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SALMO 79 – Atenção: sofremos por causa de nossas atitudes e também por causa das atitudes dos outros. Causamos problemas a nós mesmos e aos outros, e outros também causam problemas para nós. Assim, mesmo que você se esforce pelo que é certo, sempre terá alguém tentando prejudicar-te.
A nossa fuga diante de toda esta triste fatalidade é buscar orientação, consolo e perdão através da oração ao Deus ricamente misericordioso e generoso. Podemos clamar a Ele quando perversos incomodam a Seu povo ou quando pessoas cruéis chacinam aos representantes de Deus neste mundo.
1. Neste mundo injusto e corrupto existem invasores que surgem de todos os lugares, em diversas ocasiões. Invadem a vida das pessoas, saqueiam a paz e roubam a alegria. Escarnecedores blasfemam de Deus e de Seus representantes no mundo tenebroso (vs. 1-4).
2. Deus não esquece Seu povo, ainda que Seu povo se esqueça dEle. Deus não despreza Seu povo; por isso, nos momentos de dificuldades é só orar que Deus ouve e dá atenção aos feridos. Asafe nos deixa esse legado inspirado permeado de intercessão pelo povo em aflição:
É preciso…
a) …reconhecer os pecados, pedir pela misericórdia de Deus e depender genuinamente de Sua graça (vs. 5, 8).
b) …clamar por ajuda a Deus para libertar e salvar de tudo aquilo que assola ao povo em suas debilidades (vs. 6-7, 9).
c) …buscar a intervenção de Deus para lidar com os opositores e detratores do povo de Deus (vs. 10-12).
d) …depender de Deus como ovelhas para então dar-Lhe graças para todo o sempre (v. 13).
Ao aproximar-se de Deus, muitas coisas mudam em nosso coração. Alguém disse que “onde há mansidão, as tendências naturais estão sob o controle do Espírito Santo. A mansidão não é uma espécie de covardia. É o espírito que Cristo manifestou ao sofrer injúria, ao tolerar ofensas e insultos. Ser manso não é abrir mão de nossos direitos, mas nos manter sob controle diante da provocação de cedermos à raiva ou ao espírito de vingança. A mansidão não permitirá que a paixão tome a dianteira”.
Jesus foi além de Asafe, deixando-nos um legado maior e mais nobre (ver Lucas 6:22-23, 27-36). Vamos elevar nosso padrão de vida? Vamos ser mais cristãos em nossas atitudes?
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico
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O Salmo 79 é uma elegia sobre a desolação de Jerusalém na época do cativeiro babilônico (ver Sl 74). Começa com a descrição de Jerusalém em ruínas e de seus habitantes mortos à espada, segue com a oração por livramento e para que os invasores sejam punidos. Finalmente, termina com uma canção de louvor e promessa de gratidão eterna. Embora tenha estrofes de métrica irregular, este salmo tem muita fluidez de pensamento. Era um dos favoritos dos huguenotes franceses e dos puritanos ingleses. CBASD, vol. 3, p. 919.
1 Profanaram. Ao entrar no templo, roubar suas sagradas mobílias, demolir seus adornos e atear fogo, os babilônios profanaram o templo (ver 2Cr 36:17, 18; Jr 52:17-23; cf.Sl 74:4-7). CBASD, vol. 3, p. 919.
2 cibo (ARA; NVI: “alimento”).
Cadáveres. Este versículo descreve a horrível mortandade quando Jerusalém foi tomada pelos caldeus. Os mortos insepultos serviram de alimento para animais selvagens e abutres (ver 2Cr 36:17; cf. Dt 28:26; Jr 7:33; 8:2; 9:22; etc.). CBASD, vol. 3, p. 920.
6 Derrama. Ver a notável semelhança entre os v. 6 e 7 e Jeremias 10:25. CBASD, vol. 3, p. 920.
De acordo com o Antigo Testamento, a ira e o juízo de Deus muitas vezes caíam sobre nações inteiras por causa dos pecados das pessoas dessas nações. Aqui Asafe pediu juízo sobre reinos que se recusavam a reconhecer a autoridade de Deus. Ironicamente, a própria nação de Judá, de Asafe, estava sendo julgada por Deus por se recusar a fazer isso mesmo (2Cr 36: 14-20). Essas eram pessoas que haviam jurado lealdade a Deus, mas agora o estavam rejeitando. Isso tornou seu julgamento ainda pior. Life Application Study Bible Kingsway.
9 Glória do Teu nome. Pede-se a Deus que ajude Israel, não por amor deste, pois não é digno, mas pela glória divina (ver Êx 32:12). CBASD, vol. 3, p. 920.
10 Por que diriam as nações: Onde está o seu Deus? Na antiguidade, a vitória sobre uma nação estrangeira era considerada triunfo sobre seus deuses. O salmista clama pela vindicação do poder de Deus. Moisés fez uma súplica similar pelo menos em duas ocasiões (Êx 32:12; Nm 14:13-19). CBASD, vol. 3, p. 920.
No final, a glória de Deus será evidente para todas as pessoas, mas, enquanto isso, devemos suportar o sofrimento com paciência e permitir que através dele Deus fortaleça o nosso caráter . Por razões que desconhecemos, as pessoas pagãs são freqüentemente permitidas a zombar dos crentes. Devemos estar preparados para críticas, piadas e comentários indecentes, porque Deus não nos coloca além dos ataques dos escarnecedores. Life Application Study Bible Kingsway.
12 Retribui, SENHOR, aos nossos vizinhos, sete vezes mais o opróbrio com que Te vituperaram (ARA; NVI: “Retribui sete vezes mais aos nossos vizinhos as afrontas com que Te insultaram, Senhor!”).
Vizinhos. As nações vizinhas a Israel, que se alegraram com sua desgraça em vez de tentar ajudá-lo contra o invasor (ver com. do v. 4; cf. Sl 44:13; Dn 9:16). CBASD, vol. 3, p. 920.
13 Proclamaremos. Por sua localização geográfica privilegiada, Israel devia ser a luz do mundo (ver Is 43:21). CBASD, vol. 3, p. 920.
De geração em geração. Num hino de louvor, o poeta promete transmitir às gerações futuras o relato da misericórdia divina. CBASD, vol. 3, p. 920.
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Comentário devocional:
Os hinos nacionais despertam em nós sentimentos de patriotismo. As palavras de um hino nacional exaltam o país e nos lembram da sua grandeza.
Os hinos nacionais normalmente não mencionam os fracassos do país, pois pode ser contra-produtivo. No entanto, é exatamente isso que o Salmo 78 faz. Pior ainda, nele os fracassos de Israel são apresentados contra o pano de fundo dos maravilhosos atos de Deus que vez após vez os socorre.
Após a travessia do Mar Vermelho e da água brotar da rocha, Israel pecou por resmungar acerca do alimento. Quando Deus lhes deu o maná, eles queriam carne. Quando Ele deu-lhes carne de codorna eles comeram tanto a ponto de ficarem doentes. Mas Deus foi misericordioso e os perdoou sempre que se arrependeram.
O Salmo 78 é, na verdade, um hino nacional que relembra a rejeição de Efraim, do Norte de Israel, e a seleção de Judá como a tribo da realeza. O compositor no entanto, não antecipa a futura rejeição de Judá.
Nunca devemos nos orgulhar de sermos os escolhidos de Deus, porque ser a nação escolhida e fazer parte da igreja remanescente depende da nossa fidelidade. Deus não nos abandona, nós é que o abandonamos.
Gordon Christo
India
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/78 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/78/
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos
Texto bíblico: Salmo 78 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leitura da semana programa Crede em Seus Profetas: blog Conferência Geral e blog Crede em Seus Profetas
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O Salmo 78 é o mais longo dos hinos nacionais de Israel (ver Sl 105, 106). Ele narra a história de Israel desde o Egito até o estabelecimento do reino sob o governo de Davi. O salmista recorda o passado com suas repetidas rebeliões e consequente sofrimento e punição, como propósito de advertir a nação a ser fiel a Deus no presente e no futuro. O salmo é basicamente didático: busca instruir de forma correta. Como tal, não segue o curso histórico com exatidão cronológica. O salmista dispõe dos acontecimentos conforme sejam mais apropriados para seu propósito, para mostrar a bondade de Deus a despeito da rebeldia da Israel. CBASD, vol. 3, p. 916.
2 Parábolas. Do heb. mashal (ver com. de Sl 49:4; cf. Mt 13:34; 35). Uma parábola requer atenção e raciocínio para que possa ser compreendida. CBASD, vol. 3, p. 916.
4 Vindoura geração. Indica-se o curso da tradição. É uma responsabilidade sagrada de toda geração transmitir à seguinte o relato da providência divina. CBASD, vol. 3, p. 916.
9 Efraim. É provável que esta tribo seja nomeada porque foi por um período a mais numerosa e agressiva de todas. Josué era da tribo de Efraim (Nm 13:8, 16). Se, por acaso, refere-se a alguma ocasião específica, não se sabe qual. Nesta passagem, Efraim pode significar todo o reino. CBASD, vol. 3, p. 916.
17 Deserto.Do heb. tsiyyah, que designa uma região seca. CBASD, vol. 3, p. 916.
19 Preparar-nos mesa. Ver Sl 23:5. As perguntas poéticas dos v. 19 e 20, colocadas de forma poética na boca dos murmuradores, tornam mais vívidas a narrativa histórica. Suas queixas eram “contra Deus”, que lhes tinha dado todos os motivos para que confiassem nEle. CBASD, vol. 3, p. 916.
20 Pão também. De acordo com a narrativa histórica, a ordem desses milagres foi inversa (ver Êx 16:8, 12, 17:6; Nm 11:31, 32; 20:8-11). O salmista não se atém a uma estrita ordem cronológica. CBASD, vol. 3, p. 917.
23 As portas dos céus. Comparar com 2Rs 7:2, 19; Ml 3:10. O Salmo 17:23 a 25 é uma belíssima descrição poética do maná. CBASD, vol. 3, p. 917.
24 Cereal. Do heb. dagam, “grão” ou cereal para fazer pão (ver Êx 16:4; Sl 105:40; cf Jo 6:31). O maná era parecido com “semente de coentro” (Êx 16:31). CBASD, vol. 3, p. 917.
25 Pão dos anjos. Literalmente, “pão de poderosos”. Os poderosos de Deus são os anjos (Sl 103:20). A LXX traz “pão dos anjos”. Com esta declaração, não devemos deduzir que o maná seja o alimento dos anjos. A frase simplesmente significa “alimento que lhes foi provido pelos anjos” (PP, 297). CBASD, vol. 3, p. 917.
36 Mentiam. O arrependimento deles não era aborrecimento do pecado, mas medo do castigo (ver com. de Sl 32:6). CBASD, vol. 3, p. 917.
43 Seus sinais. Retorna-se à narrativa das pragas. O salmista parece mencionar apenas seis das dez pragas. ele começa com a primeira, continua com a quarta, depois com a segunda, a oitava e a sétima, nesta ordem, e termina seu relato com a décima. O salmo não é um tratado científico, mas um poema inspirado em que se escolhe apenas os fatos suficientes do registro histórico para criar a impressão desejada. CBASD, vol. 3, p. 917.
51 Tendas de Cam. Cam era o pai de Misraim, ancestral dos egípcios (ver com. de Gn 10:6; cf. Sl 105; 23, 27). CBASD, vol. 3, p. 918.
57 Um arco enganoso. Um arco que não lança a flecha diretamente ao alvo, e que, portanto, frustra o arqueiro (ve Os 7:16). CBASD, vol. 3, p. 918.
60 Siló. Por cerca de 300 anos, o tabernáculo e a arca ficaram em Siló, um lugar situado a mais ou menos 16 km ao norte de Betel (ver Js 18:10; Jz 18:31; 1Sm 4:3). Depois que foi tomada pelos filisteus (1Sm 4) e recuperada, a arca nunca mais retornou a Siló. em vez disso, foi levada diretamente a Jerusalém (ver PP, 514; cf. Jr 7:12, 14). CBASD, vol. 3, p. 918.
63 O fogo devorou. Um quadro de desolação: jovens mortos na batalha, mulheres sem se casar, sacerdotes assassinados (ver 1Sm 4:11), ninguém para lamentar pelos mortos (ver Jó 27:15). Quão grande é a desolação de um país quando não existem cerimônias de casamento ou funerais dignos! CBASD, vol. 3, p. 918.
65 Despertou como de um sono. Com esta metáfora, o salmista representa Deus como completamente indiferente a Seu povo, até que Se levanta para ajudá-lo. O uso desta metáfora estranha e da figura do valente que grita estimulado pelo vinho parece anormal para o modo de pensar ocidental, mas não é incomum para a mente oriental. CBASD, vol. 3, p. 918.
70 Escolheu a Davi. O salmo termina com um belo quadro de um pastor do rebanho tornando-se o pastor de Israel, por indicação divina (ver 1Sm 16:11-13; 2Sm 3:18; 7:5, 8). CBASD, vol. 3, p. 918.
71 As ovelhas e suas crias. O pastor não só guia as ovelhas, como também segue as fêmeas do rebanho para que possa atender, quando necessário, aos cordeiros recém-nascidos. CBASD, vol. 3, p. 918.
72 Ele os apascentou. Um belo tributo ao pastor-rei de Israel: ele governou com integridade e habilidade (ver 1Rs 9:4). CBASD, vol. 3, p. 918.
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Comentário devocional:
Há muitas coisas tristes acerca da auto-piedade. Uma delas é que ninguém mais sabe o que está acontecendo. A auto-piedade nos devora silenciosamente. Se não detectada, ela pode nos causar grave dano, muito mais do que os eventos que a originaram.
Consideremos a vida de Elias, por exemplo. Deus tinha demonstrado um grande apoio ao profeta quando juntos acabaram com o culto a Baal e exterminaram todos os falsos profetas, trazendo a nação de Israel de volta para Deus. Parecia que nada era impossível para Deus. No entanto, horas depois, o valente profeta fugiu de uma única mulher. Imagine o efeito que o conhecimento disso causou sobre as milhares de pessoas que tinham acabado de voltar a adorar o poderoso Deus de Elias!
Não há nenhuma maneira de saber o quão longe no deserto o profeta teria corrido ou mesmo se teria retornado caso não houvesse a intervenção de Deus.
O problema com a auto-piedade é que ela nunca melhora a nossa situação. Na verdade, ela pode prejudicar a nossa saúde causando depressão e stress.
Durante os primeiros dez versos nossos salmista se demora na auto-piedade referindo-se a si mesmo e aos seus questionamentos, mais de dez vezes. Felizmente ele tomou uma decisão muito importante nos versos 11 e 12: “Recordarei os feitos do Senhor; recordarei os teus antigos milagres. Meditarei em todas as tuas obras e considerarei todos os teus feitos”.
Ao demorar-se em Deus e seu poder, o abatimento do salmista termina. Ao meditar nas obras de Deus, ele é erguido acima de seus próprios problemas.
Gordon Christo
India
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/77 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/77/
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos
Texto bíblico: Salmo 77 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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Comentário devocional:
Desde os tempos mais remotos as nações tiveram que gastar muito tempo e esforço não só na concepção de novas armas de guerra, mas também no preparo de proteções adequadas.
Deus em diversas ocasiões enviou Seus anjos para deter aqueles que tinham a intenção de prejudicar o seu povo. Ele enviou anjos para ferir com paralisia e hanseníase pessoas egoístas e cobiçosas, para afogar um exército debaixo do Mar Vermelho e desencadear uma série de outros eventos a fim de proteger os inocentes.
Deus é descrito em vários textos bíblicos como lento para irar-se. Ele não perde a paciência ou age de forma vingativa. Mas há um limite para o que Deus tolera daqueles que querem prejudicar o Seu povo. Ai deles quando este limite é atingido!
Como é maravilhoso sentir a proteção que vem de estar do lado de Deus. Aqueles que pertencem à Sua igreja sentem o calor da Sua presença. Aqueles que permanecem no Seu amor experimentam a paz que o Seu Espírito confere. Embora precisemos andar pelo vale da sombra da morte, nós não tememos mal algum, porque Ele está conosco.
Gordon Christo
India
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/76 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/76/
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos
Texto bíblico: Salmo 76 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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Comentário devocional:
Quem entre nós não notou que aqueles que pouco se importam com a religião muitas vezes vivem na riqueza e no luxo? Parece que eles sempre conseguem as melhores oportunidades e as férias que achamos que os que temem a Deus merecem. Aqueles que ignoram a Deus prosperam em seus negócios e sua riqueza se multiplica muito, de forma que parece que eles nem sequer têm de trabalhar. Chegamos ás vezes a pensar que Deus não deseja que o seu povo se torne rico.
O primeiro erro neste pensamento é que, na verdade, nem todos os ímpios são “bem-sucedidos”. Tendemos a nos esquecer daqueles que foram vítimas de suas próprias más estratégias. A segunda distorção é achar que esta situação é permanente. O salmista nos garante que isso não vai durar para sempre. Deus vai acabar com esta injustiça no devido tempo escolhido por Ele. Em terceiro lugar, o ímpio não tem uma consciência tranquila, um travesseiro macio, e a confiança em um Deus soberano que cuida dele.
Muitas vezes nos questionamos a respeito dos rumos que nossa vida está tomando. Temos nossas próprias idéias a respeito do que deveríamos fazer, onde deveríamos estar e, especialmente, quando certos acontecimentos deveriam acontecer. Porém, talvez o luxo e o sucesso não sejam bons para o nosso relacionamento com Deus. Ele deseja que reconheçamos a nossa dependência dEle. E não quer que O busquemos pelos motivos errados.
Em um determinado momento eu cheguei a fazer um acordo com Deus de que se as coisas não mudassem num prazo de dez anos, eu ficaria livre para proceder do jeito que eu quisesse. Felizmente, Deus ignorou o meu cronograma e seguiu o seu próprio.
A maioria de nós, se não todos, tem descoberto com o passar do tempo que o cronograma de Deus é muito melhor.
Gordon Christo
India
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/75 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/75
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos
Texto bíblico: Salmo 75 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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Comentário devocional:
Talvez nada desperte mais a ira de um povo quanto a depreciação de seu Deus e a profanação de seu lugar de culto. Cerca de 150 anos antes de Cristo, Antíoco Epifânio invadiu Jerusalém e provocou a ira dos judeus, sacrificando um porco no Lugar Santíssimo. Ainda hoje hindus, muçulmanos e cristãos brigam por templos, mesquitas e igrejas destruídas ou profanadas.
A oração do Salmo de hoje foi proferida por alguém que lamentava profundamente a profanação do Templo. Inimigos de Deus invadiram os lugares santos e destruíram os painéis esculpidos em busca do ouro dos entalhes. Símbolos e estandartes pagãos se levantaram no templo e o santuário foi queimado até ao chão (versos 4-8), profanando assim o lugar onde o nome de Deus habitava.
Muito embora devamos zelar pelo lugar de culto e pela honra de Deus, não podemos esquecer que é a Ele que cabe julgar motivos e propósitos (v. 23) e que a vida do transgressor também Lhe é muito preciosa.
Não deixemos que nosso – correto – zelo por coisas e valores sagrados envenene nossa alma e nos afaste do espírito de paz e comunhão com o Eterno. Este é o maior dano que podemos infligir a Deus e a nós mesmos.
Gordon Christo
India
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/74
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Salmo 74 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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Comentário devocional:
A Justiça é representada por uma mulher com uma balança na mão, com os olhos vendados para ilustrar que nenhum preconceito deve interferir nos julgamentos. No entanto em muitos países os juízes parecem estar cegos e incapazes de diferenciar o que é bom, o que é mau, ou o direito. Asafe, o salmista, parece pensar que Deus também era um árbitro cego.
Todos nós já participamos de jogos em que fomos leais às regras e vimos aqueles que trapacearam saírem vitoriosos. Aqueles que andam na linha e seguem as regras, muitas vezes acabam por último. De fato, muitos trapaceiros se tornaram milionários.
Asafe, um dos homens mais sábios, teve dificuldade em aceitar esse tipo de injustiça, especialmente quando comparava os seus momentos de infortúnio com a fortuna de alguns homens maus.
Você tem que olhar mais longe e de forma mais ampla para perceber que não há inconsistência. Se Deus recompensasse o bem e o mal imediatamente, as pessoas seriam boas pelas razões erradas.
Quando Asafe obteve a visão de longo prazo e compreendeu o destino final dos ímpios (v. 18), então ele percebeu o quão escorregadio é o chão que os maus pisam e deixou de invejá-los.
Se você olhar para a frente em vez de para os lados, escorregará menos.
Gordon Christo
India
Texto original: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/10/19/ e http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/73
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos
Texto bíblico: Salmo 73 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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Comentário devocional:
Qual é o tamanho da sua lista de desejos? Quando Deus perguntou a Salomão, o que ele queria, ele pediu apenas uma coisa – sabedoria.
Recentemente, li a história de um voluntário que estava ajudando em um orfanato. Ele perguntou à mulher que havia trabalhado na cozinha durante quase toda a sua vida o que ela pediria se lhe fossem concedidos três desejos. Sem pensar, ela respondeu: “alimento suficiente para todas as crianças”. Como seu segundo desejo, ela disse: “Talvez uma máquina de lavar roupas”. Ao ser encorajada a expressar o seu terceiro desejo, ela pensou um pouco e disse: “Eu não sei. Dois desejos são suficientes”. Muitos de nós também teríamos que pensar um pouco, não pela ausência de um terceiro desejo, mas para conseguirmos reduzir a nossa lista a apenas três!
A sabedoria e o acurado senso de justiça de Salomão tornaram-se lendários. Sua fidelidade a Deus resultou na prosperidade da nação. E Deus concedeu-lhe ainda outras bênçãos – vitórias nas guerras, que lhe trouxeram considerável riqueza, e vida longa .
Infelizmente, Salomão abandonou a Deus e desperdiçou grande parte da sua longa vida. Perseguiu fama e honra. Procurou a felicidade em bens materiais. Mais tarde, porém, Ele percebeu que a felicidade é um dom de Deus, mas havia perdido tempo valioso.
Cada um de nós também recebe dons especiais e uma alta vocação. Não desperdicemos nosso tempo correndo atrás daquilo que é ilusório. Usemos os dons recebidos para abençoar as nações (v. 17, NVI) e para encher a terra com a glória de Deus, o seu caráter (v. 19, NVI).
Gordon Christo
India
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/72
Texto expandido da tradução anterior: href=”https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/10/18/”
Tradução: Jeferson Quimelli
Texto bíblico: Salmo 72 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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