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“E José, tirando-os dentre os joelhos de seu pai, inclinou-se à terra diante da sua face” (v.12).
Avançado em dias e enfermo, Jacó sabia que logo descansaria. Avisado do estado de saúde de seu pai, José foi vê-lo, acompanhado de seus dois filhos. Os momentos que se seguiram não foram simplesmente palavras de bênção de um avô a seus netos, mas a bênção profética dita pelo patriarca que, sob a inspiração de Deus, revelou o futuro de Manassés e Efraim, que fariam parte das doze tribos de Israel. Cruzando seus braços e concedendo a bênção principal a Efraim, ‘que era o mais novo’ (v.14), Jacó não foi enganado por sua visão obscurecida, como José pensou. Pelo contrário, foi guiado pela visão espiritual de quem sabia o que estava fazendo: ‘Eu sei, meu filho, eu o sei’ (v.19). ‘E pôs o nome de Efraim adiante do de Manassés’ (v.20).
Veremos em nossos estudos que a profecia de Jacó se cumpriu com precisão. O velho homem estava em sã consciência e, mesmo em seu estado frágil, revelou a força do alto que o habilitava a dar as últimas instruções, relembrando e confirmando as promessas de Deus sobre a sua descendência e o seu fiel cumprimento. ‘Eis que morro, mas Deus será convosco e vos fará voltar à terra de vossos pais’ (v.21).
Deus foi com Jacó em sua juventude, no decorrer de sua vida, e não foi diferente em sua velhice. E ainda que tivesse passado um período sombrio pela notícia da perda de José, Deus não o abandonou nem o rejeitou. Jacó se afundou em uma tristeza profunda, mas o Senhor o sustentou, concedendo-lhe saúde e longevidade até que a noite de sua tristeza fosse transformada no alvorecer de grande alegria. José honrou e cuidou de seu pai nos últimos anos de sua vida, e a atitude de se inclinar à terra diante do pai era uma demonstração clara de que ele poderia ser o governador do Egito, mas nunca estaria acima da autoridade de seu pai, ainda que este estivesse velho, parcialmente cego e doente.
O quinto mandamento nos ordena: ‘Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá’ (Êx.20:12). E isso inclui o cuidado e o respeito para com os pais até mesmo na velhice. Acusado de transgredir a tradição dos anciãos, Jesus condenou a hipocrisia dos escribas e fariseus que, para guardar suas próprias tradições, transgrediam o mandamento de Deus. E lhes disse: ‘Mas vós dizeis: Se alguém disser a seu pai ou a sua mãe: É oferta ao Senhor aquilo que poderias aproveitar de mim; esse jamais honrará a seu pai ou a sua mãe. E, assim, invalidastes a palavra de Deus, por causa da vossa tradição’ (Mt.15:5-6). Recusar-se a cuidar dos pais, revertendo os recursos que lhes poderiam ser úteis para empregar em algo que seja mais importante, ainda que de natureza religiosa, é invalidar a Palavra de Deus, e isso é pecado.
Lembram que conversamos há alguns dias sobre os tempos difíceis? Dentre as razões apresentadas pelo apóstolo Paulo está a desobediência aos pais (2Tm.3:2). É uma realidade que, infelizmente, temos visto crescer no mundo e, o que é pior, até mesmo em nosso meio. Crianças e jovens têm sido instruídos e educados (para não dizer “deseducados”) na escola das telas, e estas, por sua vez, têm sido bem eficientes em corromper ‘os bons costumes’ (1Co.15:33). Muitos pais cristãos também sofrem por ter depositado sua confiança na educação do lar e submeter seus filhos ainda imaturos às instituições seculares que, em sua maioria, lhes devolvem filhos confusos ou descrentes.
Não digo que não há exceções, amados. E graças a Deus por isso! Até mesmo porque José foi enviado ainda jovem à corte corrupta do Egito. Mas pensem bem: ele não foi por vontade própria, muito menos porque Jacó o enviou. Chegando lá, José teve de enfrentar sozinho as dificuldades, mas sempre mantendo sua mente em Deus e com intenso trabalho útil. Hoje, a maioria de nós enfrentamos grandes dificuldades na educação de nossos filhos, em grande medida porque fizemos o possível para evitar suas próprias quedas e fracassos ou porque julgamos que determinar-lhes certas tarefas domésticas ou lhes ensinar um trabalho útil não condiziam com a sua fase infantil. Em outras palavras: nós os mimamos demais. E isso se reflete em uma geração que não conhece a Deus e que não suporta passar por frustrações.
Com isso, muitos têm perdido o temor de Deus, não se importando com os Seus mandamentos nem tampouco com o bem-estar da própria família. Parece um assunto muito diferente do que lemos no capítulo de hoje, mas, à luz do quinto mandamento do Decálogo, observe bem a relação de respeito e até de certo temor entre José e seu pai, e entre Jacó e seus netos. Você vai perceber que não se trata de um comportamento que condizia apenas com aquela época e naquele contexto, mas que pode ser vivido hoje no meio do Israel de Deus, se, como José, formos filhos ‘em quem há o Espírito de Deus’ (Gn.41:38). Que o Espírito Santo habite em nossa vida, e que isso seja refletido em nosso lar de forma poderosa e influente!
Querido Pai Celestial, os Teus mandamentos são luz e vida e, em obedecê-los, há felicidade. O Senhor não disse para honrarmos nossos pais se eles forem perfeitos, mas que os honremos porque isto é justo. E nós queremos viver a Tua vontade. Perdoa-nos se falhamos nesse ponto e ajuda-nos a sermos filhos que tratam seus pais com respeito, simpatia e dignidade! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos obedientes!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis48 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 48 – O primeiro livro bíblico apresenta princípios para uma existência harmônica com os planos divinos. Ao aplicá-los a nossas atividades diárias desfrutaremos de paz no coração, e de segurança e esperança em meio à sociedade caótica.
Em Gênesis encontramos o princípio da vida, do amor e da religião. Também encontramos em suas páginas o princípio do casamento monogâmico, da relação sexual e da família planejada por Deus. Encontramos revelações quanto ao princípio do trabalho, das raças e das várias nações. Ali obtemos informações do princípio da culpa, da vergonha, do sofrimento, da dor, do descanso, da morte; também compreendemos o princípio do perdão, da graça e da restauração. É um livro essencial a todo ser humano.
Ou seja, todos nós, sobreviventes no tempo do fim, precisamos tanto de Gênesis quanto o povo de Deus contemporâneo a Moisés; o qual retrocedeu cerca de 600 anos até chegar à origem de Israel com Abraão em Gênesis 12, terminando com a morte de José em Gênesis 50. Assim, 38 capítulos cobrem um período de 300 anos de história dos israelitas. Eles revelam Deus trabalhando a restauração daquilo que o pecado destruiu.
Em Gênesis 48:16 está a primeira menção de Deus como redentor/libertador/salvador. Isso ocorreu na bênção de Jacó a seus netos (Efraim e Manassés), ao cruzar os braços sobre eles.
Em Gênesis aprendemos que o Criador é também o Redentor. “A teologia de Gênesis”, diz Eugene H. Merrill, “é envolvida pelos propósitos do reino de Deus que, em Seu objetivo último, apesar dos fracassos humanos, não pode ser impedido de manifestar a Sua glória mediante Sua criação e soberania”. Conquanto, “o povo de Deus do Antigo Testamento serviu como modelo do reino do Senhor e como instrumento que tornou possível a realização da obra reconciliadora sobre a Terra por intermédio de Seu povo do Novo Testamento”.
A história da redenção relata a graça de Deus através das desgraças do mal. Sem atuação divina neste planeta, não haveria solução alguma para a humanidade. Gênesis é mais que história do povo de Israel, é um manual da salvação para todas as nações através de Israel (João 4:22).
Em Gênesis 48:21 Jacó expressa esperança na profecia de Gênesis 15:16 de retornar a Canaã. E nós, onde fundamentamos nossa esperança? – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 47 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 47 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/47
José ficou muito feliz com a chegada de sua família ampliada. Após as festividades iniciais, decidiu ajudá-los na escolha de um lugar para morar.
Em vista do apreço de Faraó por José, era grande a probabilidade de que ele oferecesse a seus irmãos cargos importantes a serviço do rei, mas isso os exporia a influências idólatras e corruptoras. Assim, José instruiu seus irmãos a dizer a Faraó que eles eram pastores, mesmo sabendo que os egípcios consideravam os pastores uma atividade degradante.
Quando o rei soube que os irmãos de José eram pastores, deu-lhe permissão para estabelecer seus parentes em qualquer lugar que julgasse mais conveniente.
José escolheu Gósen como um lugar adequado, porque era provido de boas pastagens e muita água. Ali seus parentes podiam adorar a Deus longe das influências corruptoras da cultura egípcia.
José tinha em mente o melhor para sua família. Da mesma forma, devemos escolher locais de residência e atividades profissionais favoráveis ao desenvolvimento e bem-estar espiritual de nossos filhos, longe dos costumes desmoralizantes do mundo.
Senhor, ajuda-nos a ser prudentes e sábios como José!
Jobson Santos
Professor de Religião no UNASP
Hortolândia, Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/47
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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762 palavras
1-10 José apresenta cinco de seus irmãos (que não são nomeados) assim como seu pai para Faraó. Após uma audiência positiva, Faraó indica alguns deles para serem pastores da coroa, dando a eles, portanto, proteção legal (v.6). O tom da audiência de Jacó com Faraó é diferente do da primeira, com uma atmosfera mais íntima. Como em muitas culturas, a idade era altamente respeitada na Bíblia. Andrews Study Bible.
9 peregrinações. A palavra hebraica denota uma residência temporária, a condição de um estrangeiro residente. Jacó descreveu sua própria vida e a de seus pais como de um viajante (21.24; 24.3; 26.3). Embora esperando pelo cumprimento da divina promessa pactual de terra, sua esperança se estendia além de Canaã, para um país celestial e eterno, para uma “cidade… da qual Deus é o arquiteto e o edificador” (Hb 11.10) (Bíblia de Genebra).
Jacó referia-se à natureza itinerante da vida patriarcal em geral, e da sua em especial, ao aguardar com esperança o cumprimento da promessa de uma terra (v. tb Dt 26.5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
não chegam aos anos .. dos meus antepassados. Abraão viveu até a idade de 175 anos (25.7), Isaque, até 180 (35.28). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 abençoado. Representa o modo comum de saudação e despedida (27:33; 28:1) (Andrews Study Bible).
Nesta importante audiência com o poderoso Faraó – o maior, costumeiramente, abençoa o menor (14.19) – o idoso patriarca pastor demonstrou sua dignidade. Sua bênção se cumpriu nos vs. 13-25 (Bíblia de Genebra).
A confissão de que os dias de sua peregrinação tinham sido poucos e maus está musicada num melancólico acorde em tom menor; e, quem olhasse superficialmente, poderia pensar que Esaú tinha gozado uma carreira muito mais próspera. Mas quando Jacó se levantou diante de Faraó, o poderoso monarca e se curvou ante sua bênção. Certamente que o menor é abençoado pelo maior. Aqui estava a colheita das lágrimas de Jacó! Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento (F. B. Meyer).
11 possessão. Propriedade da terra, dando à família titulação legal a um pedaço de terra. Deus promete “possessão eterna” de Canaã (17:8) (Andrews Study Bible).
13-26 Descreve a enorme extensão da fome e a habilidade de José como administrados da coroa. Três estágios de dependência mostram a severidade crescente da fome: 1) Os egípcios compram grãos com dinheiro; 2) Os egípcios trocam seus rebanhos por grãos; e 3) Os egípcios trocam seus direitos de terra por grãos (Andrews Study Bible).
José trouxe todo o dinheiro, terras e povo para debaixo do poder do Faraó em troca de alimento e preservou os egípcios (Bíblia de Genebra).
14 Canaã aparece referida em conexão com o Egito, talvez pelo fato de que por aquele tempo, este último país exercia domínio sobre os povos que habitavam o território de Canaã. Bíblia Shedd.
21 o escravizou de uma a outra extremidade. É o resultado da política de José – a servidão para o povo. No entanto, o povo considerava José não como tirano, mas como um salvador (v. 25, cf. 45.7) (Bíblia de Genebra).
22 A classe sacerdotal egípcia era uma camada poderosa da sociedade, possuidora de larga extensão de terras e não pagava impostos à coroa (Andrews Study Bible).
24 quinto. José cobrou uma taxa de 20% durante os anos de abundância (41:34) e agora cobra 20% de juros, que é um valor baixo, se comparado à taxa média da região, que era de 33.3% (Andrews Study Bible).
25 Tu nos salvaste a vida. Os pequenos depósitos dos egípcios logo se esgotaram, e se não tivesse sido por José, as ruas se teriam enchido de agonizantes e de mortos. Seu nome egípcio significa “o salvador do mundo”; e a confissão dos egípcios provou como esse nome era verdadeiro: “A vida nos tens dado!” Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento (F. B. Meyer).
27 tomaram possessão, e foram fecundos… se multiplicaram. Em cumprimento à promessa divina (46.3). A independência e prosperidade dos israelitas se contrasta com o destino dos egípcios (vs 13-26). Essa descrição também nos fornece um elo com Êx. 1.7 (Bíblia de Genebra).
A descrição do crescimento de Israel usa termos da linguagem da Criação (ver Êx. 1.7) (Andrews Study Bible).
28-31 A morte de Jacó é o objeto de várias seções e marca um final importante nas histórias patriarcais (48:21-27; 49:29-32). José jura solenemente enterrar seu pai em Canaã (24:2; 25:29-32) (Andrews Study Bible).
29 ponha a mão debaixo da minha coxa. Por a mão debaixo da coxa era a maneira pela qual se fazia um juramento deveras sério. Ver 24.2. Bíblia Shedd.
30 sepulte-me junto a eles. Na caverna deMacpela (v. 50.12, 13). Bíblia de Estudo NVI Vida.
31 se inclinou [cf. ARA. NVI: Israel curvou-se apoiado em seu bordão]. Uma expressão de reverente ação de graças a Deus por ver que seu último desejo seria cumprido (Bíblia de Genebra).
Citado em Hb 11.21. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Assim, habitou Israel na terra do Egito, na terra de Gósen; nela tomaram possessão, e foram fecundos, e muito se multiplicaram” (v.27).
José teve todo o cuidado de preparar sua família para encontrar o rei do Egito. Na verdade, ele levou apenas ‘cinco de seus irmãos e os apresentou a Faraó’ (v.2). Essa visita e a resposta de seus irmãos à pergunta do monarca confirmou sua posse na terra de Gósen e lhes garantiram o ofício de cuidar de todo o gado de Faraó. Então, chegou a vez de José apresentar seu pai a Faraó. A realidade no Antigo Egito era que a expectativa de vida girava em torno de trinta anos. A maioria das múmias, por exemplo, é de jovens que morreram entre os dezessete e os vinte e cinco anos. Por isso, a primeira coisa que despertou a curiosidade de Faraó foi perguntar a idade de Jacó, que era de ‘cento e trinta anos’ (v.9).
Aquela informação o impressionou profundamente. É bem provável que Faraó nunca tivesse visto alguém com aquela idade. ‘E, tendo Jacó abençoado a Faraó, saiu de sua presença’ (v.10). Certamente, a longevidade e a fertilidade do povo de Israel foram consideradas por Faraó e seu povo como mais uma prova da bênção de Deus sobre José e sua família. E tendo a fome prevalecido a cada ano do período de sete anos, José engrandeceu ainda mais o reino do Egito, pois, em troca de alimento, o povo entregou a José todo o seu dinheiro, todo o seu gado, todas as suas terras e, inclusive, a sua própria vida. Para quem havia sido vendido como escravo, acredito, José não tinha a intenção de escravizar o povo, mas ao estabelecer que eles poderiam permanecer na terra, plantar e colher, e entregar a Faraó apenas um quinto de tudo o que plantassem, o próprio povo declarou: ‘A vida nos tens dado!’ (v.25).
E como Jacó havia desfrutado da companhia de José em seus primeiros dezessete anos, Deus lhe concedeu a alegria de estar perto de José por mais dezessete anos. De modo que os anos da vida de Jacó ‘foram cento e quarenta e sete’ (v.28). Percebendo que se aproximava do fim de sua vida, Jacó chamou José e o fez prometer não o enterrar no Egito, mas que o sepultasse no túmulo de seus pais, na caverna de Macpela, lembram?
Amados, o Egito passou por um tempo de grandeza e prestígio por causa de José. Tudo o que ele empreendia, Deus abençoava. Se a influência de um só homem impactou toda uma nação e até mesmo o mundo daquela época, o que o Senhor não poderia realizar hoje, se todos nós tivéssemos o mesmo caráter daquele homem de Deus? O mundo já teria sido iluminado com a glória de Deus (Ap.18:1), e Jesus já teria voltado. Diante de Faraó, o testemunho do povo de Israel revelou prosperidade espiritual, inteligência e longevidade. E o mesmo Deus que guiou o Seu povo no passado, deseja guiar a Sua igreja hoje, a fim de que sejamos cheios do Espírito Santo, inteligentes e longevos.
Nós temos em mãos a mensagem completa: a do evangelho eterno, da verdadeira educação e da saúde plena. O que temos feito com essa preciosa mensagem, amados? Temos guardado? Temos pregado, mas sem vivê-la? Temos ignorado? Ou temos buscado, pela graça de Deus, vivê-la e transmiti-la? Precisamos estudar o método de Cristo para entender qual a nossa missão: ‘Percorria Jesus toda a Galileia, ENSINANDO nas sinagogas, PREGANDO o evangelho do reino e CURANDO toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo’ (Mt.4:23). O grande Médico-Missionário tinha o tratamento 100% eficaz para a cura do corpo e da alma. E Ele nos confiou o seu protocolo contra o pecado para que possamos, como José, abençoar a vida de muitos.
Se você aceitar ser um instrumento do Espírito Santo, sua longevidade será eterna.
Pai, ilumina o nosso caminho com a luz da Tua Palavra e nos santifica pelo poder que nela há. Não temos luz própria, Senhor. Dependemos totalmente de Cristo para que Ele brilhe em nós e nos torne Suas testemunhas. Desejamos fazer parte da profecia de Apocalipse 18:1, para que o mundo todo seja alcançado com a Tua mensagem de esperança. Usa-nos, Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, luz do mundo!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis47 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 47 – Neste capítulo está em andamento a profecia de Gênesis 15:13-16 e o sonho profético do Faraó (dos sete anos de fartura e sete anos de seca). Está nítido que Deus está conduzindo a história, e Moisés queria avivar à memória de seu povo no Egito, que estava chegando a hora de partir dali para a Terra Prometida – conforme Deus profetizara a Abraão em Gênesis 15:16. Que diz:
“Na quarta geração, os seus descendentes voltarão para cá [do Egito para Canaã], porque a maldade dos amorreus ainda não atingiu a medida completa [na época de Abraão, ou seja, foram concedidos mais de 400 anos de graça aos amorreus]”.
Note que Gênesis 15:13-14 já estava em visível andamento: “Saiba que os seus descendentes [de Abraão] serão estrangeiros numa terra que não lhes pertencerá, onde também serão escravizados e oprimidos por quatrocentos anos. Mas eu castigarei a nação a quem servirão como escravos e, depois de tudo, sairão com muitos bens”.
Gênesis foi escrito por Moisés próximo ao final dos 400 anos de escravidão e entregou aos anciãos antes das dez pragas caírem no Egito. Mas, suas sagradas páginas servem para nós, que estamos prestes a ver as sete últimas pragas caírem sobre um mundo indiferente a Deus e aos princípios de Seu Soberano Reino (Apocalipse 15:1-16:21).
Gênesis 47 nos dá algumas diretrizes para lidarmos sabiamente com as potências políticas e líderes poderosos deste mundo prestes a sofrer os danos das últimas pragas:
• Respeite as autoridades onde você estabelecer tua residência, como fez o velho patriarca Jacó (Gênesis 47:1-2);
• Seja humilde estando à disposição para ouvir e servir às autoridades que regem o lugar onde moras (Gênesis 47:3);
• Considere-se mordomo (não dono) do lugar onde resides, demonstrando responsabilidade (Gênesis 47:4);
• Abençoe pessoas importantes sem constrangimento, pois você é servo do Deus do Universo (Gênesis 47:5-10);
• Obedeça às ordens civis da sociedade, cumpra com teu papel de bom cidadão, mesmo diante das crises pandêmicas que assolam a humanidade (Gênesis 47:11-26).
• Não permitas que as riquezas mundanas (simbolizadas pelo Egito) e que nem mesmo a morte te impeçam de viver os planos de Deus para Seu povo (Gênesis 47:27-31).
Se Deus cumpriu Suas palavras no passado, certamente cumprirá as que ainda faltam! Espere confiantemente em Deus!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 46 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 46 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/46
Gênesis 46 completa o ciclo da história. Muito tempo atrás, o luto de Jacó por seu filho morto se transformara em uma dor crônica que não desaparecia. Agora que ele descobre que seu filho na realidade está vivo, ele sente um enorme nó na garganta. Será que eles ainda terão um bom relacionamento depois de todos esses anos? E a promessa que Deus fez à sua família – ainda se cumprirá?
Jacó oferece um sacrifício a Deus antes da viagem, mas está preocupado. Naquela noite, Deus fala com Jacó e lhe diz para não ter medo porque a promessa ainda está de pé (v. 3).
José e Jacó têm um reencontro maravilhoso – Jacó pensou que seu filho estivesse morto, mas ele está vivo! Eles se abraçam e choram por um longo tempo.
José aconselha sua família a dizer aos egípcios que eles são pastores, uma profissão que ele diz que os egípcios consideram uma “abominação”, para que possam viver longe dos egípcios em Gósen. Embora seja uma boa terra, eles podem assim viver separados das influências religiosas e culturais da região e praticar sua fé com mais liberdade.
Centenas de anos vão se passar até que a família de Jacó deixe o Egito, mas Deus cumprirá a Sua promessa.
Michael Peabody
Advogado, Los Angeles, CA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/46
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1689 palavras
1-4 O movimento para o Egito se inicia com um serviço sacrifical em Berseba (veja 26:23-24; 28:13). […] Deus fala de novo a Jacó, assegurando a ele a Sua presença (mesmo fora da terra prometida) e Seu compromisso de fazer de suas promessas a Abraão uma realidade (Andrews Study Bible).
1 ofereceu sacrifícios. Berseba foi o lugar da adoração de Abraão (21.32-33), Isaque (26.23-25) e Jacó (28.10-15) (Bíblia de Genebra).
Quando Jacó passou por esse lugar sagrado, provavelmente vendo as ruínas do altar de seu pai, parou para oferecer sacrifícios a Deus, que o havia conduzido de maneira tão misericordiosa. Esses sacrifícios eram provavelmente ofertas de gratidão pelas boas notícias referentes a José. Jacó também pode ter desejado consultar a Deus com respeito à viagem para o Egito, que talvez lhe ocasionara maus presságios devido às cenas de aflição reveladas a Abraão (15:13). O certo é que aqui Jacó se entregou, com sua família, ao cuidado de Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 493.
2 Falou Deus a Israel. Esta aparentemente foi a primeira visão concedida a Jacó depois de muitos anos. Várias das revelações anteriores haviam ocorrido à noite, principalmente na forma de sonhos (Gn 28:12; 31:11; 32:30). Esta não foi um sonho (o que teria acontecido durante o sono), mas uma visão. CBASD, vol. 1, p. 493.
Jacó, Jacó. Talvez Deus o tenha chamado de Jacó, em vez de Israel, para lembrá-lo do que ele havia sido, pois via seu próprio caráter anterior refletido no de seus filhos. Outrora ele havia enganado o pai e trapaceado o irmão; agora seus próprios filhos o haviam enganado com respeito a José por 22 anos, antes de a verdade vir à tona. Muitas vezes ele, sem dúvida, desejou ver traços mais nobres em seus filhos, o que o fez pensar no caráter dissoluto que ele próprio cultivara por tantos anos. CBASD, vol. 1, p. 493.
3 Não temas. Esta admoestação revela que Jacó receava estar cometendo um erro ao ir para o Egito. Ansiava ver José, o filho havia tanto perdido; mas também se lembrava das consequências da viagem de Abraão ao Egito (Gn 12:14-20), e de que Deus havia proibido Isaque de ir para ali durante uma situação de fome (26:2). Houve uma séria dúvida na mente do patriarca quanto à viagem ser ou não aprovada por Deus. Então, Deus expressou aprovação à viagem e lhe deu promessas tranquilizadoras. Como no passado, ao partir para Padã-Arã, e agora ao partir para o Egito, Jacó recebeu a certeza de que Deus era com ele, de que a divina promessa quanto à sua posteridade ainda era válida, e de que a mudança para o Egito não significava o abandono permanente da terra da promessa. CBASD, vol. 1, p. 493.
Quando descemos ao Egito obedecendo a nossos próprios impulsos, acabamos em tentação e fracasso, como aconteceu a Abraão e Isaque; mas quando Deus ordena que vamos, podemos fazer a jornada com absoluta tranquilidade. Embora andemos pelo vale escuro, não precisamos ter medo, se ele está conosco. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento.
4 E te farei tornar a subir. Esta promessa foi cumprida para Jacó num sentido pessoal, quando seu corpo voltou para Canaã a fim de ser sepultado, mas cumpriu-se também no êxodo, quando os descendentes de Jacó deixaram o Egito, cerca de 215 anos mais tarde. CBASD, vol. 1, p. 493.
A mão de José fechará os teus olhos. Lit. “José fechará teus olhos quando morreres”. Uma palavra de conforto para o idoso Jacó, de que ele morreria em paz, na presença de José (50.1, cf 15.15) (Bíblia de Genebra).
6 Toda a descendência de Jacó foi para o Egito, em cumprimento do plano divino (cf v 3). Dois eram os propósitos: 1) Estabelecendo-se em Gósen, os filhos de Israel estariam isolados das influências paganizadoras, tanto de Canaã como do Egito; 2) Por outro lado, porém, o povo de Deus entrava em contato, daquela maneira, com a mais avançada civilização contemporânea. Entre outros benefícios, encontram-se os seguintes: regime governamental sem o qual a nação nem mesmo chegaria a existir, administração baseada em estatutos legais, além da escrita, sem a qual Moisés jamais poderia ter escrito os cinco primeiros livros da Bíblia. Bíblia Shedd.
8-27 A lista dos nomes dos descendentes de Jacó até a terceira geração identifica todos que foram ao Egito. As crianças e netos de Lia vem primeiro (vs. 8-15), seguidos pelos de Zilpa (vs. 16-18), Raquel (vs. 19-22) e Bila (vs. 23-25) (Andrews Study Bible).
8 Filhos de Israel. É a primeira ocorrência desta expressão. A extensão da família de Jacó, que se transformaria numa grande nação, é aqui mencionada em evidente referência ao cumprimento da promessa divina com a qual ele foi para o Egito. A lista dos nomes inclui não apenas os “filhos de Israel” no sentido mais estrito, mas também o próprio patriarca e José com seus dois filhos, que nasceram antes da chegada de Jacó ao Egito. CBASD, vol. 1, p. 495.
estes são os nomes dos israelitas…que foram para o Egito. Repetido palavra por palavra em Êx 1.1 … em que apresenta o cenário da história do Êxodo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 Uma mulher cananeia. A referência a um dois filhos de Simeão como “filho de uma mulher cananeia” implica que o tomar mulheres dentre os cananeus não era costume dos filhos de Jacó. Geralmente estas eram escolhidas dentre os parentes paternos na Mesopotâmia, a família de Ismael, os filhos de Quetura ou os de Esaú. Só Simeão e Judá (Gn 38:2) parecem ter tido esposas cananeias. CBASD, vol. 1, p. 495.
15 Diná. Aparentemente ela ainda era solteira desde seu infortúnio em Siquém. É, portanto, mencionada como membro independente da família de Jacó. CBASD, vol. 1, p. 495.
17 Os filhos de Aser. Seria inconcebível que, dentre os netos de Jacó, dos quais 51 do sexo masculino são mencionados por nome, só tivesse nascido uma menina [Sera], a filha de Aser. Ela deve ter sido mencionada porque, como Diná (v. 15), permaneceu solteira. Não havia passado a pertencer a outra família, como as outras filhas e netas de Jacó, que haviam ido, cada uma com seu marido, para a casa destes. CBASD, vol. 1, p. 496.
26 todos eram sessenta e seis pessoas. O número sessenta e seis corresponde aos constituintes da família de Jacó, não incluindo o próprio Jacó, José e os dois filhos deste. … De acordo com a Septuaginta, o número dos que partiram para o Egito era de setenta e cinco, que é também o número dado por Estêvão (At 7.14). Os cinco adicionais viriam a ser os netos de José, provavelmente. Bíblia Shedd.
O número setenta expressa complitude no VT. Gideão tem setenta filhos (Jz. 8:30), assim como Acabehab (2 Rs. 10:1). Em Gên. 10, o total dos descendentes dos filhos de Noé é de setenta e representam a população mundial completa. Num. 11:16, 24 e Êx. 24:1,9 mencionam 70 anciãos como representativos de todo o povo (Andrews Study Bible).
28 Enviou Judá adiante de si. A lista da casa de Jacó é seguida por um relato da chegada ao Egito. Judá, havendo demonstrado notáveis qualidades de liderança na viagem anterior ao Egito, foi naturalmente escolhido para representar o idoso patriarca e anunciar sua chegada. Também foi ele que obteve de José as instruções necessárias quanto ao local em que se estabeleceriam, e depois voltou para guiar a caravana até Gósen (ver com. [CBASD] de Gn 45:10). O fato de Judá ter realizado essa tarefa sugere que ele já havia sido escolhido por Jacó como herdeiro do direito de primogenitura. CBASD, vol. 1, p. 497.
29 Apresentou-se, lançou-se-lhe ao pescoço. A expressão “apresentou-se” geralmente usada apenas para aparições de Deus, sugere aqui a glória com que José foi para encontrar-se com o pai. Esse encontro foi um clímax na vida de ambos. Não se pode descrever, mas apenas imaginar, quão ansiosamente haviam desejado ver um ao outro. O grande amor mútuo, transbordando na alegria do coração, foi extravasado em lágrimas que não podiam ser contidas. Eram lágrimas de alegria, vindas após muitas lágrimas de amargura derramadas durante a longa separação. CBASD, vol. 1, p. 497.
30-34 José prepara sua família para uma audiência com o líder da superpotência daqueles dias. Textos egípcios não sugerem uma aversão particular contra pastores. Talvez José queira dizer que os egípcios não gostem de pastores vagueando e fazendo uso de suas poucas terras utilizáveis. Desde que a maioria dos egípcios eram fazendeiros, havia provavelmente forte antipatia por pastores seminômades que não controlam o suficiente suas ovelhas (Andrews Study Bible).
30 Já posso morrer. Não que Jacó desejasse morrer, mas que estava então plenamente satisfeito. Havendo visto José com seus próprios olhos e sabendo que a realização do filho amado estava assegurada, ele sentiu que sua vida não lhe podia oferecer alegria maior. O último anseio terreno de seu coração fora completamente satisfeito, e ele estava pronto para depor a vida onde e quando Deus achasse melhor. CBASD, vol. 1, p. 497.
33 Quando […] Faraó vos chamar. Uma das primeiras coisas que José se propôs a fazer, após dar as boas-vindas aos parentes chegados ao Egito, foi apresentar seu pai e seus irmãos ao rei. Talvez o faraó quisesse nomear alguns deles como funcionários, achando que pudessem ser tão úteis como José. No entanto, ciente das atrações da vida na corte e do caráter de seus irmãos, José temeu que pudessem sucumbir à tentação e perder de vista o futuro plano de Deus. Por isso, ele enfatizou que deviam declarar, se lhes fosse perguntado, que sua ocupação era a de pastores de ovelhas, deixando assim implícito que não eram qualificados para a vida na corte. CBASD, vol. 1, p. 497.
34 Na terra de Gósen. Esta era a região oriental do Delta, uma área admiravelmente adequada para rebanhos de ovelhas e gado. Embora próximos da capital (Gn 45:10), ficariam isolados dos egípcios. Isso lhes permitiria ter sua própria vida, continuar com sua cultura e servir ao seu Deus sem ofensa a outros. Além disso, eles estariam comparativamente perto de Canaã e poderiam partir facilmente em qualquer momento de emergência.. José revelou, assim discernimento quanto ao destino de seu povo, compreendendo que chegaria o tempo em que teriam de partir. CBASD, vol. 1, p. 498.
Todo pastor de rebanho é abominável. Provavelmente essas não são palavras de José, mas de Moisés, o historiador, colocadas para explicar o conselho e a atitude de José. […] Os pastores eram frequentemente representados como criaturas miseráveis, sujas e sem barbear, nuas, quase mortas de fome e, muitas vezes, com deficiências ou deformações físicas. CBASD, vol. 1, p. 498.