Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 39 by Luís Uehara
1 de janeiro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/39

Você já fez algo estúpido? Nesse caso, é importante saber a distinção entre fazer estupidez e ser estúpido. Todos nós fazemos coisas estúpidas. E muito poucos de nós somos estúpidos.

Para Ezequias, ele fez uma estupidez quando acabara de se recuperar de uma doença mortal. Ele estava feliz, tonto, animado. Ele se sentia invencível. E se você e eu olharmos para a nossa própria vida, é justamente nesses momentos que temos maior probabilidade de fazer coisas estúpidas.

Quanto ao nosso bom rei, ele se exibiu. É isso que fazem os homens que se sentem invencíveis. Essa é a queda típica que é resultado do espírito altivo notório.

O que acontece depois de agir de maneira estúpida tem muito a ver com permanecermos fiéis a Deus.

O que Ezequias disse, depois que seu erro foi claramente exposto, foi “Boa é a palavra do Senhor”. Isaías 39:8.

Eu sei que muitas pessoas reagem de maneira diferente. Eles odeiam os versículos ou passagens que apontam seu mau comportamento. Eles se ressentem das pessoas que compartilham essas citações. Eles se ressentem dos pais que ajudaram a compartilhar o conselho de Deus. Eles também não gostam do profeta.

Mas seria mais sábio imitar o bom rei Ezequias e dizer: “Boa é a palavra do Senhor”. Aceitar e amar o conselho de Deus é como agir fielmente após agir estupidamente.

Eugene W. Prewitt
Diretor do BE WELL, um centro de estilo de vida em Bangladesh

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/39
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ISAÍAS 39 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS  by Maria Eduarda
1 de janeiro de 2024, 0:50
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Ler tb 2Rs 20.

Merodaque-Baladã. Este nome é comum nas inscrições Assírias de Sargão e Senaqueribe. Merodaque-Baladã … foi rei da Babilônia de 721 a 709 a.C., e novamente por um curto período em 703. … Como Ezequias  tinha resistido a Senaqueribe de forma tão decidida, Merodaque-Baladã o considerou um aliado poderoso. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 251.

Ezequias se agradou. Ele se envaideceu com essa inesperada atenção de um rei de Babilônia, e ficou feliz com o interesse de outros em resistir à Assíria. Portanto, Ezequias recebeu bem os enviados babilônios como aliados e amigos, sem imaginar que em pouco tempo, Babilônia tomaria o lugar da Assíria como o grande poder do Oriente e que um de seus reis conquistaria Judá. CBASD, vol. 4, p. 251.

Ezequias, se sentindo honrado com sua atenção e talvez sentindo simpatia com seu propósito (de derrotar a Assíria) mostrou aos enviados babilônicos os seus tesouros. Mas Isaías advertiu o rei para não confiar em Babilônia. Life Application Study Bible Kingsway.

Mostrou aos mensageiros a casa. Sobre a tolice de Ezequias em fazer isso, ver com. de 2Rs 20:13. CBASD, vol. 4, p. 251.

Que viram … ? Ver com. de 2Rs 20:15. Salomão tinha previsto o tempo quando pessoas chegariam de terras distantes para aprender sobre o Deus de Israel (1Rs 8:41-43; ver também p. 15, 6). A falha em aproveitar a oportunidade de testemunhar do verdadeiro Deus mostrou a ingratidão de Ezequias pela bênção de ter sua saúde restaurada (Is 38: 1, 9). CBASD, vol. 4, p. 252.

4-7 O que havia de mal em mostrar tudo aos Babilônios? Ezequias falhou em não prever que Babilônia se tornaria a próxima ameaça, e que eles, e não os assírios, conquistariam a cidade. Quando Isaías disse a ele que Babilônia iria um dia levaria tudo embora, esta foi uma profecia surpreendente porque Babilônia estava lutando pela independência contra a Assíria. A auto-satisfação de Ezequias em mostrar seus tesouros terrenos trouxe suas consequências (2Rs 25; Dn 1: 1, 2). Sua resposta (39:8) pode ter sido de pouca visão [e egoísta] , mas ela estava simplesmente mostrando gratidão pela bênção divina de que paz reinaria durante seu tempo de vida e porque o julgamento de Deus não foi mais severo. Life Application Study Bible Kingsway. [ver tb com. CBASD de 2Rs 20:19).

Ezequias, um dos reis mais fiéis de Judá, trabalho duro em seu reinado para banir a adoração aos ídolos e purificar a adoração ao verdadeiro Deus e no templo de Jerusalém. No entanto, ele sabia que seu reino não era puro. Poderosas correntes obscuras do mal atraíam a destruição e somente a intervenção miraculosa de Deus preservava Judá da destruição pelos seus inimigos. Aqui, Ezequias se mostrava grato porque Deus preservaria a paz durante o seu reinado. Tão logo Ezequias morreu, a nação se precipitou de volta aos seus caminhos pecaminosos sob a liderança do filho de Ezequias, Manassés. Ele reconstruiu os centros de idolatria que seu pai destruiu. Life Application Study Bible Kingsway.



Isaías 39 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de janeiro de 2024, 0:45
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Em um curto período de tempo, Ezequias atravessou um mar de turbulências e experimentou a calmaria através da intervenção do Senhor na segurança do reino e em sua saúde. “Nesse tempo” (v.1), Ezequias recebeu não mais uma carta de ameaças, mas “cartas e um presente” (v.1) de um suposto aliado de “uma terra longínqua” (v.3). Tendo notícias de que Ezequias “estivera doente e já tinha convalescido” (v.1), o rei da Babilônia enviou seus mensageiros a fim de se inteirar da situação. A Bíblia diz que “Ezequias se agradou disso e mostrou aos mensageiros a casa do seu tesouro”, e que “nenhuma coisa houve, nem em sua casa, nem em todo o seu domínio, que Ezequias não lhes mostrasse” (v.2).

Aquela agradável visita, porém, sinalizou a terrível crise que se daria no futuro. Percebam que a intenção de Merodaque-Baladã não era de obter relatório real dos tesouros de Judá, mas obter conhecimento da fonte da cura. Como se deu a cura de Ezequias? Era muito provável que aquela enfermidade já tivesse atingido muitos em Babilônia e que nenhuma das poções e tratamentos fomentados pelos magos e curandeiros caldeus houvesse obtido êxito. Quem sabe Ezequias até tenha mencionado aos mensageiros sobre o emplasto de pasta de figos, e pensado que bastava mostrar um reino próspero e bem ordenado para se subentender que tudo aquilo provinha das mãos do Criador. Aquele que antes havia se humilhado diante do Senhor foi tomado pelo orgulho e pelo egoísmo que o impediram de iluminar aqueles mensageiros com a glória de Deus.

A pergunta do profeta é dirigida hoje a cada crente: “Que viram em tua casa?” (v.4). Conforme as profecias apocalípticas, existe uma Babilônia espiritual, uma condição de decadência espiritual dada a atual conjuntura. O mundo está enfermo e padece diante das inúmeras mazelas de milênios de pecado. E o Senhor concedeu ao Seu povo dos últimos dias uma mensagem de esperança e salvação a fim de que muitos possam ouvir o Seu apelo: “Caiu, caiu a grande Babilônia… Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:2 e 4). Mas o que o mundo tem visto em nossas casas e em nossas igrejas? Apenas prosperidade física e material, ou a irrefutável manifestação do poder do Espírito Santo?

Diante de uma geração prestes a enfrentar um “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1), parece que, como Ezequias, estamos tranquilos pensando: “Haverá paz e segurança em meus dias” (v.8) e prosseguimos divulgando e nos agradando do que é terreno e passageiro. Mas a boa Palavra do Senhor é aquela que nos adverte e desperta: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3).

A luz de que o mundo necessita não é a que se reflete nos mármores de igrejas e de casas bem ornadas. A luz de que o mundo necessita é a que provém do “assim diz o Senhor”, pois que o cumprimento da profecia está bem diante dos nossos olhos: “Eis que vêm dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a Terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor” (Am.8:11).

Quando impressionados diante da beleza do templo de Jerusalém, os discípulos declararam: “Mestre! Que pedras, que construções!” (Mc.13:1). Mas Jesus lhes respondeu: “Vês estas construções? Não ficará pedra sobre pedra, que não seja derribada” (Mc.13:2). E foi este diálogo que precedeu o Seu sermão profético. Se a prosperidade nesta Terra tem precedido o lugar que só é devido a Deus e tem ocupado o tempo que deveria ser investido em pregar o evangelho eterno, o Senhor nos convida hoje a rever as nossas prioridades e seguir a Sua ordem: “prega a Palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina” (2Tm.4:2).

Façamos parte da geração que pregará “este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).

Senhor, neste novo ano que se inicia, queremos ser Teus instrumentos pregando o evangelho como nunca antes. Mas para que isso seja real e poderoso, necessitamos do Teu Espírito Santo. Dá-nos Teu Espírito, Pai! Capacita-nos para apressar o segundo advento do nosso Redentor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia e feliz Ano Novo, atalaias de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Isaías39 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 39 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
1 de janeiro de 2024, 0:40
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ISAÍAS 39 – Ao conectarmos Isaías 36, 37, 38 e 39 percebemos uma narrativa coesa que explora a confiança em Deus diante de desafios, a resposta divina à oração sincera, a fragilidade humana e os perigos da complacência espiritual. Estes capítulos fornecem verdades que continuam a ressoar, inspirando-nos a buscar uma relação mais intensa com Deus, confiando em Sua orientação, reconhecendo nossa dependência e evitando a complacência que desvia-nos do caminho certo.

Em Isaías 36, Senaqueribe ameaça invadir Jerusalém. A confiança do rei Ezequias é testada; então busca o profeta.

Em Isaías 37, a resposta de Deus veio com um anjo exterminando o exército assírio, demonstrando a vitória que acompanha àquele que coloca a confiança em Deus.

• Mesmo diante de ameaças esmagadoras, a confiança em Deus é a verdadeira fonte de fortaleza.
• A fé é importante em meio às adversidades.
• A intervenção divina na história humana transforma situações aparentemente sem solução em bênçãos extraordinárias.

Em Isaías 38 Ezequias enfrenta uma doença mortal e volta-se para Deus, que decido curá-lo e prolongar sua existência.

• A misericórdia de Deus revela-se como resposta à humildade e à fé, oferecendo esperança mesmo nas situações mais sombrias.
• Essas verdades deveriam ser propagadas por toda pessoa que desfruta de um relacionamento real com Deus.

Porém, em Isaías 39, o último capítulo desta sequência, ao receber enviados da Babilônia, orgulhosamente Ezequias exige seus tesouros. Então, Isaías prediz que, como resultado dessa exibição, a Babilônia se tornaria uma ameaça futura aos judeus. A tentação da exibição de riquezas resultou na profecia de que, eventualmente, esses tesouros seriam levados à Babilônia (Daniel 1:1-2).

• Esse episódio alerta-nos sobre os perigos da complacência espiritual e destaca como nossas escolhas moldam nosso destino, o destino de nossa família e até mesmo o destino de uma nação inteira.
• Esse capítulo não revela apenas a fragilidade inclusive de grandes homes de fé, mas também serve de lembrete das consequências das decisões alheias à perspectiva de Deus.

Isaías 36, 37, 38 e 39 formam um quadro complexo, tecido com fios de desafios humanos, respostas divinas, orações fervorosas, curas milagrosas e previsões proféticas. Este ciclo de eventos convida-nos a contemplar não apenas as batalhas e vitórias momentâneas, mas a jornada completa da fé, da fragilidade humana diante da soberania divina!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.