Reavivados por Sua Palavra


GÁLATAS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
14 de janeiro de 2025, 0:40
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GÁLATAS 6 – Os destinatários de Gálatas eram gentios convertidos ao cristianismo, mas também havia judeus-cristãos entre eles.

Muitos desses gentios convertidos haviam anteriormente adorado deuses que por natureza não são deuses (Gálatas 4:8-9). Alguns cristãos de origem judaica pressionavam os gentios-cristãos a adotarem práticas da lei, como a circuncisão e a observância de dias e festas judaicas (Gálatas 2:3-5; 4:10).

Havia divisões e contendas na igreja (Gálatas 5:15), indicando que as diferenças culturais e espirituais estavam gerando atritos. Paulo aponta que os gálatas estavam rapidamente abandonando o evangelho da graça para seguirem “outro evangelho” (Gálatas 1:6). Por estarem sendo persuadidos por judaizantes que ensinavam ser necessário cumprir a Lei para ser aceito por Deus (Gálatas 5:1-4). Consequentemente, muitos estavam confusos entre a graça e as obras da Lei, não compreendendo completamente a liberdade que Cristo oferece (Gálatas 3:1-5).

• Essa carta é uma resposta pastoral para corrigir esses problemas e reafirmar o evangelho da graça, centralizando a justificação pela fé e a liberdade em Cristo.

Gálatas 6, o último capítulo desta carta é uma poderosa conclusão do apelo de Paulo aos crentes, com lições profundas sobre a vida no Espírito (vs. 1-5), a responsabilidade individual na comunidade cristã – igreja (vs. 6-10), e a centralidade da cruz (vs. 11-14); concluindo com uma bênção e destacando a paz da nova criação (vs. 15-18).

Gálatas 6 revela-nos que nossa fé não é estática; ela se expressa em ações, num relacionamento profundo com Cristo e num compromisso prático com o próximo. Paulo combate as raízes dos conflitos internos: Diferenças doutrinárias e teológicas (Gálatas 2:4-5), competitividade espiritual – presunção, inveja e provocação (Gálatas 5:26) e a falta de mansidão e amor cristão na abordagem eclesiástica (Gálatas 6:1), desafiando a comunidade a abandonar o julgamento severo e adotar uma atitude redentora (Gálatas 6:1-5).

A restauração com mansidão requer:

• Empatia: Entender a luta do outro sem orgulho ou superioridade.
• Humildade: Reconhecer que todos são vulneráveis à tentação.
• Maturidade espiritual: Apenas os que andam no Espírito (Gálatas 5:16-25) são capazes de liderar esse processo com sabedoria.

Conflitos internos são muitas vezes alimentados pelo orgulho e comparação (Gálatas 6:3). O evangelho elimina o terreno para a competitividade, pois a ênfase deixa de estar no “eu” e se volta para o “nós”.

Reavivemo-nos no evangelho bíblico! – Heber Toth Armí.



GÁLATAS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Maria Eduarda
13 de janeiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÁLATAS 5– Primeiro leia a Bíblia

GÁLATAS 5 – BLOG MUNDIAL

GÁLATAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÁLATAS 5 by Luís Uehara
13 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gl/5

Os membros da igreja da Galácia estavam sofrendo com a insistência dos cristãos judeus de que todos os membros da igreja, independentemente da origem, precisavam ser circuncidados. Em resposta ao problema, Paulo indica que aqueles que foram libertos por estarem em Cristo precisam evitar dois extremos: o retorno à escravidão por meio de uma salvação obtida por obras e o uso da liberdade para desculpar um comportamento pecaminoso.

Paulo afirmou que os gálatas voltaram a ser escravos quando decidiram ser circuncidados. Ao dar esse passo, eles demonstraram que pensavam que seriam julgados por suas próprias obras, em vez de confiarem totalmente em Cristo para a salvação. Não importa quão tentador possa parecer, uma compreensão da salvação que envolva Cristo mais as obras torna o sacrifício de Cristo sem efeito. A salvação é apenas através de Cristo.

No entanto, a liberdade que recebemos através da graça de Deus não nos dá o direito de nos entregarmos a qualquer comportamento que desejamos. Nossa nova vida em Cristo não é marcada pela satisfação de nossos anseios pecaminosos, nem é egocêntrica. Em vez disso, nossa nova vida é caracterizada por amar e servir aos outros. Sim, isto é contrário às nossas inclinações naturais. Mas uma transformação ocorre quando permitimos que o Espírito Santo trabalhe em e através de nossas vidas a cada dia.

Wendy Jackson
Diretor do Seminário de Avondale
Universidade de Avondale Cooranbong, NSW, Austrália

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gal/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



GÁLATAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
13 de janeiro de 2025, 0:50
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536 palavras

1 Não vos submetais. Ou, “não sejais seduzidos”. Os gálatas tinham saído da escravidão aos ídolos quando receberam o evangelho de Paulo. Porém, aceitar os princípios do judaísmo seria retornar a um estado semelhante de escravidão. Isso significava praticamente renunciar por completo a Cristo. Negar ou abandonar a verdade deixa a pessoa vulnerável ao erro e ao pecado. É pecado não fazer o que sabemos ser correto (Tg 4:17). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1079.

2 Nada vos aproveitará. As promessas de Deus pertencem somente aos que as aceitam pela fé, e não aos que se propõem a conquistá-las pelos próprios méritos. As boas obras humanas são sem valor no banco do Céu (Is 64:6). CBASD, vol. 6, p. 1080.

6 A fé que atua. Fé tem obras, mas estas não são as “obras da lei” (Gl 2:16). Assim, excluem-se todas as “obras” realizadas com o propósito de obter justiça. As “obras” que acompanham a fé genuína são inspiradas pelo espírito de gratidão pelo dom da graça divina, pelo amor a Deus e ao próximo (Mt 22:34-40). Tiago fala de obras como essas quando declara que “a fé sem obras é morta” (Tg 2:26). Neste ponto, concordam os ensinamentos de Paulo e de Tiago. Os dois não estão em conflito, como alguns apressadamente concluem. A fé que não produz o “fruto do Espírito” na vida é falsa. A suposta fé que leva a pessoa a se considerar eximida de obedecer à vontade de Deus tal como se expressa no decálogo, que é simplesmente uma breve descrição de como se deve demonstrar o amor a Deus e ao ser humano, é uma falsificação. CBASD, vol. 6, p. 1082.

9 Fermento. A influência dos judaizantes havia começado de forma aparentemente restrita, porém, alcançou proporções surpreendentes. Quando Paulo cita esse provérbio em sua epístola aos Coríntios (ICo 5:6), refere-se ao exemplo contagioso de alguns membros cuja conduta Paulo se sentia compelido a repreender. Se o movimento na Galácia continuasse, com o tempo, toda a igreja cristã teria voltado à prática dos ritos e cerimônias do judaísmo. CBASD, vol. 6, p. 1083.

17 Contra o Espírito. A guerra aparentemente interminável continua, ou seja, a luta entre a inclinação para fazer o bem e a inclinação para fazer o mal. Quando Paulo analisou esse conflito em sua experiência passada, ele viu que a vitória só é possível por intermédio de Jesus Cristo. CBASD, vol. 6, p. 1086.

18 Não estais sob a lei. Paulo adverte aos gálatas que o Espírito Santo nunca leva as pessoas a buscar a salvação mediante a conformidade com os requisitos do sistema ritual judaico, ou por qualquer sistema de justiça legal. Por outro lado, os que se submetem a uma religião legalista estão em guerra com o Espírito Santo (ver com. de GI 2:16). CBASD, vol. 6, p. 1086.

24 Crucificaram a carne. Ou seja, renunciaram completa e irrevogavelmente a cada tendência natural que não estava em harmonia com a vontade de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1088.

26 Possuir de vanglória. Ou, “vaidade”, “egoísmo”. Os cristãos não devem se orgulhar nem mesmo em seu coração de suas realizações espirituais, mas humildemente considerar os outros superiores a si mesmos (Fp 2:3). CBASD, vol. 6, p. 1088.

Provocando uns aos outros. Nada pode ser mais ofensivo aos outros do que a presunção de que somos mais virtuosos ou superiores do que eles. CBASD, vol. 6, p. 1088.

by tatianawernenburg



Gálatas 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de janeiro de 2025, 0:45
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Lendo o livro “Ainda que caiam os céus” (www.cpb.com.br), o autor conta a história de sua vida, de sua família e de irmãos em Cristo que sofreram os terríveis resultados do regime soviético. Em meio à fome, violência, repressão e descaso, os filhos de Deus eram contados com os criminosos. Mas ainda que em face de tantas tribulações, seus testemunhos deixaram um legado de elevada importância e que nos relembram um fato incontestável: o nosso lar não é aqui. Presos como animais, separados de suas famílias e constantemente à mercê de homens opressores e frios, as palavras que deixaram registradas na história revelam a fé, o amor e a alegria dos que são “guiados pelo Espírito” (v.18).

A tônica deste capítulo parece apresentar um novo discurso, quando, na verdade, Paulo apresenta um segundo problema. Primeiro, os gálatas foram severamente advertidos quanto ao legalismo. Então, mediante o espírito crítico que contaminava as igrejas, surgiu outro problema: o liberalismo. “Ora, se a lei não salva, então posso ser de Jesus enquanto faço o que quero”, julgavam alguns. Foi este tipo de pensamento que Paulo procurou corrigir a partir do versículo treze, quando disse: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor”.

Nos campos de concentração, nas prisões e nos lugares de trabalhos forçados, muitos de nossos irmãos encontraram a oportunidade de ser a última esperança àqueles que pereciam. Proibidos de ter consigo uma Bíblia, percebiam a atuação do Espírito Santo lembrando-lhes de textos que com dedicação e oração haviam estudado. Sua fé era fortalecida cada vez que eram levados a contemplar as cenas da crucifixão. O “escândalo da cruz” (v.11) era-lhes melhor compreendido e de suas faces irradiava a alegria de quem foi salvo por tão grande amor. Eles poderiam simplesmente ter negado a sua fé, colaborando com o regime socialista ou concordando em transgredir os mandamentos de Deus, mas a liberdade que tinham em Cristo não poderia jamais ser privada pelas circunstâncias. E diante de inquiridores agressivos, blasfemos e lascivos, davam graças a Deus por estarem do lado perseguido, e não do perseguidor.

A fé que atua pelo amor” (v.6) promove transformação. Geralmente, são mudanças imperceptíveis àqueles que as experimentam, mas, diante de outros, notoriamente vistas. Paulatinamente o Espírito Santo vai atuando naqueles que por Ele são guiados, de forma que “as obras da carne” (v.19) desaparecem para dar lugar ao “fruto do Espírito” (v.22). Notem que as obras da carne estão no plural, enquanto o fruto do Espírito, no singular. Há uma razão para isso. Tiago escreveu o seguinte: “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tg.2:10). Ou seja, da lista de quinze pecados destacados por Paulo, se eu cometo apenas um, é como se praticasse todos, e “não herdarão o reino dos céus os que tais coisas praticam” (v.21). Já a atuação do Espírito Santo na vida do cristão converso, produz um único fruto cujas virtudes andam juntas, sendo pouco a pouco aperfeiçoadas, como está escrito: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18).

Diante de Deus, não existem argumentos para a desobediência, pois a obediência é a fé operante, “a fé que atua pelo amor” (v.6): Amor a Deus e ao próximo (v.14), assim como nossos irmãos que escolheram não fazer a sua própria vontade (v.17), mas, por amor a Deus e à Sua Palavra, e por amor àqueles que pereciam no engano, colocaram em risco a própria vida e de suas famílias para pregar o evangelho. Todas as vezes que “vos mordeis e devorais uns aos outros” (v.15), “provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros” (v.26), estão assumindo o posto de agentes de Satanás. Não seja assim conosco, amados! Estamos tão perto do glorioso retorno de Cristo! E o Espírito Santo deseja encher nossas vasilhas de azeite e nos levar às bodas do Cordeiro.

Não poderemos jamais nos assemelhar àqueles mártires e nem alcançar perante Deus os mesmos privilégios que os aguarda na eternidade, se formos legalistas ou liberais. Deus não está em nenhum desses extremos. Mas “se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (v.25). Se o Espírito Santo habita em nós, que nossas palavras e ações sejam uma manifestação deste milagre. Então, quando formos severamente provados e diante de nós estiver o “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1), nossa fé será confirmada, nossos ombros fortalecidos e nosso coração animado, na certeza de que estamos chegando na casa do nosso Pai.

Nosso Pai Celestial, o Senhor nos enviou o Seu Filho unigênito para iluminar a Terra com a glória do Teu caráter. Em Jesus temos o perfeito exemplo de quem viveu a harmonia entre a justiça e o amor. A lei cerimonial foi cravada na cruz, mas a lei dos Teus mandamentos é perfeita e restaura a alma. Por isso queremos obedecê-la pela fé, a fé que atua pelo amor. Ó, Pai, retira de nossa vida qualquer gosto ou vontade pelas obras da carne e realiza o milagre do fruto do Espírito em nós. Porque para as obras da carne há lei, que diz ao pecador que ele ficará fora do reino de Deus se as continuar praticando. Para o fruto do Espírito, contudo, não há lei, pois os que são de Cristo crucificaram a carne com suas obras. Faz-nos andar no Espírito até que Cristo volte, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, “guiados pelo Espírito” (v.18)!

Rosana Garcia Barros

#Gálatas5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÁLATAS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
13 de janeiro de 2025, 0:40
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GÁLATAS 5 – Precisamos permanecer na obra do Espírito, rejeitando as distrações do legalismo, perfeccionismo, do orgulho humano ou das doutrinas que afastam da cruz de Cristo, para não perdermos a salvação!

Além de Paulo ensinar tais verdades, o teor de Gálatas 5 também combate a imoralidade, a iniquidade e, a libertinagem que a distorção de líderes espirituais desequilibrados apresentam.

Gálatas 5 complementa aquilo que os primeiros capítulos de Gálatas vem desenvolvendo. Ele é fundamental para entender o conceito de Reavivamento e Reforma espirituais, pois aborda a transformação que ocorre na vida do cristão ao viver sob a direção do Espírito após experimentar a conversão genuína.

Em Cristo há liberdade – que não é uma licença para pecar em paz, mas uma liberdade para servir a Deus e ao próximo em amor (Gálatas 5:1, 13-15). O Reavivamento é uma redescoberta dessa verdade, enquanto a Reforma implica num compromisso renovado de agir segundo a vontade de Deus.

Gálatas 5 apresenta o equilíbrio na doutrina da salvação. Para isso, Paulo destaca o conflito entre a natureza carnal e a espiritual implantada pelo Espírito (Gálatas 5:2-17). O reavivamento espiritual ocorre quando o pecador arrependido se entrega a Cristo, permitindo que Ele conduza seus pensamentos e ações. A reforma, por sua vez, envolve a rejeição das obras da carne (vs. 19-21) e a adoção de um estilo de vida que reflita a santidade – não a hipocrisia (v. 26).

Reavivamento e reforma genuínos se manifestam em uma vida transformada, evidenciada pelo fruto do Espírito Santo, como amor, alegria, paz, domínio próprio, etc. (Gálatas 5:19-24). Esses atributos indicam a ação contínua do Espírito no coração reformado.

• Reavivamento envolve buscar mais profundamente a comunhão com Deus por meio da oração, estudo da Palavra diariamente e rendição completa ao Espírito Santo.

• Reforma é a mudança visível na vida que demonstra o reavivamento interno, como abandono de vícios, brigas, fofocas, provocações, críticas, e adquiri um compromisso maior com a igreja e investimento nos relacionamentos.

A conversão genuína leva-nos a andar no Espírito (Gálatas 5:25). Desta forma, reavivamento é essencialmente viver uma vida cheia do Espírito Santo, onde cada decisão e passo é guiado por Ele.

Essa caminhada exige disciplina e mudança contínua, ou seja, uma reforma no estilo de vida para refletir os valores espirituais! – Heber Toth Armí.



GÁLATAS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Maria Eduarda
12 de janeiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÁLATAS 4– Primeiro leia a Bíblia

GÁLATAS 4 – BLOG MUNDIAL

GÁLATAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÁLATAS 4 by Luís Uehara
12 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gl/4

Em Gálatas 4:7, Paulo encoraja seus leitores a dizer que eles não são mais “escravos, mas filhos”. Que pensamento lindo! Muitos de nós conhecemos as dificuldades da escravidão hoje. Escravos de hábitos e circunstâncias. Escravos de substâncias e subordinados. Você se sente preso, acorrentado e pressionado por este mundo. Se ao menos houvesse uma saída…

Paulo nos aponta para Jesus. Nos versículos quatro e cinco, ele escreve que “ Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo da Lei, a fim de redimir os que estavam sob a Lei, para que recebêssemos a adoção de filhos”. Em cumprimento à profecia, Jesus veio, nasceu de uma virgem, viveu uma vida justa, morreu uma morte sacrificial e ressuscitou da sepultura. É por meio dele que somos libertos da escravidão do pecado e da ilusão dos esforços humanos merecedores da salvação, tornando-nos filhos de Deus. Não mais crianças órfãs, mas “filhos e filhas, co-herdeiros com Cristo” (versículo 7).

Quanto tempo até você também aceitar seu lugar plenamente na família de Deus? Livre de condenação, caminhando na novidade de vida que pode ser encontrada somente em um relacionamento com Jesus?

Jeffery B. Akenberger
Capelão, Great Lakes Adventist Academy, Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gal/4
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



GÁLATAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS (post corrigido) by Jeferson Quimelli
12 de janeiro de 2025, 0:50
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1162 palavras

1 menor. Referência ao período anterior a Cristo. escravo. Gentio. Bíblia de Estudo Andrews.

2 tutores e curadores. A lei de Moisés (comparar com 3:22, 23). até ao tempo predeterminado. De acordo com o propósito eterno e o tempo de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.

3-7 Jesus nasceu de uma mulher – ele era humano. Ele nasceu como um judeu – ele estava sujeito à lei de Deus e a cumpria perfeitamente. Assim, Jesus foi o sacrifício perfeito porque, embora fosse totalmente humano, ele nunca pecou. Sua morte comprou liberdade para nós, que fomos escravizados pelo pecado, para que pudéssemos ser adotados na família de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

3 nós. Tanto judeus quanto gentios. Bíblia de Estudo Andrews.

sujeitos aos rudimentos. A expressão grega refere-se aos elementos básicos de que se compõe o mundo; no pensamento da antiguidade, esses eram terra, vento, água e fogo. Algumas vezes, esses elementos eram venerados como divindades que governam o universo. Bíblia de Genebra.

rudimentos do mundo. Religiões ritualistas. Bíblia de Estudo Andrews.

A plenitude do tempo.O tempo estabelecido pelo Pai (v. 2), “os fins dos séculos”(1Co 10.11), em que as promessas de Deus são realizadas. Bíblia de Genebra.

Cristo apareceu num tempo determinado por Deus que é o ponto central de toda a história. Bíblia Shedd.

Enviou. Afirma a Sua preexistência. Bíblia Shedd.

sob a lei. Sob a maldição da lei. Bíblia de Estudo Andrews.

Ainda que sem pecado (2Co 5.21), Cristo nasceu sob a lei, não somente com a obrigação de cumprir a lei, mas identificando-se com pecadores, os quais estão debaixo da maldição da lei. Sua morte libertou-nos dessa maldição (3.10-14). Bíblia de Genebra.

5-7 Sob a lei romana, um filho adotivo tinha garantidos todos os direitos legais sobre a propriedade de seu pai, mesmo que ele fosse um ex-escravo. Life Application Study Bible Kingsway.

5 para resgatar. O conceito de redenção vem da instituição da escravidão. Tanto no mundo greco-romano como no judeu, um escravo podia comprar sua liberdade (ou alguém poderia comprá-la para ele), pagando o preço da redenção aos seus proprietários. O preço da redenção foi pago pelo Pai, no sangue do Seu Filho (1Pe 1.17-18), e pelo Filho, ao dar a Sua vida em resgate por muitos (Mt 20.28). Bíblia de Genebra.

7 filho. Que desfruta um relacionamento e acesso íntimo com o pai. Bíblia de Estudo Andrews.

8 não são deuses. Quando os gálatas eram pagãos, pensavam que os seres adorados eram deuses; mas quando se tornaram cristãos entenderam melhor a situação. Bíblia de  Estudo NVI Vida.

Ídolos e objetos da natureza adorados pelos pagãos. Bíblia de Estudo Andrews.

9 conhecidos por Deus. Aceitos por Deus. Bíblia de Estudo Andrews.

O conhecimento que tinham de Deus não era o resultado de sua própria investigação, mas da obra soberana daquele que abriu o entendimento deles. Bíblia de Genebra.

10 Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Paulo pode estar referindo-se à observância de festivais judaicos. Bíblia de Genebra.

Dias de festas anuais e por estação. Não se trata do sábado semanal, que tanto Jesus quanto Paulo guardaram (ver Lc 4:16; At 13:14, 42; 16:13; 17:2; 18:4). Bíblia de Estudo Andrews.

12 Sede qual eu sou. Vivendo pela fé e suportando perseguições. Bíblia de Estudo Andrews.

13 por causa de uma enfermidade física. Não se sabe de que enfermidade Paulo sofria. Alguns sugerem um problema de visão (v 15; 6.11), mas malária e epilepsia também já foram sugeridas. Pode haver ou não relação com o que Paulo chamou de “espinho na carne” (2Co 12.7). Ao que parece, a enfermidade de Paulo fez com que ele permanecesse mais tempo na Galácia, onde não faltaram oportunidades de ministério. Bíblia de Genebra.

14 Enfermidade … tentação. O v. 13 dá a entender que Paulo foi pregar aos gálatas, em parte por causa de uma enfermidade que possivelmente seria a malária que abundava em Perge, no litoral da Ásia Menor (At 13.14), mas não no interior mais alto. Porém, alguns vêem nas palavras “tentação”, desprezo”, uma possível alusão à epilepsia (cf 2Co 12.7). Bíblia Shedd.

15 arrancado os próprios olhos. Hipérbole que revela a disposição deles de abrir mão do que tinham de mais precioso em benefício dele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Você perdeu sua alegria? Paulo percebeu que os gálatas haviam perdido a alegria de sua salvação por causa do legalismo. O legalismo pode tirar porque: (1) faz as pessoas se sentirem mais culpadas do que amadas; (2) produz ódio de si mesmo em vez de humildade; (3) enfatiza o desempenho acima do relacionamento; (4) mostra o quão pouco caímos, em vez de quão longe chegamos por causa do que Cristo fez por nós. Se você se sentir culpado e inadequado, verifique seu foco. Você está vivendo pela fé em Cristo ou tentando corresponder às demandas e expectativas dos outros? Life Application Study Bible Kingsway.

16 Paulo não ganhou grande popularidade quando repreendeu os gálatas por se afastarem de sua primeira fé em Cristo. A natureza humana não mudou muito – ainda ficamos com raiva quando somos repreendidos. Mas não menospreze alguém que o desafie. Pode haver verdade no que ele ou ela diz. Receba suas palavras com humildade; pense cuidadosamente sobre elas. Se você descobrir que precisa mudar uma atitude ou ação, tome medidas para fazer isso. Life Application Study Bible Kingsway.

17 Falsos mestres são geralmente respeitáveis e convincentes. Esta é a razão porque todos os ensinos devem ser biblicamente verificados. Life Application Study Bible Kingsway.

19-20 Um testemunho emocionante do profundo sentimento que Paulo nutria para com os que havia conduzido à fé em Cristo. A ira de Paulo nessa carta (1.6, 9; 3.1; 5.12) não só reflete a seriedade que atribuía à tarefa de preservar a verdade do evangelho como também o amor por seus “filhos”em Cristo. Bíblia de Genebra.

19 até ser Cristo formado. Até a imagem de Deus ser restaurada. O objetivo de Paulo era a transformação total do coração, não uma mera adesão legalista à lei. Bíblia de Estudo Andrews.

21-31 Uma alegoria (24) significa mais do que uma ilustração. Como um tipo, refere-se às verdades espirituais escondidas nos acontecimentos e personagens históricos. Bíblia Shedd.

22 dois filhos. Ismael foi nascido da escrava, Agar (Gn 16.1-16), e Isaque, da livre, Sara (Gn 21.2-5). Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 mediante a promessa. Por iniciativa e ação de Deus. A justiça obtida pelos próprios esforços é como Ismael, ilegítima. Bíblia de Estudo Andrews.

24 alegóricas. Foram acontecimentos históricos com um significado mais profundo. Bíblia de Genebra.

25 Monte Sinai. O lugar onde Deus estabeleceu Sua aliança com Israel (Êx 19-34). Bíblia de Genebra.

Agar é o Monte Sinai. Agar representa a lei de Moisés. Jerusalém. A teologia de alguns em Jerusalém colocou a lei no centro de seus ensinos. seus filhos. Aqueles que se converteram à teologia centrada na lei. Bíblia de Estudo Andrews.

26 nossa mãe. Sendo cidadãos da Jerusalém celestial, os cristãos são também filhos dela. Bíblia de Estudo NVI Vida.

30 Mande embora a escrava. As palavras de Sara em Gn 21.10 foram usadas por Paulo como base bíblica para ensinar os gálatas a expulsar os judaizantes da igreja. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31 somos filhos … da livre. O evangelho é sinônimo de liberdade. Toda religião que transmite medo e subserviência não provém de Cristo. Bíblia de Estudo Andrews.



Gálatas 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de janeiro de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

O Novo Testamento nada mais é do que a continuação do Antigo. Ignore o antigo testemunho, então o novo não poderá ser compreendido com clareza. Desde o Éden, Deus nos deixou mensagens que devem ser examinadas com diligência e oração. A fim de conservar o homem no caminho direito, o Senhor não poupou introduzir em Sua Palavra as consequências desastrosas da desobediência. Mas também deu especial destaque àqueles que, por sua fidelidade e integridade, tornaram-se exemplos inquestionáveis de que “Bem-aventurado é o homem que teme ao Senhor e se compraz nos Seus mandamentos” (Sl.112:1).

Ao chamar Abraão para dar início à descendência em que a promessa messiânica se cumpriria, o Senhor lhe prometeu um filho, o filho da promessa. Entretanto, a demora fez com que Abraão cedesse ao insistente pedido de Sara, gerando em Agar, a escrava egípcia, um filho que não correspondia à promessa de Deus. A impaciência gerou frustração e consequências desastrosas e inevitáveis. Mas foi através de Isaque que o Senhor confirmou a Sua aliança e multiplicou o Seu povo. Israel tornou-se o povo que representava o Deus vivo na Terra e, “sob a lei” (v.5), deveria ser testemunha ao mundo de que Deus certamente enviaria “Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). No entanto, na “plenitude do tempo, Deus enviou Seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (v.4), como prometera, e a nação estava tão ocupada em observar “dias, e meses, e tempos, e anos” (v.10), que não reconheceram em Cristo o cumprimento da profecia.

Ao entregar a Sua vida naquele madeiro, “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29), encerrou toda a lei cerimonial. Não era mais necessário guardar os dias de festas e os rituais de sacrifícios, pois que todos eles apontavam para o plano da salvação em Cristo. Quando Jesus expirou na cruz, “o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo” (Mt.27:51), simbolizando a vitória do perfeito plano divino. Por meio do sacrifício de Cristo, temos livre acesso ao Santíssimo, onde está o trono de Deus. Perante o Pai, reconhecendo que a intercessão dAquele que “saiu vencendo para vencer” (Ap.6:2) é suficiente para nos salvar, devemos depositar o nosso coração a fim de que “o Espírito de Seu Filho” (v.6) realize em nós a Sua boa obra.

Eis o que Paulo estava exortando aos gálatas e o que o Senhor nos pede todos os dias: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Pv.23:26). “Mas agora que conheceis a Deus ou, antes, sendo conhecidos por Deus” (v.9), procederemos como uma classe de escribas e fariseus atuais? Entregue o seu coração a Deus sem reservas e você verá se Ele não vai abrir os seus olhos para compreender com clareza toda a Escritura. Paulo revelou aos gálatas verdades tão absolutas e plenas, que eles teriam “arrancado os próprios olhos” (v.15) por amor a ele. Jesus mesmo afirmou: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). O pecado revelado na lei nos escraviza, mas a verdade revelada em Cristo nos liberta, e o Espírito Santo nos dá poder para obedecer a “lei da liberdade” (Tg.2:12).

Estude a vida de Paulo e você verá que, em momento algum, ele desobedeceu aos dez mandamentos. Mas também, em nenhuma de suas palavras inspiradas, você encontrará uma única citação que se refira à lei como um meio de salvação. Abraão obedeceu porque ele era livre. Ele poderia ter se recusado a obedecer, mas escolheu ser obediente porque amava a Deus. Paulo e os demais apóstolos poderiam ter se recusado a pregar o evangelho em tão terríveis condições, mas escolheram obedecer à voz de Deus porque, antes de tudo, O amavam. Se amamos a Deus, igualmente, “somos filhos não da escrava, e sim da livre” (v.31), e Lhe seremos obedientes porque escolhemos amá-Lo.

Tomando emprestado as palavras de Paulo, pergunto a vocês, meus irmãos: “Tornei-me, porventura, [vossa inimiga], por vos dizer a verdade?” (v.16).

Nosso Deus e Pai amado, o Teu conhecimento é liberdade e é vida. Em Te conhecer está a nossa felicidade. Que privilégio sermos chamados Teus filhos e podermos clamar: Aba, Pai! Ensina-nos a sermos sempre zelosos pelo bem e termos a Tua lei escrita em nosso coração. A nossa salvação foi comprada e garantida na cruz do Calvário, mas a nossa resposta a tão precioso e grandioso dom revela a quem servimos e para onde estamos indo. E nós queremos ir para Tua casa, Senhor! Salva-nos por Tua graça! Santifica-nos por Tua Palavra! Glorifica-nos por ocasião da Tua volta! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, livres em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Gálatas4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100