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“Foi por causa dos pecados dos seus profetas, das maldades dos seus sacerdotes que se derramou no meio dela o sangue dos justos” (v.13).
A desmoralização e ruína que caiu sobre Israel foi tão terrível que ultrapassou “o pecado de Sodoma” (v.6). Em vindo a tribulação e o cumprimento das palavras da profecia, ao invés de se arrependerem, suas ações confirmaram a maldade extrema que governava seus corações, a ponto de mães praticarem o canibalismo contra os próprios filhos (v.10). A que ponto o ser humano sem Deus é capaz de chegar!
Os príncipes mais belos e de porte varonil, que “tinham a formosura de safira” (v.7), definharam até ficarem irreconhecíveis (v.8). Negando-se obedecer à voz do Senhor, o povo permanecia dentro de Jerusalém enquanto os exércitos de Babilônia cercavam a cidade. Incansavelmente, padecendo de perseguições, açoites, prisões e ameaças de morte, Jeremias anunciava ao povo a solução para o fim de seu sofrimento. Semelhante ao período de Israel no êxodo, durante um período estimado de 40 anos, o profeta foi um instrumento de Deus em favor de seu povo. Contudo, suas palavras foram desprezadas. E enquanto uns devoravam os outros, o Senhor cuidou de Jeremias, de modo que nem o pão lhe faltou (Jr.37:21).
Tentar compreender a maldade humana e a injustiça que se segue neste mundo é como quem pensa que sobe uma escada enquanto está descendo a um abismo. O salmista confirmou isto ao declarar: “Em só refletir para compreender isso, achei mui pesada tarefa para mim” (Sl.73:16). Porém, na esmagadora maioria das vezes, nós mesmos buscamos o mal que dizemos detestar. E, por não darmos ouvidos ao que Deus nos deixou escrito em Sua Palavra, acabamos sofrendo as consequências de nossas más escolhas.
Mas também há o caso de darmos mais ouvidos a pessoas ou líderes religiosos sem buscar as respostas na Palavra de Deus. Percebam que foi a maldade dos líderes de Judá que conduziu o povo àquela desgraça (v.13). Muitos têm sido apascentados por falsos mestres que, pela operação de sinais e prodígios ou promessas de prosperidade, encantam aqueles que ainda não entenderam que a Bíblia deve ser a nossa única regra de fé e prática. À semelhança daqueles líderes do passado, todos os que insistirem em seguir a “carreira” da falsidade, escutarão da boca do Senhor naquele grande Dia: “Apartai-vos, imundos!” (v.15), “Apartai-vos de Mim, os que praticais a iniquidade” (Mt.7:23).
Saiba que dentro em breve o Senhor vai aparecer nas nuvens do céu “com poder e grande glória” (Mt.24:30) para reclamar “o sangue dos justos” (v.13). Assim como bradou da cruz, Jesus irá declarar ao ímpio: “O castigo da tua maldade está consumado” (v.22). “Feito está!” (Ap.16:17). E todos aqueles que rejeitaram os constantes apelos do Espírito Santo reconhecerão: É “chegado o nosso fim” (v.18)! Todo aquele, porém, que, como Jeremias, permanecer perseverante no caminho eterno, ainda que não entenda a princípio os planos de Deus em sua vida, seguirá confiante ouvindo a voz do Seu bom Pastor, pois “as ovelhas ouvem a Sua voz, Ele chama pelo nome as Suas próprias ovelhas e as conduz para fora… vai adiante delas, e elas O seguem, porque lhe reconhecem a voz” (Jo.10:3, 4).
A que voz estamos seguindo? Que a Bíblia seja em nossa vida a vara e o bordão de Jesus que nos conduz às verdes pastagens eternas! Vigiemos e oremos!
Bom dia, ovelhas do bom Pastor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Lamentações4 #RPSP
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“As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as Suas misericórdias não têm fim” (v.22).
O primeiro sentimento negativo experimentado pelo casal edênico, pelo menos aquele que ficou mais evidente após o pecado, foi o medo. Vestidos em roupas descartáveis e camufladas, Adão e sua mulher escutaram a voz de Deus, pela primeira vez, sob a ótica do mal. Até então, em cada entardecer, a chegada do Criador em Seu mundo recém-criado era um momento de grande alegria e expectativa. O pecado, porém, despertou no homem a percepção da separação de Deus causada pela queda. Foi ali, entre as maravilhas do Éden, que nossos primeiros pais começaram a experimentar os resultados da desobediência e, no chamado da misericórdia, “Onde estás?” (Gn.3:9), a maravilhosa graça de um Deus que desceu para cobrir nossa nudez com vestes de justiça.
Jeremias e todo o Judá sentiram na pele as consequências advindas da desobediência. O profeta tornou-se um recado vivo para o povo e seu sofrimento aumentava à medida em que os juízos eram derramados. Mas foi ao trazer à memória o que lhe dava esperança que o profeta declarou: “A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto, esperarei nEle” (v.24). As misericórdias de Deus “renovam-se cada manhã” (v.23) independente de nós mesmos. Eu penso que não estamos distantes da realidade de Jeremias, das aflições que nos abatem o espírito, mas o Senhor “não aflige, nem entristece de bom grado os filhos dos homens” (v.33). Creio que há motivos de aperfeiçoamento de caráter envolvidos em cada provação e em cada momento de aflição.
Nossas queixas não devem nos fazer apontar na direção alheia, mas ser direcionadas para uma transformação pessoal: “Queixe-se cada um dos seus próprios pecados. Esquadrinhemos os nossos caminhos, provemo-los e voltemos para o Senhor” (v.39-40). Que dias difíceis estamos vivendo, amados! Mas é tempo de ficarmos nos queixando pelos cantos e questionando a Deus? Não! É tempo de lembrarmos do grande sacrifício feito pelo nosso Redentor, de tudo o que Ele suportou e da morte ignominiosa que enfrentou por mim e por você. É tempo de aguardarmos “a salvação do Senhor, e isso, em silêncio” (v.26). É tempo de usarmos a nossa voz e a nossa vida somente para indicar aos nossos semelhantes Aquele que é o caminho, a verdade e a vida (Jo.14:6).
Enquanto estamos aqui, os nossos “olhos choram, não cessam, e não há descanso, até que o Senhor atenda e veja do Céu” (v.49-50). O Espírito Santo, porém, está maturando o Seu povo, e ainda que em meio aos açoites de um mundo em decadência, Ele nos diz: “Não temas” (v.57). Ao vermos todas as coisas se cumprindo como nos advertiu o nosso bom Salvador, como Jó em seu terrível sofrimento, saiam de nossos lábios e de nosso coração as palavras da bendita esperança: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-Lo-ei por mim mesmo, os meus olhos O verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração dentro de mim” (Jó 19:25-27). E, naquele grande Dia, não nos esconderemos, mas, revestidos das vestes da justiça de Cristo, contemplaremos a Sua linda face e viveremos com Ele para sempre. Aleluia! “Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, alvos das infinitas misericórdias de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Lamentações3 #RPSP
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“No furor da Sua ira, cortou toda a força de Israel; retirou a Sua destra de diante do inimigo; e ardeu contra Jacó, como labareda de fogo que tudo consome em redor” (v.3).
Uma das coisas que mais o mundo tem clamado é pela paz. Contudo, para que haja paz, precisa haver justiça. E isto só é possível quando o homem observa as leis e estatutos que regulam uma determinada sociedade em prol do bem-estar individual e coletivo. A partir do momento em que há uma quebra nem que seja de um dos menores dispositivos legais, há uma ruptura com a justiça, e, consequentemente, com a paz.
No monte Carmelo, Elias provou diante de todo o povo quem é de fato o verdadeiro e único Deus: “porque o nosso Deus é fogo consumidor” (Hb.12:29). Aquele fogo que consumiu todo o holocausto, inclusive as pedras, poderia ter descido com ímpeto sobre aquele povo que precisava ver para crer. Afinal, o Senhor ainda tinha sete mil joelhos que permaneciam fiéis diante de Sua presença (1Rs.19:18). Porém, Ele escolheu poupar o Seu povo concedendo-lhe nova oportunidade.
Israel rompeu com a paz a partir do momento em que deixou de cumprir com a justiça. Como filhos do Senhor, não fizeram o que é justo: “Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo” (Ef.6:1). E este mandamento também se aplica a nós com relação Àquele que chamamos de Pai. A ira de Deus é considerada pela maioria como tirania. Até os que dizem crer em Deus têm julgado Suas ações antigas como sendo demasiadamente severas e desprovidas de misericórdia. Mas esquecem que a justiça de Deus foi violada, e que a Suas misericórdias clamavam insistentemente através dos Seus profetas a um povo que se negava a ouvi-Lo. Hoje estamos vivendo um verdadeiro pandemônio no que se refere aos relacionamentos. Paulo escreveu que nos últimos dias os filhos seriam “desobedientes aos pais” (2Tm.3:2). E essa quebra na autoridade paterna é um fator que, consequentemente, gera uma sociedade que não teme a Deus. Mas Deus, em Sua infinita graça, tem estendido o Seu tempo de misericórdia enquanto clama aos corações ainda endurecidos.
Não adianta, amados, nos apegarmos ao fato de pertencermos a uma igreja e de participarmos de suas atividades litúrgicas. Israel continuava observando as leis cerimoniais, mas seu coração estava longe de Deus. E perante seus olhos viram a queda do lugar que o Senhor rejeitou e detestou (v.7). Estamos prestes a testemunhar o tempo em que “não vigora a lei, nem recebem visão alguma do Senhor os Seus profetas” (v.9). Tempo em que Deus enviará “fome sobre a Terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. Andarão de mar a mar e do Norte até ao Oriente; correrão por toda parte, procurando a palavra do Senhor, e não acharão” (Am.8:11-12).
Queremos paz? Então, andemos na justiça enquanto há tempo! Pratiquemos o que é nosso dever: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem” (Ec.12:13). É tempo de consumirmos os nossos olhos de lágrimas clamando a Deus uns pelos outros (v.11)! É tempo de derramarmos “como água o coração perante o Senhor” e erguermos “a Ele as mãos pela vida” de nossos filhos (v.19)! Está chegando o Dia da ira do Cordeiro em que Ele “julgará o Seu povo” (Hb.10:30), para que possa haver paz eterna. Com o coração partido, Ele terá de ver aqueles do Seu carinho, os quais criou, sendo consumidos (v.22). Que você e eu façamos parte do pequeno grupo que, com perseverança e constante oração, permanecerá praticando a justiça até que do alto possamos ouvir: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt.25:21). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, perseverantes em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Lamentações2 #RPSP
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“Justo é o SENHOR…” (v.18).
Em forma poética, este livro inicia com o choro de quem sofre os resultados das próprias escolhas, e termina com o clamor de quem reconhece que precisa de ajuda. A princípio, Jeremias relata todo o sofrimento do povo de Judá. Os exilados padeciam de um processo de luto. Jerusalém é comparada a uma viúva que, desamparada e solitária, é forçada a viver “sujeita a trabalhos forçados” (v.1) para sobreviver. Além disso, precisava suportar a afronta e o escárnio das demais nações, até aquelas que um dia foram suas aliadas.
O povo estava colhendo exatamente o que plantou. “Jerusalém pecou gravemente” (v.8) ao rejeitar as palavras do Senhor. Não pensou nas consequências de suas ações, “por isso, caiu de modo espantoso” (v.9). “Todo o esplendor” “da filha de Sião” (v.6) foi trocado por aflição e vergonha. Enredou-se no jugo de suas transgressões (v.14) e buscou caminho que o Senhor não havia planejado. Dando as costas aos planos estabelecidos por Deus, não lhe restava mais nada a não ser chorar, e chorar muito (v.16).
Mas o discurso sofre uma mudança drástica a partir do verso 18. Em reconhecimento de sua rebelião e de suas prevaricações contra Deus, uma verdade foi declarada com convicção: “Justo é o Senhor”. A angústia de Judá não foi causada pela ira de um Deus tirano com sede de vingança, mas permitida pela justiça de um Deus pleno de misericórdia e pronto a perdoar. A dor nos faz lembrar que Ele continua sendo “o Senhor que [nos] sara” (Êx.15:26).
A dor e a angústia são dois algozes que nos deixam bem claro de que o nosso lugar não é aqui. Que estamos longe de casa. Então, nossas lágrimas tornam-se um bálsamo curativo para nossos corações que têm saudades do lar, que regam a nossa jornada tornando-a frutífera. Pois “quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (Sl.126:6).
A dor lhe alcançou? As lágrimas insistem em cair ou inundam o teu coração? Como Judá, derrame toda a sua dor e esgote todas as suas lágrimas diante de Deus, em oração: “Vê, Senhor, a minha aflição” (v.9).
Não seja rebelde à Palavra do Senhor, mas continue sendo por ela reavivado e santificado, aguardando a bendita promessa: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima” (Ap.21:4).
Bom dia, herdeiros da promessa!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Lamentações1 #RPSP
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“Assim, Judá foi levado cativo para fora de sua terra…” (v.28).
O último capítulo do livro de Jeremias relata um resumo das profecias quanto ao cativeiro babilônico. Desde os dias do rei Josias, Deus enviou o Seu profeta para alertar o povo acerca do que deveria fazer. Por muitos anos Jeremias pregou sobre a necessidade de arrependimento e conversão, mas também sobre juízo. Porém, um rei após outro fazia “o que era mau perante o Senhor” (v.2). O convite da graça foi rejeitado e pronunciada foi “a sentença” (v.9) sobre “todas as casas de Jerusalém” (v.13).
O rei Zedequias, dentre os demais, teve a oportunidade maior de dar ouvidos às palavras do Senhor. Estabelecido como rei a mando de Nabucodonosor (2Rs.24:17), ocupou o trono de seu sobrinho Joaquim, que foi levado cativo “no oitavo ano do seu reinado” (2Rs.24:12). “Zedequias, no início do seu reinado, desfrutou inteiramente a confiança do rei de Babilônia, e teve como experimentado conselheiro ao profeta Jeremias” (EGW, Profetas e Reis, p. 224). No entanto, recusou-se a seguir as orientações divinas e o último rei de Judá terminou seus dias sem honra alguma dentro de uma prisão.
Apesar de ter seguido os passos de seu pai (2Rs.24:9), o rei Joaquim teve um fim diferente. Recebeu honra maior do que os demais reis que se encontravam em Babilônia, comeu pão na presença do rei dos caldeus e ainda recebeu uma espécie de salário diário de natureza vitalícia “até ao dia da sua morte” (v.34). Ao que parece, Joaquim entendeu os propósitos de Deus e aprendeu “no exílio a lição da obediência tão necessária para sua futura felicidade” (EGW, Profetas e Reis, p. 242).
Quantos apelos o Espírito Santo vai ter que fazer até que possamos entender que já não nos resta muito tempo? Assim como Babilônia foi tomada e “apanhada de surpresa” (Jr.51:41), “à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mt.24:44). “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt.24:37). O Espírito Santo já está sendo retirado deste mundo. Ele “não agirá para sempre no homem, pois este é carnal” (Gn.6:3).
“Desde o princípio, o Espírito Santo tem agido em favor da humanidade. Da mesma forma em que trabalhou no coração dos ouvintes de Noé, tem agido em benefício de cada um que haverá de existir. A Sua função é a de nos unir em comunhão com Cristo e uns com os outros. E, para isso, precisamos estar dispostos a ouvi-Lo e a obedecê-Lo no tempo que se chama HOJE: ‘Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração‘” (Hb.3:15; Rosana Barros, O Último Chamado de Deus, p.18, 19).
Estamos vivendo no tempo em que o apóstolo Paulo chamou de “tempos difíceis” (2Tm.3:1), onde somos aconselhados a fugir de tudo e de todos os que recusam o governo divino: “Foge também destes” (Idem, v.5). Uma mente que não é guiada pelo Espírito de Deus torna-se uma arma letal nas mãos de Satanás. “Tendo forma de piedade” (Idem), agem com sutileza e cativam os que se deixam guiar pelas próprias paixões e que “jamais podem chegar ao conhecimento da verdade” (Idem, v.7).
Oh, amados, o verso final deste livro fantástico e sobremodo apaixonante nos deixa uma linda mensagem de esperança:
Mesmo ainda em solo estrangeiro; mesmo sabendo que o nosso lar não é aqui; mesmo conscientes de que o pecado ainda faz separação entre nós e nosso Deus; mesmo sofrendo perseguições, ameaças e por vezes, nos sentirmos sozinhos; o Senhor nunca nos abandonará! Dentro em breve Jesus virá sobre as nuvens do céu com poder e grande glória e, diante de todos, nos falará “benignamente” e nos dará “lugar de mais honra do que o dos reis” (v.32) que já pisaram nesta terra, e nos levará Consigo para a Casa de Seu Pai (Jo.14:1-3). Ele mudará as nossas “vestes do cárcere” em “uma vestidura branca” (Ap.6:11) e passaremos “a comer pão na Sua presença” (v.33) e a desfrutar dos doze frutos da árvore da vida (Ap.22:2), de onde receberemos uma “subsistência vitalícia, uma pensão… durante os dias” de nossa vida por toda a eternidade!
Quer você receber este dom gratuito? Então, prepara-te! Eis que o Rei do universo vem vindo. Vigiemos e oremos!
Bom dia, estrangeiros à caminho de Casa!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias52 #RPSP
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“Ele fez a terra pelo Seu poder; estabeleceu o mundo por Sua sabedoria e com a Sua inteligência estendeu os céus” (v.15).
A maior loucura de Nabucodonosor e de seus sucessores foi a de ignorar a voz de Deus. Mal havia levado cativo o povo de Israel e a sua sentença já estava decidida. Da mesma forma com que destruíram Jerusalém, veriam seu reino destruído. A diferença é que Babilônia nunca mais “haverá quem nela habite” (v.37), mas, Jerusalém, seria reerguida. O terror das nações, a cabeça de ouro (Dn.2:38) se tornaria “objeto de espanto entre as nações!” (v.41).
E a ordem que se seguiu ao povo exilado, quando vissem cumprir-se a profecia, foi: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (v.6). O Senhor não permitiria que Babilônia prosseguisse em seus desígnios de exaltar a criatura em lugar do Criador. A adoração ao Deus que “fez a terra pelo Seu poder” foi trocada pela estupidez humana em se curvar perante uma “obra ridícula” (v.18). “O Criador de todas as coisas” (v.19) procurou de várias formas revelar-se àquela nação pagã, que vez após vez desprezou o ASSIM DIZ O SENHOR.
Finalmente, após setenta anos de cativeiro babilônico, o povo de Israel veria cumprida a justiça de Deus (v.10), e voltaria para a sua terra. A promessa de livramento do jugo do pecado é tão semelhante, que a Bíblia também chama de Babilônia ou a “grande meretriz” (Ap.17:1) “que habita sobre muitas águas” (v.13), aquela que influenciará os reinos do mundo “com o vinho de sua devassidão” (Ap.17:2). O engano fará com que muitos “povos, multidões, nações e línguas” (Ap.17:15) enlouqueçam (v.7), e, “repentinamente” (v.8), serão ceifados juntamente com “as imagens de escultura da Babilônia” (v.47). O sistema religioso representado por Babilônia “deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou” (Dn.8:12). E há algum tempo, seu líder mundial defendeu a tese de que o relato da criação não foi literal.
O poder, a sabedoria e a inteligência do Senhor são trocados por fábulas humanas que supõem a evolução de um mundo que funciona com perfeita precisão. Um mundo que comporta milhares de seres vivos onde nenhum é igual ao outro. Onde as minhas digitais são únicas. Onde de pequeninas sementes surgem árvores majestosas. Descarte a literalidade do Gênesis, e terá também que negar o sacrifício de Jesus prenunciado a Adão e Eva (Gn.3:15). Negue a criação e terá de negar que existe o pecado. Ora, e se não há pecado, para que um Salvador? Entendem a afirmação de que “todo homem se tornou estúpido e não tem saber” (v.17)? “Trabalharam os povos em vão, e para o fogo se afadigaram as nações” (v.58).
No entanto, “cada um” (v.45) que, dando ouvidos à voz do Senhor, sair do meio de Babilônia, não precisará ter medo dos juízos que sobrevirão (v.46). “Ide-vos, não pareis” (v.50), é a ordem de Deus para Seus filhos hoje! Perseverem, e vocês serão salvos (Mt.24:13)! “Lembrai-vos do Senhor, e suba Jerusalém à vossa mente” (v.50). Que estas palavras sejam luz para sua vida, e que a busca pelas verdades do Senhor encha o seu coração da esperança de que, muito em breve, Jerusalém não estará só em sua mente, mas diante de seus olhos! Vigiemos e oremos.
Bom dia, obra-prima do Criador!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias51 #RPSP
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“Naqueles dias, naquele tempo, diz o Senhor, voltarão os filhos de Israel, eles e os filhos de Judá juntamente; andando e chorando, virão e buscarão ao Senhor, seu Deus” (v.4).
Para todo aquele que sonha com o segundo advento de Cristo, este capítulo faz estremecer o coração! Não se trata apenas de um relato histórico, mas de uma descrição futura. E o Senhor nos revelou em Sua Palavra que este futuro já chegou. Estamos vivendo “naquele tempo” relatado no livro do profeta Daniel, os últimos dias deste mundo de pecado. E assim como foi prenunciada a queda do império babilônico, o mesmo se dá hoje: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap.14:8).
E o chamado urgente é para que as “ovelhas perdidas” que esqueceram “do seu redil” (v.6), fujam “do meio da Babilônia” (v.8) e voltem a unir-se “ao Senhor, em aliança eterna que jamais será esquecida” (v.5). Unir-se-á ao povo do advento todos os que, à semelhança daquele, estiver em constante busca pelo Senhor e pela Sua promessa em derramar o Seu “Espírito sobre toda a carne” (Jl.2:28). Eles não andarão aflitos por causas terrenas, mas “em ordem de batalha” (v.14) estarão revestidos com a armadura de Deus suplicando em intercessão por todos os seus irmãos (Ef.6:18). Haverá uma manifestação tal de unanimidade e de oração tal qual foi no Pentecostes.
“Há na Terra estrondo de batalha e de grande destruição” (v.22), que já conseguimos ouvir. “Porque a terra é de imagens de escultura, e os seus moradores enlouquecem por estas coisas horríveis” (v.38). O orgulho do império babilônico estava em seus deuses e imagens, e a estátua construída a mando de Nabucodonosor foi o estopim para que logo toda a nação adorasse a tudo, menos a Deus. Não vivemos numa realidade distante. E eu ouso afirmar que vivemos em tempos consideravelmente piores. Pois o que se ergue hoje não é mais uma estátua apenas, mas uma infinidade de “imagens” que destronam por completo o Senhor do coração humano.
Enquanto isso, multidões passam de largo pela Palavra de Deus e recusam ouvir as Suas advertências. Babilônia contemporânea tem “engolido” todos aqueles que, como Nabucodonosor, se recusam a dar ouvidos às verdades do Senhor. Oh, amados, está chegando o dia em que Babilônia e todos os que insistiram em nela permanecer receberão a retribuição “segundo a sua obra; conforme tudo o que fez… porque se houve arrogantemente contra o Senhor, contra o Santo de Israel” (v.29; Ap.18:6). E toda a opressão com que oprimiram os remanescentes dos últimos dias será castigada. Por isso, avante exército do Senhor, pois “o seu Redentor é forte, Senhor dos Exércitos é o Seu nome; certamente, pleiteará” a sua causa! (v.34).
“Portanto, ouvi os conselhos do Senhor, que Ele decretou contra Babilônia, e os desígnios que Ele formou” (v.45). Prepara-te para o grande Dia do teu resgate! É tempo de seguirmos a ordem do Senhor por intermédio do profeta Joel: “Ainda assim, agora mesmo, diz o Senhor: Convertei-vos a Mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, com choro e com pranto. Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao Senhor, vosso Deus” (Jl.2:12-13). Vigiemos e oremos!
Bom dia, remanescente do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias50 #RPSP
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“Pois quem é semelhante a Mim?” (v.19).
A despeito de todos os juízos divinos que sobrevieram àquelas nações, o Senhor sempre deixou claro de que o Seu veredito final é pleno de misericórdia. Como em Moabe, os amonitas e os elamitas também receberam a promessa de uma futura restauração (v.6 e 39). Porém, as demais nações receberam uma condenação certa e definitiva (v.13, 27 e 33). E, especificamente uma delas, recebeu um julgamento tal qual foi com “Sodoma e Gomorra” (v.18): a nação de Edom.
Movidos pelo orgulho e por suas baixas paixões, os edomitas eram governados pelo seu próprio coração enganoso e buscavam no prazer e na ostentação a grandeza de seu reino. A lógica humana ocupava “as alturas dos outeiros” (v.16) e de lá sofreria a queda mortal, provando que tudo aquilo de que se orgulhavam tanto, não passava de um engano fatal. A pergunta feita pelo Senhor àquela nação nos diz quem estava à frente daquela batalha para fazer justiça ao Seu povo: “Pois quem é semelhante a Mim?” (v.19). Acompanhe comigo este comentário do Programa Bíblia Fácil, da Rede Novo Tempo:
“Miguel significa ‘quem é semelhante a Deus’ e é um desafio a Satanás, que desde o princípio quis ser igual ao Criador (Isaías 14:12-14). Sempre que Miguel é mencionado na Bíblia, refere-se à Pessoa de Jesus como Comandante dos exércitos celestiais em direta disputa com Satanás e os anjos maus. Para nossa felicidade eterna, Miguel sempre sai vitorioso. Leia: Judas 9; Daniel 10:13, 21;12:1; Apocalipse 12:7. Quando falamos que Miguel significa ‘semelhante a Deus’, no original e para a cultura hebraica, ‘semelhante’ significa ‘igual’ (ver João 5:18; 19:7). Miguel, portanto, seria um dos nomes de honra de Jesus, que o iguala a Deus Pai e que em nada diminui a Divindade dEle!”
Portanto, o próprio Miguel, ou seja, Jesus, atuou como o Conselheiro (v.20) e Comandante que estava à frente daqueles juízos contra as nações pagãs que estavam sob a regência de Satanás. O Seu propósito original nunca foi o de destruir nação ou povo algum, mas conduzi-los à verdadeira conversão, mudando-lhes “a sorte” (v.39). Contudo, nem todos aceitaram os Seus apelos e, pelas próprias atitudes insanas, tornaram-se “assolações perpétuas” (v.13).
Percebam que, apesar da rebeldia das nações, Deus sempre tinha o cuidado de zelar pelos menos favorecidos. As classes que eram rejeitadas, por Ele eram amparadas: “Deixa os teus órfãos, e Eu os guardarei em vida; e as tuas viúvas confiem em Mim” (v.11). O ministério de Cristo na Terra foi a maior prova deste cuidado. Ele não somente andou com todos os que eram marginalizados, mas os tocou, ensinou, curou e amou. Aquele que é igual a Deus veio aqui como “Emanuel (que quer dizer: Deus conosco)” (Mt.1:23), para nos mostrar que este é o Seu desejo e será o galardão eterno para todo aquele que permitir que Ele lhe mude a sorte: morar com Ele!
Não foi sem razão que Ele Se colocou no lugar dos pobres, presos, doentes e desabrigados e afirmou que os benditos do Pai que entrarão no Reino dos Céus serão aqueles que amaram assim como Ele amou (Mt.25:31-40). Busquemos, pois, o poder do alto para sermos testemunhas de Jesus (At.1:8), e perseverarmos ao lado de Miguel na grande última batalha! Vigiemos e oremos!
Bom dia, testemunhas de Jesus dos últimos dias!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias49 #RPSP
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“Moabe será destruído, para que não seja povo, porque se engrandeceu contra o Senhor” (v.42).
Advertido sobre a destruição de Sodoma e Gomorra, Abraão intercedeu diante do Senhor pela vida daqueles a quem amava. Seu sobrinho Ló, sua família e seus servos, que antes faziam parte de sua íntima convivência, habitavam naquela região condenada. Mas apesar da intercessão de Abraão, Aquele que sonda os corações sabia que até mesmo Ló colheria os resultados de sua imprudência. Ao escolher ir “armando as suas tendas até Sodoma” (Gn.13:12), Ló ignorou o fato de que “os homens de Sodoma eram maus e grandes pecadores contra o Senhor” (Gn.13:13). O que custou a vida de sua esposa e grande parte de sua família.
Refugiados “numa caverna” (Gn.19:30), Ló e as duas filhas enfrentaram uma mudança brusca em todos os sentidos. Contudo, esquecendo-se de que a mão do Senhor poupou-lhes a vida, as duas filhas logo manifestaram a força da influência de suas más associações. Embriagando o próprio pai, praticaram uma relação incestuosa, que deu origem a dois povos, inimigos de Israel: os moabitas e os amonitas (Gn.19:37-38). Moabe significa “de nosso pai”, como um lembrete de sua natalidade licenciosa. Independente, porém, do começo da história de um povo, o que realmente importa para Deus é de que forma e por quem a história continuará sendo escrita.
Assim como Golias é a referência dos filisteus, Rute é a referência dos moabitas. Sua viuvez e pobreza não abalaram a sua fé no Deus de Israel. Pelo contrário, sua atitude altruísta e servil fez de Rute um testemunho vivo de que o Senhor tem filhos em todas as nações e a habilitou a fazer parte da genealogia do Rei das nações (Mt.1:5). A nossa origem terrena pode trazer sobre nós marcas hereditárias difíceis de suportar. As vezes herdamos hábitos e costumes ou até mesmo um temperamento que nos machucam e machucam até mesmo aqueles que mais amamos. Mas assim como Rute confiou a sua vida nas mãos de Deus deixando a velha vida para trás, necessitamos confiar na bondade de Deus entregando a Ele o nosso coração e permitindo ser guiados por Ele para onde melhor possamos servi-Lo.
Infelizmente, semelhante a Sodoma e Gomorra, a nação moabita havia atingido o limite da iniquidade, com sua soberba, arrogância, orgulho e altivez (v.29), “porque se engrandeceu contra o Senhor” (v.42). A “sua insolência” (v.30), a fez rejeitar cada um dos apelos divinos. “Contudo”, o Senhor ainda mudaria “a sorte de Moabe, nos últimos dias” (v.47). Ainda havia esperança! De igual modo, ainda há esperança para este mundo prestes a perecer. Deus deseja mudar a sorte dos impenitentes mais do que uma mãe amorosa deseja o bem de seus filhos. “Mas, convertendo-se o perverso da perversidade que cometeu e praticando o que é reto e justo, conservará ele a sua alma em vida” (Ez.18:27). “Fugi” das contaminações deste mundo e “salvai a vossa vida”, ainda que você tenha que se sentir sozinho na caminhada, “como o arbusto solitário no deserto” (v.6). Consideremos todos estes juízos anunciados como os sonidos divinos da misericórdia.
“A respeito” (v.1) da nossa vida, seja registrado nos anais do Céu como aquela que foi lavada e remida no sangue do Cordeiro. E, de uma origem de pecado, Deus nos devolverá o direito à origem da perfeição em Cristo Jesus. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, chamados a um novo começo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias48 #RPSP
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“Ah! Espada do Senhor, até quando deixarás de repousar? Volta para a tua bainha, descansa e aquieta-te” (v.6).
Quando a Bíblia se refere aos filisteus, certamente a nossa mente remete para o filisteu mais conhecido até mesmo pelas crianças: o gigante Golias. Desafiando os exércitos de Israel, os filisteus anunciaram o duelo da morte. Por dias, seu soldado “imbatível” gritava palavras de insulto a Israel e aguardava um guerreiro corajoso o suficiente para enfrentá-lo. Para a sua surpresa, porém, Golias avistou um rapazinho vindo em sua direção com vestes e instrumento de pastor de ovelhas. Bem, já conhecemos a história e o seu desfecho. Davi o abateu com uma pedra na fronte e o matou com a espada do próprio filisteu.
Os juízos de Deus dependem da rejeição de Sua misericórdia. Quando o homem ou um povo dá as costas ao Senhor, como foi com Golias, suas armas se voltam contra eles mesmos, pois “o cruel a si mesmo se fere” (Pv.11:17). O homem mau busca a sua própria ruína, de forma que Deus precisa cumprir a Sua justiça na Terra, ou, de outro modo, a Terra já teria sido destruída pela maldade do coração humano. Foi assim no tempo de Noé. “Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na Terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração” (Gn.6:5). Como se levantaram as águas do dilúvio, o Senhor levantaria os exércitos “do Norte” como “se levantam as águas” se tornando “em torrentes transbordantes” (v.2) sobre a Filístia, destruindo “a todos os filisteus” (v.4), que rejeitaram o tempo da graça que lhes fora concedido.
Há um apelo sendo feito. Há um clamor sendo erguido. Há um arauto apregoando quão perto estamos das bodas do Cordeiro. Há uma ira prestes a ser derramada sobre esta Terra manchada pelo pecado. Por causa do pecado todos nos tornamos inimigos do bem e possuidores de uma natureza má e enganosa. “Mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo Seu sangue, seremos por Ele salvos da ira. Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do Seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela Sua vida” (Rm.5:8-10).
Oh, amados, quão maravilhoso é o amor de Deus em Cristo Jesus! Enquanto a profecia se avoluma no sentido de que “o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12), que o nosso coração transborde do perfeito amor. Não fomos criados para a destruição. Fomos criados para desfrutar para sempre do amor do nosso Criador. Persevere em viver esse amor, que redime, que salva e que liberta. Não se deixe levar pelas águas da incredulidade e da maldade. Mas vá à Fonte das águas vivas, e “receba de graça a água da vida” (Ap.22:17). Aproxima-se o Dia em que, como os filisteus, “clamarão os homens, e todos os moradores da Terra se lamentarão” (v.2). Que, pela graça de Deus, sejamos encontrados “entre os sobreviventes, aqueles que o Senhor chamar” (Jl.2:32). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, chamados para a salvação!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jeremias47 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100