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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-3/
O nome desse sacrifício, oferta pacífica [ARA; NVI: “oferta de comunhão”; hebraico: shelem], está relacionado com a palavra shalom, que significa “paz” ou “bem-estar.” Seu ritual celebrava, através do sacrifício, o relacionamento de bem-estar entre o homem e Deus. Apontava para o sacrifício de Cristo, através do qual o povo de Deus desfruta paz com Ele (Rm 5:1). Este saudável relacionamento era representado por uma refeição compartilhada entre Deus e o ofertante.
A oferta da paz era o único sacrifício no qual o ofertante poderia participar da carne, após a gordura ser queimada a Deus sobre o altar e o sacerdote tomar a sua parte (comparar com Lev. 7). O “comer” de Deus era simbólico, porque Ele não precisa de alimentação humana (Sl 50:13).
Do mesmo modo que a oferta de cereais, a oferta de paz não expiava pecados específicos. No entanto, o seu sangue resgatava a vida (fazia expiação pela alma) do proponente (Lv. 17:11), mostrando que vidas humanas dependem de um relacionamento restaurado com Deus, através do sangue de Cristo. Seu sacrifício não foi feito somente por nós, individualmente, mas deve ser aceito por cada um de nós, pessoalmente, como Jesus disse: “se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós” (João 6:53, como explicado no versículo 63).
Quando aceitamos Cristo em nós (participando dEle) por meio do Espírito Santo, o Seu amor vive em nós (Rm 5:5; Gl 2:20) e transforma todos os nossos relacionamentos.
Isto, sim, é motivo digno de comemoração!
Roy Gane
Andrews University
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/lev/3 e https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/10/12/levitico-3/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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LEVÍTICO 3 – O terceiro livro de Moisés, o miolo do Pentateuco, recebeu o nome de Levítico na versão grega, septuaginta, por tratar-se de leis relacionadas a ritos, sacrifícios e serviços no Santuário erigido sob a regência divina.
Embora nem todos os levitas eram sacerdotes, todos os sacerdotes eram levitas; desta forma, o livro é um manual para estes representantes de Deus na Terra.
Conquanto Levítico contenha orientações para o servido sacerdotal, vez ou outra encontra-se a ordenança divina: “Fala aos filhos de Israel”.
Levítico é um manual da vida religiosa, escrito sob a orientação de Deus, inspirado pelo Espírito Santo. Embora “pareça árido e pouco interessante a muitos leitores, o livro tem grande significado e valor quando bem compreendido”, incentiva-nos Paul Hoff.
As instruções apresentadas no capítulo em análise foram apresentadas desde o ponto de vista do adorador. Não era apenas o sacerdote que devia saber o procedimento do sacrifício, o ofertante também.
• Cada membro da igreja deve entender o procedimento de Cristo no Santuário Celestial e saber como proceder diante desse Sacerdote que deu a vida por cada um de nós numa sangrenta cruz.
O capítulo em consideração trata de questões dos sacrifícios individuais, mostrando que, embora o culto possa ser coletivo, ele é a união de vários indivíduos que unanimemente concordam em render-se e adorar ao Salvador (Colossenses 1:19-20; Efésios 2:14).
Observe atentamente os seguintes tópicos, junto ao texto sagrado:
1. Oferta de paz com gado (vs. 1-3):
• Tipo da oferta: Sem defeito;
• Preparação: Onde sacrificar e como fazer;
• Apresentação: O que separar e o que oferecer ao Senhor;
• Cremação: A oferta queimada é oferta agradável ao Senhor.
2. Oferta de paz com rebanho:
a) O cordeiro (vs. 6-11):
• Tipo do cordeiro;
• Preparação;
• Cremação;
b) Cabra:
• Tipo da cabra;
• Preparação;
• Cremação.
3. Proibição de comer gordura animal e sangue (v. 17).
Pecadores em busca de reconciliação com Deus deviam introduzir o sacrifício, colocando a mão sobre a cabeça do animal e matando-o; depois o sacerdote assumia, o qual participava e entregava a Deus o que Lhe correspondia.
Hoje, o pecador arrependido confessa seu pecado a Jesus, o qual oferece Seu sacrifício ao Pai; então, o culpado reconcilia-se com Deus e obtém paz (Romanos 5:1; Hebreus 13:15-16).
Alegremo-nos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“E porá a mão sobre a cabeça da sua oferta e a imolará diante da tenda da congregação; e os filhos de Arão aspergirão o sangue sobre o altar, em redor” (v.8).
Todas as ofertas feitas pelo povo tinham significado especial, mas esta era diferente das demais em sua finalidade. Ela não representava oferta pelo pecado, mas oferta de gratidão. A palavra pacífico vem do hebraico “shelem”, que quer dizer “benefício”. Portanto, esta oferta era uma forma de gratidão ao Senhor por todos os Seus benefícios e deveria ser feita de forma voluntária. Havia a porção que deveria ser queimada. “Toda a gordura será do Senhor” (v.16). E o sangue também era retirado e aspergido ao redor do altar. Há um mandamento final quanto a estes dois, gordura e sangue, a fim de que não façam parte do cardápio do homem.
Por questões de saúde, entendemos que esta ordem divina ainda permanece como “estatuto perpétuo” (v.17) e nos abstemos do uso destes elementos da carne. É bem verdade que pela mensagem de saúde que temos para nossos dias somos chamados a retornar à dieta original do Éden, e, certamente, usufruiremos de mais saúde e qualidade de vida. Não podemos fazer confusão, porém, quanto ao sangue para fins de doação. Deus foi enfático: “nem sangue jamais comereis” (v.17). Mas a doação e transfusão de sangue para salvar vidas é completamente lícito e até uma forma de agradecer ao Senhor, o Doador da vida, pela oportunidade de ser participante nesta obra.
Outra finalidade da oferta pacífica era pelo cumprimento de algum voto. O adorador ia ao templo agradecer pela bênção alcançada por meio de seu voto a Deus. Por exemplo, Ana pediu a Deus um filho e votou ao Senhor entregá-lo ao Seu serviço após o desmame, e assim o fez (1Sm.1:24). Não é errado fazer votos ou firmar um propósito com o Senhor. Errado é votar e não cumprir, ou tornar o voto uma espécie de barganha com Deus. A respeito deste aspecto, pontua M. L. Andreasen:
“Esta é a hora e oportunidade supremas da igreja. O mundo credor de uma demonstração de que há um povo que permanece fiel em meio de uma infiel geração; que respeita a própria palavra, bem como respeita a Palavra de Deus; que é fiel à fé uma vez entregue aos santos. Está atrasada a manifestação dos filhos de Deus. Rm.8:19… E esta manifestação revelará um povo que tem o selo da aprovação de Deus. Guarda os mandamentos. Tem a fé de Jesus. Sua palavra é sim, sim, e não, não. São irrepreensíveis diante do trono de Deus” (O Ritual do Santuário, p. 104).
O ser humano, desde a sua queda, sente a necessidade de perdoar e de ser perdoado, quer seja por Deus ou pelos semelhantes. E por mais que alguém diga que não se importa com isso, a ausência do perdão o consome e lhe tira a paz e até a saúde. Portanto, na oferta pacífica, o povo de Israel reconhecia o perdão de Deus, era uma forma de agradecer o beneplácito amor do Senhor. Quando reconhecemos que Cristo Se deu voluntariamente (oferta pacífica) para o perdão dos nossos pecados (sacrifício pelo pecado), vemos que há uma ordem aí. Costumamos pedir, pedir e pedir. Mas, e agradecer? Somos ingratos por natureza. O que prova que o sentimento de gratidão também é um dom de Deus.
Quando compreendemos o dom precioso de Cristo, queremos participar de Sua alegria em nos ofertar. A oferta pacífica era a única em que os filhos de Israel poderiam ter participação ativa, eles comiam daquela oferta, era uma festa entre amigos e familiares. O maior desejo do Senhor é que nos alegremos nEle. Cristo disse: “Neste mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33). Em 1Tessalonicenses 5:16, está escrito: “Regozijai-vos sempre”. A gratidão produz em nós saúde e alegria. Só seremos gratos quando compreendermos que Jesus Cristo deseja muito mais nos salvar do que nós desejamos ser salvos. Ele nos amou primeiro! “Não temais! Bem mais valeis do que muitos pardais” (Lc.12:7). “Buscai, antes de tudo, o Reino de Deus, e todas as coisas vos serão acrescentadas” (Lc.12:31).
Que o Senhor esteja, a cada dia, em primeiro lugar em sua vida. Ele bate à porta do teu coração e te diz: “Segue-me”. Eis o segredo. Andar nas pisaduras de Jesus Cristo. Simples assim. Não há erro neste voto sagrado. E Jesus encherá o teu coração de gratidão, alegria e paz que excedem todo entendimento!
Feliz semana, agraciados em Jesus Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Levítico3 #RPSP
Comentários em áudio:
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938 palavras
1 sacrifício pacífico (ARA; NVI: sacrifício de comunhão). Heb shelem, da raiz traduzida “paz”, “saúde” e “inteiro”. Falavam de inteira dedicação da parte do ofertante e da paz com Deus a quem as oferecem. As gorduras, somente, eram queimadas, e as carnes eram consumidas pelos sacerdotes e e pelo povo, numa ceia de aliança solene, à qual os pobres eram convidados (Dt 12.18), que prenunciava a paz que seria trazida aos homens pela obra de Cristo (Cl 1.20), e comemorada na Ceia do Senhor (1Co 10.16). Bíblia Shedd.
A oferta da comunhão era o único sacrifício do qual o ofertante podia comer uma parte. … O ofertante tinha, com base no sacrifício, comunhão com Deus e com o sacerdote, que também comia parte da oferta (7.14, 15, 31-34). Esse sacrifício – junto com os outros – era oferecido aos milhares durante as três festas anuais em Israel (v. Êx 23.14-17; Nm 29.29), porque multidões de pessoas vinham ao templo para adorar e compartilhar de uma refeição comunitária. Durante a monarquia, os animais oferecidos pelo povo eram em geral suplementados pelas grandes quantidades dadas pelo rei. Na dedicação do templo, Salomão ofereceu 20 mil bois e 120 mil ovelhas como ofertas de comunhão do decurso de um período de 14 dias (1Rs 8.63-65). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Era um sacrifício a fim de enfatizar uma oração solene (como um voto) ou quando esse tipo de oração era atendida, ou por simples gratidão (7.16). Comer carne era um luxo raro nos tempos antigos e, geralmente, envolvia celebração. Bíblia de Genebra.
O traço distintivo da oferta pacífica era a refeição em comum partilhada na área do santuário, na qual a alegria e a felicidade prevaleciam, e onde os sacerdotes e o povo conversavam. Não era esta uma ocasião em que a paz era restabelecida, mas uma festa de regozijo por haver paz. Geralmente, era precedida por uma oferta pelo pecado e uma oferta queimada. O sangue havia sido aspergido, a expiação fora feita, o perdão fora concedido e a justificação, assegurada. Na celebração dessa experiência, o ofertante convidava seus parentes próximos, seus servos e os levitas para comer com ele. A família toda se assentava no pátio da congregação para celebrar a paz estabelecida entre Deus e o homem, e entre este e seu semelhante. Não há alegria mais elevada do que estar em paz com Deus (ver Rm 5:1). Cristo deixou um legado ao dizer: “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou” (Jo 14:27). A paz de Cristo é a calma segurança que vem da confiança em Deus. Cristo proferiu essas palavras de paz à sombra do Getsêmani e do Gólgota. Ele sabia o que O esperava, mas não Se intimidou diante disso. Seu coração estava cheio de paz e amor. Ele sabia em quem confiava e descansava na segurança de que era amado pelo Pai, ainda que não enxergasse além dos portais do túmulo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 780, 781.
fêmea. Uma oferta de bem estar poderia ser macho ou fêmea. Compare purificação/oferta de pecado de pessoas comuns, as quais se requeria serem fêmeas (4.28, 32; 5:6). Todos esses animais representavam Cristo (Jo 1:29). Então, a noção de que comente um macho poderia representar Cristo não tem fundamento adequado. Andrews Study Bible.
3 toda a gordura. Não a gordura distribuída pelo corpo, mas a gordura que cobria certos órgãos era queimada sobre o altar juntamente com os rins. CBASD, vol. 1, p. 781.
5 em cima do holocausto. Os holocaustos a favor da nação inteira eram oferecidos todas as manhãs e todas as tardes, e as ofertas da comunhão eram oferecidas [após e] em cima deles. Bíblia de Estudo NVI Vida.
É oferta … de aroma agradável ao Senhor. Quando a gordura era queimada sobre o altar produzia um “aroma agradável ao Senhor”. … A gordura era sempre queimada sobre o altar e Deus exigia isso (Lv 3:16); era “aroma agradável” ao Senhor; … Comer “a gordura da terra” (Gn 45:18, KJV) significava apreciar o melhor que a terra oferecia. CBASD, vol. 1, p. 781, 782.
9 cauda gorda. Raça de ovelhas ainda muito usada no Oriente Médio, com uma cauda pesada de gordura. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11, 16 como alimento oferecido ao Senhor (NVI; ARA: manjar da oferta queimada ao Senhor). O Antigo Testamento insiste em afirmar que Deus supre o homem com alimentos e não vice-versa (Gn 1.19; Sl 50.12-14). Portanto, esse comentário deve ser entendido de maneira figurada, que Deus se agrada do sacrifício oferecido pela fé (cf Hb 11.4), tal como as pessoas apreciam os alimentos. Bíblia de Genebra.
Os sacrifícios israelitas não eram “alimentos para os deuses” (em contraposição com outras culturas antigas; v. Ez 16.20; cf Sl 50.9-13), mas às vezes eram chamadas metaforicamente de “manjar” (21. 6, 8, 17, 21; 22:25) no sentido de serem presentes para Deus, que os aceitava com grande prazer. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 uma cabra. Neste caso, o procedimento era o mesmo dos outros sacrifícios. A imposição da mão, a imolação e a aspersão do sangue seguiam um padrão regular. A gordura era cuidadosamente removida e queimada sobre o altar com os rins do animal. CBASD, vol. 1, p. 782.
17 gordura nenhuma nem sangue jamais comerás. A gordura dos animais sacrificados pertencia a Deus (v. 3). Comer sangue significa comer carne cujo sangue não foi drenado (1Sm 14.33). A razão teológica para essa proibição é dada em 17.11. Bíblia de Genebra.
Quando Deus permitiu que as pessoas comessem carne, Ele não permitiu que consumissem o sangue, que representa a vida (Gn 9:4). … Drenar o sangue mostra respeito por Deus e pela vida que Ele criou (compare Êx 20:13). Somente o Criador tem o direito de utilizar sangue. Contudo, como exemplo, Ele ordenou que sempre fosse drenado dos sacrifícios animais e vertidos na parte exterior do altar, de forma que ele não subia na fumaça como parte de Sua “comida”. Andrews Study Bible.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/levitico/lv-capitulo-2/
Levítico 1-7 fornece instruções para cinco tipos básicos de sacrifício: holocaustos, grãos, paz, pecado e ofertas pela culpa. Estes diferem entre si, pois de alguns a carne podia ser comida pelos sacerdotes (apenas holocaustos não podiam ser comidos) e outros pelos ofertantes (somente ofertas pacíficas podiam ser comidas). Diferiam ainda onde os sacerdotes colocariam o sangue (geralmente nos lados do altar, mas sacrifícios pelo pecado somente sobre os chifres do altar). Por que essa diferença?
Porque nenhum sacrifício animal isoladamente poderia simbolizar a riqueza do sacrifício de Cristo! Por exemplo, Ele foi totalmente consumido (holocausto), mas podemos participar espiritualmente de Deus (oferta de paz). Como alguém poderia, literalmente, “comer” o que é “totalmente queimado”?
Itens de grãos e de bebida, muitas vezes acompanhavam carne para fazer uma doação de alimentos (compare Gn 18:6-8; Nm 15). Cereais podem representar Cristo, “o Pão da Vida” (Jo 6:35; Mt 26:26).
Em Levítico 2, uma oferta de cereais sem sangue ou carne é considerada um sacrifício, porque envolve a transferência de algo para o domínio sagrado de Deus, para Seu uso. Isto explica como Paulo podia exortar os cristãos a apresentarem seus “corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”, em seu culto racional (Rm 12:1).
Nós não precisamos morrer a fim de sermos totalmente consagrados. Podemos ser “sacrifícios vivos”, oferecendo nossas vidas a Deus para o Seu serviço.
Roy Gane
Andrews University
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=338
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Nem toda oferta era de animais. Também, nem toda oferta tinha que ver com morte, sacrifício, sangue, etc. Deus recomendou outras para serem oferecidas no altar.
Esboço:
• Oferta de manjares (vs. 1-3);
• Oferta de manjar assado (vs. 4-11);
• Oferta das primícias (vs. 12-16).
Para tais ofertas, a farinha deveria ser da melhor qualidade, misturada com óleo; um punhado seria misturado com incenso e logo queimado sobre o altar. O restante ficava com Arão e seus filhos.
Outro detalhe, os pães usados como oferta deveriam ser com farinha de primeira, misturada ao óleo, mas nunca conter fermento.
Seja na frigideira, seja na assadeira, qualquer preparo para Deus deveria ser de farinha da melhor qualidade. Toda oferta jamais deveria conter fermento.
Nem fermento ou mel deveria ser queimado perante o Senhor; embora o mel pudesse ser oferecido como primícias, mas nunca queimado.
Todas as ofertas de cereal deveriam ser oferecidas com sal. Os grãos novos deveriam ser esmagados, empapuçados com óleo: uma parte o sacerdote queimaria juntamente com incenso como memorial e aroma agradável prepara para Deus.
1. As ofertas de manjares eram um reconhecimento de soberania divina e mordomia, uma homenagem do pecador ao Criador.
2. O fermento não deveria fazer parte do ritual de ofertas porque na Bíblia ele representa ao pecado, e a oferta não deveria ser defeituosa.
3. O sal e os primeiros frutos estavam relacionados com a aliança do povo com Deus, lembrando que o compromisso com Deus devia reger a vida inteira.
4. O azeite é símbolo do Espírito Santo, a farinha deveria conter azeite e/ou ungida com azeite lembrando que a vida e as atividades diárias devem ser regidas pela consagração, as ações humanas não devem estar desvinculadas com as de Deus.
Uma vida de dedicação a Deus nunca deve estar divorciada de atitudes de devoção constante. Uma entrega pela metade não é entrega de verdade. Uma submissão parcial a Deus não é submissão total, portanto, tal vida nunca será um aroma agradável ao Autor da vida.
Tudo o que temos e somos deve ser entregue, dedicado e consagrado a Deus. O trabalho, a família, a comida, a casa, tudo… Deus requer uma total santificação de todo aquele que anseia a bênção de Sua santa presença. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Toda oferta dos teus manjares temperarás com sal; à tua oferta de manjares não deixarás faltar o sal da aliança do teu Deus; em todas as tuas ofertas aplicarás sal” (v.13).
As ofertas de manjares, assim como os holocaustos, eram queimadas no altar, como “aroma agradável ao Senhor” (v.2). Mas, ao contrário da queima total dos holocaustos, apenas uma porção dos manjares eram queimados no altar. Porém, nem o fermento e nem o mel poderiam ser queimados. A Bíblia diz que o povo poderia até ofertar esses dois produtos como primícias, mas eles não poderiam ser queimados como oferta agradável ao Senhor. O fermento, sabemos que é símbolo do pecado, mas a referência quanto ao mel não tem explicação bíblica. Alguns estudiosos, porém, defendem a tese de que o mel representa os prazeres da carne, os desejos do homem carnal. O que faz muito sentido, partindo do fato de que, primariamente, todo pecador é chamado a ir ao Senhor como está, cheio de pecados e assediado pelas tentações da carne, a fim de que, em Jesus, ele encontre a libertação.
Outro produto em destaque é o azeite. Assim como o sal, toda oferta de manjares tinha a presença do azeite. O azeite simboliza o Espírito Santo. Se o holocausto representava a oferta integral do pecador a Deus, a oferta de manjares representava o segundo passo, que é a prática da mordomia. Uma parte era queimada ao Senhor e o restante, era “de Arão e de seus filhos” (v.3). Nunca poderia haver verdadeiro holocausto se logo após não viesse a oferta de manjares. Assim como a oferta de manjares sem holocausto não passava de salvação por obras. A entrega do ser todo a Deus sempre redunda em fidelidade e generosidade, gerados pela gratidão em reconhecer a Deus como Doador e Mantenedor da vida e pela constante atuação do Espírito Santo.
Já o sal era símbolo de aliança, de conservação, representava algo tão especial que de modo algum poderia faltar em nenhuma oferta de manjares.
Jesus disse que Seus discípulos são o “sal da terra” (Mt.5:13). Ora, o que faz o sal? Ele torna conhecido o sabor do alimento. Ou seja, o mundo conhecerá a Palavra de Deus (o sabor do alimento), se você for um genuíno cristão (o sal). As palavras tem poder, mas não têm o mesmo impacto do exemplo. Ser cristão é ser imitador de Jesus. É Ele que nos “tempera”. Não somos nós, mas a obra dEle em nós! Porque “nEle vivemos, nos movemos, e existimos” (At.17:28).
Analisemos as palavras de advertência de Cristo com relação ao fermento: “Acautelai-vos do fermento dos fariseus, que é hipocrisia” (Lc.12:1). A palavra hipócrita, deriva do grego “hypokrités”, que significa “sob a máscara”, palavra usada para os atores da época. O seu significado fica ainda mais claro nas seguintes palavras de Jesus: “Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem” (Mt.23:3). Já ouviram aquele ditado: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”? Pois bem, este é o resultado na vida de todo aquele que tem um bom discurso, mas não passa disso.
Quando entregamos a nossa vida inteiramente a Cristo, o Espírito Santo inicia uma obra que só terá perfeito cumprimento no Dia do Senhor. É um processo diário e que requer de nós uma íntima comunhão com Deus. Uma vida entregue à vontade de Deus fala mais do que muitos sermões! Não é, porém, o que fazemos, mas o que Espírito de Cristo opera em nós. Oferte agora o seu coração ao Senhor e Ele fará uma obra que para você pode ser imperceptível, mas que, para muitos, a vida de Cristo “temperando” a sua, terá resultados eternos!
Feliz sábado, sal da terra!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Levítico2 #RPSP
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