Reavivados por Sua Palavra


Salmo 133 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de setembro de 2023, 0:45
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Afinal de contas, o que é a união fraternal? A Bíblia nos apresenta um grupo de pessoas que se amam mutuamente, e uma experiência que promove uma bênção transbordante:

“É como o óleo […] que desce” (v.2). “É como o orvalho […] que desce” (v. 3). A união entre irmãos é algo que não cabe dentro de um lugar, ela transborda em sua esfera de influência, porque está ligada à Fonte que jorra “para a vida eterna” (Jo.4:14).

Atentem para este precioso detalhe: o óleo é derramado de cima para baixo. O orvalho cai de cima para baixo. A união genuína só acontece quando ela provém do alto. A união com Cristo promove a união fraternal em Cristo, pelo desenvolvimento dos dons espirituais, “com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho de seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo” (Ef.4:12). Não há amor e muito menos união onde Cristo não seja o Doador do amor, e sim grupos divididos dentro de um mesmo lugar. A esta realidade, porém, Cristo nos deixou séria advertência: “toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mt.12:25).

Oh, amados! Precisamos buscar no exemplo de Cristo o amor que devemos viver. Somente quando experimentamos este amor, é que começamos a entender, na prática, a identidade do verdadeiro discípulo de Jesus: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35). A respeito disso, eu confesso, de todo o meu coração, que ainda preciso galgar muitos degraus para viver de verdade este ministério sagrado. Precisamos ser sinceros com o Senhor e uns para com os outros. Necessitamos de uma comunhão plena com Deus para que a bênção da comunhão fraternal seja uma realidade em nossa vida.

Viver em união com os diferentes não é fácil. Mas o que seria da orquídea sem a árvore hospedeira, e vice e versa? Não há relação de prejuízo entre estes seres vivos, muito pelo contrário, há uma relação que a biologia chama de simbiose, onde um fornece alimento para o outro formando uma união perfeita. São diferentes, mas se completam.

Não podemos, porém, confundir união com conivência, amados. Jesus atraía todos a Si, mas não foram as multidões que permaneceram com Ele. Ellen White escreveu: “Quando amarem a Deus de todo o coração, serão sábios para a salvação” (Este Dia com Deus, CPB, p.130). Apenas guiados pelo genuíno amor divino seremos sábios para discernir a vontade de Deus como membros do corpo de Cristo.

Você almeja a bênção de Deus e a vida? Ame ao Senhor com todo o seu coração, entendimento e força, e Ele lhe ajudará a viver a “simbiose” com seus semelhantes, a prima virtude do fruto do Espírito: o amor (Gl.5:22).

Nosso amado Pai, Jesus nos advertiu que, em nossos dias, o amor se esfriaria de quase todos. Não esse falso amor que tem sido pregado, mas o verdadeiro amor, que emana de Tua Palavra. Enche-nos do Teu Espírito e dá-nos sabedoria em nossos relacionamentos para que, unidos a Ti, possamos viver aqui a união fraternal do Céu! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, unidos em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Salmos133 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 133 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de setembro de 2023, 0:40
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SALMO 133 – Não há bênção nas brigas, na desunião e nas desavenças. Não existe elogio para tensões, rivalidades, egoísmo e individualismo.

Na verdade, a loucura da arrogância, estupidez, grosseria e humilhações deve ceder lugar à humildade, respeito, educação, polidez, amor e bondade a fim de que haja harmonia nos relacionamentos. E, isso requer determinação, perseverança e orientação divina; pois, naturalmente nossa natureza pecaminosa é contra nossa felicidade.

O Salmo 133 é curto, porém seu tom poético celebra a bênção da união e da harmonia entre os irmãos:

1. O Salmo 133 inicia com uma declaração maravilhosamente positiva sobre a beleza da união entre os irmãos.
2. O Salmo 133 segue ilustrando a bênção da união e harmonia utilizando imagens vívidas para apoiar seu argumento, evocando a ideia de algo valioso, sagrado e refrescante:
• É como o óleo precioso da unção que desce sobre a cabeça e a barba do sumo sacerdote Arão.
• É como o orvalho que desce lentamente irrigando o monte Hermom.
3. O Salmo 133 conclui enfatizando a importância da união, descrevendo-a como agradável e preciosa – algo que Deus aprova, promove e abençoa.

Há uma conexão notável e profunda entre o Salmo 133 e a oração intercessora de Jesus registrada em João 17 antes dEle morrer pela salvação dos pecadores. Além disso, na oração do “Pai Nosso”, Deus é considerado Pai, e nós Seus filhos; ou seja, os crentes são irmãos uns dos outros.

Os irmãos vivendo juntos em harmonia – apesar das diferenças – são comparados a uma realidade abençoada e agradável. Em João 17, durante a Última Ceia, Jesus eleva uma oração profunda expressando Seu ardente anelo pela unidade dos cristãos. Ele deseja que tal unidade seja um sinal de Sua missão no mundo como Messias.

A unidade não é apenas um ideal humano, mas também um desejo divino. Por isso, o evangelho visa curar nossas vaidades a fim de que a unidade testemunhe poderosamente da bênção da graça de Deus para uma sociedade marcada por divisões e conflitos. Por conseguinte, o evangelho eterno precisa ser proclamado a todas as nações e tribos do mundo todo (Apocalipse 14:6-7).

Portanto, vamos reavivarmo-nos na união… vamos promover a unidade, pois tem muita gente promovendo conflitos, brigas e confusão! Vamos viver o ideal de Deus! – Heber Toth Armí.



SALMO 132 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 132 – Primeiro leia a Bíblia

SALMO 132 – BLOG MUNDIAL

SALMO 132 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



SALMO 132 by Luís Uehara
15 de setembro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/132

O Salmo 132 é dividido em três seções: a primeira é o desejo e a intenção de Davi de construir um templo apropriado para o Senhor. Ele fez um voto de que sua atenção não seria desviada por nada; ele não poderia e não descansaria até que seu objetivo fosse completado.

A segunda seção relata a descoberta da arca e a alegria subsequente, e depois pede a bênção do Senhor para sacerdotes e pessoas.

Em terceiro lugar, vem as promessas do Senhor a Davi e seu povo, promessas de uma linha ininterrupta de sucessão ao trono, prosperidade abundante, incluindo alimento para os pobres e a alegria que advém de caminhar com Deus. Em conclusão, Deus também promete coroar Davi com esplendor.

Devemos notar, no entanto, que essas promessas de Deus, como sempre, dependem da obediência e do uso correto de Suas bênçãos. Se Israel seguisse fielmente as instruções do Senhor, eles seriam continuamente abençoados com paz, prosperidade e a oportunidade de ser uma poderosa influência para o céu.

Hoje, o povo de Deus tem as mesmas escolhas – rejeitar Seu amor e seguir o mundo, ou concentrar-se em segui-Lo e colher o futuro glorioso que Ele planejou para nós em Sua presença para sempre.

Eileen VanTassel
Riverside, Washougal, Washington EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/132
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Giselle Quimelli



SALMO 132 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2023, 0:50
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252 palavras

Introdução. O Salmo 132 é uma canção que comemora o desejo de Davi de edificar uma casa de adoração e as graciosas promessas do Senhor o rei pastor (ver 2Sm 7:1-13; T1, 203). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1030.

3 Não entrarei. Davi decidiu fazer da edificação da casa para o Senhor um item de preeminência em seus negócios. CBASD, vol. 3, p. 1030.

Não darei sono. Uma ilustração oriental (ver Pv 6:4). O salmista não descansaria até que preparasse um local de repouso para a arca de Deus. Ele estava tão envolvido coma obra de Deus que tudo o mais ficou em segundo plano. CBASD, vol. 3, p. 1030.

6 Ouvimos. Uma abrupta transição de pensamento para a arca sem casa. CBASD, vol. 3, p. 1030.

Efrata. O significado desta passagem poética é obscuro. …Belém [ou] … Quiriate-Jearim (1Cr 2:24, 50), onde a arca esteve por 20 anos (1Sm 7:2). CBASD, vol. 3, p. 1030.

9 De justiça. São exigidas pureza e santidade daqueles que ministram nos ofícios sagrados (ver Jó 29:14; Ap 19:8). CBASD, vol. 3, p. 1030.

14 Meu repouso. Houvesse Israel, como nação, preservado a aliança com o Céu, e Jerusalém teria permanecido para sempre como eleita de Deus”(GC, 19; ver DTN, 577). CBASD, vol. 3, p. 1030, 1031.

16 Vestirei … os seus sacerdotes. Uma resposta à oração do v. 9. Tragicamente, Israel falhou em sua missão. Em lugar de serem vestidos com a salvação, seus sacerdotes se tornaram profanadores da verdadeira adoração (Ez 22:26). CBASD, vol. 3, p. 1031.

17 Para o Meu ungido. Isto é, para o rei, aqui uma referência a Davi. A palavra “ungido”vem do heb. mashiah, literalmente, “messias”, da raiz mashah, “ungir”. CBASD, vol. 3, p. 1031.



Salmo 132 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de setembro de 2023, 0:45
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Observando a prosperidade de seu reino e a grandeza de seu palácio, Davi declarou: “Eis que moro em casa de cedros, mas a arca da Aliança do Senhor se acha numa tenda” (1Cr.17:1). A edificação de um templo fixo tornou-se o maior desejo do coração de Davi. Seu coração anelava por construir um lugar que excedesse qualquer construção na Terra; digno de abrigar a arca da aliança de Deus, objeto supremo de Sua glória. Inicialmente motivado pelas palavras positivas do profeta Natã, o rei exultou em poder dar início ao que julgava ser justo.

As intenções humanas, porém, por melhores que sejam, não definem a vontade de Deus. Apesar de legítimo, o desejo de Davi não estava em harmonia com os propósitos divinos. A diferença das respostas do profeta prova que profecias não são dadas com base em planejamentos humanos, mas em um claro e infalível “Assim diz o Senhor” (1Cr.17:4). O templo seria construído por Salomão, e mesmo diante da frustração de seus planos, como temente servo de Deus, Davi expressou a sua submissão a Ele: “Que mais ainda te poderá dizer Davi acerca das honras feitas a teu servo? Pois Tu conheces bem Teu servo” (1Cr.17:18).

Estamos, nós, dispostos a aceitar os propósitos divinos revelados em Sua Palavra? Você já orou pedindo que Deus lhe mostre o posto de seu dever em Sua obra nesta geração? Mais importante do que projetos bem intencionados, precisamos fazer de nossa vida um “lugar para o Senhor” (v.5). Em meio a uma geração de cristãos consumistas de sensações e emoções, programas bem elaborados e apresentações ovacionadas são tidos por espirituais, desconsiderando muitos dos conselhos da Palavra e dos Testemunhos inspirados. O mundo não necessita de uma religião semelhante a ele, e sim semelhante a Cristo, fiel à Palavra de Deus e à Lei contida na arca de Sua eterna aliança, como está escrito: “não mais andeis como também andam os gentios[…] não foi assim que aprendestes a Cristo” (Ef.4:17 e 20).

A Davi foram dadas duas profecias incondicionais: seu filho Salomão construiria o templo e de sua linhagem nasceria “Um rebento” (v.11), o Messias. Profecias que foram cumpridas à risca. Mas também lhe foi dada uma profecia condicional: “Se os teus filhos guardarem a Minha aliança e o testemunho que Eu lhes ensinar, também os seus filhos se assentarão para sempre no teu trono” (v.12). Infelizmente, a condição foi quebrada e a descendência de Davi perdeu a coroa que até hoje teria, caso tivesse sido fiel às palavras do Senhor. Mas o Senhor Jesus tem uma coroa eterna para cada um de nós, e esta promessa também envolve uma condição: “Sê fiel até à morte e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10).

Deus está em Sua santa morada, e não faz caso de quem quer que seja que O busque com inteireza de coração. “Entremos na Sua morada” (v.7). Pela fé e pelos méritos dAquele que rasgou o véu da separação (Mt.27:51), entremos no santíssimo do “santuário de Deus, que se acha no Céu”, onde está “a arca da Aliança” (Ap.11:19), e adoremos ao Criador “ante o estrado de Seus pés” (v.7). A fidelidade que Ele nos pede não está condicionada ao que fazemos, mas ao que permitimos que Seu Espírito realize em nós e através de nós. Está chegando o Dia que “de júbilo exultarão os Seus fiéis” (v.16). Aqueles que permanecerem em submissão ao Senhor e Sua Palavra, sobre estes “florescerá a sua coroa” (v.18), e eu estou plenamente certa que, se aceitarmos, “Aquele que começou a boa obra em [nós] há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fp.1:6).

Louvado seja o Teu nome, Senhor, porque Tuas palavras são fiéis e verdadeiras! Queremos receber a coroa da vida. Para isso, ajuda-nos a olhar para Jesus e estarmos em tão íntima comunhão com Ele que não desejemos nada mais do que estar com Ele para sempre, a começar aqui. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, moradas do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#Salmos132 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 132 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2023, 0:40
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SALMO 132 – O crente fiel passa por dificuldade e enfrenta as aflições com fé no coração e determinação em suas ações. Então, Deus honra aos que O honram. Neste Salmo…

• … podemos observar o profundo comprometimento de Davi com a casa de Deus (Salmo 132:1-10). O ardente desejo de Davi em relação à Casa de Deus levou Deus a reconhecer a sinceridade de seu coração e concedeu a ele uma dinastia duradoura. Mais do que desejar ser como Davi, devemos desejar o mesmo comprometimento que ele buscou ter com Deus.
• … é possível perceber que Deus recompensa àqueles que se comprometem profundamente com Ele (Salmo 132:11-12). Deus confirmou a aliança com um juramento, que nos alcança até hoje. Nossa relação com Deus depende dessa aliança, que alcançou seu auge no sacrifício de Cristo por todos nós.
• … temos vislumbres de que o cumprimento pleno pelo Messias-Rei se dará em Sua segunda vinda (Salmo 132:13-18). Jesus é o Filho de Davi que assume o trono. Seu retorno triunfante e glorioso estabelecerá Seu reino e conduzirá Seus súditos para estar seguro com Ele para sempre.

Devemos buscar ter compromisso com Deus tão forte quanto o de Davi. Temos de construir a casa espiritual hoje através do serviço e da adoração a Cristo. Nossa confiança na fidelidade de Deus vista no cumprimento da promessa deve motivar-nos a ser fieis a Ele.

O fato de Deus ter cumprido as promessas quanto à segunda vinda de Cristo é a garantia do cumprimento das promessas concernentes à Segunda Vinda do Salvador. Essa revelação enche o coração do remanescente de esperança, de vitória e regozijo.

Temos importantes motivos para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí



SALMO 131 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 131 – Primeiro leia a Bíblia

SALMO 131 – BLOG MUNDIAL

SALMO 131 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



SALMO 131 by Luís Uehara
14 de setembro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/131

No Salmo 131, Davi fala sobre como ele não é arrogante, seus olhos não são altivos, ele não se preocupa com grandes assuntos. Um comentarista que li sugeriu que Davi escrevera isso em resposta ao rei Saul, que o chamou de ambicioso demais.

Ser ambicioso demais não parece ser um problema para a grande maioria nos dias de hoje. Para elas, subir o mais alto possível e exibir suas realizações (reais ou imaginárias) nas redes sociais para que todos possam ver parece ser o objetivo da vida.

Algumas pessoas dizem que o ideal bíblico de ser humilde e manso é simplesmente fraco e apenas os fortes e durões se dão bem no mundo de hoje. Mas se olharmos para Jesus, Ele não leva muitos de nós à fama ou riqueza mundana (embora às vezes eu desejasse que ele me levasse à riqueza… brincadeira). Jesus nos leva a lugares humildes onde as pessoas precisam de ajuda, onde as pessoas precisam de comida, onde as pessoas precisam de um ouvido atento.

Talvez se Davi tivesse mantido o objetivo de ser humilde e manso, em vez de usar o poder que Deus lhe deu para impor sua vontade aos outros, ele teria tido um reinado muito mais feliz e todos estariam em situação muito melhor.

Laura Muse
Capelã de sanatório, Indiana, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/131
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



SALMO 131 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2023, 0:50
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238 palavras

Introdução. O Salmo 131 é uma canção que expressa confiança infantil e humilde submissão.O salmista cultivou a arte da disciplina própria até o ponto de não lutar mais pelo posto mais elevado CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1029.

1 Não é soberbo. Na escola da experiência, o salmista teve que renunciar ao orgulho e egoísmo e desenvolver um espírito manso e humilde. … Os que [como João, Mt 11:11] são sinceramente humildes [como João, Mt 11:11] são verdadeiramente grandes. CBASD, vol. 3, p. 1029.

2 Como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe … é a minha alma para comigo  (ARA; NVI: “Sou como uma criança recém-amamentada por sua mãe; a minha alma é como essa criança”). O salmista traçou um belo quadro do perfeito e da confiança de que ele desfrutava em Deus. Ele não era como uma criança que ainda não tivesse sido desmamada, facilmente perturbada pela fome. Bíblia de Genebra.

O salmista era desprendido das ambições e desejos mundanos e, então, desfrutava segurança e contentamento em Deus. CBASD, vol. 3, p. 1029.

3 Espera, ó Israel. O tom de experiência pessoal muda para um pedido a todo o Israel. Tendo sido desabituado de seus desejos egoístas, o salmista conseguia proferir uma oração por seu povo, Israel. Ele vivia para o Senhor e encorajava todos os seus amigos e conterrâneos a seguir seu exemplo. A vitória pessoal se tornou um modelo para ser seguido por todo o Israel. CBASD, vol. 3, p. 1029