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“Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra” (v.25).
Não sabemos por quanto tempo durou o sofrimento de Jó e nem por quanto tempo ele foi obrigado a ouvir as acusações de seus amigos. Mas foi tempo suficiente para levá-lo à exaustão emocional e piorar ainda mais o seu estado físico. Apesar de seus constantes apelos e pedidos de socorro, Jó sentia-se mais e mais oprimido por Aquele a quem buscava socorro: “Arruinou-me de todos os lados […] e arrancou-me a esperança” (v.10). Em seu desespero, sentia-se completamente só, e afligido pelo Único que tinha o poder de ajudá-lo. Mas sua falta de esperança neste mundo não poderia destruir a sua esperança no futuro lar de eterna paz.
Seus irmãos, seus conhecidos, seus parentes, seus servos e servas, as crianças, seus amigos íntimos, até sua mulher e todos os que ele amava o desprezavam. Jó estava desamparado e carente nem que fosse de um olhar de compaixão. Em sua angústia, como um grito por socorro, apelou aos seus acusadores: “Compadecei-vos de mim, amigos meus, compadecei-vos de mim” (v.21).
A descrição de sua condição física (v.20) nos dá um pálido vislumbre não somente de sua enfermidade, mas da dureza de coração de seus amigos, que encurralaram Jó numa espécie de tribunal arbitrário, não importando o que este falasse em sua defesa, sendo considerado como um réu condenado à pena de morte. Mesmo sentindo-se perseguido e abandonado à própria sorte, Jó revelou a sua plena confiança no Único que fielmente Se levantaria em sua defesa: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra” (v.25).
O desejo de Jó de ter suas palavras “gravadas em livro” (v.23) e “esculpidas na rocha” (v.24) foi atendido acima de qualquer registro jurídico. Suas palavras foram registradas na “Palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1Pe.1:23), como testemunho perpétuo de sua integridade e do poder de Deus em sua vida. Mesmo que não houvesse na Terra quem agisse em sua defesa, Jó revelou a sua esperança no glorioso advento de Cristo e a sua saudade dAquele a quem tanto amava.
Todo aquele que ama a Deus e O busca com humildade de coração, sente uma saudade imensa de um Deus que nunca viu e de um lugar que nunca foi. Mas são nos momentos de maior angústia e perseguição que esta saudade aumenta. Como Jó, sentimos “fome e sede de justiça” (Mt.5:6) e um intenso desejo de estar no lugar onde reinará o amor e a harmonia; onde “não haverá luto, nem pranto, nem dor” (Ap.21:4), nem “contendas e rixas” (Is.58:4), nem “iniquidade associada ao ajuntamento solene” (Is.1:13).
A esperança que sustentava o cansado e enfermo Jó deve ser a esperança que nos sustenta hoje neste mundo afetado por milênios de pecado. Se o Redentor veio primeira vez “para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo.1:11), como servos de Cristo, não devemos esperar um tratamento diferente. Quanto a isto, Paulo nos advertiu: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12). Perseveremos, amados! Perseveremos na mesma esperança de Jó, pois logo o nosso Redentor nos levará ao lar de eterna paz.
Olhando para a cruz, olhando para o que Jesus suportou em nosso lugar e para a Sua vitória sobre a morte, avancemos confiando em Sua derradeira promessa: “Certamente, venho sem demora”. Que nossa resposta corresponda em atos de misericórdia às palavras do discípulo amado: “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20). Vigiemos e oremos!
Bom dia, misericordiosos do Senhor Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Jó19 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 19 – Através das palavras gravadas, as verdades eternas não são apagadas. Os testemunhos dos fieis servos de Deus relatados são bênçãos para nossa compreensão e motivação em forma de legados. Por isso, temos o livro de Jó!
Na verdade, este livro foi um anseio de Jó quando submergia no oceano das críticas dos amigos e dos ataques do Inimigo de Deus (Jó 19:23-24).
Em Jó 19, nota-se que a esperança exerce função primordial no sofrimento. Sem ela, o lamento de Jó não teria fim. A esperança o ergueu do fundo do mais profundo poço. Mesmo sem ver qualquer saída ou solução, sendo atacado pelas picadas venenosas das serpentes farisaicas que se gabavam de santidade, Jó conseguiu através da fé colocar-se em pé sobre a esperança provida por Deus (Jó 19:25-27).
Os supostos crentes piedosos Elifaz, Bildade e Zofar exaltavam-se acima de Jó, e o atacavam usando sua própria humilhação (Jó 19:5). Mais do que as circunstâncias adversas e ameaçadoras, Jó era esmagado pelas “intenções de ajudar” de seus supostos “amigos” (Jó 19:1-22). Um dos mais elevados enganos que o pecado pode levar os crentes é o de ser culpados de pecados dos quais estão inconscientes. Tanto é que, no final do capítulo, Jó precisou “jogar duro” com seus amigos. Veja:
“Se vocês disserem:
‘Vejamos como vamos persegui-lo,
pois a raiz do problema está nele’,
melhor será que temam a espada,
porquanto por meio dela
a ira trará castigo a vocês,
e então vocês saberão
que há julgamento”.
Sempre há aqueles que se levantam para defender suas teorias como certas, enfrentando tudo e todos, discordando de gente que estudou mais que eles, que conhece mais que eles; suas teimosias preservam suas tolas heresias.
Desta forma, os especialistas e doutores são descartados por leigos a fim de endeusarem suas ideias erradas. Mesmo provando o contrário, o orgulho não as deixa se renderem. Com atitude petulante, tais pessoas demonstram que não têm intenso respeito nem temor por Deus. Neste caso, precisam de palavras fortes como as de Jó no final do capítulo de seu livro.
A Bíblia é um livro que visa abrir nossos olhos como somos inflexíveis como os amigos de Jó. Deus a preservou para indicar-nos a direção certa da verdadeira religião. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JÓ 18 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/18
Neste capítulo, Bildade argumenta com Jó. De acordo com o raciocínio de Bildade, se alguém está sofrendo neste mundo, é por causa do pecado de sua parte.
Todos os homens recebem sua justa recompensa nesta vida? Nem todos os homens recebem seu justo julgamento nesta vida. Somos advertidos como crentes a tomar cuidado para não invejar os ímpios. Para todas as aparências externas, os ímpios estão florescendo. Portanto, eles devem ser imitados. Certamente que não, dizem os mensageiros de Deus.
Neste capítulo, Bildade faz acusações a Jó. Esse suposto amigo critica Jó porque, afinal de contas, deve ter havido algo que Jó fez para merecer esse castigo.
Na realidade, Deus ainda pode ser justo, nós podemos ser inocentes e ainda assim, nossa vida nesta terra pode ser cheia de sofrimento. Nem todos os homens recebem sua justa recompensa nesta vida. Alguns sofrem ao longo desta vida, mas são recompensados no reino eterno de Cristo. Outros têm abundância de coisas materiais nesta vida, mas não são admitidos no reino celestial. As riquezas em si não são o problema.
No dia da vinda de Cristo, será visto quão pouco importa o que está em nossa conta bancária. Apenas uma coisa importará naquele dia: o caráter. Jó tinha esse caráter. Jó continuou confiando em Deus em meio a suas dificuldades. Façamos todos o mesmo.
Chris Hufnagel
Pastor, igrejas IASD de Brunswick/Camden, Divisão Georgia-Cumberland, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/18
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620 palavras
O segundo discurso de Bildade. Começando por censurar a Jó, descreve graficamente os terrores e a ruína que estão reservadas para os perversos, inclusive Jó, que quer mudar a ordem do mundo (Bíblia Shedd).
Bildade pensava que sabia como o universo funcionava e ele via Jó como uma ilustração da consequência do pecado. Bildade rejeitou o lado de Jó da história porque não se ajustava ao seu modo de ver a vida. É fácil condenar Bildade porque seus erros são óbvios; infelizmente, contudo, agimos da mesma maneira quando nossas ideias são ameaçadas. Life Application Study Bible Kingsway.
1 respondeu Bildade. Grandemente irritado pelo fato de Jó tratar o conselho de seus amigos com tanto desprezo, Bildade não consegue mais conter suas emoções. Ele amontoa observações desdenhosas sobre Jó e tenta aterrorizá-lo para que siga o conselho dado por eles. Ele traça o quadro mais terrível de todos já apresentados sobre o fim dos ímpios, e insinua que Jó pode esperar algo até pior se não mudar seus caminhos. Para Bildade, Jó se tornou um homem ímpio (v. 5, 21), uma personificação do mal (CBASD, vol. 3, p. 612).
2 considera. Isto é: “Observe, preste atenção e medite. Pense um pouco, em vez de falar; depois, calmamente e sem pressa, começaremos a responder ao que você disse (CBASD, vol. 3, p. 612).
3 aos teus olhos passamos por curtos de inteligência. A idéia geral parece ser que Jó não mostrara consideração pelos pontos de vista deles, como eles achavam que queles sábios conceitos mereciam (CBASD, vol. 3, p. 612).
5 a luz do perverso se apagará. As palavras aqui podem ser referir aos costumes da hospitalidade árabe, segundo os quais fogueiras eram mantidas acesas para benefício de estranhos e de hóspedes (CBASD, vol. 3, p. 612).
6 A luz se escurecerá. A luz, aqui, simboliza a prosperidade do morador da tenda; o estilo de Bildade é cheio de alusões e provérbios, e esta expressão é típica entre os árabes na hora da desgraça (Bíblia Shedd).
O apagar-se de uma lâmpada é, para os orientais, uma imagem de completa ruína. Uma luz acesa na casa e o fogo ardendo na lareira são símbolos de que a boa fortuna do proprietário está preservada. Quando esta se acaba, a luz se apaga (ver Jó 21:17) (CBASD, vol. 3, p. 612).
13 primogênito da morte. Parece que as doenças são descritas como filhas da morte, isto é, “filhas que causam morte”. Neste caso, o “primogênito da morte” seria uma doença de natureza particularmente grave. Provavelmente a referência seja a Jó e sua aflição (CBASD, vol. 3, p. 613).
14 rei dos horrores. A própria morte, cúmulo dos perigos alistados (Bíblia Shedd). Uma referência metafórica à morte (CBASD, vol. 3, p. 613). Vívida figura de linguagem que se refere à morte, personificada nov. 13. … Isaías inverte essa figura de linguagem e visualiza o Senhor tragando a morte para sempre (Is 25.8; v. 1Co 15.54). Bíblia de Estudo NVI Vida.
O “rei dos horrores” é uma figura de linguagem que se refere à morte. Bildade via a morte como uma grande devoradora (18:13), mas a Bíblia ensina que Deus tem o poder de devorar até a morte (Sl 49:15; Is 25:8, 1; ICo 15:54-56). Life Application Study Bible Kingsway.
15 enxofre. Símbolo de ter sido castigado por Deus, como Sodoma (Bíblia Shedd).
20 ocidente…oriente. Lit “posterior” e “anterior”, podem ser gerações do passado e do futuro, os contemporâneos e sua posteridade (Bíblia Shedd).
21 tais são, na verdade. Bildade não apresenta algo novo na denúncia encontrada neste capítulo. Ele expressa com renovada veemência seu conceito de que as calamidades de Jó são resultado de seus pecados. Pode ser que a renovada fúria do ataque de Bildade se devesse, em parte, à frustração pelo fato de suas admoestações prévias terem sido desconsideradas. Talvez Bildade já tivesse esgotado sua lógica e agora tentasse usar a veemência para suprir essa falta (CBASD, vol. 3, p. 613).
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“Tais são, na verdade, as moradas do perverso, e este é o paradeiro do que não conhece a Deus” (v.21).
Bildade fez uma espécie de trocadilho quando disse que Jó caçava palavras para persuadir a ele e a seus amigos, e descreveu a sorte do perverso usando de metáforas relacionadas à caça de animais. O seu reclamo desta vez se referia ao seu orgulho ferido, pela incompreensão com relação ao discurso de um homem moribundo e exausto pela dor. Jó não duvidou da inteligência de seus amigos, mas compartilhou a sua aflição, sendo sincero em dizer que estava sofrendo pela falta de compaixão por parte deles. Mas parece que quanto mais ele procurava fazê-los entender que precisava de consolo e de amigos de oração, tanto mais eles se revolviam em seu orgulho e fechavam os ouvidos para compreendê-lo.
Bildade descreveu a sorte do homem perverso não com a intenção de se referir a alguém de fora, mas ao próprio Jó. Imputando a este a culpa por toda a sua desgraça, insinuou de que tudo o que estava acontecendo com Jó era porque ele havia “caçado” o seu próprio infortúnio. No entanto, de todos os insultos e acusações já proferidos contra ele, até então, dizer que Jó não conhecia a Deus (v.21), sem dúvida, foi o pior deles. Ainda que em condição totalmente desfavorável, Jó sabia em Quem havia crido e não abriria mão desse conhecimento que salva. Quando em oração por nós, Jesus nos revelou esse precioso conhecimento: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3).
Jó poderia ter encerrado os discursos desagradáveis de seus amigos apenas com um: “É, vocês têm razão”. Ele poderia ter fingido uma empatia e aceitação só para se ver livre de mais insultos e humilhações. Mas ele escolheu andar em sinceridade e terminar os seus dias com honestidade. Não estava ali para agradar aos zombadores, mas para estar limpo diante de Deus. Como está escrito: “Porventura, procuro eu, agora, o favor de homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse a homens não seria servo de Cristo” (Gl.1:10).
O verdadeiro conhecimento de Deus deve ir além da página impressa; além da teoria. Ele promove transformação e busca diária pelo aperfeiçoamento do caráter em Cristo Jesus. E isso só se torna possível mediante uma vida de íntima comunhão com Deus. É quando o Espírito Santo muda o velho homem e abranda o coração, transformando-o “de glória em glória” (2Co.3:18), à imagem de quem o criou. Essa imagem vai muito além do que o homem consegue ver, porque “o homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (1Sm.16:7).
Procuremos, pois, a santificação a cada dia por meio do estudo da Bíblia (Jo.17:17), da oração (Cl.4:2), do relacionamento diário com Deus (Mt.6:33) e o Espírito Santo nos capacitará a pensar, falar e fazer o que Lhe agrada, ainda que em circunstâncias desfavoráveis. “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” (Os.6:3). Vigiemos e oremos!
Bom dia, conhecedores de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Jó18 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 18 – Quando você estuda um texto bíblico, é muito importante analisar toda a Bíblia. Sem esse exercício, pode-se cair facilmente em armadilhas do próprio diabo (Mateus 4:6). Como acontece a Bildade!
Leia com atenção o discurso dele, baseado na suposição de que o sofrimento é exclusivamente resultado direto de pecados pessoais.
Em Jó 18, Bildade chamou Jó de insensato/tolo, alegando estar colocando-se acima de Deus; classificou como ímpia a atitude de Jó; e, falou da punição inevitável que o perverso recebe por seus pecados.
Enquanto Bildade acusa Jó de pecado e insinua que ele realmente era merecedor do sofrimento que estava enfrentando, o salmista diz que Deus está perto de quem tem o coração quebrantado, e salva os de espírito contrito (Salmo 34:18).
Enquanto Bildade afirma veementemente que o sofrimento é resultado de um pecado pessoal, o apóstolo Paulo afirma que o sofrimento faz parte da experiência cristã (Filipenses 1:29).
Os justos passam por tribulações, e Deus precisa livrá-los delas; as aflições nem sempre são consequências diretas de algum erro cometido contra Deus; elas podem, ao contrário, resultarem da fidelidade a Deus (Salmo 34:17; Apocalipse 2:10). João foi preso numa ilha de segurança máxima, lugar de prisioneiros de alta periculosidade justamente por pregar a Palavra divina (Apocalipse 1:9).
Os justos passam sim por muitas aflições, e precisam que Deus os livre de todas – devido a serem maiores que suas próprias habilidades de livrarem-se delas. O apóstolo Paulo escreveu algo positivo sobre as tribulações, que deixa horrorizados os simpatizantes de Bildade: “Nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança; a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança. E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou Seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que Ele nos concedeu” (Romanos 5:3-5).
O apóstolo Pedro vai na jugular da teologia de Bildade ao declarar: “Amados, não se surpreendam com o fogo que surge entre vocês para prová-los, como se algo estranho estivesse acontecendo. Mas alegrem-se à medida que participam dos sofrimentos de Cristo, para que também, quando a Sua glória for revelada, vocês exultem com grande alegria” (I Pedro 4:12-13).
Se Bildade tivesse usado corretamente a teologia, suas palavras teriam sido bálsamo ao coração de Jó. Interessante não?
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JÓ 17 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/17
Meu espírito está quebrado e meus olhos estão escuros de tristeza. Todos os planos e sonhos do meu coração foram destruídos. Eu me tornei um objeto de ridículo para os outros. Quem pode ver alguma esperança para mim?
O lamento de Jó é o lamento de pesar de todos aqueles que foram roubados de sua saúde, de entes queridos, de uma carreira, das mais queridas esperanças de um coração humano. Ele canta a música que todo coração enlutado geme.
Quando as posses e realizações da vida são varridas, quando o que faz você ser “você” desaparece, quando você não passa de uma fonte de fofoca e desprezo para os outros, o que oferece a esperança para continuar respirando? Continuar tentando? Nunca desistir?
A esperança não é invocada através da força de vontade. A esperança existe acreditando que há algo além do sofrimento. Sempre olha além das perdas. A esperança se alimenta reivindicando as promessas de Deus, que nunca te abandona, embora as montanhas sejam abaladas e as colinas removidas. A esperança é encontrada ao chorar na presença compassiva de um Salvador que recolhe suas lágrimas em Sua garrafa de lembrança.
O sofrimento pode durar por um momento, mas a alegria durará pela eternidade. Isso é esperança!
Lori Engel
Capelã (atualmente com deficiências)
Eugene, Oregon EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/17
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310 palavras
3 Só o próprio Deus tem condições de providenciar os meios que satisfazem as exigências da Sua justiça, e isto o faz por meio de Jesus Cristo. Bíblia Shedd.
6 em cujo rosto se cospe. A humilhação de Jó é comparável à de Jesus (30:10; Mc 14:65; 15:19). Andrews Study Bible.
10 tornai-vos. (ARA; NVI: “Venham, porém, vocês todos e façam nova tentativa”. ). Jó desafia seus amigos a repetir os argumentos, para ver se há alho proveitoso neles. Bíblia Shedd.
Os três amigos de Jó tinha a reputação de serem sábios, mas Jó não pôde achar sabedoria em nenhum deles. Deus trouxe à tona de volta a reclamação de Jó em 42:7, quando condenou esses homens por representá-Lo mal. Obviamente esses três homens tinham uma falsa visão da sabedoria. Eles supunham que porque eles eram prósperos e bem sucedidos, Deus os favoreceu no modo em que viviam e pensavam. Jó, entretanto, disse aos seus amigos que eles estavam partindo de uma ideia errada porque sucesso e prosperidade terrenos não são provas de fé em Deus. Por outro lado, problema e aflição não provam falta de fé. O homem verdadeiramente sábio sabe que a sabedoria vem somente de Deus, não do sucesso ou falhas do homem. E o verdadeiro sábio nunca se esquece de Deus. A sabedoria de Deus se provou superior à de Jó e à de seus amigos. Life Application Study Bible Kingsway.
15 Jó estava perdendo a fé de um futura restauração de riqueza e família e se envolvendo em pensamentos de morte , buscando alívio dos sentimentos de tristeza e dor. As recompensas que os amigos de Jó descreviam era todas relacionadas com esta vida presente. eles se calavam a respeito da vida após a morte. Não devemos avaliar a vida somente em termos deste mundo presente porque Deus promete um futuro maravilhoso, eterno, a todos que forem fiéis a Ele. Life Application Study Bible Kingsway.