Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 23 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de abril de 2024, 0:40
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EZEQUIEL 23 – As séries de visões e mensagens proféticas de Ezequiel não apenas retratam a realidade histórica de seu tempo; elas também carregam significados teológicos profundos para todos os tempos.

Na seção, o profeta concentra-se em quatro acontecimentos primordiais que têm implicações teológicas significativas para a compreensão do plano de Deus e do Seu relacionamento com Seu povo; os quais são:

• O triste fim da cidade de Jerusalém (Ezequiel 22:1-31). A cidade que deveria ser um lugar santo e um reflexo da presença da verdadeira divindade, tornou-se centro de iniquidade. A corrupção e a injustiça corroeram o povo de Jerusalém – cidade que chegava ao seu fim. A queda de Jerusalém revela-nos a importância da integridade moral e espiritual. Deus é santo e justo, por isso não tolera o pecado. Como Seu povo hoje, somos chamados a viver de forma justa e fiel, refletindo a santidade divina em nossa vida.
• O lamentável fim do Reino de Judá (Ezequiel 23:1-49). Utilizando-se da metáfora de duas irmãs infiéis, Oolá e Oolibá, para descrever a infidelidade de Israel e Judá, o profeta aborda o adultério espiritual – alianças com nações pagãs e adoração a ídolos – como razões para o fim da nação judaica. Este relato sagrado mostra-nos que Deus deseja um relacionamento de amor e compromisso sério conosco, e, a infidelidade espiritual tem consequências mais graves que a infidelidade conjugal.
• O fim de uma ilusão (Ezequiel 24:1-14). Através de uma panela fervente ilustrando a iminente destruição de Jerusalém, o profeta revela a ilusão da segurança e prosperidade que seriam dissipadas com o juízo divino.
• O fim do casamento do profeta (Ezequiel 24:15-27). A interrupção do casamento de Ezequiel devido à morte de sua esposa revela-nos que mesmo pelas consequências da infidelidade de Seu povo, Deus continua nos amando, ansiando que O reconheçamos como Senhor.

Considerando ainda Ezequiel 23, destacamos que:

• A história das duas irmãs adúlteras lembra-nos da importância de mantermos nossa íntima relação com Deus de forma íntegra, e, evitar sermos seduzidos por tentações e influências que nos afastam dos Seus maravilhosos caminhos retos.
• A lealdade e a integridade são fundamentais para construir relacionamentos saudáveis e duradouros, tanto sociais quanto espirituais.
• Devemos priorizar a Deus em nossa existência e fugir de qualquer forma de idolatria e desobediência…

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 22 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
16 de abril de 2024, 1:00
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Texto bíblico: EZEQUIEL 22 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 22 – BLOG MUNDIAL

EZEQUIEL 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



EZEQUIEL 22 by Luís Uehara
16 de abril de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/22

Tudo ao nosso redor ultimamente grita uma urgência que muitas vezes passa despercebida pelas mesmas pessoas que deveriam alertar o mundo sobre um julgamento e uma sentença que é inevitável. No entanto, sofremos em particular com uma sensação de desamparo, à medida que os alarmes que deveriam ser ouvidos são abafados pelo barulho da agitação do mundo que avança e das igrejas que se sentem não lideradas, não pastoreadas, ineficientes e sabotadas pela falsa adoração.

Noutras frentes, os líderes parecem estar num misto de sobrecarregados e desorganizados, ocupados com programas e incapazes de compreender que menos poderia ser mais.

Como foi nos dias de Noé – os casamentos e a construção e de repente vem aquele dilúvio há muito previsto. No entanto, despercebido.

Uma coisa é certa. Jeová estabeleceu todas as previsões para garantir que Suas criaturas tenham a oportunidade de evitar constrangimento e destruição. A ira de Deus é tão certa quanto Seu poder e desejo de salvar. Sua misericórdia dura para sempre, mas Ele detesta o pecado.

A rebelião e as abominações desta era são suficientes para encher o Seu cálice de indignação e quem pode resistir? Estamos ferindo nosso Criador e Salvador. Muitos estão escolhendo mal que Ele destruirá.

Que possamos trilhar o caminho solitário, reto e estreito com Jesus.

Kendol Bacchus
Pianista – Música e Missões, São Vicente e Granadinas

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/22
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



EZEQUIEL 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de abril de 2024, 0:50
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1164 palavras

O cap. 22 pode ser dividido em três partes: os v. 1 a 6, que são uma lista dos pecados de Jerusalém; os v. 17 a 22, que apresentam uma parábola extraída do refino de metais; os v. 23 a 31, que falam da corrupção geral que permeia todas as classes sociais. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 718.

2 Cidade sanguinária. Os assassinatos judiciais e o oferecimento de crianças a Moloque, sem dúvida, estavam entre os crimes que deram a Jerusalém este título. CBASD, vol. 4, p. 718.

3 Para que venha o seu tempo. O tempo de punição. CBASD, vol. 4, p. 718.

5 As que estão perto. A referência é, sem dúvida, às cidades próximas e distantes. CBASD, vol. 4, p. 718.

6 Segundo o seu poder. Os príncipes de Judá desconsideravam a justiça e governavam segundo seus caprichos. CBASD, vol. 4, p. 718.

Derramar sangue. A frase ocorre três vezes (v. 6, 9, 12). Ela encabeça três enumerações dos pecados de Israel; na primeira, são mencionados pecados de desumanidade e profanação (v. 6-8); na segunda, pecados de idolatria, incesto e lascívia (v. 9-11); na terceira, pecados de avareza e cobiça (v. 12). CBASD, vol. 4, p. 718.

13 Bato as Minhas palmas. Aqui, um gesto de indignação (ver Ez 6:11; 21:14, 17). CBASD, vol. 4, p. 718.

16 Serás profanada. Versões antigas colocam o verbo na primeira pessoa: “Serei profanado através de ti à vista das nações” (ver Ez 20:9; 36:20). CBASD, vol. 4, p. 718.

17-22 Os v. 17 a 22 são uma parábola baseada no processo de derretimento da prata. A fornalha é Jerusalém (v. 19). O povo é o metal (v. 20) que demonstrou ser escória (v. 18). CBASD, vol. 4, p. 718.

23-31 Os v. 23 a 31 constituem a terceira seção do capítulo (ver com. do v. 1). Apresentam outra enumeração dos pecados de Israel, indicando que neles todas as classes sociais estavam envolvidas. CBASD, vol. 4, p. 719.

25 Conspiração dos seus profetas. Os falsos profetas já haviam sido denunciados no cap. 13. A obra deles era um contínuo estorvo à obra dos verdadeiros profetas. Não é de se admirar, em vista das declarações contraditórias de ambos os grupos, que o povo estivesse confuso e que achasse uma desculpa plausível para não obedecer às instruções divinas.

A mesma confusão existe no mundo religioso hoje. Devido ao fato de haver diversas ramificações cristãs, e de que pode haver pessoas piedosas em diferentes segmentos religiosos, muitos concluem que, afinal, faz pouca diferença em que se crê.

O único antídoto seguro contra a influência dos falsos profetas é saber, por meio de investigação pessoal, o que é a verdade. Não é seguro depender da pesquisa, das opiniões ou da sabedoria de qualquer outra pessoa (OP, 30; T5, 686; GC, 593, 594.

Devido à previsão do aparecimento de muitos falsos profetas nos últimos dias, Jesus repetidamente advertiu contra os enganos sutis (ver Mt 24:4, 5, 11, 24). Ele menciona que esses profetas enganariam, “se possível, os próprios eleitos”(Mt 24:24). Diz também que recorreriam a “grandes sinais e prodígios”, um recurso quase inexistente no tempo de Ezequiel.À medida que o grande dia do Senhor se aproxima, Satanás tem intensificado os esforços na obra do engano. Cada vez mais, à medida que os anjos celestiais vão soltando os “ventos”da Terra, ele assumirá o controle do mundo. Sob a aparência de religião e por meio de milagres ele aumentará o domínio sobre os habitantes do planeta.

“E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a Terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 13:8). Portanto, precisamos de um conhecimento pleno das Escrituras para distinguir entre o falso e o verdadeiro (GC, 593, 594). CBASD, vol. 4, p. 719.

26 Transgridem a Minha Lei. Era trabalho especial dos sacerdotes dar instruções sobre os requisitos divinos e observar e ensinar a distinção entre o santo e o profano (Lv 10:10), bem como instruir o povo quanto à adequada observância do sábado. Em tudo isto, no entanto, eles eram infiéis. CBASD, vol. 4, p. 719.

Escondem os olhos. Esta acusação encontra notável paralelo no contexto dos últimos dias. As profecias do Apocalipse (12-14) sugerem que Deus requer uma reforma em relação ao verdadeiro dia de descanso, o sábado do sétimo dia. Esta reforma deve preparar o mundo para a segunda vinda de Cristo. A mensagem tem sido proclamada. A reação tem sido a mesma que a dos dias de Ezequiel: as pessoas escondem os olhos da obrigação de observar o o verdadeiro dia de repouso; tapam os ouvidos frente às claras evidências bíblicas e declaram: “Não penso assim”. CBASD, vol. 4, p. 719.

27 Príncipes. Do heb. sarim, membros da classe governante e chefes das famílias importantes. CBASD, vol. 4, p. 719.

28 Profetas lhes encobrem … visões falsas … mentiras. Ver com. [CBASD] de Ez 13:10. Há vozes no mundo religioso para apoiar quase todo tipo de crença.

Alguns critérios ajudam a distinguir entre o que é representado pela “cal” e o que é genuíno. Esses critérios devem ser usados para testar qualquer crença que supostamente afirme basear-se na Bíblia. Servem também como um sistema de orientação para a pesquisa bíblica, prevendo falsas conclusões.

1. A Bíblia deve ser estudada com oração. … A prática correta da oração coloca a pessoa em condições de receber a verdade celestial.

2. É preciso haver disposição para seguir a luz revelada (Jo 7:17). … Deus reserva a compreensão da verdade aos que estão dispostos a andar na luz que lhes ilumina a mente. A recusa obstinada de andar nesta luz fecha a porta para uma compreensão mais plena da verdade.

3.O texto bíblico deve ser interpretado segundo o contexto geral de toda a Escritura. Corretamente entendida, a Bíblia não se contradiz. Se a conclusão de uma passagem fica em contradição com outra passagem, essa conclusão deve ser reestudada. … .

4. A Bíblia deve ser interpretada à luz de seu próprio contexto. O estudante deve notar cuidadosamente o contexto da passagem em consideração a fim de descobrir do que o texto trata especificamente. … .

5. A Bíblia deve ser sua própria intérprete. Muitas vezes o Espírito Santo não dá uma interpretação imediata do símbolo empregado, mas é de se esperar que o mesmo Espírito explique em outra parte a linguagem obscura para que as pessoas compreendam o significado. …

Em resumo, o procedimento adequado para se descobrir o que a Bíblia ensina é tomar tudo o que ela diz sobre o assunto em questão antes de tirar qualquer conclusão. Atentar para o quadro completo envolvido impede conclusões apressadas e mesmo uma interpretação antibíblica. CBASD, vol. 4, p. 719, 720.

29 O povo da terra. A acusação passa ao povo comum. CBASD, vol. 4, p. 720.

30 Busquei … um homem. Ver Jr 5:1. CBASD, vol. 4, p. 720.

E se colocasse na brecha. Deus chama pessoas para reparar a brecha na lei de Deus. … Acerca dos que empreendem essa tarefa, declara-se: “Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável” (Is 58:12). CBASD, vol. 4, p. 720.

31 O fogo do Meu furor. Esta é obviamente uma linguagem figurativa, na qual os vários juízos de Deus são retratados como fogo. O fogo consome, e o efeito desses juízos é o de consumir aqueles sobre quem eles forem derramados. No fim dos tempos, os que rejeitam a misericórdia divina experimentarão o fogo literal (Ap 20:9). CBASD, vol. 4, p. 720.



EZEQUIEL 22 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de abril de 2024, 0:45
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Costumamos fazer listas para muitas coisas. Geralmente, fazemos lista de compras, por exemplo, para não esquecer nenhum item necessário. No capítulo de hoje, Deus também fez uma lista com a mesma finalidade: “Faze-lhe conhecer, pois, todas as suas abominações” (v.2). A rebelião de Israel e as abominações que praticava fizeram com que esquecesse do que realmente importava: “mas de Mim te esqueceste, diz o Senhor Deus” (v.12). A apostasia da nação eleita foi a razão de sua própria ruína. Em sua lista de abominações, um era o motivo pelo qual a apostasia havia se instalado: a desobediência aos mandamentos de Deus. Acompanhem comigo:

1. Idolatria (v.3): quebra do 1° e do 2° mandamentos (Êx.20:3-6);
2. Infamação ao nome de Deus (v.5): quebra do 3° mandamento (Êx.20:7);
3. Profanação do sábado do Senhor (v.8 e 26): quebra do 4° mandamento (Êx.20:8-11);
4. Desprezo pelo pai e pela mãe (v.7): quebra do 5° mandamento (Êx.20:12);
5. Derramamento de sangue (v.3): quebra do 6° mandamento (Êx.20:13);
6. Imoralidade sexual (v.10 e 11): quebra do 7° mandamento (Êx.20:14);
7. Exploração por extorsão (v.12): quebra do 8° mandamento (Êx.20:15);
8. Calúnia (v.9): quebra do 9° mandamento (Êx.20:16);
9. Cobiça (v.11 e 25): quebra do 10° mandamento (Êx.20:17).

O descaso para com a Lei de Deus fez da casa de Israel uma escória entre as nações (v.18). Escolhida para fazer a diferença como povo da aliança do Senhor, seus líderes eram os primeiros a transgredir a Lei e a profanar as “coisas santas” (v.26). Entre “o santo e o profano” e entre “o imundo e o limpo” não faziam mais diferença; “e, assim” o Senhor era “profanado no meio deles” (v.26). Eram todos “como lobos que arrebatam a presa para derramarem o sangue, para destruírem as almas e ganharem lucro desonesto” (v.27). Prediziam mentiras afirmando que o Senhor havia dito, “sem que o Senhor tenha falado” (v.28).

A pergunta é: estamos longe daquela realidade? A igreja cristã tem sido alvo de duros ataques por parte de líderes religiosos que, sob a bandeira de falsas doutrinas, lançam por terra o “assim diz o Senhor” a fim de praticarem extorsão. “Andam roubando” (v.29) e criam uma imagem distorcida acerca da verdadeira piedade cristã. O apóstolo Pedro, inspirado por Deus, já nos havia advertido acerca destes falsos mestres: “E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme” (2Pe.2:2-3).

O evangelho de Cristo é pregado com o terrível engano de que, debaixo da graça, estamos “livres” para ignorar os mandamentos de Deus. Hoje lemos a que desgraça é levada uma nação pela desobediência. Jesus mesmo deixou bem claro que a Sua vida na Terra não tinha o objetivo de revogar a Lei, mas de cumpri-la (Mt.5:17) “e fazê-la gloriosa” (Is.42:21). A Lei que lembra o fim da escravidão do povo de Deus, “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx.20:2), é a mesma que Tiago chama de “lei da liberdade” e pela qual seremos todos julgados (Tg.2:12). “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tg.2:10).

A maravilhosa graça de Jesus nos liberta do pecado e nos habilita a obedecer aos Seus mandamentos por amor. Pois “todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado” (1Jo.3:9). E o que é o pecado? “O pecado é a transgressão da lei” (1Jo.3:4). Quando entregamos íntegra e sinceramente o nosso coração a Jesus, Ele perdoa os nossos pecados, olha para nós com olhar de compaixão e nos dá a seguinte ordem: “vai, e não peques mais” (Jo.8:11). Ao contrário do que a maioria tem pregado nos púlpitos com o fim de ajuntar multidões, o evangelho de Cristo é aquele que escandaliza as multidões (Jo.6:61 e 66).

Eis que está às portas o grande Dia do Senhor e, “muitos, naquele dia” (Mt.7:22) hão de reivindicar o seu lugar no Reino dos Céus por causa de suas obras, mas Jesus deixa bem claro que nem todo o crente professo “entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos céus” (Mt.7:21). Não compactuemos, portanto, da triste situação de Israel! Que, pela graça de Jesus, sejamos aquele “um homem” ou mulher fiel a quem Deus procurou no meio do Seu povo e não encontrou (v.30). Que nossa vida seja uma declaração da verdade e uma prova de amor para com o Deus que nos amou primeiro (1Jo.4:19).

Senhor, tremenda tem sido a luta que Teus filhos têm enfrentado nestes últimos dias. A Tua Palavra diz que há um inimigo irado contra o Teu remanescente. Mas a perseverança dos santos está em obedecer aos Teus mandamentos e ter a fé em Jesus. E o fazemos, porque Te amamos. Livra-nos dos enganos finais, Pai! E renova o nosso ânimo, pois ao vermos todas estas coisas, precisamos erguer nossas cabeças com alegria na certeza de que a nossa redenção se aproxima. Volta logo, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, livres em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel22 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de abril de 2024, 0:40
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EZEQUIEL 22 – Deus fica indignado. Sua ira se ascende contra a iniquidade desenfreada de Seu povo. Sua presença é fogo consumidor para o pecador que não reconhece sua condição para receber Seu perdão. O capítulo em questão leva-nos à profundas reflexões:

• A cidade de Jerusalém é condenada e tem seus pecados revelados, os quais incluem derramamento de sangue, idolatria e injustiça; por isso, seria envergonhada entre as nações (Ezequiel 22:1-5, 23-24).
• Os líderes e profetas de Israel são condenados por explorar e oprimir o povo, negligenciando seus deveres. Eles são culpados de falsidade, por proclamarem visões falsas e enganosas e transgredirem os mandamentos de Deus (Ezequiel 22:6-12, 25-28).
• O povo é culpado como os liderados por explorar os necessitados (opressão a pobres e estrangeiros), por terem se afastado de Deus, tornando-se impuros e contaminados espiritualmente (Ezequiel 22:13-16, 29).
• A cidade de Jerusalém é comparada a um forno em chamas, onde o povo é consumido pela ira divina devido à sua impureza e injustiça (Ezequiel 22:17-22).
• Deus procura por alguém que interceda por Jerusalém; como não encontra ninguém, ela sofrerá a devida punição (Ezequiel 22:30-31).

Ezequiel 22:16 merece nossa atenção, reflexão e aplicações considerando seu contexto. Ele aponta especificamente aos líderes religiosos que deveriam ser os guardiões da Lei Deus e da santidade do povo, mas falharam drasticamente em suas responsabilidades.

Líderes religiosos negligentes são repreendidos por Deus por sua hipocrisia e corrupção. Além disso, líderes que não fazem distinção entre o sagrado e o profano, o santo e o comum, o puro e o impuro, estão pervertidos. A falha em fazer tal distinção é considerada uma profanação da santidade de Deus e de Sua religião.

Um ponto que Deus sempre considerou e o povo sempre ignorou é a sacralidade do dia de sábado. Esconder os olhos do sábado significa negligenciar ou ignorar sua importância, e desprezar o Soberano Legislador.

A secularização e o materialismo têm feito líderes e liderados perderem a percepção das coisas sagradas. Os líderes devem possuir discernimento espiritual para distinguir entre o que é sagrado e o profano, orientando o povo a fazer o mesmo e a viver de acordo com os padrões divinos. Do contrário, serão todos combustíveis para o fogo do juízo!

Permitamos ser alertados por esse texto. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 21 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
15 de abril de 2024, 1:00
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Texto bíblico: EZEQUIEL 21 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 21 – BLOG MUNDIAL

EZEQUIEL 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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EZEQUIEL 21 by Luís Uehara
15 de abril de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/21

Este é um capítulo doloroso de ler porque trata principalmente de ameaças; primeiro contra Jerusalém, seguido por uma profecia da derrubada do rei de Israel, Zedequias, e finalmente uma predição séria da ruína total dos amonitas. A perda do rei foi especialmente difícil. A dignidade nacional desapareceu para sempre. O profeta foi ordenado a expressar sua angústia emocional: “Portanto, passe a gemer, filho do homem! Passe a gemer diante deles com o coração partido e com amarga tristeza.” (v. 6). Por que julgamentos tão sérios? Infelizmente, os líderes corruptos enganaram o povo e a maioria perdeu a fé pessoal. Embora eles externamente realizassem muitos rituais religiosos bons, seus corações permaneceram inalterados.

Qual é a lição para hoje? Quando sofremos perdas, devemos levar isso a sério e buscar respostas em Deus. Somos responsáveis de alguma forma? Somos vítimas dos fracassos dos outros? O que Deus está tentando nos ensinar? Somente o Espírito Santo pode guiar nossos pensamentos nesses momentos. De qualquer forma, devemos orar pelo espírito do profeta que não gostou dos julgamentos contra a nação. Em vez disso, ele sofreu. Nisto ele revelou o coração de Deus para o Seu povo.

Barry Kimbrough
Pastor, Brookings, Igrejas Adventistas de Gold Beach, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/21
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



EZEQUIEL 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de abril de 2024, 0:50
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1740 palavras

A curta mensagem em 20: 45-48 apresenta a primeira das três mensagens sobre os julgamentos que viriam sobre Jerusalém: (1) a espada do Senhor (21: 1-7); (2) a espada afiada (21: 8-17); (3) a espada de Nabucodonosor (21: 18-22). A cidade seria destruída porque estava contaminada. De acordo com a lei judaica, objetos contaminados deveriam ser passados pelo fogo para serem purificados (ver Números 31:22, 23; Salmos 66: 10-2; Provérbios 17: 3). O julgamento de Deus tem como objetivo purificar; a destruição costuma ser uma parte necessária desse processo. Life Application Study Bible Kingsway.

1-7 Os v. 1 a 7 reproduzem, em linguagem simples, a enigmática parábola de Ezequiel 20:45-49. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 714.

2 Contra Jerusalém. Em vez do triplo “sul”(Ez 20:46), aqui há as expressões “Jerusalém, “santuário”e “terra de Israel”. CBASD, vol. 4, p. 714.

3 Minha espada. Mostra-se que o “fogo”da parábola enigmática (Ez 20:47) é a espada do invasor. CBASD, vol. 4, p. 714.

O justo como o perverso. A aplicação da linguagem figurada em 20.47, na qual a árvore verde simboliza o justo e a seca, o perverso (17.24; Lc 23.31).49.1-6). Bíblia Shedd.

4 O justo. Ver com. de Ez 20:47. Nos juízos de caráter nacional, os inocentes frequentemente são envolvidos nos mesmos sofrimentos temporais que os culpados. CBASD, vol. 4, p. 714.

5 Jamais voltará. Isto é, até que tenha completado a sua missão. … A mesma ideia de duração restrita se encontra em Ezequiel 20:48, em que se declara que o fogo dos juízos de Deus não se apagará (ver com. [CBASD] ali). … Em cada caso a duração precisa ser determinada pelo contexto (ver com. [CBASD] de Ez 30:13). CBASD, vol. 4, p. 714..

6 Suspira. O profeta precisava usar de todos os meios para mostrar que a destruição de Jerusalém já era uma sentença pronunciada, para ver se o povo se arrependeria.49.1-6). Bíblia Shedd.

De coração quebrantado. Ver Na. 2:1, 10. Ordena-se ao profeta que faça uma vívida descrição aos ouvintes de quão profundo todos se comoveriam com a notícia da queda de Jerusalém.

Ezequiel deveria suspirar de tristeza e manifestar amargura pela grande calamidade ligada à queda de Jerusalém, que certamente sobreviria. Bíblia de Estudo Andrews.

8-17 Os v. 8 a 17 podem ser intitulados como “O cântico da espada afiada e polida”. Em geral, estes versículos constituem uma ampliação da mensagem dos v. 1 a 6. CBASD, vol. 4, p. 714.

10 O cetro. Os fracos e ignorantes deixados em Jerusalém depois da primeira deportação, tinham uma confiança arrogante de que resistiriam à força dos invasores, em uma soberba doentia. Bíblia Shedd.

11 Matador. Isto é, o rei da Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 714.

12 Dá, pois, pancadas na tua coxa. Um sinal de extrema vergonha ou dor (ver jr 31:19). O objetivo dos gestos era atrair a atenção e suscitar perguntas (ver com. [CBASD] de Ez 4:1). CBASD, vol. 4, p. 714.

13 Pois haverá uma prova. A RSV faz uma tentativa de tornar o texto inteligível: “Pois não será um teste – o que isso poderia fazer se vocês desprezam a vara?””. CBASD, vol. 4, p. 714.

14 Bate com as palmas uma na outra. Um gesto de forte emoção; aqui, evidentemente, de horror (ver Ez 21:17; cf. Nm 24:10). CBASD, vol. 4, p. 714.

Triplique-O. O texto é obscuro; o significado pode ser que o golpe da espada não viria apenas uma ou duas vezes, mas três. CBASD, vol. 4, p. 714. [Provavelmente, as três deportações à Babilônia.]

17 Baterei as Minhas palmas uma na outra. Por meio de uma figura que atribui atos e sentimento humanos a Deus, declara-se aqui que Yahweh está fazendo o que ordenou ao profeta (ver com. do v. 14). CBASD, vol. 4, p. 715.

18-32 A terceira profecia do capítulo, mais específica que a anterior. CBASD, vol. 4, p. 715.

A décima encenação. O profeta precisa marcar duas estradas com placas: uma levando a Rabá, a capital de Amom (os amonitas também conspiraram contra Babilônia), e outra rumo a jerusalém. Nabucodonosor, o rei babilônio, escolheria atacar Judá e levar o obstinado povo de Deus para o cativeiro. ele tomaria sua decisão usando adivinhação e magia, conforme o v. 21. Bíblia de Estudo Andrews.

Evidentemente, Amom se rebelou contra Babilônia mais ou menos na mesma época que o rei Zedequias em Judá. Em 589 a.C. as nações de Judá e Amom estavam entre aqueles que conspiraram contra a Babilônia (Jeremias 27: 3). Ezequiel deu esta mensagem aos exilados que ouviram a notícia e ficaram novamente cheios de esperança de retornar à sua terra natal. Ezequiel disse que o rei da Babilônia marcharia com seus exércitos na região para deter a rebelião. Viajando a partir do norte, ele pararia na bifurcação da estrada, uma levando a Rabá, a capital de Amom, e a outra levando a Jerusalém, a capital de Judá. Ele tinha que decidir qual cidade destruir. Assim como Ezequiel predisse, o rei Nabucodonosor foi a Jerusalém e a sitiou. Life Application Study Bible Kingsway.

19 Dois caminhos. O rei da babilônia é retratado como se estivesse na encruzilhada, indeciso quanto a se deve tomar a estrada que leva a Jerusalém ou a que levava à capital dos amonitas (v. 20). CBASD, vol. 4, p. 715.

21 Em visão, … Ezequiel é testemunha ocular das adivinhações pagãs que Nabucodonosor faria para resolver a direção da marcha dos seus exércitos, três anos depois destas palavras do profeta. Bíblia Shedd.

Para consultar os oráculos. Os pagãos recorriam à adivinhação quando importantes questões precisavam ser decididas. São mencionadas aqui três formas específicas de adivinhação. CBASD, vol. 4, p. 715.

Sacode as flechas. Várias flechas sem ponta eram marcadas com mensagens apropriadas e sacudidas juntas numa aljava ou outro recipiente; e uma era tirada; ou se girava o recipiente e a flecha que caísse primeiro era escolhida. Supunha-se que o que estava escrito ali indicava a vontade dos deuses. CBASD, vol. 4, p. 715.

Ídolos do lar. Do heb. terafim, estatuetas com a forma humana (ver com. [CBASD] de Gn 31:19). Não se sabe como eram usadas para adivinhação. CBASD, vol. 4, p. 715.

Examina o fígado. Este modo de adivinhação, chamado hepatoscopia (ver com. de Dn 1:20), era comum entre os babilônios. Foram descobertos fígados de ovelha feitos de argila, marcados com linhas e inscrições, evidentemente usados para ensinar as pessoas a usar o método.

Embora nenhuma forma de adivinhação seja aprovada pela Bíblia, muitos cristãos tentam obter orientação divina por métodos não aprovados por Deus, métodos que, em sua essência, são semelhantes aos antigos métodos de adivinhação. Há diferentes métodos dessa natureza. Alguns buscam a resposta de Deus atirando uma moeda para cima; ou escrevem as palavras “sim” e “não” em cada lado de um cartão e, depois, aceitam como resposta a palavra que aparecer ao deixar cair o cartão. Alguns abrem a Bíblia ao acaso e aceitam a mensagem do texto sobre o qual os olhos pousarem primeiro. Ainda outros colocam várias ideias em diferentes cartões, depois os sacodem e aceitam a resposta do cartão retirado ao acaso. Todos esses métodos seguem o mesmo padrão básico do acaso. É possível que o Senhor, às vezes, tenha dado orientações por meio de alguns desses métodos, especialmente para os que não têm muita luz sobre a Bíblia ou, possivelmente em emergências. Porém, eles são métodos arbitrários que devem ser abandonados à medida que a pessoa cresce na graça e no conhecimento da verdade.

Se, em todas as decisões da vida, a pessoa recebesse uma resposta direta de Deus por meio de algum sinal exterior, tal pessoa se tornaria uma mera máquina. Ela se despojaria de um direito fundamental para a liberdade humana, isto é, o de tomar suas próprias decisões, faculdade esta que lhe foi concedida por Deus.

O lançar sortes se encontra nesta mesma categoria e não é algo a que se deva recorrer. É dado o seguinte conselho: “Não tenho fé em lançar sortes. … Lançar sortes para os oficiais de igreja não está nos planos de Deus”(ME2, 328). CBASD, vol. 4, p. 715, 716.

22 Para a direita. Isto é, o oráculo que caiu sobre Jerusalém veio da mão direita do rei. CBASD, vol. 4, p. 716.

24 Aparecendo os vossos pecados. Os pecados deles deveriam ter sido cobertos no ritual do Dia da Expiação (Lv 16). Uma vez que Israel se recusou a reconhecer sua culpa, ficou descoberta e requeria punição. Cada nova transgressão despertava na mente todo o registro da conduta pecaminosa do passado, e então o total cumulativo requeria imediata retribuição. CBASD, vol. 4, p. 715, 716.

25 perverso, príncipe de Israel. O rei Zedequias. Bíblia de Estudo Andrews.

26 Diadema. Do heb. mitsnefeth, traduzido por “diadema” apenas aqui. Mitsnefeth vem da raiz tsanaf, “enrolar” (no caso, como um tecido), portanto, significa um turbante; aqui, a referência é aparentemente ao turbante real, um sinal de realeza. CBASD, vol. 4, p. 716.

O princípio de exaltar o humilde aplica-se aos pobres cativos da babilônia que, uma geração mais tarde, restaurariam Jerusalém. O abatimento do soberbo manifesta-se na eliminação dos que quiseram formar, em Jerusalém, um Estado independente dos caldeus, aos quais tinham jurado fidelidade, independente do próprio Deus, entregando-se à idolatria (Jr 44.15-23; Ez 8.5-18). Saudou-se o nascimento de Jesus Cristo com a proclamação de que este princípio [de exaltar o humilde] estava em pleno vigor (Lc 1.50-53). Vd Ez 17.24n [Bíblia Shedd]. Bíblia Shedd.

27 A ruínas a reduzirei. A passagem diz, literalmente: “uma ruína, uma ruína, uma ruína, Eu a farei”. A tripla repetição intensifica a ideia. O edito é concernente ao trono da casa de Davi. “A Judá não seria mais permitido ter um rei até que o próprio Cristo estabelecesse o Seu reino”(PR, 451; cf. Ed, 179). CBASD, vol. 4, p. 716.

Profecia messiânica que leva em conta Gn 49:10. Somente o Messias restabelecerá o reino de justiça. Bíblia de Estudo Andrews.

28 Acerca dos filhos de Amom. Embora o rei de Babilônia escolhesse atacar Jerusalém em vez de Rabá (v. 20-22), os amonitas não escapariam da punição (ver Ez 25:1-7). CBASD, vol. 4, p. 716.

Com base nos vs. 18-23, pareceria que os babilônios atacariam Jerusalém, mas poupariam Amom. Este terceiro e último cântico da espada explica que Amom também provaria o gosto da ira de Deus, mediante a fúria dos babilônios (Jr 49.1-6). Bíblia de Genebra.

Os amonitas e os israelitas costumavam lutar uma contra a outra. Deus falou para os israelitas não se aliarem com nações estrangeiras, mas Judá e Amom se uniram contra a Babilônia em 589 a.C. (Jeremias 27:3). Deus primeiro julgou Judá quando Nabucodonosor primeiro  foi a Jerusalém (21:22), mas Amom seria também julgada, não por se aliar com Judá, mas por assistir a destruição de Jerusalém com prazer. Life Application Study Bible Kingsway.

30 Torna a tua espada à bainha. A ordem é dirigida aos amonitas (ver v. 28). Os esforços militares deles seriam em vão. em seu próprio país receberiam a punição por seus malfeitos. CBASD, vol. 4, p. 716.

31 Brutais. Do heb. Bo’arim, derivado de be’ir, “animais”, “gado”(ver Sl 49:10; 92:6). Estes homens “brutais” são destacados em Ezequiel 25:4 e 10. CBASD, vol. 4, p. 716.

32 Já não serás lembrado. Em contraste com a gloriosa promessa feita a Israel (v. 27). CBASD, vol. 4, p. 716.



EZEQUIEL 21 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de abril de 2024, 0:45
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Os juízos de Deus nunca são derramados sem que antes as Suas misericórdias tenham sido abundantes. De forma persistente e amorável, o Senhor clama ao coração do homem para que se converta de seus maus caminhos e se arrependa de seus pecados: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Não era diferente com o povo da promessa. Israel havia se rendido às transgressões das nações vizinhas e corrompido até mesmo o seu lugar de adoração. A rebelião era constante e a sensação de tranquilidade lhes promovia uma falsa paz que contrastava com a amargura de coração na vida do profeta (v.6).

As “novas” (v.7) que Ezequiel levou aos filhos de Israel foram recebidas com desprezo e com gracejo diante da letargia que os envolvia. E enquanto Ezequiel profetizava: “A espada está […] afiada para matança”, Israel dizia: “Alegremo-nos!” (v.9 e 10). Em tempo de gritos e gemidos (v.12), o povo se alegrava e se banqueteava. Isto não nos lembra outro episódio? Como a voz de Deus, o som que vinha das madeiras aparelhadas ecoava no mundo antigo, bem como a voz do pregador que com vigor e alto clamor, apelava: “Arrependam-se todos, pois eis que Deus derramará o Seu juízo em forma de dilúvio sobre toda a terra!” Era, porém, a mensagem de juízo de Noé de um lado, e a zombaria do mundo antediluviano do outro.

E para aqueles que não dão crédito ao relato do dilúvio, esquecem que o próprio Jesus o confirmou e ainda o utilizou como um prenúncio do tempo do fim: “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem”, e continuou dizendo: “Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem” (Mt.24:37-39).

Enquanto Israel se alegrava em seu estado espiritualmente falido, a espada do Senhor estava “afiada para matar” (v.15). Deus estava prestes a “realizar a Sua obra, a Sua obra estranha” (Is.28:21). Da mesma forma, amados, “haverá uma prova” (v.13), uma prova final que se aproxima e que revelará os verdadeiros adoradores que suspiram “de coração quebrantado e com amargura” (v.6) e que sentem que o “tempo do castigo final” (v.29) se apressa para o seu cumprimento. Tempo em que “será exaltado o humilde e abatido o soberbo” (v.26).

Não podemos ignorar os constantes apelos do Espírito Santo e o fato irrefutável de que é o Senhor que fala e não o homem (v.32). Amados, ninguém que faz parte deste projeto espiritual ganha algum benefício financeiro para que você receba estas mensagens. O Reavivados por Sua Palavra é um ministério voluntário e um ministério de amor. A nossa maior alegria é que vocês encontrem a verdadeira felicidade no estudo da Bíblia e na comunhão com Deus. E que, juntos, recebamos o preparo do Céu para o grande Dia do Senhor.

Portanto, não ignoremos as advertências das Escrituras, pois elas são tão valiosas quanto as palavras de conforto, e possuem, em sua essência, a máxima do evangelho de que “Deus é amor” (1Jo.4:8). Peça, agora, ao Senhor a humildade para reconhecer isso e persevere em estudar a Sua Palavra, pois é ela que prepara e santifica o povo do advento (Jo.17:17).

Pai de amor e de misericórdia, nós Te louvamos por Tua paciência em nos esperar! É bem verdade, Senhor, que pecamos contra Ti. Que a espada que venha ao nosso encontro seja a espada do Espírito, nos santificando e iluminando o nosso caminho. Conduze-nos ao verdadeiro arrependimento! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, santificados pela Palavra!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel21 #RPSP

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