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Texto bíblico: EZEQUIEL 30 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/30
Como pode uma cidade com dinastias que existem há milênios ser destruída em um dia? Mas foi isso que Deus planejou fazer e Ezequiel é Seu mensageiro escolhido.
O “dia do Senhor” é sempre um dia de ajuste de contas que surge após muitos dias comuns de imoralidade e opressão do povo de Deus. Más notícias para as massas, mas boas notícias para aqueles que encontram a sua libertação.
Para realizar tudo isso, Ele também empregará as forças de Nabucodonosor e dos babilônios. As cenas das destruições que estão por vir são variadas e terríveis. O Senhor é capaz de usar pessoas em nossos tempos e vidas para cumprir Seu propósito de libertação, assim como usou Nabucodonosor e Babilônia para falar com o Egito.
Às vezes sentimos em nossas vidas pessoais que não podemos esperar que os dias do Senhor cheguem enquanto enfrentamos nossas provações e perseguições, sofrimentos e provações particulares? O povo de Deus pode sofrer de forma longa e intensa durante períodos que podem parecer intermináveis e até mesmo durante gerações, mas a libertação de Deus é certa e quando os seus inimigos são abordados pelo Seu poder, quem pode resistir? Seu nome será proclamado entre todos os povos.
Kendol L. Bacchus
Pianista – Música e Missões, São Vicente e Granadinas
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/30
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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734 palavras
Continuação do tema iniciado na seção anterior: Nabucodonosor é o agente de Deus para o juízo do Egito. Bíblia de Estudo Andrews.
Este é um lamento pelo Egito e seus aliados. Por causa do orgulho e da idolatria dos egípcios, eles seriam derrubados. Life Application Study Bible Kingsway.
3 O Dia do SENHOR. Ver com. [CBASD] de Is 2:12. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 748.
O tempo dos gentios. Ou, “o tempo das nações”. Deus mantém um registro de contas com as nações. Ele determina quando se enche a medida da iniquidade delas. CBASD, vol. 4, p. 748.
5 Etiópia. O vizinho do Egito ao sul, região do Nilo (Gn 10:6). Pute. Ou Líbia. Ficava no norte da África. Lude. Ou, Lídia, na Ásia menor; os lídios eram mercenários no exército egípcio. toda a Arábia. Provável referência a mercenários estrangeiros de várias terras (ver Jr 25:20; 50:37). Bíblia de Estudo Andrews.
8 Saberão que Eu sou o SENHOR. Esta frase é um refrão constante no livro de Ezequiel. É uma declaração do grande objetivo de Deus, ou seja, levar a toda humanidade um conhecimento de Si mesmo que produza salvação. Ele emprega vários meios para declarar Seus conselhos à raça humana. Fala por meio da voz da consciência, por meio de profetas inspirados e através de providências e juízos divinos. Seu objetivo supremo é que o conhecimento do Seu nome permeie toda a Terra como as águas cobrem o mar (Hc 2:14). A mensagem inspirada contra o Egito pode ser considerada como a tentativa de Deus de revelar Sua solicitude pela vasta multidão de pessoas que habitava aquele país (ver com. [CBASD] de Ez 6:7). CBASD, vol. 4, p. 748, 749.
9 Mensageiros. Pode se referir aos egípcios que fugiram e, ao chegarem à Etiópia, alarmaram a população dali com a notícia da queda do Egito, ou a um enviado especial para advertir os etíopes. CBASD, vol. 4, p. 749.
Descuidada. Do heb. betach, alguém que está seguro, que não suspeita de nada. CBASD, vol. 4, p. 749.
12 Rios. Do heb. ye’orim, … uma forma plural e pode ser usada para descrever o Nilo com seus afluentes e sua rede de canais. CBASD, vol. 4, p. 749.
13 Mênfis. Antiga capital do Cairo, ficava a 24 km da moderna capital do Cairo. Bíblia de Estudo Andrews.
14 Nô. Outro nome para Tebas, cidade na margem oriental do Nilo, cerca de 500 km ao sul do Cairo (ver com. [CBASD] de Jr 46:25). CBASD, vol. 4, p. 749.
A moderna Luxor. Bíblia de Estudo Andrews.
17 Áven. Corresponde a Om, de Gênesis 41:45 e 50 (de onde saiu a esposa de José), a Bete-Semes (casa do sol), de Jeremias 43:13, e à Heliópolis (cidade do sol) dos gregos, assim chamada porque desde os mais remotos tempos havia sido a principal sede do culto egípcio ao Sol. CBASD, vol. 4, p. 749.
Pi-Besete. Uma cidade situada no Delta do Nilo, cerca de 80 km a nordeste de Mênfis, no sítio que hoje é denominado Tell Basta. Era o centro do culto a Bastet, deusa de cabeça de gato, adorada com orgias (ver Heródoto, ii.66). Foi encontrado um cemitério para gatos neste antigo sítio, do qual hoje existem apenas ruínas. A cidade é mais comumente conhecida pelo nome de Bubastis. CBASD, vol. 4, p. 749.
18 Tafnes. Uma cidade cerca de 40 km a sudoeste de Pelúsio (ver com. [CBASD] de Jr 2:16; Ez 30:15). Esta é a cidade para a qual os judeus fugiram depois do assassinato de Gedalias. Como sinal da destruição dos judeus remanescentes no Egito, foi ordenado a Jeremias que escondesse pedras na entrada do faraó, em Tafnes, a fim de marcar o local onde Nabucodonosor estenderia seu baldaquino real (Jr 43:9-11). CBASD, vol. 4, p. 749.
Escurecerá. Um símbolo profético comum que descreve uma calamidade futura (ver Is 13:10; Jl 2:10, 31; 3:15; Am 8:9). CBASD, vol. 4, p. 750.
21 Faraó, rei do Egito. Hofra, ou Ápries (589-570 a.C.),um homem de grandes empreendimentos e de gênio militar (ver vol. 2 [CBASD], p. 75, 76). CBASD, vol. 4, p. 750.6:10).
21-26 Esta profecia foi dada a Ezequiel em 587 a.C. Deus destruiu a superioridade militar do Egito e a deu à Babilônia. Deus permitiu que nações subissem ao poder para desempenhar um propósito particular, geralmente além da nossa compreensão imediata. Quando você ler [escutar] a respeito de exércitos e guerras, não se desespere. Lembre-se que Deus é soberano e no comando de tudo, até mesmo o poder militar. Além de orar pelos seus líderes militares e civis, ore para que os maiores propósitos de Deus se cumpram e que isto se cumpra “na terra, assim como no céu” (cf. Mt 6:10). Life Application Study Bible Kingsway.
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“Porque está perto o dia, sim, está perto o Dia do Senhor, dia nublado; será o tempo dos gentios” (v.3).
Em um dos anos mais sombrios da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha avançava em seu propósito de dominar o mundo, ao mesmo tempo em que as forças inimigas se arregimentavam com força superior. Porém, as notícias que eram anunciadas aos confiantes arianos eram sempre de como os planos de Hitler estavam galgando os degraus da vitória e que logo veriam o fim da guerra e o apogeu de sua pátria. Mal sabiam os partidários convictos de que em pouco tempo contemplariam a derrota de seu país em um cenário de completa desolação e ruína.
Por muitos anos, Israel confiou no Egito como uma força a ser considerada. Mas o Senhor revelaria que qualquer nação se torna completamente indefesa quando a sua confiança está firmada na impotente força do homem. Até mesmo as nações aliadas ao Egito cairiam “à espada” (v.6). O Senhor faria “cessar a pompa do Egito, por intermédio de Nabucodonosor, rei da Babilônia” (v.10). Em uma nação politeísta, dominada por superstições e práticas idólatras, através da execução de Seu juízo, Deus Se revelaria ao Egito como o único Senhor. Semelhante ao desejo frustrado de Hitler de construir um novo mundo com uma raça ariana e superior, os egípcios, que se orgulhavam de sua origem, seriam espalhados pela Terra: “Espalharei os egípcios entre as nações e os derramarei pelas terras” (v.23).
Muitos há que, hoje, têm fortalecido a ideia de que Deus nos convida a fazer parte de um movimento separatista; de que o processo de santificação não pode ocorrer enquanto estivermos dentro de uma igreja onde nem todos estão buscando o mesmo objetivo. Esquecem, contudo, que em momento algum Jesus deixou de frequentar as sinagogas ou o templo ou Se recusou a andar e comer com pecadores. Sua missão estava em estar em constante contato com os que mais necessitavam de Seu auxílio. Com afetuosa atenção, curava e ensinava enquanto discipulava doze homens, em sua maioria jovens, inclusive aquele que mais tarde O trairia.
As primeiras palavras de Cristo em Seu ministério terrestre refletem o grande objetivo da pregação do evangelho: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17). O Egito havia rejeitado esse chamado nas muitas oportunidades que teve de reconhecer que só o Senhor é Deus. E a visita dos juízos que lhe sobrevieram foi tão somente a colheita de sua própria semeadura. Não seja assim conosco, amados. Aproveitemos o tempo que se chama HOJE para entregar por completo o nosso coração aos cuidados do Espírito Santo. O Senhor tem data marcada para derramar Seus últimos juízos sobre a Terra. Mas estes só atingirão “aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte” (Ap.9:4).
A fronte representa a sede do nosso entendimento. Nossa mente precisa estar blindada pelo Espírito do Senhor. Façamos da Palavra de Deus nosso principal objeto de estudo. Eduquemos nossa mente a estar em constante oração, vigilante quanto à sua guarda, sempre atenta às astúcias e sutilezas do inimigo. Fazemos parte da última igreja profética, chamada para proclamar uma mensagem mundial: “Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). No sentido espiritual, precisamos sim fazer parte do “povo de propriedade exclusiva de Deus” (1Pe.2:9). Mas na ótica da salvação, devemos ser condutos da luz de Cristo a todos os povos. O precioso sacrifício de Cristo foi feito “Porque Deus amou ao mundo”. A vida eterna, porém, só será concedida ao que nEle crê (Jo.3:16).
“[Está] perto o dia, sim, está perto o Dia do Senhor” (v.3). Oremos para que o amor do Pai seja derramado em nosso coração pelo Espírito Santo (Rm.5:5), então viveremos como Jesus viveu, pois “para com Ele não há acepção de pessoas” (Ef.6:9).
Querido Deus e Pai, derrama o Teu amor em nosso coração por intermédio do Espírito Santo, nos capacitando assim para pregar o Teu evangelho a todos, com sabedoria, discernimento e autoridade. Logo este mundo entrará em um tempo de caos jamais visto e o Senhor terá um remanescente que permanecerá no posto de seu dever em lealdade e amor. Ajuda-nos, Pai, a aproveitarmos o restante do tempo de graça que ainda temos para o devido preparo nosso e dos pequeninos irmãos que colocares aos nossos cuidados. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, luz do mundo!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel30 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 30 – Olhando atentamente, o texto em análise ressalta a soberania e a justiça do único Deus, Senhor do Universo, em contraste com a impotência e o vazio dos ídolos adorados pelas nações do mundo.
Ezequiel 30 apresenta uma mensagem profética que aborda a queda iminente do Egito, bem como a intervenção divina nesse complexo processo. Dentro desse contexto, emerge uma sentença aos ídolos, aos deuses falsos e à religião pervertida que permeavam as sociedades antigas – oferecendo aplicações hodiernas.
Mênfis, a capital do Baixo Egito, era um dos principais centros religiosos e culturais do antigo Egito. Nesta cidade, encontravam-se importantes templos e divindades como Ptan e Apis. Ptan era considerado o deus criador e patrono da cidade de Mênfis, enquanto Apis era um deus touro, frequentemente associado à fertilidade e à renovação. No entanto, Ezequiel profetiza a destruição desses ídolos e dos templos em Mênfis. A mensagem é clara:
• A adoração de ídolos e deuses falsos é vazia e será submetida à ira divina.
• A menção específica a Mênfis ressalta a gravidade da idolatria e a necessidade de se voltar ao verdadeiro Deus.
Heliópolis, conhecida como On no Antigo Testamento, era famosa pelo seu culto ao sol. O nome Heliópolis significa “Cidade do Sol”, e era uma cidade que se concentrava o culto ao deus sol, Rá. Este culto era central na religião egípcia, e o sol era visto como uma divindade poderosa e benéfica. O profeta, no entanto, não poupa Heliópolis da condenação divina. Ao chamar a cidade de Áven, que significa “iniquidade” ou “perversidade”, Ezequiel destaca a corrupção religiosa e social que permeava o culto ao sol. A referência a Heliópolis com Beth-Shemesh, “casa do sol”, em Jeremias 43:13, reforça a ideia e aponta para a necessidade de abandonar a adoração falsa e voltar-se para o verdadeiro Deus.
Ezequiel 30 nos alerta da fragilidade e da vaidade dessas práticas religiosas quando desprovidas do verdadeiro conhecimento e adoração ao único Deus verdadeiro.
A condenação dessas cidades e seus deuses não é apenas um julgamento sobre as práticas religiosas do Antigo Egito, mas um chamado universal à pureza na adoração e à rejeição de qualquer forma falsa de religião.
Meditemos sobre nossas práticas religiosas e procuremos ter uma adoração genuína ao Soberano Senhor! Reavivemos-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: EZEQUIEL 29 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/29
A Babilônia não foi o único poder com quem a Jerusalém da época de Ezequiel havia se prostituído. O Egito foi outro. Quando você sofre debaixo de duas nações, às vezes você tem que escolher um opressor para que este o defenda do outro. No entanto, quando os Judeus buscaram a proteção dos egípcios, estes traíram a Judá. Para Jerusalém, o Egito tornou-se como um dos juncos ao longo das margens do Nilo. Quando Judá se apoiou nele, o Egito se quebrou.
O Egito pagará o preço. Ele atribuiu a si mesmo os poderes do Criador. No entanto, todo o mundo saberá que Yawheh é o criador do Nilo, não o Egito, quando suas cidades sofrerem por quarenta anos.
Na ascensão e queda das nações, vemos a mão divina. Seus caminhos são misteriosos, mas eles não são arbitrários ou impulsivos. No final, todos saberão quem é verdadeiramente o Senhor.
Em nossas vidas, também, descobrimos que todo falso aliado é como um junco quebrado. Que faremos? Aprendamos a nos apoiar no braço forte invisível de Deus e não deixemos que a visibilidade dos seres humanos fortes nos esmague.
Ross Cole
Avondale College, Austrália
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/29
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1073 palavras
29:1 – 32:32 Sete profecias contra o Egito, a maioria delas durante os últimos anos antes da destruição de Jerusalém, quando o faraó-Hofra … insistia em que o rei Zedequias se rebelasse contra Nabucodonosor (Jr 37:5-8; Ez 17:15). Bíblia de Estudo Andrews.
O Egito tinha grande tesouros artístico, uma florescente civilização e poder militar mundialmente reconhecido. Infelizmente, era um país mau, egoísta, idólatra e tremendamente cruel com os cativos. Por estes pecados Deus condenou o Egito. Na batalha de Carquemis em 605 a.C., Babilônia esmagou o Egito junto com a Assíria, seus rivais à posição de potência hegemônica mundial. Life Application Study Bible Kingsway.
1 No décimo ano. Do cativeiro de Joaquim (ver com. de Ez 1:2). A data do mês aqui dada corresponde a janeiro de 587 a.C. … Talvez a profecia tenha sido dada pouco depois de os babilônios levantarem temporariamente o cerco a Jerusalém por causa da aproximação dos egípcios enviados por Hofra (Jr 37:5, 11). Jeremias havia profetizado o fracasso dessa tentativa (37:6-10). A notícia desses acontecimentos pode ter produzido nos exilados nova esperança de que Jerusalém seria livrada, e talvez a profecia de Ezequiel contra o Egito tenha sido dada por causa dessas circunstâncias. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 745.
3 Faraó. O faraó que estava no trono era Hofra, o Ápries dos gregos, o qual reinou de 589 a 570 a.C. (vol. 2 [CBASD], p. 65, 76). CBASD, vol. 4, p. 745.
eu o fiz. Ver também Ez 29:10. … Esta era uma reivindicação de divindade por parte do faraó-Hofra. O historiador grego Heródoto (ii.170) relata a arrogância de Ápries ao afirmar que nem mesmo um deus poderia tirá-lo do poder. Os faraós da 26ª dinastia ousaram sonhar que seriam capazes de reconstruir o antigo império egípcio na Ásia e desafiaram o então recente império neobabilônico. Bíblia de Estudo Andrews.
O Nilo é meu. O Nilo era e alegria e o orgulho do Egito, um rio doador de vida que cortava o deserto. Em vez de agradecer a Deus, contudo, o Egito dizia: “O Nilo é meu, eu o fiz”. … Muitas vezes não damos valor o que Deus nos tem dado, pensando que tudo o que fazemos é de nosso único crédito. Sem dúvida, nós colocamos um bocado de esforço, mas Deus nos forneceu os recursos, nos deu as habilidades e nos proveu as oportunidades para que tudo viesse a acontecer. Em vez de proclamar nossa grandeza, como os egípcios fizeream, devemos proclamar a grandeza de Deus e dar a Ele a glória. Life Application Study Bible Kingsway.
O meu rio. De acordo com Heródoto (ii.170), Ápries se gabava de estar tão bem estabelecido que nem mesmo um deus poderia tirá-lo do poder. Os monumentos do Egito dão testemunho do orgulho dos faraós. CBASD, vol. 4, p. 745.
4 Os peixes dos teus rios. Provavelmente, representavam os exércitos egípcios ou os aliados do Egito. O faraó não pereceria sozinho; envolveria outros na mesma ruína. CBASD, vol. 4, p. 746.
5 Campo aberto. Lançados em campo aberto, eles seriam devorados pelas aves de rapina e por animais predadores. O Egito seria destinado à pilhagem. CBASD, vol. 4, p. 746.
6 Um bordão de cana. A figura é local. Canas ou juncos crescem abundantemente nas margens do Nilo (ver Êx 2:3). … A aliança de Zedequias com o Egito estava fadada ao fracasso (Jr 37:5-7). CBASD, vol. 4, p. 746.
Os habitantes de Judá depositaram falsas esperanças em Hofra, julgando que a cidade [Jerusalém] seria poupada se confiassem nele. Bíblia de Estudo Andrews.
10 Sevene. Uma cidade na fronteira do sul do Egito, representada pela moderna Aswân (ou Assuã), que está situada próxima às ruínas da antiga. As duas cidades, Migdol e Sevene, representam as extremidades norte e sul da terra. CBASD, vol. 4, p. 746.
11 Quarenta anos. O número 40 lembra o castigo que a geração do deserto recebeu por ter se rebelado contra o Senhor. O Egito sucumbiu aos babilônios em 568 a.C.; Nabucodonosor atacou o palácio do Faraó em Tafnes, queimou o templo dos deuses egípcios e destruiu o obelisco do faraó de Heliópolis (Jr 43-44; ver notas sobre Ez 30:13-18). Não existe nenhum registro preservado de um exílio de 40 anos do povo egípcio, seguido de um retorno (durante o governo persa), mas isto não é improvável. Bíblia de Estudo Andrews.
reino humilde. O Egito nunca mais recuperaria sua glória do passado. Bíblia de Estudo Andrews.
13 Ajuntarei os egípcios. Diferentemente de Tiro, de outras cidades-estados cananeias e, posteriormente, de Babilônia, o Egito devia ter uma restauração. É difícil determinar o evento histórico aqui predito. CBASD, vol. 4, p. 746.
15 Nunca mais se exaltará sobre as nações. Isto se cumpriu historicamente. O Egito foi dominado por nações estrangeiras pouco mais d meio século depois dessa época, e embora tenha sobrevivido a todos os dominadores estrangeiros, nunca mais voltou a ter grandeza e o prestigio antigos. CBASD, vol. 4, p. 746.
16 A confiança. O povo de Deus havia pecado repetidamente ao olhar para o Egito em busca de ajuda (2Rs 17:4; 23:35; Is 30:2, 3; cf. Is 35:4, 6). Esta tentação seria inteiramente removida. CBASD, vol. 4, p. 746.
17 No vigésimo sétimo ano. Do cativeiro de Joaquim (ver com. [CBASD] de Ez 1:2); a data do mês se dá em abril de 571 ou 570 a.C. (ver p. [CBASD] 624). Esta é a data mais tardia em Ezequiel. A mensagem dos v. 17 a 21 foi colocada aqui a fim de que todas as profecias sobre o Egito fossem agrupadas. CBASD, vol. 4, p. 746.
18 Não houve paga. O cerco de Tiro, que durou 13 anos, terminou em 573 a.C. Nabucodonosor não conseguiu conquistar a cidade que ficava na ilha (ver com. [CBASD] de Ez 26:7). O cerco de Tiro é representado como um serviço prestado a Deus, pelo qual Nabucodonosor não havia sido devidamente recompensado. CBASD, vol. 4, p. 746.
19 Nabucodonosor. Tabletes cuneiformes de Nabucodonosor falam de uma campanha contra o Egito no 37º ano desse rei … O tablete está quebrado e, por isso, não se tem o relato completo da campanha. CBASD, vol. 4, p. 746.
21 Naquele dia. Fórmula comum para indicar um período escatológico e/ou a era messiânica (ex., 38:19; 39:11; ocorre mais de 40 vezes em Isaías). Bíblia de Estudo Andrews.
O poder. No hebraico, “chifre”, um símbolo do poder (ver Dt 33:17; Sl 92:10). Quando Israel aprendesse a colocar a confiança unicamente em Deus, e não em um poder terreno como o Egito, esse chifre que fora cortado começaria a despontar novamente. CBASD, vol. 4, p. 747.
Farei brotar o poder. Prediz a vinda do Messias, ecoando a oração profética de Ana (ver nota sobre 1Sm 2:10; ver também Sl 132:17; 148:14). É uma das cinco profecias messiânicas em Ezequiel. Bíblia de Estudo Andrews.
E te darei que fales livremente. Provavelmente, não uma referência ao silêncio imposto a Ezequiel (mencionado em Ez 24:27), mas à obra do profeta como ensinador do povo. CBASD, vol. 4, p. 746.
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“Tornar-se-á o mais humilde dos reinos e nunca mais se exaltará sobre as nações; porque os diminuirei, para que não dominem sobre as nações” (v.15).
Uma série de profecias contra o Egito foi revelada por Ezequiel. A nação que em um período da história já havia sido a maior potência do mundo antigo se tornaria a mais humilde dentre todas. Seu momento de maior prosperidade foi concedido pelo Senhor por intermédio de Seu servo José. Como governador de todo o Egito, José não apenas salvou o mundo da fome, mas engrandeceu aquela nação acima de todas as outras. De uma forma misericordiosa, Deus Se revelou aos egípcios e lhes concedeu a oportunidade de conhecê-Lo através da descendência de Jacó. Porém, o tempo passou, e com ele a lembrança do cuidado de Deus. E, subindo ao trono um rei “que não conhecera a José” (Êx.1:8), este afligiu e escravizou o povo de Deus com crueldade.
O Senhor, então, levantou outro grande homem no Egito. Enquanto José foi usado para fortalecer a nação e levar a sua família para aquele país, Moisés recebeu a dura missão de libertar o seu povo e ser o porta-voz de Deus no derramamento das pragas sobre o Egito. A nação foi devastada devido a teimosia de Faraó, até que ele libertasse os hebreus. Mesmo em liberdade, o povo de Deus levou consigo o jugo da idolatria que havia adquirido no Egito, e, pela dureza de coração, vagou pelo deserto durante quarenta anos. O mesmo período foi determinado pelo Senhor no juízo contra os egípcios. De certa forma, eles experimentariam o mesmo castigo que Israel experimentou.
Observe que, de todas as nações sobre as quais Deus fez cair os Seus juízos, o Egito foi a única que não recebeu um juízo definitivo. Por alguma razão, tornar o Egito “um reino humilde” (v.14) seria o bastante. A prova maior é que até hoje o Egito perdura como uma nação independente, mas sem destaque diante das demais, declarando, mesmo que sem intenção, que o Senhor é Deus e que a Sua Palavra é fiel e verdadeira.
Assim como um dia José e sua família receberam asilo temporário no Egito, outro José também encontraria naquela nação um abrigo provisório. Como o Senhor havia chamado do Egito o Seu filho Israel, o Seu primogênito (Êx.4:22), a profecia de Oseias também se cumpriria séculos mais tarde: “Do Egito chamei o Meu Filho” (Os.11:1; Mt.2:15). Fugindo da ira de Herodes, José foi avisado em sonho de que deveria levar Maria e o menino Jesus para o Egito e lá permanecer até segunda ordem (Mt.2:13). Sem dúvida alguma, esta nação teve um papel decisivo e marcante na história do povo de Deus e recebeu o grandioso privilégio de ser o chão sobre o qual o nosso Salvador deu os Seus primeiros passos.
O Egito é um dos maiores testemunhos de que o desejo divino não é o de destruir nações, mas de ensinar-lhes que elas foram estabelecidas com propósitos específicos. Na guerra entre povos só há perdedores. A verdadeira vitória está em permanecer fiel aos propósitos pelos quais Deus as constituiu. Nenhum país, por menor ou mais insignificante que seja, deixa de ter uma função específica nos planos de seu Originador. Não é sem razão que a mensagem do evangelho eterno deve ser pregada “a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). Todos, sem exceção, são convidados à prática do dever (Ec.12:13). E todos, sob a mesma condição, necessitam de um Salvador pessoal (Rm.8:1).
Brasileiros, australianos, egípcios, norte-americanos, japoneses, libaneses, angolanos, espanhóis, enfim, todos, de todas as nacionalidades que há no mundo, são convidados a muito em breve fazer parte de um só reino: o reino eterno. Como um só povo, o Senhor nos reunirá “dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt.24:31), ajuntará os Seus fiéis (Ap.14:12) diante do “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap.19:16) e, com Sua destra vitoriosa, nos levará em direção à Pátria que abrigará o trono do Universo.
Como João, que possamos desejar, sonhar, apressar e clamar por este Dia: “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20).
Pai Celestial, santificado seja o Teu nome! Senhor, que como José e Moisés, sejamos instrumentos em Tuas mãos nestes últimos dias. Enche-nos do Espírito Santo e não permite que as provações nos causem desânimo, mas perseverança. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, cidadãos da Pátria celestial!
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel29 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 29 – O profeta Ezequiel foca suas profecias sobre o Egito revelando seu destino. As razões devem-se a sua arrogância, traição e confiança na própria grandeza.
O Egito é descrito como um “dragão/monstro/crocodilo” que se orgulha de seus rios (o Nilo) como se os tivesse criado para si mesmo. O pecado do orgulho é uma das principais causas para a sua queda e humilhação.
O Egito é advertido de que Deus trará uma série de desolações, incluindo a devastação de sua agricultura e o enfraquecimento de seu poder militar. Ezequiel profetiza que esse, que fora um grande império, se tornaria um deserto, suas cidades se tornariam ruínas e seus habitantes seriam dispersos entre as nações.
O Egito seria, desta forma, um exemplo e advertência para outras nações, para que elas vejam o juízo divino sobre a nação vaidosa que confia em sua própria força e não em Deus. O Comentário Bíblico Adventista sintetiza da seguinte forma Ezequiel 29:
• O juízo sobre o faraó por trair Israel (vs. 1-7).
• A desolação do Egito (vs. 8-12).
• A restauração após quarenta anos (vs. 14-16).
• O Egito como a recompensa de Nabucodonosor (vs. 17-20).
• O Israel restaurado (v. 21).
Fica evidente, neste relato sagrado que,
• O orgulho é um pecado sutil que pode conduzir-nos a confiar em nossas próprias habilidades e conquistas, esquecendo-nos de reconhecer a fonte de todas as bênçãos. Assim como o Egito confiou em sua grandeza e se viu em ruínas, nações e indivíduos devem lembrar de manter a humildade e dar graças a Deus por tudo.
• Trair a confiança de outros resulta em consequências graves, como se nota claramente na traição do Faraó a Israel (Ezequiel 29:6-7). É essencial cultivar a honestidade e a integridade nos relacionamentos, valorizando a confiança e o respeito mútuos.
• A despeito das advertências severas e da desolação profetizada contra o Egito, há uma mensagem poderosa de esperança e restauração (Ezequiel 29:14-16). Deus, em Sua infinita misericórdia, oferece a possibilidade de renovação mesmo após os períodos de sofrimento e arrependimento.
• A restauração de Israel no final do capítulo nos traz uma mensagem de esperança e renovação. Mesmo em meio às adversidades, devemos manter nossa esperança em Deus, sabendo que Ele é capaz de restaurar, renovar e transformar vidas.
Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.