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Texto bíblico: ÊXODO 1 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/1
Embora os israelitas tivessem permanecido no Egito por mais de 400 anos – e mal conhecessem seus nomes de família – Deus ainda os conhecia pelo nome. E Ele os estava preparando para ouvi-Lo falar Seu próprio nome (YHWH) em voz audível no Sinai.
Que história incrível a do Êxodo! Para os hebreus é o evangelho: uma história de libertação, de graça. O Êxodo é tão importante para os hebreus quanto o Evangelho de João para os cristãos. Ao contrário do pensamento popular, os Judeus nunca acreditaram que foram salvos por suas obras. Antes de serem ordenados a obedecer no Sinai, eles foram salvos no Mar Vermelho.
Assim como os israelitas e Moisés, nós também fomos resgatados por um menino que cresceu para ser um libertador. Perto do fim de sua vida, Jesus escalou uma montanha em Canaã e se encontrou com Moisés, junto com Elias. Lucas 9:31-32 diz que eles discutiram a “partida” de Jesus – literalmente, Seu “êxodo”.
De que maneira a necessidade de libertação dos israelitas lembra você da nossa necessidade de sermos libertos? Você consegue pensar em um momento em que um “novo Faraó” surgiu em sua vida e tornou as coisas bem mais difíceis?
Andy Nash
Escola de Jornalismo e Comunicação
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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697 palavras
Os hebreus não chamam este livro “Êxodo.” Chamaram-no pelas suas primeiras palavras ou pensamentos no livro [Shemot ou We’eleh shemoth= “E estes são os nomes”]. (É assim que deram o nome de seus livros. Eles chamam Gênesis “no princípio” [B’reshit = “no princípio”]). Andy Nash, em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/1/
O título “Êxodo” se baseia na tradução Septuaginta grega, que emprega o termo exodus, “saída” (19:1), e que foi mais tarde adotada pela Vulgata Latina (tradução da Bíblia para o latim, no início do século V, por Gerônimo). O título em hebraico demonstra a conexão [do livro do Êxodo] com Gênesis tendo em vista que começa com a conjunção “e”, sugerindo, portanto, a continuação de uma história anterior. … e repete as exatas palavras de Gên. 46:8 [Estes são os nomes dos israelitas] (Andrews Study Bible).
1-22 O capítulo mostra a prosperidade que Deus sempre quer dar ao seu povo, e a desgraça que o mundo está sempre prestes a infligir (Bíblia Shedd).
1-4 Os livros de Êxodo e Gênesis estão ligados entre si por esta introdução (Gn 46.8-27). A promessa de Deus a Abraão foi cumprida pela frutificação de Israel (Gn 12.2) (Bíblia de Genebra).
7 Sete verbos descrevem a aparentemente sobrenatural multiplicação do povo de Israel: isto parece ser um eco consciente e alusão à criação, usando verbos de Gên. 1:20-22, 28 (Andrews Study Bible).
A terra era, provavelmente, a terra de Gósen, no noroeste do Egito, no Wadi Tumilat, no delta, um vale que tinha entre 50 e 60 km de extensão (cf Gn 47.4) (Bíblia de Genebra).
Os reis da terra conspiram visando a frustrar o plano divino. Mas isso seria o mesmo que deter a maré montante. Os dias em que a igreja sofreu perseguição e oposição foram sempre os dias de crescimento (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
8 novo rei. Aqui saltamos quatro séculos de história, desde a entrada de José no Egito. Trata-se de novas dinastias com outras maneiras de pensar e agir (Bíblia Shedd).
Esse novo rei do Egito pode ter sido Amosis I (1570-1546 a.C.) da XVIII dinastia, que expulsou os hicsos, os governantes semitas do Egito, de 1700 a 1550 a.C. (Bíblia de Genebra).
não conhecera. Não se refere a conhecimento intelectual ou possível deslize de memória mas, ao invés, um conhecimento relacional e compromisso. O nome do rei não é mencionado, em contraste com as relativamente menos importantes parteiras (v. 15). Na Escritura, pessoas de nome não mencionado parecem não ter futuro. De acordo com 12:40, Israel passou 430 anos no Egito (Andrews Study Bible).
9 Refere-se, pela primeira vez, aos filhos de Israel como um povo. Ao invés de uma família ou tribo, eles são agora um povo e destaca o cumprimento da promessa divina (Gên. 15:5) (Andrews Study Bible).
11 feitores de obras. O termo hebraico geralmente indica trabalho não voluntário a um poder superior. Pitom e Ramessés. Possivelmente Tell-el-Rataba (aprox 96 km NE do Cairo) e Tell-el-Dab’a (32 km n de Pitom) (Andrews Study Bible).
As pinturas nas paredes das pirâmides dão testemunho dos sofrimentos infligidos a escravos com feições hebreias por feitores armados de chicotes (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
12 quanto mais. A graça de Deus com seu povo sempre supera as tentativas de destruição feitas contra seus escolhidos (Bíblia Shedd).
14 amargar. A experiência de Israel é lembrada nas ervas amargas da refeição pascal (12:8) (Andrews Study Bible).
15 parteiras. Duas parteiras para servirem tão numerosa população parece muito pouco; elas podem ter sido líderes das parteiras (Bíblia de Genebra).
É admirável notar os inesperados instrumentos que Deus usa para derrotar as intenções de seus inimigos. Logo essas duas mulheres, que pareciam as menos prováveis (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
16 O assassínio secreto: as parteiras podiam atribuir a morte do filhinho a um acidente de nascimento (Bíblia Shedd).
17 temeram. Outra tradução poderia ser “ter respeito”. Isto envolve escolhas morais (9:30; 14:31; 18:21; 20:20). As parteiras colocaram aas ordens divinas acima das ordens humanas (Atos 5:29) (Andrews Study Bible).
20 Nada afeta tão profundamente o bem-estar de uma nação como o tratamento dispensado às crianças (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
21 lhes constituiu família. Deus honrou o compromisso das parteiras e deu descendentes a elas (Ver também Rute 4:12; 2 Sam. 7:11; 1 Rs. 2:24) (Andrews Study Bible).
22 O assassínio público: a fidelidade das parteiras em conservar a vida dos filhinhos forçou Faraó a revelar publicamente sua iniquidade. Assim é que uma atitude corajosa pode desmascarar as obras do maligno (Bíblia Shedd).
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“Mas os filhos de Israel foram fecundos, e aumentaram muito, e se multiplicaram, e grandemente se fortaleceram, de maneira que a terra se encheu deles” (v.7).
Após prometer a Abraão um filho e uma descendência inumerável, maior que as estrelas do céu, o Senhor lhe revelou: ‘Sabe, com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos. Mas também Eu julgarei a nação a que têm de sujeitar-se; e depois sairão com grandes riquezas’ (Gn.15:13-14). Foi naquele momento que Abraão foi acometido de ‘grande pavor e cerradas trevas’ (Gn.15:12), um pressentimento que retratava o sofrimento que o povo de Deus passaria no cativeiro egípcio.
Após a morte de José, de seus irmãos e de ‘toda aquela geração’ (v.6), ‘se levantou novo rei sobre o Egito, que não conhecera a José’ (v.8). Isso não quer dizer que ele jamais tenha ouvido falar de José e de tudo o que fez pelos egípcios, mas que, ao ignorar o passado, via a fertilidade e a prosperidade dos hebreus como uma futura ameaça. Usando ‘de astúcia’ (v.10), ‘os egípcios puseram sobre eles feitores de obras, para os afligirem com suas cargas’ (v.11), ou seja, capatazes para forçá-los a trabalhar. O interessante é que Faraó os fez construir duas ‘cidades-celeiros’ (v.11). Essas cidades, segundo estudiosos, eram locais de armazenamento dos tesouros do Egito e, possivelmente, também de alimentos, considerando o período de fome que a Terra atravessou nos tempos de José.
De qualquer forma, parecia que quanto mais afligiam os filhos de Israel, ‘tanto mais se multiplicavam e tanto mais se espalhavam’ (v.12). A estratégia de Faraó precisava mudar. Seu novo plano, então, deixou a violência dos feitores para focar na habilidade de duas ‘parteiras hebreias’ (v.15), Sifrá e Puá, que receberam ordens de matar todos os bebês hebreus do sexo masculino. O que Faraó não esperava era a coragem dessas mulheres em desobedecer às suas ordens, pois temiam mais ao Senhor do que a um rei terreno. Uma atitude que, infelizmente, se tornou um artigo de luxo no meio religioso de hoje. Sifrá e Puá usaram de maior astúcia que o rei do Egito e, por terem ‘temido a Deus, Ele lhes constituiu família’ (v.21).
Mas Faraó insistiu em seu plano perverso, ordenando a todos os egípcios que jogassem no Nilo todos os filhos que nascessem aos hebreus. Na verdade, amados, todo aquele que se levanta contra o povo de Deus não passa de uma marionete nas mãos do inimigo. Satanás sabia que, da descendência de Abraão, nasceria o Messias. E a ordem para matar todos os meninos recém-nascidos refletia sua ânsia por frustrar os planos de Deus. Contudo, os planos do Senhor não podem ser frustrados, pois Ele já havia estabelecido uma promessa com a humanidade (Gn.3:15). Como está escrito: ‘para Deus não haverá impossíveis em todas as Suas promessas’ (Lc.1:37). Afinal, ‘Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo Ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?’ (Nm.23:19).
A resposta a essas perguntas é um claro e sonoro SIM! Deus sempre cumpre as Suas promessas, pois ‘se somos infiéis, Ele permanece fiel, já que de maneira nenhuma pode negar-Se a Si mesmo’ (2Tm.2:13). O sofrimento do êxodo poderia estar apenas começando para o povo de Deus, mas até mesmo o sofrimento nesta Terra é passageiro. Havia um limite de tempo estabelecido por Deus. Ao Egito foram dados quatrocentos e trinta anos de oportunidade. Desde Cristo, a humanidade já tem quase dois mil anos de oportunidade. E, desde o fim do último período profético de Daniel 8:14, há cento e oitenta anos o povo do advento tem proclamado: ‘Breve Jesus voltará!’.
Muitos têm perguntado: ‘Até quando?’. Não o sabemos, amados, e louvado seja Deus por isso, pois Ele sabe o que faz! Precisamos, sim, mudar o foco da nossa mente para o que realmente importa: o nosso preparo, enquanto preparamos outros para o encontro com o Senhor. Que o temor a Deus – que faz parte da mensagem que temos de pregar a todo o mundo (Ap.14:6-7) – seja visto primeiramente em nossa vida. Só então estaremos prontos para o tempo de angústia, qual nunca houve (Dn.12:1), com a mesma disposição de Sifrá e Puá e com o mesmo resoluto discurso dos discípulos: ‘Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens’ (At.5:29).
Pai bendito, não temos do que nos orgulhar quando fazemos qualquer coisa, por melhor que seja. Mas temos do que nos alegrar quando o Teu bom Espírito manifesta as Tuas obras através de nós. Que sublime privilégio, nosso Pai amado! E o Senhor ainda nos recompensa quando aceitamos viver a Tua vontade. Preciosa graça do Teu amor, ó Deus! Ajuda-nos, Senhor, a sermos tementes a Ti, não importando as circunstâncias! Concede-nos o Teu Santo Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, tementes a Deus!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 1 – A história da redenção começa em Gênesis 3:15 e termina em Apocalipse 19:14-15. Entre estes textos, notamos Deus operando o complexo plano de salvar pecadores da condenação em que se encontram.
O livro de Gênesis mostrou nosso valor na criação perfeita, e também o terror do pecado assombrando nossa existência. Gênesis começou relatando a vida e terminou com morte. Êxodo começa com escravidão e termina com libertação. Nestes livros, ficamos cientes que Deus atua em nossa sociedade corrompida.
Após mais de quatro séculos no Império Egípcio, chegava o momento de Deus cumprir a profecia de Gênesis 15:13-16 proferida a Abraão:
“Saiba que seus descendentes vão viver como estrangeiros numa terra que não é deles. Eles serão escravizados e oprimidos durante quatrocentos anos. Depois disso, PUNIREI OS SENHORES DELES, e aquela geração sairá de lá carregada de bens… Seus descendentes não voltarão para cá antes da quarta geração, PORQUE O PECADO ENTRE OS AMORREUS AINDA NÃO EXCEDEU O SEU LIMITE”.
Após observar esta profecia de suma importância na compreensão do livro de Êxodo, reflita:
• Por que Faraó ordenou matar bebês masculinos?
• Tem lógica essa ordem, considerando a importância dos homens nas construções egípcias?
Assim como para a escravidão, as justificativas para matanças de bebês meninos eram infundadas. Até poder-se-ia alegar o perigo de rebelião, mas tudo não passava de medo imaginário inventado por Faraó.
Contudo, nada impedirá Deus de cumprir Suas promessas, ainda que para isso tenha de usar parteiras que enganam e mentem.
Há um grande conflito. Desde Gênesis 3:15 a guerra entre o bem e o mal tornou-se evidente no planeta. Quando Jesus nasceu como bebê à semelhança de Moisés, foi necessário um livramento da morte; e, por ironia, Jesus refugiou-se no Egito (Mateus 2:13-18). Esse grande conflito prosseguiu em toda história da igreja, com ênfase em 1260 anos de opressão culminando em 1798. Contudo, no tempo do fim, “o dragão irou-se contra a mulher e saiu para guerrear contra o restante de sua descendência, os que obedecem aos mandamentos de Deus e se mantêm fiéis ao testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:17).
Devemos estar cientes de que, nesta guerra cósmica, nada impedirá Deus de cumprir o que nos prometeu! Leia Apocalipse 12:1-16 e Romanos 16:20; e, então reavivemo-nos! Logo seremos libertos! – Heber Toth Armí.