Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 9 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 9 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 9- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 9 by Luís Uehara
8 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/9

A sucessão de curas relacionadas à fé em Mateus 9 sugere que a fé é muitas vezes a precursora da cura.

Em primeiro lugar, a cura é atribuída à fé dos amigos do paralítico, e não à sua. Às vezes, a fé dos outros efetua a nossa cura quando nós mesmos estamos arrasados demais para ter fé.

À mulher com hemorragia e aos homens surdos e mudos, Jesus afirma diretamente que foi a fé deles que operou a cura. A fé cria a perspectiva de cura.

No entanto, a fé não garante uma solução rápida ou uma intervenção rápida. A mulher estava sangrando há 12 miseráveis e solitários anos; os outros provavelmente também sofriam há anos. A fé deve perdurar sem resolução imediata, sem prazo de validade.

É digno de nota que duas vezes Jesus ordena aos sofredores: “Tenham ânimo!” Ele quer ressuscitar sua coragem. Os corações ficam desgastados pelo sofrimento sem fim, tanto emocional quanto físico; a desesperança e o desamparo muitas vezes se insinuam. A cura sempre requer um coração rejuvenescido.

Você está sofrendo há muito tempo? Tenha coragem, meu amigo. Um dia, Jesus lhe dirá: “Sua fé te curou!”

Lori Engel
Capelão, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/9
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MATEUS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2024, 0:50
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775 palavras

3 blasfemando. aqui o termo abarca a ideia de usurpar a prerrogativa de Deus de perdoar os pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 No Sermão do Monte, Jesus mostra Sua autoridade sobre a Lei; no cap. 8, Ele demonstra autoridade sobre doenças físicas, demônios e sobre a criação; aqui, Sua autoridade se estende ao pecado. A visão judaica sobre a doença era que ela era causada porque algum pecado tinha sido cometido (Jo 9:2). Para que os espectadores e antagonistas acreditassem que Jesus tinha autoridade para perdoar pecados, o ato da cura teria que seguir ao pronunciamento do perdão. Andrews Study Bible.

9-10 A aceitação de Mateus do chamado de Jesus ao discipulado abriu a porta para que outros publicanos [coletores de impostos], excluídos e pecadores (i. e., todos aqueles que não seguiam os escrúpulos e tradições dos fariseus) se tornassem parte do círculo de Jesus. Isto, porém, levou a duras críticas a Jesus. Para os fariseus, um judeu respeitável – e um líder, muito mais ainda – deveria se preocupar com sua aparência e imagem. Aqueles com quem nos associamos dizem muito do que somos. Mas para Jesus a vida do “reino” não se baseava ma imagem, mas em ajudar e salvar. Andrews Study Bible.

10 em casa. Era a casa do próprio Mateus, escritor deste evangelho, conforme se vê em Lc 5.27 (onde aparece seu nome israelita, Levi). Publicanos e pecadores. O costume israelita destacava as duas palavras, talvez para fazer dos publicanos uma classe especial de pecadores. Bíblia Shedd.

11 porque come. Os empedernidos judeus quiseram insinuar que esta prova de misericórdia de Cristo era sinal que se sentia em boa companhia com os pecadores. Eles, com tanto medo de se deixar contaminar, julgaram estas pessoas como que sendo desprezadas por Deus. Jesus, a Luz do Mundo, ilumina sem medo de que as trevas prevaleçam. Bíblia Shedd.

13 misericórdia quero. Nesse sentido, “misericórdia” representa justiça pela fé e “sacrifício”, justiça pelas obras. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 386.

14-15 Jesus suporta a disciplina do jejum. Contudo, Ele nega que ele seja necessário aos Seus seguidores naquele momento. O princípio a se observar aqui é que a disciplina espiritual, apesar de bíblica e necessária, tem seu tempo e lugar. Andrews Study Bible.

17 odres. Na Palestina antiga, o vinho era guardado em recipientes feitos de pele de cabra. O suco de uva fresco se fermentaria com o tempo e esticaria os recipientes. Um odre velho não conseguiria suportar a pressão e se romperia; portanto, novos recipientes eram necessários para novos sucos. Jesus usou essa ilustração para enfatizar que o Seu caminho era novo e não se ajustava aos velhos e desacreditados caminhos dos fariseus ou mesmo algumas limitações das leis mosaicas. Andrews Study Bible.

18 um dos dirigentes da sinagoga. Marcos e Lucas informam que seu nome era Jairo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 Marcos menciona ainda um pormenor, o de que os médicos tiraram-lhe todo o dinheiro que ela possuía, sem contudo curá-la. Bíblia Shedd.

22 ficou sã. A mesma palavra grega para “salvou”. Quando Jesus cura fisicamente Ele também salva holisticamente [como um todo]. Andrews Study Bible.

O verbo grego sõzein significa tanto salvar como curar. É restaurar e restabelecer totalmente. Bíblia Shedd.

23 tocadores de flauta. Estes, juntamente com as carpideiras, eram profissionais que acompanhavam os enterros; essas lamentações não eram senão mercenárias, o que se revela pelo tom de zombaria que adotaram para com Jesus. Ele ressuscitou a menina com a mesma ternura com a qual sua mãe a despertaria cada manhã (Mc 5.41). Bíblia Shedd.

24 dorme. Uma metáfora bíblica para a morte (Dan 12:2; Jo 11:11; 1Ts 4:13-14). Andrews Study Bible.

25 tomou a menina pela mão. Quem quer que tocasse um cadáver ou estivesse com ele num aposento se tornava ritualmente impuro (Nm 19:14-16). Jesus quebrou estas leis para trazer restauração. Andrews Study Bible.

27 cegos. Isaías predisse a cura dos cegos na era messiânica (Is 35.5) [O mesmo para os mudos, Is 35.6, verso 32]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

32 foi-Lhe trazido. Quando uma pessoa é impedida de ir até Jesus por falta de habilidade ou de fé para a cura física ou espiritual, é bem-aventurada se tem alguém que se preocupa com ela o suficiente para levá-la a Jesus (cf. Mc 2:2, 3). CBASD, vol. 5, p. 387.

33 falou o mudo. Esta era a evidência tangível da cura. Este foi o último milagre registrado em vários meses, sendo que o próximo foi o de alimentar 5 mil na primavera seguinte. Não se diz se Jesus se retirou a algum lugar no inverno, após a segunda viagem pela Galileia. A agitação popular provocada pelos muitos milagres tendia a obscurecer o principal objetivo de Cristo ao realizá-los: a propagação do reino dos céus no coração e na vida do ser humano.  CBASD, vol. 5, p. 387.



MATEUS 09 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de agosto de 2024, 0:45
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O ministério de Cristo consistia em três ações: ensinar, pregar e curar. Ele estava sempre rodeado de multidões que O seguiam por toda a parte em busca de ouvir e ver o Mestre que não Se importava em comer “com publicanos e pecadores” (v.11). Todos eram igualmente importantes para Jesus, e esse tratamento uniforme foi demasiadamente ofensivo para os “piedosos” escribas e fariseus. Não podiam tolerar a verdade de que “para com Deus não há acepção de pessoas” (v. 11). A cura do paralítico em Cafarnaum foi o limiar de uma acirrada perseguição contra Jesus. O pensamento de que a enfermidade era um castigo divino atribuído ao pecador foi um pesado fardo retirado do coração do paralítico ao ouvir as ternas palavras de libertação: “Tem bom ânimo, filho; estão perdoados os teus pecados” (v.2).

A triste realidade das curas relatadas neste capítulo é que haviam poucos para ajudar e muitos para atrapalhar. Mas a grande e feliz notícia é que nenhuma multidão pode impedir aqueles que creem no Filho de Deus, a Quem as limitações físicas não podem resistir e as diferenças sociais e étnicas não podem limitar. Quando um pecador se encontra com Cristo só podem haver dois resultados: conversão ou rejeição. O breve relato do chamado do evangelista Mateus revela a grandeza de caráter que o Senhor viu naquele coletor de impostos. De tudo o que Mateus escreveu, este foi o único registro de seu discipulado, ocupando-se tão-somente em deixar escritas as obras de seu soberano Mestre.

De fato, Jesus anunciou o reino dos céus mediante um ministério para todos. Contudo, em nenhum momento o Salvador foi conivente com o pecado. Muito pelo contrário. Sua obra consistia em chamar os “pecadores [ao arrependimento]” (v. 13), mostrando-lhes assim “um caminho sobremodo excelente”, do amor e da misericórdia. (1Co.12:31). O pedido do chefe de uma sinagoga e o esforço de uma mulher cerimonialmente impura foram semelhantemente considerados por Jesus como dignos de Sua preciosa atenção. Esses milagres ilustram, respectivamente, a nossa necessidade de uma vida purificada e renascida em Cristo. Oh, como anseia Cristo nos dizer: “Tem bom ânimo […], a tua fé te salvou” (v.22)! E quanto deseja o nosso Salvador nos tomar pela mão e nos levantar como novas criaturas para Ele (v.25)!

Muitos ainda estão como os dois cegos e como o mudo endemoninhado, com uma visão espiritual deficiente e uma audição impedida pelo diabo. Quando, porém, se deparam com Jesus ou são levados até Ele, e seus olhos são abertos e seus ouvidos desobstruídos, fica difícil guardar para si o que dá vontade de contar para toda a Terra (v.31). Jesus chegou em um momento em que o mundo padecia de terrível sofrimento e angústia. E, dirigindo-Se aos Seus discípulos, Ele deixou bem definida a nossa missão, que é cuidar de Sua seara mediante o Seu exemplo: ensinando, pregando e curando (v.35). Nos momentos finais desta Terra, quando o pecado atingir o limite da maldade, Jesus Se manifestará segunda vez para buscar o que plantamos e regamos, mas que Ele fez crescer. Portanto, plantemos e reguemos, pois a colheita só pertence a Cristo.

Pai misericordioso, como é maravilhoso conhecer o Teu caráter na vida de Teu Filho amado! Mas as mazelas deste mundo têm impedido a muitos de Te conhecer, de ouvir a Tua voz. Senhor, cura-nos não somente de enfermidades físicas, mas, acima de tudo, daquelas que ameaçam nos tirar a vida eterna! Rogamos que o Senhor mande trabalhadores para a Sua seara; homens e mulheres que, cheios do Espírito Santo, iluminem a Terra com a Tua glória. Queremos fazer parte deste Teu exército de salvação, Pai. Por isso, Te pedimos que nos perdoe os pecados, nos cure e nos capacite. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, trabalhadores na seara do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Mateus9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 9 – Jesus, o Emanuel, Deus Conosco, alterou o curso da história de degradação do pecado ao demonstrar Seu poder criador na restauração integral da humanidade chafurdada no pecado. Em Mateus 8 e 9, Ele demonstra ser capaz de restaurar a humanidade no nível físico, emocional, social e espiritual.

Jesus é Quem fala e tudo Se faz (Salmo 33:6, 9); Ele tem autoridade sobre as forças da natureza (Salmo 89:9) como se nota em Mateus 8. Em Mateus 9, esse poder continua através da cura de um paralítico (vs. 1-8) e na cura de várias doenças; entretanto, aqui Seu poder vai além de restaurar doentes: Ele revela ter capacidade de reverter o poder da morte, trazendo mortos à vida (vs. 18-34).

Em tudo isso, Jesus está numa batalha de proporções cósmica. “Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, Ele também participou dessa condição humana, para que, por Sua morte, derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o Diabo, e libertasse aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte” (Hebreus 2:14-15). Jesus invadiu o Império das Trevas para tomar “sobre Si as nossas enfermidades e sobre Si [levar] as nossas doenças” (Isaías 53:4).

A libertação dos endemoniados na região dos gadarenos demonstra o poder absoluto de Jesus sobre o reino das trevas; intrigantemente, os demônios reconheceram o Messias ao gritarem: “Que queres conosco, Filho de Deus? Vieste aqui para nos atormentar antes do devido tempo?” (Mateus 8:29). A autoridade de Cristo sobre as forças diabólicas reafirma Seu papel como Redentor que veio para destruir as obras do diabo (I João 3:8).

Diante destas revelações, temos de tomar a decisão de seguir ao Messias, o Salvador, ou permanecer junto aos poderes do mal. Em Mateus 8:18-22, Jesus deixa claro que é preciso largar tudo para segui-lO. Em Mateus 9:9, Jesus chama Mateus, o qual aceita segui-lO; porém, outros duvidavam dEle e O questionavam (Mateus 9:10-17). Mas, depois da ressurreição de um morto e a expulsão de mais um demônio, alguns líderes religiosos “diziam: ‘É pelo príncipe dos demônios que Ele expulsa demônios” (Mateus 9:34).

O problema de não entender a natureza do Messias e Sua missão pode induzir-nos à rejeição de Sua pessoa. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
7 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 8 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 8 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 8- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 8 by Luís Uehara
7 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/8

Multidões se aglomeravam ao redor de Jesus onde quer que Ele fosse – multidões de indivíduos cada um com suas próprias razões para estar lá. Alguns estavam famintos pelos ensinamentos de Jesus, alguns precisavam de cura, alguns estavam curiosos e muitos provavelmente foram até lá motivados pela mesma mentalidade que faz com que alguns, hoje em dia, gastem centenas de dólares com um ingresso para assistir a um artista favorito. (Imagine se tal artista se oferecesse para visitar um deles em casa?)

O centurião, como uma pessoa de autoridade e autoconfiança, tinha fé que Jesus poderia curar seu servo, mas além disso, ele respeitava Jesus como tendo maior autoridade. Quantos naquela multidão pagariam salários de vários dias para que Jesus fosse às suas casas? No entanto, o centurião recusou Sua visita por humildade e respeito. O centurião estava ciente de que não era permitido a um judeu visitar um gentio em sua casa.

De que modo uma fé semelhante à do Centurião se expressaria em minha vida? Passei vários dias pensando e orando sobre isso. A fé não é estagnada – ela cresce à medida que a exercitamos. Tenho muito mais fé do que no passado, mas sei que preciso de muito mais do que tenho.

Não posso responder por mais ninguém, mas espero que você pondere em espírito de oração como seria ter uma fé semelhante à do centurião em sua vida também.

Cathy Robertson Kabanuk
Assistente Social para bebês e crianças pequenas
Fall River Mills, Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MATEUS 08 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de agosto de 2024, 0:45
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Quando Jesus desceu do monte, “grandes multidões O seguiram” (v.1). Imagino que houve um tumulto e agitação quando notaram “um leproso” (v.2) se aproximando. Com sua carne consumida pelas chagas, aquele homem rompeu todos os protocolos sanitários da época a fim de se consultar com o único Médico que poderia curá-lo. Por outro lado, Jesus quebrou o protocolo religioso, pois tocou em alguém cerimonialmente impuro. Ao curar aquele leproso, Jesus não queria amortecer o impacto de Suas palavras no sermão do monte e nem atrair as multidões simplesmente pelas curas. Por isso ordenou que o homem não contasse nada a ninguém, mas que se mostrasse ao sacerdote e fizesse a devida oferta, “para servir de testemunho ao povo” (v.4). Ou seja, em obedecer a Jesus e às Escrituras, o seu testemunho seria bem mais eficaz e poderoso.

O relato do evangelho segundo Marcos, contudo, revela que aquele leproso não fez conforme Jesus lhe ordenou, mas saiu “a propalar muitas coisas e a divulgar a notícia, a ponto de não mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos” (Mc.1:45). Jesus passou por uma espécie de quarentena até que pudesse novamente entrar nas cidades. E, depois de alguns dias, ao entrar em Cafarnaum, foi abordado por um centurião que intercedia em favor de seu criado que sofria de paralisia. A atitude daquele gentio foi bem diferente do leproso judeu. O registro da fé do centurião romano foi usado por Cristo como uma ilustração acerca da salvação para todos os povos. Enquanto Israel desprezava o seu Resgatador, aquele estrangeiro reconheceu o poder que há no Verbo da Vida (v.8). Uma só palavra, uma única ordem de cura, e, “naquela mesma hora, o servo foi curado” (v.13).

Chegando à casa de Pedro, Jesus se deparou com outra enfermidade. Desta vez, era a sogra de Pedro que estava “acamada e ardendo em febre” (v.14). “Mas Jesus tomou-a pela mão, e a febre a deixou” (v.15). A sequência de curas relatadas neste capítulo não foi ao acaso. Um leproso, um estrangeiro e uma mulher. Os grupos de pessoas mais rejeitados por Israel. Mas Jesus tocou no leproso, exaltou a fé de um estrangeiro e Se compadeceu de uma mulher tomando-a pela mão. Eis o Deus da Bíblia! Eis Aquele que mostrou a verdadeira face do Pai (Jo.14:9-10) e que cumpriu fielmente a profecia: “Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças” (v.17; Is.53:4).

Seguir a Jesus quando tudo se revela em bênçãos é fácil, difícil é continuar O seguindo quando surgem as dificuldades e as tempestades da vida. São nesses momentos que nos é dada a oportunidade de clamar: “Senhor, salva-nos! Perecemos!” (v.25). O fato de Jesus estar dormindo em um momento de tanta turbulência para os discípulos não mudava o fato de que Ele estava no barco. Há uma frase que aprecio muito. Ela diz: “Quando o aluno está fazendo prova, o professor fica em silêncio”. As provas não surgem para nos destruir, mas são permitidas a fim de nos fortalecer. E quando clamamos ainda que com “pequena fé” (v.26), em Sua bondade e misericórdia Jesus repreende os ventos e o mar da vida, e faz-se “grande bonança” (v.26).

De um mar em fúria, Jesus e Seus discípulos se depararam com endemoninhados furiosos (v.28). Ele poderia tê-los ignorado, afinal não tinha quem apelasse por eles. Mas Aquele que lê corações assistiu a angústia de alma daquelas vítimas do inimigo. Reconhecendo que diante deles estava o Filho de Deus, os demônios rogaram para que Jesus os enviasse a uma manada de porcos. Assim foi feito e a manada precipitou-se “despenhadeiro abaixo” (v.32). A notícia alarmou a todos na cidade que, indo ao encontro de Jesus, não se maravilharam ao ver os que antes eram furiosos algozes transformados em homens serenos, mas rogaram para que Jesus fosse embora dali.

Hoje vimos exemplos de pessoas que foram ao encontro de Jesus e de Jesus indo ao encontro de pessoas. No toque, na palavra, Ele oferecia muito mais do que a cura, mas um amor que promovia a verdadeira alegria. Infelizmente, muitos têm ido ao encontro de Jesus simplesmente para dizer que Ele vá embora. Enxergam suas frustrações e dificuldades como sendo Sua culpa, perdendo o sublime privilégio de Sua companhia. Jesus, “meramente com a palavra” (v.16), deseja realizar em nossa vida a perfeita cura do coração.

Vá ao encontro de Jesus Cristo, agora, assim como você está e, certamente, você não permanecerá do mesmo jeito.

Querido Pai do Céu, o Senhor ainda deseja realizar milagres em nossa vida. O Senhor deseja nos curar de nossas enfermidades, acalmar a tempestade da vida, nos libertar das correntes do maligno, mas, acima de tudo, o Senhor deseja nos tirar das trevas para a Sua maravilhosa luz. “Segue-Me”, é o chamado de Jesus a cada um de nós. Concede-nos, ó Deus, o Teu Espírito e que não façamos oposição à obra de transformação que o Senhor deseja realizar em nossa vida. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, curados por Cristo Jesus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Mateus8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
7 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 8 – Jesus como “O Soberano da criação de Deus” (Apocalipse 3:14), identificado como “O Primogênito da criação” (Colossenses 1:15), significa que “nEle foram criadas todas as coisas, nos Céus e na Terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos sejam soberanias, poderes ou autoridades” que “todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele. Ele é antes de todas as coisas, e nEle tudo subsiste” (Colossenses 1:16-16).

Jesus é o agente através de Quem “Deus fez o Universo”; Jesus sustenta “todas as coisas por Sua palavra poderosa” (Hebreus 1:2-3). João inicia seu livro dizendo: “No princípio era Aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus e era Deus. Ele estava com Deus no princípio. Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle; sem Ele, nada do que existe teria sido feito… Aquele que é a Palavra tornou-Se carne e viveu entre nós. Vimos a Sua glória, como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade” (João 1:1-3, 14).

Desta forma, em Mateus 8, nota-se o Criador em forma humana, cheio de graça e verdade, restaurando a humanidade sofredora, devido à deterioração do pecado.

Desde o início do Evangelho, Mateus se empenha em apresentar Jesus como o Messias prometido, o Emanuel (Deus conosco). Em Mateus 8, o Messias entrou em ação, restaurando vidas e demonstrando Seu poder divino. Cada milagre registrado nesse capítulo evidencia fortemente a presença do Criador entre nós.

A sequência de milagres de Mateus 8 revela a divindade de Jesus e Sua missão redentora. Este capítulo é essencial para a compreensão da natureza de Cristo e Seu papel na restauração dos sofredores deteriorados pelo pecado.

  • Ao curar o leproso instantaneamente, Jesus não demonstrou simplesmente Seu poder sobre a doença, mas Sua autoridade para purificar e restaurar (Mateus 8:1-4).
  • Ao curar através das palavras ao servo do Centurião, não sendo ele judeu, além de revelar a universalidade de Sua missão, Jesus demonstrou que Suas palavras são as mesmas proferidas no princípio, na criação (Mateus 8:5-13; Gênesis 1:1-31).
  • Ao curar vários enfermos (Mateus 8:14-17), acalmar a tempestade (Mateus 8:23-27) e libertar endemoninhados (Mateus 8:28-34), Jesus está invadindo o reino das trevas para implantar Seu Reino.

Jesus tem poder para restaurar o estrago feito pelo pecado. Por isso, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de agosto de 2024, 0:40
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628 palavras

1 descendo. Encerrou-se um dos cinco grandes grupos de ensinamentos que Mateus ajuntou, nos cap 5-7; os outros encontram-se nos cap. 10, 13, 18 e 24-25. Bíblia Shedd.

2,3 leproso. Ninguém poderia por em perigo a sua pureza ritual ou física entrando em contato com eles, muito menos tocá-los. Mas Jesus não apenas o curou. Jesus o tocouAndrews Study Bible.

4 não o digas a ninguém. Talvez por várias razões: 1) Jesus não queria ser considerado somente operador de milagres, 2) não queria que seu ministério de ensino fosse prejudicado pela publicidade exagerada de seus milagres de cura e 3) não queria que sua morte fosse precipitada, i. e., ocorresse antes de Ele ter terminado o Seu ministério. V. 9.30. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Moisés ordenou. As leis sobre a lepra (V. cap 13 e 14) eram pormenorizadas, e o conceito da quarentena teve seu início naquela época. A palavra traduzida por “lepra” (heb çãra’ath) é uma definição genérica de várias desordens na pele, havendo rara coincidência com o tipo mais comumente conhecido. Para os hebreus, simbolizava o pecado, por ser nojento, contagioso e incurável. Jesus, ao curá-la, revela parte da natureza do Seu ministério. Bíblia Shedd.

5 um centurião. Oficial do império Romano, comandante de uma centúria ou destacamento de 100 soldados. Bíblia Shedd.

11 tomarão lugares à mesa com Abraão. Era assombroso e escandaloso Jesus retratar gentios impuros comendo com os santos patriarcas. … Comer junto demonstrava companheirismo, amizade e solidariedade. Andrews Study Bible.

tomarão lugares. Do gr. anaklino, “reclinar”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 379.

14, 15 Esta passagem dos evangelhos indica que Pedro era casado e que possuía casa, como se vê em Mc 1.29. Paulo menciona que Pedro levava a esposa nas viagens missionárias. Bíblia Shedd.

17 para que se cumprisse. Mateus mostra a Jesus Cristo como o Rei prometido pelas profecias do AT. Por isso há tantos textos que vinculam Jesus com as profecias (93 citações). Bíblia Shedd.

18 muita gente. Multidões seguiam Jesus por onde quer que fosse (ver Mt 4:25; Mc 3:7; 4:1) e, como resultado disso, Ele frequentemente tinha pouco ou nenhum tempo para comer (ver Mc 3:20; DTN 333). Enquanto atravessava o mar, vencido pela fraqueza e fome, logo adormeceu (DTN, 334). Ministrar às necessidades físicas e espirituais do povo exigia, mesmo dEle, o desgaste de forças que deviam ser restauradas com descanso e alimento. Foi por essa razão que o Salvador buscou algumas horas de descanso de Seu trabalho incessante. CBASD, vol. 5, p. 380.

19-22 O chamado de Jesus, “segue-Me” tem precedência sobre todas as obrigações e responsabilidades. Andrews Study Bible.

19 um escriba. Como um homem culto, instruído e de elevada posição social, sem dúvida, seria mais difícil para um escriba se acostumar às privações da vida de um discípulo do que para um pescador, por exemplo. … Alguém acostumado ao conforto de um lar, como provavelmente era o caso desse escriba, talvez achasse a vida itinerante difícil e desagradável. Testemunhas do evangelho devem estar sempre dispostas a enfrentar dificuldades como bons soldados de Jesus Cristo (ver 2Tm 2:3).  CBASD, vol. 5, p. 381.

22 sepultar meu pai. Com toda probabilidade, o pai ainda gozava de boa saúde e o tempo de sua morte estava num futuro indeterminado. … Se o pai já estivesse morto, é pouco provável que Cristo tivesse ordenado que ele negligenciasse o que, nos países orientais, até hoje se considera um dos deveres mais sagrados de um filho dedicado. … Era como se dissesse a Cristo: “Eu gostaria de Te seguir, mas não posso fazer isso enquanto meu pai viver.” Em resposta, Cristo disse: “Reconheço teu dever para com teus pais, contudo, teu dever para com o reino dos Céus tem prioridade.” CBASD, vol. 5, p. 382.

deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. Que os espiritualmente mortos sepultem os fisicamente mortos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23-27 Jesus ia atravessando o lago da Galiléia, saindo de Cafarnaum e indo para Gadara, uma travessia de 10 km. Bíblia Shedd.