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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1ts/5
Em I Tessalonicenses 5:1-11 a Segunda Vinda ainda é o tema principal, mas o foco muda. Aqui Paulo não traz muitos detalhes sobre o retorno de Jesus, mas proclama a necessidade de estar constantemente pronto para o julgamento final.
A preparação para a Segunda Vinda tem a ver com investir tempo no estudo da Palavra de Deus (vs. 1-5). Há muitas distrações no mundo de hoje, desde trabalhos sufocantes a e-mails que tomam todo o nosso tempo e até uma ampla variedade de entretenimentos. O apelo de Paulo é que coloquemos a Palavra de Deus em primeiro lugar em nossas vidas. Assim não seremos atropelados pelos acontecimentos, não importa a rápida sucessão com que eles ocorram.
Na oração de encerramento (vs. 23-24) Paulo resume um dos temas principais da carta: seu desejo de que os crentes em Tessalônica continuem a crescer em santidade até a Segunda Vinda. O tema do crescimento espiritual continua a ser vital para todas as igrejas ao redor do mundo hoje.
Jon Paulien
Universidade de Loma Linda, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1th/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1372 palavras
1 Tempos e as épocas. Paulo cuidadosamente explica “com respeito aos que dormem” (1Ts 4:13) …, mas, … não propôs discutir a cronologia dos últimos dias. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 253.
2 O Dia do Senhor. Neste versículo, “o Dia do Senhor” se refere ao segundo advento de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 253.
Como ladrão. Pelo uso da imagem de um ladrão, o apóstolo enfatiza a surpresa da segunda vinda, alertando os leitores a estar prontos para a ocorrência em qualquer tempo (ver com. de 1Ts 4:15). CBASD, vol. 7, p. 253.
3 Paz e segurança. Estas palavras, ditas por aqueles que não se prepararam para o retorno do Senhor, se referem à tranquilidade interna e à segurança externa e revelam o estado de satisfação mental dos interlocutores. A calma é indevida porque o desastre está às portas, e o descrente deve aprender com o cristão, que está vigilante, pronto para os eventos dos últimos dias. As Escrituras ensinam que o tempo que imediatamente precede o aparecimento de Cristo será de angústia universal (ver com. de Lc 21:25, 26). CBASD, vol. 7, p. 254.
4 Em trevas. Isto é, em ignorância e, indiretamente, em iniquidade. No NT, a palavra “trevas” é utilizada com frequência para um estado de pobreza espiritual e reprovação (Mt 4:16; 6:23; Jo 3:19; At 26:18; Rm 13:12). CBASD, vol. 7, p. 254.
6 Não durmamos. “Dormir”, neste versículo, indica indiferença à proximidade da vinda de Cristo, uma letargia que impede o cristão de estar preparado para os eventos finais (cf. Mt 25:5). CBASD, vol. 7, p. 254.
Demais. Isto é, os filhos das trevas que estão inconscientes dos terríveis e gloriosos eventos que anunciam o retorno do Senhor. CBASD, vol. 7, p. 255.
Sóbrios. Paulo … admoesta o cristão a ser constante, temperante, calmo, em vista do grande “dia” que está por vir. CBASD, vol. 7, p. 255.
8 Da fé e do amor. Fé é agarrar a justiça que Cristo transmite ao crente. Amor, o principal atributo do caráter de Deus (1Jo 4:8), é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo de Deus (Rm 5:5). CBASD, vol. 7, p. 255.
9 Porque Deus. Paulo apresenta sua compreensão dos propósitos de Deus como a base da esperança da salvação (v. 8). CBASD, vol. 7, p. 255.
Nos destinou … para alcançar a salvação. A palavra [destinou] se relaciona ao propósito de Deus para com os homens, que é e sempre tem sido benevolente (ver com. de Jo 3:16, 17; 2Pe 1:9). … O Senhor deseja e planeja que todos os homens sejam salvos (ver Is 55:1; Jo 7:37; Ap 22:17) e, ao entregar Seu Filho, possibilitou a salvação. CBASD, vol. 7, p. 255.
A iniciativa da nossa salvação da ira de Deus tem origem no seu amor manifestado na morte de Cristo por nós (v. 10; Rm 5.8). Bíblia Shedd.
10 Durmamos. O estado do cristão morto comparado ao dos crentes vivos no momento do retorno de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 255, 256.
11 Consolai-vos, pois. Paulo mostra que a obra de encorajar os desanimados não é apenas do ministro. Todos os cristãos devem confortar os companheiros. CBASD, vol. 7, p. 256.
Edificai. Por consideração mútua de importantes temas como a vinda do Senhor e a glória da herança dos santos, os membros da igreja devem fortalecer espiritualmente uns aos outros (cf com. de Ml 3:16-18; At 20:32). CBASD, vol. 7, p. 256.
13 Vivei em paz. Esta firme injunção sugere que a unidade da igreja em Tessalônica foi abalada, possivelmente pelo desacordo entre oficiais e leigos. CBASD, vol. 7, p. 256.
14 Desanimados. Do gr. oligopsuchoi, literalmente, “alma pequenas”, isto é, aqueles que tem coração pequeno ou os medrosos. Esses cristãos, possivelmente sobrecarregados com o pesar pelos mortos (1Ts 4:13-18) ou com dúvidas acerca do tempo do retorno de Cristo (1Ts 5:1-11), deviam ser confortados, não repreendidos. Os cristãos deveriam oferecer palavras de conforto e encorajamento às almas tímidas e carentes (Hb 12:12, 13; cf. Gl 6:2). CBASD, vol. 7, p. 257.
15 Retribuir mal por mal. A tendência natural é agir assim, mas o proceder cristão é diferente. Cristo proíbe a retaliação e motiva Seus seguidores a retribuir o mal com o bem (ver com. de Mt 5:38-48 cf. com. de Rm 12:17). CBASD, vol. 7, p. 257.
segui sempre o bem. Paulo sabia que, ao seguirem o bem, teriam pouco tempo para se envolver com o mal. CBASD, vol. 7, p. 257.
17 Orar sem cessar. Um espírito de constante oração deve exalar da vida cristã. A conexão com o Céu nunca deve ser quebrada (ver com. de Lc 18:1). CBASD, vol. 7, p. 257.
18 Em tudo. Isto é, em todas as circunstâncias, de alegria ou pesar. CBASD, vol. 7, p. 257.
19 Apagueis. Do gr. sbennumi, “extinguir”, “apagar”, “asfixiar”, “suprimir”. A palavra é utilizada em relação a apagar fogo (Mt 12:20; Mc 9:44-48; Ef 6:16; Hb 11:34) e à insuficiência de óleo das lâmpadas (Mt 25:8). Como o Espírito está associado ao fogo, o vocábulo sbennumi é especialmente adequado. É possível que alguns membros da igreja tessalonicense, que exercitavam os dons espirituais com entusiasmo, tenham esfriado o ardor (ver com. de 1Co 12:1; 14:1). CBASD, vol. 7, p. 258.
21 Julgai. Deve-se fazer uma discriminação cuidadosa para se distinguir entre o falso e o verdadeiro (ver AA, 263). CBASD, vol. 7, p. 258.
Todas as coisas. Especificamente, a manifestação do Espírito (v. 19, 20). Deus proporcionou testes para determinar se um profeta é genuíno: (1) O verdadeiro profeta deve confessar a Cristo na vida e na palavra (1Jo 4:1-3), bem como reconhecer e confessar a divindade de Cristo (1Jo 2:22, 23). (2) Os ensinos devem estar de acordo com as Escrituras (ver At 17:11; Gl 1:8, 9). (3) O resultado ou fruto de seus ensinos deve ser bom (Mt 7:18-20). CBASD, vol. 7, p. 258.
Retende. O crente não deve apenas testar os dons espirituais. Tendo diferenciado o verdadeiro e o falso, o bom e o ruim, deve reter o bom a despeito de todas as tentações para abandoná-lo. CBASD, vol. 7, p. 258.
22 Abstende-vos de toda forma de mal. Paulo … reconhece que o “mal” tem muitas aparências e alerta os conversos contra as muitas formas em que ele é mascarado. Essa admoestação tem sido utilizada algumas vezes para proibir fazer o que é certo apenas porque parece errado a alguns espectadores. O conselho pode ser adequado em determinadas circunstâncias, mas não é o que o apóstolo está apresentando aqui. Há também muitas exceções a esta regra. Jesus curou no sábado (Jo 5:2-16; etc.) e comeu com os publicanos e pecadores (Mt 9:10-13). CBASD, vol. 7, p. 258, 259.
23 Em tudo. Cada aspecto da existência deve ser submetido ao poder purificador do Espírito de Deus. CBASD, vol. 7, p. 259.
Espírito, corpo e alma. Paulo não está dando um estudo sobre a natureza humana, mas deixa claro que nenhuma parte da vida dos conversos é deixada intocada pelo poder santificador de Deus. … É possível [, entretanto,] ver significado especial nas divisões que Paulo faz. Quanto a “espírito” (pneuma, ver com. de Lc 8:55), pode-se entendê-lo como o princípio superior de inteligência e pensamento com o qual o ser humano é dotado e pelo qual Deus Se comunica por meio do Espírito Santo (ver com. de Rm 8:16). … Por “alma” (psuche, ver com. de Mt 10:28) … pode-se entender a parte da natureza humana que se expressa por meio dos instintos, das emoções e dos desejos. … O significado de “corpo” (soma) parece evidente. A estrutura corporal (carne, sangue e ossos) é controlada pela natureza superior ou pela natureza inferior. Quando a mente santificada está no controle, o corpo não é maltratado. A saúde floresce. … A santificação que não inclui o corpo não é completa. Nosso corpo é o templo de Deus. Devemos sempre tentar mantê-lo santo e glorificar a Deus nele (1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 7, p. 259.
Irrepreensíveis. Aquele que é santificado será conservado por Deus e apresentado irrepreensível no grande dia da vinda do Senhor (cf. com. de Jd 24). CBASD, vol. 7, p. 260.
25 Orai por nós. Os ministros e os leigos precisam das orações uns dos outros, e ambos devem orar para que nada impeça o avanço da mensagem do evangelho aos confins da terra (T5, 718). CBASD, vol. 7, p. 260.
26 Ósculo santo. No Oriente, o beijo era um modo comum de expressar amor e amizade na saudação (ver Lc 7:45; At 20:37). O “ósculo santo” ou “ósculo de amor” (1Pe 5:14) era símbolo de afeição cristã. CBASD, vol. 7, p. 260.
27 Conjuro. O uso de uma palavra forte (cf. Dt 6:13) indica que alguns dos líderes tessalonicenses estavam relutantes em ler a epístola para todos os crentes, ou que alguns dos membros estavam indispostos a ouvir sua leitura (cf. 2Ts 3:14). CBASD, vol. 7, p. 260.
Seja lida. Isto é, publicamente, diante dos cristãos reunidos (cf. com. de Cl 4:16). CBASD, vol. 7, p. 260.
28 A graça de nosso Senhor. A cristologia do apóstolo se projeta ao longo da epístola. No início (1Ts 1:1) e no final, ele invoca a graça de nosso Senhor Jesus Cristo sobre os crentes. CBASD, vol. 7, p. 260.
Evidência histórica favorece Corinto como a cidade de onde Paulo escreveu esta epístola (ver p. 222). CBASD, vol. 7, p. 260.
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“Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da couraça da fé e do amor e tomando como capacete a esperança da salvação” (v.8).
Em cada capítulo desta epístola, Paulo encerrou falando sobre a segunda vinda de Cristo. Sem dúvida alguma, a igreja de Tessalônica havia provado a sua fidelidade para com Deus quando, ainda que em meio à duras tribulações, permaneceu firme em fé, em amor e na esperança segura de ver seu Salvador regressar. Paulo assegurou que aquele grupo de “filhos da luz” (v.5) estava inteirado “com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite” (v.2). Não como Aquele que voltará apenas para alguns, pois “todo olho O verá” (Ap.1:7), mas como o Rei dos reis e Senhor dos senhores, que Se manifestará em glória quando os que são da noite menos esperarem. “Mas [nós], irmãos, não [estamos] em trevas, para que esse Dia como ladrão [nos] apanhe de surpresa” (v.4). Apesar de não sabermos “o dia nem a hora” (Mt.24:13), somos exortados a vigiar, ainda que durmam “os demais” (v.6).
Não sabemos o momento exato do retorno de Jesus, mas o Senhor não nos deixou às escuras. Ele nos ofertou luz suficiente. Portanto, “não desprezeis as profecias” (v.20), porque elas nos tornam conhecedores do tempo: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). Quando Jesus proferiu o Seu sermão profético, elencou uma série de sinais que apontam para o fim dos tempos. Guerras, fomes, epidemias, terremotos, falta de amor, mas todos estes eram sinais que não apresentavam novidade alguma. Quando, porém, atentamos para as palavras de Paulo, no versículo três, percebemos o que Cristo quis dizer: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão”.
Assim como uma mulher grávida sente as dores das contrações de forma gradativa até a hora do parto, assim os sinais estão se intensificando apontando para o cumprimento da derradeira promessa de um Deus que não mente e que “o fará” (v.24). Ser um filho da luz, no entanto, não é simplesmente ser um conhecedor dos sinais, senão Paulo não teria exortado aos conhecedores do tempo que despertassem do sono. Ser um filho da luz é ser revestido “das armas da luz” de Cristo (Rm.13:12), é viver “em união com Ele” (v.10), ainda que durma (v.10). Creio que Paulo tenha usado desta linguagem lembrando da parábola das dez virgens. As dez eram virgens. As dez tinham suas lâmpadas acesas. As dez aguardavam o Noivo. As dez dormiram. As dez despertaram com o anúncio da chegada do Noivo. Mas apenas cinco mantiveram suas lâmpadas acesas, pois estavam preparadas com uma porção adicional de azeite e, somente estas, entraram para as bodas (Mt.25:1-13).
Que terrível cena será aquela que Cristo ilustrou com as cinco virgens loucas, quando milhares que viveram na escuridão de sua religião vazia e egoísta terão de ouvir: “Em verdade vos digo que não vos conheço” (Mt.25:12). O arauto do Senhor está a apregoar: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6). O Espírito Santo está despertando a igreja de Deus espalhada por todas as nações! Quem ouvirá a Sua voz e atenderá ao Seu clamor? “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). “Não apagueis o Espírito”, amados (v.19)! Despertemos para o momento sobremodo solene e urgente no qual estamos vivendo! “Orai sem cessar” (v.17). “Não desprezeis as profecias” (v.20), pois, “não havendo profecia, o povo se corrompe” (Pv.29:18). Mas também não façam delas um fim em si mesmas, porque elas apenas apontam para a nossa segura salvação: Cristo Jesus, nosso Senhor.
“Regozijai-vos sempre” (v.16), na certeza de que sois guiados pelo Espírito de Deus para um lugar onde só haverá paz e alegria. “Vivei em paz uns com os outros” (v.13), para que comecem a viver aqui a atmosfera do Céu. “Admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos” (v.14), tendo sempre em mente o perdão e a misericórdia que Deus nos oferta a cada dia. “Fiel é o que [nos] chama” (v.24) e Ele não tardará. Que não haja desejo maior do que este em nosso coração: de estar para sempre com o Senhor!
Meus amados irmãos, “que o mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (v.23). “A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco” (v.28).
Querido Deus e Pai, o mundo clama por um tempo de paz e segurança, depositando a sua confiança em homens falíveis. Mas nós confiamos no Senhor e na força do Seu poder, tomando como capacete a esperança da salvação. E esse capacete é a mente de Cristo, é o caráter dEle refletido em nós. Ó, Senhor, como um filho que pede algo que muito deseja a seus pais, nós clamamos que o Senhor nos conceda o Espírito Santo e nos santifique em tudo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, filhos da luz!
Rosana Garcia Barros
#1Tessalonicenses5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I TESSALONICENSES 5 – Neste capítulo encontramos uma mensagem de esperança e exortação que atravessa os séculos, alcançando o coração de cristãos que enfrentam os desafios de viver em um mundo marcado pelo pecado.
• Considere o texto com oração e busque consagrar-se a Deus.
Rodeado por teologias do inferno, que apontam para direções equivocadas especialmente sobre o sofrimento, o cristão precisa saber que mesmo seguindo a promessa e o plano de Deus os desafios podem estar bem a nossa frente. A crença no segundo advento de Cristo gera resiliência. A esperança é um dos elementos centrais para superar adversidades. O Dia do Senhor como um ladrão ressalta a imprevisibilidade e a urgência de estar preparado (I Tessalonicenses 5:1-3). A incerteza pode gerar ansiedade, mas para o cristão, ela também é uma chamada para a vigilância espiritual.
• A esperança na Segunda Vinda não é uma fuga da realidade, mas uma transformação da maneira como lidamos com ela.
Os cristãos são chamados de “filhos da luz” – uma afirmação de identidade, que molda o comportamento (I Tessalonicenses 5:4-11). Quando entendemos quem somos em Cristo, temos clareza sobre como devemos viver: Em sobriedade, fé e amor, guiados pela esperança da salvação.
• O senso de identidade espiritual é o que sustenta o cristão diante das hostilidades deste mundo.
Os líderes espirituais são instrumentos de Deus para conduzir Seu povo ao destino proposto por Ele. Assim, a obediência a esses líderes revela confiança no trabalho de Deus. Por isso, Paulo exorta a respeito do respeito à liderança da igreja e à prática da paciência, bondade e amor (I Tessalonicenses 5:12-15).
Nos versículos 16-22, há imperativos que são a chave para enfrentar os dias que antecedem a volta de Jesus:
• “Alegrem-se sempre”.
• “Orem continuamente”.
• “Deem graças em todas as circunstâncias…”.
• “Não apaguem o Espírito”.
• “Não tratem com desprezo as profecias…”.
• “Afastem-se de toda forma de mal”.
Como Josué e Israel diante do Jordão para entrar em Canaã (Josué 3:1-5), estão os cristãos se preparando para entrar no Céu (II Tessalonicenses 5:23-28). A mesma santificação que foi imprescindível para que Deus fizesse maravilhas no passado, é necessária hoje.
Portanto, que possamos, como o apóstolo exortou, permanecer vigilantes e confiantes, aguardando pacientemente o glorioso dia em que Cristo triunfantemente virá para nos buscar!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.