Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 32 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
7 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 32 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 32 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



ÊXODO 32 by Luís Uehara
7 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/32

O bezerro de ouro poderia ter representado diversas divindades egípcias. O touro Ápis era adorado em Memphis como Ptah, o deus da vida. Hathor, a deusa vaca, era adorada em Tebas como deusa da maternidade, beleza, amor e alegria. Em Êxodo 32:6, as pessoas “comeram e beberam e se entregaram à farra.” o que tinha claras conotações sexuais e pode ser equiparado a Hathor. Arão, seu líder espiritual, cedeu aos seus pedidos e, para justificar a adoração, anunciou uma “festa ao Senhor”.

Essa adoração mista levou Deus a renegar os hebreus ao se referir a eles como “seu povo, Moisés”. As pessoas haviam escolhido o bezerro em vez de Deus. Diante disso, Deus rejeita aquele povo, mas Moisés intervém e pede que seu nome seja apagado do livro da vida. Tão grande era o amor de Moisés por seu povo que ele ofereceu sua vida pela deles. Mas existe apenas uma morte substitutiva aceitável a Deus e essa é a morte de Seu Filho Jesus.

Já aconteceu alguma vez de você misturar o culto a Deus com as práticas do mundo? Neste relato, vemos as consequências de tal procedimento. Deus deseja ter um povo fiel a Ele, somente a Ele, mesmo que caiam os céus (Educação, 57).

Michael Hasel
Faculdade de Religião
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/32
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ÊXODO 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de julho de 2025, 0:50
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271 palavras

5 Um bom exemplo de mistura de verdade com erro. Celebrar uma festa ao Senhor diante do bezerro de ouro não iria validar a ação errada (Andrews Study Bible).

divertir-se. Este aspecto da celebração se assemelha a outras festas religiosas que frequentemente incluíam danças ruidosas e interações sexuais. O verso 25 também sugere celebrações descontroladas (Andrews Study Bible).

teu povo. Em contraste gritante com “Meu povo” em 3:10. A quebra da aliança tem repercussões de longo alcance (Andrews Study Bible).

19 Acendendo-se-lhe a ira. Mais fácil era para Moisés interceder pelos pecados do povo, que ser testemunha dos mesmos (32.11-14). Quando contemplou tudo de perto, perdeu o controle de si meso, a ponto de lançar fora as tábuas. Pensava que o povo tinha, irrevogavelmente, rejeitado a religião. Não era Moisés que tinha de suscitar a misericórdia a Deus (14), mas sim, o próprio Deus que, graciosamente, dera a Moisés a oportunidade de tomar parte na bem-aventurada obra da intercessão, em condições ideais, nas quais não estava irado e fora de si (Bíblia Shedd).

20 A destruição do bezerro de ouro é completa (queimado, triturado, diluído em água) e é similar à destruição de uma divindade como citado em um texto canaanita (Andrews Study Bible).

queimou-o. Talvez o bezerro tenha sido de madeira folheada a ouro. (Bíblia de Genebra).

24 Saiu este bezerro. Era uma desculpa ridícula, como se o bezerro tivesse fabricado a si mesmo. Mas, pelo contrário, no mundo espiritual, quem dá ouvidos às dúvidas, às tentações e às forças que destroem sua consciência, verá, com espanto, que seu pecado, pesado e bem forjado, já se tornou uma realidade concreta em sua vida (Bíblia Shedd).

26 entrada. Termo equivalente a “porta”, que era o lugar do juízo na cultura israelita (Andrews Study Bible).

32 Risca-me. Moisés se identificou de tal maneira com o povo que Deus havia confiado aos seus cuidados pastorais, que se tornou semelhante a Cristo (Hb 2.17; Jo 15.12-15; Sl 77.20) (Bíblia Shedd).



Êxodo 32 – Rosana Barros by Ivan Barros
7 de julho de 2025, 0:45
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“Agora, pois, perdoa-lhe o pecado, ou, se não, risca-me, peço-Te, do livro que escreveste” (v.32).

O tempo em que Moisés permaneceu no monte se transformou em uma espera impaciente para os filhos de Israel. O povo, cujas origens tinham a marca do Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó e que, com mão poderosa, foi liberto do cativeiro egípcio, levantou-se para reivindicar um deus fajuto como os deuses do Egito. Uma comitiva foi designada a fim de pressionar Arão a confeccionar deuses que eles pudessem ver e tocar. No coração de muitos falsos adoradores estava o sentimento de inveja da posição de Moisés e de sua privilegiada honra de ser o único a ver a Deus. A corrupção e a idolatria do Egito os acompanhou ao deserto, de forma que não estavam dispostos a ceder quanto às suas próprias vontades nem tampouco a serem limitados a adorar a um Deus que não podiam ver.

Com as joias de ouro que trouxeram do Egito, Arão fabricou “um bezerro fundido” (v.4). Iniciaram-se as festividades, “e ofereceram holocaustos, e trouxeram ofertas pacíficas” (v.6). Enquanto isso, lá no monte, o idoso líder recebia a notificação divina de que o povo havia se corrompido, reunindo-se em uma festa idólatra. Ao acender-se a ira de Deus, percebendo a gravidade da situação, Moisés prontamente intercedeu pelos filhos de Israel, apresentando uma defesa em favor da honra do próprio Deus à vista dos egípcios (v.12) e lembrando ao Senhor de Sua fiel promessa feita aos patriarcas, de multiplicar-lhes a descendência (v.13). A ira de Deus provocou a compaixão no coração de Moisés. Seu amor pelo povo foi provado e aprovado por sua intercessão e disposição em renunciar, se preciso fosse, a sua própria salvação (v.32).

Com as tábuas da lei em mãos, Moisés desceu do Sinai cheio de santo temor e sagrado zelo. Ao ouvir o alarido da multidão em festa e ver “o bezerro e as danças […] arrojou das mãos as tábuas e quebrou-as ao pé do monte” (v.19). Esta não foi uma atitude precipitada nem condenável, mas simbólica e que representa o pecado, que nada mais é do que a quebra dos mandamentos do Senhor. O povo havia quebrado a Lei de Deus e “estava desenfreado” com a fraca liderança provisória de Arão (v.25). Contudo, mesmo diante de tamanho caos, houve um chamado especial que definiria o destino dos filhos de Levi: “Quem é do Senhor venha até mim” (v.26). A morte dos “três mil homens” (v.28) nos diz que, numa multidão composta por milhões de pessoas, uma pequena parcela é suficiente para espalhar maldição pelo poder da influência. E precisamos ser muito cuidadosos com isso, amados. Necessitamos, como nunca antes, praticar o que Jesus nos ensinou: “Vigiai e orai” (Mt.26:41).

O relato de hoje apresenta o conflito que ameaça a nossa salvação, e os retratos do verdadeiro adorador e do verdadeiro líder de Deus. Moisés tinha acesso direto ao Senhor não por ser melhor do que seus liderados, mas porque a sua adoração não se resumia aos seus encontros com Deus no monte. Dia a dia, o idoso peregrino mantinha comunhão com o Eterno, consciente de que sua posição não lhe conferia a predileção divina, e sim mais e mais necessidade de consagração pela grande responsabilidade de seu encargo. Nada fere mais o coração de Deus do que a autossuficiência humana. Mesmo aqueles que pensam estar seguros dentro do arraial, precisam atender com urgência ao apelo: “Consagrai-vos, hoje, ao Senhor” (v.29). A comunhão diária com Deus é a cola que nos mantém ligados a Ele. E uma vida em harmonia com a Palavra de Deus só é possível se mantivermos nossos olhos em Jesus, “o Autor e Consumador da fé” (Hb.12:2).

Escrevendo aos coríntios, o apóstolo Paulo falou quanto ao perigo de se confiar na própria espiritualidade. E, trazendo à memória os exemplos de Israel, inclusive do capítulo de hoje, nos deixou a solene advertência: “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1Co.10:12). Consagre-se ao Senhor todos os dias! Faça disso a sua primeira atividade e o seu principal objetivo de vida. Não acesse comentários antes de acessar o “Assim diz o Senhor” (v.27). Vá à Palavra! Deus deseja falar diretamente ao seu coração. Nunca terceirize esse privilégio! Pela fé, suba ao monte da comunhão para ver e ouvir o seu Senhor e Salvador. Que mesmo em meio às provas desta vida, como Jó, possamos descobrir o sublime resultado da comunhão diária: “Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem” (Jó 42:6).

Ó, Senhor, Deus do céu e da Terra, nós Te amamos por quem Tu és e por tudo o que tens empregado para abrir os nossos olhos para que possamos Te ver e sermos salvos! Tens usado a Tua Palavra. Tens nos dado o Teu Espírito convertedor. Tens nos concedido o privilégio da oração. Tens usado Teus servos e servas para falar ao nosso coração. Mas, acima de tudo, tens nos dado, dia a dia, a graça de podermos entrar em audiência particular Contigo no Santo dos Santos através da comunhão com o nosso Salvador pessoal, nosso Sumo Sacerdote, Jesus Cristo. Obrigado, bom Pai, por tão grande bênção! E perdoa as nossas transgressões! Queremos nos consagrar hoje, mais uma vez, a Ti, para que nos concedas a Tua bênção. Continua nos santificando até que estejamos prontos para Te ver face a face. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo32 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 32 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
7 de julho de 2025, 0:30
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ÊXODO 32 – A adoração sofreu corrupção cedo na história humana. Caim foi o primeiro a corrompê-la (Gênesis 4:1-7). Após o Dilúvio devido à crescente imoralidade, outra perversão sucedeu: Erigiram a Torre de Babel como portal dos deuses (Gênesis 11:1-8). Ao chamar Abraão, Deus o tirou dentre sua família politeísta (Josué 24:2-4). Embora Seus descendentes desceram ao Egito como remanescentes fieis a Deus, o Egito perverteu a religião deles.

Então, Deus libertou Israel da escravidão a fim de que praticasse a verdadeira adoração (Êxodo 4:22-23; 5:1-3; 8:26-29; 9:1, 13; 10:3, 8-11, 24-26). Contudo, depois da expoente experiência no Sinai, em menos de dois meses que Deus chamou Moisés para o cume do monte, o povo decaiu na idolatria. A impaciência do povo pediu deuses falsos, Arão consentiu. Então, houve um falso reavivamento e reforma e louvor: as mulheres tiraram suas joias e ofertaram generosamente; o povo levantou cedo, ofereceu sacrifício; então, começou a falsa adoração.

É muito fácil a impaciência perverter a crença. Inventar expectativas quanto às coisas de Deus pode desembocar em frustração ou perversão da fé. “A esperança que se retarda deixa o coração doente”, diz o sábio (Provérbios 13:12).

Moisés quebrou literalmente as novíssimas tábuas dos Dez Mandamentos escritas por Deus, para ilustrar o resultado real da perversão da adoração. E, depois, graças a Sua intervenção mediadora, Deus não consumiu Israel. Graças a mediação de Jesus hoje, não somos consumidos em nossos pecados; porém, mesmo assim, somos disciplinados. Os mais rebeldes são devidamente punidos por Deus no tempo certo (Êxodo 32:33-35; Hebreus 4:14-16; 12:3-12; Apocalipse 3:19)

Êxodo 32 nos alerta, mostrando-nos que pode acontecer da igreja de Deus e seus líderes espirituais caírem na ingratidão diante da graça divina; substituírem o Deus vivo por deuses marionetes; e, não reconhecer os próprios erros, pecados. Ao ser questionado sobre o deus bezerro, Arão explicou: “O povo trouxe-me o ouro, eu o joguei no fogo e surgiu esse bezerro” (Êxodo 32:24). Seria cômico, se não fosse trágico!

A tribo de Levi demonstrou prontidão pela verdade diante do apelo de Moisés (Êxodo 32:25-26). Tal atitude em posicionar-se com Deus resultou em bênçãos em sua história futura!

A lição é clara: Arrependamo-nos urgentemente para reavivarmo-nos corretamente! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 31 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
6 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 31 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 31 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 31 by Luís Uehara
6 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/31

Este capítulo fornece um esclarecimento importante acerca do chamado de Deus. Ele diz a Moisés: “Eu escolhi Bezalel … e o enchi do Espírito de Deus.” (v. 2 NVI).

Deus chama as pessoas não apenas para serem pastores, professores e evangelistas. Ele chama a todos do seu povo para usar habilidades e talentos que Ele concedeu através do Seu Espírito “para fazer tudo o que vos tenho ordenado” (v. 6). Deus está à procura de artistas e artesãos que comuniquem a mensagem de Deus ao mundo, através da arte e da escultura e da mídia; está à procura de construtores que ergam igrejas onde pessoas possam aprender dEle e construam escolas que promovam Sua obra na vida dos jovens; está à procura de médicos, enfermeiros e profissionais de saúde que ministrem às pessoas através da cura.

Deus é a fonte da sabedoria, compreensão e conhecimento adquiridos em nossas profissões. Ele é também a fonte das habilidades que necessitamos para executar o nosso trabalho.

O que Deus está lhe chamando para fazer para o Seu reino, a fim de preparar outros para encontrá-Lo quando Ele vier em breve com o objetivo de nos levar para casa?

Michael Hasel
Faculdade de Religião
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/31
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ÊXODO 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
6 de julho de 2025, 0:50
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739 palavras

1-18 Este capítulo liga espaço sagrado (tabernáculo e seus utensílios) com tempo sagrado (o sábado). Andrews Study Bible.

2 Eis que chamei. Após ter dado instruções detalhadas para a construção do tabernáculo, sua mobília e utensílios, Deus apontou aqueles que deveriam dirigir a obra. Bezalel deveria estar à frente, com Aoliabe como assistente. … A igreja precisa tanto de homens como Bezalel e Aoliabe quanto de pessoas como Paulo e Isaías. Deus somente chama pelo nome aqueles a quem pede algum serviço especial (Êx 3:4; Is 45:1-4). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 712.

3 Sabedoria, criatividade e habilidade estão ligadas à criação do tabernáculo. O interesse de Deus em estética, beleza e criatividade já havia sido notada na criação ao redor. O Espírito de Deus (Gn 1:2) está também envolvido na criação do tabernáculo através do ministério de Bezalel. Andrews Study Bible.

Bezalel. Significa “na sombra/proteção de Deus”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

para elaborar. Embora Moisés houvesse recebido instruções específicas para a construção do santuário e de sua mobília, nada lhe foi dito com respeito a certos detalhes… Muito dependeria da iniciativa, invenção, gosto e arte daqueles a cargo do trabalho. CBASD, vol. 1, p. 713.

Aoliabe. Significa “o pai (divino) é minha tenda/tabernáculo”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

da tribo de Dã. É interessante notar que Hirão, o principal artista empregado por Salomão para fazer o trabalho de ornamentação do templo, era também descendente de Dã (2Cr 2:13, 14). CBASD, vol. 1, p. 713.

7-11 Esses versos contém uma lista resumida de todos os elementos do tabernáculo que precisavam ser criadas e conclui com uma importante lembrança: os artesãos devem seguir explicitamente as instruções claras fornecidas pelo Senhor. Andrews Study Bible.

12-17 O sábado tinha dois propósitos: era um tempo para repousar e um tempo para lembrar do que Deus tem feito. Nós precisamos descansar. Sem retirarmos tempo da correria, a vida perde sentido. Em nossos dias, assim como nos dias de Moisés, não é fácil afastar-se do trabalho. Mas Deus nos lembra que sem os sábados iremos esquecer o propósito de toda a nossa atividade e perder o equilíbrio crucial de uma vida de fé. Certifique-se que o seu sábado tenha tanto momentos de repouso e de lembrança de Deus. Life Application Study Bible NVI.

13 guardem os Meus sábados. As instruções para construir o tabernáculo e para fazer as vestes sacerdotais são encerradas com um apelo aos israelitas quanto à necessidade de guardarem o sábado até mesmo quando realizavam essa tarefa especial. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A importância do sábado no Êxodo é atestada pelas repetidas referências à sua observância (16:22-30; 20:8-11; 23:12; 34:21; 35:2-3). Nenhum outro mandamento do Decálogo é mencionado tão frequentemente. sinal. O mesmo termo é utilizado para descrever as pragas. O termo também aparece em Gn 17:9-14 relacionado com a circuncisão de todos os homens da comunidade da aliança. Aqui, o propósito desse sinal e comando divino é lembrar o povo de Deus de que a santidade não se baseia em esforço pessoal, mas, sim, em ação divina. Essa santidade é profanada quando o sábado não é reconhecido. Para mais sobre o sábado enquanto sinal, ver Ez 20. Andrews Study Bible.

Deus já havia dado aos israelitas a circuncisão como um “sinal” em sua carne da relação de Sua “aliança” com eles (Gn 17:9-14; At 7:8). O sábado devia ser mais um “sinal” desse relacionamento, não na carne, mas no coração (Êx 31:12, 13, 16, 17; Jr 31:31-33; Ez 20:12, 20; 2Co 3:3). CBASD, vol. 1, p. 713.

14 aquele que o profanar. O sábado é santo (Gn 2:1-3); portanto, é pecado realizar nas suas horas sagradas o que é secular (ver com. de Êx 12:16; 16:23). O sábado é profanado quando se realiza nele qualquer tarefa desnecessária. Atos de misericórdia, de necessidade ou de observância religiosa não são proibidos nesse dia (Mt 12:1-13; Mc 2:23-28). CBASD, vol. 1, p. 713.

15 sábado do repouso. Literalmente, “descanso do repouso”. CBASD, vol. 1, p. 713.

Implica completo descanso das preocupações diárias usuais. Andrews Study Bible.

16, 17 aliança … sinal. Israel, no seu ritmo de trabalho e descanso no serviço de Deus, deve seguir o padrão estabelecido por Deus na criação como um sinal perpetuamente renovado da Sua aliança com ele (v. nota em Gn 9.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 descansou. Não há razão mais convincente para cumprir com a ordem divina do que o fato de o próprio Deus ter dado o exemplo (Jo 13:13-15; 1Pe 2:21). CBASD, vol. 1, p. 714.

18 as duas tábuas do Testemunho (ARA; NVI: “tábuas da aliança”). A inscrição dos dez mandamentos na pedra (Dt 4:13) indicam seu caráter imutável e eterno (Mt 5:17-19). … As duas tábuas de pedra se juntavam como um livro (PE, 32). CBASD, vol. 1, p. 714



Êxodo 31 – Rosana Barros by Ivan Barros
6 de julho de 2025, 0:45
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“E, tendo acabado de falar com ele no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus” (v.18).

Moisés já estava para completar quarenta dias no monte Sinai. Este foi o número de dias em que permaneceu ali na presença de Deus, recebendo dEle todas as instruções sobre a construção do santuário e também as Suas leis. Mas antes de descer e retornar ao acampamento, o Senhor lhe falou acerca do artífice e dos homens que Ele capacitaria para a realização de Sua obra, bem como sobre a observância do sábado como um santo dia de descanso. Mesmo a obra da construção do santuário deveria ser interrompida a fim de que pudessem guardar o sábado do Senhor. A obediência ao quarto mandamento do Decálogo foi instituída por Deus como um sinal entre Ele e Seu povo (v.13).

O fato de Bezalel ter sido escolhido para tão nobre e santo ofício revela que era um homem consagrado a Deus e que buscava fazer a Sua vontade. Nenhum trabalho é sem valor quando empreendido segundo a habilitação do Espírito Santo. Nenhuma lida humana é de menor importância quando aplicada para a glória de Deus. O mesmo Senhor que ordenou: “Seis dias se trabalhará” (v.15), é O mesmo que promete capacitar a todos os que O buscam com inteireza de coração. O quarto mandamento, ao contrário do que muitos julgam, é uma lei trabalhista que inclui o dever do serviço e o direito do repouso. É o reconhecimento de que o Legislador é o nosso Criador: “porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e tomou alento” (v.17).

Da mesma forma que Deus fez separação entre as coisas santas e as comuns, como Criador da semana de sete dias, Ele separou o sábado como um dia santo, separado dos demais com uma finalidade muito especial: para que conheçamos o Senhor que nos santifica (v.13). O sábado é um dia de encontro especial com o nosso Criador. É um dia de bênção e de santificação. É a coroa da semana. Afirmar que outro dia pode receber a mesma honra do sábado é teoria humana e não vem de Deus. Sem contar com os vários textos no Antigo Testamento, existem mais de 50 referências sobre o sábado só no Novo Testamento e nenhuma, repito, nenhuma, autoriza o homem a observar outro dia que não seja aquele que o Senhor chamou de santo e de Seu santo dia (Is.58:13).

Assim como o Espírito Santo capacita os homens ao trabalho, também os chama ao Seu santo alento. E quando aprendemos o significado da expressão “dedo de Deus” (v.18), entendemos melhor a afirmação anterior. Nos evangelhos de Lucas e de Mateus, encontramos o relato da cura de um endemoninhado mudo; e ao Jesus ser acusado pelos fariseus de expulsar demônios pelo poder de Satanás, a Sua resposta esclarece o que estamos tentando compreender: “Se, porém, Eu expulso os demônios pelo dedo de Deus, certamente, é chegado o reino de Deus sobre vós” (Lc.11:20). Então, no relato de Mateus, encontramos o significado desta expressão: “Se, porém, Eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós” (Mt.12:28). Ou seja, os dez mandamentos foram escritos pelo Espírito Santo em pedras e, hoje, precisamos permitir que Ele os escreva em nosso coração:

“Estando já manifestos como carta de Cristo […] escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações” (2Co.3:3).

Amados, estamos vivendo nos últimos instantes deste planeta de pecado. Logo, seremos libertos do cativeiro de Satanás e levados para a Canaã celestial. O sábado do sétimo dia é um lembrete constante de que o Senhor é o nosso Criador e que Ele nos proveu perfeito livramento e descanso em Cristo, nosso Salvador. Aquele que, no princípio, criou “os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx.20:11), prometeu voltar e criar “novo céu e nova terra” (Ap.21:1). E Ele deseja operar em nós o milagre da recriação, nos enchendo “do Espírito de Deus, de habilidade, de inteligência e de conhecimento” (v.3), para que a nossa vida seja para louvor da Sua glória. E, cada sábado, nos concede a graça de uma comunhão mais íntima com Ele e com o corpo de Cristo, renovando nossa fé e nossas forças, a fim de que sejamos uma bênção à humanidade e apressemos o retorno do nosso Redentor.

Como Jesus mesmo afirmou: “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Mc.2:27). Portanto, o sábado é um presente do Criador à criatura. É a inscrição do Espírito Santo no tempo. E quer você aceite, quer não, permanecerá sendo um sinal entre Deus e Seus verdadeiros adoradores (Ez.20:12 e 20; Ap.14:7), e identificará o remanescente dos últimos dias, “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). O Senhor nos convida a desfrutar de Seu santo dia como um prelúdio do Céu. “Portanto, resta um repouso para o povo de Deus” (Hb.4:9).

Pai Santo e Senhor do sábado, nós Te louvamos porque cada semana o Senhor deseja nos encontrar de forma especial e renovar a nossa comunhão Contigo e com nossos irmãos, para que todos os dias sejamos cheios do Espírito Santo, como povo habilitado, inteligente e conhecedor, proclamando ao mundo com a nossa vida que Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Que a nossa preparação para o sábado em cada semana aponte para a nossa preparação para o nosso descanso eterno, quando estivermos com nosso Salvador para sempre. Pois o Senhor, Justiça Nossa, também é a nossa paz. Obrigado, Pai amado! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, cheios do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo31 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 31 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
6 de julho de 2025, 0:30
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ÊXODO 31 – A narrativa desse segundo livro da Bíblia relatando os “atos de Deus em libertar Seu povo do Egito e de lhe dar leis e instituições seria lembrança constante do interesse especial de Deus por Israel e fator de união na adoração. Israel nunca poderia ter se tornado e permanecido como povo cujo Deus é o Senhor sem a consciência destas ocorrências divinas na história de sua existência. Recontar estes eventos gerou fé nas gerações posteriores de Israel. Estes mesmos eventos são espiritualizados na grande redenção feita por Jesus Cristo na cruz do Calvário. Os cristãos olham estas manifestações divinas como símbolos da obra de Deus a favor deles em Cristo (ver Jo 1:29; Hb 8:5; 10:1)”, comenta Leo G. Cox.

Desde o capítulo 25, Moisés vem tratando da planta e da engenharia do Santuário. Este capítulo encerra esse ciclo, abordando a escolha dos artesãos para sua construção (Êxodo 31:1-11).

Após tratar dos construtores do Tabernáculo/Santuário, Moisés reiterou o mandamento do sábado, mostrando ser a sua observância um sinal da aliança entre o povo e Deus (Êxodo 31:12-17). Tanto o santuário quanto o sábado estão intimamente em conexão com a genuína adoração ao verdadeiro Deus.

Essa cessão encerra com uma declaração extremamente importante: “Quando o Senhor terminou de falar com Moisés, deu-lhe as duas tábuas da aliança, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus” (Êxodo 31:18). Por mais sagrado que fosse o Santuário e sua construção requeresse urgência, as horas sagradas do sábado não deveriam ser destinas à sua execução. Assim, Deus ensina respeito e zelo pelo Seu sinal de compromisso com os pecadores. A lei não é de Moisés. Moisés apenas a recebeu de Deus. Moisés não é o autor, nem mesmo o escritor da lei; Deus escreveu com Seu dedo em tábuas de pedra.

O sinal de Deus não é limitado a Israel, já que Ele se apresenta como o Criador dos Céus e da Terra (Êxodo 31:17; Gênesis 1:1; Isaías 56:6-7). Toda criatura racional deve adorar ao Criador; Israel deveria ser propagador dessa verdade ao mundo.

Na Nova Aliança, Deus quer escrever Sua sagrada lei em nosso coração (Jeremias 31:31-33). Aquele que deseja participar dessa Aliança hoje, deve permitir que Deus escreva Sua lei no coração (Apocalipse 12:12). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.