Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MARCOS 13 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 13 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 13 by Luís Uehara
9 de setembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/13

Imagine-se diante do Taj Mahal, Hagia Sophia ou Chateau Frontenac. Considere o significado cultural, a rica história e a arquitetura grandiosa de tal edifício. Você se vira e elogia sua magnificência para um colega turista, mas fica surpreso com a resposta dele: “Este grande edifício será destruído.”

Para os discípulos maravilhados com o templo, a declaração de Jesus teria sido escandalosa.

Felizmente, quatro discípulos foram fiéis em buscar o significado da estranha declaração de Jesus e Jesus aproveita a oportunidade para ensinar mais do que a destruição iminente do templo. A bênção inesperada é que agora temos informações importantes para nos ajudar a enfrentar nosso próprio futuro terrível.

Essas informações envolvem avisos, sinais e súplicas sinceras para prestar atenção, bem como uma inclusão não encontrada em seu capítulo irmão, Mateus 24. Esta é a promessa de que Deus fornecerá as palavras de que precisamos, quando precisamos delas; nem precisaremos de uma resposta preparada ao enfrentar reis e cortes.

Amo esse lembrete de que, embora devamos fazer nossa parte unindo nossos esforços aos de Deus, Ele sempre compensará nossas inadequações nos momentos em que mais precisamos Dele.

Leve suas inquietações a Deus e a resposta pode resultar em uma bênção que abençoará muitos além de você.

Abigail Hess
Enfermeira, Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mrk/13
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MARCOS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de setembro de 2024, 0:50
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968 palavras

1-37 Este capítulo em Marcos, como seus paralelos (Mt 24, Lc 21), tem sido um desafio aos intérpretes ao longo dos séculos. Está Jesus falando sobre a queda de Jerusalém em 70 d.C., ou sobre os eventos precedentes à Segunda Vinda, ou uma combinação dos dois? Muitos estudantes dos Evangelhos acreditam que esta passagem combina os dois eventos, constituindo os eventos relacionados à queda de Jerusalém uma prefiguração do que acontecerá no retorno de Cristo. Andrews Study Bible.

1 Este capítulo que se inicia, chamado por alguns de “o pequeno Apocalipse”, recebe uma boa ampliação em Mt 24 e Lc 21 e no Apocalipse. Isto se deve ao fato de as verdades aqui reveladas não nos foram dadas para responder a todas as perguntas acerca do futuro, mas para encorajar os crentes a resistir ao mal, ficar firmes na perseguição e esperar sempre em Cristo. Bíblia Shedd.

Este capítulo … faz predições em três áreas: a próxima destruição do templo (vs 1-4); futuras perseguições (vs. 5-25) e a vinda do Filho do Homem (vs. 26-37). Bíblia de Genebra.

Que pedras enormes! (NVI). Segundo Josefo (Antiguidades, 15.11.3), eram brancas, e algumas delas tinham 11,5 metros de comprimento, 3,7 de altura e 5,5 de largura. Bíblia de Estudo NVI Vida.

não ficará pedra sobre pedra. Jerusalém foi saqueada e o templo foi queimado e destruído no ano de 70 d.C. por Tito, general romano (depois feito imperador). O Arco de Tito, comemorando a sua vitória, ainda existe em Roma. Bíblia de Genebra.

quando sucederão estas coisas. A pergunta dos discípulos tem em vista a destruição do templo. A resposta de Jesus parece incluir tanto este evento específico como o tempo que conduz à vinda do Filho do Homem (v. 26; cf Mt 24.3). Os eventos em torno da destruição do templo parecem anteceder e tipificar aqueles momentos associados à segunda vinda. Bíblia de Genebra.

que sinal haverá. Jesus deixa claro que perturbações como guerras e desastres não são os “sinais” ou indicadores do tempo em que Ele retornará. Eles não nos dizem quando Ele voltará, mas que Ele voltará. Andrews Study Bible.

5 Vede. Vigiai! Esteja alerta! Esteja de guarda! O maior foco deste capítulo. Existe o perigo da decepção e o perigo da complacência. Andrews Study Bible.

Muito virão. No ano 130 d.C., Bar Kochba – líder de uma rebelião judaica contra os romanos – reivindicava ser o Messias e era aceito como tal por seus seguidores, e a lista (de supostos messias) tem crescido desde então. Bíblia de Genebra.

Sou eu. Esta expressão é também o nome de Deus (Êx. 3.14) e é o título escolhido por Jesus (Jo 8.28, 58). Bíblia de Genebra.

9-13 Perseguições aguardam àqueles que se lançam à proclamação do evangelho em todo o mundo (v. 10). Bíblia Shedd.

tribunais. Sem dúvida, uma referência ao sinédrio local, ou tribunais, que se reuniam nas diversas sinagogas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 713.

açoitados. A infração dos regulamentos judaicos era sujeita ao castigo com açoites, sendo a pena máxima 39 açoites (v. 2Co 11.23, 24). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 é necessário que o evangelho seja primeiro pregado a todas as nações. Perturbações e desastres acontecerão até que Jesus retorne. Mas nenhum destes é um indicador que Ele está próximo de chegar. O único indicador é que o evangelho será pregado a todas as nações. Mas somente saberá quando este sinal estiver cumprido. Andrews Study Bible.

nações. Gr ethne “gentios”, “nações”. Os gentios ouvirão o evangelho, e não apenas os judeus (cf Ap 7). Não há, entretanto, a mínima indicação relativa à eficiência da pregação, nenhuma sugestão de que o mundo se tornará cada vez mais cristão. Bíblia Shedd.

11. não vos preocupeis. Isto é, “não andeis ansiosos”. CBASD, vol. 5, p. 713.

13 perseverar até o fim. Esta afirmação pode também significar o fim da vida de cada pessoa. Bíblia de Genebra.

será salvo. Não da perseguição mas do juízo divino. Bíblia Shedd.

Esta perseverança não é para merecer a salvação, mas é a prova de que a verdadeira salvação, em certo sentido, já aconteceu (Rm 8.24). Bíblia de Genebra.

14 abominável da desolação. … a destruição de Jerusalém que aconteceu em 70 d.C.  [cf. nota em Mt 24:15]. Andrews Study Bible.

fujam para os montes. Quando os romanos, em sua marcha para Jerusalém, no ano 69 d.C., saquearam Qumran, os membros desta comunidade esconderam seus manuscritos em cavernas, no alto das montanhas, acima do mar Morto. Eusébio, historiador da igreja, no século IV, afirma que os cristãos deixaram Jerusalém, naquele tempo, e fundaram a igreja em Pella, a leste do Jordão, cerca de 78 km ao norte de Jerusalém. Bíblia de Genebra.

18 no inverno. A estação em que as densas chuvas deixavam os riachos transbordantes e impossíveis de ser atravessados, de modo que muitos seriam impedidos de alcançar um lugar de refúgio. Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 aqueles dias serão de tamanha tribulação. Este e os versos precedentes parecem ser referências à queda de Jerusalém, em 70 d.C. Contudo, a perseguição ao povo de Deus continua da tribulação do período de 1.260 anos (Ap 13:24-27). Logo antes da volta de Jesus o mal alcançará o seu auge, como nos dias de Noé (Gn 6:1-7). Andrews Study Bible.

21 Cristo. Literalmente, o Messias. A palavra é usada aqui como um título e não como um nome pessoal. CBASD, vol. 5, p. 713.

24-26 A ênfase, aqui, focaliza claramente a segunda vinda do Senhor (cf Dn 7.13). Bíblia Shedd.

25 cairão. Ver com. de Mt 24.29. O texto grego ressalta o sentido de continuidade, como uma chuva de estrelas cadentes (ver com. de Ap 6.13). CBASD, vol. 5, p. 713.

30 esta geração. O cumprimento da promessa das profecias relativas à destruição de Jerusalém foi visto pela geração contemporânea de Jesus. Bíblia Shedd.

34 dá autoridade. Os dons do Espírito capacitam todo crente sincero a servir ao seu Senhor (cf 1Co 12; Rm 12; 1Pe 4.10s). Bíblia Shedd.

35 à tarde, … à meia noite, …ao cantar do galo, … pela manhã. Os quatro termos aqui utilizados se referem às quatro vigílias da noite, de acordo com o sistema romano que se empregava na Palestina. CBASD, vol. 5, p. 713.



MARCOS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de setembro de 2024, 0:45
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Como mãe, me preocupo com meus filhos e desejo que eles cresçam saudáveis, que sejam prósperos e felizes em cada aspecto da vida e, principalmente, que sejam amigos de Jesus e futuros cidadãos do reino celeste. Mas ainda que o meu amor por eles seja tão forte, jamais poderia superar o amor de Deus por cada um de nós. Com a entrada do pecado no mundo, o Criador teve que ver aqueles que criou para a eternidade morrendo e matando uns aos outros. A fome, o choro, as guerras, as angústias, as doenças, as manifestações da natureza em ebulição, tudo isso machuca o coração do Senhor e se avoluma com o aumento da corrupção apontando para o maior evento de todos os tempos, “que está próximo, às portas” (v.29).

Diante do cenário estonteante do templo cujas pedras de mármore branco refletiam a luz do sol, grande admiração tomou conta do coração dos discípulos. Aquele lugar era o que tinham como referência de sagrado e despertava-lhes profunda reverência. Quando Jesus lhes disse que não ficaria “pedra sobre pedra” no templo “que não fosse derribada” (v.2), eles ficaram sobremodo aflitos. Mas, “Pedro, Tiago, João e André” (v.3) não guardaram a aflição para si. Em momento oportuno, pediram ao Mestre que lhes revelasse qual seria o sinal que precederia o fim dos tempos. Porque, na visão deles, a destruição de Jerusalém significava o fim do mundo.

O relato que se segue apresenta não somente um, mas diversos sinais que devem ser observados sabendo que algo maior está para acontecer. E diante de tão solene mensagem, as primeiras palavras de Cristo foram: “Vede que ninguém vos engane” (v.5). Portanto, o primeiro sinal apontado por Ele, como grande evidência de que o fim está próximo, foi o engano. Sucessivamente, outros sinais foram apresentados como “princípio das dores” (v.8). Comparando o cumprimento do tempo profético com uma mulher que está prestes a dar à luz, Jesus revelou quais seriam as primeiras e as últimas “contrações” até que Ele viesse segunda vez.

Apesar da aplicação desta profecia ser também referente à destruição de Jerusalém no ano 70 d.C., o seu maior enfoque está na segunda vinda de Jesus à Terra, a Sua gloriosa aparição. E de forma insistente, Ele mostrou aos Seus atentos discípulos a importância da vigilância: “Estai vós de sobreaviso” (v.9 e 23); “vigiai e orai” (v.33); “Vigiai” (v.35); “O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai!” (v.37). Sobre o retorno do Senhor ser certo e repentino, o apóstolo Paulo escreveu: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3). Portanto, amados, precisamos estar apercebidos, pois “a respeito daquele dia e hora ninguém sabe” (v.32).

O profeta Habacuque, compreendendo a importância de tal atitude, logo a colocou em prática: “Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei para ver o que Deus me dirá e que resposta eu terei à minha queixa” (Hc.2:1). E a sua firme decisão logo resultou em uma resposta positiva: “Porque a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará” (Hc.2:3). Nesse tempo final, quando as coisas andam tão incertas, precisamos nos apegar à promessa divina e clamar pelo Espírito Santo, orando uns pelos outros.

Deus tem um povo que, vigilante, tem aguardado o tempo determinado da vinda de Seu Salvador. Assim como as dores de parto vão aumentando de intensidade, os sinais têm se intensificado apontando para o maior evento de todos os tempos, que está “às portas” (v.29). Todos, crentes e descrentes, “verão o Filho do Homem vir nas nuvens, com grande poder e glória” (v.26). Não sabemos o dia e nem a hora, mas sabemos como devemos estar diante da expectativa do retorno do nosso Senhor: “com toda oração e súplica, orando em todo o tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).

“Tamanha tribulação como nunca houve desde o princípio do mundo” (v.19) está prestes a acontecer. E, se estivermos vivos até lá, precisamos estar prontos para suportá-la. Vigiar, ou seja, estar atentos aos sinais e alicerçados na verdade, nos livrará dos enganos do maligno. Assim como o profeta Habacuque, aguardemos com perseverança a resposta do Senhor, olhando sempre para Jesus. Pois que, certamente, “a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11).

Pai de amor, cremos que breve o nosso Salvador voltará. E os dias, por mais que haja promessas humanas de paz e prosperidade, estão cada vez mais difíceis. Sabemos que a Tua longanimidade se estende para salvar a quantos aceitarem, mas que o Senhor também abreviará os tempos por amor dos Teus escolhidos. Concede-nos, ó Deus, o Teu Espírito! E ajuda-nos a estarmos sempre em constante atitude de vigilância e oração. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, escolhidos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Marcos13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de setembro de 2024, 0:40
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MARCOS 13 – Conhecido como “Pequeno Apocalipse”, neste capítulo Jesus responde perguntas sobre o futuro de Jerusalém, o fim dos tempos e Sua segunda vinda. Nele contém detalhes proféticos e advertências, abordando tanto a destruição de Jerusalém quanto eventos finais da história.

Ao comentário dos discípulos sobre a grandeza do Templo, Jesus profetiza que “não ficará pedra sobre pedra”, apontando para sua destruição, que ocorreu em 70 d.C. pelas mãos dos romanos. Esta profecia estabelece a autoridade de Jesus como profeta que conhece o futuro com precisão divina (Marcos 13:1-2).

Depois disso, Jesus adverte que muitos viriam em Seu nome, alegando ser o Cristo, enganando a muitos. Isso reflete a realidade de que, durante os tempos de tribulação, haveria tentativas de usurpar Sua autoridade (Marcos 13:5-6).

Jesus fala também de guerras, rumores de guerras, terremotos e fomes, como o “princípio das dores”, indicando serem sinais iniciais e não o fim em si (Marcos 13:7-8).

Jesus afirma que Seus seguidores seriam entregues aos tribunais, açoitados e odiados por todas as nações por causa de Seu nome. No entanto, Ele assegura que o Espírito Santo falaria através deles e que quem perseverar até o fim será salvo. Aqui destaca a necessidade de firmeza na fé e na confiança na proteção divina em meio à hostilidade e intolerância religiosa (Marcos 13:9-13).

Jesus descreve um período de tribulação sem precedentes, usando a imagem do “sacrilégio terrível”, profetizado em Daniel 9:27; 11:31 e 12:11. Durante esse período de eventos futuros, haveria tentativas intensificadas de enganar os eleitos; então, Jesus alerta novamente contra falsos profetas e falsos cristos que realizarão sinais e prodígios (Marcos 13:15-23).

Na sequência Jesus fala de sinais cósmicos: O sol escureceria, a lua não brilharia, as estrelas cairiam e os poderes celestiais seriam abalados. Esses sinais precedem a vinda do Filho do Homem – o Rei escatológico que julgará o mundo e reunirá Seu povo para Si (Marcos 13:24-27). Diante disso, é necessário vigilância e fidelidade às palavras e à autoridade de Cristo (Marcos 13:32-37).

Após utilizar a parábola da figueira para ensinar vigilância, a declaração de Jesus de que “Os céus e a terra passarão, mas [Suas] palavras jamais passarão” ressalta a autoridade eterna de Suas palavras e promessas (Marcos 13:28-31).

Portanto, reavivemo-nos através de Sua Palavra! – Heber Toth Armí.