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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/4
Os evangelistas do Novo Testamento enfrentaram um desafio único. Diferentemente de nós, eles não conseguiam olhar para trás, através de séculos de história, e ver o quadro geral do plano de Deus se desenrolando. Eles viviam o momento, entrando em cidades para pregar sobre Jesus, chamando as pessoas ao arrependimento e à retidão. Sua mensagem provocou fortes reações — alguns os rejeitaram como falsos profetas, enquanto outros os colocaram em pedestais, idolatrando-os muito além do que mereciam.
Paulo os lembrou de uma verdade crítica: seu foco tinha que permanecer totalmente em Deus. Buscar aprovação humana ou ser levado por elogios era uma distração perigosa. Sua missão não era agradar as pessoas, mas ser servos fiéis de Cristo.
Esta lição é igualmente relevante para nós hoje. É fácil deixar nossas vidas girarem em torno das opiniões dos outros — seja inflando nossos egos com elogios ou encolhendo sob críticas. Mas a sabedoria de Paulo nos chama a um padrão mais elevado: não pense muito bem de si mesmo e não tome suas decisões apenas para agradar aos outros. No final das contas, a única aprovação que realmente importa é a de Deus.
Lisa Ward
Escriturária da IASD Country Life
Cleburne, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/4
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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620 palavras
1 Despenseiros. Os gregos usavam esta palavra para a administração de uma propriedade. O mordomo não só presidia sobre os assuntos da casa, mas também fazia provisões para ela. A aplicação desta palavra aos ministros de Cristo é singularmente apropriada. O ministro do evangelho é responsável por cuidar da igreja de Deus na Terra e prover o necessário para seu bem-estar. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 751.
4 O Senhor. Somente Deus é capaz de fazer uma investigação completa da vida e da mordomia do apóstolo. Só Ele pode ler o coração e compreender o que motiva cada palavra e cada ação. CBASD, vol. 6, p. 752.
5 Nada julgueis. Paulo deixa claro que é errado acariciar uma opinião inflexível sobre o próximo. CBASD, vol. 6, p. 752.
6 Apliquei-as. Tudo o que escreveu a respeito dos mestres religiosos, Paulo aplica a si mesmo e a Apolo, que estava intimamente ligado a ele. CBASD, vol. 6, p. 753.
8 Chegastes a reinar. Ou, “começaram a reinar como reis”. Esta declaração atinge o clímax da ironia. Paulo compara seus leitores orgulhosos com os que alcançaram o topo, onde não há nada mais para se alcançar ou desejar. CBASD, vol. 6, p. 753.
9 Os apóstolos, em último lugar. A metáfora é a de um anfiteatro, onde os participantes que chegaram ao final da exibição tivessem que brigar entre si até a morte ou ser dilacerados por feras. Não havia esperança para eles. Os apóstolos são apresentados como se estivessem na condição de prover diversão para espectadores cruéis. CBASD, vol. 6, p. 754.
10 Loucos. ”A palavra da cruz é loucura para os que se perdem” (1Co 1:18). Devido ao fato de persistirem em apresentar as boas-novas da salvação por meio da fé em Jesus Cristo, os apóstolos eram considerados como tolos e de pouco entendimento. Contudo, não ousavam misturar a sabedoria mundana com a simplicidade do evangelho. CBASD, vol. 6, p. 754.
12 Nossas próprias mãos. Embora tivesse sido chamado por Deus para o ministério do evangelho, Paulo se mantinha com seu trabalho manual. CBASD, vol. 6, p. 755.
14 Para vos envergonhar. Paulo queria abrandar suas palavras e suavizar as severas observações. Havia razão para os membros da igreja de Corinto se envergonharem por causa das contendas e disputas entre eles. Quando os que estão no erro são levados a ver seu pecado, deve-se ter cuidado para que não lhes quebre a autoestima. CBASD, vol. 6, p. 756.
16 Imitadores. Literalmente, “mímica”. esta é uma declaração ousada para qualquer ministro cristão. Mas é verdade que cada obreiro de Deus deve viver de forma a refletir a imagem de Jesus, a fim de que possa, confiantemente, dizer aqueles para quem exerce seu ministério que siga seu exemplo. CBASD, vol. 6, p. 756.
17 Meu filho amado. Paulo viu no jovem Timóteo alguém que podia se tornar um obreiro útil para Deus, então o escolheu para ser um de seus companheiros de viagem e colaboradores. O apóstolo tinha se referido aos coríntios como filhos, portanto, era apropriado enviar-lhes para representá-lo alguém que tinha nascido em Cristo por meio de sua pregação, assim como eles. CBASD, vol. 6, p. 757.
20 Não em palavra. O reino espiritual de Deus na Terra não é estabelecido ou promovido por pretensões jactanciosas e palavras humanas vãs. É preciso algo mais do que afirmações de autoridade da parte dos que não estão dispostos a se conformar com a simplicidade da mensagem do evangelho, acrescentando á verdade suas próprias interpretações e exaltando ambições de autoridade. CBASD, vol. 6, p. 758.
21 Amor. A correção deve sempre ser ministrada com amor, tendo em vista o bem-estar e a felicidade de quem errou. É preciso agir com firmeza e, as vezes, com severidade a fim de manter a igreja livre de confusão e contenda. No entanto, tudo deve ser suavizado com verdadeira preocupação pelo bem-estar eterno das pessoas envolvidas. CBASD, vol. 6, p. 758.
Compilação: Tatiana Wernenburg
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“Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores” (v.16).
Após sua conversão, Paulo empenhou-se com maior convicção e lealdade a pregar a Palavra de Cristo do que quando a perseguia. O que sabemos sobre o seu encontro com Jesus na estrada de Damasco certamente não pode discernir a experiência pessoal de Paulo com o Salvador. Aquela visão, o impedimento de sua visão por três dias e a cura realizada por Ananias foram experiências tão marcantes e reais que, dali para frente, em nenhum momento encontramos algum registro em que Paulo tenha duvidado de seu chamado. Muito pelo contrário. Percebemos um crescente desenvolvimento da recriação promovida por Cristo em sua vida. Percebemos um Paulo cada vez mais íntimo de Jesus e completamente comprometido em fazer discípulos sempre falando a verdade, ainda que isto lhe custasse não obter o favor e a simpatia de todos.
Ao falar sobre julgamento, o apóstolo demonstrou cautela quanto ao trato pessoal. Sua consciência foi colocada como testemunha de sua inocência, ainda que não considerasse a si mesmo justificado, pois o seu caso foi entregue nas mãos de Deus, o verdadeiro juiz. O juízo temerário tem causado uma grande confusão no sentido de inverter os papéis. Fomos chamados para sermos testemunhas, e não juízes. Contudo, a testemunha tem por obrigação falar a verdade. E nesse conflito de interesses, em que cada um se coloca na defensiva de proteger seus próprios gostos e opiniões, ignoramos ou até condenamos conselhos e repreensões dos lábios de testemunhas que estão simplesmente querendo nos dizer: “É por te amar que eu preciso abrir os seus olhos”.
Paulo precisou ficar cego para perceber que sempre esteve na escuridão. Seu escrito de dívida foi pago por Cristo e mais do que qualquer outra pessoa, ele compreendeu que o seu chamado não consistia em uma barganha com Deus, mas em uma contínua entrega do coração. Suas censuras e reprovações não visavam acusar, e sim reconduzir a igreja no caminho em que deveria andar. Quanto a isto, estamos vivendo em tempos angustiosos, amados, quando qualquer advertência é considerada como julgamento arbitrário. Imaginem se Paulo vivesse em nossos dias e entregasse esta epístola em nossa igreja. O que pensaríamos de alguém que declara: “Sejam meus imitadores”? Ou pior: “O que vocês preferem? Que eu vá até vocês com vara ou com amor e espírito de mansidão?” No mínimo, muitos diriam: “Quem você pensa que é?”
O apóstolo Paulo, porém, utilizou a linguagem da experiência pessoal. Seu relacionamento com Cristo era o seu passaporte de entrada para onde quer que o Espírito Santo o levasse e o seu visto de autorização, para corrigir, repreender e exortar (2Tm.4:2), sem ultrapassar o limite divino do “que está escrito” (v.6). Paulo preparava seus sucessores na obra, como Timóteo, considerado “filho amado e fiel no Senhor” (v.17), na escola da comunhão. As pessoas podem aprender técnicas de evangelismo, participar de inúmeros treinamentos e ouvir boas palestras, mas se tudo isso não corresponder a uma vida de comunhão com Deus, de buscá-Lo de todo o coração a cada dia, qualquer esforço não passará de mera formalidade. “Porque o reino de Deus consiste não em palavra, mas em poder” (v.20).
Paulo falava e escrevia com autoridade não porque havia deixado de ser pecador, mas porque conhecia Aquele que jamais pecou. Meus irmãos, o Senhor apela à nossa geração para que voltemos o nosso olhar para as Escrituras a fim de sabermos fazer diferença entre julgamento e exortação. Como testemunhas de Jesus, é nosso dever exortarmos uns aos outros. Exortar significa “estimular, mostrar coragem para algo, incentivar”. É segurar pela mão e dizer: “Eu estou aqui para lhe ajudar”. É falar a verdade com brandura, mas também com convicção. Na linguagem do Mestre dos mestres, é replicar: “vai e não peques mais” (Jo.8:11). “Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação” (2Tm.1:7).
Que pelo poder do Espírito Santo sejamos testemunhas de Jesus. Só assim seremos encontrados como despenseiros fiéis dos mistérios de Deus.
Pai de amor eterno, nosso bendito Deus, como o Senhor tem derramado sobre nós a luz do Céu no discernimento da Tua Palavra! Muitas vezes podemos ainda estar com escamas nos olhos para enxergar e perceber os preciosos tesouros que estão à nossa disposição. Ó, Senhor, faz-nos ver! Queremos, como Paulo, andar Contigo em comunhão crescente e perseverante, tendo a nossa mente iluminada pela luz que irradia de Tua Palavra. Que o Teu santo e bom Espírito realize em nosso coração o milagre da genuína conversão e que isso se reflita no nosso amor e cuidado com nosso próximo. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus!
Rosana Garcia Barros
#1Coríntios4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I CORÍNTIOS 4 – A Bíblia do Discípulo afirma ser “esta é uma carta que lida com as facções na igreja de Corinto. Havia sérios problemas de divisão por causa de várias questões: sociais, espirituais e morais. Paulo julga que os cristãos genuínos existem para edificar e não destruir a igreja. Entretanto, algumas atitudes arrogantes de crentes específicos não levam em consideração os irmãos fracos na fé e não estão interessados em conquistar os descrentes através de um evangelismo cultural e consciente”.
Paulo começa declarando que ele e outros líderes são “servos de Cristo e encarregados dos mistérios de Deus”. Os ministros de Deus não são donos da mensagem, apenas seus guardiões. Desta forma, o apóstolo confronta o culto à personalidade na igreja – algo comum em Corinto e em nossa época. Ele afirma que o foco deve estar em Cristo – o verdadeiro Senhor.
O texto declara que “o que se requer desses encarregados é que sejam fiéis” (I Coríntios 4:2). A fidelidade no ministério eclesiástico não é medida pelo sucesso do líder, mas pela obediência a Cristo. Em um mundo que valoriza o carisma, o poder e os resultados rápidos, I Coríntios 4:3-5 revela-nos que o serviço cristão deve ser centrado no evangelho de Cristo e avaliado à luz de Sua Palavra, não pelos padrões humanos.
Paulo confronta o orgulho que causa divisão na igreja, afirmando que tudo o que os crentes possuem é um dom de Deus. Ele usa perguntas retóricas para salientar que ninguém tem motivos para vangloriar-se (I Coríntios 4:6-7).
Na sequência, Paulo denuncia o triunfalismo dos coríntios, que buscavam glória e conforto em vez de abraçar o chamado ao sacrifício. Ele apresenta os apóstolos como exemplos de humildade, trabalho árduo e dedicação total a Cristo, mesmo diante da rejeição (I Coríntios 4:8-13). O cristianismo deve ser serviço sacrificial, contrariando valores culturais do mundo.
Paulo conclui sua admoestação paternal, exortando os leitores a seguirem seu exemplo e a submeterem-se à autoridade de Cristo. Ele não busca envergonhá-los, mas corrigi-los com amor e autoridade espiritual (I Coríntios 4:14-21).
• Essa abordagem pastoral mostra-nos que a correção, quando fundamentada no amor e na autoridade de Cristo, é essencial para o crescimento espiritual.
• Numa era que evita confrontos, Paulo ensina-nos a equilibrar graça e verdade.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 3 – Primeiro leia a Bíblia
I CORÍNTIOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/3
Uma igreja dividida é uma igreja envenenada. Essas divisões são indícios de que uma igreja está sendo conduzida pela natureza humana “carnal”, em vez de pelo Espírito de Deus (vs.1-4). Ellen White alertou sobre esta situação durante toda a sua vida. Um espírito de crítica, ela adverte, causa grande mal dentro da igreja. E ainda pior é que esse tipo de pensamento extremista impede que a verdade alcance outras pessoas. Um cristão jamais deve servir de consciência para outra pessoa. (Historical Sketches, 211-212).
“Aquele que é culpado de erro, é o primeiro a suspeitar do erro. Condenando o outro, está ele procurando ocultar ou desculpar o mal do próprio coração. Foi por meio do pecado que os homens adquiriram o conhecimento do mal; tão depressa havia o primeiro par pecado, começaram a se acusar um ao outro e é isto que a natureza humana inevitavelmente fará, quando não se ache controlada pela graça de Cristo” (O Maior Discurso de Cristo, 126).
Concluindo, Paulo usa a metáfora de um “edifício” (vv 9-10). E nele, o que mais importa é que “ninguém pode colocar outro alicerce além do que já está posto, que é Jesus Cristo” (v. 11 NVI).
Michael W. Campbell
Diretor de Arquivos, Estatísticas e Pesquisa na Divisão Norte-Americana dos Adventistas do Sétimo Dia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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259 palavras
2 Leite. O alimento natural dos bebês. O “leite” representa os princípios básicos do evangelho. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 743.
8 São um. Quem planta e quem rega não trabalham com propósitos opostos. Eles estão unidos em suas metas e objetivos. Não tem sentido apresentá-los como líderes rivais. CBASD, vol. 6, p. 744.
11 Outro. Do gr allos, “outro [do mesmo tipo]”, “mais um” (ver com. de Gl 1:6). Há apenas um Salvador. Outros proclamados como salvadores não são “outro” do mesmo tipo. Não são salvadores (ver Jo 14:6; At 4:12). CBASD, vol. 6, p. 746.
16 Santuário. Do gr naos, palavra usada pelos gregos antigos para descrever o cômodo mais interior do templo, onde se colocava a imagem do deus pagão. … Paulo atenta para os que constituem o edifício espiritual. Coletivamente, eles formam o templo espiritual de Deus no qual habita o Espírito Santo. Paulo se refere à igreja e adverte seus sucessores em Corinto a não prejudicá-la (1Co 3:17). É verdade que o Espírito Santo também habita em cada cristão de modo individual (ver com. de 1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 6, p. 747.
22 Tudo é vosso. Deus é dono de tudo, seja animado ou inanimado, e as coisas que Ele fez são para bênção de Seu povo redimido (ver MDC, 110, 111). CBASD, vol. 6, p. 748.
23 E vós, de Cristo. Este é o clímax ao qual Paulo vinha direcionando seu argumento. Se todo crente pertence a Cristo, deve haver apenas um grande partido na igreja, não diferentes grupos. É a manifestação dessa unidade que o Salvador deseja ver na igreja, e que no fim haverá (ver Jo 17:9-11, 21, 23; Ef 4:13). CBASD, vol. 6, p. 748.
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“Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado” (v.17).
Ainda que por carta, Paulo conseguiu expressar em palavras sua sincera preocupação com a igreja de Corinto. Inspirado pelo Espírito Santo, o apóstolo expôs sua indignação contra as atitudes carnais daquela igreja. É tão séria diante de Deus a questão das dissensões no meio de Seu povo, que Paulo censurou os coríntios com veemência declarando a incompatibilidade de sua pregação com a capacidade deles de compreendê-la. Quando há “ciúmes e contendas” (v.3) entre irmãos, é revelada a imaturidade espiritual que cria uma espécie de bloqueio para o “alimento sólido” (v.2) da Palavra de Deus. Tomar partido a favor de um grupo em detrimento de outro mostra o quanto ainda somos carnais e andamos “segundo os homens” (v.4), e não segundo os propósitos divinos. Precisamos baixar a bandeira humana e erguer a bandeira divina: “O SENHOR É MINHA BANDEIRA” (Êx.17:15).
Porque “nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento” (v.7). Se naquele tempo havia um forte apelo para que a fase de “crianças em Cristo” (v.1) fosse superada, quanto mais hoje precisamos deixar as coisas de meninos a fim de que estejamos prontos para suportar “alimento sólido” que nos dará forças para sermos vitoriosos em Cristo no tempo de angústia que se aproxima. O fundamento sobre o qual devemos estar alicerçados e lançar a outros é um só: “Jesus Cristo” (v.11). A nossa parte é a de edificar sobre este fundamento como prudentes construtores e “cada um veja como edifica” (v.10), porque “manifesta se tornará a obra de cada um; pois o Dia demonstrará, porque está sendo revelada pelo fogo; e qual seja a obra de cada um, o próprio fogo o provará” (v.13).
Eu não sei você, mas eu tremo diante desta revelação. Quais têm sido nossas reais intenções no serviço do Senhor? Notem que nem Paulo, nem Apolo, nem apóstolo algum fez nada que pudesse erguer altares em favor deles mesmos. Eram zelosos e tementes servos de Deus que visavam unicamente revelar a glória do Pai. Nunca aceitaram louvores de homens e nem regalias que pudessem envaidecê-los. Mas foi o próprio povo que criou expectativas erradas com relação ao ministério do discipulado, colocando os pregadores acima do Senhor que os governava. O fato de que o fogo provará as nossas obras e o Dia de Deus as revelará deveria causar em nós um profundo exame de coração. Quando lançados na fornalha dos últimos dias, sairemos ilesos, ou o fogo irá revelar que de fato nossas obras não passavam de combustível para aquecê-la?
Amados, “não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (v.16). Quando embotamos nossa mente com meninices que em nada glorificam o nome do Senhor, profanamos o santuário de Deus. Quando julgamos ser a nossa sabedoria alguma coisa, profanamos o santuário de Deus. Quando roubamos a glória de Deus para nós mesmos ou para outros, profanamos o santuário de Deus. E assim, paulatinamente destruímos o que o Senhor declarou ser sagrado. Temos trocado a verdadeira adoração por uma idolatria disfarçada. Trocamos o prazer de estar na casa do Senhor pelo merchandising de bons cantores ou bons pregadores, que aliás, são homens como nós. Até quando Deus terá de suportar a nossa futilidade?
Estamos vivendo em tempos decisivos e parece que teimamos em permanecer no jardim de infância. Sejamos como crianças na dependência de Deus, na simplicidade e na pureza, e não na imaturidade. Deus não nos chamou para uma competição de talentos, mas para sermos “de Cristo” (v.23). É tempo de estarmos com nossas lâmpadas bem acesas a fim de vermos claramente em meio às trevas deste mundo, porque “a sabedoria deste mundo é loucura” (v.19). Que usemos cada um dos dons que o Espírito Santo nos deu para a glória de Deus e que sejamos todos um só coração alicerçado num só fundamento: Cristo Jesus, nosso Senhor. Então, faremos parte do seleto remanescente que foi provado no fogo e aprovado pelo Céu, como está escrito:
“Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9).
Pai querido, louvado seja o Teu nome pela sabedoria e instrução da Tua Palavra! Livra-nos, Senhor, da imaturidade espiritual que tem destruído a fé de muitos! Queremos o alimento sólido da clara compreensão do “assim diz o Senhor”. Livra-nos de partidarismos e das vaidades religiosas movidas por ciúmes e contendas! Queremos ser Teus cooperadores, lavoura de Deus, edifício de Deus, erguidos pelo Teu Espírito e alicerçados em Cristo Jesus. Purifica-nos como a prata e prova-nos como o ouro e nos ensina a invocar o Teu nome e dar glórias a Ti em tudo na nossa vida. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, “edifício de Deus” (v.9)!
Rosana Garcia Barros
#1Coríntios3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I CORÍNTIOS 3 – A era pós-moderna – marcada pelo relativismo, subjetivismo e pluralismo – exige uma resposta clara e corajosa da igreja, que encontra neste texto um guia para navegar em águas incertas.
• Esta passagem inspirada é um convite para reafirmar a fé em Cristo e os valores bíblicos em um mundo onde as linhas entre a verdade e a opinião frequentemente se tornam confusas.
Atualmente, a distinção entre verdade objetiva e opinião pessoal tornou-se cada vez mais diluída. O pós-modernismo frequentemente afirma que a verdade é uma construção social ou uma percepção individual, e não uma realidade objetiva e universal. No entanto, 1 Coríntios 3 desafia essa premissa ao estabelecer que Jesus Cristo é o único fundamento sobre o qual a vida espiritual é construída (v. 11). Essa declaração não permite espaço para múltiplas interpretações da verdade espiritual; antes, ela exige que a verdade seja buscada e compreendida a partir da revelação divina (vs. 1-10).
Ao reafirmar Cristo como o fundamento, Paulo não apenas rejeita o relativismo, mas também coloca o cristão em uma posição de testemunho ativo. Ele chama os crentes a viverem em coerência com essa verdade (I Coríntios 3:12-15). Esse compromisso com a verdade é o antídoto para a confusão de valores em uma sociedade que celebra a diversidade de opiniões acima de tudo.
Os valores bíblicos, como a unidade do corpo de Cristo, a responsabilidade diante de Deus e o reconhecimento de nossa identidade como templo do Espírito Santo, são ferramentas essenciais para a igreja navegar pelo mundo atual (I Coríntios 3:16-22).
Esses valores oferecem um norte moral em meio à confusão. Por exemplo, a ênfase de Paulo na unidade desafia a fragmentação e a individualidade exacerbada promovidas pela cultura contemporânea. Ele nos lembra que, como cristãos, fazemos parte de algo maior do que nos mesmos: O corpo de Cristo.
Além disso, a responsabilidade diante de Deus nos confronta com uma verdade que transcende a cultura: Nossas ações têm peso eterno (I Coríntios 3:14).
• A fé é um chamado para confiar em algo maior do que as circunstâncias e as influências humanas.
• O cristão é desafiado a construir sua vida em algo sólido e duradouro: o evangelho. E ouvir a única voz que merece nossa obediência: A voz de Deus!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 2 – Primeiro leia a Bíblia
I CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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