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Texto bíblico: MATEUS 7 – Primeiro leia a Bíblia
MATEUS 7- COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/7
O capítulo sete termina com os construtores sábios e tolos que tiveram resultados diferentes com base nos alicerces utilizados na construção de suas casas. Os materiais utilizados para construir as casas podem ter sido semelhantes e, segundo todas as observações, as casas pareciam boas. No sentido espiritual, ambos se passariam por cristãos porque não havia muita diferença entre os dois, mas havia um problema muito real, revelado apenas com o aparecimento de uma tempestade.
Relacionando isso com o nosso contexto, as tempestades podem vir na forma de provações financeiras, relacionais e espirituais que testam a força do caráter e dos fundamentos de uma pessoa. O lado positivo da tempestade da parábola é que ela revelou as falhas de uma das casas que tinha areia como alicerce e acabou caindo, ao mesmo tempo que revelou a sabedoria da outra casa construída sobre a Rocha. As palavras que Jesus compartilhou no monte foram um aviso de que construir sobre qualquer outra coisa levaria à morte.
É fácil mostrar uma aparência de Cristianismo, mas sem a presença de Cristo e Seus ensinamentos como verdadeiro fundamento, suas armadilhas são como uma casa de palha. Sobre tal fundamento, Jesus dirá: Nunca te conheci; Eu nunca estive nos alicerces da sua vida.
Pastor Shaun Brooks
Coordenador de Ministérios para Deficientes, Conferência Georgia-Cumberland, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/7
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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783 palavras
1 não julgueis. Não se proíbe o uso de critérios sãos. O que é proibido é o espírito de crítica, que aumenta o erro alheio. Bíblia Shedd.
Jesus se refere em especial ao fato de julgar as intenções de outra pessoa, não ao fato de julgar se seus atos são certos ou errados. … Jesus não se refere à percepção da qual o cristão deve distinguir o certo e o errado (Ap 3:18; cf. T5, 233), mas sim ao hábito da crítica e da censura, em geral, injusta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol 5, p. 369.
3 cisco … viga. Exemplo de hipérbole nos ensinos de Jesus. … Seu propósito é deixar uma lição bem clara. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 trave. O cristão que descobre o erro do irmão irá corrigi-lo “com espírito de brandura” (Gl 6:1), considerando que ele próprio pode ter sido tentado e pode ter caído naquele mesmo ponto, ou pode cair no futuro. CBASD, vol 5, p. 369.
5 verás claramente. Somente quando a pessoa está disposta a sofrer, se preciso for, para ajudar um irmão errante, ela deixa de ser cega para ajudá-la. CBASD, vol 5, p. 370.
6 o que é santo. O obreiro do evangelho não deve perder tempo com aqueles que “só fariam do evangelho um objeto de contenção e ridículo”. CBASD, vol 5, p. 370.
7 pedi. Esta passagem nos encoraja a sermos persistentes em buscar a Deus e Ele nos dará todas as dádivas que Ele sabe que precisamos. Andrews Study Bible.
12 Longe de pagar o mal com o mal, devemos fazer o bem a todos. Foi assim que Deus respondeu à rebelião dos homens oferecendo-lhes a salvação pela graça (Ef 2.8, 9). Bíblia Shedd.
Apenas aqueles que fazem da regra áurea sua lei para a vida e a praticam podem esperar ser admitidos no reino da glória. A atitude para com o próximo é um indicativo infalível da atitude para com Deus (ver 1Jo 3:14-16). … A regra áurea toma o egoísmo supremo (o que gostaríamos que os outros nos fizessem) e o transforma em suprema abnegação (o que devemos fazer para os outros). Essa é a glória do cristianismo. CBASD, vol 5, p. 371.
esta é a Lei. Cristo nega de forma enfática que o princípio apresentado na regra áurea seja algo novo; é a própria essência da lei, dada por Moisés (a Torah), e o que os profetas escreveram; em outras palavras, todo o AT. … Quem atribui a lei do amor apenas ao NT, e relega o AT ao esquecimento, como um sistema religioso obsoleto, critica o Mestre, que declarou especificamente que não veio para mudar os grandes princípios contidos na “Lei” e nos “Profetas”. … Todo o Sermão do Monte, de Mateus 5:20 a 7:11 ilustra essa grande verdade. CBASD, vol 5, p. 371.
13, 14 porta estreita. Jesus chama o caminho do céu de “porta estreita” ou “caminho apertado” … porque na prática muito poucas pessoas renunciam ao eu-próprio para procurar a Deus. Bíblia Shedd.
15 falsos profetas. Um verdadeiro profeta é aquele que fala no lugar de Deus. Um falso profeta é alguém que finge estar falando no lugar de Deus, quando na realidade fala apenas dos pensamentos pervertidos de seu próprio coração. CBASD, vol 5, p. 372.
22 profetizamos. No NT, esse verbo significa em primeiro lugar transmitir uma mensagem da parte de Deus, não necessariamente uma predição. Bíblia de Estudo NVI Vida.
muitos milagres. As Escrituras deixam claro que a realização de milagres não é em si evidência conclusiva de que o poder divino está em operação. O maior milagre de todos os tempos e da eternidade é uma vida transformada à semelhança divina (ver DTN, 406, 407). CBASD, vol 5, p. 373.
25 ventos. Os “ventos” da tentação e das provas (DTN, 314), ou os ventos dos falsos ensinos que tendem a retirar a pessoa do firme fundamento da fé (Ef 4:14). CBASD, vol 5, p. 374.
edificada sobre a rocha. Isto é, sobre os ensinamentos de Cristo. neste caso particular, os ensinos do Sermão do Monte (v. 24). CBASD, vol 5, p. 374.
26 homem insensato. “Insensato” porque não fez o que sabia que deveria ser feito (comparar com o homem sem a veste nupcial [Mt 22:11-13] e com as cinco virgens néscias [Mt 25:2, 3]). CBASD, vol 5, p. 374.
sobre a areia. Aquele que não dá ouvidos ao evangelho constrói sobre a instável areia do eu, sobre seus próprios esforços (MDS, 152) e sobre teorias e invenções humanas (DTN, 314). CBASD, vol 5, p. 375.
29 Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas. Não por meio de dogmas, mas com Sua própria autoridade, em vez de citar expositores anteriores da lei, como faziam os rabis. Observe o uso frequente nos evangelhos da expressão “em verdade vos digo”. … O ensino dos escribas era dogmático e baseado em tradições dos anciãos. No método de Cristo havia poder vivificante, bem como nas verdades que apresentava, em contraste com o formalismo morto dos ensino dos escribas. CBASD, vol 5, p. 375
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“Todo aquele que ouve estas Minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha” (v.24).
Desde o seu surgimento, a arqueologia tem contribuído como uma forte aliada da História a fim de confirmar diversos registros escritos. A arqueologia bíblica, um ramo que se dedica a reforçar a veracidade das Escrituras, também tem sido de fundamental importância. Desde o achado dos escritos do Mar Morto, de objetos e até de ruínas de cidades antigas citadas na Bíblia, muitos céticos têm despertado para a Palavra de Deus como o Livro mais sério e confiável que existe. Em 2021, foi divulgado um achado arqueológico no deserto da Judeia, que incluía porções dos pergaminhos dos profetas Zacarias e Naum, exatamente como está escrito na Bíblia atualmente.
No capítulo de hoje, Jesus fez referência a duas atitudes que não podem e não devem compor a conduta cristã; Ele também reforçou a importância da oração insistente, da porta e do “caminho que conduz para a vida” (v.14), nos advertiu acerca dos falsos profetas e do verdadeiro preparo para a vida eterna, que inclui ouvir e praticar as Suas palavras. A começar pelo julgamento precipitado, Jesus advogou contra o que havia se tornado um hábito em Israel. Samaritanos e judeus, fariseus e saduceus, religiosos e publicanos; Israel havia se transformado em um verdadeiro campo de conflitos civis e religiosos. Todos, porém, necessitavam entender o que está escrito em Zacarias 8:16-17, o texto encontrado no pergaminho antigo pelos arqueólogos, que diz: “Eis as coisas que deveis fazer: Falai a verdade cada um com o seu próximo, executai juízo nas vossas portas, segundo a verdade, em favor da paz; nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo, nem ame o juramento falso, porque a todas estas coisas Eu aborreço, diz o Senhor”.
O procedimento cristão não é revelado pelo que fazemos em nome de Jesus, e sim pelo que Ele faz em nós quando assim pedimos e permitimos (v.21-22). Percebam que Jesus repreendeu com veemência o julgarmos uns aos outros, e logo em seguida, nos advertiu a não darmos “aos cães o que é santo” (v.6) e nem nossas pérolas aos porcos; uma metáfora bem pesada considerando que não somos juízes de nossos semelhantes. Todo aquele, porém, que tem sua vida “edificada sobre a rocha” (v.24), que busca primeiro tirar a trave de seu próprio olho, recebe do Espírito Santo a clara visão espiritual a fim de “tirar o argueiro do olho” do outro (v.5). E isso não com acusações e críticas infundadas, motivadas por maus sentimentos ou ruins suspeitas, mas canalizada a ira para o pecado e o amor para o pecador; tendo sempre a guia do Espírito a fim de não ter a fé prejudicada pelos que se recusam a abandonar o pecado.
Nosso chamado, portanto, amados, não inclui separar ou definir quem seja bom ou ruim, mas em ajudarmos uns aos outros respeitando o limite do livre arbítrio. O texto de Zacarias encontrado na Judeia reclama um povo que pratique tudo o que Jesus declarou de uma forma tão clara e detalhada no sermão do monte. Pelo conhecimento e prática da verdade, nossa vida se torna uma edificação inabalável, capaz de suportar o “dia mau” (Ef.6:13). Aquele, porém, “que ouve estas Minhas palavras e não as pratica”, disse Jesus, “é comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia” (v.26). Esta diferença será claramente percebida no juízo final. E é este cenário profético, encontrado pelos arqueólogos, que aparece no livro de Naum 1:5-6: “Os montes tremem perante Ele, e os outeiros se derretem; e a Terra se levanta diante dEle, sim, o mundo e todos os que nele habitam. Quem pode suportar a Sua indignação? E quem subsistirá diante do furor da Sua ira? A Sua cólera se derrama como fogo, e as rochas são por Ele demolidas”.
“Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da Sua doutrina” (28). Suas palavras tiveram um grande impacto na visão espiritual das pessoas, “porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (v.29). Seu discurso ecoava a perfeita combinação das palavras com as atitudes, de forma que Jesus foi logo diferenciado dos mestres da Lei em Israel. O que mais falta para o povo de Deus hoje perceber que é tempo de vivermos Zacarias 8:16-17 a fim de não temermos Naum 1:5-6? Eu vejo essa descoberta arqueológica como mais um atalaia da misericórdia divina a fim de “habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17). Ter a boca cheia do nome do Senhor enquanto ignora a Sua vontade revelada em Sua Palavra é como construir uma bela “casa sobre a areia” (v.26). Aparentemente é igual à casa sobre a rocha, mas os momentos finais revelarão a fragilidade de seu alicerce.
Seja a nossa vida, pela graça de Jesus e pelo poder do Espírito Santo, o achado raro que reflete o brilho que emana “de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt.4:4). Entremos “pela porta estreita” (v.13), meus irmãos. Cristo em nós, a esperança da glória!
Pai Santo e Bendito, nós Te louvamos e Te agradecemos pelo precioso sermão do monte! As palavras de Jesus Cristo precisam entrar em nosso coração e realizar a sua maravilhosa obra de alicerçar a nossa fé sobre sólido fundamento. Mas essa obra só pode ser realizada se Ele habitar em nós mediante o dom do Espírito Santo. Habita em nós mediante o Teu Espírito, Senhor! Opera em nós o Teu querer e o Teu efetuar segundo a Tua boa vontade. E que Cristo em nós revele ao mundo a glória que emana da Tua Palavra. Conduz o Teu povo a orar, se humilhar, se arrepender e buscar a Tua face, Senhor! Bênçãos que Te pedimos e Te agradecemos, em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, prudentes do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Mateus7 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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MATEUS 7 – Observe que o Evangelho escrito por Mateus moldura sua teologia com a presença da Trindade, quando o profeta João Batista batiza o Messias (Mateus 3:17-18), e termina com a Grande Comissão (Mateus 28:19-20), quando os convertidos são batizados, que explicitamente menciona o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Esse arcabouço sugere uma teologia trinitária subjacente ao evangelho.
• Jesus frequentemente refere-Se a Deus como “Pai” durante o Sermão da Montanha. Em Mateus 6:4, 6, 8-9, 14-15, 18, 26 e 32, Ele enfatiza a proximidade e a acessibilidade de Deus como Pai.
• Embora o Espírito Santo não seja mencionado no sermão descrito por Mateus, Sua presença não foi ignorada por Cristo. Em Mateus 7:7-11, Jesus fala sobre dar boas dádivas aos filhos, e em Lucas 11:13, um paralelo a este texto, Ele menciona especificamente que o Pai dá o Espírito Santo aos que pedirem.
• A conclusão do primeiro sermão de Jesus destaca Sua autoridade única. O povo se maravilhava com Seu ensino porque Ele ensina com autoridade (Mateus 7:28-29), diferente dos escribas e fariseus. Esta autoridade divina implica na divindade de Jesus.
Nota-se então, o empenho da Trindade na implantação do Reino dos Céus no Planeta Terra: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo operam juntos na salvação e na vida do pecador que aceita tornar-se súdito do governo divino. A compreensão da ação Trinitária no Evangelho bíblico é essencial para a fé cristã e para a transformação da vida do crente. “A verdade contida nesta profunda doutrina forma a base essencial para o próprio âmago do que representa o cristianismo”, destaca Woodrow Whidden.
Com autoridade divina, Jesus chama Seus seguidores em Mateus 7 para viverem os princípios essenciais para uma vida cristã autêntica e para a preparação para o juízo divino – o qual distinguirá os súditos dos não-súditos.
Deste modo, Mateus 7:1-28 é rico em ensinamentos práticos e espirituais que conclui o Sermão da Montanha com poderosas exortações e advertências. Ele chama os crentes a viverem uma vida de discernimento, oração, obediência e fidelidade, fundamentada nos ensinos de Jesus. Através de Suas palavras, somos desafiados a examinar nosso próprio coração, a buscar a verdade e a viver de maneira que reflita o amor e a justiça de Deus.
Enfim, devemos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: MATEUS 6 – Primeiro leia a Bíblia
MATEUS 6- COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/6
A linguagem em que o Pai-Nosso foi proferido carrega um significado profundo. O Novo Testamento foi escrito em grego. Jesus, por outro lado, falava aramaico porque era a linguagem da comunicação diária. Os estudiosos da Bíblia concordam que Jesus apresentou essa oração na língua aramaica, o que em si foi uma ação revolucionária.
Embora os judeus falassem aramaico em sua vida cotidiana, esperava-se que recitassem suas orações em hebraico, não em aramaico. O hebraico era considerado uma língua sagrada. Portanto, o uso do aramaico cotidiano na oração e na adoração na época de Jesus era inaceitável. Hoje, os cristãos que falam inglês às vezes tendem a usar o inglês antigo, pensando que é mais sagrado. O mesmo acontecia na idade medieval, quando os cristãos usavam o latim nas orações. Na verdade, apenas a tradução latina da Bíblia era aceitável no culto cristão naquela época.
Mas, ao nos ensinar como orar, Jesus vira de ponta cabeça as visões religiosas de Seu tempo e do nosso tempo. Para Jesus não existe língua sagrada, não existe cultura sagrada. Os crentes podem entrar na presença de Deus usando a linguagem com a qual estão mais acostumados – a linguagem do coração.
Oleg Kostyuk
Docente, Advent Health University, Orlando, Flórida, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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549 palavras
1 justiça. Jesus afirma o valor positivo que há na justiça prática, mas somente quando praticada em submissão a Deus e por amor a Ele, ao invés de feito em busca de glória pessoal humana. Bíblia de Genebra.
Ele [Jesus] não está condenando a oração, jejum e caridade públicos e, sim, a natureza centrada em si mesma da religiosidade pública (em 5:14-16 temos os atos centrados em Deus). Andrews Study Bible.
…a humildade, e não o orgulho, é a base da comunhão com Deus. Bíblia Shedd.
2 hipócritas. A palavra grega significa “ator de teatro”. … Aqui, refere-se aos que fingem ser consagrados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
No Novo Testamento, o hipócrita é aquele que alega ter um relacionamento com Deus e amar a justiça, mas que está buscando seu próprio interesse, enganando-se a si mesmo. Bíblia de Genebra.
3 mão esquerda … mão direita. …a pessoa não deve chamar atenção para a sua generosidade. A autoglorificação é um risco sempre presente. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Jesus quer dizer que os cristãos não devem fazer caridade a fim de obterem louvor e honra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 358.
7 sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Estes citavam nas orações longas listas com os nomes de seus deuses, na esperança de, mediante a constante repetição, invocarem o nome daquele deus que os ajudasse. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 nosso. A oração do Pai Nosso é uma oração pública. Andrews Study Bible.
…embora reflita, até certo ponto, as orações do judaísmo, a oração do Senhor é, contudo, inspirada e original. Sua originalidade está na escolha das petições e no seu arranjo. Sua aceitação universal reflete o fato de que expressa mais perfeitamente do que qualquer outra oração as necessidades fundamentais do ser humano. CBASD, vol. 5, p. 359.
Santificado seja o Teu nome. Santificamos Seu nome quando reconhecemos a santidade de Seu caráter e permitimos que Ele reproduza esse caráter em nós. CBASD, vol. 5, p. 360.
11 dai-nos. A oração se inicia com Deus e Seus assuntos e somente então se dirige para os nossos pedidos e desejos. Andrews Study Bible.
12 dívidas. A referência aqui é a dívidas pessoais. Os cristãos perdoam os outros em resposta ao perdão de Deus (18.32-33); porém, se não perdoarmos os outros, não podemos clamar pelo perdão de Deus para nós mesmos (vs 14-15). Bíblia de Genebra.
16-18 jejum. Is 58:3-9, a mais extensiva passagem da Bíblia sobre o jejum, fala do jejum, não como sendo um ritual, mas em termos de alcançar os pobres e necessitados. Andrews Study Bible.
O jejum não é condenado se tiver como alvo o aproximar-se de Deus e a negação de si mesmo. Bíblia Shedd.
17 arrume o cabelo e lave o rosto. Os judeus colocavam cinzas na cabeça ao jejuarem. Jesus manda manter a aparência regular [normal]. O jejum não deve ser realizado de modo ostensivo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 Tesouros no céu ajuntam-se somente convertendo pecadores que viverão eternamente. Bíblia Shedd.
24 riquezas. Gr mamõn, transliteração da palavra aramaica que significa “riqueza”, mas que Jesus aqui está dando como nome pessoal, como se fosse um ídolo pagão. Bíblia Shedd.
26 não semeiam, não colhem….os passarinhos não se preocupam com o que o futuro reserva. Bíblia de Genebra.
27 côvado. Medida de comprimento de 46 cm. Aqui é humoristicamente considerada como mais um pedacinho de vida. Bíblia Shedd.
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“Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles; doutra sorte, não tereis galardão junto de vosso Pai celeste” (v.1).
Lá no Céu, Lúcifer promoveu os seus enganos de forma que fez cair terça parte dos anjos com ele. Ele não desejava ser semelhante ao Altíssimo em Seu amor e mansidão, mas em Seu poder e majestade. Com a entrada do pecado no mundo, a humanidade passou a desenvolver um perigoso senso de justiça própria. Desde Caim, que ofereceu a Deus o que ele achava justo a seus próprios olhos, o homem tem sido movido pelo desejo de ser aceito em suas próprias convicções e pela cobiça de ser melhor do que os demais. Por inveja, Caim matou Abel. Por inveja, os irmãos de José o venderam como escravo. Por inveja, os governantes de Babilônia atentaram contra a vida do fiel Daniel. Por inveja, os líderes judeus incitaram os romanos a condenar Jesus à morte.
Quando Jesus veio à Terra, Ele encontrou uma religião maculada pela cobiça e pela inveja. Havia uma constante necessidade de tornar pública a prática de suas obras. Suas esmolas, orações e jejuns eram seguidas de reconhecimentos e elogios que alimentava-lhes o ego; um verdadeiro desserviço à obra de Cristo. Motivados pela publicidade de sua piedade, os líderes espirituais da nação eram os primeiros a fazer o que julgavam ser digno da aprovação de Deus. Jesus, porém, veio para desconstruir esse conceito maligno e nos ensinar que a verdadeira prática da justiça consiste em ter apenas o Senhor como Testemunha: “e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (v.4, 6 e 18) e se trata de um relacionamento pessoal entre o adorador e Deus: “Tu, porém” (v.3, 6 e 17).
Aquelas palavras foram um verdadeiro alento aos humildes que se sentiam indignos diante das inúmeras apresentações religiosas. Muitos os observavam tentando imitar-lhes as obras. Ao ouvirem as palavras de Jesus: “Não vos assemelheis, pois, a eles” (v.8), é bem provável que tenham sentido como se um fardo lhes fosse retirado das costas. Não eram os costumes religiosos e nem as riquezas que os tornavam favorecidos diante de Deus, mas um coração cheio dos tesouros do Céu: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl.5:22-23). Pela contemplação não das obras humanas, mas das obras de Cristo, todo o nosso “corpo será luminoso” (v.22), na certeza de que o nosso Pai do Céu cuidará de cada uma de nossas necessidades (v.33).
Na oração modelo que Cristo nos ensinou estão contidos os princípios do reino dos céus. Não são palavras que devam ser proferidas como “vãs repetições” (v.7), mas com o coração. Nela estão implícitos os sagrados mandamentos: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento”, e “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt.22:37, 39). O exercício do amor e do perdão para com os nossos semelhantes é o que nos prepara para vivermos eternamente com Aquele que Se deu em sacrifício por nós pecadores. Então, quando aceitamos a Sua graça imerecida, somos habilitados por Seu Espírito a compartilhá-la de forma leve, e não forçada ou velada.
“São os olhos a lâmpada do corpo” (v.22). Esta é uma verdade que precisa ser bem compreendida pelo remanescente do Senhor. Somos transformados pelo que contemplamos. E muitos têm se desviado e sido enredados na mesma trama diabólica que deixou o Céu terça parte vazio. Não se contentam com a provisão divina, fazendo do comer, beber e vestir verdadeiras fontes da idolatria. Existem aqueles que têm usado suas redes sociais como mais um meio de pregar o evangelho, e isso é maravilhoso. Mas, infelizmente, a realidade da maioria converge para a exposição da própria vida e investigação da vida alheia. Jesus nos disse para investigarmos as Escrituras, pois elas dão testemunho dEle. Eis com o que devemos ocupar nossos olhos, nossos ouvidos e nossa mente: a vida de Jesus. Só assim, pelo poder do Espírito Santo, seremos Suas testemunhas (At.1:8).
Amados, precisamos entrar em nossos quartos, fechar a porta e clamar ao Senhor que arranque de nosso coração a necessidade de tornar pública a nossa vida. Que pela graça de Jesus, o amor do Pai e a comunhão do Espírito, a nossa vida seja simplesmente o que o Senhor deseja que ela seja para a glória dEle. Pois “quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado” (Mt.23:12).
Pai de amor, não é fácil desconstruir em nossa mente o que o mundo tanto procura nela inculcar. Por vezes, agimos sem nem mesmo perceber que estamos errados, ou mesmo tendo essa consciência, ainda assim agimos motivados pelo orgulho ou necessidade de aceitação e aprovação. Ó, Senhor, nos perdoa! Dá-nos o Teu Espírito Santo falando ao nosso coração e nos reavivando mediante a Tua Palavra. Que as palavras e obras de Cristo sejam o megafone divino para nos despertar e transformar. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, verdadeiros adoradores!
Rosana Garcia Barros
#Mateus6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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MATEUS 6 – O Evangelho em análise revela profundamente o caráter do Reino dos Céus e a relação íntima que Jesus, o Rei, deseja estabelecer com Seus súditos. Desde o início, Mateus destaca Jesus como o Rei que veio estabelecer um reino não de poder político, mas espiritual, governando o coração e a mente dos fiéis.
Por conseguinte, a súplica na oração modelo “venha o Teu Reino; seja feita a Tua vontade, assim na Terra como no Céu” (Mateus 6:10) vai além de premissas a serem decoradas e recitadas. Ela exige uma vida inteira de compromisso com a justiça e valores do Reino dos Céus (Mateus 6:1-18), e um inteira dependência desse Reino (Mateus 6:19-34). Com tal pedido, o Rei Jesus está chamando Seus súditos a desejarem profundamente a manifestação plena do Reino dos Céus na Terra.
“Venha Teu Reino” é um pedido pela manifestação pessoal e plena do Reino Divino. Embora o Reino de Deus na Terra tenha sido inaugurado com a presença de Jesus, aguardamos Sua consumação total na segunda e terceira vindas de Cristo (Mateus 25:14-46; Apocalipse 19:1-20:15). No contexto de Mateus 6, o pedido “Venha Teu Reino” reflete o desejo que o Reino dos Céus se torne uma realidade tangível na vida diária dos crentes. Isso implica uma mudança de prioridades, uma transformação no estilo de vida: Abandonar as preocupações terrenas (Mateus 6:25-34) e focar na busca pelas prioridades do Reino Eterno.
Em Mateus 6:33, a Majestade do Céu na Terra diretamente apela veementemente para que Seus súditos busquem em primeiro lugar o Reino de Deus e a Sua justiça, prometendo que todas as nossas necessidades terrenas – que produzem ansiedade – serão supridas. Essa promessa está profundamente enraizada na compreensão do que significa viver sob o senhorio de Cristo e dentro da economia do Reino dos Céus.
Mário Veloso argui: “Mateus explica as coisas. Jesus não é um homem comum. É o Rei de Israel. Seu reino cresce dentro de cada crente. E descreve como isso acontece. Descreve como cresce na comunidade universal de crentes, a Igreja. E descreve como cresce entre todos os seres humanos, os quais, embora pecadores, sempre são objeto da obra salvadora de Jesus. Porque, além de Rei de Israel, é também o Salvador do mundo”.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.