Reavivados por Sua Palavra


CANTARES 04 – Comentado por Rosana Barros
17 de agosto de 2020, 0:45
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“Jardim fechado és tu, minha irmã, noiva minha, manancial recluso, fonte selada” (v.12).

Dentre os princípios basilares da Bíblia, está a castidade antes do casamento. O casamento deve anteceder o momento de acesso ao jardim de “frutos excelentes” (v.16). Quando este princípio é violado, os resultados são sofrimento, decepção, vergonha e desilusão. Muitos tem transformado o que deveria ser um “jardim fechado” em aberto ao público. E quanta tristeza isso tem causado! A pureza tem sido violada já nos primeiros anos de vida, quando crianças são submetidas a ver e ouvir o que lhes obscurece as entradas da alma e enegrece o ingênuo coração. Precisamos compreender que Deus Se preocupa com cada detalhe de nossa vida, inclusive com a nossa conduta sexual, e os Seus pensamentos para nós são “pensamentos de paz e não de mal” (Jr.29:11), para que sejamos felizes em nossos relacionamentos.

As poesias deste livro nos trazem o deleite que Deus deseja nos oferecer dentro do casamento. O amor, a libido entre os cônjuges e a doçura das palavras não podem e não devem ser consumidos pelo tempo. Mas o tempo deve revelar o amadurecimento e o crescimento mútuo do casal que um dia decidiu dar o passo excelente sob a bênção do Senhor. A pureza no sentido de preservar seus corpos para o sexo dentro do casamento deve perdurar no sentido de preservar a pureza matrimonial: “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros” (Hb.13:4).

Quando eu estava no terceiro ano do ensino médio, dois colegas de turma decidiram fazer uma lista secreta. Eles escreveram os nomes das meninas que consideravam não serem mais virgens de um lado, e de outro, as que julgavam ainda ser. O problema é que a lista vazou e o único nome que escreveram como a virgem da sala, foi o meu. As meninas caíram como feras em cima deles. E o escárnio sobrou para quem? Para mim. Apelidos como “Nossa Senhora”, “Santa”, dentre outros vieram, mas o que achavam que estava me afetando, alimentou em meu coração um sentimento de gratidão por Deus ter me preservado para o homem que Ele escolheria para mim. Não digo isto por vanglória, amados, mas para que os jovens entendam que ser “acusado” de diferente dos demais quando essa diferença está em ser fiel a Deus, deve ser considerado um privilégio.

Contudo, há esperança para todo aquele que foi machucado e maculado por experiências ruins. Lembre-se da mulher samaritana (Jo.4:1-30). Ela é um dos mais lindos testemunhos de que Jesus não desiste de ninguém. Cristo quebrou todos os protocolos da época para oferecer àquela mulher a água “do poço das águas vivas” (v.15). Não permita que o inimigo das almas, que suas más lembranças, que suas feridas e marcas do passado, ou pessoas, te impeçam de ouvir a doce voz do Mestre a te oferecer a água da vida e a te chamar para um recomeço. Enquanto o olhar de reprovação do mundo diz que você nunca vai deixar de buscar água em poços de infelicidade, o olhar do teu Salvador não cessa de repousar sobre você e te oferecer a água da eternidade.

De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a Tua Palavra” (Sl.119:9). Sejam as esposas como a igreja de Cristo, santas e sem defeito (v.7; Ef.5:27). Que cada marido “ame a própria esposa como a si mesmo” (Ef.5:33) e “como também Cristo amou a igreja e a Si mesmo Se entregou por ela” (Ef.5:24). Para todo aquele que seguiu por caminhos errados, o Senhor diz, hoje: “Mas, convertendo-se o perverso da perversidade que cometeu e praticando o que é reto e justo, conservará ele a sua alma em vida” (Ez.18:27). E para aqueles que foram machucados pelas agruras da vida, Jesus os acalenta hoje, dizendo: “Vinde a Mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mt 11:28). Qualquer que seja ou que tenha sido a tua experiência, aceite agora o chamado de Deus e acredite que Ele tem o melhor para você! Vigiemos e oremos!

Bom dia, igreja pura do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Cantares4 #RPSP

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CANTARES 03 – Comentado por Rosana Barros
16 de agosto de 2020, 0:45
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“… encontrei logo o amado da minha alma…” (v.4).

Conheci meu esposo em um passeio promovido pela igreja. A partir daí, surgiu uma bela amizade onde, paulatinamente, foi despertando o interesse um no outro. Nesse meio tempo eu havia firmado um propósito com Deus de que só iria namorar com aquele que Ele me mostrasse que realmente seria o meu futuro marido. Enquanto isso, meu esposo também havia pedido em oração para casar com uma moça cristã. Foram seis meses como amigos, até que começamos a namorar. E entre namoro e casamento foram dois anos. Nós namoramos, noivamos e casamos certos de que estávamos dando passos firmes em direção à vontade de Deus. Apesar de jovens e até imaturos em muitos aspectos, eu posso afirmar que até aqui nos ajudou o Senhor, e posso dizer com propriedade que “encontrei logo o amado da minha alma” (v.4).

Porém, a procura pela pessoa certa nem sempre é tão bem-sucedida. Muitos têm buscado por alguém que satisfaça a sua lista de desejos antes de buscar a Deus, Aquele que deseja nos dar o melhor. A ansiedade provocada pela expectativa de ser feliz tem desvirtuado o verdadeiro sentido do casamento: fazer o outro feliz. E muitos lares são destruídos pela insatisfação pessoal e pela decisão prematura. O conselho dado no final do verso 5 deve ser seriamente considerado: “não acordeis, nem desperteis o amor, até que este o queira”.

“E viveram felizes para sempre” é o sonho de todos que foram doutrinados pelo mundo encantado do faz de conta. Só que o príncipe acaba virando um sapo e a princesa uma bruxa na primeira decepção que acontece. A maturidade precisa ser desenvolvida antes do casamento, para que a certeza do passo seguinte motive a não deixar escapar com atitudes insensatas aquela que poderia ser a pessoa certa. Precisamos entender que todos estamos sujeitos a erros e que não existe a pessoa “perfeita” no sentido cinematográfico e sim no sentido de que perfeita é a pessoa que Deus escolheu para mim e para você.

A procura da esposa pelo seu amado, rodeando a cidade, “pelas ruas e pelas praças” (v.2), e o fato de tê-lo conduzido à casa de sua mãe (v.4), revelam a importância dada à aprovação dos pais para o início de um relacionamento, mesmo que muitos julguem ter encontrado o candidato ou a candidata perfeita. A opinião e os conselhos dados pelos pais ou pessoas com mais experiência devem ser levados em bastante consideração antes que seja marcado o “dia do seu desposório” (v.11), a fim de que este dia não seja um motivo de arrependimento, mas um “dia do júbilo do seu coração” (v.11).

Deus tem coroas de honra para aqueles que buscaram nEle a primazia do amor. Todo aquele que primeiro busca ao Senhor e não O deixa ir, não tomará parte em um casamento precipitado. Contudo, ainda assim, o nosso Deus é poderoso para transformar um suposto fracasso em vitória. Você pode ter iniciado mal, mas Deus tem o poder de renovar todas as coisas. Ore, clame, suplique! E Deus fará subir do deserto “toda sorte” (v.6) de bênçãos para o teu casamento e enviará anjos que como “valentes” (v.7) estarão ao teu redor, e os “temores noturnos” (v.8) não conseguirão destruir o que Deus criou para ser “até que a morte os separe”. Se, contudo, teu amor neste mundo não for correspondido, como Lia, olhe para o Céu e declare Àquele que nunca te rejeita: “Esta vez louvarei o Senhor” (Gn.29:35). Logo Ele voltará para nos buscar “no dia do júbilo do [Seu] coração” (v.11) e seremos felizes para sempre com o nosso Noivo! Vigiemos e oremos!

Feliz semana, amados pelo Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Cantares3 #RPSP

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CANTARES 02 – Comentado por Rosana Barros
15 de agosto de 2020, 0:45
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“Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos” (v.15).

A fidelidade conjugal nunca foi tão banalizada. Vivemos em um tempo em que a malícia e o apelo sensual não estão mais disfarçados nas letras das músicas e programas de “humor”, eles estão completamente expostos. Filmes, novelas e até desenhos animados têm deturpado o que Deus criou para ser sagrado dentro do casamento. E mediante a abertura dos canais midiáticos dentro do lar, sem que haja o filtro sagrado de Filipenses 4:8, nossas crianças e jovens têm recebido doses absurdas de corrupção. Pelo mau uso, as “raposinhas” da internet, têm devastado os relacionamentos familiares enquanto são acariciadas pelos próprios prejudicados.

Certo dia, meu esposo e eu estávamos observando nosso filho mais velho jogar futebol. Num momento em que meu esposo começou a mexer no celular, algumas crianças entre sete e nove anos de idade foram se aproximando. Então, puxando conversa, as próprias crianças começaram a falar o tipo de jogos que tinham no celular: os piores! E sem precisar perguntar, disseram que assistiam às lutas de UFC, muitos na companhia dos próprios pais, e de madrugada! E quando pensei que não poderia piorar, confessaram que assistiam vídeos de sexo pesado! Chocante? Eu fiquei aterrorizada! Mas o que isso tem a ver com o capítulo de hoje? Tudo!

Maridos que são tementes a Deus e fiéis à esposa, e mulheres submissas e fiéis a seu marido, certamente fazem de tudo para que a depravação não entre em seu lar, nem pelo que veem e nem pelo ouvem. Aplicando a tese de que o esposo também se trata de uma ilustração cristocêntrica, dar ouvidos a Jesus, “Ouço a voz do meu amado” (v.8), é a única forma de calar o lixo que o mundo tem oferecido. Como ovelhas de Cristo, precisamos reconhecer-Lhe a voz: “vai adiante delas, e elas O seguem, porque Lhe reconhecem a voz” (Jo.10:4). A fidelidade no casamento é um dos maiores pilares na construção do caráter dos filhos. Cônjuges que manifestam em seu cotidiano um amor baseado em pensamentos puros e respeitáveis, estão educando filhos que fugirão da lascívia (Gn.39:12) e que não despertarão o amor “até que este o queira” (v.7).

Pais e mães cujo lema seja “O meu amado é meu, e eu sou dele” (v.16), hão de dar maior contribuição ao mundo do que os maiores estadistas. O chamado de Cristo à Sua Igreja hoje, é: “Levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem” (v.10 e 13). Jesus nos chama para vivermos casamentos sólidos e felizes; para que nossos lares sejam verdadeiros pedacinhos do Céu na Terra. E em contraste com a depravação do mundo, sentiremos saudades dAquele que sempre é fiel (2Tm.2:13) e com anelo de vê-Lo em breve, diremos: “Volta, amado meu” (v.17)! Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, purificados por Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Cantares2 #RPSP

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CANTARES 1 – Comentado por Rosana Barros
14 de agosto de 2020, 0:45
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“Em ti nos regozijaremos e nos alegraremos; do teu amor nos lembraremos, mais do que do vinho; não é sem razão que te amam” (v.4).

Apesar de não pronunciar o nome de Deus e de não haver citações deste livro no Novo Testamento, “Shir Hashirim” (seu nome em hebraico) revela o mais excelente dos cânticos. Sua linguagem poética aborda o amor entre marido e mulher, reforçando o plano original do Criador a respeito do casamento (Gn.2:24), além de também ser considerado uma metáfora do amor entre Cristo e Sua Igreja: “porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja” (Ef.5:23).

Salomão foi o homem com o maior registro bíblico em número de matrimônios: “tinha setecentas mulheres, princesas e trezentas concubinas…“. Agora atentem para o final do versículo: “… e suas mulheres lhe perverteram o coração” (1Rs.11:3). Duas coisas o rei destacou neste livro: a monogamia e o monoteísmo. A poligamia, além de ter corrompido o seu coração, o levou à prática do politeísmo, o que quase o corrompeu por completo não fosse a misericórdia de Deus. O que Salomão escreveu não foram palavras de um hipócrita, mas de um homem que descobriu que o prazer dentro de um casamento sob a bênção do Senhor, entre um homem e uma mulher, é melhor do que mil mulheres.

O amor ganhou destaque e até mesmo termos sobre a intimidade sexual são utilizados (v.13) para descrever a relação que deve haver entre marido e mulher dentro do casamento. A intimidade entre os sexos opostos foi criada por Deus para ser um deleite entre um homem e uma mulher nos limites do casamento, e para fortalecer ainda mais os laços afetivos. Assim como Cristo fez com Sua noiva, a igreja, uma aliança perpétua (Ef.5:25), os votos feitos entre marido e mulher, perante o altar ou diante de um magistrado, deve corresponder à semelhante compromisso.

Se o seu estado civil for casado, você e seu cônjuge devem viver o amor mútuo todos os dias. Palavras de apreciação (v.15-16) e atitudes amáveis tornam não somente o casamento feliz, mas toda a casa exala de dentro para fora o incomparável aroma do amor: “não é sem razão que te amam” (v.4). Um lar cujo amor é o principal atributo, sempre será motivo de alegria e de boas lembranças (v.4). Em tempos de crise, quando os índices de divórcios aumentaram assustadoramente, o livro de Cantares como parte integrante das Escrituras, nos revela sobre o cuidado e o prazer que Deus tem em matrimônios felizes e bem ordenados, e vem até nós como providência celeste para restaurar e dar nova vida aos casamentos.

Prepare o seu coração para estes próximos sete dias, pois o amor está no ar, o seu casamento vai ganhar um novo sentido e uma blindagem celestial o envolverá. Vigiemos e oremos!

Bom dia, amados e amadas de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Cantares1 #RPSP

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ECLESIASTES 12 – Comentado por Rosana Barros
13 de agosto de 2020, 0:45
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“De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem” (v.13).

O último capítulo de Eclesiastes aborda quatro dos temas bíblicos mais questionados no meio cristão: criação, morte, observância dos mandamentos e juízo. Vejamos hoje que, assim como “O Pregador” (v.9) escreveu “com retidão palavras de verdade” (v.10), “dadas pelo único Pastor” (v.11), toda a Bíblia explica a verdade sobre estes quatro assuntos, sem deixar margem de dúvida. Vejamos:

1. “Lembra-te do teu Criador” (v.1): o relato da criação apresentado em Gênesis é tão real quanto o relato da redenção apresentado nos evangelhos. A expressão “Lembra-te”, também aparece no quarto mandamento da Lei de Deus (Êx.20:8-11), que, por sinal, é o único mandamento que nos remete a Deus como Criador. O livro de Salmos confirma o relato de Gênesis (Sl.33:6 e 9; Sl.104). Jesus falou sobre a criação (Mc.10:6). João confirmou o relato original (Jo.1:1-3). Paulo fez referência à criação (Rm.1:20; 1Co.15:45; 1Tm.2:13-14). O livro de Hebreus aponta para o relato de Gênesis (Hb.11:3). A primeira voz angélica diz: “adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).

2. “e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu” (v.7). Além de ser mais uma confirmação do relato da criação do homem (Gn.2:7), também desmistifica a verdade sobre a morte. A Bíblia afirma que a matéria-prima, o pó da terra, volta para o seu lugar de origem, e o espírito, ou seja, o fôlego de vida, retorna para Deus, o Doador da vida. A palavra usada é “ruach”, que significa “vento”, “sopro”, e não uma entidade fora do corpo. Pois nós não temos uma alma, nós somos uma “alma vivente” (Gn.2:7; Ez.18:4). A Bíblia também afirma que a morte é um sono (Jo.5:28-29), e que os mortos não sabem coisa alguma (Ec.9:5-6). O próprio Jesus comparou a morte com o sono (Jo.11:11-14) e o apóstolo Paulo também (1Ts.4:13-14).

3. “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem” (v.13): a conclusão apresentada por Salomão é a mesma que foi apresentada a Adão e Eva antes do pecado, aos homens antes do dilúvio, a Israel no êxodo e a nós hoje (Ap.14:7, 12). O maior Salmo e capítulo da Bíblia é dedicado inteiramente à exaltação da Lei de Deus. Jesus disse: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo.14:15). Tiago reforçou: “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tg.2:10). João confirmou: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (1Jo.5:3). Paulo reforçou: “a Lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom” (Rm.7:12). O povo de Deus dos últimos dias será conhecido como “os que guardam os mandamentos de Deus” (Ap.12:17). E há algo bem claro e definido no final do verso 13: a observância dos mandamentos “é o dever de todo homem”.

4. “Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más” (v.14): Chegará o dia em que todo ser humano terá de prestar contas ao justo Juiz (At.17:31). “Manifesta se tornará a obra de cada um” (1Co.3:13) e cada um será julgado com base na “lei da liberdade” (Tg.2:12). Tiago chama os dez mandamentos de lei da liberdade, lei sob a qual seremos todos julgados, e ainda reforça: “Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar” (Tg.1:25). Paulo afirmou em Romanos 13:10 que “o cumprimento da lei é o amor”. O apóstolo João escreveu: “Nisto é em nós aperfeiçoado o amor, para que, no Dia do Juízo, mantenhamos confiança” (1Jo.4:17). A Lei de Deus, além de ser uma expressão do Seu caráter e uma manifestação do Seu amor, será a base legal de Seu juízo.

Amados, o Espírito Santo tem nos guiado “a toda a verdade” (Jo.16:13). A função da verdade é de nos libertar (Jo.8:32). E “para a liberdade foi que Cristo nos libertou” (Gl.5:1). A escravidão deste mundo destrói, a liberdade em Cristo nos salva e nos move a cumprirmos o nosso dever por amor. A obediência, portanto, é uma prova de amor! Vigiemos e oremos!

Bom dia, livres em Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Eclesiastes12 #RPSP

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ECLESIASTES 11 – Comentado por Rosana Barros
12 de agosto de 2020, 0:45
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“Doce é a luz, e agradável aos olhos, ver o sol” (v.7).

De todas as coisas apreciadas e de tudo o que Salomão aplicou o coração a examinar, a prudência, aliada à sabedoria, sem dúvida, é indispensável para quem deseja ter uma vida harmoniosa e feliz. Aquele que é prudente pratica a sabedoria com diligência e evita o mal com urgência. Diante da realidade de que não conhecemos o amanhã (v.2) e nem as misteriosas obras de Deus (v.5), ser prudente é ser grato pelos dias bons, sem esquecer “de que há dias de trevas” (v.8) também, buscando viver cada um deles, com paciência, “até à vinda do Senhor” (Tg.5:7).

Nossos olhos são “a lâmpada do corpo” (Mt.6:22), disse Jesus, e precisamos preservá-los puros. O final do verso 9 nos revela o limite da visão: “sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas”. É na luz que percebemos as coisas com nitidez. Da mesma forma, Deus espera que tenhamos prazer na luz, no que pode ser revelado pelo sol. Que nossas ações, além de prudentes, sejam transparentes. Tudo aquilo que está envolto em trevas e que pode macular nosso coração e nossos olhos deve ser evitado e até detestado. Recebemos do Alto o privilégio de sermos luz, e de cumprir uma missão que os anjos gostariam de realizar: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16).

Afasta, pois, do teu coração” (v.10), e dos teus olhos, tudo o que pode colocar em risco a tua salvação e do teu semelhante. “Lança o teu pão sobre as águas” (v.1), pregando a Palavra de Deus, e “reparte” (v.2) o que a bondade do Senhor tem lhe concedido. Que a sabedoria que tens recebido não fique “debaixo do alqueire, mas no velador” (Mt.5:15) e ilumine a todos ao seu redor, pois isto é prudente. Que a luz e tudo o que dela provém seja o que lhe agrade os olhos e que o desgosto, a dor (v.10) e as trevas deste mundo não tomem o lugar da verdadeira alegria que só o Senhor pode dar. Quando o mundo nos identificar como um povo que vive o que prega, quando o semblante do Salvador brilhar em nossa face, a Terra será iluminada com o último chamado de Deus e Jesus voltará. Vigiemos e oremos!

Bom dia, luz do mundo!

* Oremos pelo fruto do Espírito Santo em nossa vida.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Eclesiastes11 #RPSP

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ECLESIASTES 10 – Comentado por Rosana Barros
11 de agosto de 2020, 0:45
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“O coração do sábio se inclina para o lado direito, mas o do estulto, para o da esquerda” (v.2).

Usando comparações próprias à sua época, Salomão exaltou a sabedoria em contraste com a tolice. O sábio e o tolo foram colocados em lados opostos, respectivamente, direito e esquerdo. Na perspectiva do pregador, não pode haver a junção de ambos, pois seria como um inseto morto em frasco de perfume (v.1). Também não há dificuldade em reconhecer um tolo, pois, em algum momento de sua vida isso fica bem evidente (v.3). Em síntese, este capítulo aponta para a sabedoria como um recurso divino que poucos possuem em discrição, mas que muitos alegam possuir por exibição.

Entre um rei e um servo, um pobre e um rico, um culto e iletrado, não existem barreiras que os impeça de receber sobre si a promessa liberal: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida” (Tg.1:5). Então, a inclinação do sábio sempre será para o lado direito, para o que é reto e justo, para a Palavra de Deus como regra de fé e prática. De uma cova aberta na terra ao duro ferro, Salomão empregou ditados morais com prováveis aplicações do cotidiano para concluir que o que o tolo busca pela força, sem sucesso, “a sabedoria resolve com êxito” (v.10).

Amados, não podemos e não devemos nos desgastar com as formas, enquanto a essência do evangelho, Jesus Cristo, não for a motivação principal para realizá-las. Ostentação, más conversações e sentimentos cultivados para o mal enchem de simpatizantes o lado esquerdo. Mas como um príncipe que se senta à mesa apenas para refazer as forças e não para orgias, o “sábio conhece o tempo e o modo” (Pv.8:5), de maneira que sua vida se torna em um luminar em constante ascendência, porque “a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18). O justo sabe que “o ânimo sereno acalma os ofensores” (v.4) e no manancial da oração encontra a mansidão de que necessita. Ele se aprofunda nas Escrituras, e em cada verdade revelada, em cada palavra inspirada, reconhece “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).

A sabedoria está à distância de uma oração. O “lado direito” (v.2) pode ser trafegado pelo acesso do pedágio do “eu aceito”. Pela fé, podemos abalar o mundo com a última mensagem de esperança e sabedoria. Inclina-te, agora, para o lado direito! Estude com humildade a Palavra do Senhor. Ore com perseverança até que a presença de Jesus ao seu lado seja praticamente palpável. Acrescente à sua vida, a suavidade e simplicidade do Salvador, que Se portava com polidez diante das autoridades e com singeleza diante dos marginalizados. Permita que o Espírito Santo realize a Sua mais importante obra em tua vida: que você reconheça o seu lugar de criatura e o lugar do Senhor como Criador. Então, naquele Grande Dia, do lado direito você ouvirá: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34). Vigiemos e oremos!

Bom dia, peregrinos do lado direito!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Eclesiastes10 #RPSP

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ECLESIASTES 9 – Comentado por Rosana Barros
10 de agosto de 2020, 0:45
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“Deveras me apliquei a todas as coisas para claramente entender tudo isto: que os justos, e os sábios, e os seus feitos estão nas mãos de Deus; e, se é amor ou se é ódio que está à sua espera, não o sabe o homem. Tudo lhe está oculto” (v.1).

A meteorologia é a ciência que estuda os fenômenos climáticos, dando-nos a possibilidade de saber a previsão do tempo e a proximidade de possíveis desastres naturais. Porém, esta mesma previsibilidade, infelizmente, não podemos ter com relação ao que fazemos neste mundo. Ainda que sejamos, aos olhos de Deus, justos e sábios, nunca saberemos ao certo o que nos espera no futuro. Nossas ações, por melhores e bem intencionadas que sejam, nem sempre são correspondidas da maneira que esperamos. Mas existe algo completamente previsível: “Tudo igualmente sucede a todos” (v.2). E, só para não restar dúvidas, “a todos sucede o mesmo” (v.3).

Ninguém conhece o dia da morte, mas sabe que, enquanto estivermos neste mundo cujo “salário do pecado é a morte” (Rm.6:23), estamos todos sujeitos à mesma “remuneração”. Temos dentro de nós algo que pode decretar a nossa sentença de morte antes mesmo dela chegar de fato: o nosso coração. Pois “o coração dos homens está cheio de maldade” (v.3). “Enganoso é o coração…” (Jr.17:9). Porém, enquanto há vida, há esperança! “Porque eu estou bem certo de que nem a morte… poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:38-39).

Existem várias doutrinas sobre o estado dos mortos, mas a verdade sobre a morte é apenas uma, e Salomão (bem como toda a Bíblia) deixa isso bem claro: “… mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento” (v.5). Ao referir-se à morte de Lázaro, Jesus disse: “Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo” (Jo.11:11). Sobre a reação dos cristãos sobre a morte, Paulo escreveu: “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança” (1Ts.4:13). A Bíblia compara a morte ao sono, um estado de completa inconsciência que só será interrompido quando a mesma voz que fez Lázaro sair do túmulo com vida for ouvida na manhã da ressurreição. “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16).

De forma sábia e prudente, o Senhor nos convida a procurarmos viver aqui um prenúncio do que viveremos na eternidade. O prazer de desfrutar com alegria das dádivas que Deus nos dá não é pecado, amados. O pecado está em permitir que os prazeres da vida ultrapassem os limites estabelecidos por Ele nas Escrituras. Mas se o nosso gozo não macular as alvas vestes que Jesus nos concede e nem esgotar o óleo do Espírito de nossa mente (v.8), então devemos louvar a Deus pela porção de regozijo que Ele nos oferece. Este mundo se tornou triste o suficiente para que a nossa vida seja regida por “ódio ou inveja” (v.6), ou qualquer outro tipo de sentimento que nos roube a esperança da vida eterna em Cristo Jesus.

A ilustração a respeito do pobre sábio descreve com exatidão esta verdade. Ainda que a sua sabedoria seja desprezada e suas palavras negligenciadas, “melhor é a sabedoria do que a força” (v.16). Porque a sabedoria “dá vida ao seu possuidor” (Ec.7:12), “mas um só pecador destrói muitas coisas boas” (v.18). Não pense que você tem o poder de prever suas intenções. Fuja do mal enquanto há esperança (v.4)! “Vai” (v.7) e desfruta da porção que Deus lhe confiou na companhia do cônjuge “que amas” (v.9). “Em todo tempo, sejam alvas as tuas vestes e jamais falte o óleo sobre a tua cabeça” (v.8). Tudo o que Deus lhe confiar para fazer, não faça motivado pelo egoísmo, mas “conforme as tuas forças” (v.10), “para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16). E lembre-se: Mais vale ouvir “as palavras dos sábios” em silêncio do que “os gritos de quem governa entre tolos” (v.17). E a previsão do teu tempo porvir será a chegada da chuva serôdia, culminando no raiar da manhã gloriosa! Vigiemos e oremos!

Bom dia, sábios do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Eclesiastes9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ECLESIASTES 8 – Comentado por Rosana Barros
9 de agosto de 2020, 0:45
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“Quem guarda o mandamento não experimenta nenhum mal; e o coração do sábio conhece o tempo e o modo” (v.5).

O tema da submissão na Bíblia nunca foi visto como um princípio de fácil compreensão. O texto mais conhecido e mais polêmico a este respeito, encontra-se em Efésios 5:22, que diz: “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor”. Este verso tem sido interpretado como machista e fora do contexto atual, o que não é verdade. Toda mulher cristã que busca em Deus o conhecimento da verdade e uma vida em harmonia com a Sua Palavra, entenderá o princípio contido nas palavras de Paulo. Já o texto de hoje, indica uma submissão suprema (v.4). Ou seja, o que o rei (ou governante) falar, cumpre-nos obedecer.

Talvez, se as pessoas soubessem simplesmente qual é o significado de submissão, não considerassem tão absurda essa ideia. Submissão é a circunstância em que se deve obedecer. Guarde bem esta palavra: dever (voltaremos a destacá-la no capítulo 12). O problema é que a maioria confunde submissão com subserviência. Subserviência significa aquele que obedece de forma humilhante. Com certeza não é essa obediência que se refere as Escrituras. A obediência nunca foi requisito para a salvação, mas deve ser o resultado dela. Se Jesus não tivesse sido obediente até a morte, a morte seria o nosso destino eterno. Ele mesmo nos deixou exemplo quando declarou: “Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10).

A submissão bíblica é, sem dúvida, uma forma de tirarmos o foco de nós mesmos e de nossos propósitos egoístas e permitirmos que Deus faça resplandecer o Seu rosto sobre nós (v.1). Não adianta ficarmos cogitando desculpas para a desobediência, mas precisamos buscar na Palavra como fugir da rebeldia. O limite da ordem de um rei ou governante foi muito bem definido por Pedro e pelos demais apóstolos: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At.5:29). O nosso dever cristão deve estar acima do nosso dever cívico, mas este também deve ser sempre obedecido, desde que não seja obstáculo para o exercício de nossa fé. Lembre de Daniel quando foi proibido de orar por um decreto inconsequente e ainda assim não rebaixou a sua norma espiritual mesmo em face da morte.

Estamos cercados de cenas que retratam a grande desigualdade social que há em nosso país e na grande maioria dos países do globo. Mesmo sendo, em grande parte, consequência da corrupção e da má gestão pública, isso não nos autoriza a deixarmos de obedecer às autoridades. Na verdade, isso reforça o nosso dever cristão: “Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus” (Rm.13:1). Assim também funciona no sentido espiritual. Muitos têm julgado que os perversos gozam privilégios ao passo que os cristãos têm sofrido apesar de fazer o bem (v.10 e 14). Entretanto, a Bíblia diz que “o perverso não irá bem” (v.13) e que, com certeza, o bem que “sucede aos que temem a Deus” (v.12) é a promessa de um reino onde o Rei é eternamente Justo. Portanto, o que devemos fazer, obedecendo ao Senhor, não nos torna escravos de um Deus tirano, mas libertos pelo Rei dos reis. Tiremos, pois, o foco deste mundo e das obras que se fazem debaixo do sol, as quais não podemos compreender (v.17), e busquemos viver aqui a nossa verdadeira cidadania: “Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus” (Ef.2:19). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, filhos do Rei do Universo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Eclesiastes8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ECLESIASTES 7 – Comentado por Rosana Barros
8 de agosto de 2020, 0:45
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“Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato” (v.5).

O livro de Eclesiastes é um verdadeiro manual contra a corrupção humana. Orgulho, inveja, ódio, lascívia, presunção, ganância, cobiça, insensatez, arrogância, desobediência, perversidade fazem parte do pacote maligno na vida dos que não temem a Deus, “pois quem teme a Deus de tudo isto sai ileso” (v.18). Sendo um dom divino, a sabedoria não pode ser encontrada em livros e nem concedida mediante mérito pessoal. Enquanto a busca com diligência, o possuidor sincero nunca se exalta em possuí-la e nem mesmo julga tê-la alcançado: “tornar-me-ei sábio, mas a sabedoria estava longe de mim” (v.23).

A nossa geração vive em tempos emprestados enquanto promove a vida como se no auge de sua performance. Em uma época onde youtubers com conteúdos inúteis e imorais são admirados e reconhecidos como formadores de opinião e promotores da livre consciência, a única fonte segura da utilidade, a Bíblia, ainda acessível ao homem, é deixada de lado, e até queimada em protestos que, pasme você, declaram ser uma voz contra o preconceito. Mas enquanto o mundo afundava julgando estar “na casa da alegria”, o Senhor permitiu que entrássemos “na casa do luto” (v.4), a fim de descobrirmos que “com a tristeza do rosto se faz melhor o coração” (v.3).

Está escrito: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2Tm.3:16). Não está escrito que a Bíblia é útil para acobertar o mal ou fazer pouco caso do pecado. A disciplina é uma necessária e misericordiosa ferramenta de Deus. Mas a influência que se instalou na juventude atual diz que você é o próprio legislador de sua vida e ninguém tem o direito de contestar, nem mesmo seus pais. A geração de cabeças baixas ante o “deus” do smartphone é a geração dos cabeças altivas ante ordens que se recusam a cumprir. E longe da sabedoria que “dá vida ao seu possuidor” (v.12), perdem os privilégios do único mandamento com promessa: “Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá” (Êx.20:12).

No princípio, “Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias” (v.29). Por isso que “não há homem justo sobre a terra que faça o bem e que não peque” (v.20). Somente pela graça e pelo sacrifício de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo somos salvos de nossos delitos. Nos méritos de Jesus encontramos seguro refúgio contra a loucura do mundo. Em meio a uma pandemia desastrosa e acontecimentos mundiais sem precedentes, o Espírito Santo clama a fim de que alguns possam ouvir o Seu apelo: “Está perto o grande Dia do Senhor; está perto e muito se apressa. Atenção!” (Sf.1:14). Vigiemos e oremos para conservarmos firme a nossa bendita esperança e para que a nossa vida seja a voz da temperança que este mundo tanto necessita!

Feliz sábado, testemunhas de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Eclesiastes7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100