Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 3 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS by Jeferson Quimelli
19 de abril de 2025, 0:30
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991 palavras

1 sagaz. O ardil da serpente é ressaltado por sua habilidade de falar e pelo vocabulário da pergunta. Não foi um ataque direto, mas uma abordagem mais sutil, tendo em vista semear dúvida. Bíblia de Estudo Andrews.

Deus disse. Observe-se que a tentação está associada à dúvida relativa à Palavra de Deus, “Deus disse”. Bíblia de Estudo Andrews.

para que não morrais. Adão e Eva não morreram de imediato, mas, por não terem mais acesso à árvore da vida (3:22-24), o corpo deles começou a se enfraquecer até que morreram (5:5). Bíblia de Estudo Andrews.

Vendo a mulher. A primeira expressão do v. 6 imita o cap.1, no qual Deus “viu” que a criação que a criação era “boa”. Isso sugere que Eva havia usurpado o papel do Criador de determinar aquilo que era “bom”. Bíblia de Estudo Andrews.

12 O pecado mudou para sempre o relacionamento entre Deus e a humanidade e também entre o homem e a mulher. Eva apontou a serpente como a causa de seu engano. De maneira indireta, tanto Adão quanto Eva insinuaram que Deus seria o responsável pelo pecado (“a mulher que me deste”). Bíblia de Estudo Andrews.

14 Comerás pó. Uma expressão figurativa. CBASD, vol. 1, p. 216.

Aqui está o que se denomina de Proto-evangelho, isto é, a primeira referência feita ao necessário Redentor, capaz de efetuar a purificação pelo pecado, bem como pagar a horrenda pena que este acarreta. Bíblia Shedd.

Este te ferirá a cabeça. Adão, que foi vice-rei de Deus na Terra enquanto permaneceu leal, havia cedido a autoridade a Satanás, ao transferir sua lealdade a Deus para a serpente. … Adão começou a perceber a extensão de sua perda quando, de governante deste mundo passou a ser um escravo de Satanás. Contudo, antes de ouvir o pronunciamento da sentença, o bálsamo da esperança foi aplicado à sua alma despedaçada. Para a mulher, a quem havia culpado pela sua queda, ele agora devia se voltar em busca do livramento – na espera pelo descendente prometido, em quem haveria poder para vencer o arqui-inimigo de Deus e do homem. CBASD, vol. 1, p. 218 e 218.

16 Ele te governará. A mulher havia rompido seu relacionamento com o homem, o qual fora estabelecido por Deus. Em vez de ser uma auxiliadora “idônea”, ela havia se tornado sua tentadora. Portanto, seu status de igualdade com o homem foi afetado; ele havia governado como seu senhor e amo. As Escrituras descrevem a mulher como sendo “possuída” pelo homem. Entre a maioria dos povos não-cristãos a mulher tem estado sujeita, ao longo dos séculos, à degradação e, quase, à escravidão. Entre os hebreus, contudo, a condição da mulher era de distinta subordinação, mas não de opressão ou de escravidão. O cristianismo colocou a mulher na mesma plataforma que o homem no que diz respeito às bênçãos do evangelho (Gl 3:28). Embora o marido seja descrito como a cabeça do lar, os princípios cristãos devem levar o homem e sua esposa a uma experiência de verdadeira parceria, em que um seja tão devotado à felicidade e bem-estar do outro que nunca nenhum dos dois queira “governar” sobre o outro (ver Cl 3:18, 19). CBASD, vol. 1, p. 218, 219.

18 A erva. A punição divina estipulava também uma mudança parcial na alimentação. Evidentemente se deve concluir que a quantidade e a qualidade dos cereais, castanhas e frutas originalmente dados ao homem foram, como resultado da maldição, reduzidos a tal ponto que ele precisaria buscar uma porção da alimentação diária nas ervas. Essa mudança também deve ter ocorrido, em parte, devido à perda de certos elementos que eram obtidos da árvore da vida, à mudança no clima e talvez, principalmente, à sentença de ter de trabalhar arduamente para obter sustento. CBASD, vol. 1, p. 219.

19 No suor do seu rosto. O trabalho e o esforço desenvolvem o caráter e ensinam a humildade e a cooperação com Deus. Essa é uma das razões pelas quais a igreja cristã geralmente tem encontrado seus mais leais adeptos e defensores na classe trabalhadora. CBASD, vol. 1, p. 219.

Eva quer dizer vida. A linguagem primitiva não era a hebraica mas, à medida que os pensamentos se transmitem de uma para outra língua, os nomes vão se ajustando para manterem a significação original. Bíblia Shedd.

21 Vestimenta de peles. O ritual dos sacrifícios, embora não seja especificamente mencionado aqui, foi instituído nessa ocasião (PP, 68; cf. DTN, 28). A história dos sacrifícios de Caim e Abel relatada no capítulo seguinte mostra que os primeiros filhos de Adão e Eva estavam bem familiarizados com esse ritual. Se Deus não tivesse comunicado regulamentos definidos quanto aos sacrifícios, Sua aprovação à oferta de Abel e desaprovação à de Caim teria sido arbitrária. O fato de Caim não acusar a Deus de parcialidade evidencia que tanto ele quanto o irmão sabiam o que era requerido. CBASD, vol. 1, p. 220.

22 Como um de nós. Pela desobediência havia aprendido a diferença entre o bem e o mal, ao passo que Deus havia planejado que ele obtivesse esse conhecimento mediante a cooperação voluntária com a vontade divina. CBASD, vol. 1, p. 221.

Estenda a mão. Era então necessário impedir que o homem continuasse a participar do fruto da árvore da vida, a fim de que não se tornasse um pecador imortal (PP, 60).CBASD, vol. 1, p. 221.

23 A separação é o resultado inevitável do pecado (cf. Is 59.2). O pecado e o paraíso (significando o lugar onde Deus pode ser encontrado para com Ele manter-se comunhão) são realidades incompatíveis. Bíblia Shedd.

24 O refulgir de uma espada. A luz sempre foi um símbolo da presença divina. Como tal, o shekinah … Não havia uma espada literal guardando o portão do paraíso. O que havia era o que parecia ser o cintilante reflexo de luz de uma espada “que se revolvia” em todas as direções com grande rapidez – setas de luz refulgentes que irradiavam de um centro intensamente brilhante. … Essa luz viva e radiante não era nada senão a glória do shekinah, a manifestação da presença divina. Diante dela, durante séculos, os que eram leais a Deus se reuniam para adorá-Lo (PP, 62, 83, 84.).CBASD, vol. 1, p. 222.



GÊNESIS 2 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de abril de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 2 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 2 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS – destaques

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

GENESIS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS – texto completo

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÊNESIS 2 by Luís Uehara
18 de abril de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/2

Gênesis 2 apresenta três princípios vitais, o Sábado, o casamento e a escolha. Vamos começar com o último desses três. A essência do que significa ser um ser humano é a capacidade de escolher. Deus não criou robôs mecanizados que O servem porque foram programados em algum computador celestial.

A Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal foi colocada no jardim para permitir a expressão do livre arbítrio. Foi a intenção de Deus desde o início que, compreendendo Seu caráter e conhecendo Seu amor e cuidado, Seus filhos O servissem com alegria. Nossos primeiros pais não estavam predestinados a cair, mas tiveram a escolha de obedecer ou desobedecer. Nós recebemos a mesma oportunidade de escolha.

O Sábado nos chama de volta às nossas raízes a cada semana. Nos lembra de nosso amoroso Criador que nos fez para aproveitar a vida ao máximo. Assim como o sábado fundamenta nosso relacionamento com Deus, o casamento solidifica o relacionamento entre um homem e uma mulher. O Sábado e o casamento são instituições gêmeas do Jardim do Éden e o diabo tem atacado a ambos violentamente.

Guardar fielmente o sábado a cada semana constrói uma base sólida para nossa fé. Fortalece nosso relacionamento com Deus. Um lar amoroso e um casamento cristão sólido revelam o amor de Deus tanto para nossos familiares quanto para nosso círculo de influência. De que maneiras o Sábado ou o casamento tem enriquecido o seu relacionamento com Deus? Compartilhe sua resposta com outras pessoas no blog!

Mark Finley
Evangelista aposentado
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara



GENESIS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS – texto resumido by Jeferson Quimelli
18 de abril de 2025, 0:50
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1448 palavras

1 Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e tudo que há neles. Declaração sintética que enfatiza o término bem-sucedido da criação dos céus, da terra e de seu “preenchimento”. Bíblia de Estudo Andrews.

Exército. A palavra “exército”, tsaba, denota todas as coisas criadas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 202.

2 Descansou. O verbo “descansou”, shabath, significa, literalmente, “cessar”um trabalho ou atividade (ver Gn 8:22; Jó 32:1; etc.). […] Deus não descansou porque precisa disso (ver Is 40:28). O descanso de Deus não foi resultado nem de exaustão nem de fadiga, mas de uma cessação de Sua ocupação prévia. CBASD, vol. 1, p. 202.

O descanso de Deus, no sétimo dia, compreende a cessação do trabalho criador e a satisfação em face do que tinha sido realizado. Trata-se de um dia separado (consagrado) para um propósito especial, incluindo o repouso físico e o reconhecimento da bondade divina mediante o culto (cf Êx 20.7 N. Hm). Bíblia Shedd.

3 E abençoou Deus o dia sétimo. A bênção sobre o dia sétimo subentendia que, dessa forma, ele era declarado objeto especial do favor divino e um dia que traria bênçãos a Suas criaturas. CBASD, vol. 1, p. 203.

E o santificou. O ato de santificação consistiu numa declaração de que o dia foi santo, ou separado para propósitos santos. … O sábado semanal do sétimo dia tem sido frequentemente considerado uma instituição para a dispensação judaica, mas o relato inspirado declara que ele foi instituído mais de dois mil anos antes do nascimento do primeiro israelita (um descendente de Jacó, ou Israel). Há, além disso, a palavra do próprio Jesus, ao declarar: “O sábado foi feito por causa do homem” (Mc 2:27), indicando claramente que esta instituição não foi estabelecida apenas para os judeus, mas para toda a humanidade. CBASD, vol. 1, p. 203.

Porque nele descansou. O sábado requer a abstenção do trabalho físico comum e a devoção da mente e do coração às coisas santas. … Os evangelhos atestam que ele foi usado dessa forma por Cristo e pelos apóstolos (Lc 4:16; At 17:2; 18:4) e que deveria continuar a ser observado pelos cristãos após a conclusão do ministério terrestre de Cristo (Mt 24:20). O fato de que o sábado continuará a ser celebrado na nova Terra como dia de adoração (Is 66:23) é uma clara indicação de que Deus nunca planejou ter sua observância transferida para outro dia. … A rejeição do sábado é uma rejeição ao Criador e abre as portas para todo tipo de falsas teorias. CBASD, vol. 1, p. 203, 204.

Uma neblina. Podemos pensar em “neblina” como sinônimo de “orvalho”. O fato de as pessoas do tempo de Noé zombarem da ideia de que chuva vinda do céu pudesse trazer destruição à Terra, no dilúvio, e de Noé ser elogiado por crer em “acontecimentos que ainda não se viam” (Hb 11:7) indica que a chuva era desconhecida para os antediluvianos (ver PP, 96-97). CBASD, vol. 1, p. 205.

formou. O homem (heb ‘adam) foi criado do pó da terra (heb ‘adamah), não da matéria divina, como em outras narrativas da criação da mesma época. Ele retornaria ao pó quando morresse (Gn 3:19). Bíblia de Estudo Andrews.

O fôlego de vida. “Fôlego”, neshamah. Vindo da Fonte de toda a Vida, o princípio vital entrou no corpo inanimado de Adão. É dito que o meio pelo qual a centelha da vida foi transferida para seu corpo foi o “sopro”de Deus. CBASD, vol. 1, p. 205.

Alma vivente.Uma interpretação mais adequada seria “ser vivente” (NVI), em vez de alma. A palavra hebraica traduzida por “alma” significa vida ou pessoa, não uma entidade separada. Nas Escrituras, as pessoas não têm alma, elas são almas/seres/pessoas. […] A morte acaba com a associação entre o fôlego de Deus e os elementos da terra, e a pessoa, ou ser vivo, deixa de existir (sobre a natureza da morte, ver Sl 115:17; 146:4; Dn 12:2; Jo 11:11-14; 1Ts 4:13, 14). Bíblia de Estudo Andrews.

E plantou o Senhor Deus um jardim. A localização do Éden é desconhecida. O dilúvio alterou de tal forma as características físicas da terra, que se tornou impossível a identificação atual de locais existentes antes dessa catástrofe. CBASD, vol. 1, p. 206.

Árvore do conhecimento do bem e do mal. O artigo definido “o” antes da palavra “conhecimento” significa que a árvore não podia fornecer todo e qualquer tipo de conhecimento, mas apenas certo tipo: o triste conhecimento do “mal”, em contraste com o “bem”. CBASD, vol. 1, p. 207.

10 Um rio. Muitos eruditos têm feito grande esforço em tentar esclarecer os v. 10-14, mas, provavelmente, nunca seja encontrada uma explicação satisfatória , porque a superfície da Terra após o dilúvio tem pouca semelhança com o que era antes. Uma catástrofe de tal magnitude capaz de fazer surgir elevadas cadeias de montanhas e formar vastas áreas oceânicas dificilmente teria deixado intactos acidentes geográficos menores como rios. Portanto, não se pode ter esperanças de identificar locais antediluvianos pelos acidentes geográficos atuais da Terra, a menos que a inspiração o faça para nós (PP, 105-108). CBASD, vol. 1, p. 207.

15 Os seres humanos foram colocados no jardim com dois propósitos. O primeiro, de “cultivar” ou trabalhar nele, destacando o importante conceito de que o trabalho é um dom divino, não uma punição que veio depois do pecado. Bíblia de Estudo Andrews.

17 No dia em que dela comeres. O pronunciamento divino “No dia em que dela comeres, certamente morrerás”, ou, literalmente, “morrendo, morrerás”, significa que no dia da transgressão a sentença seria pronunciada. O homem passaria do status de imortalidade condicional para o de mortalidade incondicional. … a separação da fonte da vida só podia trazer, inevitavelmente, a morte. Os mesmos princípios ainda são válidos. A punição e a morte são resultados certos da livre escolha, por parte do homem, de se colocar em rebelião contra Deus. CBASD, vol. 1, p. 209.

19 Trouxe-os ao homem. Adão devia estudar esses animais e se envolver na importante tarefa de lhes dar nomes apropriados, exercício este que requeria compreensão dos mesmos e de seus hábitos. […] Ao mesmo tempo, ele perceberia a via familiar que desfrutavam e, assim, sua própria falta de uma companhia. Reconhecendo também que Deus o havia criado infinitamente mais elevado que os animais, perceberia que não era possível escolher essa companhia entre eles. Para que a formação da mulher preenchesse totalmente o propósito do Criador, Adão precisava sentir sua própria incompletude e sua necessidade de companhia – em outras palavras, que não era bom que ele permanecesse só. CBASD, vol. 1, p. 209.

22 Transformou-a numa mulher. A mulher foi formada para ter uma unidade inseparável e um companheirismo por toda a vida com o homem, e o modo de sua criação devia lançar o alicerce para a ordenança moral do matrimônio. … O matrimônio é um tipo [símbolo] do companheirismo de amor e vida que existe entre o Senhor e Sua igreja (Ef 5:31, 32). CBASD, vol. 1, p. 210.

23 Esta, afinal, é osso dos meus ossos. Adão, reconhecendo nela a companheira desejada, recebeu-a alegremente como noiva e expressou sua alegria numa exclamação poética. As palavras “esta, afinal” refletem sua agradável surpresa quando viu na mulher a realização do desejo de seu coração. CBASD, vol. 1, p. 210.

Essa frase e a história da criação de Eva são o ponto que faz com que o casamento seja a mais íntima das relações humanas. Também é importante observar que Deus cria apenas uma Eva para Adão, não várias Evas nem outro Adão. Isso aponta para a monogamia heterossexual como padrão divino para o casamento, que Deus estabeleceu na criação. Bíblia de Estudo SBB NAA.

Chamar-se-á varoa.O nome que Adão deu a sua recém-criada companheira refletia o modo como Deus a criara. A palavra heb. ’ishah, “mulher”, é formada pela palavra ’ish,“homem”, com a terminação feminina. A palavra inglesa “woman” (do anglo saxão wife-man) está relacionada à palavra “man”da mesma forma. O mesmo ocorre em várias línguas. CBASD, vol. 1, p. 210.

24 Deixa o homem pai e mãetornando-se os dois uma só carne. Estas palavras expressam a mais profunda unidade física e espiritual de um homem e de uma mulher, e exaltam a monogamia diante do mundo como a forma de casamento ordenada por Deus. Gênesis 2:24 não recomenda um abandono do dever filial e do respeito para com o pai e a mãe, mas se refere primariamente ao fato de que a esposa de um homem deve estar em primeiro lugar em suas afeições e de que seu primeiro dever é com ela. Seu amor a ela deve exceder, mas certamente não substituir, o apropriado amor aos pais. CBASD, vol. 1, p. 210.

Tornando-se uma só carne. É significativo o fato de que Cristo usa exatamente esta passagem em Sua forte condenação ao divórcio (Mt 19:5). CBASD, vol. 1, p. 210,211.

25 Estavam nus. Adão e Eva não tinham necessidade nenhuma de roupas materiais, pois ao seu redor o Criador havia colocado um manto de luz, um manto simbólico de Seu próprio caráter justo, que era perfeitamente refletido neles. CBASD, vol. 1, p. 211.



Gênesis 02 – Rosana Barros by Ivan Barros
18 de abril de 2025, 0:45
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O capítulo de hoje apresenta as duas instituições que Deus estabeleceu no Éden: o sábado e o casamento. Começando pelo sábado, Moisés relatou a criação e a existência desse mandamento, o qual o Senhor Deus escreveu com Seu dedo em tábuas de pedra e ainda reforçou, dizendo: “Lembra-te” (Êx.20:8). O sábado faz parte do plano original do Criador que, se não houvesse sido rompido, até hoje permaneceria sendo guardado por toda a humanidade como assinatura semanal inconfundível de um Deus que não muda (Ml.3:6).

No meio do capítulo nós temos a descrição da obra-prima da criação: o ser humano. Usando a matéria-prima “pó da terra”, Deus modelou o primeiro corpo humano e “lhe soprou nas narinas o fôlego de vida”, formando assim a primeira “alma vivente” (v.7). A criação do homem é realmente um relato muito especial, pois até então tudo havia sido criado pelo poder da palavra, mas percebemos Deus Se relacionando com esta parte de Sua obra de uma forma mais próxima e pessoal. Um privilégio que Ele ainda hoje nos outorga mediante o Espírito Santo. O Espírito de Deus é o fôlego de que necessitamos para ter vida, e vida em abundância (Jo.10:10).

Na continuação, lemos que Deus deu um presente a Adão e sua mulher, um presente de casamento. O Éden coroou a beleza da criação e foi o berço da instituição sagrada do matrimônio. De uma das costelas de Adão, sabiamente escolhida por Deus, como uma perfeita representação da função da mulher como esposa e da responsabilidade do homem como marido, o Senhor criou a primeira mulher. Ela foi criada por um osso – símbolo de força e resistência – tirado do lado do homem – símbolo de ternura e cuidado. Ou seja, amados, o casamento entre um homem e uma mulher deve ser uma união que seja estável, harmônica e resiliente. Nenhuma das partes domina a outra. Ambas andam juntas, como símbolo da união entre Cristo e Sua igreja (Ef.5:31-33).

Amados, Deus deseja abençoar cada lar de Seus filhos com as mesmas bênçãos dadas ao primeiro par. A cada sábado podemos desfrutar do antegozo do Céu se assim permitirmos. É privilégio nosso convidarmos o Espírito Santo para soprar sobre nós um novo fôlego de vida e nos capacitar a dizer não aos frutos proibidos desta geração. A “árvore do conhecimento do bem e do mal” (v.17) foi uma prova em que o primeiro casal fracassou. Mas o fato de que o Céu reserva para os fiéis a “árvore da vida” (Ap.22:2), é a prova de que o segundo Adão venceu, e nEle somos mais que vencedores (Leia Rm.5:19; 8:37).

E é nessa esperança que devemos estudar este livro. Os dois primeiros capítulos da Bíblia contam sobre a perfeita criação de Deus. Veremos a partir de amanhã, que o pecado causou uma ruptura entre Deus e o homem. Mas, com o perdão do spoiler, os dois últimos capítulos da Bíblia nos revelam que aquilo que era perfeito no início será restaurado, “e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:17).

Nosso Deus, Criador dos céus e da terra, louvado seja o Teu nome, pois ainda na criação, sabendo do que aconteceria depois, o Senhor nos deixou duas instituições sagradas, as quais permanecem como símbolos do Teu desejo em nos salvar para estarmos Contigo para sempre! Que a cada sábado, desfrutemos da bênção, do descanso e da santificação deste dia. E que o casamento dos filhos do Teu povo brilhe para o mundo a mensagem de que logo voltarás para buscar a Tua igreja. Sopra em nós, Pai, o fôlego restaurador e renovador do Teu Santo Espírito! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos! E até amanhã, pela graça e misericórdia de Deus!

Bom dia da preparação, criados com um propósito eterno!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



COMENTÁRIO GÊNESIS 2– PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de abril de 2025, 0:40
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GÊNESIS 2 – O livro de Gênesis revela quem somos em um mundo com muitas vozes tentando nos diminuir, humilhar e nos tirar a dignidade concedida por Deus. Os versículos 7 e 22 deste capítulo nos informam que fomos criados por Deus, modelados por Suas próprias mãos.

Moisés se aproximou dos escravos israelitas no Egito e apresentou seu novo livro: Gênesis. Talvez Gênesis seja ainda mais necessário a nós nestes últimos dias do que o foi para seu primeiro público alvo. Gênesis revela nossa nobre origem quando estamos submergido numa sociedade que debate ideias degradantes procurando obstruir os princípios divinos que nos dão valor e sentindo à vida.

Gênesis 2 mostra que Deus pensou em tudo visando proporcionar o maior bem e felicidade às pessoas O representariam no mundo recém criado. Inspirado por Deus, Moisés nos mostra com maestria que os seres humanos são frutos do plano de um Deus de amor, idealizado e originado em Seu coração, criados por Suas próprias mãos; ou seja, não somos resultados de um caos, uma explosão evolutiva ou um desenvolvimento melhorado de uma criatura inferior.

Gênesis 2 revela que originalmente os humanos foram colocados num jardim perfeito plantado por Deus. Os filhos de Abraão não foram criados para serem escravos, nem para serem humilhados nos fornos de tijolos, amassando barro na escravidão, tratados pior do que tratam animais. Com Gênesis, Deus almeja apresentar o valor da humanidade.

O número 7 é especial para Deus. Gênesis 1:1 possui 7 palavras no hebraico. Gênesis 2:2 contém 2×7 palavras, ou seja, 14 palavras. O capítulo 2 encerra um ciclo de 7 parágrafos do relato de nossa origem falando do sétimo dia da criação.

No sexto dia, Deus havia criado os animais terrestres, o homem e a mulher. Havia plantado um jardim para o casal, ministrara o primeiro casamento e presenteado Seu jardim aos noivos recém-casados. O sétimo dia da criação de Deus era o primeiro dia inteiro do primeiro casal da história. A lua de mel foi uma viagem espetacular com Deus apresentando Sua criação!

Esse dia especial foi o sábado: O dia em que Deus parou de criar para dedicar a Seus filhos. Deus ainda anseia por esse relacionamento especial para o qual fomos criados. Devemos ansiar por esse relacionamento também.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GENESIS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS – texto expandido by Jeferson Quimelli
18 de abril de 2025, 0:30
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2486 palavras

1 Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e tudo que há neles. Declaração sintética que enfatiza o término bem-sucedido da criação dos céus, da terra e de seu “preenchimento”. Bíblia de Estudo Andrews.

Exército. A palavra “exército”, tsaba, denota todas as coisas criadas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 202.

2 Descansou. O verbo “descansou”, shabath, significa, literalmente, “cessar”um trabalho ou atividade (ver Gn 8:22; Jó 32:1; etc.). … Deus não descansou porque precisa disso (ver Is 40:28). O descanso de Deus não foi resultado nem de exaustão nem de fadiga, mas de uma cessação de Sua ocupação prévia. CBASD, vol. 1, p. 202.

O descanso de Deus, no sétimo dia, compreende a cessação do trabalho criador e a satisfação em face do que tinha sido realizado. Trata-se de um dia separado (consagrado) para um propósito especial, incluindo o repouso físico e o reconhecimento da bondade divina mediante o culto (cf Êx 20.7 N. Hm). Bíblia Shedd.

3 E abençoou Deus o dia sétimo. A bênção sobre o dia sétimo subentendia que, dessa forma, ele era declarado objeto especial do favor divino e um dia que traria bênçãos a Suas criaturas. CBASD, vol. 1, p. 203.

E o santificou. O ato de santificação consistiu numa declaração de que o dia foi santo, ou separado para propósitos santos. … O sábado semanal do sétimo dia tem sido frequentemente considerado uma instituição para a dispensação judaica, mas o relato inspirado declara que ele foi instituído mais de dois mil anos antes do nascimento do primeiro israelita (um descendente de Jacó, ou Israel). Há, além disso, a palavra do próprio Jesus, ao declarar: “O sábado foi feito por causa do homem”(Mc 2:27), indicando claramente que esta instituição não foi estabelecida apenas para os judeus, mas para toda a humanidade. CBASD, vol. 1, p. 203.

Porque nele descansou. Deus não poderia ter razão mais elevada para ordenar o descanso no sétimo dia do que o fato de que, ao assim fazê-lo, o homem pudesse desfrutar a oportunidade de refletir sobre o amor e bondade de seu Criador, e tornar-se semelhante a Ele. … O sábado requer a abstenção do trabalho físico comum e a devoção da mente e do coração às coisas santas. … Os evangelhos atestam que ele foi usado dessa forma por Cristo e pelos apóstolos (Lc 4:16; At 17:2; 18:4) e que deveria continuar a ser observado pelos cristãos após a conclusão do ministério terrestre de Cristo (Mt 24:20). O fato de que o sábado continuará a ser celebrado na nova Terra como dia de adoração (Is 66:23) é uma clara indicação de que Deus nunca planejou ter sua observância transferida para outro dia. … A rejeição do sábado é uma rejeição ao Criador e abre as portas para todo tipo de falsas teorias. CBASD, vol. 1, p. 203, 204.

O término da criação se encontra intimamente ligado à criação do sábado. O sétimo dia é o auge supremo da criação por abrir tempo e espaço para a santidade e a comunhão. […] De todos os dias da criação, Deus só abençoou e santificou o sétimo dia, indicando que pertence a ele de maneira especial. […] o descanso sabático não se originou com a ordem divina dada a Israel no monte Sinai [em Êx 20:8-11]. Em vez disso, começou com a atividade pessoal e criativa de Deus durante a semana da criação. Bíblia de Estudo Andrews.

4 Esta é a gênese. A palavra “gênese”, toledoth, é geralmente usada em referência à história familiar de uma pessoa, isto é, ao nascimento de seus filhos (ver Gn 5:1; 6:9; 11:10; etc.). … Um comentarista sugere que “gênese” se refere adequadamente à “história ou relato de sua produção”. CBASD, vol. 1, p. 204.

Nenhuma planta. Os v. 4-6 antecipam a criação do homem (v. 7), ao descrever brevemente a aparência da superfície, particularmente com respeito à vegetação, pouco antes do momento em que ele foi trazido à existência no sexto dia da semana da criação. Ali estava o paraíso perfeito, onde só faltava alguém “para lavrar o solo”. CBASD, vol. 1, p. 204.

Uma neblina. Podemos pensar em “neblina” como sinônimo de “orvalho”. O fato de as pessoas do tempo de Noé zombarem da ideia de que chuva vinda do céu pudesse trazer destruição à Terra, no dilúvio, e de Noé ser elogiado por crer em “acontecimentos que ainda não se viam” (Hb 11:7) indica que a chuva era desconhecida para os antediluvianos (ver PP, 96-97). CBASD, vol. 1, p. 205.

formou. O verbo denota a ação deliberada de um oleiro (Is 29:16; Jr 18:4-6). O homem (heb ‘adam) foi criado do pó da terra (heb ‘adamah), não da matéria divina, como em outras narrativas da criação da mesma época. Ele retornaria ao pó quando morresse (Gn 3:19). O fôlego divino criador de vida transformou o pó numa criatura feita à imagem de Deus e continuamente dependente dele: o homem (Jó 27:3). Bíblia de Estudo Andrews.

Do pó da terra. O fato de o homem ser composto por materiais derivados do solo, elementos da terra, é confirmado pela ciência. A decomposição do corpo humano após a morte dá testemunho disso. CBASD, vol. 1, p. 205.

O fôlego de vida. “Fôlego”, neshamah. Vindo da Fonte de toda a Vida, o princípio vital entrou no corpo inanimado de Adão. É dito que o meio pelo qual a centelha da vida foi transferida para seu corpo foi o “sopro”de Deus. … Ao ser comunicado ao homem, o “fôlego” é equivalente à sua vida; é a própria vida em si (Is 2:22). CBASD, vol. 1, p. 205.

Alma vivente.Uma interpretação mais adequada seria “ser vivente” (NVI), em vez de alma. A palavra hebraica traduzida por “alma” significa vida ou pessoa, não uma entidade separada. Nas Escrituras, as pessoas não têm alma, elas são almas/seres/pessoas. […] A morte acaba com a associação entre o fôlego de Deus e os elementos da terra, e a pessoa, ou ser vivo, deixa de existir(sobre a natureza da morte, ver Sl 115:17; 146:4; Dn 12:2; Jo 11:11-14; 1Ts 4:13, 14). Bíblia de Estudo Andrews.

Quando o divino “fôlego”(neshamah) de vida foi infundido na escultura inanimada do homem, este se tornou uma “alma”(nefesh) vivente. … Note que a nefesh é feita por Deus (Jr 38:16), pode morrer (Jz 16:30), ser morta (Nm 31:19), ser devorada (metaforicamente, Ez 22:25), ser resgatada (Sl 34:22) e ser refrigerada (Sl 19:7). Nada disso se aplica ao espírito, ruah, o que indica claramente a grande diferença entre os dois termos. É óbvio, diante disso, que a tradução “alma”para a palavra nefesh em Gn 2:7 não é apropriada, especialmente quando se tem em vista a expressão comumente usada “alma imortal”. Embora popular, esse conceito é alheio à Bíblia. A passagem pode corretamente ser traduzida da seguinte forma: “O homem se tornou um ser vivente” (NVI). Quando “alma”é considerada sinônimo de “ser”, alcança-se o significado bíblico de nefesh presente nesta passagem. CBASD, vol. 1, p. 206.

E plantou o Senhor Deus um jardim. A localização do Éden é desconhecida. O dilúvio alterou de tal forma as características físicas da terra, que se tornou impossível a identificação atual de locais existentes antes dessa catástrofe. CBASD, vol. 1, p. 206.

Árvore do conhecimento do bem e do mal. O artigo definido “o” antes da palavra “conhecimento” significa que a árvore não podia fornecer todo e qualquer tipo de conhecimento, mas apenas certo tipo: o triste conhecimento do “mal”, em contraste com o “bem”. CBASD, vol. 1, p. 207.

10 Um rio. Muitos eruditos têm feito grande esforço em tentar esclarecer os v. 10-14, mas, provavelmente, nunca seja encontrada uma explicação satisfatória , porque a superfície da Terra após o dilúvio tem pouca semelhança com o que era antes. Uma catástrofe de tal magnitude capaz de fazer surgir elevadas cadeias de montanhas e formar vastas áreas oceânicas dificilmente teria deixado intactos acidentes geográficos menores como rios. Portanto, não se pode ter esperanças de identificar locais antediluvianos pelos acidentes geográficos atuais da Terra, a menos que a inspiração o faça para nós (PP, 105-108)CBASD, vol. 1, p. 207.

11 Pisom. O nome do primeiro rio, Pisom, é desconhecido em qualquer fonte extra bíblica, e mesmo na própria Bíblia esse nome não é mencionado em nenhuma outra parte. As opiniões dos eruditos que identificam esse rio com o Indo ou o Ganges na Índia, com o Nilo no Egito, ou com rios da Anatólia, são infundadas. CBASD, vol. 1, p. 207.

13, 14. GiomTigreEufrates. Com respeito aos v. 13 e 14, ver o com. do v. 10. CBASD, vol. 1, p. 207.

15 Os seres humanos foram colocados no jardim com dois propósitos. O primeiro, de “cultivar” ou trabalhar nele, destacando o importante conceito de que o trabalho é um dom divino, não uma punição que veio depois do pecado. Bíblia de Estudo Andrews.

17 Da árvore do conhecimento do bem e do mal. É fútil especular sobre que tipo de fruto essa árvore produzia, uma vez que isso não foi revelado. A própria presença dessa árvore no jardim revelava que o homem era um agente moral livre. O serviço do homem não era forçado; ele podia obedecer ou desobedecer. A decisão era dele. CBASD, vol. 1, p. 208.

No dia em que dela comeres. O pronunciamento divino “No dia em que dela comeres, certamente morrerás”, ou, literalmente, “morrendo, morrerás”, significa que no dia da transgressão a sentença seria pronunciada. O homem passaria do status de imortalidade condicional para o de mortalidade incondicional. … a separação da fonte da vida só podia trazer, inevitavelmente, a morte. Os mesmos princípios ainda são válidos. A punição e a morte são resultados certos da livre escolha, por parte do homem, de se colocar em rebelião contra DeusCBASD, vol. 1, p. 209.

18 Uma auxiliadora que lhe seja idônea. Isto é, […] para complementá-lo. CBASD, vol. 1, p. 209.

19 Todos os animais do campo. Moisés está registrando não o momento, mas simplesmente o fato da criação dos animais. CBASD, vol. 1, p. 209.

Trouxe-os ao homem. Adão devia estudar esses animais e se envolver na importante tarefa de lhes dar nomes apropriados, exercício este que requeria compreensão dos mesmos e de seus hábitos. Isso o qualificaria ou, talvez, demonstraria que ele estava qualificado para governá-los. Ao mesmo tempo, ele perceberia a via familiar que desfrutavam e, assim, sua própria falta de uma companhia. Reconhecendo também que Deus o havia criado infinitamente mais elevado que os animais, perceberia que não era possível escolher essa companhia entre eles. Para que a formação da mulher preenchesse totalmente o propósito do Criador, Adão precisava sentir sua própria incompletude e sua necessidade de companhia – em outras palavras, que não era bom que ele permanecesse só. CBASD, vol. 1, p. 209.

20 Não se achava uma auxiliadora que lhe fosse idônea. O estudo que Adão fez da criação animal lhe proporcionou considerável conhecimento, mas não satisfez seu anseio pela companhia de outro ser que fosse igual a ele. Este fato indica a participação igual que a mulher devia desfrutar com o homem. CBASD, vol. 1, p. 209.

22 Transformou-a numa mulher. A costela de Adão constituiu o material básico do qual sua companheira foi “construída”. A mulher foi formada para ter uma unidade inseparável e um companheirismo por toda a vida com o homem, e o modo de sua criação devia lançar o alicerce para a ordenança moral do matrimônio. … O matrimônio é um tipo [símbolo] do companheirismo de amor e vida que existe entre o Senhor e Sua igreja (Ef 5:31, 32). CBASD, vol. 1, p. 210.

E lha trouxe. O próprio Deus solenizou o primeiro casamento. Após criar a mulher, Ele a levou até Adão, que, àquela altura, já devia ter despertado de seu profundo sono. Como Adão era o “filho de Deus”(Lc 3:38), assim Eva podia ser, com propriedade, chamada de a filha de Deus; e como seu Pai, Deus a levou a Adão e a apresentou a ele. CBASD, vol. 1, p. 210.

23 Esta, afinal, é osso dos meus ossos. Adão, reconhecendo nela a companheira desejada, recebeu-a alegremente como noiva e expressou sua alegria numa exclamação poética. As palavras “esta, afinal” refletem sua agradável surpresa quando viu na mulher a realização do desejo de seu coração. O fato de ele ter repetido três vezes o pronome “esta”(no hebraico), aponta vividamente para aquela sobre quem, com feliz assombro, seus olhos então repousam com a intensa emoção do primeiro amor. … Ele a devia amar daí em diante como a seu próprio corpo, pois, amando-a, estaria amando a si mesmo. O apóstolo Paulo enfatiza essa verdade (Ef 5:28). CBASD, vol. 1, p. 210.

Essa frase e a história da criação de Eva são o ponto que faz com que o casamento seja a mais íntima das relações humanas. Também é importante observar que Deus cria apenas uma Eva para Adão, não várias Evas nem outro Adão. Isso aponta para a monogamia heterossexual como padrão divino para o casamento, que Deus estabeleceu na criação. Bíblia de Estudo SBB NAA.

Chamar-se-á varoa. O nome que Adão deu a sua recém-criada companheira refletia o modo como Deus a criara. A palavra heb. ’ishah, “mulher”, é formada pela palavra ’ish,“homem”, com a terminação feminina. A palavra inglesa “woman” (do anglo saxão wife-man) está relacionada à palavra “man”da mesma forma. O mesmo ocorre em várias línguas. CBASD, vol. 1, p. 210.

A associação íntima entre “homem” (‘ish) e “mulher” (‘ishah) é expressa por meio da semelhança de sons das palavras hebraicas. O casamento cria uma unidade de existência humana completamente nova. Bíblia de Estudo Andrews.

24 Deixa o homem pai e mãetornando-se os dois uma só carne. Estas palavras expressam a mais profunda unidade física e espiritual de um homem e de uma mulher, e exaltam a monogamia diante do mundo como a forma de casamento ordenada por Deus. Gênesis 2:24 não recomenda um abandono do dever filial e do respeito para com o pai e a mãe, mas se refere primariamente ao fato de que a esposa de um homem deve estar em primeiro lugar em suas afeições e de que seu primeiro dever é com ela. Seu amor a ela deve exceder, mas certamente não substituir, o apropriado amor aos pais. CBASD, vol. 1, p. 210.

Tornando-se uma só carne. A unidade entre marido e mulher é expressa em palavras inequívocas, pois existe entre ambos uma unidade de corpos, uma comunidade de interesses e uma reciprocidade de afeições. É significativo o fato de que Cristo usa exatamente esta passagem em Sua forte condenação ao divórcio (Mt 19:5). CBASD, vol. 1, p. 210,211.

se une. Enfatiza a unidade íntima e vai além da união sexual. O termo é utilizado no contexto da aliança (Dt 10:20; Js 23:8, 12) e denota lealdade absoluta. Bíblia de Estudo Andrews.

25 Estavam nus. Adão e Eva não tinham necessidade nenhuma de roupas materiais, pois ao seu redor o Criador havia colocado um manto de luz, um manto simbólico de Seu próprio caráter justo, que era perfeitamente refletido neles. Quando a imagem moral do Criador novamente se refletir em Seus filhos e filhas terrenos, Ele voltará para reclamá-los como Seus (ver Ap 7:9; 19:8; PJ, 69, 310). Esse manto branco de inocência é a veste com a qual os salvos da Terra estarão trajados quando adentrarem os portões do paraíso. CBASD, vol. 1, p. 211.

Estavam nus e não se envergonhavam. Esta descrição final nos vs. 18-25 oferece uma imagem de prazer inocente e antecipa os futuros desdobramentos da história. O tema da nudez do casal é tratado em 3.7-11, e um jogo com sons semelhantes das palavras “nus” (hebr. arummin) e “astuta” (3.1, hebr. arum) liga o término deste capítulo ao próximo. Bíblia de Estudo SBB NAA.



GÊNESIS 1 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
17 de abril de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 1 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 1 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS – sintético

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

GÊNESIS 1 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS – expandido

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÊNESIS 1 by Luís Uehara
17 de abril de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/1

Gênesis 1 dá o tom para toda a Bíblia. Estabelece o fato de que Deus é o Criador dos céus e da terra. No primeiro capítulo da Bíblia, Deus é revelado como Criador trinta e uma vezes. Há três expressões significativas a serem observadas em Gênesis 1. Elas são “Deus disse”, “Deus criou” e “Deus viu que era bom”. Essas expressões estão cheias de significado para nossas vidas hoje.

Quando Deus fala, Ele cria. O que Deus diz é feito da maneira como Ele ordenou, mesmo que nunca tenha sido assim antes, porque quando Deus diz, torna-se assim. A palavra de Deus é realidade e o resultado de aceitar o que Deus diz é “bom”. A Palavra de Deus é uma Palavra viva e criativa. Quando cremos no que Deus disse por causa de nossa confiança naquele que o disse, a Palavra viva e criativa transforma nossas vidas. Todo o poder criativo que trouxe os mundos à existência está na Palavra de Deus. De que maneiras a Bíblia falou ao seu coração? Convido você a compartilhar com outros, nos comentários deste blog, algo que você aprendeu com a Palavra de Deus e que lhe fez muito bem.

Mark Finley
Evangelista aposentado
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara



GÊNESIS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS – texto resumido by Jeferson Quimelli
17 de abril de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

1160 palavras

1 Este versículo é a base teológica de Gênesis e, por extensão, das Escrituras. Deus (em contraste com o ateísmo) criou sozinho (em contraste com o politeísmo) e exerce domínio sobre a criação (em contraste com o panteísmo). Os leitores são lembrados que a matéria teve um início (em oposição ao materialismo) e que a realidade suprema é Deus (não a humanidade). Bíblia de Estudo Andrews.

No princípio. O título hebraico do livro provém de suas primeiras palavras (bereshith – “no princípio”). Por todo o livro, nota-se que o propósito do livro é tratar de “princípios”. Nenhuma razão existe para que se estabeleça uma data para a criação do mundo ou do universo com base neste versículo. Bíblia Shedd.

2 Sem forma e vazia. Mais precisamente, “desolada e vazia”, tohu wabohu. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 189.

O Espírito de Deus pairava. “Espírito”, ruah. Em harmonia com o uso bíblico, o Espírito de Deus é o Espírito Santo, a terceira pessoa da Divindade. Desse ponto em diante, ao longo de toda a Escritura, o Espírito de Deus tem o papel de agente divino em todos os atos criadores, quer na Terra, na natureza, na igreja, na nova vida ou no novo homem. CBASD, vol. 1, p. 189.

5 Houve tarde a manhã, o primeiro dia. […] o primeiro dia da criação, indicado pela expressão hebraica “foi tarde, foi manhã, dia um”, consistiu de um dia de 24 horas. CBASD, vol. 1, p. 190- 192.

6 Firmamento. As “águas sobre o firmamento”(v. 7) geralmente são consideradas pelos comentaristas como sendo vapor d’água. As condições da Terra originalmente perfeita eram diferentes das de hoje. CBASD, vol. 1, p. 192.

12 A terra, pois, produziu. A vegetação do terceiro dia brotou do solo. Isso não significa que o poder para produzir plantas vivas estava no solo. A ideia de geração espontânea é tão alheia às Escrituras como o é à ciência. CBASD, vol. 1, p. 192.

14 Haja luzeiros […] Sejam eles para sinais. Isto é, marcarão o ano para o serviço de Deus (Lv 23.4) e o bem do homem. Bíblia Shedd.

Alguns têm pensado, equivocadamente, que os corpos celestes têm também o propósito de determinar o destino individual das pessoas. Astrólogos têm recorrido ao v. 14 para justificar sua prática. Contudo, a Bíblia condena tão vigorosamente [ver Jr 10:2; Is 47:13, 14] qualquer forma de adivinhação e leitura da sorte, que deve ser enfaticamente rechaçada a ideia de que Deus designou o sol a lua e as estrelas para servirem de guia aos astrólogos na predição do destino e dos negócios humanos. CBASD, vol. 1, p. 193.

20 Seres viventes. O original desta frase, nefesh hayyah, faz uma clara distinção entre os animais e a vegetação criada dois dias antes. CBASD, vol. 1, p. 194.

21, 22 Criou … multiplicai-vos. O poder de Deus demonstrado na criação de toda criatura do nada (ex nihilo), continua em forma derivada na procriação autônoma de suas criaturas. A fertilidade não é divina, como muitas religiões dos tempos do AT entenderam, mas é uma graciosa extensão do poder de Deus a suas criaturas. Bíblia Shedd.

25 Segundo a sua espécie. Estas palavras inspiradas contradizem a teoria da evolução, a qual declara que as formas mais elevadas de vida se desenvolveram das inferiores, e sugere ainda ser possível produzir matéria viva a partir da terra inanimada. Ao passo que estudos científicos confirmam a declaração bíblica de que todos os organismos vivos são feitos da terra, pois não contém nenhum elemento além dos que a terra possui, os cientistas nunca conseguiram produzir, a partir da matéria inanimada, uma única célula capaz de viver e reproduzir sua espécie. CBASD, vol. 1, p. 196.

Deus viu que a sua obra era boa. Às vezes, as pessoas se sentem culpadas por se divertirem ou por se sentirem bem com uma realização. Isso não precisa ser assim. Assim como Deus se sentiu bem com a sua obra, nós podemos ficar satisfeitos com a nossa. No entanto, não deveríamos nos sentir bem com a nossa obra se Deus não estiver bem com ela. O que você está fazendo que agrada tanto a você quanto a Deus? Life Application Study Bible Kingsway. 

26 Façamos o homem [ser humano]. A terceira pessoa do plural era quase unanimemente considerada pelos teólogos da igreja primitiva como um indicador das três pessoas da Divindade. … A palavra “homem” [ser humano], no hebraico, é ‘adam, o próprio vocábulo que Deus empregou ao dar nome ao pai da raça humana (Gn 5:2). CBASD, vol. 1, p. 197.

À nossa imagem. “O homem deveria ter a imagem de Deus, tanto na aparência exterior como no caráter”(PP, 45). Essa imagem era especialmente evidente em termos de sua natureza espiritual. Ele se tornou uma “alma vivente”, ou seja, um ser vivo dotado de livre-arbítrio, uma personalidade autoconsciente. Essa natureza refletia a santidade divina do Criador até que o pecado empalideceu tal semelhança. É somente através de Cristo, o resplendor da glória de Deus e a “expressão exata do Seu ser”(Hb 1:3), que a natureza humana é novamente transformada à imagem de Deus (Cl 3:10; Ef 4:24). CBASD, vol. 1, p. 197.

Homem e mulher. Um novo elemento é introduzido na informação dada sobre a criação do homem ao se mencionar a diferença de sexos. As duas palavras, “homem”e “mulher”, são traduções de adjetivos hebraicos [‘ish e ‘ishah] que indicam os dois sexos. CBASD, vol. 1, p. 198.

A sexualidade faz parte do plano divino e seria o veículo para a concretização da bênção expressa no v. 28. Além disso, nem homem nem mulher sozinhos correspondem à imagem de Deus, mas juntos formam a humanidade completa. Bíblia de Estudo Andrews.

Deus criou o homem e a mulher à sua imagem. Nem o homem nem a mulher são feitos mais à imagem de Deus do que o outro. Desde o princípio, a Bíblia coloca tanto o homem quanto a mulher no ápice da criação de Deus. Nenhum dos sexos é exaltado, nem menosprezado. Life Application Study Bible Kingsway. 

29 Todas as ervas. Não era a vontade de Deus que o homem matasse animais para alimento, ou que os animais devessem ser predadores uns dos outros. Consequentemente, a destruição violenta e muitas vezes dolorosa da vida por parte do ser humano e dos animais é resultado da entrada do pecado no mundo. […] O fato de nenhum animal de qualquer tipo comer carne, no princípio, pode ser inferido dos anúncios proféticos de Isaías 11:6-9 e 65:25 sobre as condições da nova terra, onde a cessação do pecado e a completa transformação do mundo no reino de Deus serão acompanhadas pelo fim da matança de qualquer das criaturas de Deus. CBASD, vol. 1, p. 199.

29, 30 Eis que vos tenho dado todas as ervas […] para mantimento. Deus é apresentado como um provedor beneficente que cuida das necessidades alimentares de seres humanos e animais. Somente depois do dilúvio a carne passou a fazer parte da dieta humana (Gn 9:3) e, mesmo então, com restrições (Lv 11; Dt 14). Bíblia de Estudo Andrews.

Esta avaliação [“era muito bom”] não reflete apenas o sexto dia, mas “toda” a criação, inclusive a matéria. Portanto, a sugestão de que a matéria é má e o espírito é bom cria uma falsa dicotomia. Bíblia de Estudo Andrews.