Reavivados por Sua Palavra


1CRÔNICAS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de setembro de 2019, 0:30
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“Então, toda a congregação concordou em que assim se fizesse; porque isso pareceu justo aos olhos de todo o povo” (v.4).

A liderança de Davi nos deixou registros de sabedoria e sensatez. Ele não decidia pelo povo, ele decidia com o povo. Não que sempre desse ouvidos à voz do povo, e sim que a opinião de seus liderados não era ignorada. O desejo de Davi era de governar um povo de um só Senhor, e para isso necessitava reaver tudo aquilo que o auxiliasse no cumprimento desse propósito. Mas até um líder assim também pode falhar.

A arca de Deus, ou arca da aliança, estava em outra cidade de Israel, Quiriate-Jearim; ali havia permanecido por muitos anos, até que Davi resolveu levá-la para Jerusalém. A arca ficava no lugar Santíssimo do santuário e era o único objeto daquele compartimento. Dentro dela estavam as tábuas do Decálogo, ou seja, os dez mandamentos. Ali estava a confirmação da aliança de Deus com o Seu povo e a manifestação de Seu caráter. Não se tratava, portanto, de um objeto qualquer, mas de uma obra de arte que carregava a assinatura do dedo de Deus (Êx.31:18).

Saul não se importou em buscar a arca do Senhor. Ele estava tão focado nas guerras e na inveja que sentia de Davi, que permitiu que a maior guerra surgisse em seu coração, aprisionando-o ao pecado. Apesar das boas intenções de Davi, ele também cometeu o grave erro de transportar a arca sem seguir as instruções de Deus. E por tocar no que não lhe era permitido, Uzá morreu, e sua morte entristeceu o coração de Davi de uma forma que toda a sua alegria desvaneceu, negando-se a prosseguir com o trajeto. “Assim, ficou a arca de Deus com a família de Obede-Edom” (v.14).

Depois de saber o que tinha acontecido com Uzá, você teria coragem de ter a arca da aliança em sua casa? O resultado desse depósito compulsório foi três meses de bênçãos sobre a casa de Obede-Edom e sobre tudo o que possuía. Era perante a arca, no lugar Santíssimo, que a glória de Deus era manifestada e somente o sumo sacerdote poderia entrar ali uma vez por ano, no dia da expiação. Uzá ignorou isso, já Obede-Edom entendeu que ali era “invocado o nome do Senhor, que se assenta acima dos querubins” (v.6), e a sua obediência resultou em bênção.

Após o sacrifício de Cristo, o véu do santuário se rasgou de alto a baixo (Mt.27:51), nos dando livre acesso ao Pai. Hoje podemos falar com o Pai por intermédio do Filho. Mas assim como Jesus foi “obediente até à morte” (Fp.2:8), Deus capacita Seus filhos à obediência. A Lei do Senhor “é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom” (Rm.7:12). Ora, santidade, justiça e bondade são atributos almejados por todo aquele que muito em breve deseja estar diante do trono de Deus. Levar a arca para Jerusalém “pareceu justo aos olhos de todo o povo” (v.4), mas assim como havia uma forma certa de transportá-la, Jesus nos deixou o perfeito exemplo de como devemos andar com Deus.

A pergunta é: “Como trarei para mim a arca de Deus?” (v.12). Precisamos conhecer a diferença entre o certo e o errado, entre o santo e o profano. Não é o que achamos que seja correto e santo, mas o que a Bíblia estabelece por princípios acerca disso. Notem que Davi e o povo estavam vivenciando um momento de muita alegria, com toda sorte de instrumentos, “com todo o seu empenho” (v.8). Mas este episódio deixa bem claro que se o nosso empenho em fazer a obra de Deus não estiver em comum acordo com as Escrituras, mais cedo ou mais tarde a nossa alegria se tornará em desgosto.

Assim diz o Senhor: “segundo a palavra da aliança que fiz convosco, quando saístes do Egito, o Meu Espírito habita no meio de vós; não temais” (Ag.2:5). O desejo de Deus é que aceitemos a Sua aliança e sejamos ricamente abençoados com o Espírito Santo em nossa vida e em nosso lar. Então, não teremos o que temer. Temos em nossas mãos a Palavra de Deus, e nela, muitos tesouros a serem explorados. Não negligenciemos o que Saul negligenciou e, como Uzá, não toquemos no que não nos convém, mas que o Espírito Santo nos desperte e reavive fazendo de nosso lar uma casa de bênção. Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, família de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Crônicas13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
28 de setembro de 2019, 0:10
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I CRÔNICAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de setembro de 2019, 0:05
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1058 palavras

1-14 A primeira tentativa de Davi para transferir a arca da aliança a Jerusalém. Feita de modo precipitado, fracassou. Bíblia de Estudo Andrews.

2 Toda a congregação. Isto é, neste caso os representantes principais da congregação. Davi reconheceu os “capitães de mil, e os de cem, e todos os príncipes” (v. 1) como os representantes do povo, aos quais devia consultar acerca de assuntos públicos, e quem deviam opinar sobre a direção dos assuntos nacionais. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 161.

Quando você está no comando é tentador tomar decisões unilaterais, baseadas nas suas próprias opiniões. Mas líderes eficazes escutam cuidadosamente as opiniões dos outros e eles encorajam outros a participar no processo de construir soluções. E, claro, devemos sempre consultar antes a Deus. Podemos incorrer em grandes problemas se não conversarmos com Ele antes. Life Application Study Bible Kingsway.

Se bem vos parece … do Senhor. A harmonia entre Davi e o seu povo, quando buscavam obedecer a Deus, é um modelo para os exilados que estavam retornando da Babilônia (2Cr 30.4-5). Bíblia de Genebra.

A todos os nossos outros irmãos. Isto é, aqueles que ainda ficaram nas suas casas e não compareceram à reunião. CBASD, vol. 3,p. 161.

3 não nos valemos dela. O cronista contrasta aqui Davi e Saul (11.2). Davi preocupara-se com a arca, ao passo que Saul a negligenciou. Bíblia de Genebra.

A arca de Deus tinha estado em Quiriate-Jearim por muitos anos. A negligência pela arca refletia a negligência de Israel por Deus. Trazer a arca de volta para o centro da vida de Israel refletiu o desejo de Davi de lembrar à nação qual era seu real fundamento – Deus. Negligenciar as coisas que nos lembram de Deus – a Bíblia, a igreja e o contato com cristãos – ocasionará em nós a tendência de negligenciar Deus. devemos manter Deus no centro de nossas vidas. Life Application Study Bible Kingsway.

5 Todo o Israel. Davi reuniu 30 mil homens escolhidos de todas as tribos de Israel (2Sm 6:1). CBASD, vol. 3,p. 161.

Sior. Outro nome para o rio Nilo. Segundo este versículo, a fronteira sul de Israel se estendia até o braço mais oriental [a leste] do Nilo. Bíblia de Estudo Andrews.

Sior (no original de Is 23.3) é o Nilo. Bíblia Shedd.

Acima dos querubins. Comparar com 1Sm 4:4; 2Sm 6:2; Sl 80:1; Is 37:16. CBASD, vol. 3,p. 161.

7 Num carro novo. Os israelitas não observaram a lei de Deus sobre o transporte da arca com varas, aos ombros dos sacerdotes (Êx 25.12-15). Ao invés disto, eles manusearam a arca desconsiderando a santidade de Deus e as regulamentações divinas de adoração (15.2, 11-15). Bíblia de Genebra.

As instruções sobre o transporte da arca se encontram em Êx 25.14; Nm 4.15; 7:9; 10.21. Davi não procurou conhecê-las e obedecer a elas. , e assim suas boas intenções não foram aceitas pelo Senhor. A obediência às ordens do Senhor é mais importante que os ritos religiosos. ele pode ver nossos corações e conhece nossas mentes, e não se deixa enganar pela aparência externa. Nossos corações precisam ser retos e obedientes para nosso serviço ser aceitável (1 Sm 15.22). Bíblia Shedd.

8 A adoração no Antigo Testamento era mais que um exercício sóbrio de religião. A exuberância de Davi ao louvar a Deus com dança e música é aprovada na Escritura. Nossa adoração deveria refletir um sério equilíbrio: por vezes devemos ser reflexivos e sério (ver Êx 19.14 e ss) e por vezes devemos demonstrar entusiasmo e grande alegria. Do que você precisa – de mais séria reflexão ou mais alegre celebração? Life Application Study Bible Kingsway.

9 Uzá. Sua morte frisou, a todas as gerações futuras, a necessidade de reverência e conformidade para com os objetos sagrados a Deus. A arca nunca deveria ter sido posta em um carro: nunca deveria ser tocada; haveria varas especiais para transportá-la (Êx 25.14). Bíblia Shedd.

Estendeu Uzá a mão. A arca era sagrada e simbolizava a presença de Deus. Instruções detalhadas foram dadas com respeito à arca a fim de que aqueles que lidassem com ela não morressem (Nm 1:51; 4:15, 19; 20:7, 9). CBASD, vol. 3, p. 161.

10 e o feriu. Uzá demonstrou desconsideração para com a santidade da adoração, tocando na arca (Nm 4.15). embora, aparentemente, tivesse sido um delito secundário, a violação de Uzá envolvia o descuido pela santidade de Deus, o que exigia um castigo que serviria como uma advertência para todos os filhos de Israel (v. 7 e nota). Bíblia de Genebra.

Morreu. O Senhor considerou todos os fatos. Ele sabia que Uzá era pecaminoso, ímpio, e tinha pecados não confessados e pouco senso da santidade de Deus bem como da seriedade da transgressão. A morte desse homem provaria ser uma advertência solene para muitos e, assim, um meio de impedir juízos divinos que, de outra forma, cairiam sobre milhares (ver PP, 706; ver mais em 2Sm 6:6). CBASD, vol. 3,p. 161.

Uzá morreu instantaneamente por tocar na arca, mas Deus abençoou a casa de Obede-Edom, onde a arca foi guardada. Isto demonstra os dois aspectos do poder de Deus: Ele é perfeitamente amoroso e perfeitamente justo. Grandes bênçãos vêm sobre aqueles que obedecem aos Seus mandamentos, mas severa punição vem sobre aqueles que O desobedecem. A punição pode vir num momento ou ao longo de muito tempo, mas ela virá. Às vezes mantemos nosso foco somente nas bênçãos que Deus nos dá, enquanto nos esquecemos que quando pecamos, “terrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo”. Noutras vezes, contudo, nos concentramos tanto no julgamento que perdemos Suas bênçãos. Não caia em uma visão desequilibrada sobre Deus. Juntamente com as bênçãos de Deus, vem a responsabilidade de cumprir Suas exigências de justiça, honestidade e justiça. Life Application Study Bible Kingsway.

11 Desgostou-se Davi. Sem entender os propósitos divinos, Davi se desgostou com o modo como o Senhor havia procedido. Ele questionou a justiça divina (ver PP, 705, 706; ver com. de 2Sm 6:8). CBASD, vol. 3,p. 161.

Perez-Uzá. O nome significa “ataque (de fúria) contra Uzá”. Bíblia de Estudo Andrews. [NT: De acordo com a página https://www.nomesbiblicos.com/perez/, as traduções mais comuns/aceitas de Perez são: “brecha”, “rompimento”, “ruptura” e “aquele que surge”, com base, principalmente em Gn 38:29].

12 Temeu Davi. Davi teve medo de seus próprios pecados. Ao testemunhar o juízo de Deus sobre Uzá, ele temeu que algum erro seu pudesse trazer juízos sobre si também. CBASD, vol. 3,p. 161, 162.

13 Obede-Edom. Levita da família de Corá, do clã de Coate (26.1, 4), pelo que estava autorizado a cuidar da arca. Bíblia Shedd.

Era um levita (15.18, 21, 24), que foi abençoado ao ter muitos filhos (26.4-5), presumivelmente porque ele cuidava apropriadamente da arca. Bíblia de Genebra.



I CRÔNICAS 12 by Jeferson Quimelli
27 de setembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/11

Um reino não é construído da noite para o dia. Foram necessários vários anos para Davi reunir um grupo de guerreiros leais, dispostos a estarem ao seu lado nos bons e maus momentos. Quando ele estava na terra dos filisteus, fugindo por sua vida, muitos desertaram de Saul e foram para o seu lado.

Davi considerava cada homem que vinha até ele como um presente de Deus. Ele os tinha em tão alta estima que conservou uma lista das pessoas que se juntaram a ele enquanto residia em Ziclague.

Uma das coisas que mais atraía novos soldados para seguirem a Davi, era o seu caráter. Ele foi leal ao rei Saul, mesmo quando este o perseguia. Davi tratava seus soldados com respeito, dizendo-lhes a verdade e assegurando-lhes do seu valor.

Pense por um momento nas pessoas que o ajudaram em momentos decisivos de sua vida. Eles foram enviados por Deus para fortalecê-lo. Tenha-os em alta estima. Se possível, escreva-lhes uma palavra de agradecimento.

Decida ser fiel aos líderes que defendem causas nobres. Ao apoiá-los, você está promovendo o reino de Deus.

Pr Jobson Santos
UNASP

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=596
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



I CRÔNICAS 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
27 de setembro de 2019, 0:55
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I CRÔNICAS 12 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
27 de setembro de 2019, 0:45
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Neste capítulo Deus preparava o coração de todas as pessoas para unir-se ao rei Davi, uma amostra do que Ele queria fazer com toda a humanidade fim de prepará-la para a vinda do Rei do Universo que nasceria da tribo de Judá, conhecido como Filho de Davi.

“Com a nação reunida em torno do rei divinamente escolhido, houve grande regozijo, comemoração e bênção (v. 40). As divisões e contendas causadas pela desobediência de Saul ficaram no passado. Sob o governo de seu rei-pastor piedoso, Israel experimentaria nova prosperidade” (William MacDonald).

Todavia, uma grande quantia se mantinha fiel a Saul – oposição sempre existirá, inclusive dos de dentro (vs. 29-30).

Hoje o rei é o Messias. Seu exército é Sua igreja. Ele equipa cada crente para a guerra cósmica contra o mal. Deus quer formar um exército na Terra como Seu exército no Céu. “Todos os dias, apareciam homens querendo ajudar Davi. Em pouco tempo, seu exército ficou tão numeroso quanto o próprio exército de Deus!” (v. 22).

Joiada, Zadoque – sacerdotes. Não era proibido aos sacerdotes envolver-se em guerras (v. 28; Números 25:6-9; Josué 22:30). Pastores e membros devem estar dispostos a lutar quando necessário (v. 38).

“Nos dias de hoje, o reino de Deus precisa de homens e mulheres equipados por Deus (v. 2), habilidosos e valentes (v. 8), fortes na fé, capazes de prevalecer diante de grandes adversidades e de fazer o inimigo fugir (v. 14-15), cheios do Espírito e de dedicação abnegada a Jesus (v. 32), pessoas de ânimo resoluto (v. 33)!” (MacDonald).

Estamos no tempo em que precisamos de pessoas versadas no conhecimento, conforme profetizado em Daniel 12:3-4, ilustrado pelos filhos de Issacar: Entendidas nas ciências dos tempos, para saber o que o Israel espiritual deve fazer (v. 32).

Meditando nisso, lembrei-me que alguém desenvolveu os seguintes tópicos com o título: “Que horas são?” É hora…

• Do juízo (I Pedro 4:17-18; Apocalipse 14:17);
• De buscar ao Senhor (Oseias 10:12);
• De acordar (Romanos 13:11-14);
• De arrepender-se (Atos 17:30-31);
• De preparar-se (I Coríntios 7:29-31);
• De pedir a chuva serôdia (Zacarias 10:1);
• De Deus intervir (Salmo 119:126).

A salvação não é um presente dado ao léu, é um presente que o céu oferece para quem decidir-se pelo Salvador, o Messias. Levantemo-nos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



1CRÔNICAS 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de setembro de 2019, 0:30
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“Porque, naquele tempo, dia após dia, vinham a Davi para o ajudar, até que se fez um grande exército, como exército de Deus” (v.22).

Que capítulo emocionante! Parece até um filme de ação. Vocês conseguiram imaginar cada tropa sendo conduzida a passos firmes e confiantes? Desde tropas de três mil homens, até tropas de cento e vinte mil. Todos sendo alistados no exército de Davi. Afinal, a perseguição de Saul teve fim e no lugar da separação houve união. E esta união recebeu o título de “exército de Deus” (v.22). Que privilégio!

Porém, nesse processo de alistamento, Davi ficou apreensivo por causa de alguns dos que vinham da tribo de Benjamin, irmãos de Saul. Mas assim como Deus o livrou das mãos de Saul, ele confiou que o Senhor faria justiça caso neles houvesse maldade. A atitude de Davi demonstra, mais uma vez, o quanto sua confiança estava depositada em Deus. E a resposta à sua inquietação não veio de Amasai, mas do Espírito Santo: “Nós somos teus, ó Davi, e contigo estamos, ó filho de Jessé! Paz, paz seja contigo! E paz com os que te ajudam! Porque o teu Deus te ajuda” (v.18).

A paz que o Senhor declarou a Davi vai muito além da noção humana do que seja paz. Não se tratava de ausência de batalhas, pois Davi ainda travaria muitas guerras. E sim, a paz em seu sentido real e divino. Enquanto vivesse, Davi experimentaria a paz que só o Senhor pode dar. Não pode haver paz em corações acalorados pela raiva, desamor e inveja. Esses foram os sentimentos que se apoderaram do coração de Saul. E quais foram os resultados desses maus sentimentos na vida dele? Primeiro, abertura para que um espírito maligno o dominasse e o atormentasse. Segundo, uma morte suicida.

Já Davi, o homem segundo o coração de Deus, prezava a união entre irmãos: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! … Ali, ordena o Senhor a Sua bênção e a vida para sempre” (Sl.133:1, 3), e se entristecia com a ausência dela: “Com efeito, não é inimigo que me afronta… mas és tu, homem meu igual, meu companheiro e amigo íntimo” (Sl.55:12-13). A excelência da união fraternal produz bênção e vida eterna. A desunião produz tristeza e sofrimento.

Deus está organizando as Suas fileiras, e colocando cada um de Seus filhos “em ordem de batalha” (v.38). Israel se tornou como o exército de Deus porque todos eram unânimes em proclamar a Davi como rei, e todos se uniram para ajudar e para se alegrar no partir do pão. Vocês percebem a ligação entre tudo isso e a presença do Espírito Santo? As doze tribos se uniram para realizar a vontade do Senhor, assim como Cristo elegeu doze discípulos e ensinou-lhes a estarem unidos para cumprir a missão que lhes confiou. Então, quando estavam os seguidores de Cristo “todos reunidos no mesmo lugar” (At.2:1), o Espírito Santo foi derramado.

Acompanhem comigo e comparem as passagens de Atos com os versos do capítulo de hoje:
Atos 2:44 – “todos os que creram estavam juntos” (compare com os versos 18 e 22);
Atos 2:45 – “distribuindo o produto entre todos” (compare com os versos 39 e 40);
Atos 2:46 – “partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria” (compare com o v.39);
Atos 2:47 – “louvando a Deus e contando com a simpatia do povo” (compare com o v.40);
Atos 2:47 – “Enquanto isso, acrescentava-lhes o SENHOR, dia a dia, os que iam sendo salvos” (compare com o v.22).

Percebem a fantástica ligação entre os dois relatos? Se o Israel de Deus de hoje estiver unido como um só exército, o menor valerá por cem, e o maior, por mil (v.14), na obra de proclamar o evangelho eterno. Se permanecermos unidos nesse propósito, segundo a palavra do Senhor, o Espírito Santo nos tornará “destros para ordenar uma batalha com ânimo resoluto” (v.33). Sigamos avante exército do Deus vivo! “Paz, paz seja contigo!… Porque o teu Deus te ajuda” (v.18)! Vigiemos e oremos!

Bom dia, exército do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Crônicas12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
27 de setembro de 2019, 0:10
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I CRÔNICAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de setembro de 2019, 0:05
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750 palavras

1 São estes os que vieram. A informação deste capítulo não se encontra em nenhum outro lugar nas Escrituras. Os v. 1 a 22 contêm um registro de guerreiros que foram até Davi enquanto este era fugitivo de Saul; e os v. 23 a 40 alistam as várias tribos que coroaram a Davi como rei em Hebrom. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3. p. 158.

Ziclague. O cronista toma por certo que os leitores conhecem os acontecimentos em Ziclague (1Sm 27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Cidade da fronteira de Judá, sobre a qual Davi foi nomeado chefe vassalo de Aquis, rei filisteu de Gate (1 Sm 27.5-7).

2 Benjamim. O filho mais novo de Jacó, cuja tribo habitava ao norte de Judá. A família de Saul pertencia a essa tribo. Muitos clãs de Benjamim apoiaram Davi abertamente. Bíblia de Estudo Andrews.

Da esquerda. Os benjamitas era famosos por manejar a funda com a mão esquerda (Jz 20.16). CBASD, vol. 3. p. 158.

15 No primeiro mês. Março-abril (chamado Abib ou Nisam, pelos judeus), tempo das chuvas de primavera (Tg 3.15; 4:19). Bíblia Shedd.

As neves … se derretiam no norte. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Esses heróis não esperaram até o verão, quando o Jordão estava baixo, para se aventurarem em suas façanhas, mas cruzaram o rio na estação mais difícil e perigosa, quando estava cheio. CBASD, vol. 3. p. 159.

17 Se vós vindes a mim pacificamente. Davi suspeitava as intenções desses benjamitas que pertenciam à tribo de Saul. Ele temia traição e queria ter certeza de que não seria vítima de algum complô. CBASD, vol. 3. p. 159.

19 De Manassés, alguns. Isto foi por ocasião da última batalha de Saul (1Sm 29:1-11), quando Davi acompanhou os filisteus à batalha, mas foi descartado antes que as hostilidades começassem. CBASD, vol. 3. p. 159.

20 Chefes de milhares. Eles não eram soldados comuns, mas importantes e influentes comandantes de Manassés. CBASD, vol. 3. p. 159.

21 Aquela tropa. Os amalequitas que assolaram a cidade de Davi, Ziclague, enquanto ele estava fora (1 Sm 30). Bíblia Shedd.

22 um grande exército. Nesse tempo ainda não era rei. Caso semelhante ao de nosso Senhor e Salvador que, embora atualmente rejeitado, está reunindo para Si mesmo grandes hostes de todas as nações, para serrem Seus seguidores (At 15.14; Ap 7.9-12). Bíblia Shedd.

Como exército de Deus. Uma figura de linguagem que expressa grande número. CBASD, vol. 3. p. 159.

23-37 O realce ainda recai sobre “todo o Israel”(v. 38). Embora 13 tribos sejam citadas nominalmente, estão agrupadas de tal maneira que mantêm o número tradicional de 12. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Em Hebrom se reuniu um grande exército para proclamar Davi rei de Israel. Os componentes desse exército vieram de todas as partes de Israel. Houve unanimidade de propósito e muito regozijo. Aqui Davi se torna tipo do Messias, que futuramente iria ser o Rei dos reis e Senhor dos senhores, Jesus Cristo (Ap 17.14). Bíblia Shedd.

27 Casa de Arão. Os descendentes de Arão eram o principal clã de Levi. CBASD, vol. 3. p. 159.

29 Mesmo depois de Is-Bosete, os benjamitas esperavam fornecer um terceiro rei à nação. Bíblia Shedd.

30 Efraim. Este é o maior número de guerreiros proporcionado por qualquer tribo até aqui: mais do que o triplo de Judá, a própria tribo de Davi. CBASD, vol. 3. p. 159.

31 Meia tribo de Manassés. Refere-se aqui à tribo do lado ocidental [oeste] do Jordão. Bíblia Shedd.

32 Conhecedores da época. Esses homens de Issacar tinham sabedoria para compreender o significado dos acontecimentos de então e eram capazes de dar sábios conselhos (ver Et 1:13). É evidente que perceberam que Davi era o homem para a ocasião e que era prudente para Israel aceitá-lo. CBASD, vol. 3. p. 159.

para saberem o que Israel devia fazer. Sair ou não para um confronto militar. Bíblia de Estudo Andrews.

33 Destros para ordenar uma batalha. Do heb la’ador, … “estabelecer uma ordem de batalha”ou “reunir”. A LXX traduz: “ajudar Davi”. CBASD, vol. 3. p. 159.

38-40 O relato que o cronista pinta de Davi é influenciado pelas suas [do cronista] expectativas messiânicas (v. “Introduçao: Propósito e temas”). Na presença de um terço de um milhão de pessoas … o banquete da coroação de Davi tipifica o futuro banquete messiânico (Is 25.6-8). Bíblia de Estudo NVI Vida.

38 Resolvidos. De perfeito coração. Perfeito é traduzido por “integral” em Dt 25.15. Bíblia Shedd.

40 Até Issacar, Zebulom e Naftali. As três tribos mencionadas estavam entre as mais distantes. O pensamento é que todo o Israel, desde as tribos mais próximas até as mais distantes, estava unido a fim de dar provisões para a grande assembleia de coroação de Davi. CBASD, vol. 3. p. 160.

Grandes contingentes partiam das regiões mais distantes, mostrando o apoio completo e abrangente a Davi. Bíblia de Estudo Andrews.



I CRÔNICAS 11 by Jeferson Quimelli
26 de setembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/11

O governo de Davi nasceu da violência. O suicídio do rei e a morte de seu melhor amigo foram os fatos que o levaram a governante. Este foi realmente um momento de sentimentos ambíguos amargo-doces na vida de Davi. Ele podia ter temido o rei Saul, mas também o respeitava como líder escolhido por Deus. E, claro, a forte e grande amizade entre Davi e Jônatas é lendária.

Ao iniciar seu reinado, Davi teve uma boa equipe para ajudá-lo a liderar Israel. Este capítulo detalha seus poderosos, seus braços-direitos, os soldados que lhe davam retaguarda.

A vida pode ser difícil para nós também. Talvez as flores brotem da tragédia e também recebamos uma grande responsabilidade para a qual não nos sentimos prontos. É nessa hora que você convoca seus apoiadores poderosos! Eles podem ser pais, professores, mentores, amigos, irmãos ou qualquer pessoa que faça parte do seu sistema de suporte.

O importante aqui é que Davi permitiu que seus homens poderosos lutassem por ele. Ele permitiu que eles agissem, lhe dessem água, vigiassem sua retaguarda, o apoiassem quando ele estivesse caído e protegessem sua realeza. Muitas vezes nos sentimos auto-suficientes, mas quando as coisas estão difíceis, não tenha medo de reconhecer a dificuldade e convide seus homens poderosos, seus apoiadores para ajudar.

Solana Campbell
Estudente da Great Lakes Adventist Academy
Michigan USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=594
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Recomendamos também a leitura do comentário da rodada anterior:
https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/06/24/i-cronicas-11-2/