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EZEQUIEL 13 – Falsos profetas proferem mensagens para enganar. Eles são descritos como aqueles que profetizam falsamente, ou seja, que falam mensagens que não vêm de Deus como se viessem dEle – assim iludem o povo.
Eles agem de modo egoísta, defendendo suas próprias imaginações (Ezequiel 13:1-2). Muitos buscam ganhos pessoais e popularidade, enquanto desviam o povo da verdadeira religião. Eles honram a si mesmos, usando o nome do Deus que deveria ser honrado. A filosofia deles é: Importa que cresçamos, independentemente do método, ainda que para isso tenhamos que usar os elementos da religião verdadeira (Ezequiel 13:17-23).
Em Ezequiel 13, o profeta verdadeiro é instruído por Deus a confrontar esses falsos profetas que estão enganando o povo ao dizer que suas visões são de Deus quando na verdade são apenas ilusões criadas na própria opinião (versos 3-7). Nesta profecia, esses profetas fraudulentos são comparados a pessoas que constroem paredes frágeis e cobrem-nas com argamassa inadequada, o que significa que suas mensagens são superficiais e não tem fundamente verdadeiramente sólido (versos 8-16).
Os falsos profetas seguem seus próprios interesses e desejos: Eles…
1. Tentam moldar a religião conforme seu gosto pessoal e assim ensinam às pessoas.
2. Enganam o povo com aquilo que o povo quer, por isso prometem paz quando não há paz, construindo paredes fracas e pintando-as com cal para dar impressão de segurança.
3. Iludem o povo de Deus promovendo falsas visões e falsas esperanças, levando seus ouvintes a confiarem na mentira e a duvidarem da verdade.
Os falsos profetas são retratados como indivíduos que não receberam mensagens genuínas de Deus, mas que inventam suas próprias palavras, e as atribuem a Deus. Para se autopromoverem, prometem coisas que Deus não prometeu, e assim levam as pessoas para longe da verdadeira fé e obediência em Deus. Ezequiel adverte de que suas práticas são enganosas e que suas mentiras serão expostas, trazendo juízo sobre eles (Ezequiel 13:17-23), desmascarando-os para libertar Seu povo.
Havia homens e mulheres com esse perfil durante o período que Ezequiel profetizava (Ezequiel 13:1). Não é diferente atualmente, por isso o apóstolo apela: “Amados, não creiam em qualquer espírito, mas examinem os espíritos para ver se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo” (I João 4:1).
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: EZEQUIEL 12 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/12
A mensagem de advertência dada por Ezequiel aos exilados trouxe incerteza, medo, consternação e perda de esperança. Houve alguns entre eles que disseram que a palavra do profeta demoraria muito para se cumprir ou que a visão poderia falhar. Deus afirmou por meio de Ezequiel que os eventos preditos certamente viriam, independentemente daqueles que pregavam mensagens falsas. A condenação da casa de Israel era certa por causa de sua maldade e falta de fé nas mensagens dos verdadeiros profetas (Ezequiel e Jeremias). Ainda assim, Deus alerta o povo repetidamente que Sua palavra certamente se cumpriria.
Como é trágico ver o povo escolhido de Deus não se voltar para Ele, apesar do retorno iminente dos babilônios para atacar Jerusalém. O maligno está sempre tentando anular as mensagens divinas com falsas mensagens que são facilmente aceitas pelo povo. Se nós, como o remanescente final de Deus, não endurecermos nossos corações como o Israel do passado, mas dermos ouvidos às mensagens de Deus e as praticarmos em nossa vida diária, então cumpriremos o propósito de Seu povo escolhido de compartilhar o evangelho com o mundo inteiro.
Roy Jemison Injety
Spicer College, Índia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/12
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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970 palavras
1 A palavra do SENHOR. O propósito desta profecia é enfatizar a inutilidade e a loucura de se confiar na continuação do reino de Judá e da cidade de Jerusalém, bem como numa breve libertação do cativeiro babilônico. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 672.
3 A bagagem de exílio. Isto é, o equipamento que um emigrante necessitaria: roupas, utensílios, etc. Os preparativos deviam ser feitos durante o dia , e o equipamento devia ser levado para um local conveniente. CBASD, vol. 4, p. 673.
6 Cobre o rosto. Provavelmente um sinal de como Zedequias … se disfarçaria para evitar ser reconhecido, ou talvez como sinal de dor, um símbolo da desgraça e da tristeza da partida para o exílio. CBASD, vol. 4, p. 673.
7 Assim eu fiz. Talvez Ezequiel tenha realizado o ato simbólico sem compreender plenamente o que significava. O fato de os exilados lhe perguntarem: “Que fazes tu?”(v. 9) evidencia que o ato simbólico foi realizado de fato, e não em visão. CBASD, vol. 4, p. 673.
11 Vosso sinal. Isto é, um sinal para os que estavam no cativeiro.. Eles deviam parar de depositar esperança na sobrevivência de Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 673.
13 Mas não a verá. O cumprimento deste detalhe da profecia é registrado em Jeremias 52:11. Antes de Zedequias ter sido levado para Babilônia, seus olhos foram vazados em Ribla; portanto, ele não viu a terra dos caldeus. CBASD, vol. 4, p. 673.
14 Espalharei. A captura do rei resultaria na dispersão do restante do exército. CBASD, vol. 4, p. 673.
16 Alguns poucos. Estes sobreviventes, ao contarem sua vergonhosa história, fariam com que os pagãos soubessem que não era fraqueza da parte do Deus de Israel que ocasionara a grande angústia e sujeição de Seu povo, mas o fato de Israel ter deixado de cumprir o propósito divino. CBASD, vol. 4, p. 673.
18 Tremor. Anteriormente (Ez 4:16), Ezequiel predissera terrível escassez. Desta vez, ele demonstraria o terror e a angústia do cerco iminente. CBASD, vol. 4, p. 673.
19 Povo da terra. Sem dúvida, alguns dos pronunciamentos proféticos de Ezequiel chegaram aos ouvidos dos habitantes de Judá. Mas as predições também eram significativas para os exilados, muitos dos quais esperavam que os restantes de Judá sobreviveriam e que Jerusalém seria poupada. O profeta lhes informou que a terra seria despojada de toda a exuberância anterior e que se tornaria em deserto e assolação. CBASD, vol. 4, p. 673.
22 Prolongue-se o tempo. Os habitantes de Jerusalém zombavam da confiabilidade das ameaças divinas. A resposta deles tomou a forma de um ditado. eles declaram, com efeito: “O tempo está passando e ainda não se cumpriu nenhuma predição de coisas boas ou más. Não há razão para esperarmos o cumprimento das predições agora.” A atitude deles reflete a tendência comum dos seres humanos pecaminosos de interpretar mal a longanimidade e a paciência de Deus (ver Ec 8:11; Am 6:3; Mt 24:48; 1Ts 5:3). Os zombadores dos últimos dias pronunciam um refrão semelhante: “Onde está a promessa da Sua vinda? … Todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação”(2Pe 3:4). CBASD, vol. 4, p. 674.
24 Visão falsa. Os falsos profetas prediziam prosperidade e o breve retorno dos cativos de babilônia. Os verdadeiros profetas falavam de um cativeiro longo, uma grande perda de vidas e a destruição e desolação da cidade e do templo. Os zombadores provavelmente argumentavam que as predições de Ezequiel eram tão vãs quanto as que ele declarava ser as dos falsos profetas. Ao dar rápido cumprimento à calamidade predita, Deus responderia de forma eficaz a esse raciocínio, convencendo os falsos profetas de que suas profecias eram mentirosas e levando os zombadores a ver que seus argumentos eram ilógicos. CBASD, vol. 4, p. 674.
25 Em vossos dias. Os efeitos da visão não viriam sobre uma geração por vir, mas sobre a que viviam naquela época. CBASD, vol. 4, p. 674.
27 Tempos que estão mui longe. … Pode-se surgir a pergunta: “Mas, por que a aparente demora na vinda de Jesus? Falharam as palavras do Senhor?” A Inspiração faz a pergunta e dá a seguinte resposta: “Falhou, por;em, a Palavra de Deus? Absolutamente! Cumpre lembrar que as promessas e as ameaças de Deus são igualmente condicionais” (Ev, 695). …
É verdade que Cristo não voltou tão logo quanto o povo remanescente a princípio esperava, com base no cumprimento da profecia. É repetidamente atestado que era possível Cristo ter vindo antes disso (DTN, 633, 734; GC, 458; T6, 450; T8, 115, 116; T9, 29). A razão para a demora é ainda declarada nestas palavras: “A longa noite de tristeza é difícil; mas a manhã é adiada em misericórdia, porque se o Mestre viesse, muitos seriam achados desprevenidos. A recusa de Deus em permitir que Seu povo pereça tem sido a razão de tão longa demora”(T2, 194). Isto está em harmonia com a declaração de 2 Pedro 3:9. O mesmo apóstolo acrescenta que é dever do cristão apressar a vinda de Jesus (2Pe 3:12). O comentário inspirado sobre o tema deste texto diz: “É privilégio de todo cristão, não só aguardar, mas mesmo apressar a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”(T8, 22).
Algum dia o tempo não mais se prolongará. “Ela [a vinda do Senhor] não será retardada para além do tempo em que a mensagem for levada a todas as nações, línguas e povos” (Ev, 697). Quando Deus perceber que o momento é o melhor, fará ocorrer eventos que precipitarão o fim “mais rapidamente do que os homens esperam” (GC, 531).
Contudo, o tempo definido do advento de Cristo não pode ser conhecido. E os seres humanos não devem conjecturar quanto ao tempo preciso. Excelente conselho foi dado nas seguintes palavras: “Não podereis dizer que Ele virá daqui a um ano, ou dois, ou cinco anos, nem deveis postergar Sua vinda declarando que não se ocorrerá antes de dez ou vinte anos . … Não nos é dado saber o tempo definido, nem do derramamento do Espírito Santo, nem da vinda de Cristo” (Ev, 221). … “É o dever do povo de Deus ter suas lâmpadas limpas e acesas, ser como pessoas que aguardam o Esposo, quando Ele voltar das bodas”(ME1, 189). CBASD, vol. 4, p. 674, 675.
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“Filho do homem, que provérbio é esse que vós tendes na terra de Israel: Prolongue-se o tempo, e não se cumpra a profecia?” (v.22).
A primeira rebelião do universo se deu no Céu. Liderados por Lúcifer, um anjo de luz que colocou em dúvida o amor e a justiça de Deus, uma terça parte dos anjos foi expulsa do Céu juntamente com ele (Ap.12:7-9). Em sua tentativa de provar diante dos seres não caídos que seu governo era melhor, o anjo rebelde arquitetou um plano para enganar o casal recém-criado. Quando Adão e sua mulher comeram do fruto, parecia que seu plano havia se cumprido e que possuía todo o direito sobre o mundo. Mas Aquele que instituíra o sábado como um memorial da criação e de Sua autoridade sobre “toda a obra que, como Criador, fizera” (Gn.2:3), logo revelou o Seu vitorioso e salvífico plano diante da “antiga serpente, que se chama diabo e Satanás” (Ap.12:9), dizendo: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn.3:15).
Caim, Cam, Esaú, os filhos de Eli, dentre outros, são exemplos de pessoas que, por sua rebelião, rejeitaram e perderam as bênçãos advindas de uma vida de comunhão e de obediência ao Senhor. Na promessa de que em uma mulher seria gerado o Messias, e que este destruiria de uma vez por todas o inimigo das almas, estão implícitas as duas maiores promessas de Deus à humanidade: a primeira e a segunda vinda de Cristo. No tempo determinado e cumprindo cada palavra escrita a respeito dEle nas Escrituras, Jesus veio primeira vez deixando uma marca incomparável no mundo, de forma que a Sua vida dividiu o calendário em antes e depois de Cristo. Mas o tempo de Sua visitação também foi marcado pelo desprezo e rejeição daqueles que se declaravam fieis sentinelas de Sua vinda.
Habitando “no meio da casa rebelde” (v.2), Ezequiel recebeu ordens divinas de encenar o que aconteceria à nação desobediente: “porque por sinal te pus à casa de Israel” (v.6), na esperança de que pudessem entender o recado profético (v.3). Cegos e surdos aos avisos do Senhor (v.2), sem compreender, perguntaram ao profeta: “Que fazes tu?” (v.9). Mas ao declarar Ezequiel: “Eu sou o vosso sinal” (v.11), e revelar o destino do príncipe de seu povo (12-13), o que se cumpriu na vida do rei Zedequias com precisão (2Rs.25:4-7), ao invés de encontrar arrependimento e contrição, o profeta encontrou resistência ainda maior no lamentável provérbio: “Prolongue-se o tempo, e não se cumpra a profecia” (v.22).
Da mesma sorte, referindo-se aos últimos dias, o apóstolo Pedro declarou: “tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da Sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2Pe.3:3-4). Contudo, desde a entrada do pecado no mundo, nada permanece como no princípio da criação. O pecado causou uma ruptura da humanidade com Deus e manchou de tal forma a natureza antes perfeita, que a imagem divina no homem foi severamente prejudicada e não há mais nada na natureza que possa ser comparado às primícias do Éden. Uma coisa, porém, não mudou e jamais poderá mudar: o amor de Deus por nós e Sua promessa de nos levar de volta para casa.
Independentemente da rebelião que há no mundo, instigada pelo primeiro rebelde, seguremos firme no leme da fé que nos conduzirá ao porto seguro. Temos um mapa fiel e infalível em mãos, amados. Examinemos a Palavra de Deus, olhando com confiança inabalável para a promessa do segundo advento do nosso Redentor. Jesus vive! Ele intercede por nós! Olhemos para Ele e gravemos em nossa mente Suas maravilhosas palavras de consolo e esperança:
“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:1-3).
Breve todos saberão que o Senhor é Deus. Sejamos, pois, Seus fieis atalaias, declarando ao mundo, antes que seja tarde: “Assim diz o Senhor Deus: Não será retardada nenhuma das Minhas palavras; e a palavra que falei se cumprirá, diz o Senhor Deus” (v.28).
Senhor Deus, nós Te louvamos por Tua fidelidade e bondade para conosco! Somos indignos de estar em Tua presença, mas ainda assim, o Senhor Se aproxima de nós com terno amor, nos falando através da Tua Palavra. Livra-nos de agir como uma casa rebelde! Abre os nossos olhos e os nossos ouvidos, de modo que estejamos vigilantes, bem atentos aos sinais que apontam o quão perto estamos de ir para Tua casa! E volta logo, Senhor! Estamos com saudades! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, atalaias dos últimos dias!
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 12 – No início do capítulo temos a descrição de uma parábola do exílio de Judá, onde encontramos a tarefa do profeta Ezequiel como um sinal ao povo – a representação visual do exílio.
• Essa é “a sétima encenação. A fim de ajudar o povo a refletir sobre seu destino, Ezequiel precisava demonstrar a arrumação da bagagem para o cativeiro, que certamente aconteceria”, destaca a Bíblia Andrews sobre os versículos 1-16.
• Depois, sobre os versículos 17-20, a mesma Bíblia prossegue comentando que ali contém a “oitava encenação. Ezequiel precisava comer tremendo, para simbolizar o medo e a ansiedade do povo quando o juízo divino caísse sobre ele”.
• O final do capítulo é uma confirmação da profecia (Ezequiel 12:20-28). Contudo, apesar do juízo divino devido à incredulidade do povo e a garantia da realização das profecias do exílio, contém um incentivo ao arrependimento e retorno a Deus.
Merrill Unger afirma que “a descrença nos verdadeiros profetas de Deus foi a causa do juízo. A Palavra de Deus por intermédio do seu profeta não poderia ser ignorada (Os 12:10)”. “Ter ouvidos, mas se recusar a ouvir, ter olhos e não querer ver é um ato de vontade própria, uma decisão deliberada, evidência de obstinação, um pecado intensamente condenado (Ez 2:4-5; Êx 13:15; Dt 21:18-21; Jz 2:19; Sl 78:8; 81:12; Jr 6:28; Os 4:16)”, salienta a Bíblia Andrews.
Às vezes, somos como os judeus da época de Ezequiel…
1. …temos capacidade auditiva, mas opta por não ouvir a voz de Deus (Ezequiel 12:1-2).
2. …temos capacidade visual, mas escolhemos fechar os olhos para a verdade divinamente revelada (Ezequiel 12:2).
• Isso evidencia nossa natureza pecaminosa, o que está por trás de nossa recusa: orgulho, rebeldia, falta de temor a Deus.
• Isso também revela as motivações por trás de nossas escolhas: Amor ao pecado, preferência pela ilusão, e, resistência à verdade que não coaduna com nossa vontade.
Diante disso, é importante refletir:
Recusar-se a ouvir e ver é uma escolha deliberada que reflete obstinação, e é intensamente condenada.
Precisamos examinar nosso próprio coração e disposição, reconhecendo qualquer obstinação em nossa vida à luz da revelação divina.
Somos incentivados a abrir nossos ouvidos e olhos para ouvir a Palavra de Deus, buscando humildemente Sua vontade e abandonar qualquer sinal de obstinação! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: EZEQUIEL 11 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/11
“Ah! Soberano Senhor! Destruirás totalmente o remanescente de Israel?” Ezequiel 11:13
Antes de Israel entrar na Terra Prometida, foi-lhes dito o que aconteceria se permanecessem fiéis à aliança e o que aconteceria se escolhessem seguir outros deuses (Dt 28-30).
Neste capítulo, Ezequiel é lembrado dessas promessas – tanto as maldições quanto as bênçãos. Ao profetizar contra os líderes e ver a maldição sendo cumprida, ele clama em alta voz e se pergunta como tudo isso vai acabar. No entanto, Deus é fiel e cumpre todas as Suas promessas e, portanto, as bênçãos certamente acontecerão. Ele diz: “Embora eu os tenha mandado para terras muito distantes entre os povos e os tenha espalhado entre as nações…” (Ezequiel 11:16). Ele também diz: “Darei-lhes um só coração e porei um novo espírito dentro deles.” (Ezequiel 11:19).
Ezequiel passou por um período de suspense e incerteza. Mas enquanto esperamos que todas as promessas de Deus sejam renovadas, uma mensagem de Deus se destaca: “por breve período tenho sido um santuário para eles nas terras para onde foram” (Ez 11,16).
Com a incerteza e o suspense que vivemos hoje, que isso também seja verdade para nós. Que Deus ficará perto de nós, mesmo nos dias em que não pudermos ver o Seu Santuário. Ele renova Suas promessas, até mesmo para nós.
Thomas Rasmussen
Pastor, Aarhus, Dinamarca
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/11
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli</span
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1376 palavras
1 Então. Os eventos do cap. 11 [v. 1-21] não se seguem cronologicamente aos dos cap. 9 e 10 [os v. 22-25 seguem o cap. 10]. A visão parece retornar para dar detalhes adicionais quanto à condição moral dos líderes de Jerusalém. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 668.
Jazanias. O nome significa “Yahweh ouve”. Alguns sugerem que, por causa de seu significado, os nomes aqui dados tinham o propósito de revelar as falsas esperanças com que o povo se iludia. … Pelatias, “Yahweh liberta; … Se a ênfase está no significado dos nomes, a repentina morte de Pelatias (v. 13) teria causado forte impressão. Por outro lado, Jazanias e Pelatias talvez tenham sido destacados simplesmente porque fossem bem conhecidos como líderes da apostasia. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 668.
3 Não está próximo. O hebraico desta frase quase proverbial está expresso de forma tão concisa que chega a ser obscuro. A passagem diz, literalmente: “não perto de construir casas. Ela [a cidade] a panela, nós a carne”. Pode ser uma referência irônica à mensagem que Jeremias enviara aos cativos em Babilônia para que construíssem casas e procurassem se colocar em posições confortáveis, porque o cativeiro seria longo. Esta mensagem deixou muito enraivecidos muitos dos cativos, que enviaram cartas a Jerusalém exigindo que Jeremias fosse punido (Jr 29:24-28). É possível que a frase dos príncipes estivesse contradizendo a mensagem de Jeremias, ao declarar: “Não está próximo o tempo de construir casas para um longo cativeiro.” CBASD, vol. 4, p. 668, 669.
3, 7, 1 panela. Ver Jr 1:13. Os príncipes comparam a panela com Jerusalém, oferecendo proteção para a população (a “carne”) dentro dela. Deus vira a metáfora para baixo: a carne se refere aos sentenciados à morte por juízes corruptos. Depois a rejeita por completo: Jerusalém não era um lugar de confiança. O Senhor julgaria pessoalmente a Israel. Bíblia de Estudo Andrews.
panela. A metáfora da panela parece ser extraída de Jeremias (ver Jr 1:13). O significado pode ser que, assim como uma panela protege do fogo a carne que está dentro dela, as paredes da cidade protegeriam seus habitantes do exército dos caldeus. A LXX coloca a frase na forma de uma pergunta que espera resposta positiva: “Não está próximo o tempo de construir casas?”A atitude, expressa dessa forma, reflete claramente a jactanciosa confiança própria dos habitantes de Jerusalém (ver Jr 28:3). Jeremias aconselhara os judeus que estavam na cidade a sair e a se render aos caldeus (Jr 21:9). Eles rejeitaram insolentemente o conselho, escolhendo permanecer na “panela”. Essa ideia se encaixa no contexto do capítulo, porque a narrativa prossegue mostrando que esse privilégio lhes seria negado. Também é possível que a metáfora signifique que, assim como a “panela” é o lugar onde deve estar a “carne”, Jerusalém seria o lugar onde devem estar seus habitantes, deixando implícito que eles permanecerão (ver Jr 13:12). CBASD, vol. 4, p. 669.
5 Eu as conheço. Devido a Sua onisciência, Deus conhece os verdadeiros objetivos, desejos e motivos por trás dos atos exteriores (ver 1Cr 28:9; Pv 15:11; Jr 17:10). CBASD, vol. 4, p. 669.
6 Os vossos mortos. Mencionados dessa forma para sugerir execuções praticadas sem o aval de Deus. Pode ser também uma referência aos que foram mortos como resultado das atrocidades dos babilônios. Devido à apostasia moral e religiosa, os líderes de Jerusalém eram responsáveis por essa matança. CBASD, vol. 4, p. 669.
7 São a carne. As pessoas se gabavam da proteção que a cidade desfrutava e não tinham qualquer intenção de atender às instruções de Jeremias para sair dela e se render aos caldeus (Jr 21:9). Mas a solene advertência de Ezequeil era de que apenas os que foram mortos teriam o privilégio de permanecer dentro da cidade; os vivos enfrentariam seu destino fora dos muros. CBASD, vol. 4, p. 669.
10 Caireis à espada. (ver 2Rs 25:6, 7). CBASD, vol. 4, p. 669.
13 Morreu. Ezequiel viu a morte de Pelatias só em visão, mas o incidente foi preditivo, sem dúvida (ver sobre a morte de Hananias em Jr 28:17). CBASD, vol. 4, p. 669.
15 Apartai-vos. Uma expressão de confiança arrogante e destituída de simpatia pelos exilados. Os habitantes de Jerusalém exibiam para com os que foram levados para Babilônia uma atitude como “sou mais santo que tu”. CBASD, vol. 4, p. 670.
16 santuário, por um pouco de tempo. Deus ainda se importava com seu povo e estaria presente, mesmo quando este fosse para o exílio, e o templo ficasse em ruínas. Bíblia de Estudo Andrews.
o seu Deus. Declaração sobre a essência do relacionamento de aliança entre Deus e Seu povo (14:11; 36:28; 37:27; ver Êz 6:7; Jr 7:23). Bíblia de Estudo Andrews.
19 Um só coração. CBASD, vol. 4, p. 670. Unidade de propósito e de ação caracterizariam o novo Israel de Deus. Infelizmente, a queda de Israel impediu que a promessa se cumprisse. Jesus orou para que esta bênção pudesse se concretizar para a igreja. Sua oração teve cumprimento temporário no ardor da igreja primitiva, de quem “era um o coração e a alma”(At 4:32). Infelizmente, a unidade durou pouco. Lobos vorazes, não poupando o rebanho, entraram e dividiram os crentes (At 20:29). Tem havido desunião na cristandade desde então, e esta condição continuará até que, no retorno do Senhor, “todos cheguemos à unidade da fé” (Ef 4:13). CBASD, vol. 4, p. 670.
Coração de pedra. O modo pelo qual Deus salva tem sido o mesmo em todas as eras, mas houve uma revelação gradual do propósito divino; não porque Deus conserve as pessoas em ignorância para sua desvantagem, mas porque a a resistência delas em aceitar as revelações do Deus muitas vezes coloca uma limitação no que Deus pode revelar. Preciosos raios de luz, quando rejeitados, tornam impossível o envio de mais iluminação. Isso foi o que ocorreu com Israel. Se os exilados que retornaram tivessem entrado plenamente na experiência aqui descrita, teria sido enviada luz cada vez maior. Infelizmente, eles se contentaram com as restrições nocivas impostas por sua interpretação da antiga aliança, e assim a luz mais plena do evangelho veio somente com o Messias. CBASD, vol. 4, p. 670.
20 Andem nos meus estatutos. Apenas os que têm coração renovado pela graça divina podem guardar a lei de Deus, porque “o pendor da carne … não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar”(Rm 8:7). A promessa de poder capacitador através da habitação interior do Espírito Santo era uma característica essencial da eterna aliança de Deus com a humanidade. Israel havia deixado de perceber isso. Os homens creram que a salvação podia ser conseguida por seus próprios esforços. Recusaram-se submeter-se à justiça que vem de Deus (Rm 10:3). Não viram necessidade de um salvador nem de conversão. Rejeitaram a experiência que, unicamente, os capacitaria para guardar a lei divina. CBASD, vol. 4, p. 670.
Eu serei o seu Deus. CBASD, vol. 4, p. 671. O cumprimento final desta gloriosa promessa ocorrerá no fim do milênio (Ap 21:3). CBASD, vol. 4, p. 671.
21 Cujo coração … farei recair sobre sua cabeça as suas obras. A responsabilidade humana, por causa do livre-arbítrio, faz com que alguns escolham “coisas detestáveis”. Deus desejaria que todos fossem salvos, mas Ele não força a Sua vontade. Consequentemente, os que se perderem perecerão como resultado de sua própria escolha, e não por causa de qualquer falha por parte da graça de Deus. CBASD, vol. 4, p. 671.
22, 23 Na carruagem-trono cercada por querubins, Deus se afasta do meio da cidade e para no monte das Oliveiras. Embora Ezequiel não veja o destino final, fica claro que o Senhor havia partido da cidade, deixando-a entregue a seu destino. Bíblia de Estudo Andrews.
23 O monte. Provavelmente o que ficou conhecido, mais tarde, como Monte da Oliveiras, uma cadeia de colinas com três picos principais que estão 823 m acima do nível do mar, localizados do outro lado do vale de Cedrom, a leste de Jerusalém. A cidade propriamente dita tem uma altitude de 777 metros. O local onde a gloria divina repousou depois de deixar o templo (DTN, 829) foi o lugar do qual Jesus, mais tarde, “vendo a cidade, chorou” (Lc 19:37-41). Foi daí que Ele anunciou a segunda destruição da cidade rebelde e obstinada (Mt 24) e proclamou os sinais do Seu segundo advento. Deste mesmo lugar, Ele ascendeu visivelmente ao céu (Lc 24:50, 51; At 1:11, 12), e sobre esta elevação descerá a nova Jerusalém (Zc 14:4, 5, 9; ver GC, 662, 663). CBASD, vol. 4, p. 671.
23, 24 Caldeia. Babilônia. Acaba a visão (ver 8:1) e Ezequiel conta aos cativos aquilo que ele vira. Bíblia de Estudo Andrews.
25 Falei aos do cativeiro. Os anciãos de Judá (Ez 8:1), provavelmente, esperaram até Ezequiel sair de sua visão e estariam preparados para receber a comunicação vinda do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 671.
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“Caiu, pois, sobre mim o Espírito do Senhor e disse-me: Fala: Assim diz o Senhor: Assim tendes dito, ó casa de Israel; porque, quanto às coisas que vos surgem à mente, Eu as conheço” (v.5).
Há alguns anos faleceu um pastor muito querido que, mesmo depois de jubilado, possuía um lindo ministério de evangelismo. Provavelmente ele nem lembrasse de mim e de minha família, mas ao saber do ocorrido, ficamos muito tristes e meu filho mais velho logo lembrou: – Era aquele pastor daquela música, mãe, “O Senhor é o meu Pastor”? Todas as vezes que este querido ministro ia pregar, ele gostava de introduzir o sermão com o louvor do Salmo 23, e isso ficou bem gravado na mente de meu filho. É bem provável que o anúncio de Deus acerca da condição dos líderes espirituais da nação e a morte de um deles tenha despertado a memória de Ezequiel aos anos em que ele crescia naquele meio e até mesmo a admiração e respeito que nutria por eles. A morte de Pelatias (v.13) e o conhecimento sobre o futuro dos demais encheu o seu coração de tristeza e aflição.
Profetizar “contra eles” (v.4) certamente foi uma tarefa muito dura e difícil para Ezequiel. Vemos a obra constante do Espírito Santo erguendo o profeta de seu estado de contrição e caindo sobre ele (v.5) a fim de que pudesse ouvir as palavras do Senhor. O ministério profético era um serviço privilegiado, mas angustiante. Geralmente, Deus chamava homens e mulheres para declarar palavras de advertência e repreensão aos de seu próprio povo. Quando Jonas fugiu de seu chamado a pregar aos ninivitas, considerou ser tarefa demasiado difícil para cumprir. Contudo, eu creio que não exista tarefa mais desafiadora do que a que deva ser realizada aos de casa.
O próprio Jesus foi o mais experimentado dos homens, de forma que “Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo.1:11). Quando em Nazaré, onde havia crescido, mesmo reconhecido como detentor de sabedoria e poder jamais vistos, Jesus “não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles” (Mt.13:58). O Senhor sabe o que se passa em nossa mente e o que de fato move as nossas ações (v.5). Ele não leva em conta quanto trabalho fazemos, mas o que nos move a realizá-los. Ao profeta foi revelado que havia pecados ocultos na vida daqueles líderes e que seu serviço no templo na verdade se tratava de um desserviço, pois que maquinavam vilezas e aconselhavam perversamente (v.2).
Amados, temos tantos que amamos e admiramos neste mundo como homens e mulheres de Deus. E o Senhor nos deixou esse sentimento de respeito e admiração uns pelos outros como uma bênção. Mas isso se torna em maldição se depositamos toda a nossa confiança em seres humanos tão falíveis quanto nós. Não foi fácil para Ezequiel declarar ao povo “todas as coisas que o Senhor [lhe] havia mostrado” (v.25), mas ele assim o fez porque Deus ocupava lugar de primazia em sua vida. Nenhum profeta foi afligido com mensagens de juízo sem receber conjuntamente o consolo e a bendita esperança da restauração.
Ainda que as estrelas mais brilhantes percam a sua luz, precisamos manter os nossos olhos nAquele que é “a Luz do mundo” (Jo.8:12). Jesus Cristo, o Sol da Justiça, incide Seus raios de fé e de amor esperando que nos coloquemos em lugar de recebê-los. Muitos que um dia estiveram sob Sua santa incidência têm se colocado sob a sombra de seus pecados ocultos até que estes os lancem no abismo onde nenhuma luz há. Oh, meus irmãos, como o Espírito deseja novamente erguê-los! Como há, agora, grande comoção no Céu pelos que ainda perecem na escuridão do pecado! Olhemos para Jesus! Olhemos para a Luz do mundo! E por mais difícil que possamos considerar a nossa missão nesses últimos dias, somos testemunhas de Jesus com um único e claro objetivo: “buscar e salvar o perdido” (Lc.19:10).
Cumpra-se na igreja de Deus, hoje, as palavras do Senhor: “Dar-lhes-ei um só coração, espírito novo porei dentro deles; tirarei da sua carne o coração de pedra e lhes darei coração de carne; para que andem nos Meus estatutos, e guardem os Meus juízos, e os executem; eles serão o Meu povo, e Eu serei o seu Deus” (v.19-20). Que o Senhor encontre em nós um coração aberto ao trabalho do Espírito Santo para que se cumpra em nossa vida “tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade” (Fp.2:13).
Querido Pai que habita nos Céus, como é triste saber que muitos têm se desviado de Teu plano de amor! E isso não acontece de repente, mas aos poucos. De forma sutil e ardilosa, o inimigo tem inserido na mente de muitos a mistura maligna da verdade com o engano, de forma que, tal foi com o rei Saul, afugentam a presença do Espírito Santo e tornam-se alvos fáceis de Satanás e seus agentes. Senhor, queremos ser como Ezequiel, de forma que o Teu Espírito caia sobre nós e não incorramos no erro de dar ouvidos a mentiras, mas, revestidos do Teu poder, possamos dar ao mundo o sonido certo de um claro e fiel “assim diz o Senhor”. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, fieis testemunhas de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100