jó. Elifaz assume que suas palavras são tão sábias quanto as de Deus. É fácil detectar sua arrogância. (Life Application Study Bible Kigsway).

1-35 Elifaz começa o segundo ciclo de discursos (15.1 – 21.34), afastando-se da abordagem cheia de tato que usara nos caps. 4 – 5 (Bíblia de Genebra).

Elifaz inicia o segundo ciclo de diálogos com insultos e orgulho. (Andrews Study Bible).

vento. Trata-se do vento oriental quente (v. 27.21; 38.24), o siroco, que vem soprando do deserto. (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Era considerado o pior dos ventos. Era um vento seco  que soprava através do deserto com efeitos devastadores.  (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 604).

4 Os amigos de Jó receiam que, se Jó nega a doutrina de que todo pecado provoca imediato sofrimento, que que todo sofrimento pressupõe um pecado cometido, isto será um atentado contra a moralidade, além do que, isto motivará o pensamento de que se pode pecar impunemente (Bíblia Shedd).

8 Só o fato de Jó não ter concordado com seus “consoladores”, foi o suficiente para estes se desinteressarem da consolação e adotarem um tom ofensivo e sarcástico; mas Jó nunca dissera ser mestre em sabedoria (Bíblia Shedd).

10 A ironia de Jó em 12.12 foi bem percebida por Elifaz. Ele assegura a Jó que todos os anciãos estavam a favor deles, e não a favor de Jó. (Bíblia de Genebra).

11 suaves palavras. Parece que Elifaz se considera portador de inspirada consolação (cf 4.12-21), (Bíblia Shedd).

15 santos. Aqui, evidentemente, os anjos. De acordo com Elifaz, até o Céu e os anjos parecem impuros em comparação com a infinita santidade de Deus. (CBASD, vol. 3, p. 604).

19 nenhum estranho. Entre os povos orientais, desde os tempos mais remotos, a pureza da etnia era considerada um sinal da mais alta nobreza. (CBASD, vol. 3, p. 605).

27 enxúndia. Heb pmã, “gordura”, da idéia de “encher” – “abundância” (Bíblia Shedd).
v. 27 na NVI: “Apesar de ter o rosto coberto de gordura e a cintura estufada de carne”.

20-35 A caricatura que Elifaz pinta de Jó continua, usando várias figuras de linguagem: pecador beligerante que ataca a Deus (v. 24-26); ímpio gordo e rico que finalmente recebe o que merece (v. 27-32); videira despojada de frutos antes de se formar (v. 33a); “oliveira que perde a sua floração” (v. 33b). Enquanto Elifaz rejeitar a insistência de Jó, afirmando que os ímpios continuam prosperando, não precisará lidar com o corolário perturbador: o mistério de por que os inocentes às vezes sofrem. (Bíblia de Estudo NVI Vida).

29-35 Acumulam-se as nuvens, preparando a tempestade que rebentará para dar fim à prosperidade do ímpio; seu destino é como o da planta que murcha e seca prematuramente. Indiretamente, tudo isto é aplicado a Jó, a quem seus amigos começam a considerar como um ímpio (Bíblia Shedd).



JÓ 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
9 de abril de 2023, 0:40
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JÓ 15 – Não ser compreendido na dor aumenta ainda mais a aflição diante do sofrimento. Essa era a triste situação de Jó.

Elifaz retoma a palavra. Agora, “a controvérsia se torna mais acalorada. Elifaz supôs a culpa de Jó, acusando Jó de se autocondenar, [Jó 15:1-6], por sua presunção e orgulho, [Jó 15:7-16], e descreveu os ímpios e seu fim, [Jó 15:17-35]”, sintetiza Merrill Unger.

A mesma atitude de Elifaz (e de seus amigos) seria vista nos judeus em relação a Jesus. Ele, “experimentado no sofrimento”, “foi desprezado e rejeitado pelos homens”; “como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado, e nós não O tínhamos em estima… Nós O consideramos castigado por Deus, por Deus atingido e afligido” (Isaías 53:3-4).
• Elifaz, Bildade e Zofar supunham serem especialistas no sofrimento sem tê-lo experimentado tão profundamente quanto Jó.
• Jó experimentava profundamente a tortura oriunda do sofrimento físico, emocional, social e espiritual; estava mergulhado no sofrimento sem entendê-lo.
• Jesus, o inocente Filho de Deus, foi além do sofrimento de Jó. Ele escolheu deixar Sua posição de glória no Céu e tornar-Se humano; decidiu experimentar tudo o que nós experimentamos, enfrentou todas as tentações e sofrimentos que nós enfrentamos, foi até o preço final do pecado sem ter cometido qualquer pecado. Ele é especialista no sofrimento!

Ainda que nossos melhores amigos não nos entendam, e até nos acusem por não compreender-nos (Jó 15:1-35), devemos conscientizar-nos que Jesus nos entende completamente por ter vivido nossa experiência neste como humano.

Jesus sabe o que é ser tentado, sabe o que é sofrer, sabe o que significa estar em posição vulnerável. Ele identificou-Se conosco em todo sofrimento; e, foi além, ao sofrer a morte em nosso lugar, a fim de favorecer-nos.

Jó era inocente, mas não era imaculado – santo no sentido pleno da palavra; porém, Jesus era. Jesus não cometeu nenhuma falta, Sua natureza não era corrompida. O sofrimento que O levou à morte é maior que nossa capacidade limitada de compreensão; contudo, o importante é que, independente da imensidão de nosso sofrimento, Jesus nos entende completamente – como ninguém (Filipenses 2:9-11; Hebreus 2:10, 14-16; 4:14-16).

Quando diante do sofrimento necessitarmos de amigos que nos compreendam, não procuremos os Elifazes da vida; corramos imediatamente para Jesus! Ele nos reavivará! – Heber Toth Armí.



JÓ 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
8 de abril de 2023, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 14 – Primeiro leia a Bíblia

JÓ 14 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

JÓ 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JÓ 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
8 de abril de 2023, 0:50
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336 palavras

No capítulo 14, Jó se concentra em descrever a condição humana: ser “nascido de uma mulher”, “curto de dias” e “cheio de problemas” (v. 1). É exatamente o oposto do Jardim do Éden, onde os seres humanos foram criados e formados por Deus para viver eternamente e andar em paz com o seu Criador. Agora os seres humanos são como as rosas que desabrocham e são cortadas, e como as sombras se movem e somem (v. 2). Jó sente que os olhos de Deus estão sobre ele e que está sob investigação e juízo (v.3). E lamenta não ter nada de bom e perfeito a mostrar, pois herdou a degeneração pós queda e possui a semente da morte no corpo, como resultado dos pecados de Adão e Eva: “Quem da imundícia poderá tirar coisa pura? Ninguém!”(v. 4). Koot Van Wyk, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/07/10/

O profundo discurso de Jó neste capítulo ilustra uma grande verdade: ter um conjunto correto de doutrinas não é suficiente. Ter conhecimento do que acreditar não é tudo que é necessário para agradar a Deus. A verdade não testada pela experiência da vida pode se tornar estática e estagnada. O sofrimento pode trazer uma qualidade dinâmica para a vida. Assim como a seca obriga as raízes de uma árvore a se aprofundarem em busca de água, também o sofrimento pode levar-nos da aceitação superficial da verdade para a dependência em Deus para a esperança e vida (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

7-22 O Velho Testamento não diz muito a respeito da ressurreição dos mortos. Isto não surpreende porque Cristo não havia ainda conquistado a morte. O pessimismo de Jó a respeito da morte é compreensível. O que é admirável é sua crescente esperança (14:14). Se apenas Deus o escondesse com os mortos e o trouxesse para fora novamente! Se apenas ele pudesse morrer e viver novamente! Quando enfrentamos sofrimento, temos uma vantagem sobre Jó. Nós sabemos que os mortos ressuscitarão. Cristo ressurgiu, e nós tempos esperança baseada na promessa de Cristo em João 14:19 (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



JÓ 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
8 de abril de 2023, 0:40
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JÓ 14 – Nossa vida é efêmera, não eterna; nossa certeza durante a vida é que em algum dia desconhecido deixaremos de viver.

Além desta perspectiva sombria da transitoriedade e a fragilidade da existência humana, pior ainda quando enfrentamos grandes períodos sombrios causados por intensas aflições.

É disso que Jó trata neste seu capítulo mais tenebroso do livro. Ele está além do fim do túnel, no fundo do poço do sofrimento. Suas perspectivas são perturbadoras, suas palavras são assombrosas. Note:
• Uma parábola impressionante descrevendo a triste brevidade da existência (Jó 14:1-2).
• Descrição da natureza fugaz da vida comparando o ciclo da natureza com a existência humana, almejando alguma renovação pós-morte (Jó 14:3-9).
• Reconhecimento da realidade inevitável da morte, e clamor por lembrança após morrer (Jó 14:10-17).
• Lamento encerrando um longo desabafo (Jó 14:18-22).

No encerramento de seu longo discurso iniciado no capítulo 12, o fiel “Jó voltou a reclamar diante de Deus, e reassumiu o estado depressivo, falando da morte como sendo inevitável (vs. 18-20) e causadora de separação (v. 21). Ele sentia-se dolorosamente triste ao pensar nessas coisas (v. 22)”, observa John MacArthur.

O sofrimento nos acompanha por milênios, desde a queda de Adão resultando na desgraça do pecado no mundo. Desta maneira, Jó 14 aborda temas complexos e profundos que têm sido objeto de milenares reflexões filosóficas e religiosas; tais como:
• A brevidade e transitoriedade da existência.
• A infeliz inevitabilidade da morte.
• A esperança de renovação e redenção.
• A atuação de Deus no mundo e o sofrimento humano.
• A confiança em Deus apesar das tribulações no mundo.

Brevidade da vida, inevitabilidade da morte, e expectativa de renovação… são grandes temas de interesse mundial que, profundamente analisados, devem conduzir-nos à profunda reflexão espiritual. Por isso, a importância de compartilhar a mensagem de Jó!

Note que o livro de Jó é um poema “amplamente reconhecido, mesmo em círculos seculares, como um dos mais magníficos poemas dramáticos da literatura. A sublimidade do tema, a majestade das ideias, a grandeza do alcance literário não encontram páreo em nenhuma peça da literatura mundial”, afirmou categoricamente Merrill Unger.

Alcançando níveis profundos do sofrimento e escrevendo com maestria literária, Moisés, inspirado pelo Espírito Santo, deixou o primeiro livro divino para a humanidade sofredora, carente de sua mensagem!

Portanto, estudemo-lo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



JÓ 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
7 de abril de 2023, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 13 – Primeiro leia a Bíblia

JÓ 13 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

JÓ 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JÓ 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
7 de abril de 2023, 0:50
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402 palavras

3 O real foco de Jó, desde o começo, é Deus (9:3, 14-16,19-20, 32-35) (Andrews Study Bible).

sois médicos que não sabem nada. Jó comparou seus três amigos a médicos que não sabiam o que estavam fazendo. Eram como cirurgiões de olhos que tentam realizar cirurgia de coração aberto. Muitas de suas idéias sobre Deus eram verdadeiras, mas não se aplicavam à situação de Jó. Eles estavam certos em dizer que Deus é justo. Eles estavam certos em dizer que Deus castiga o pecado. Mas eles estavam errados em supor que o sofrimento de Jó era um justo castigo por seu pecado. Eles tomaram um princípio verdadeiro e o aplicaram de forma errada, ignorando a enorme diferença entre as circunstâncias humanas. Devemos ser cuidadosos e compassivos na forma de aplicar as condenações bíblicas para os outros; Devemos ser lentos para julgar (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

7 em favor de Deus vocês falarão perversidades?. Quantas vezes coisas injustas foram ditas ou feitas, professamente para promover os interesses de Deus! (CBASD, vol 3, p. 597).

14 tomarei a minha carne nos meus dentes. Significa: “Arriscarei minha vida” (Andrews Study Bible).
[…] suas [de Jó] declarações o colocavam em perigo, mas ele estava determinado a continuar, de qualquer maneira.[…] Esta frase parece implicar a idéias de um risco calculado (CBASD, vol 3, p. 598).

15 eis que me matará, já não tenho esperança (ARA). NVI, ACF, ARC: “Embora Ele me mate, ainda assim esperarei nEle”.

Com base nesta tradução, este versículo tem sido frequentemente citado como suprema expressão de confiança no Senhor (Bíblia de Genebra).

[…] o primeiro degrau da escada pela qual Jó emergiu de seu abismo de desespero (CBASD, vol 3, p. 599).

É com estas palavras que Jó revela sua grande fé. Apesar de sua situação difícil e da dor que sente, Jó confiou nos juízos de Deus. Que Deus ajude cada um de nós a ter semelhante fé nele, independentemente daquilo que Deus permite que sobrevenha ao nosso caminho (Bíblia Evangelismo em Ação NVI Vida).

24 me tens por Teu inimigo. Essa é a fantasia enganosa com a qual Jó lutava. Deus nunca considerou Jó seu inimigo (Bíblia de Genebra).

25 uma folha […] a palha seca. Jó se compara a dois dos objetos mais insignificantes e sem valor (CBASD, vol 3, p. 599).

26 coisas amargas. Venenosas (Andrews Study Bible).

27 no tronco. Um primitivo meio de punição e aprisionamento (CBASD, vol 3, p. 599).

28 coisa podre. Jó se refere à fragilidade dele próprio e de toda a humanidade (CBASD, vol 3, p. 600).