Reavivados por Sua Palavra


I REIS 22 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de novembro de 2022, 0:40
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I REIS 22 – Encerrando o estudo do primeiro livro de Reis, percebe-se que seu conteúdo não são biografias de monarcas de Israel, nem é história política da monarquia israelita. Na verdade, é uma visão profética e teológica da influência positiva ou negativa dos reis de Israel e de Judá.

Estes escritos sagrados visam precaver o leitor quanto ao perigo da corrupção política, civil e religiosa. Deste modo, o Espírito Santo incentiva a renovar sempre o compromisso com o Deus que é comprometido com Seu povo (I Reis 8:33-34; 11:6, 9-13; 13:34; 14:14-16; 18:39; 19:18).

Com a mesma perspectiva teológica revelada por Moisés em Deuteronômio, I Reis enfatiza a história humana regida por Deus através da Lei Moral. Deus recompensa a fidelidade; entretanto, retira a bênção quando se despreza o compromisso com Ele. Cada rei, seja de Israel, no Norte, ou de Judá, no Sul, foi avaliado pelas lentes da fidelidade ao verdadeiro Monarca, que é Deus.

A infidelidade não foi passada por alto nem mesmo nos profetas (I Reis 13:26). Eles são seres humanos porta-vozes da Trindade, revelando que é a Divindade, não algum líder político, que rege a história do mundo e da Igreja. Por um lado, o profeta deixa de ser fiel quando não apresenta a real revelação de Deus; por outro, é fiel quando revela aquilo que Deus disse mesmo enfrentando perigos e ameaças (I Reis 11:29-32; 13:1-4; 16:1-7; 19:3-4, 18; 22:1-28).

O profeta Micaías viu o Soberano Deus do Universo assentado em Seu imponente trono, deixando evidente que não há necessidade de temer qualquer pessoa quando se está nas mãos do Todo-Poderoso. Por conseguinte, mesmo com o fracasso de monarcas humanos, o propósito divino será devidamente cumprido no decorrer da história.

A morte de Acabe por uma flecha atirada ao léu mesmo levando o rei Josafá pedindo-o para estar evidente como rei e ele disfarçado, mostra o cumprimento fiel da Palavra de Deus através de Seus profetas (I Reis 22:34-38).

A graça de Deus é como um fio dourado que percorre através da desgraça da humanidade chafurdada em diversos pecados. Ainda que odiados, os profetas de Deus representam a graça divina estando presente entre os rebeldes.

Mesmo que seres humanos busquem poder absoluto, é Deus Quem está no trono. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


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