Reavivados por Sua Palavra


I PEDRO 4 – Comentário Pastor Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
13 de março de 2025, 0:40
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I PEDRO 4 – “A experiência pessoal de Pedro e seu relacionamento com o Senhor o qualificaram para ministrar aos cristãos que enfrentavam sofrimento por causa da fé. Pedro fracassou de maneira trágica em seu primeiro embate com o sofrimento (Mt 26:69-75), mas demonstrou arrependimento genuíno e se tornou um ousado pregador diante da oposição e perseguição (At 4:1-20; 5:17-32; 12:1-17)”, relembra a Bíblia Andrews.

A missão cristã está presente nesta preciosa carta de Pedro de diversas formas, especialmente no chamado dos crentes para viverem como estrangeiros neste mundo, testemunhando a graça de Deus em meio às provações.

• Os cristãos foram eleitos por Deus para uma vida santa e missionária, mesmo diante do sofrimento.

I Pedro revela que cristãos foram regenerados para uma viva esperança (1:3) e chamados à santidade (1:15-15), vivendo de maneira irrepreensível para influenciar pessoas. Os cristãos são “raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus” para proclamar a libertação providenciada por Cristo (2:9) – Deus nos salva para que anunciemos a salvação. Os cristãos precisam manter um bom testemunho entre os descrentes (2:12), para que, ao verem suas boas obras, glorifiquem a Deus – a missão não meramente verbal, mas também vivencial (3:1-2). Também precisam estar preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que perguntar sobre sua fé (3:15). O sofrimento injusto é apresentado como uma oportunidade para testemunho (3:17). Assim como Cristo sofreu para trazer salvação (3:18), os cristãos devem estar dispostos a sofrer para que outros conheçam a verdade.

• A responsabilidade missionária é individual, mesmo em contextos hostis.

Em I Pedro 4, os crentes são exortados a viverem para a vontade de Deus, não para os desejos humanos (vs. 1-3). O texto reforça que o estilo de vida cristão causará estranhamento e até oposição do mundo (v. 4-9) – porém, isso faz parte da missão!

Pedro destaca que cada um de nós deve usar seus dons espirituais para servir aos outros, administrando a graça de Deus (I Pedro 4:10). Depois explica que o sofrimento por causa de Cristo não deve ser motivo de vergonha, mas de glória, pois representa participação na missão do próprio Senhor (4:11-19).

• Aprendamos que, o sofrimento não interrompe a missão; ele a confirma, pois seguimos os passos de Cristo para glorificar a Deus!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



I PEDRO 3 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
12 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: I PEDRO 3 – Primeiro leia a Bíblia

I PEDRO 3 – BLOG MUNDIAL

I PEDRO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



I PEDRO 3 by Luís Uehara
12 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1pe/3

Continuando as suas recomendações práticas, Pedro aconselha maridos e esposas a que sejam respeitosos e amorosos, considerando-se mutuamente como herdeiros “do dom da graça da vida” (v. 7 NVI). Ele lembra as mulheres que o que as torna mais atraentes é ter uma conduta semelhante à de Cristo, ao invés de adornos externos para chamar a atenção. Pedro lembra também que Deus não abençoará o marido tirânico, egoísta e dominador para com sua esposa.

Pedro se dirige aos cristãos em geral, exortando-os para que sejam unidos em espírito. O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia sugere que o termo traduzido por “unidade” no verso 8 não significa uniformidade. Pedro reconhece que diferenças de opinião podem surgir e exorta os crentes a amarem uns aos outros, mostrando cortesia e compaixão, ao invés de se envolverem em brigas e xingamentos.

Alguns têm sido incomodados pelos versos 18-20, supondo que Jesus ou Noé pudessem ter pregado o evangelho para as pessoas no inferno. Na realidade, o que a passagem quer dizer é que Cristo pregou através do Espírito Santo (v. 19) para as pessoas que vivem na prisão do pecado (Sl 142:7).

Um dos maiores desafios deixados por Pedro para nós, como seguidores de Jesus, ocorre no verso 15, onde ele nos exorta: “Estejam sempre preparados para responder a qualquer pessoa que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês”. É impossível cumprir esta advertência sem um estudo cuidadoso das Escrituras, em espírito de oração, para que entendamos a vontade de Deus ou sem a unção do Espírito para nos conceder sabedoria e tato.

Pr. Cindy Tusch
Diretora Associada Aposentada
Patrimônio Ellen G. White, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1pe/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



I Pedro 3 – Comentários Selecionados – OS ESPÍRITOS EM PRISÃO EM I PEDRO 3:19 by Jeferson Quimelli
12 de março de 2025, 0:50
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1364 palavras

Dedicamo-nos, por sua importância, a estudar especificamente o verso 19. O que Pedro quis dizer com os “espíritos em prisão” aos quais Jesus teria pregado?

Ele [Cristo] foi morto no corpo, mas vivificado pelo Espírito, 19 no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão 20 que há muito tempo desobedeceram, quando Deus esperava pacientemente nos dias de Noé, enquanto a arca era construída” I Pedro 3:18a-20 (NVI).

“Por meio de Noé, o Espírito Santo, que ressuscitou a Cristo, pregou aos antediluvianos que estavam presos pelas cadeias do pecado.” Paráfrase do prof. Leandro Quadros, “Na Mira da Verdade” (Casa), vol. 2, p. 52.

“Alguns defendem que a epístola (1Pe 3:18-20; 4:6) apoia a doutrina da imortalidade da alma e da consciência após a morte e que, durante o intervalo entre a crucifixão e a ressurreição, Cristo desceu ao hades, o reino figurado dos mortos (ver com. de Mt 11:23), para pregar aos espíritos desencarnados definhando ali. Todavia, a lógica desse ponto de vista requer que os “espíritos” aqui mencionados estivessem em um tipo de purgatório quando Cristo pregou para eles e que o propósito da pregação fosse lhes dar uma chance de ser salvos e escapar dali. No entanto, a maioria dos protestantes que creem que Pedro ensina a consciência do ser humano após a morte ficaria horrorizada em aceitar a doutrina papal do purgatório e o conceito igualmente antibíblico de uma segunda chance. Quem defende que Pedro apoia aqui a crença na suposta imortalidade da alma também precisa explicar por que Cristo seria parcial em não dar aos pecadores de outras gerações a mesma oportunidade dada aos “espíritos” dos pecadores da época de Noé” CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 629.

pregou. Cristo falou pelo Seu Espírito através de Noé, proclamando a mensagem da salvação. Esta passagem não pode ser usada para ensinar que no período entre Sua crucifixão e Sua ressurreição Cristo foi e pregou às almas imortais do povo do tempo de Noé. Adicionalmente ao fato de que a Bíblia não provê apoio ao conceito de que a alma é imortal, em sua segunda epístola Pedro exclui a possibilidade que o povo do tempo de Noé tivesse uma segunda chance e pudessem ainda ser salvos …  Andrews Study Bible.

espíritos. A palavra utilizada para espírito frequentemente se refere a seres humanos (e.g., 1Co 14:32; Heb 12:23; 1Jo 4:1). Os espíritos (pessoas) do tempo de Noé eram cativos na prisão do pecado. De acordo com a Escritura, somente oito pessoas escaparam dela (1Pe 3:20). Andrews Study Bible.

prisão. O fato de somente oito pessoas terem escapado do dilúvio (Gn 6:5-13; 1Pe 3:20) evidencia que os antediluvianos estavam firmemente presos ao pecado. Ninguém, além de Cristo, é capaz de libertar os seres humanos dos hábitos e desejos maus que Satanás usa para acorrentá-los. CBASD, vol. 7, p. 630.

O Dr J. Rawson Lumby, comentando I Pedro 3:17-22 em The Expositor’s Bible, observa que, durante os primeiros séculos, período em que a religião católica, com sua crença no purgatório, era dominante, a passagem foi interpretada significando que Cristo foi pregar a almas no inferno. “Mas no tempo da Reforma, as principais autoridades expunham a pregação do Espírito de Cristo através do ministério do patriarca [Noé]”. O Dr. John Pearson, em sua Exposition of the Creed, uma obra clássica da Igreja Anglicana, observa: “É certo, portanto, que Cristo pregou àquelas pessoas que nos dias de Noé foram desobedientes; todo aquele tempo ‘a longanimidade de Deus aguardava’ e, consequentemente, o arrependimento era oferecido. E é tão certo que Ele nunca lhes pregou depois que elas morreram”. Respostas a Objeções (Casa), p. 314.

Jesus “pregou aos espíritos” dos mortos? Com base em 1Pedro 3:19, muitos cristãos creem que, durante Sua morte, Cristo desceu até o inferno e pregou aos “espíritos em prisão”. … Ao ler 1 Pedro 3:19, deveríamos fazer pelo menos as seguintes perguntas ao texto:
1º Quem pregou?
2º Que “espíritos” são esses?
3º Que “prisão” é essa mencionada por Pedro?
4º Existe oportunidade de salvação depois da morte? … Vamos ver as respostas que a Bíblia nos disponibiliza:

1ª resposta: Quem pregou não foi Jesus, e sim o Espírito Santo. No final do verso 18 é dito que Cristo foi vivificado pelo Espírito” e, por isso a NVI está corretíssima em traduzir o termo “Espírito” com letra maiúscula no referido versículo. Isso está em desarmonia com o que Jesus disse em João 16:8, quando declarou aos discípulos que é a Terceira Pessoa da Divindade a função de convencer o mundo “do pecado, da justiça e do juízo”.
Tendo isso em mente, não fica difícil entendermos a primeira parte do verso 19 que diz: “no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão”. “No qual” se refere ao “Espírito” do verso 18 e, por isso, se alguém tivesse “descido ao inferno” para “pregar aos espíritos que lá estavam”, esse alguém foi o Espírito Santo, o “Espírito” que “vivificou” a Cristo, ressuscitando-O dos mortos (Rm 8:11).

2ª resposta: Os “espíritos em prisão” não são espíritos de pessoas mortas, mas pessoas que estavam vivas quando a Palavra de Deus foi pregada a elas. Isso fica evidente quando lemos o verso 20, que descreve esses “espíritos” como sendo aqueles que “desobedeceram, quando Deus esperava pacientemente, nos dias de Noé […].” Essas pessoas que desobedeceram a Deus no tempo de Noé foram os antediluvianos, pessoas reais e não espíritos desencarnados.
Através de 1Pedro 3:19, 20 é possível ver que em alguns casos os autores bíblicos usam a palavra “espírito” para se referir a pessoas vivas. Leia, por exemplo, 1João 4:1, onde os falsos profetas (vivos, nos dias de João) são chamados de “espíritos”. Já, Hebreus 12:22, 23 usa a mesma palavra para descrever os justos a quem a carta de Hebreus foi escrita. …

3ª resposta: A “prisão” na qual se encontravam os antediluvianos é a prisão do pecado. O termo é usado simbolicamente e não se refere a um lugar literal onde os mortos podem, em meio às chamas, parar para ouvir a Palavra de Deus enquanto agonizam no “fogo do inferno”. Provérbio 5:22 nos responde a esta terceira pergunta de modo satisfatório, como podemos ler a seguir: “Quanto ao perverso, as suas iniquidades o prenderão, e com cordas do seu pecado será detido” (ARA).
O apóstolo Pedro nos informa que Noé foi o “pregador da justiça que levou o aviso divino ao “mundo antigo” (2Pe 2:5) de que deveriam se arrepender dos seus pecados antes que viessem as águas do dilúvio (Cf. toda a história em Gn 6-9). Porém, os antediluvianos estavam tão presos pelas cordas dos próprios pecados que não quiseram atender aos apelos do Espírito Santo feitos por meio de Noé.

4ª resposta: O próprio apóstolo Pedro, em sua segunda carta, ensina que os antediluvianos e habitantes de Sodoma e Gomorra não receberam uma segunda chance de salvação depois de estarem mortos (leia 2Pe 2:5, 6). E não poderia ser diferente, pois nosso destino eterno é decidido nesta vida: “Ao contrário, encorajem-se uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama ‘hoje’, de modo que nenhum de vocês seja endurecido pelo pecado” (Hb 3:13). Pelo fato de o pecado endurecer a pessoa, a Bíblia recomenda que o pecador aceite a Jesus hoje, pois amanhã poderá ser tarde demais (2Co 6:2). … Com base nessas informações, ao lermos 1Pedro 3:19 juntamente com os versos 18 e 20 e outros textos paralelos, podemos, sem medo de errar, traduzir o texto como se segue:

“Por meio de Noé, o Espírito Santo, que ressuscitou a Cristo, pregou aos antediluvianos que estavam presos pelas cadeias do pecado.”

Pedro escreveu a cristão que estavam sendo injustamente insultados pelos pagãos por causa de suas crenças (1Pe 2:12; 3:9; 16; 4:14) e pede que seus leitores vejam um contraste entre o mundo mau dos dias de Noé e o mundo em que eles viviam, para encorajá-los a perseverar em seguir a Deus, mesmo sendo a minoria, assim como Noé fazia parte da minoria.

E, do mesmo modo que Cristo sofreu pelos pecados da humanidade (1Pe 3:18), os crentes foram convidados a sofrer por fazer o bem (1Pe 3:17), certos de que receberão a recompensa do Senhor (cf. Mt 5:11, 12). Afinal, todas as autoridades, sejam humanas ou angélicas, estão sujeitas ao Salvador que saiu vitorioso da sepultura e voltou ao Céu para assumir o governo do Universo. … O assunto abordado pelo apóstolo nada tem a ver com “vida após a morte”, e sim com fidelidade e perseverança cristã em meio aos insultos dos descrentes. Prof. Leandro Quadros, Na Mira da Verdade, vol. 2 (Casa), p. 50-52.



1PEDRO 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de março de 2025, 0:45
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Os conselhos matrimoniais contidos neste capítulo não definem um casamento perfeito, mas incidem luz sobre os cônjuges dispostos a viver as orientações deixadas por Deus. Em uma igreja em ascensão, era comum que muitas mulheres aceitassem a mensagem do evangelho quando já casadas. E diante do desafio de permanecer firmes na fé, Pedro as exortou não a encher os ouvidos de seus maridos incrédulos com discursos religiosos, mas a conquistá-los “por meio do procedimento” (v.1). Um “honesto comportamento cheio de temor” (v.2) era, e continua sendo, o melhor método evangelístico, principalmente dentro de casa.

Uma mulher temente a Deus, trajada “de um espírito manso e tranquilo” (v.4) não significa, contudo, uma mulher desleixada, mas cuja beleza interior reflete no exterior. Seu foco não está em exibir o que é corruptível, mas em respeitar seu marido e esperar em Deus (v.5). Sara é citada como exemplo de submissão e de esposa idônea. “Pela fé”, ela “recebeu poder para ser mãe, não obstante o avançado de sua idade, pois teve por fiel Aquele que lhe havia feito a promessa” (Hb.11:11). Sua confiança foi honrada, assim como o Senhor tem honrado toda mulher que nEle confia. Também o marido, herdeiro “da mesma graça de vida” (v.7), deve desempenhar sua função levando em consideração os sentimentos de sua esposa, tratando-a com dignidade, para que suas orações não sejam interrompidas (v.7).

Do relacionamento conjugal, Pedro avançou para o relacionamento fraternal. Como filhos e filhas de Deus, fomos chamados para abençoar, ainda que tenhamos de “sofrer por causa da justiça” (v.14). Viver em paz com os outros não significa ser conivente com suas más ações, e sim praticar “o que é bom” (v.11), mesmo que o retorno não seja positivo. “Porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal” (v.17). Noé e sua família tiveram de suportar as mais cruéis perseguições e zombarias, mas permaneceram firmes no propósito de fazer a vontade do Senhor. Através do idoso pregador, Jesus “pregou aos espíritos em prisão” (v.19), ou seja, aos antediluvianos presos nas trevas do pecado. Estiveram frente a frente com a verdade que liberta (Jo.8:32), enquanto “a longanimidade de Deus aguardava” (v.20). Escolheram, porém, recusar o último chamado de Deus e “poucos, a saber, oito pessoas, foram salvos, através da água” (v.20).

Amados, “ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois” (v.14). Simplesmente segui a prática do bem e a paciência, “santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós […] com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo” (v.15-16). Confiem que, da mesma forma que o Senhor Se manifestou em defesa de Moisés: “como, pois, não temestes falar contra o Meu servo, contra Moisés?” (Nm.12:8), assim Ele Se levantará para fazer justiça aos Seus servos atuais.

Portanto, não paguem o “mal por mal ou injúria por injúria, antes, pelo contrário”, bendizei os que vos amaldiçoam, “pois para isto mesmo fostes chamados, a fim de receberdes bênção por herança” (v.9).

Nosso Pai amado, bendito seja o Senhor, que por Sua Palavra nos fala, nos exorta, nos repreende e nos instrui na justiça! Ajuda-nos, mediante o agir do Espírito Santo, a sermos homens e mulheres tementes a Ti e que bem Te representem. Abençoa os casamentos do Teu povo! Abençoa os relacionamentos da Tua igreja! E abençoa os que nos maldizem, pois assim o Senhor nos orienta a fazer! Esvazia o nosso coração do nosso eu, e enche-o do Teu amor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, praticantes do bem!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#1Pedro3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I PEDRO 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de março de 2025, 0:40
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I PEDRO 3 – No capítulo anterior, o apóstolo ensinou que o cristão deve abandonar atitudes pecaminosas como maldade, falsidade, hipocrisia, inveja e maledicências – fofocas, difamações, calúnias, etc.

Além de ter tratado da vida cristã como contínuo amadurecimento espiritual, também abordou a identidade cristã – que deve ser refletida num comportamento distinto da sociedade secular/pagã. Isso inclui orar a todos, amar os irmãos na fé, temer a Deus e respeitar os governantes.

Dando continuidade à identidade cristã, I Pedro 3 inicia revelando que a esposa deve ser submissa ao marido, especialmente se este for descrente, para ganhá-lo sem palavras, apenas pelo comportamento diferenciado.

• Para tanto, a mulher cristã deve entender que o verdadeiro adorno não deve ser o exterior do corpo, mas o interior – com um espírito manso e tranquilo.

Em I Pedro 3:7, o apóstolo orienta diretamente aos maridos cristãos, destacando a importância de um relacionamento conjugal fundamentado no respeito e na compreensão. Numa sociedade que frequentemente desvaloriza a mulher, Pedro salienta que, no matrimônio cristão, a esposa deve ser tratada com honra – com alta consideração.

• Isso é tão sério que o mau tratamento à esposa afeta a comunhão do marido com Deus!

I Pedro 3:1-7 mostra que o relacionamento conjugal tem impacto direto na vida espiritual, pois um matrimônio pautado em desrespeito torna-se obstáculo na comunhão com Deus.

No restante do capítulo, Pedro volta a tratar do sofrimento do cristão. Aqui, o sofrimento por fazer o bem é tratado como uma oportunidade de testemunho, destacando que aqueles que sofrem por causa da justiça são bem-aventurados e devem responder com mansidão e temor, confiando na vitória final de Cristo.

Em sua carta, Pedro apresentou o sofrimento como uma experiência inevitável para os cristãos, mas que possui um propósito redentor. Por isso, ele encoraja os cristãos a verem suas provações como meio de purificação da fé – comparando-as ao ouro refinado no fogo – e, ressalta a esperança viva na herança incorruptível em Cristo (capítulo 1). No capítulo 2, Pedro reforça a ideia de suportar as injustiças com paciência, apontando para o exemplo de Cristo, que sofreu sem revidar, confiando plenamente em Deus.

• Assim, “Pedro enfatiza os sofrimentos e a exaltação de Jesus como exemplo para nós (2:21-25; 3:18-22)” (Bíblia Andrews).

Portanto, reavivemo-nos mesmo em meio ao sofrimento! – Heber Toth Armí.



I PEDRO 2 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
11 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: I PEDRO 2 – Primeiro leia a Bíblia

I PEDRO 2 – BLOG MUNDIAL

I PEDRO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I PEDRO 2 by Luís Uehara
11 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1pe/2

“Respeite a todos.” Minha leitura deste texto é moldada pela lembrança que tenho de ouvir o teólogo Miroslav Volf falar sobre essa frase bíblica em uma conferência alguns anos atrás. Foi um daqueles momentos em que um trecho da Bíblia que, de outra forma, seria facilmente passado por alto ganhou vida com as implicações transformadoras de uma ordem aparentemente simples.

Imagine como nosso mundo, nossas igrejas e nossas comunidades poderiam ser diferentes se levássemos a sério essa ordem divina! Como isso poderia transformar as interações com outras pessoas? Como nossos relacionamentos podem ser afetados? Como novos relacionamentos podem ser criados? Como nosso evangelismo e testemunho podem ser moldados por adotarmos a prática do respeito?

O fato de estarmos alicerçados em Jesus – “a pedra que os construtores rejeitaram” – nos possibilita aceitarmos de bom grado a recomendação: “Tratem todos com respeito e amem seus irmãos em Cristo.” (1 Pedro 2:17 NVT).

Significa que procuramos incentivar todas as pessoas no bom trabalho que fazem.

Significa que procuramos incluir o maior número possível de pessoas na comunidade, missão e ministério da igreja.

Significa que podemos dar o nosso melhor, ao trabalharmos juntos para amar os outros e compartilhar a esperança que temos.

Significa que nossa primeira atitude como cristãos é servir uns aos outros e a todos do nosso mundo.

Nathan Brown
Escritor e editor, Signs Publishing Company, Melbourne, Austrália

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1pe/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



I PEDRO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de março de 2025, 0:50
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423 palavras

Leite. Isto é, os princípios elementares, fundamentais do evangelho (ver com. de Hb 6:1, 2). CBASD, vol. 7, p. 611.

Rejeitada. As pessoas olharam para Cristo e O examinaram. Entretanto, entenderam que Lhe faltavam as qualidades desejadas no Messias, por isso O rejeitaram como salvador. A nação judaica fez essa escolha e vários indivíduos de muitas nações fizeram o mesmo desde então (cf. At 4:11). CBASD, vol. 7, p. 611.

Pedras que vivem. O apóstolo aplica aos crentes o mesmo termo que usou para se referir a Cristo (v. 4). Cada cristão é uma pedra viva por causa da união com o Cristo vivo. Sem conexão vital com Jesus Cristo ninguém pode ter via santa (ver com. de Jo 6:51, 57; 15:1-6) nem expectativa de vida eterna (ver com. de Jo 14:19). CBASD, vol. 7, p. 612.

Sacerdócio santo. Pedro se refere ao fato de todos os cristãos desfrutarem liberdade de acesso a Deus em virtude da obra de mediação realizada por Cristo e, por isso, não necessitam de mediador humano (ver com. Hb 4:16). O sacerdócio se caracteriza  não só pelo acesso direto a Deus, mas também pela santidade, separação do mundo, por privilégios e obrigações especiais. Os remidos serão  “sacerdotes de Deus e de Cristo” durante o milênio (ver com. de Ap 20:6). CBASD, vol. 7, p. 612.

Sacrifícios espirituais. Isto é, sacrifícios caracterizados por um espírito de amor e devoção a Deus, em contraste com os sacrifícios animais do sistema ritual que havia passado a significar pouco mais do que a conformidade com a forma. Somente aquele que adoram ao Senhor “em espírito e em verdade”(João 4;23, 24) podem oferecer sacrifícios “agradáveis a Deus”. Os motivos e as atitudes são a prova da sinceridade (ver com. de Mt 20:15; comparar com os sacrifícios de Caim e Abel, ver com. de Gn 4:4, 5). CBASD, vol. 7, p. 612.

Agradáveis a Deus. O sacrifício vivo de uma vida dedicada sempre é “agradável a Deus”(ver com. de Sl 51:16, 17; Rm 12:1). CBASD, vol. 7, p. 612.

Sacerdócio real. No papel de sacerdotes, os cristãos devem oferecer a Deus “sacrifícios espirituais” (1Pe 2:5); também devem se apresentar como sacrifícios vivos (ver com. de Rm 12:1), um corpo de crentes consagrados ao Senhor. Eles não necessitam de sacerdote humano como mediador diante de Deus, pois só há um mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo (ver com. de Hb 7:17; 7:24-28; cf. Hb 4:16). CBASD, vol. 7, p. 614.

25 Pastor. Este termo sugere o cuidado e a proteção de Cristo por Suas ovelhas (ver com. de Jo 10:11). Nos muros das catacumbas, trabalhos artísticos dos primeiros cristãos retratam Jesus como pastor. CBASD, vol. 7, p. 620.

Bispo. Do gr. episkopos, “supervisor”, “superintendente”, “guardião”(ver vol. 6, p. 12, 25; ver com. de At 20:28). CBASD, vol. 7, p. 620.



1PEDRO 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de março de 2025, 0:45
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Antes do início de qualquer construção, é realizada uma fase de limpeza. O solo precisa ser preparado e estar livre de toda sujeira que possa atrapalhar. Só então estará pronto para receber o alicerce que irá sustentar toda a edificação. Assim é em nossa vida espiritual, amados. Quando nos despojamos “de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências” (v.1), preparamos o solo do nosso coração para ser edificado em Cristo Jesus como casa espiritual, a fim de sermos Seu sacerdócio santo (v.5). Foi quando os discípulos resolveram suas divergências e uniram-se em oração, que tornaram-se aptos para receber o poder do Espírito Santo e serem testemunhas de Jesus. Onde há contendas e invejas, difamações e ruins suspeitas, não há “crescimento para salvação” (v.2), nem tampouco o poder do Espírito.

Fomos chamados, como “povo de Deus” (v.10), para proclamarmos “as virtudes” de Cristo (v.9). “Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma, mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios” (v.11-12). O mundo precisa de servos e servas de Deus como Daniel, que quando observado pelos inimigos, não pôde ser acusado, “porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa” (Dn.6:4). “Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos” (v.15). Pois “todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nEle é divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus” (1Jo.3:9).

Eis o resumo da “ópera”, amados: “Tratai todos com honra, amai os irmãos, temei a Deus, honrai o rei” (v.17). A vida de Jesus foi a perfeita sinfonia e não houve sequer uma nota dissonante, pois Ele “não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em Sua boca” (v.22). Em Sua incomparável obra pelo resgate da raça caída, “quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-Se Àquele que julga retamente” (v.23). Fomos chamados para seguirmos os Seus passos (v.21) e, como Ele, suportar a injustiça, retribuindo sempre o mal com o bem. O apóstolo Paulo também escreveu aos romanos: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm.12:21).

Pelas chagas de Cristo fomos sarados (v.24). Pela morte mais injusta sobre a face da Terra, nos foi garantida a justiça eterna que nos habilita para o Céu. Tendo em mente que foram os nossos pecados que pregaram o corpo de Jesus “sobre o madeiro” (v.24), vivamos “como servos de Deus” (v.16), praticando o bem ainda que retribuídos com o mal. A hora de maior provação se aproxima. E isso exigirá de nós a fé e a perseverança que possuía a igreja cristã primitiva. Tertuliano, um líder cristão muito respeitado que viveu entre o primeiro e o segundo século, escreveu o seguinte a fim de fortalecer um grupo de cristãos que estavam há muito tempo na prisão: “Os pés não sentem as correntes quando a mente está no Céu” (Que Falem os Primeiros Cristãos, p. 55).

Eu não sei quanto a vocês, mas essa frase me impactou profundamente. “Os pés não sentem as correntes quando a mente está no Céu”. Mas ela define bem a fé inabalável daqueles homens e mulheres dispostos a seguir na senda ensanguentada do Príncipe Emanuel. Que com o coração alicerçado em Cristo Jesus, nossas palavras e atitudes sejam luz para a glória do Pai, pelo poder do Espírito Santo. Se assim perseverarmos a cada dia, o Senhor nos sustentará nos dias finais e ficará muito claro diante do Universo, que Deus ainda tem um povo para chamar de Seu.

Pai Santo e Bendito, graças Te damos pelo sangue do Cordeiro, que lava as nossas vestes e as alveja, a fim de sermos Teu sacerdócio santo! Graças Te damos por nosso Salvador Cristo Jesus, que por Sua maravilhosa graça nos remiu e por Teu Espírito que nos santifica mediante a Tua Palavra! Senhor, purifica o nosso coração e dá-nos a mente de Cristo! Enche o nosso coração do Teu amor, de maneira que possamos Te contemplar a cada dia, e pela contemplação, sermos transformados à Tua imagem. Firma o nosso coração em Ti, de forma que não importa o que aconteça, a nossa mente esteja no Céu. Nós confiamos em Ti e oramos no maravilhoso nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo de propriedade exclusiva de Deus!

Rosana Garcia Barros

#1Pedro2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100