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“Quando passares pelas águas, Eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (v.2).
É realmente fascinante a história do antigo Israel. O chamado de Abraão, a forma como Deus o conduziu, o cumprimento da promessa em Isaque, a marcante experiência de Jacó, os prodígios realizados pelos filhos de Israel no Egito, a abertura do Mar Vermelho e sua longa peregrinação no deserto, a conquista de Canaã e a sucessão de reis em um reino politicamente dividido, tudo aponta para a misericórdia e paciência de Deus e Seu desejo constante de salvar o Seu povo. Já no primeiro versículo, Deus expõe o Seu direito sobre o povo pela criação, pela redenção e pela filiação. Eles pertenciam a Deus. Uma verdade que poderia ser rejeitada, mas jamais apagada.
A história de Israel e as inúmeras oportunidades divinas ilustram a história da humanidade e as oportunidades que se refletem no fato de que ainda vivemos no tempo da graça, desde que o primeiro cordeirinho foi morto no Éden, simbolizando o sacrifício de amor de Cristo por nós. Adão viveu pela graça, Noé alcançou graça diante de Deus, Abraão conheceu a graça, foi pela graça que os filhos de Israel foram perdoados e conduzidos a Canaã, Davi foi transformado pela graça, os profetas proclamavam a graça divina, a igreja primitiva foi alcançada pela graça e, hoje, desfrutamos do último e decisivo tempo de graça, mediante o mesmo apelo divino: “Eu, Eu sou o Senhor, e fora de Mim não há salvador” (v.11).
Em nenhum momento a Bíblia relata a promessa de que não passaremos por dificuldades. O Senhor não diz que não passaremos pelas águas ou pelo fogo. E sim que, ainda que tenhamos que enfrentá-los, Ele lá estará para nos livrar. Os três jovens hebreus entraram na fornalha aquecida sete vezes, mas de lá saíram ilesos, de forma que “nem cheiro de fogo passara sobre eles” (Dn.3:27). A mesma experiência aguarda os fiéis servos de Deus nos últimos dias. De longe o Senhor chama os Seus filhos e “das extremidades da Terra” as Suas filhas (v.6), dizendo: “Eu te amei […] Vós sois as Minhas testemunhas, diz o Senhor […] para que o saibais, e Me creiais, e entendais que sou Eu mesmo, e que antes de Mim Deus nenhum se formou, e depois de Mim nenhum haverá” (v.4 e 10).
Não sabemos em que dia virá o nosso Senhor e quando findará a graça que nos foi outorgada desde o princípio. O que necessitamos saber e viver, consiste nas últimas palavras de Cristo nesta Terra: “Respondeu-lhes Jesus: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade; mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da Terra” (At.1:7-8). Aquele que deseja apagar os nossos pecados e esquecê-los (v.25) é O mesmo que deseja nos encher do Seu Espírito para celebrar o Seu louvor (v.21).
Como Israel, nós pertencemos a Deus, pois Ele também é o nosso Criador, o nosso Redentor e o nosso Pai. Nós somos de Deus e Ele breve virá para buscar os que aceitaram esta verdade. Portanto, não fiquemos ansiosos quanto a tempos ou épocas, ou com o que havemos de sofrer, mas vivamos o “agora, o tempo sobremodo oportuno […] agora, o dia da salvação” (2Co.6:2), “vigiando com ações de graças” (Cl.4:2), sendo “pacientes, até à vinda do Senhor” (Tg.5:7).
Nosso Deus Todo-Poderoso, que a Tua graça dirija a nossa mente ao Senhor e à Sua Palavra! Que guiados pelo Espírito Santo, todo empecilho seja retirado e nossa entrega seja completa a fim de recebermos a plenitude do poder do Espírito! Dá-nos a perseverança dos santos! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, igreja perseverante!
Rosana Garcia Barros
#Isaías43 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 43 – O texto em análise apresenta uma impactante narrativa sobre a relação entre Deus e Seu povo. Em meio a promessas de redenção e preservação divina, emerge uma constatação dolorosa: Em vez de sacrifícios aromáticos, o povo apresentou em sua vida pecados fétidos; em vez de ofertas, Deus recebeu ofensas.
• Essa realidade transcende o cenário histórico descrito pelo profeta e ressoa em nossa vida, convidando-nos a uma profunda reflexão sobre a natureza de nossa comunhão com nosso Redentor.
A metáfora das ofertas aromáticas ocupadas por pecados fétidos evoca a imagem de um culto desviado, onde a adoração genuína fora substituída por práticas impregnadas de transgressões e rebeliões. Isaías 43 revela não apenas a rejeição de ofertas formais, mas também a triste verdade de que o próprio coração do povo afastou-se do caminho correto.
• É essencial compreender as nuances desse desvio espiritual e refletir sobre como nossas ofensas podem assumir diferentes formas.
Isaías denuncia não apenas a ausência de sacrifícios agradáveis a Deus, mas a presença de atitudes que O desonram. As ofensas mencionadas não são meramente a falta de rituais religiosos, mas incluem a sobrecarga de pecados, o esquecimento da identidade e a recusa em invocar o nome do Senhor. É uma repreensão contundente à hipocrisia religiosa, à prática de cumprir rituais vazios enquanto a vida cotidiana reflete uma desconexão dos princípios divinos.
Diante deste cenário sombrio, o profeta não deixa de oferecer esperança. A mensagem de Isaías 43 é uma chamada ao arrependimento, à lembrança da fidelidade passada de Deus e ao reconhecimento da necessidade de perdão e restauração. A oferta de Deus de apagar as transgressões revela Sua infinita graça.
• O convite continua válido atualmente: Abandonar as ofensas que oferecemos a Deus e voltarmo-nos para a adoração que vai além de meros rituais formalistas e penetra o cerne do coração humano.
• Assim, aprendemos sobre a fragilidade da religiosidade vazia e a necessidade de transformação genuína. É um apelo para reavaliarmos a qualidade de nossa devoção diária, nossa atitude em relação aos outros e nossa busca pela presença de Deus.
Ao abraçarmos a mensagem de Isaías 43, somos desafiados a reavivar o verdadeiro culto, onde em nossa vida, em sua totalidade, exale a fragrância do arrependimento e da busca sincera por Deus! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/42
Este é o primeiro de quatro capítulos chamados Canções do Servo, de Isaías (42:1-9; 49:1-13; 50:4-11; 52:13-53:12).
Quando se trata dos nossos inimigos – Seus inimigos – o Messias “sairá como um valente (um guerreiro)” e “clamará, sim, lançará forte grito de guerra” (v. 13) contra o diabo e aqueles que o seguem.
Jesus é terno conosco na mesma medida em que é terrível com aqueles que nos querem destruir.
Isaías acrescenta que Cristo não é apenas o Mediador da aliança de Deus com o Seu povo, como também é a própria aliança! E o que a personificação da aliança faz por nós? Ele abre os olhos cegos e liberta os prisioneiros (vv. 6, 7). A profecia nos diz que Israel é surdo e cego (vv. 18, 19). No entanto, Cristo Se relaciona intimamente com aqueles: “Que são cegos e habitam nas trevas.”
É em Jesus que devemos fixar os olhos todos os dias. Ele é compassivo com as nossas fraquezas e cuidadoso conosco em nossas aflições. Ele mesmo é o Libertador de todos os nossos problemas. Ele fará isso por você e para a glória do Seu nome (v. 8).
Ron E M Clouzet
Diretor da Associação Ministerial
Divisão Ásia-Pacífico Norte
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/42
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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478 palavras
1 Meu Servo. “Servo” neste caso designa Cristo (ver com. de Is 41:8). Em Mateus 12:18, esta profecia é aplicada a Cristo. De fato, muitas expressões neste capítulo só podem ser aplicadas a Ele. Com frequência, Jesus se referiu a Si mesmo como tendo sido enviado pelo Pai para desempenhar uma missão (Jo 4:34; 6:38; 14:31). A respeito da natureza de Sua obra, declarou que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos” (Mt 20:28), e que estava entre Seu povo “como quem serve” (Lc 22:27). Neste e nos capítulos seguintes, Isaías apresenta o quadro mais completo do Messias e de Sua missão na Terra em todo o AT. Em grande parte devido a essas profecias, Isaías é conhecido como “o profeta do evangelho”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 266.
7 Para abrires os olhos aos cegos. Ver com. de Lc. 4:18. A restauração da visão física em várias ocasiões testemunhou que Cristo tinha o poder de conceder visão espiritual (Jo 9:1-9;cf. Is 61:1-3). CBASD, vol. 4, p. 267.
6, 7 Deus nos chama a sermos servos de Seu Filho, demonstrando a justiça de Deus e trazendo Sua luz. Que raro privilégio é auxiliar o Messias a cumprir Sua missão! Mas devemos buscar Sua justiça (Mt 6:33) para sermos luz (Mt 5:16; 2Cor 4:6). Life Application Study Bible Kingsway.
10 Olhe para tudo que o senhor fez por nós e através de nós (42:6-9)! Obras majestosas demandam respostas majestosas. Você realmente aprecia o bem que o Senhor fez por você e através de você? Se aprecia, deixe que seu louvor a Ele reflita como você realmente se sente. Life Application Study Bible Kingsway.
11 Quedar. Uma tribo árabe descendente de Ismael (Gn 25:13; ver Is 21:13, 16; Ez 27:21). … Aqui são mencionados juntamente com “os que habitam nas rochas”, que é Selá … ou Petra …, como representantes de povos distantes que ouviriam a mensagem da graça de Deus e voltariam a Ele com louvor e cânticos. CBASD, vol. 4, p. 267.
14 Por muito tempo me calei. A hora da vingança divina finalmente chegaria. Por longo tempo, o Senhor permitira ao ímpio seguir seu caminho de maldade (ver Ec 8:11). Chegaria, porém, a hora do acerto de contas, hora de Deus realizar “a Sua obra estranha” (Is 28:21). ele puniria os ímpios segundo suas obras. CBASD, vol. 4, p. 267.
16 Os cegos. Isto é, os cegos espirituais (ver com.do v. 7). O castigo divino cairá sobre aqueles que rejeitaram a luz deliberadamente (v. 13-15), ao passo que os sinceros, embora ignorantes, iriam à luz e teriam a oportunidade de aceitar a misericórdia e a graça de Deus. CBASD, vol. 4, p. 267.
24 Quem entregou Jacó por despojo e Israel, ao roubadores? Deus permitiu a invasão assíria (ver com. de Is 8:7, 8; 10:5, 6). A teimosia em desobedecer acarretou sofrimentos ao povo de Judá. Quando se recusou a servir ao Senhor, ele retirou dEle Sua mão protetora e permitiu que o inimigo devastasse o país. CBASD, vol. 4, p. 268. [Neste caso, Jacó e Israel são sinônimos, cf. Gn 32:29)].
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“Eu sou o Senhor, este é o Meu nome; a Minha glória, pois, não darei a outrem, nem a Minha honra, às imagens de escultura” (v.8).
Amado e adorado pelos anjos, Rei soberano de todo o Universo, Aquele que não tem princípio nem fim, deixou “as noventa e nove” e veio “em busca da que se perdeu” (Lc.15:4). Dentre os mundos criados, apenas a Terra foi contaminada pelo pecado; uma mancha no Universo que poderia ter sido facilmente eliminada. O plano de Deus, porém, assinalou a mais plena demonstração de amor através da entrega do Criador pela criatura. Pois “o Senhor, que criou os céus e os estendeu, formou a terra e a tudo quanto produz; que dá fôlego de vida ao povo que nela está” (v.5), veio para ser “mediador da aliança com o povo e luz para os gentios” (v.6), “para engrandecer a lei e fazê-la gloriosa” (v.21).
Assim como o pecado entrou no mundo pela desobediência de nossos primeiros pais, a salvação nos foi dada pela obediência de Jesus, que “a Si mesmo Se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8). Em uma “geração má e adúltera” (Mt.16:4), Jesus enfrentou o descaso para com a Lei de Deus por parte de uns e a hipocrisia por parte de outros. Em um tempo em que obedecer aos mandamentos de Deus era considerado um pesado fardo mediante as exigências de regras humanas e insensatas, Cristo os iluminou com a essência da obediência, que é de dentro para fora, e não uma mera manifestação exterior (Mt.5:21-28).
Jesus não veio para esmagar “a cana quebrada” (v.3), e sim para restaurá-la e “em verdade” promulgar “o direito” (v.3) com “a Sua doutrina” (v.4). “Em verdade, em verdade vos digo” é uma expressão que precede grande parte dos ensinamentos de Cristo e que não deixa dúvida do Seu desejo em libertar “da prisão o cativo e do cárcere, os que jazem em trevas” (v.7), pois “conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Desde o Éden, Satanás tem iludido o mundo com o engano letal: “É certo que não morrereis” (Gn.3:4). O mesmo engano permeia esta geração com o mascarado discurso da morte: “Você não precisa mudar, pois Deus te ama e te aceita do jeito que você é”. Sim, Deus é amor. E é justamente por isso que Ele também é justiça e apela a cada pecador: “Vai e não peques mais” (Jo.8:11).
“Acaso, não foi o Senhor, Aquele contra quem pecaram e nos caminhos do qual não queriam andar, não dando ouvidos à Sua lei?” (v.24). Acaso não foram nossos pecados que causaram tanto sofrimento ao Salvador? Acaso não é pela transgressão da Lei de Deus que estamos sujeitos à morte, “porque o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23)? Mas “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm.7:25)! Graças a Deus por Jesus, que veio a este mundo sombrio deixando-nos “exemplo para [seguirmos] os Seus passos” (1Pe.2:21)! Graças a Deus, que “não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que O teme e faz o que é justo Lhe é aceitável” (At.10:35). Graças a Deus que outorgou o Seu Espírito “aos que Lhe obedecem” (At.5:32)!
Não há necessidade maior em nossa vida do que um “reavivamento da verdadeira piedade”, como bem assinalou Ellen White (E Recebereis Poder, CPB, p.283). Aquele que declarou a Pedro: “quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lc.22:32), pode estar nos fazendo o mesmo apelo hoje. Ora, Pedro era um discípulo de Cristo e havia andado ao lado dEle por três anos e meio, no entanto, ainda necessitava de uma experiência real com Jesus. “Surdos, ouvi, e vós, cegos, olhai, para que possais ver” (v.18). “Deem honra ao Senhor e anunciem a Sua glória nas terras do mar” (v.12).
Examinemos as Escrituras até que sejam desimpedidos os nossos ouvidos, e os nossos olhos possam contemplar a glória que emana da Palavra de Deus. Então, seremos habilitados pelo Espírito Santo a fortalecer o nosso próximo pela constante companhia e auxílio dAquele que nos prometeu: “Jamais os desampararei” (v.16). “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20).
Senhor, nosso Deus, sonda o nosso coração e purifica-o para Ti! Que a nossa vida reflita o caráter do nosso amado Salvador, pela ação poderosa do Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, imitadores de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Isaías42 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 42 – O líder segundo Deus tem características contrastante do líder segundo o mundo.
• O líder conforme o padrão divino é chamado de servo. Deus identifica o servo como aquele a quem Ele sustenta, pois lhe é humildemente submisso.
• O servo/líder é escolhido por Deus, em quem Ele Se apraz; não se pauta pela ambição do coração pecaminoso.
• Deus coloca Seu Espírito em Seu servo, capacitando-o para a missão; não é um espírito interesseiro, egoísta e orgulhoso que rege a conduta do servo/líder padrão bíblico.
• O propósito do servo é fazer justiça onde impera a injustiça, entretanto o faz sem gritar, embora sua voz seja ouvida nas ruas.
• O líder/servo, além de modesto e humilde, é gentil: Ele não quebrará o caniço rachado nem apagará o pavio fumegante, simbolizando gentileza e cuidado com quem está fragilizado.
• O servo segundo Deus não é vingativo, justiceiro; contudo, administra a justiça com fidelidade – ele não mostra fraqueza nem se deixa ferir até que estabeleça justiça na Terra.
• Ao reger com justiça até as pessoas longínquas das ilhas colocam sua esperança nas leis do servo de Deus, que representa ao Criador do Céu, que estendeu a Terra, que deu fôlego aos seres e a vida aos que andam nela.
• O servo é chamado em retidão pelo Senhor, que promete segurar sua mão, guardá-lo e torná-lo mediador para o povo e uma luz para os gentios/incrédulos.
• Por fim, o servo de Deus que lidera segundo o padrão divino é designado para erguer os necessitados, auxiliar os vulneráveis e resgatar aos que estão escravizados no erro.
Não há pessoa que mais se encaixa no padrão de líder/servo segundo Deus do que o Seu próprio Filho. Embora o texto tenha alto teor de profecia messiânica, sua mensagem deve moldar a todo seguidor de Cristo. Jesus é o maior modelo de Líder que viveu neste mundo.
A ênfase da missão da liderança de Cristo é trazer justiça, porém, ao contrário dos líderes terrenos que buscam poder através de demonstrações de força, o servo de Deus não é agressivo ou ostensivo; por conseguinte, Ele não usa a justiça para humilhar, mas para curar e restaurar!
Jesus disse que o descanso está em aprender a ser manso e humilde como Ele (Mateus 11:28-30). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/41
No coração de Isaías 41:10-13 há uma garantia profunda e poderosa da força inabalável de Deus, da proteção fiel e da presença constante em nossas vidas. No versículo 10, Deus nos tranquiliza dizendo: “Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; Eu o segurarei com a minha mão direita vitoriosa.”
Esta Escritura incorpora tanto uma ordem divina quanto uma promessa. Ordena-nos que eliminemos os nossos medos, pois servimos a um Deus que governa as nações e que amorosamente nos escolheu como Seus. Ao obedecermos a esta ordem, encontramos segurança na reconfortante promessa de que Deus está conosco.
Pare por um momento e deixe a verdade de Romanos 8:31 tomar conta de você. “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” Isso inclui depressão, ansiedade, medo de perder um ente querido, pressão dos colegas, potencial perda de emprego, etc.
Ellen White fala de como Deus anseia ajudar aqueles que se sentem desamparados. (PR 316). E Spurgeon escreveu: “A proximidade de Deus traz semelhança com Deus”. À medida que confiamos mais em Deus, passando tempo com Ele, mudamos e a mudança é evidente.
Vamos segurar a mão estendida de Deus, deixando que Ele nos capacite para sermos vasos para Ele.
Taylor Anderson
Professor, Escola Adventista de Dili, Timor Leste
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/41
Tradução: Luís Uehara/Quimelli
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654 palavras
1 Calai-vos. Deus ordena aos povos de terras distantes a ouvir em silêncio Sua voz (sobre o contexto, ver com. de Is 40:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 260.
2 O justo (ARC). Isto é, Ciro (ver com. [CBASD] de Is 44:28; 45:1), rei da Pérsia, que destruiu o império babilônico e libertou os judeus (2Cr 36:22, 23; Ed 1:1-4; 5:13-15; 6:3-5). Deus suscitou Ciro em “justiça”, para reconstruir a cidade de Jerusalém e libertar os cativos (Is 45:13). Ciro era u.m símbolo de Cristo, que também foi chamado “em justiça” (Is 42:6) e cuja tarefa era “proclamar libertação aos cativos” (Is 61:1). Assim como Ciro derrotou a antiga Babilônia, também Cristo derrotará a Babilônia mística (Ap 16:19; 17:1, 5; 18:2, 21). Ciro foi muito honrado na Antiguidade como homem íntegro e corajoso, e singular entre os antigos conquistadores do Oriente por seu elevado caráter e pela justiça e sabedoria de seus decretos. CBASD, vol. 4, p. 260.
6 Um ao outro ajudou. Numa tentativa de deter as conquistas de Curo, as nações se consultavam entre si. Lídia fez aliança contra o Egito e Babilônia contra Ciro. CBASD, vol. 4, p. 261.
10 Não temas. Nos dias de Isaías, havia muitos motivos para temer. O reino do norte havia sido destruído pelo poderio militar da Assíria, e parecia que Judá não resistiria mais. O povo precisava de uma mensagem de conforto e esperança, e Isaías buscava inspirá-lo com coragem e ânimo (ver Is 40:1, 2; 42:13, 14; 43:5; 44:2). CBASD, vol. 4, p. 262.
Eu sou contigo. Nos dias de Isaías, os judeus necessitavam da promessa implícita no nome Emanuel (ver com. [CBASD] de Is 7:14 [Do heb. ‘Immanu ‘El, literalmente, “Deus conosco”, que significa “Deus {está} conosco”, como o contexto torna claro, para livrar Israel de seus inimigos]), de que Deus estaria com eles. CBASD, vol. 4, p. 262.
11 Envergonhados e confundidos. Esta promessa se cumpriu de forma impressionante com a destruição do exército de Senaqueribe. Aquele que luta contra o povo de Deus, luta contra o próprio Deus. CBASD, vol. 4, p. 262.
13 Eu […] te tomo pela tua mão direita. Um sinal de acordo e amizade (ver com. [CBASD] de Am 3:3). Neste caso, é um sinal da aliança. Israel pertencia a Deus e desfrutava da direção, força e proteção divinas. CBASD, vol. 4, p. 262.
14 Ó vermezinho de Jacó. Deus relembra ao povo de Israel que ele não tem valor ou força em sia mesmo. Sem Deus ele era fraco, desvalido e insignificante, prontos a ser desprezado e pisado (ver Jó 25:6; Sl 22:6). CBASD, vol. 4, p. 262.
O teu Redentor. Isaías, com frequência apresenta Deus como seu redentor (Jó 19:25). CBASD, vol. 4, p. 262.
18 Tornarei o deserto em açudes de águas. Com frequência, Isaías descreve as regiões da terra não alcançadas pelas bênçãos do evangelho como lugares secos e áridos que necessitam da refrescante graça divina (Is 12:3; 35:6, 7; 43:19, 20; 44:3). […] Cristo é a água da vida para um mundo sedento (Jo 4:14, 15; 7:37; ver Ap 22:1-3; cf. Zc 13:1). Também é verdade que este mundo outrora belo tem em muitos lugares se tornado um deserto. CBASD, vol. 4, p. 263.
19 Buxo. Provavelmente o cipreste do Líbano. CBASD, vol. 4, p. 263.
21 Apresentai a vossa demanda. Deus desafio os adores dos falsos deuses a apresentar evidências convincentes do poder desses deuses. Nesta passagem (v. 21-26), propõe-se a habilidade de prever o futuro como uma prova do poder divino. CBASD, vol. 4, p. 263.
22 As coisas futuras. Deus […] conhece o futuro e o passado. Satanás sabe algo do que está por vir, mas o que sabe é resultado do que Deus revelou. Ele também pode prever, em parte, o caminho que tomará o homem que está sob seu controle. Mas somente Deus pode realmente predizer o futuro. CBASD, vol. 4, p. 263, 264.
25 Do norte. Ciro é representado avançando desde o norte e o leste. Babilônia estava ao leste de Judá; mas, na Palestina, entrava-se desde a Mesopotâmia pelo norte, próximo a Carquemis, no braço do Eufrates. Por essa razão, com frequência se relaciona Babilônia ou Assíria ao norte (ver com. [CBASD] de Jr 1:14; 3:18; 4:6; etc.). CBASD, vol. 4, p. 264.
Ele invocará o Meu nome. Fica claro que, pelo menos em parte, Ciro conhecia o Deus do Céu (ver 2Cr 36:23; Ed 1:2). CBASD, vol. 4, p. 264.
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“Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou o teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a Minha destra fiel” (v.10).
Isaías foi privilegiado ao receber do Céu várias promessas referentes à vinda do Messias. Seus escritos foram entregues a Israel como um mapa de um tesouro a ser compartilhado com todas as nações. “Aquele que desde o princípio tem chamado as gerações à existência” (v.4) entregou a Israel “as chaves do reino dos céus” (Mt.16:19) a fim de que cumprissem o propósito de sua eleição: “Os países do mar viram isto e temeram, os fins da Terra tremeram, aproximaram-se e vieram. Um ao outro ajudou e ao seu próximo disse: Sê forte” (v.5-6).
Apesar das recorrentes fases de rebeldia do povo de Deus e das disciplinas aplicadas através de nações inimigas, também era sempre recorrente a manifestação da misericórdia divina. A peregrinação no deserto durou 40 anos. O cativeiro babilônico durou 70 anos. Ou seja, a correção é necessária, mas é temporária. O calendário de Deus é infalível e perfeito. Para nós, talvez seja fácil pensar que Isaías foi privilegiado pelas verdades que recebeu, mas é provável que para ele não tenha sido fácil lidar com a realidade de que o seu Redentor não viria em seus dias. E para o povo, a expectativa de um futuro cativeiro não era nada animadora.
O Senhor desejava ensinar ao Seu profeta e ao Seu povo que a fonte da renovação das forças está em não largar de Sua mão. A confiança em Deus nos liberta de nossas ansiedades e emoções má administradas e abre os nossos ouvidos às palavras de ânimo e consolo: “Porque Eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que Eu te ajudo” (v.13). Imagino o profeta com os olhos marejados e o coração repleto de ternura ao receber e escrever estas palavras. Assim como Isaías conhecia as profecias e sinais, mas não conhecia o tempo da primeira visitação de Cristo, também conhecemos as profecias e sinais que apontam para o Seu segundo advento, mas também não sabemos quando Ele virá.
Até lá, como Isaías, temos uma missão a cumprir: Relatar “as profecias anteriores” (v.22), de como elas se cumpriram conforme a Palavra do Senhor e então anunciar “as coisas que ainda hão de vir” (v.23). Que momentos difíceis estamos vivendo, amados! Eu confesso que estou exausta! Exausta de mim mesma e “de todas as abominações que se cometem” (Ez.9:4). Creio estarmos experimentando as primeiras gotas do tempo de angústia. Mas nós servimos ao Santo de Israel, que tem todo o poder sobre o curso da história e que deseja fazer de mim e de você “um mensageiro de boas-novas” (v.27).
Consolemos uns aos outros com as palavras do Senhor: “Não temas, ó vermezinho de Jacó, povozinho de Israel; Eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu Redentor é o Santo de Israel” (v.14) […] “tu te alegrarás no Senhor e te gloriarás no Santo de Israel” (v.16) […] “Eu, o Senhor, os ouvirei, Eu, o Deus de Israel, não os desampararei” (v.17) […] “tornarei o deserto em açudes de águas e a terra seca, em mananciais” (v.18) […] “para que todos vejam e saibam, considerem e juntamente entendam que a mão do Senhor fez isso, e o Santo de Israel o criou” (v.20).
O nosso Redentor e Criador logo virá! Ele prometeu e Ele não mente! Que o cumprimento das profecias e sinais adventistas provoquem em nós a reação descrita por Jesus: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28).
Santo de Israel, como agradecer por Tua graça e bondade, que constantemente nos chamam ao arrependimento e nos oferecem uma vida renovada? Concede-nos o Espírito Santo para que sejamos como Abraão, Teu amigo (v.8)! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, amparados pelo Deus de Israel!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Isaías41 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 41 – Em um mundo descontrolado, e para uma sociedade em caos, Deus Se apresenta como o Senhor que controla eventos desde o princípio. Ele está presente desde as primeiras gerações.
Diante disso, a ilhas testemunham Seu poder e tremem; os confins da Terra se aproximam para o julgamento. Contudo, tudo visa o encorajamento do povo, que é servo escolhido por Ele. O próprio Deus assegura Sua presença, força e auxílio ao Seu insignificante povo, e profere promessas de humilhação aos inimigos dos fiéis (Isaías 41:1-10).
Aqueles que se opõem a Deus e ao Seu povo serão reduzidos a nada, os adversários do bem e da verdade serão aniquilados. Enquanto isso, Deus segura Seu povo pela mão direita, oferecendo auxílio e encorajamento para Seu povo não temer; pois, Deus é o seu Redentor que traz libertação e satisfação (Isaías 41:10-16).
Deus atende aos necessitados, pois Ele pode até mesmo reverter o deserto em um lugar fértil. Além disso, Ele revela Sua autoria na criação da natureza: Sua mão fez todas as coisas. Em contrapartida, quaisquer outros deuses ou ídolos são ineficazes e suas obras são inexistentes. Eles são alvos da condenação de Deus, e nada podem fazer para livrar-se e nem livrar aos seus fervorosos adeptos, defensores (Isaías 41:17-24).
Já que a religião alheia ao Deus verdadeiro é falsa, e cujos objetos de adoração são imprestáveis, o próprio Deus verdadeiro anuncia eventos e envia um mensageiro de boas novas vindo de Jerusalém (Isaías 41:25-29).
Isaías 41:27 revela não apenas a interação histórica entre Deus e Israel na frase “desde o princípio eu disse a Sião: ‘Veja, estas coisas acontecendo!’”, mas aponta para a esperança messiânica e a fidelidade contínua de Deus em cumprir Suas promessas:
• “A Jerusalém Eu darei”: O próprio Deus faz a promessa. Ele mesmo a cumprirá.
• “Um Mensageiro”: Aponta para a vinda de alguém com informações importantes.
• “Boas novas”: Esta expressão está frequentemente associada à salvação e restauração.
Jesus é o Mensageiro-Mor de Deus aos pecadores desolados que não apenas traz mensagens de salvação, mas Se torna o Redentor de toda a humanidade sofredora. Somente a vinda do Messias trouxe consolo real e redenção total, da qual tanto carecemos! Devemos ouvir as boas novas/evangelho e sermos receptivos à Sua obra redentora! – Heber Toth Armí.