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Cidades dos levitas: Quedes, Siquém, Hebrom; na Transjordânia: Bezer, Ramote e Golã. Cf. Josué 20:7, 8.
Fonte: http://www.swartzentrover.com/cotor/bible/bible/bible%20Atlas/040.jpg
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Nosso coração é malvado. Praticamos o mal até sem intenção de praticá-lo. Infelizmente, nossas melhores intenções podem prejudicar alguém. Se isso é assim quando estamos em paz, quanto mais ao agirmos movidos pelo nervosismo: Desgraça na certa!
Se nossas melhores intensões podem resultar em grandes confusões, quanto mais se elas forem cruéis: O diabo nem precisará tentar-nos para levar-nos ao inferno. A ira que leva à vingança pode ser pior que o erro de quem merece punição. Para todos, Deus proveu solução.
O capítulo fala de cidades:
1. Dos levitas (vs. 1-8);
2. De refúgio (vs. 9-34).
O que cidades têm a ver com emoções e vinganças. Claramente, este texto, tem como aplicação primária à terra de Canaã. Desde Números 33:50 a 36:13 o contexto aponta a regulamentos a serem aplicados quando os israelitas assentassem na Terra Prometida. Contudo, seus ensinamentos oferecem-nos grandes e preciosas lições: ALGUÉM PODERIA…
• …ferir mortalmente uma pessoa sem intensão de assassiná-la.
• …ferver de raiva e intentar vingar a sangue da vítima.
Como impedir que o raivoso vingador cometa um crime assassinando alguém que supostamente cometeu homicídio doloso (assassinato intencional) quando, na verdade, foi homicídio culposo (por acidente)? Deus é sábio demais para errar. Ele conhece que nosso coração é mais parecido com um vulcão em erupção ou uma bola de pólvora pronta a explodir irracionalmente do que um justiceiro coerente.
1. Deus providencia proteção ao infrator e, também ao vingador.
2. Deus projetou cidades refúgios.
3. Deus só não proveu segurança para quem agisse intencionalmente.
Agora, observe as seguintes aplicações realizadas por Edgardo D. Iuorno:
• Uma das imagens mais poderosas que a Bíblia emprega para descrever o que Deus almeja que Sua igreja alcance está neste texto.
• A igreja é um refúgio do pecador que procura ajuda, não o esconderijo de delinquentes que fogem da justiça.
• Há perdão para o pecador que confessa, não para a transgressão consciente e acariciada.
• A igreja não pode ser cúmplice do pecado voluntário de ninguém. Ela não pode tolerar o que Deus não tolera.
• Enquanto esperamos ser declarados inocentes no juízo em virtude da morte do Sumo-Sacerdote podemos E TEMOS que encontrar refúgio na igreja de Deus.
O texto é muito rico para pouco espaço. Continue meditando e reavivando-se pela Palavra divina… – Heber Toth Armí.
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“Não contaminareis, pois, a terra na qual vós habitais, no meio da qual Eu habito; pois Eu, o Senhor, habito no meio dos filhos de Israel” (v.34).
Das quarenta e oito cidades estabelecidas por Deus como cidades dos levitas, seis delas foram separadas para um fim especial. Cada tribo de Israel daria cidades para a habitação dos levitas e para as cidades de refúgio “na proporção da herança” (v.8) que recebesse. As cidades de refúgio serviam para acolher o homicida que matasse “alguém involuntariamente” (v.11). Na linguagem jurídica atual, poderíamos denominar tal homicídio de culposo, ou seja, sem a intenção de matar.
Mesmo que fosse um ato involuntário, o homicídio derramava na terra um sangue que precisava ser expiado, assim como o crime culposo hoje, apesar de ter uma pena amenizada, não deixa de ter a sanção penal prevista. Enquanto aguardava um julgamento que levasse em conta a ausência de dolo, o homicida não poderia sair dos muros da cidade de refúgio, devendo ficar ali “até à morte do sumo sacerdote, que foi ungido com o santo óleo” (v.25). A morte do sumo sacerdote prefigurava o sacrifício de Cristo, que faria expiação por toda humanidade. Mas se o homicida saísse “dos limites de sua cidade de refúgio, onde se tinha acolhido, e o vingador de sangue” o encontrasse “fora dos limites dela”, este poderia matá-lo sem que fosse “culpado do sangue” (v.26-27).
Feliz é aquele que faz do Senhor o seu refúgio. Para este há sempre a segurança em saber que a sua vida está nas melhores mãos. Diz o salmista: “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio” (Sl.91:1-2). Somos todos pecadores, e, portanto, culpados do sangue do Inocente. Porque “assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm.5:12). “Mas Ele foi trespassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades” (Is.53:5).
Somente em Cristo podemos permanecer seguros até que Ele venha. Sair de sua presença significa colocar em risco a própria vida, podendo selar o destino eterno para a perdição. Ao contrário do vingador de sangue em Israel, que geralmente era um dos parentes mais próximos da vítima buscando vingar o sangue derramado, há um derramador de sangue espreitando cada vida humana esperando a mínima oportunidade para matar e destruir todo aquele que abandona o seguro refúgio divino. Portanto, amados, “sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8).
Enquanto estivermos abrigados no esconderijo do Altíssimo, Satanás continuará apenas em derredor. À cada manhã, apegue-se à Palavra de Deus e à oração, e você permanecerá seguro durante todo o dia, até aquele Grande Dia.
Vigiemos e oremos!
Bom dia, refugiados no Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Números35 #RPSP
Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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2 dêem cidades aos levitas. Os levitas não deviam habitar juntos no território (18:20, 23-24), mas deveriam ser distribuído por Israel em cidades. A presença dos servos do Senhor contribuiria para unificar nEle a nação. Andrews Study Bible.
4 mil côvados. Cerca de 450 metros. Andrews Study Bible.
6 Das 48 cidades dadas aos levitas, seis eram cidades de refúgio. Estas seis cidades foram colocadas sob a supervisão dos levitas porque eles seriam os juízes mais imparciais. Life Application Study Bible.
acolha. As cidades de refúgio eram um santuário e, por isso, um tipo de Cristo, que acolhe o pecador que recorre a Ele em fé (ver Êx 21:13; Dt 19:2-9; Sl 46:1; 142:5; Is 4:6; Rm 8:1, 33, 34; Fp 3:9; Hb 6:18, 19). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1036.
11-28 Se alguém morresse por causa de violência, assumia-se que seria um assassinato, mas o suspeito de assassinato não era automaticamente considerado culpado. As cidades de refúgio asseguravam ao acusado que a justiça seria feita. Mas se ele ou ela deixassem a cidade, seriam considerados culpados e poderiam ser mortos pela parte vingadora. … As cidades de refúgio representavam o cuidado de Deus pela justiça em uma cultura que nem sempre protegia o inocente. É injusto tanto relevar maus feitos quanto estabelecer conclusões precipitadas quanto à culpa. Quando alguém for acusado de fazer algo errado, posicione-se pela justiça, proteja aquele cuja culpa ainda não foi comprovada e ouça atenciosamente todos os lados da história. Life Application Study Bible.
11 involuntariamente. A palavra aqui usada significa, literalmente, “por engano”, “por equívoco” (ver Js 20:3; Ec 5:6). CBASD, vol. 1, p. 1036.
12 vingador. [Heb goel] Um membro da família da vítima costumeiramente era designado para vingar a morte da vítima, matando o homicida. Biblia de Genebra.
15 estas seis cidades. Ver o nome delas em Josué 20:7, 8 [Quedes, Siquém, Hebrom; na Transjordânia: Bezer, Ramote e Golã] . CBASD, vol. 1, p. 1036.
19 ao encontrar o homicida, matá-lo-á. Inclusive nas cidades de refúgio, que são reservadas apenas para o caso da morte acidental, 11. Isto quer dizer que o assassino nunca está livre de quem possa vingar o seu crime. Assim é a consciência daquele que não pediu perdão pelos seus pecados, 32.1-5. Bíblia Shedd.
20 empurrar. Ou melhor, “se o jogar”, ou seja, de um lugar alto de onde a queda pudesse causar a morte (ver Ez 34:21). CBASD, vol. 1, p. 1037.
A frase com mau intento vem do hebraico “espreitar” ou “ficar de tocaia”. Bíblia Shedd.
24 julgará. O acusado era retirado da cidade de refúgio, provavelmente sob a proteção de uma escolta, até algum lugar onde a comunidade refletiria sobre as evidências do caso (Êx 21:12-14; Dt 19:1-13). CBASD, vol. 1, p. 1037.
25 até à morte do sumo sacerdote. Ver também o v. 28. A morte do sumo sacerdote produzia uma alteração na condição jurídica de um homicida – o réu não mais estava sujeito à pena imposta pelo homicídio. Biblia de Genebra.
Este sistema reconhecia a seriedade de tirar a vida humana, mesmo por acidente e dava aos parentes do morto tempo para se recuperarem da ira. Andrews Study Bible.
30 Ninguém podia ser executado com base na evidência de apenas uma testemunha. Biblia de Genebra.
32 aquele que se acolher à sua cidade de resgate. A obrigatoriedade de morar na cidade de refúgio era considerada uma punição pelo descuido ao cometer um homicídio acidental. CBASD, vol. 1, p. 1037.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-34/
A terra de Canaã, que Israel teria que alcançar através da conquista, tinha limites específicos e deveria ser dividida por um grupo de pessoas lideradas por Eleazar e Josué. Por que o texto destaca essas fronteiras específicas? Primeiro, Israel alcançaria essas fronteiras apenas com a bênção de Deus, condicionada a manter-se fiel à aliança que tinha com Deus. Assim, as fronteiras se tornariam indicadores da fidelidade de Israel. Segundo, os limites específicos foram úteis para mostrar a Israel que a terra que eles herdariam era um cumprimento muito concreto da promessa de Deus (Gn 12:7; 15: 18-20).
Para nós, cristãos, a antiga terra de Canaã é um símbolo da Canaã Celestial (Hb 11:8-16). Se quisermos desfrutar da recompensa que Cristo prometeu a nós (João 14:1-3), precisamos nos manter fiéis ao nosso compromisso cristão. A promessa de Cristo não é algo vago ou obscuro. Desfrutaremos da presença de Deus no Éden restaurado, a terra que Cristo está preparando para nós! Este papel de Cristo é realmente prefigurado em Números 34 por Eleazar (o Sumo Sacerdote) e Josué (Yehoshua ou Yeshua, que significa “o Senhor é a salvação”).
Roy E. Graf
Professor do Seminário Teológico da DSA
Universidade da União Peruana
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=397
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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A Bíblia inteira é inspirada por Deus, nada deve ser deixado de lado, descartado ou menosprezado. Leia-a e serás grandemente abençoado(a).
Este capítulo apresenta a “preparação para a distribuição da Terra Prometida” (R. Dennis Cole):
• Delineia-se as fronteiras da Terra Prometida (vs. 1-15);
• Convoca-se os líderes para repartir a Terra Prometida (vs. 16-29).
Em relação à terra, “o tamanho da herança era determinado pelo tamanho do tribo, mas a posição era determinada por sorte” (D. L. Moody). Contudo, Deus não deixou ninguém sem herança, sem lugar apropriado na Terra Prometida. Deus não esquece nem ignora ninguém.
Nestes 29 versículos, 10 vezes aparece a palavra LIMITE. Este tema predomina neste capítulo. Deus escolhe um número limitado de líderes e delimita o território geográfico para cada tribo. O que podemos aprender destes limites?
1. Nós somos limitados por nossas fraquezas, devemos viver para superar nossos limites, mas jamais ultrapassar os limites estabelecidos por Deus – Israel deveria conquistar (lutar/avançar), mas permanecer dentro dos limites apontados por Deus.
2. Dentro dos limites estipulados por Deus há liberdade, fora desses limites há dissabores, conflitos e escravidão resultante do pecado – sem as delimitações de Deus o povo brigaria por herança igual muitos irmãos brigam após o enterro dos pais.
3. Ir além ou ficar aquém dos limites divinos prejudica nossa vida. Se as tribos não fossem até o limite do território, os inimigos hostilizariam aos israelitas (33:55). Quem é misericordioso com o pecado logo perceberá que o pecado não tem misericórdia de ninguém.
Além destes pontos, o texto apresenta Deus…
• …orientando a Moisés (vs. 1, 16): Deus interage com os seres humanos.
• …ordenando dar a terra (v. 13): Deus orienta o caminho para a realização da promessa.
• …ordenando os líderes das tribos (v. 29): Ele é o Líder dos líderes.
Precisamos entender que a estratégia divina é que na união há força. Um povo totalmente descomprometido com o pecado, ligado a Ele, seria a potência mundial que iluminaria com a verdade celestial a toda a humanidade.
Precisamos aprender que Deus é dono de tudo, mas deu apenas um território bem delimitado a Israel; assim Ele estava preparando tudo para a vinda do Messias, o Salvador/abençoador do mundo inteiro!
Respeitar limites divinos atrai bênçãos! Busque-as em Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“A estes o Senhor ordenou que repartissem a herança pelos filhos de Israel, na terra de Canaã” (v.29).
Estabelecidos os limites da terra prometida, Eleazar, Josué e os príncipes das nove tribos e meia foram designados por Deus para repartir Canaã por herança a Israel. Conforme o número de pessoas de cada tribo, uma porção seria dada de forma proporcional. As duas tribos e meia que ficaram do outro lado do Jordão “receberam a sua herança” (v.15), e, apesar de não ter parte na herança, a tribo de Levi receberia cidades a fim de que pudesse nelas habitar.
Com que expectativa os filhos de Israel aguardavam a ordem divina de avançar no território prometido! Era uma geração ansiosa por ver o que seus pais foram privados devido à sua incredulidade. Após a árdua jornada no deserto, a visão de Canaã era um verdadeiro oásis, um refrigério para os exaustos peregrinos. A exposição acerca da divisão da herança acendeu-lhes no coração a chama da esperança e aumentou-lhes a disposição fiel em fazer a vontade de Deus.
Tão perto como estamos de receber a nossa herança eterna, está o nosso coração a arder pela expectativa da futura recompensa? Temos saudades do Deus que nunca vimos e do lugar que nunca fomos? Oh, amado(a), há um lugar nas moradas do Pai preparado exclusivamente para você! Mas recompensa maior será o privilégio eterno de contemplarmos a face do nosso Senhor e Salvador. Nós servimos a um Deus que não mente e que nos prometeu:
“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:1-3).
Acredite: “esta vos será a terra, segundo os limites de seu contorno” (v.12).
Vigiemos e oremos!
Bom dia, herdeiros da vida eterna!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Números34 #RPSP
Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
