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“… E se foi sem deixar de si saudades” (v.20).
A palavra saudade significa sentir a ausência de algo ou alguém, e vem do latim “solitas ou solitatis”, que quer dizer solidão. Geralmente é um sentimento provocado pela distância ou pela morte. Mas o relato de hoje fala de alguém que se foi sem deixar saudades. Seu caráter foi em essência tão cruel, que além disso, nem na morte recebeu um sepultamento digno de sua posição, pois “sepultaram-no na Cidade de Davi, porém não nos sepulcros dos reis” (v.20). Com a morte de Josafá, assumiu o trono seu filho Jeorão, que, além de primogênito, tratou logo de tornar-se filho único. E se ele não teve o mínimo de misericórdia de seus irmãos biológicos, que dirá do povo que governava.
Josafá foi um líder espiritual consagrado a Deus, contudo, também cometeu seus deslizes. Um deles foi ter feito aliança com o rei de Israel por meio do casamento de Jeorão com Atalia, filha de Acabe com Jezabel. Esta aliança política usurpou o coração de Jeorão de uma forma que só “fez o que era mau perante o Senhor” (v.6). Pior ainda: “seduziu os habitantes de Jerusalém à idolatria, e fez desgarrar a Judá” (v.11). Ou seja, desfez todas as reformas religiosas que seu avô e seu pai haviam feito.
Contudo, apesar de toda a desgraça causada por Jeorão, Deus “não quis destruir a casa de Davi por causa da aliança que com ele fizera, segundo a promessa que lhe havia feito” (v.7). O que nos afirma que ainda que se levantem infiéis em meio aos fiéis, o Senhor mantém as Suas promessas por amor a estes. Como está escrito: “O mau, é evidente, não ficará sem castigo, mas a geração dos justos é livre” (Pv.11:21).
A carta do profeta Elias a Jeorão não se tratava de um castigo arbitrário da parte de Deus, mas de uma última oportunidade de arrependimento para aquele rei ímpio. Entretanto, mesmo ciente de tudo o que lhe sobreviria, caso permanecesse em sua maldade, Jeorão permitiu que a “enfermidade incurável” (v.18) do pecado lhe consumisse até às entranhas. E ele morreu sem família, sem amigos, sofrendo “terríveis agonias” (v.19), simplesmente porque escolheu viver sem Deus.
Do que valeu seu esforço para o mal? Qual foi a vantagem em matar os seus irmãos? Qual foi o resultado de dar as costas a Deus e ao Seu profeta? Lembram da mensagem de ontem? “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20). Quão diferente teria sido a vida de Jeorão, do povo e de sua família se tão somente ele tivesse abandonado o seu orgulho e se convertesse ao Senhor. Mas este relato também pode ser uma oportunidade que o Senhor está usando, hoje, para transformar corações.
Quem sabe, como Jeorão, você veio de um lar cristão, cresceu ouvindo a Palavra de Deus, e por alguma circunstância da vida se encontra longe do Senhor. Amado ou amada de Deus, preste muita atenção: o Senhor te ama tanto que usa até situações aparentemente ruins para te reerguer. Não faça como fez Jeorão. Mas, “hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Ainda que se sinta só; ainda que suas atitudes tenham feito com que ninguém sinta a sua falta; há Alguém que sente por você uma eterna saudade! Oh, amado(a), volta para o Senhor enquanto ainda há tempo e Ele fará de você um herdeiro da promessa (v.7)! Vigiemos e oremos!
Bom dia, herdeiros da promessa!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas21 #RPSP
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“Pela manhã cedo, se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; ao saírem eles, pôs-se Josafá em pé e disse: Ouvi-me, ó Judá e vós, moradores de Jerusalém! Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (v.20).
Quando você ouve a palavra deserto, o que lhe vem à mente? Calor? Areia? Peregrinação? Tentação? Josafá havia acabado de renovar sua aliança com Deus por meio da segunda reforma em seu reinado. E “depois disto” (v.1), passou por uma das piores provas de sua vida. Dois grandes povos, Moabe e Amom, “com alguns meunitas”, ameaçaram destruir a nação de Judá. A Bíblia diz que “Josafá teve medo” (v.3). Só que esse medo o fez buscar socorro no lugar certo: “e se pôs a buscar ao Senhor” (v.3).
Todo o Judá se reuniu na Casa do Senhor, a mesma Casa que Deus disse que se o Seu povo orasse, se humilhasse e O buscasse, com genuíno arrependimento, Ele o ouviria, o perdoaria e o ajudaria (2Cr.7:14). Pois bem, lá estava todo o povo fazendo exatamente como disse o Senhor que fizesse: pedindo “socorro ao Senhor” (v.4). E que oração a de Josafá! Ele estava prestes a entrar no deserto. Ele sabia disso. E ele não procurou aliados políticos, não se apegou ao seu exército, mas na força e no poder do Senhor dos Exércitos. Não confiou em suas próprias forças, mas fixou os olhos em Deus.
Prontamente, o Espírito Santo veio sobre Jaaziel, que trouxe a mais fiel mensagem de Deus a todo filho em angústia: “Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus” (v.15)… “não tereis de pelejar… ficai parados e vede o salvamento que o Senhor vos dará… porque o Senhor é convosco” (v.15,17). Uau! Você pôde sentir o poder saindo de cada palavra? Não há como duvidar de um Deus assim! Meus irmãos, sempre que resolvemos fazer a vontade de Deus, podemos ter a certeza de que desertos virão. Surgirão provações que nos farão sentir medo. Inimigos se levantarão para tentar nos tirar a paz. No entanto, em meio a tudo isso, se assumirmos a atitude de Josafá, e buscarmos ao Senhor de todo o nosso coração, Ele nos diz:
— Não precisa ter medo, filho(a), a guerra não é tua, é Minha. Você não tem que lutar. Apenas contemple o livramento que te darei, pois Eu sou contigo.
Que outra atitude podemos ter diante de um Deus tão maravilhoso, senão a atitude que teve Josafá e todo o povo? — Oh, Senhor, nos prostramos diante da Tua face e Te adoramos! (v.18). Para que Deus nos ajude no deserto da tentação, precisamos “pela manhã cedo” (v.20) nos dirigir ao deserto da comunhão. A nossa luta não é “contra o sangue e a carne” (Ef.6:12), mas contra as forças do mal que tentam nos destruir. Eis aí a receita da vitória:
Levanta-te, povo do Senhor, todos, “como também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos” (v.13), e de manhã cedo buscai ao Senhor por meio do estudo da Palavra e da oração, para crer no Senhor e no que Ele nos deixou escrito por intermédio de Seus profetas.
Lembrem-se que foi por meio de jejum, oração e do “está escrito” que Cristo venceu Satanás no deserto (Mt.4). Se seguirmos essa receita espiritual, logo estaremos “no vale da Bênção” (v.26), rendendo “graças ao Senhor, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.21). Oh, amados, não percamos esse foco e Deus há de nos dar “repouso de todos os lados” (v.30). Há um recado do Céu para cada um de nós, hoje:
Não permita que Deus tenha que “destruir as tuas obras” (v.37) para que então você perceba que elas não têm poder para te fazer vencer. Você está sendo ameaçado? Busque ao Senhor. Está sendo perseguido? Busque ao Senhor. Alguém te faz sofrer? Busque ao Senhor. Circunstâncias adversas te afligem? Busque ao Senhor. Creia em Deus e estarás sempre seguro. Creia em Sua Palavra, e Ele te fará prosperar. “Tomai posição” (v.17) com os joelhos no chão e Jesus no coração e apenas com os teus os olhos contemplarás o livramento que Deus te dará, conduzindo-te ao eterno vale de Bênção. “Não temais”, povo de Deus, “nem vos assusteis… porque o Senhor é convosco” (v.17). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, crentes perseverantes!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas20 #RPSP
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“Agora, pois, seja o temor do Senhor convosco; tomai cuidado e fazei-o, porque não há no Senhor, nosso Deus, injustiça, nem parcialidade, nem aceita Ele suborno” (v.7).
Depois de voltar “para sua casa em paz” (v.1), Josafá se deparou com as palavras de repreensão do profeta “Jeú, filho de Hanani” (v.2), aquele que anteriormente fora usado por Deus para repreender o seu pai. Foi-lhe dito: “Devias tu ajudar ao perverso e amar aqueles que aborrecem o Senhor?” (v.2). Josafá havia se unido a Acabe não somente em batalha, mas estabeleceu uma aliança de resultados duradouros e desastrosos ao permitir o casamento de seu filho Jeorão com Atalia, filha de Acabe com Jezabel. Josafá se mostrou como um homem de coração bondoso, mas também ingênuo no quesito relacionamentos.
Não podemos confundir o princípio bíblico de amar os inimigos, com a insensatez de nos tornarmos cúmplices deles. Não podemos confundir compaixão com condescendência. Compaixão é colocar-se no lugar do outro; é sofrer junto. Já a condescendência, de acordo com o dicionário, é “atitude de quem concorda com algo, embora tenha vontade de o recusar”. Josafá tolerou as ações de Acabe, embora soubesse que eram contra a vontade de Deus. Ele foi conivente. Foi isso que provocou “a ira da parte do Senhor” (v.2). No entanto, Josafá não recebeu apenas uma repreensão, mas uma admoestação plena de misericórdia: “Boas coisas, contudo, se acharam em ti; porque tiraste os postes-ídolos da terra e dispuseste o coração para buscares a Deus” (v.3).
A partir de então, Josafá deu início a uma nova reforma em seu reino, estabelecendo juízes para que julgassem o povo “da parte do Senhor” (v.6). Ao aceitar a repreensão profética, buscou admoestar as autoridades locais a andar no “temor do Senhor” (v.7). A Bíblia diz que “o temor do Senhor é a sabedoria” (Jó 28:28). Temer a Deus seria o sustentáculo da justiça no ofício daqueles juízes. E a mesma coisa Josafá ordenou aos levitas, sacerdotes e cabeças das famílias de Israel: “Assim, andai no temor do Senhor, com fidelidade e inteireza de coração” (v.9). Se o temor de Deus é sabedoria, então, se tememos a Ele, fazemos o que Ele nos pede; se tememos a Deus, nossa vida é governada pelo “assim diz o Senhor”; se tememos a Deus, temos amor e compaixão pelo próximo, e não nos tornamos participantes de seus pecados; se tememos a Deus, não levantamos falso juízo contra nossos semelhantes; se temos o temor de Deus, o Senhor nos torna bons (v.11) assim como Ele é.
Josafá agiu corretamente ao consultar um profeta de Deus antes de ir à batalha, mas falhou ao aliar-se com Acabe. Como está escrito: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?” (2Co.6:14). Isso não significa que devemos viver isolados do mundo, mas que temos a escolha de rejeitar o que ele nos oferece. Jesus nos deixou escrito o que devemos fazer para alcançar este propósito: “Eis que Eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt.10:16). Então, amados, “fazei assim e não vos tornareis culpados” (v.10).
A primeira voz angélica anuncia a plenos pulmões: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Muito em breve os juízes desta terra darão lugar ao Justo Juiz, e Ele não julgará as ações de nossas mãos, mas as intenções de nosso coração. O princípio apresentado no livro de Jó, reforçado por Josafá e proclamado pela primeira voz angélica, deve ser a nossa motivação e escolha diária: temer a Deus, “com fidelidade e inteireza de coração” (v.9). “Sede fortes no cumprimento disso, e o Senhor será com os bons” (v.11). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, bons filhos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas19 #RPSP
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“Respondeu Micaías: Tão certo como vive o Senhor, o que meu Deus me disser, isso falarei” (v.13).
Vocês sabem qual é a principal diferença entre o verdadeiro e o falso? É a sua origem. A diferença entre uma nota de real falsa e uma verdadeira é que esta foi fabricada na Casa da Moeda e aquela em algum lugar escuso. E para distinguir uma nota da outra precisamos conhecer bem a verdadeira. Essa técnica não funciona apenas com notas de dinheiro, mas com praticamente tudo na vida. No relato de hoje, Josafá cometeu um deslize ao fazer aliança com um rei perverso e maligno. Acabe foi um dos piores monarcas israelitas. Juntamente com sua mulher Jezabel, tornaram Israel pior do que as nações pagãs.
Diante da iminente guerra contra Ramote-Gileade, Acabe persuadiu Josafá a unir forças com ele. O rei de Judá, porém, lhe fez um pedido: “Consulta, primeiro, a palavra do Senhor” (v.4). Acabe, então, convocou quatrocentos profetas, que prontamente foram identificados por Josafá como falsos. Eles repetiam e repetiam a mesma coisa, como se uma mentira dita muitas vezes por muitas pessoas se tornasse uma verdade. Entretanto, aquele bando de falsários estava diante de um conhecedor das Escrituras. E aqueles que estudam a Bíblia com sinceridade e oração jamais serão enganados, a menos que assim desejem.
A pergunta de Josafá revela isso. Era como se ele tivesse dito assim: — Certo, já vi o que tinha de ver. Agora, será que dá para trazer aqui um profeta de verdade, que realmente fale o “assim diz o Senhor”? (v.6). “Há um ainda” (v.7), disse Acabe. Um, ele disse. Mas aquele “um” era pedra no seu sapato. Por quê? Porque falava a verdade. Porque dizia o que ele não queria ouvir. Só por isso. Fico tentando imaginar a fisionomia de Josafá diante daquela cena patética. Um bando de “atores” liderados por Zedequias “chifres de ferro” (v.10), pensando que seu teatro seria convincente o bastante para enganar o rei de Judá.
Micaías não era popular em Israel, pois falava a verdade. Isso não é um tanto confuso? Mas, será que estamos longe dessa realidade? Vejamos:
Hoje não é nem um pouco popular dizer que o sábado é o dia do Senhor e que Deus o separou para que possamos adorá-Lo de uma forma especial nesse dia (Vejam Gn.2:1-3; Êx.20:8-11; Ez.20:12, 20). Dia em que a Bíblia declara mais de 200 vezes que devemos guardar e que em lugar algum autoriza a mudança para outro dia da semana. Também não é popular dizer que as pessoas precisam abandonar seus vícios e buscar uma mudança em seu estilo de vida (1Co.10:31). Não é popular dizer que o dia das bruxas é uma abominação e que Deus condena tais práticas (Dt.18:9-14). Não é popular dizer que existem espécies de animais que Deus deixou muito claro: Não comam! (Vejam Lv.11), e que existem uniões que Ele chamou de abomináveis (Vejam Lv.18:19-30; Rm.1:24-27). Essas mensagens não lotam igrejas, amados. Mas há um detalhe especial nelas: SÃO VERDADEIRAS!
Portanto, o que houve naquele episódio, muito mais existe hoje. Enquanto Micaías falava “a palavra do Senhor” (v.18), os falsos profetas falavam o “assim dizemos o que o rei deseja ouvir”. Daí, eu pergunto: Acabe deu ouvidos a quem? E qual foi o resultado do seu disfarce? Pois é. É exatamente isso o que acontece com quem prefere crer em mentiras a viver a vontade do Senhor. Notem que Acabe sabia que Micaías falava da parte de Deus, mas, ainda assim, o desprezava, porque, ao contrário da turba de profetas mentirosos, Micaías dizia o que Acabe precisava ouvir e não o que ele desejava ouvir.
De que lado você está hoje? Da verdade ou do engano? A Bíblia está à nossa disposição. O Senhor nos chama para que O busquemos em primeiro lugar, então não seremos enganados. E prestem muita atenção! A mensagem de Micaías está longe de ter sido apenas para Acabe: “Ouvi isto, vós, todos os povos!” (v.27). Isso mesmo. É para todos nós! Josafá quase perdeu a vida por não ter dado ouvidos ao profeta de Deus. Não nos contentemos em apenas conhecer a verdade, mas permaneçamos ao lado dela ainda que caiam os céus. Vigiemos e oremos!
Bom dia, atalaias da verdade!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas18 #RPSP
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“Ensinaram em Judá, tendo consigo o Livro da Lei do Senhor; percorriam todas as cidades de Judá e ensinavam ao povo” (v.9).
Após a morte de Asa, seu filho Josafá reinou em seu lugar. O caráter de Josafá e suas obras revelam a importância da educação pelo exemplo, principalmente nos primeiros anos de vida. A fidelidade inicial de Asa foi transmitida a seu filho que, “procurou ao Deus de seu pai e andou nos Seus mandamentos e não segundo as obras de Israel” (v.4). A primeira atitude de Josafá como rei foi fortalecer as cidades e as fronteiras de Judá. Ao contrário de reis anteriores, aliviou o fardo do povo e, com isso, conquistou-lhe a simpatia, recebendo presentes de todo o Judá, governando um reino com “riquezas e glória em abundância” (v.5).
O coração de Josafá tornou-se ousado “em seguir os caminhos do Senhor” (v.6), eliminando de Judá os altos e os bosques que alimentavam a idolatria da nação. Não limitou-se, contudo, a tirar do povo as abominações, mas a ensinar-lhe o caminho sobremodo excelente. Para este mister, enviou os príncipes, levitas e sacerdotes, que usando o Livro da Lei do Senhor como principal fundamento, “percorriam todas as cidades de Judá e ensinavam ao povo” (v.9).
Grande tempo precisou ser empreendido no serviço de ensinar o povo. Um trabalho dedicado e minucioso foi realizado em Judá a fim de promover a educação religiosa, resgatando o propósito pelo qual foi escolhida. Com um exército fortalecido e um povo esclarecido, Josafá liderou um movimento ainda mais significativo do que a reforma empreendida por seu pai. Com isso, “Josafá se engrandeceu em extremo, continuamente” (v.12).
Em um tempo onde a tecnologia se supera à cada dia, favorecendo uma verdadeira explosão de mídias sociais, parece que estamos em situação mais vantajosa e célere do que a dos nobres professores de Judá. Todavia, essa facilidade também tem sido uma grave distração. Temos, realmente, usado esta ferramenta para promover a causa do Senhor e apressar a Sua vinda? A nossa vida tem declarado que fazemos parte do povo de Deus?
Ensinar as Escrituras é um privilégio que trabalho algum pode superar. Todos os nossos esforços devem ser concentrados nesta obra. Desde a mão que nina o bebê até o ministro que lidera uma multidão, desde o mais leigo até o mais instruído, todos possuem uma parcela na seara do Senhor, e precisamos administrá-la com temor e tremor. Como Amasias, “que, voluntariamente, se ofereceu ao serviço do Senhor” (v.16), essa deve ser a postura de todo cristão que aguarda com ansiedade o dia de seu resgate.
A Bíblia é lâmpada para os pés e luz para os caminhos (Sl.119:105). Ela é a verdade (Jo.17:17). Ela é eterna (Is.40:8). E a Palavra é Cristo (Jo.1:1). Toda ela se resume na pessoa de Jesus Cristo e Sua missão de salvar o pecador. Cristo em nós, eis o método de ensino que não pode falhar. Vigiemos e oremos!
Bom dia, ensinados do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas17 #RPSP
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“Porque, quanto ao Senhor, Seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-Se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dEle” (v.9).
Após uma vitória milagrosa contra a Etiópia e anos de paz e de reformas espirituais significativas, parecia que Judá estava começando a reviver a glória do reinado de Salomão. Contudo, Israel tornara-se uma ameaça constante a essa paz. Por algum motivo, Asa, outrora tão firme em seu propósito de servir a Deus, seguiu por um caminho sobremodo perigoso, fazendo aliança com o rei da Síria. Viu na nação pagã a oportunidade de fazer tombar seu irmão do Norte.
Através desta aliança bélica, Asa revelou um coração bem diferente dos anos em que havia empreendido como reformador de Judá. Aproveitando-se de sua função, tratou de exercê-la tomando decisões precipitadas e certificando-se de que seus planos tivessem êxito. Aos seus olhos, a vitória da Síria contra Israel e os despojos de Ramá eram provas do sucesso de sua liderança. “Naquele tempo” (v.7), ou seja, no momento em que celebrava suas conquistas, a alegria do rei foi interrompida pelas duras palavras de Hanani, e a sua reação mostrou o quanto estava longe do Senhor.
Encerrando o profeta no cárcere e oprimindo “alguns do povo” (v.10), indignado e enfurecido, Asa não compreendeu a ação divina por trás da repreensão profética. Como no Éden, na mais triste viração do dia, o Senhor indagou ao insensato rei: “Onde estás?” (Gn.3:9). Onde estava aquele líder espiritual revolucionário? Onde estava aquele rei que promoveu a purificação da nação eleita? Onde estava aquele guerreiro cujo escudo era a fé? Mas ele preferiu confiar em homens do que em Deus, e “na sua enfermidade não recorreu ao Senhor, mas confiou nos médicos” (v.12).
Sabem, amados, todos os dias o Senhor nos desperta para reafirmar o Seu fiel concerto conosco. Um Deus que entregou o Seu Filho unigênito como sacrifício por pessoas imerecedoras e rebeldes, deveria ser o nosso mais profundo objeto de estudo diário. Um dia que seja sem esse vínculo com o Céu pode significar duas coisas: um tempo precioso que foi perdido ou o fim do tempo que nos foi concedido.
Certamente, Asa teve muitas oportunidades de retornar ao primeiro amor, mas as desperdiçou. Ao invés de ser um perfume de Deus em vida, seu corpo foi preparado “segundo a arte dos perfumistas” (v.14) na morte. Há um tempo precioso que não podemos desperdiçar: “eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2). “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Hoje, agora, é o tempo que temos de andar com Deus. Ele Se mostra “forte para com aqueles cujo coração é totalmente dEle” (v.9). Vigiemos e oremos!
Bom dia, amados por Deus!
• Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #euoroporvocê
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas16 #RPSP
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“Entraram em aliança de buscarem ao Senhor, Deus de seus pais, de todo o coração e de toda a alma” (v.12).
Asa não só promoveu reformas religiosas, mas reformas espirituais que mudariam o curso da nação. À semelhança do Reino do Norte, Judá se envolveu com os deuses estrangeiros e levou para dentro de seu território as mesmas abominações que o Senhor havia condenado. O terceiro rei de Judá liderou o povo num verdadeiro movimento de reavivamento e reforma, que foi confirmado e abençoado pelo Senhor através das palavras de Azarias.
A obediência de Asa gerou uma assembleia solene, reunindo “todo o Judá e Benjamim e também os de Efraim, Manassés e Simeão que moravam no seu meio, porque muitos de Israel desertaram para ele, vendo que o Senhor, seu Deus, era com ele” (v.9). E após oferecerem grande “sacrifício ao Senhor” (v.11), foi feita uma aliança nacional “de buscarem ao Senhor, Deus de seus pais, de todo o coração e de toda a alma” (v.12). “Todo o Judá se alegrou por motivo deste juramento”, e o “Senhor lhes deu paz por toda a parte” (v.15).
A reforma promovida por Asa não excluiu os de sua própria casa. Até mesmo sua mãe foi deposta “da dignidade de rainha-mãe”, por ter feito “uma abominável imagem” (v.16), que Asa cuidou de destruir e queimar. Mas houve um porém: os altos “não foram tirados de Israel” (v.17). Uma mancha foi ignorada e aquele cujo coração “foi perfeito todos os seus dias” (v.17), colheria no futuro as terríveis consequências de tal concessão.
Nunca houve tempo em que se falasse tanto de reavivamento e reforma como nos últimos anos. Homens e mulheres têm se dedicado à obra de renovar “o altar do Senhor” (v.8) e preparar um povo que esteja pronto para o segundo advento de Cristo. Contudo, sem incitar juízo infamatório ou julgamento prévio, precisamos ponderar acerca do que temos visto e ouvido. Há a urgente necessidade de mudança no meio do povo de Deus, mas não é a mera aparência de piedade que identifica a verdadeira adoração. “Mas, quando, na sua angústia, eles voltaram ao Senhor, Deus de Israel, e O buscaram, foi por eles achado” (v.4).
Toda reforma deve ser resultado de um reavivamento. Os dois andam juntos. Reavivamento sem reforma é presunção. Reforma sem reavivamento é legalismo. O prefixo “RE” significa “duas vezes”. Reavivamento, então, é viver novamente, é buscar de volta a imortalidade perdida no Éden. Reforma é buscar de volta a forma original, a imagem e semelhança do nosso Criador, que foi corrompida pelo pecado. Portanto, o movimento de reavivamento e reforma é o caminho de volta para o Paraíso, e deve ter início em nosso coração.
A nossa busca, porém, precisa ser diária e constante, e não pode depender da fidelidade alheia. É importante ter pessoas ao nosso redor que nos animem e encorajem pelo caminho; referências que nos revelem o quanto vale a pena ser fiel a Deus. Entretanto, não podemos e não devemos depositar toda a nossa confiança em pessoas, para que as decepções não abalem a nossa fé.
Diante de um cenário profético em rápido andamento, que a nossa vida seja governada pelo Espírito Santo, e ensinada, corrigida, repreendida e educada na justiça pela Palavra de Deus, “a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2Tm.3:15-16). E “sede fortes, e não desfaleçam as vossas mãos, porque a vossa obra terá recompensa” (v.7). Vigiemos e oremos!
Bom dia, perfeitos de Deus!
Desafio da semana: Vamos fechar com chave de ouro a oitava semana do desafio da saúde, com o último remédio natural: confiança em Deus. Prepare uma caixa ou um pote da gratidão. No final de cada dia escreva somente motivos de agradecimento e deposite ali. Na próxima terça-feira separe um momento para reler os agradecimentos e perceber o quanto o Senhor tem sido bondoso com você. Gratidão gera saúde! Faço votos por tua saúde!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas15 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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“… Senhor, Tu és o nosso Deus, não prevaleça contra Ti o homem” (v.11).
Asa foi o primeiro rei de Judá a promover grande reforma no meio do povo. Ao dar fim a todo objeto e local de culto pagão, e eliminar toda a idolatria que trazia opróbrio a Judá, “houve paz no seu reinado” (v.5). Tempo em que aproveitou para fortalecer as cidades de seu povo e organizar o seu exército. Mas, em algum momento de seu mandato, a fé de Asa e de todo o Judá foi provada. Com um exército “de um milhão de homens e trezentos carros” (v.9), o rei etíope desafiou o exército de Deus.
Até então, não tinha visto um registro de um exército tão numeroso como o dos etíopes. Vocês fazem ideia do que seja um exército de um milhão de homens? Se ontem quatrocentos mil contra oitocentos mil já era desafiador, o desafio de hoje de trezentos e oitenta mil contra um milhão seria amedrontador. Seria, não fosse a oração do rei Asa, que, semelhante a seu pai, confiou no Senhor. E, de um milhão, “caíram os etíopes sem restar nem um sequer” (v.13) pois “o Senhor feriu os etíopes” (v.12).
Na vida de quem faz o que é bom e reto perante Deus (v.2), Ele honra com vitórias humanamente impossíveis. Asa fez o que outros líderes não tiveram coragem de fazer. Asa temia a Deus e decidiu fazer o que era correto independentemente de opiniões contrárias. Ele aboliu de Judá tudo o que não agradasse a Deus, tudo o que pudesse ser considerado abominação ao Senhor e deu voz de ordem ao povo para “que buscasse ao Senhor, Deus de seus pais, e que observasse a lei e o mandamento” (v.4). Resultado: “Houve paz no seu reinado” (v.5), “porquanto o Senhor lhe dera repouso” (v.6). “Edificaram e prosperaram” (v.8).
Amados, precisamos buscar fazer como “Asa fez” (v.2). Abolir de nossa vida tudo o que possa ter se tornado um ídolo. Muitas vezes trocamos o “assim diz o Senhor” por tão pouca coisa, então vem o inimigo com um milhão de dificuldades e ainda queremos colocar a culpa em Deus; quando o desejo do Senhor é o de “ferir” tudo o que ameace a nossa paz. Cristo nos advertiu que neste mundo passaríamos por muitas aflições, mas, assim como o Senhor deu a vitória a Judá, Ele também venceu o mundo por nós (Jo.16:33). O que Ele nos pede hoje é que confiemos nEle. Que acreditemos que Ele fará de nossas aflições degraus para alcançarmos a plenitude da fé.
Como Asa, decida, agora, fazer a vontade do Senhor. E mesmo em tempos de paz, como o rei de Judá, faça suprimentos para tempos de guerra, pois no grande conflito em que estamos envolvidos, há um inimigo desleal que “sabe que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). Tema a Deus e observe os Seus mandamentos, “porque isto é o dever de todo homem” (Ec.12:13). Fazendo a vontade de Deus, experimentarás a verdadeira paz. Vigiemos e oremos!
Bom dia, vencedores em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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“… não pelejeis contra o Senhor, Deus de vossos pais, porque não sereis bem sucedidos” (v.12).
O relato do reinado de Abias no primeiro livro de Reis 15:1-8 não é favorável como o de hoje. Lá em Reis, a Bíblia diz que ele “andou em todos os pecados que seu pai havia cometido” (1Rs15:3). Já o relato de hoje, revela um episódio de muita fé por parte de Abias. Lá estava ele e seu exército de quatrocentos mil homens. Jeroboão, por sua vez, levou o dobro de “guerreiros valentes” (v.3). Era uma enorme desvantagem. Aparentemente, uma derrota certa para o exército de Judá. E seria, de fato, uma terrível derrota, não fosse a decisão de Abias. Ele decidiu, firmemente, confiar em Deus. Ele confiava na fidelidade da aliança do Senhor. A “aliança de sal” significava permanência, segurança no fiel e imutável caráter de Deus.
Enquanto Abias confiava no Senhor, Jeroboão confiava em “bezerros de ouro” (v.8). Abias tinha a certeza de que Deus estava com Judá. Então, eles clamaram a Deus, os sacerdotes tocaram suas trombetas, os homens gritaram e Deus feriu Jeroboão e o “imbatível” exército de Israel. Diante das batalhas da vida, a quem você tem pedido auxílio? Jeroboão e Israel confiaram em imagens de fundição e uniram-se a “gente vadia, homens malignos” (v.7). Abias e Judá confiaram no Senhor e uniram-se aos eleitos do Senhor. Qual foi o resultado de confiar em imagens de escultura e em homens ímpios? “feriu Deus a Jeroboão e a todo o Israel” (v.15); “Os filhos de Israel fugiram de diante de Judá” (v.16); “foram humilhados os filhos de Israel” (v.18); “feriu o Senhor a Jeroboão, que morreu” (v.20).
E o que aconteceu com Abias e com Judá?
“Deus os entregara nas suas mãos” (v.16); “prevaleceram os filhos de Judá, porque confiaram no Senhor, Deus de seus pais” (v.18); “Abias, porém, se fortificou” (v.21). Amados, não há sucesso em pelejar contra Deus. Quando alguém intenta ferir um de Seus pequeninos, é como se estivesse ferindo a Ele mesmo. Diante daquele que perseguia o Seu povo, Jesus disse: “Saulo, Saulo, por que Me persegues?” (At.9:4). Jesus está em cada um de Seus filhos, habitando em cada coração que a Ele se entrega. Nenhum deles que clame e grite ao Senhor por livramento é rejeitado. Nenhum!
O resultado de nossas batalhas depende da escolha do general. Depositaremos a nossa confiança em ídolos modernos e marcharemos com um exército de homens corruptos (2Tm.3:1-5)? Ou confiaremos em Deus e em Sua Palavra, como Seu remanescente fiel (Ap.12:17)? Seguir o caminho da multidão nunca foi sinônimo de vitória. Lembrem-se que apesar de divididos, Judá e Israel ainda faziam parte do mesmo povo. Tomemos muito cuidado, meus irmãos, com o que nos advertiu Paulo: “Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com as doutrinas que aprendestes; afastai-vos deles” (Rm.16:17). Jeroboão foi o organizador da rebelião e isso gerou guerras e separação entre o povo de Deus. Não sejamos, pois, “homens malignos” (v.7), mas “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm.12:18). Confiemos nossas lutas Àquele a quem pertence a justiça e a vingança (Rm.12:19): o Senhor dos Exércitos! Porque enquanto clamamos, Ele luta por nós. Vigiemos e oremos!
Bom dia, exército do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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“Tendo-se ele humilhado, apartou-se dele a ira do Senhor para que não O destruísse de todo; porque em Judá ainda havia boas coisas” (v.12).
Com o reino confirmado e fortalecido, Roboão assumiu um governo de postura presunçosa, deixando “a lei do Senhor, e, com ele, todo o Israel” (v.1). Seus primeiros anos de liderança e sucessos de aquisição, através de suas cidades-fortaleza, encheram o seu coração de orgulho e o fizeram esquecer de que sua função havia sido dada por Deus. Não bastasse a sua rebelião, seu poder de influência gerou uma apostasia nacional.
A nação que foi retirada pelo poder de Deus da servidão do Egito, pelo Egito seria disciplinada “(porque tinham transgredido contra o Senhor)” (v.2). Aquela geração não provara os anos de escravidão nem tampouco as dificuldades do deserto. Desdenharam das advertências do Senhor por intermédio de Seus profetas. Ignoraram o Seu justo governo. Seus líderes assumiram as rédeas de uma nação sem freios. E mediante tamanho descaso para com Aquele que tanto os amava, só puderam confessar: “O Senhor é justo” (v.6).
“Vendo, pois, o Senhor que se humilharam” (v.7), colocou sobre a Sua ira o glorioso peso de Sua misericórdia. No entanto, não os deixou em situação tranquila. Permitiu que o Egito os dominasse, “para que conheçam”, disse Deus, “a diferença entre a Minha servidão e a servidão dos reinos da Terra” (v.8). Passando pela semelhante experiência de seus antepassados, o fogo da aflição provaria os que de fato eram servos do Senhor. Nesse ínterim, o rei do Egito “tomou tudo” (v.9) o que havia de mais valioso em Jerusalém, mas, mesmo diante de um cenário nada promissor, houve uma significativa mudança na vida de Roboão e “em Judá ainda havia boas coisas” (v.12).
Em toda a Bíblia há um forte apelo pessoal. A salvação é individual e você e eu precisamos desenvolver um relacionamento íntimo e singular com Deus. Ele tem formas diferentes e criativas de alcançar corações e cada vida é de particular importância para o Céu. Há, porém, outra peculiaridade que encontramos em ambos os Testamentos: a responsabilidade da liderança. Noé, Moisés, Jacó, Davi, dentre outros, foram exemplos de líderes escolhidos por Deus para ir adiante de Seu povo. E a queda deles significava grande prejuízo para o todo.
Assumir um cargo de liderança, e, principalmente de liderança espiritual, requer, no mínimo, três requisitos: ser dependente de Deus, saber ouvir, saber calar. Mais do que confirmar e fortalecer a liderança, é preciso manter sempre em mente a origem da eleição. Boa oratória e carisma não são provas de uma liderança de sucesso. Noé foi escolhido porque andava com Deus, liderando a sua casa para dentro da arca. Moisés foi chamado quando não tinha capacidade alguma para guiar o povo. Jacó foi nomeado príncipe de Deus após uma noite de luta e humilhação. Davi foi chamado o homem segundo o coração de Deus após se humilhar e confessar os seus pecados.
Em tempos de crise iminente, o Senhor olha para a Terra e segura os quatro ventos porque ainda consegue ver boas coisas. Não necessitamos de críticos de plantão que, acima de expor os pecados dos líderes, promovem vexame ao nome de Deus. Necessitamos de líderes espirituais cujo caráter reflita o flavo ouro da presença do Espírito Santo, cuja influência conduza a igreja de Deus a ser o que foi chamada para ser: “a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15), a fim de que sejamos considerados por Deus como as “boas coisas” (v.12) do tempo do fim. Sigamos, pois, o conselho de nosso supremo Líder: “Vigiai e orai” (Mt.26:41).
Feliz sábado, igreja de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Crônicas12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100