Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 11 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 11 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 11- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 11 by Luís Uehara
10 de agosto de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/11

João Batista foi o profeta que não realizou milagres. Claro, ele foi uma criança milagrosa nas cenas que cercaram seu nascimento, e sim, vemos o Espírito de Deus sobre ele quando ele saltou no ventre de sua mãe quando Jesus estava próximo, mas ele não realizou nenhum milagre. Este foi o lamento que os habitantes da cidade fizeram dele (João 10:41). Enquanto estava na prisão, João pode ter ficado um pouco frustrado porque, embora orasse por libertação e por um milagre, nenhum movimento da parte de Cristo foi feito para libertá-lo.

Talvez hoje você sinta o mesmo – você tem orado e não consegue ver ou sentir Deus realizando um milagre em sua situação. Isso significa que Deus o abandonou? Ah, não, pois Jesus amava João Batista e disse às pessoas ao redor que não havia profeta maior do que ele. Jesus realizou milagres poderosos através de profetas como Elias e Eliseu, mas o ministério de João foi instrumental e importante no ministério terreno do Messias.

Em vez de se comparar hoje com outras pessoas que podem ter histórias de outro mundo sobre a intervenção de Deus nas suas vidas, regozije-se com o que Deus fez na sua vida e regozije-se porque, tal como João Batista, Jesus o ama. Você é tido em alta conta no céu, quer o milagre acompanhe seu trabalho ou não.

Pastor Shaun Brooks
Coordenador de Ministérios para Deficientes, Conferência Georgia-Cumberland, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/11
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



Mateus 11 – Comentários Selecionados by Jeferson Quimelli
10 de agosto de 2024, 0:50
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1139 palavras

1 tendo acabado Jesus. Deve-se notar que Mateus 11:1 pertence à narrativa de 9:36 a 10:42, e não à do cap. 11. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 399.

2 no cárcere. João Batista estava encarcerado em Maqueros, fortaleza inóspita nas proximidades do mar Morto. Bíblia Shedd.

3 És Tu AquEle que estava para vir? Herodes aprisionara João Batista porque este o havia repreendido publicamente por ter se casado com a esposa de seu irmão, Filipe (14:3-5). Na prisão, João começou a duvidar se Jesus era realmente o Messias, especialmente do tipo de Messias do qual Malaquias 3 falava, ou que ele mesmo predizia (3:10-12) – aquEle cuja missão seria julgamento de fogo. Andrews Study Bible.

João quis certificar-se, antes de morrer, de que Jesus era realmente o Messias. … Aliás, Jesus e João evitaram usar a palavra “Messias” que os próprios ouvintes poderiam interpretar como a declaração da vinda do libertador militar nacionalista. Bíblia Shedd.

4-6 Ide e anunciai a João. Jesus altera o entendimento tradicional de qual seria a missão do Messias nesta resposta à mensagem de João:Em vez de um Messias político que traria julgamento aos inimigos dos judeus e quebraria o jugo do imperialismo romano, Jesus é o Messias que tem conhecimento das necessidades sociais, espirituais e pessoais. Ele cura, Ele ressuscita e proclama boas novas ao pobre. Mateus deseja demonstrar que a missão de Jesus era mais ampla do que outorgar uma nova lei e mais do que morrer na cruz. Andrews Study Bible.

7 um caniço. As canas cresciam em abundância no vale do Jordão, onde se realizou a maior parte do ministério de João. … Certamente João não poderia ser comparado às canas, pois seu caráter não era débil e vacilante. CBASD, vol. 5, p. 400.

9 Um profeta é simplesmente alguém que transmite uma mensagem de Deus. CBASD, vol. 5, p. 400.

Muito mais que um profeta. A ele [João] foi dada a tarefa mais importante de todos os tempos: apresentar o Messias ao mundo. CBASD, vol. 5, p. 400.

11 o menor do reinos dos céus é maior do que ele. Qualquer crente seria maior do que João, pois veria a culminação de Cristo, participando nos Seus benefícios. Bíblia Shedd.

… no privilégio de se relacionar com o próprio Cristo. CBASD, vol. 5, p. 401.

12 dias de João. Isto é, o tempo em que Batista proclamou a vinda do Messias e o reino messiânico, provavelmente desde a primavera de 27 d.C., até a primavera de 29 d.C. CBASD, vol. 5, p. 401.

até agora. Isto é, desde o tempo do aprisionamento de João, na primavera de 29 d.C. ao outono do mesmo ano. CBASD, vol. 5, p. 401.

é tomado por esforço. Alguns entendem que significa que as multidões lutavam com zelo para seguir Jesus; outros que o reino da graça divina (ver com. de Mt 3:2) sofria violência no sentido de que muitos que seguiam João e Jesus o faziam com pouco ou nenhum entendimento real da verdadeira natureza do reino. CBASD, vol. 5, p. 401.

13 os Profetas e a Lei. A totalidade do AT profetizava a vinda do reino. Bíblia de Estudo NVI Vida.

profetizaram até João. …todos os profetas do AT esperaram pela época de João e falaram do Messias que viria. (1Pe 1:10, 11). Portanto, é possível dizer que o ofício profético da época do AT teve seu clímax em João. CBASD, vol. 5, p. 401.

16 esta geração. “Esta geração” tinha recebido privilégios muito maiores do que todas as do AT. Mas, apesar dessas oportunidades sem precedentes, bem poucos tiveram “ouvidos” para ouvir …, para perceber o verdadeiro significado da missão de João Batista e da de Jesus. … João Batista serviu de ponte entre o AT e o NT (ver DTN, 220). O AT foi concluído com uma profecia de que ele viria (ver com. de Ml 3:1; 4:5, 6) e o NT se inicia com um registro do cumprimento dessa profecia (ver Mt 3:1-3; Mc 1:1-3). CBASD, vol. 5, p. 402.

17 tocamos flauta. Como num casamento. Cantamos um lamento. Como num enterro. … Os judeus eram como crianças que se recusavam a corresponder em qualquer dessas ocasiões. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O problema não era se eles gostavam do lamento ou dança. Eles simplesmente não queriam fazer o que os outros pediam. A aplicação dessa metáfora é óbvia. As crianças que não se agradavam de nada representavam os escribas e fariseus que criticavam tanto João quanto Jesus. CBASD, vol. 5, p. 403.

18 tem demônio! … desculpa para não aceitar a mensagem de arrependimento e vida nova. CBASD, vol. 5, p. 403.

20 increpar (ARA; NVI: “denunciar”). Gr oneidisein, lit “lançar em rosto” ou “repreender”. Bíblia Shedd.

21 Corazim … Betsaida … Cafarnaum. Três cidades localizadas na banda noroeste do mar da Galileia sobre as quais pouco sabemos, a não ser que rejeitaram a mensagem de Cristo, precedendo, em sua rejeição, à dos judeus. Bíblia Shedd.

22, 24 menos rigor. Deus julgará os seres humanos mediante as oportunidades que tiveram. CBASD, vol. 5, p. 404.

23 Não que Sodoma fosse menos pecadora do que as cidades mencionadas: apenas não teve as mesmas oportunidades que estas. Bíblia Shedd.

inferno (ARA; NVI: “Hades”). Do gr. hades, … heb she’ol, “sepultura”, como em Oseias 13:14, em que she’ol, “túmulo”, é um paralelo poético de maweth, “morte”. CBASD, vol. 5, p. 404.

25 graças Te dou. Jesus dava graças pela misericórdia, em revelar as verdades eternas aos simples. Jesus não condena ao intelecto, mas, sim, ao orgulho intelectual. Sem humildade, o evangelho não tem acesso ao coração.Bíblia Shedd.

sábios e instruídos. Seriam os doutores da Lei e os escribas que orgulhavam-se do seu profundo estudo e conhecimento do AT, mas que não foram capazes de reconhecer Quem era Jesus. Bíblia Shedd.

…é evidente que os “sábios e instruídos”, os líderes de Israel, tiveram mais oportunidades de entender a Jesus do que qualquer um de seus compatriotas. … Porém, os líderes de Israel escolheram rejeitar a luz que o Céu lhes dera (ver Os 4:6; DTN, 30). Deus não foi parcial. CBASD, vol. 5, p. 405.

28 cansados. Cristo não está se referindo a trabalho físico, mas de alma e mente, que resulta em cansaço por preocupações e pesar. Esse convite tinha um significado especial para a multidão ouvinte, pois a religião de Israel tinha se corrompido até se tornar numa tentativa trabalhosa e sem sentido de se encontrar salvação pelas obras. CBASD, vol. 5, p. 406.

29 jugo. Um pedaço de madeira rígida colocada no pescoço de uma besta de carga (usualmente um boi). Era conectado a um veículo usado para carregar cargas pesadas. Andrews Study Bible.

O propósito de um jugo não era tornar mais pesadas as cargas para o animal que as levava, e sim mais leves; não mais difícil, e sim mais fácil de carregar. … O “jugo” de Cristo é nada mais do que a vontade de Deus resumida na lei de Deus e enaltecida no Sermão do Monte (ver Is 42:21; DTN, 329; ver com. de Mt 5:17, 22). A figura que Cristo empregou não era desconhecida de Seus ouvintes, pois os rabis também se referiam à Torah (ver com. de Dt 31:9) como um “jugo”, não no sentido de ser um fardo, mas como uma disciplina, um modo de vida ao qual as pessoas deviam se submeter. CBASD, vol. 5, p. 407.



MATEUS 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de agosto de 2024, 0:45
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Após instruir Seus discípulos, Jesus “partiu dali a ensinar e a pregar nas cidades deles” (v.1). O sucesso da formação teológica e do discipulado daqueles homens consistia em uma matéria principal: contemplação. Ao contemplar o seu Mestre, o que Ele falava, como agia e reagia, lhes ensinaria na prática que “o reino dos céus é tomado por esforço” (v.12) e que “a sabedoria é justificada por Suas obras” (v.19). As obras de Cristo, tudo o que Ele fazia, apontava para a Sua íntima comunhão com o Pai e fiel cumprimento do que a Seu respeito está escrito.

Foi ouvindo “falar das obras de Cristo” (v.2), que João Batista enviou seus discípulos a fim de acabar com a sua angústia: Era Ele mesmo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo? A resposta iria até João novamente em forma de obras, segundo o que foi predito pelo profeta Isaías: “os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho” (v.5).

O ministério de João Batista consistiu em preparar o caminho para a chegada do Messias. Como porta-voz do reino dos céus, sua vida foi dedicada ao serviço do Senhor em condições bem difíceis. Seu púlpito? O deserto. Seus ouvintes? “Uma geração má e adúltera” (Mt.16:4). Sua moradia? Precária. Sua comida? Limitada. Pode-se dizer que João foi considerado por muitos como um lunático no deserto. Mas o que importava a opinião da maioria comparada a opinião do próprio Jesus? “Em verdade vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista” (v.11). Pelo poder de Deus, o deserto da Judeia se tornou em manancial, pois que, de João, jorrava uma fonte “para a vida eterna” (Jo.4:14). E, dentre os que creram em Jesus e O seguiram, estavam muitos que aceitaram beber desta fonte e inundar a vida de outros com as boas-novas do evangelho.

As obras de Cristo, porém, nem sempre obtinham o resultado esperado. Jesus citou, por exemplo, algumas “cidades nas quais Ele operara numerosos milagres” (v.20), mas que não se arrependeram de seus pecados. Ou seja, não houve transformação, não houve mudança. Isto significa que o que Jesus opera na vida de alguém requer uma resposta, um resultado. Arrependimento, confissão e conversão são elementos inseparáveis. Muitos são impactados e ficam maravilhados com o que Cristo realiza em suas vidas, mas não passa disso, uma emoção motivada pela necessidade de bênçãos materiais que, quando alcançadas, ao invés de levá-los para mais perto do Senhor, se tornam verdadeiras pedras de tropeço afastando-os cada vez mais da fonte de toda vida. A verdade é que “menos rigor haverá, no Dia do Juízo” (v.24) para com as antigas cidades impenitentes do que para com aqueles que agem desta forma.

O que João pregou no deserto e Jesus confirmou em Seu ministério (Mt.4:17), é uma mensagem tão clara e simples que “aos pequeninos” foi revelada, ao passo que “aos sábios e instruídos” (v.25) foi ocultada pela dureza de seus corações. Se conhecer o Pai implica em primeiro conhecer o Filho (v.27), ir até Jesus e permanecer contemplando-O é tudo de que precisamos. O convite de Cristo não consiste em somente ir até Ele, mas em ir a Ele e aprender dEle: “Vinde a Mim […] e aprendei de Mim” (v.28, 29). E nem todos estão dispostos a aceitar e aprender as lições da escola cristã através de renúncias, angústias, sofrimentos e perseguições. Como as multidões na multiplicação dos pães e dos peixes, querem ser alimentados, e como os convidados nas bodas de Caná, desejam o melhor vinho, mas rejeitam ter de passar pelo deserto da tentação ou ter que carregar a sua cruz.

Quando vamos até Jesus descobrimos que o caminho estreito é difícil, mas que nEle, em Cristo, tudo se torna mais suave e mais leve (v.30). Através do Espírito Santo, Jesus nos ensina dia a dia que na mansidão e na humildade de coração entramos em um íntimo relacionamento com Deus, refletido no caráter e nas obras. “Desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus é tomado por esforço” (v.12); não aquele em que o homem é o próprio autor da vida, mas aquele que, escondido em Cristo, permanece ali até à morte ou até que Ele volte. Semelhante a João e a Jesus, que nossas obras testifiquem da operosidade do Espírito Santo em nós. Então, muito em breve ouviremos o convite definitivo: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mt.25:34).

Ó, Deus eterno e bendito, como necessitamos de Tua graça salvadora e transformadora! Como necessitamos contemplar a beleza da Tua santidade! Porque é pela contemplação que somos transformados, de glória em glória, à Tua própria imagem, por intermédio do Teu Espírito Santo. Pai, quão difícil é renunciar o nosso eu e viver inteiramente para Ti. É uma obra que não conseguimos realizar sozinhos, mas cremos que, em Cristo, podemos todas as coisas. Ajuda-nos, Senhor! Graças Te damos porque, por Tua misericórdia, ouves nossa oração! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, pequeninos na escola de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Mateus11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 11 – Este capítulo abrange uma série de eventos e ensinos de Jesus que refletem profundamente o escopo teológico de todo o livro de Mateus; podendo ser dividido em quatro seções principais:

A dúvida de João Batista sanada por Jesus (Mateus 11:1-6). A resposta de Jesus a João, preso por Herodes, é uma referência às profecias de Isaías (Isaías 35:5-6; 61:1) demonstrando estar cumprindo as profecias messiânicas. Mateus vem dando ênfase em Jesus cumprindo as profecias messiânicas do Antigo Testamento (Mateus 1:22-23; 2:15, 17, 23).

Elogio a João Batista (Mateus 11:7-19). Jesus elogia João como o maior dos profetas, mas também afirma que o menor no Reino dos Céus é maior do que ele. Mateus frequentemente destaca a grandeza do Reino dos Céus (Mateus 5:1-7:28) e um novo tempo inaugurado por Jesus (Mateus 9:14-17).

Condenação à incredulidade (Mateus 11:20-24). Nesta seção, Jesus denuncia as cidades que testemunharam Seus milagres, sem se arrependeram. Ele enfatiza a responsabilidade daqueles que recebem a revelação divina. A condenação de Corazim, Betsaida e Cafarnaum reflete a severidade do julgamento para aqueles que resistem ao evangelho, rejeitando o Messias (Mateus 10:15; 25:31-46).

O convite de Cristo ao descanso (Mateus 11:25-30). Jesus oferece um convite ao descanso e à paz a todos os cansados e sobrecarregados que estão buscando sentido para a vida. Este convite ecoa a promessa de salvação e descanso graciosos encontrados em toda a Bíblia (Isaías 55:1-5; Jeremias 31:25). O “jugo” de Jesus, em contraste com o legalismo pesado dos fariseus (Mateus 23:4), é leve e fácil, indicando a graça e misericórdia inerentes ao Seu chamado.

Consideremos Mateus 11:14. Jesus menciona a vinda de Elias, cujo relato encontramos nos livros de Reis; o evento mais notável de seu ministério foi o confronto no Monte Carmelo, onde Deus respondeu com fogo, num sacrifício provando ser o Deus verdadeiro (I Reis 18:20-39).

Elias foi arrebatado vivo para o Céu (II Reis 2:11). Porém, no Novo Testamento, João Batista veio “no espírito e poder de Elias” (Lucas 1:17) revelando a verdade em meio ao sincretismo religioso.

Escatologicamente, Elias seria enviado “antes do grande e temível dia do Senhor” (Malaquias 4:5-6) para preparar uma sociedade sincrética para o segundo advento de Cristo.

Deus nos quer preparados para o advento de Cristo: Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de agosto de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MATEUS 10 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 10 – BLOG MUNDIAL

MATEUS 10- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MATEUS 10 by Jeferson Quimelli
9 de agosto de 2024, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/10

Os discípulos de Jesus devem ter experimentado algo semelhante a um passeio de montanha-russa. Espiritualmente, eles estavam subindo cada vez mais. A eles foram confiados poderes especiais para curar enfermos, purificar leprosos, ressuscitar mortos e expulsar demônios (Mat. 10:8). Mas então, de repente, eles ouviram Jesus dizer que não será assim o tempo todo. A perseguição virá; eles serão espancados, expulsos de suas sinagogas e até mesmo seus parentes os perseguirão (Mat. 10:16).

Quando falamos sobre Cristianismo hoje, temos a tendência de diminuir a importância de seguir a Jesus. Frequentemente falamos sobre todas as bênçãos que a vida cristã pode trazer, falamos sobre a recompensa final do céu. Mas esta mensagem de Jesus é diferente. Ele disse que a vida cristã não é apenas uma jornada bela e alegre, mas também pode envolver dor e sofrimento. Podemos ser odiados e perseguidos, mas é isso que às vezes significa carregar a cruz e seguir a Jesus (Mt 10:38).

Por que os cristãos estão dispostos a sofrer por causa de Jesus? A resposta é nosso amor por Ele em razão de que Ele nos amou primeiro (1 João 4:19).

Oleg Kostyuk
Docente, AdventHealth University, Orlando, Flórida, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1185
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



MATEUS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de agosto de 2024, 0:50
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855 palavras

2 apóstolos. Esta é a única vez que Mateus chama os discípulos de “apóstolos”. A palavra significa “enviados” e, portanto, se ajusta ao contexto deste discurso. Andrews Study Bible.

4 Zelote. O fato de Jesus ter chamado um zelote (que apoiavam a violência que Jesus condenou no Sermão do Monte) e Mateus, o cobrador de impostos (a nêmesis [objeto de ira e vingança] dos zelotes), demonstra a graça e abertura de Jesus e Seu desejo de construir a comunidade cristã unificada. Andrews Study Bible.

5 rumo aos gentios. Ou, “o caminho dos gentios”, isto é, qualquer estrada que conduzisse a uma comunidade na qual predominassem gentios. Por exemplo, os doze não poderiam visitar nenhuma das cidades de Decápolis, onde a maior parte da população era gentílica. É provável que o motivo dessa restrição fosse que Jesus não quisesse fazer nada que suscitasse desnecessariamente o preconceito contra Ele enquanto houvesse oportunidade de trabalhar pelos judeus. Além disso, os próprios discípulos não estavam preparados para trabalhar pelos vizinhos gentios e o preconceito que compartilhavam com todos os judeus contra os gentios, sem dúvida, teria efetivamente frustrado seus esforços, ainda que de maneira involuntária. Essa proibição não foi feita aos setenta quando foram enviados cerca de um ano depois; pelo contrário, eles começaram sua obra entre os samaritanos (ver DTN, 488). Naquele tempo, a situação tinha mudado. O próprio Jesus, que fora rejeitado na Galiléia, trabalhou em favor dos samaritanos e gentios; além disso, instruiu os discípulos a fazerem o mesmo (ver Mt 28:19, 20; At 1:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 391.

samaritanos. Raça de sangue misto, resultante dos casamentos mistos entre os israelitas deixados para trás, quando o povo do Reino do Norte foi exilado, e os gentios trazidos para o país pelos assírios (2Rs 17.24). Havia acrimoniosa [de sabor ou odor acre ou ácido] hostilidade entre os judeus e os samaritanos nos dias de Jesus (v. Jo 4.9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

9-11 Estes versículos ensinam o servo de Cristo a tomar uma atitude de fé com a obra missionária, aceitando as condições de vida que Cristo e a comunidade dos fiéis lhe ofereceram. Bíblia Shedd.

12 saúdam-na. A saudação dos judeus era shalom, “paz”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 sacudi o pó. Os judeus, sob o domínio romano, desenvolveram um costume de afastar, de maneira mais dramática e completa, qualquer contato com os não-judeus, considerando o próprio pó de seus pés imundo como a putrefação da morte. Bíblia Shedd.

… como ato ato simbólico quando saíssem daquele lugar ritualmente impuro. Aqui Jesus instrui Seus discípulos a fazerem o mesmo com as cidades e povoados judeus que recusassem recebê-los ou ouvir a sua mensagem. Andrews Study Bible.

16 prudentes como as serpentes. Devem ser capazes de enxergar através das astúcias dos ímpios, sem praticar eles mesmos esses ardis. Porém, há certos traços característicos da serpente que não devem imitar, assim como algumas características da ovelha. CBASD, vol. 5, p. 393.

19 não se preocupem quanto ao que dizer. Não deve ser usado por pregadores como desculpa para a falta de preparo dos sermões! V. Lc 21.14, 15. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 fugi. Jesus deixa claro neste verso que o martírio não deve ser buscado. Fuja da perseguição! Andrews Study Bible.

Não há virtude em sofrer perseguição como um meio de se obter mérito nos livros do Céu. CBASD, vol. 5, p. 394.

28 alma. Aqui Jesus está usando o termo “alma” significando “vida eterna”: Não tema aquele que pode lhe tirar da vida presente (corpo), mas tema Aquele que lhe pode tirar a vida eterna (alma). Andrews Study Bible.

32-36 O capítulo inteiro, e este trecho especialmente, projeta uma nota de urgência na mensagem de Cristo, mostrando que é exclusiva na sua situação e no seu propósito, e que é dogmática quanto ao caráter único e insubstituível da pessoa de Cristo. O cristianismo moderno, como tem sido superficial, está longe de arcar com as exigências desta mensagem. Bíblia Shedd.

34 não penseis. Jesus desfaz a opinião errônea que alguns dos discípulos aparentemente tinham de que a mensagem que levariam seria somente de paz. Eles não deviam se surpreender, no seu trabalho de casa em casa …, se surgissem diferenças como resultado de seu ministério. CBASD, vol. 5, p. 396.

não vim trazer paz. “Paz” no sentido de comodismo, ócio e ausência de lutas, Jesus não trará, enquanto o mundo não estiver em comunhão com Deus. Bíblia Shedd.

O evangelho às vezes provoca conflito por causa das profundas diferenças e desavenças que surgem entre aqueles que o aceitam e aqueles que não o aceitam. Andrews Study Bible.

38 toma a sua cruz. O criminoso romano carregava a sua cruz para o lugar de execução. O crente salvo por Cristo carrega consigo a mesma cruz: a renúncia de si mesmo para servir unicamente a Cristo, mesmo até à morte (Gl 2:20). Bíblia Shedd.

Tomar a cruz de Cristo e seguir após Ele significa sofrer sem reclamação ou arrependimento a censura de amigos e parentes e suportar a reprovação das pessoas com paciência e humildade. CBASD, vol. 5, p. 397.

42 der a beber. Talvez usado como ilustração do menor serviço que se pode fazer a alguém. Com certeza, era mínimo, mas muitas vezes, o mais importante e necessário nas terras bíblicas, onde a água sempre foi escassa. CBASD, vol. 5, p. 397.



MATEUS 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de agosto de 2024, 0:45
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O discurso de Jesus neste capítulo é um verdadeiro choque de realidade para Seus discípulos. Formado o Seu pequeno grupo especial, Cristo tomou o cuidado de adverti-los quanto à sua missão e as dificuldades que envolveriam a mesma. O público alvo do discipulado seria “as ovelhas perdidas da casa de Israel” (v.6), o que não era uma tarefa fácil, dada a incredulidade do povo quanto ao ministério messiânico de seu Mestre. Jesus expôs algumas características que devem compor a vida de Seus seguidores. São elas:

1. Devem manter o foco (v.5-6);
2. Pregar “que está próximo o reino dos céus” (v.7);
3. Viver o amor prático (v.8);
4. Depender de Deus mediante uma vida altruísta: “de graça recebestes, de graça dai” (v.8);
5. Ter uma vida simples (v.9), mas com dignidade (v.9);
6. Ser corteses (v.12);
7. Ser prudentes (v.14 e 16);
8. Ser cuidadosos (v.17);
9. Confiar na ação e na provisão divina (v.19);
10. Estar dispostos a abrir mão da própria vida por amor a Cristo (v.39).

Diante de um mundo secularizado e individualista, provavelmente vivemos em uma das piores épocas de se praticar o discipulado. Apesar do direito fundamental quanto à liberdade de crença ainda poder ser proclamado e defendido, parece que quanto mais liberdade temos, mais nos acomodamos em nossas confortáveis igrejas, pregando um evangelho que na realidade não vivemos. O evangelho prático conforme os métodos e instruções de Cristo requer renúncia. E perante à sociedade, inclusive a religiosa, uma vida de abnegação não combina com o estereótipo da prosperidade criado por tradições humanas.

Não confundam, amados. Cristo não disse que os Seus seguidores viverão de esmolas, e sim que “digno é o trabalhador do seu alimento” (v.10). Mas Ele também não prometeu riquezas ou prestígio. Pelo contrário, Ele nos advertiu acerca das dificuldades e perseguições. Jesus prometeu sim, recompensas que são eternas, “tesouros no Céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam” (Mt.6:20). O princípio envolvido aqui, portanto, é o do contentamento. É estar satisfeito em toda e qualquer situação, “ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide” (Hc.3:17).

A nossa missão é estar constantemente aprendendo na escola de Cristo e, mediante a ação do Espírito Santo, falaremos e viveremos conforme a Sua guia. Não temos o que temer diante dos que desejam o nosso mal, pois eles podem até resumir a nossa jornada nesta terra, mas não podem nos tirar a vida eterna em Cristo Jesus. A nossa família deve sempre ser o nosso primeiro público alvo na pregação do evangelho, porém, Jesus também nos advertiu que nem sempre seremos amados ou bem-vindos, inclusive pelos da nossa “própria casa” (v.36).

Uma coisa é certa, meus irmãos: Jesus lançou por terra a teologia barata de que um cristão abençoado é um cristão abastado. Contudo, também deixou bem claro de que Ele tem cuidado dos Seus (v.31). Aquele que amou até à morte uma humanidade ingrata e imerecedora, espera que, de igual forma, possamos viver o maior dos dons: o amor. Amor a Deus e amor ao próximo é o que deve reger a nossa vida e nos impulsionar a almejar seguir os passos de Jesus (1Pe.2:21). Em um tempo profético onde o amor de quase todos está se esfriando (Mt.24:12), perseverança é o segredo da vitória final. Onde o ódio impera, aquele que perseverar no amor certamente manifestará “plena luz” (v.27) e “será salvo” (v.22).

“Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Assim como um filho que ama a seus pais tem prazer em obedecê-los, aquele que ama a Deus Lhe obedece e busca viver o amor. Um verdadeiro discípulo de Cristo não é aquele que se esforça por mostrar que suas obras O testificam, mas aquele cuja vida escondida em Cristo manifesta o Seu caráter. Que o Espírito Santo derrame em nosso coração o amor de Deus (Rm.5:5) e faça de nós verdadeiros discípulos:

“Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35).

Pai Celestial, todos nós precisamos aprender na escola de Cristo e crescer em Sua graça todos os dias. Envia-nos o Teu Espírito de amor para que nossa vida seja tão-somente uma revelação do caráter de Jesus. Que a obediência de Cristo guie nossos pensamentos e ações, de forma que seja o Espírito Santo a falar em nós e sejamos Teus discípulos amados. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, discípulos de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Mateus10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de agosto de 2024, 0:40
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MATEUS 10 – A missão de Jesus de invadir o reino do Diabo é compartilhada com Seus seguidores. A obra designada por Jesus a Seus representantes é de natureza espiritual. Suas instruções são válidas ainda hoje, requerendo nossa atenção:

• Jesus chama Seus súditos e concede-lhes autoridade para expulsar espíritos imundos e curar todas as enfermidades; eles não agem no poder humano, mas sob a autoridade de Cristo, o que lhes dá legitimidade e poder espiritual (Mateus 10:1-4).

• Cristo delineia a missão; a evangelização deve começar com quem possui algum conhecimento de Deus ou está mais perto, antes de espalhar-se para outras nações (Mateus 10:5-6).

• A mensagem dada por Jesus é simples e clara: “O Reino dos Céus está próximo”. Esta proclamação centraliza a missão no anúncio do Reino de Deus, chamando pecadores ao arrependimento e à preparação para a vinda do Reino Eterno e a experimentarem o poder restaurador de Jesus (Mateus 10:7-8).

• Cristo instrui os cristãos a não levarem ouro, prata, cobre, alforge, túnicas extras, sandálias ou bordões; pretendendo ensinar dependência total de Deus e providenciar uma lição prática sobre confiar na provisão divina; Deus supre as necessidades dos missionários através da generosidade/hospitalidade daqueles que os recebem (Mateus 10:9-10).

• O Messias instrui Seus missionários a procurar pessoas dignas nas cidades e ficar em suas casas. Eles devem saudar essas casas com paz, mas retirar essa paz caso não sejam recebidos. Isso implica em investir tempo e recursos em pessoas receptivas ao evangelho (Mateus 10:11-15).

• Jesus alerta os evangelistas sobre a perseguição que enfrentarão, comparando-os a ovelhas em meio a lobos. Mas devem ser “astutos como as serpentes e sem malícia como as pombas”, e estar preparados para enfrentar tribunais e açoites nas sinagogas/igrejas. O preparo visa encorajá-los a perseverar na fé e na missão, dependendo do Espírito Santo (Mateus 10:16-39).

• O Mestre conclui assegurando que os missionários serão recompensados e aqueles que os receberem e os ajudarem também receberão recompensas. Esta promessa finaliza as instruções com esperança e motivação, destacando que a missão traz consigo bênçãos aos evangelistas e aos que os acolhem (Mateus 10:40-42).

Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo estão envolvidos com os missionários para implantar no mundo o Reino dos Céus (Mateus 10:20, 32-33, 40). Então, reavivemo-nos na missão! – Heber Toth Armí.