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Devemos desprezar viver na lama do pecado ou nas trevas da imoralidade. Devemos decidir, no presente, avançar na caminhada cristã refletindo sobre as diversas lições aprendidas no caminho. Assim, o futuro será melhor que o passado.
A Bíblia é o livro guia para tudo o que pretendemos fazer na vida. Nela encontramos todos os nutrientes espirituais para alimentar e fortalecer nossa alma. Veja os maravilhosos princípios deste capítulo:
1. Deus prescreve um código para adoração (vs. 1-12): A adoração que oferecemos a Deus deve seguir o padrão por Ele estabelecido; do contrário, será espúria, adulterada, danificada, imprestável para cultuá-Lo. Adoração deve ser importante e central na vida de cada crente, assim como o Santuário estava no centro do acampamento israelita.
2. Deus revela que o sacrifício é fundamental na adoração genuína. Cada sacrifício apontava para Cristo, que deu Sua vida inocente em lugar do culpado e condenado à morte. O culto sem Cristo é intragável a Deus; o adorador independente de Cristo permanece vazio após cultuar (vs. 13-28).
3. Deus adverte contra a perversão do culto e da adoração. Nenhum traço pagão deve caracterizar o culto cristão. Qualquer tipo de idolatria é uma forma de adulterar a verdadeira religião, tornando-a abominável, odiável e intolerável a Deus (vs. 29-32).
Os ensinamentos prescritos neste capítulo eram mais específicos para o momento em que foi escrito. Após o cumprimento profético apontado pelos sacrifícios, visto na morte vicária de Cristo, “agora, cada pessoa que aceita a Cristo torna-se um templo de Deus e tem o Espírito habitando dentro do si (1 Co 6:19,20). Mas cada congregação de cristãos também é um templo de Deus (1 Co 6:10-17), e Cristo está edificando Sua Igreja universal como uma habitação para o Espírito (Mt 16:18; Ef 2:19-22)” – explica Warren Wiersbe.
Dito isso, Wiersbe aplica focando o futuro: “Algum dia, todo o povo de Deus habitará na cidade celestial, que será iluminada pela glória do Senhor (Ap 21:23)”.
Agora, o local não importa. O que importa é estarmos em Cristo em todo lugar (João 4:23-24). Agora, “aquele que busca orar com seriedade na ‘igreja’ ou em seu quarto vive a maior parte da semana ou do dia em completa desarmonia com aquilo que orou” – salienta Andrew Murray
Precisamos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.
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“Lá, comerás perante o Senhor, vosso Deus, e vos alegrareis em tudo o que fizerdes, vós e as vossas casas, no que vos tiver abençoado o Senhor, vosso Deus” (v.7).
As nações que habitavam em Canaã preservavam o seu sistema de culto pagão “sobre as altas montanhas, sobre os outeiros e debaixo de toda árvore frondosa” (v.2). Através de altares, colunas, postes-ídolos e imagens de escultura, invocavam e adoravam os seus deuses através de rituais abomináveis, inclusive, queimando seus próprios filhos e filhas como sacrifícios a seus deuses (v.31). A destruição completa desses lugares de culto simbolizava a purificação de Canaã para receber o verdadeiro e único lugar do culto verdadeiro.
A fim de entrar em Canaã, o procedimento dos filhos de Israel precisava ser mudado, pois faziam “cada qual tudo o que bem [parecesse] aos seus olhos” (v.8). Como Israel, muitos almejam entrar no descanso do Senhor “cada qual” com suas opiniões formadas, com suas concepções irredutíveis e seus corações intransponíveis. Não entregam verdadeiramente o coração à boa obra do Espírito Santo e prosseguem em viver um forjado “Assim diz o Senhor”, moldado segundo a inclinação da própria carne.
Será que não estamos incorrendo neste grave erro? A Palavra de Deus deve ser recebida como a voz de Deus diretamente ao nosso coração, e não como uma seta que apontamos em direção àqueles que julgamos estar errados. Quando o profeta Elias subiu ao monte Carmelo, apenas um era o seu objetivo: revelar a todos que só o Senhor é Deus. Ele não apontou o dedo para os seus irmãos, mas ergueu as mãos aos céus. Ali, ele ofereceu o agradável sacrifício e obteve do Senhor a resposta através do fogo.
Assim como Deus orientou em tudo a Israel, Ele nos deixou todas as orientações necessárias para que vivamos na Terra como aqueles que “manifestam estar procurando uma pátria”, os que, “agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:14 e 16); para que não incorramos na idolatria e nas práticas que corrompem o lugar que Ele elegeu como a habitação do Seu Espírito: “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (1Co.6:19).
Há um lugar de descanso e de banquete preparado para os que “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). Perseveremos em buscar ao Senhor de todo o nosso coração, edificando a nossa vida sobre a Rocha que é Cristo, e, de modo algum, erraremos o caminho (Is.35:8).
Vigiemos e oremos!
Bom dia, peregrinos rumo ao descanso!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio12 #RPSP
Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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1478 palavras
Israel só deveria adorar no lugar escolhido por Deus. Moisés exigiu a destruição de todo santuário idólatra (1-3), restringiu a adoração ao santuário central (4-14), deixou regulamentos acerca dos sacrifícios e da matança dos animais para alimentação (15-28) e advertiu contra a imitação às práticas idólatras (29-32). Bíblia Shedd.
1 São estes os estatutos. Deuteronômio 12:1 – 26:19 é chamado de o Livro da Aliança. A facilidade com que o povo se esquecia das exigências de Deus fazia necessária a reiteração de Sua vontade (ver Dt 6:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista dos Sétimo Dia, vol. 1, p. 1091.
2, 3 Ao tomarem posse do território de uma nação, os israelitas deveriam destruir todo altar pagão e ídolos na terra. Deus sabia que seria fácil para eles mudar suas crenças se começassem usar esses altares, portanto nada deveria permanecer que os tentasse a adorar ídolos. Nós também deveríamos procurar implacavelmente e remover qualquer centro de falsa adoração de nossas vidas. Podem ser atividades, atitudes, posses, relacionamentos, lugares ou hábitos – qualquer coisa que possa nos tentar a desviar nossos corações de Deus ou fazer o mal. Não devíamos considerar que somos fortes demais para sermos tentados. Israel aprendeu esta lição. Life Application Study Bible Kingsway.
2 Destruireis por completo. Também na vida cristã não pode haver qualquer transigência para com o mal (2 Co 6.14-17). Bíblia Shedd.
3 altares… colunas. Os altares eram construídos de uma ou mais pedras; a “coluna” [ou “estela”] era apenas uma pedra e, em geral, um objeto de adoração. CBASD, vol. 1, p. 1091.
4-14 Tinha de haver um lugar particular para adorar a Deus. … Jerusalém não é mencionada no Pentateuco, e tampouco foi escolhida como local do santuário central, senão muito depois de Moisés. O fato de que Deus não indicou, nessa ocasião, o lugar do Santuário, nos ensina que a orientação dada pelo Senhor, geralmente, é passo a passo, e que precisamos olhar continuamente para Ele. Nota-se também o contraste entre a ênfase do Antigo Testamento sobre um lugar, e a ênfase do Novo Testamento sobre uma pessoa (Jo 4.20-26). Bíblia Shedd.
4 Não fareis assim. Altares e colunas sagradas [aos povos pagãos] não deviam ser usados no culto a Deus. CBASD, vol. 1, p. 1091.
6 oferta das vossas mãos. Esta é uma referência às primícias dos cereais, do vinho e de outros produtos da terra que deviam ser apresentadas pelo adorador pessoalmente (Nm 18:11, 12; Dt 18:4; 26:4, 10). O adorador usava suas próprias mãos no cultivo e no preparo da dádiva. CBASD, vol. 1, p. 1092.
7 comereis… vos alegrareis. Alguns sacrifícios eram compartilhados pelos sacerdotes e pelos adoradores. A adoração, em Israel, era santa, reverente e alegre. A adoração a um Deus santo envolvia o arrependimento e a purificação, mas o coração redimido ficava cheio de alegria e louvor. O livro de Salmos muitas vezes exprime essa jubilosa devoção. Bíblia de Genebra.
“Alegrar-se” perante o senhor é um tema inesgotável nas Escrituras (Lv 23:40; Dt 16:11, 14; 27:7; Sl 32:11; 97:12). Por sua vez, Deus Se regozija com Seu povo (Sf 3:14-17). CBASD, vol. 1, p. 1092.
perante o SENHOR. Os sacerdotes comiam dentro do recinto do santuário (Nm 18:10), mas o povo comia somente próximo ao tabernáculo, “perante o SENHOR” (Êx 18:12; 24:11; Dt 27:6, 7). CBASD, vol. 1, p. 1092.
10 descanso. Somente quando Israel descansou, nos dias de Salomão e Davi (2 Sm 7.1; 1 Rs 5.4), é que Deus escolheu a Jerusalém como o local de Sua casa (1 Rs 3.1; 8.44). Antes disso, Silo servira temporariamente como lugar de adoração (Jr 7.12). Bíblia Shedd.
12-18 Os hebreus colocavam grande ênfase na adoração familiar. Seja oferecendo um sacrifício ou participando de uma grande festa, a família estava sempre reunida. Isto dava à criança uma atitude saudável a respeito da adoração e trazia a isso novo significado aos adultos. Testemunhar um membro da família confessar seu pecado era tão importante quanto celebrar juntos uma grande festa. Life Application Study Bible Kingsway.
12 nem herança. As oferendas dos adoradores destinavam-se, em parte, a sustentar os sacerdotes e levitas, aos quais não tinham sido atribuídas terras agrícolas para lhes pertencer (Dt 10.6-9). Bíblia de Genebra.
regozijem-se ali perante o SENHOR. A alegria, baseada nas bênçãos do Senhor, devia ser um aspecto importante da vida e adoração dos hebreus na terra prometida (v. 7, 18). Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 não ofereças os teus holocaustos em todo lugar que vires. Posteriormente eles negligenciariam esta prescrição e ofereceriam sacrifício nos lugares altos aonde divindades pagãs eram adoradas. (Veja, por exemplo, 2 Rs 23, onde Josias destruiu os outros altares). Deveríamos tomar medidas para resguardar a pureza da adoração em nossa congregações. Se individualizarmos e adaptarmos o louvor para atender às nossas próprias preferências, perderíamos o benefícios de adorarmos como um corpo de crentes. Life Application Study Bible Kingsway.
15-28 É feita a distinção entre os animais oferecidos em sacrifício e os abatidos como alimento. Quando Israel entrasse em Canaã, muitos morariam a uma grande distância do santuário central. Tiveram, portanto, permissão para matar animais que precisassem para si mesmos, sem trazerem uma das partes para o santuário. No caso de sacrifício, o sangue teria que ser apresentado no santuário, Lv 17.1-9. Bíblia Shedd.
15 matar… nas tuas cidades. Regra idêntica foi dada nos vs. 20-21. Eles podiam abater animais e comer de sua carne em qualquer lugar, mas animais e outros alimentos consagrados a Deus só poderiam ser comidos no lugar central de adoração. Ver a nota em Lv 17.3. Bíblia de Genebra.
segundo a bênção do SENHOR… se come a carne do corço e do veado. Neste caso, refere-se a uma refeição comum. Aparentemente a caça de um veado não era mais incomum [era mais comum] naquele tempo do que o é hoje. Devido a essa refeição não ser cerimonial, não se exigia a limpeza cerimonial como no caso de uma refeição relacionada a um sacrifício (Dt 12:22; Lv 7:20). CBASD, vol. 1, p. 1093.
16 Comer sangue era proibido por várias razões: 1) era uma parte integral das práticas pagãs na terra que os israelitas estavam para entrar; 2) representava vida, que é sagrada para Deus; 3) era um símbolo do sacrifício que deveria ser feito pelo pecado. (Ver tb Lv 17:14) [além disso, hoje sabemos que o sangue não é um alimento apropriado pela toxidade e por ser vetor de doenças]. Life Application Study Bible Kingsway.
19 não desampares o levita. Esta advertência divina contra o descuido daqueles que exerciam um cargo sagrado se repete em Dt 14:27. … Os levitas podiam ser reduzidos à pobreza se o povo se descuidasse e deixasse de entregar fielmente o dízimo. O apóstolo Paulo aplica esse princípio do dízimo fiel ao ministério cristão (1Co 9:13, 14). CBASD, vol. 1, p. 1093.
21 então, matarás das tuas vacas e das tuas ovelhas. De acordo com Lv 17, aos israelitas que viviam no acampamento a caminho de Canaã era permitido apenas comer vacas e ovelhas dos seus rebanhos (espécies das quais podiam ser oferecidas sacrifício: Lev 1-5) se fossem sacrificadas no santuário como ofertas de bem estar (ou”pacíficas”). O objetivo disso era prevenir que sacrificassem a outras divindades. De acordo com Dt 12, quando os israelitas se espalhassem na terra de Canaã, aqueles que vivessem longe do santuário poderiam matar animais de seu rebanho do mesmo modo que tratavam animais de caça, sem sacrificá-los [sem as formalidades do sacrifício]. Andrews Study Bible.
22 destas comerá tanto o homem imundo quanto o limpo. A proximidade do altar tornava o local santo, e somente os que estivessem limpos, segundo o código levítico, podiam se aproximar dali. Quando o povo comia em suas próprias casas, a pessoa que não estivesse cerimonialmente limpa podia participar também. CBASD, vol. 1, p. 1093, 1094.
23 empenha-te em não comeres o sangue. A ordem para não comer sangue está expressa de forma enfática e literalmente diz: “Seja firme em não comer sangue.” CBASD, vol. 1, p. 1094.
30, 31 Deus não queria que os israelitas sequer perguntassem a respeito das religiões à sua volta. A idolatria permeava completamente a terra de Canaã. Seria muito fácil se envolver com as sutis tentações aparentemente inofensivas. Às vezes a curiosidade pode nos fazer tropeçar. O conhecimento do mal é perigoso se o mal se torna tentador demais para ser resistido. Resistir à curiosidade a respeito de práticas perniciosas revela discrição e obediência. Life Application Study Bible Kingsway.
31 até seus filhos e suas filhas queimaram. O sacrifício de crianças era comum nos tempos antigos, especialmente na colônia fenícia de Cartago, no Norte da África. Nas antigas culturas pagãs, crianças eram, algumas vezes, sacrificadas em ocasiões de grande necessidade, como expressão de devoção aos deuses (2 Rs 3.27). Até mesmo alguns israelitas, em certas oportunidades, ocuparam-se dessa prática detestável (Jz 11.30-40; Sl 106.34-39; Jr 7.31), Bíblia de Genebra.
Ver Lv 18:21; 20:2; 2Rs 17:31; Jr 7:31; 19:5; 32:35. A prática dos povos pagãos antigos de sacrificar crianças está bem documentada. Há registros de casos isolados mesmo nos tempos modernos. CBASD, vol. 1, p. 1094.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-11/
Há um elemento de proteção em obedecer a Deus. Basta olhar ao longo deste capítulo e vemos recompensas como: força, “vida longa”, boas condições climáticas, sucesso, a bênção de Deus, e assim por diante.
Mas uma ênfase exagerada sobre as “recompensas da obediência”, muitas vezes gera obediência por razões erradas. Na verdade, esse era o problema de Israel quando Jesus viveu entre eles. Desde o tempo do cativeiro babilônico, os judeus começaram a obedecer a Deus com o claro propósito de obter as recompensas prometidas por Ele. A obediência tornou-se mecânica e motivada pelo ganho. A obediência não era uma resposta espiritual, íntima, ao Deus misericordioso que eles adoravam.
No cerne do capítulo temos a promessa: “darei as chuvas da vossa terra a seu tempo, as primeiras e as últimas…” (v.14) É claro que isso está se referindo às chuvas reais. Na Palestina, as primeiras chuvas eram necessárias para amolecer o solo para arar e semear. As últimas chuvas permitiam a maturação final das culturas.
Hoje, o Espírito Santo deseja nos dar chuva espiritual e operar em nós o querer e o efetuar da boa vontade de Deus (Fp 2:13). Deixaremos isso acontecer?
John Ash
Missionário aposentado da União Missão Chinesa
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=410
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Não podemos gostar da superficialidade espiritual nem da hipocrisia religiosa. Devemos trocar qualquer coisa pela comunhão real e íntima com Deus. Isso é questão de decisão.
Conheça mais sobre DECISÃO…
1. Todo pai que teve grandes privilégios concedidos por Deus deve decidir revelar verdadeiro e grande amor a Deus guardando todos os Seus preceitos e obedecendo a todos os Seus requerimentos. Deus disciplina aos pais para que eles ensinem corretamente aos filhos (vs. 1-7).
2. Obediência a Deus não deve ser uma prática cega, um salto no escuro, uma vida sem lógica. Deus mesmo apresenta razões para a obediência, as quais são todas positivas: benefícios pessoais, familiares, materiais, espirituais, sociais, emocionais, etc. Sim, tudo isso resulta da verdadeira obediência motivada pelo amor fluindo do coração (vs. 8-25). Escolha ser obediente!
3. Desobediência ou obediência não tem nada a ver com predestinação. Qualquer pessoa, em qualquer lugar, época ou situação, pode escolher uma das opções sabendo que obediência resulta em bênçãos e, desobediência resulta em maldição. Você, agora mesmo, pode decidir por bênçãos ou por maldições em tua vida, família, trabalho, finanças, sociedade, etc. (vs. 26-32).
Reflita mais sobre DECISÃO…
• O rebelde/incrédulo/ateu não quer saber de Deus. Todavia, nem todo o que obedece ama; mas, todo o que ama a Deus, certamente obedece a Seus mandamentos. Infelizmente, muitos “obedientes” sem amor atrapalham a expressão da verdadeira religião.
• Obediência que não seja de coração não agrada a Deus. Fazer as coisas a Deus por obrigação, sem verdadeiro amor no coração, não passa de um(a) artista imitando alguém que serve a Deus.
• Escolher amar a Deus é uma decisão pessoal. Quem decide amar a Deus como se deve amá-Lo vive uma vida incomparável. A diferença é gritante, quanto são contrastantes as bênçãos e as maldições.
• Sem Deus vive-se sem esperança, sem opção; vive-se na escravidão, sem liberdade. Deus é Quem nos oferece a possibilidade e nos dá capacidade de escolher; depois, respeita essa capacidade deixando-nos escolher e colher os resultados de cada opção (v. 26-28).
Deus não impõe nada a ninguém: “Se diligentemente obedecerdes a meus mandamentos…”.
Atenção: A quais mandamentos? “… de amar o Senhor vosso Deus, e de O servir de todo coração e de toda vossa alma…” (v. 13).
Qual tua decisão? – Heber Toth Armí.
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“Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, e todos os dias guardarás os Seus preceitos, os Seus estatutos, os Seus juízos e os Seus mandamentos” (v.1).
O constante apelo do Senhor ao Seu povo tem sido o mesmo ao longo da história da humanidade:
Vocês precisam Me amar!
Um amor que gera obediência, confiança no poder de Deus e satisfação em servi-Lo. Já naquele tempo, cada recado dado a Israel resultara em uma mensagem aos verdadeiros adoradores até a última geração: “Guardai, pois, todos os mandamentos que hoje vos ordeno, para que sejais fortes, e entreis, e possuais a terra para onde vos dirigis” (v.8).
Como peregrinos a caminho do Lar, temos uma escolha individual e diária a fazer: “Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-O” (1Rs.18:21). Disse Jesus: “Ninguém pode servir a dois senhores” (Mt.6:24). “Considerai hoje” (v.2) tudo o que o Senhor nos deixou escrito como a Sua carta de amor à humanidade. Uma vida de integridade e de retidão diante de Deus não é feita apenas de experiências do passado e nem pode ser alcançada no ato do batismo, mas mediante a constante entrega do “eu” aos cuidados do Espírito Santo a fim de que, por Seu fruto, possamos ouvir e praticar as palavras de Cristo Jesus.
Inúmeros são os benefícios da obediência, e destrutiva a maldição da rebeldia. Ninguém que conhece a Deus e prossegue em conhecê-Lo será abandonado à sua própria sorte. Sem dúvida, colherá as bênçãos provenientes das promessas divinas aqui e no porvir. O Senhor tem prazer em cuidar dos Seus filhinhos. Como um Pai amoroso e bom Pastor, Ele nos toma em Seus braços e nos cochicha aos ouvidos: “Certamente, venho sem demora!” (Ap.22:20).
Deus aguarda apenas que, como Elias dos últimos dias, a Sua igreja desperte para dar testemunho a todas as nações e com insistente fé, como um só homem, esteja unida em oração a fim de que desça sobre nós a última chuva; que, com santa ousadia, derribemos os altares da idolatria e reedifiquemos o altar do Senhor em nosso coração e em nossa casa; que o nosso coração e alma sejam regidos pelo “Assim diz o Senhor”; que nossos filhos sejam “ensinados do Senhor” (Is.54:13), tornando-se homens e mulheres de fé inabalável.
“Eis que, hoje”, o Senhor coloca diante de nós “a bênção e a maldição” (v.26). De que lado estaremos nos momentos finais deste grande conflito? Apegue-se ao Senhor, vosso Deus, “amando o Senhor, vosso Deus” (v.22) em todo o tempo! “Guardai, pois, todos os mandamentos… para que sejais fortes, e entreis, e possuais a terra para onde vos dirigis” (v.8). Não esmoreçamos agora que falta tão pouco tempo para recebermos o maior e melhor abraço de nossa vida!
“Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37).
Vigiemos e oremos!
Bom dia, perseverantes do Senhor!
Rosana Garcia Barros
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686 palavras
1 preceitos. Heb mishmar, lit “aquilo que se deve guardar”, portanto, a soma total daquilo que Deus ordenou ao povo observar. Bíblia Shedd.
6 a Datã e Abirão. Moises distinguiu Datã e Abirão de Corá. Por semelhante modo, o Sl 106.7 não incluiu Corá com aqueles que foram sepultados vivos. … Uma leitura mais cuidadosa do registro em Nm 16.16-35 mostrará que Corá estava no tabernáculo, entre os 150 homens que portavam incensários. Datã e Abirão, que não eram levitas, estavam defronte de suas tendas, juntamente com seus familiares, quando a terra os engoliu e a família de Corá estava com eles. Mas o próprio Corá pereceu com os 150 por causa do fogo que saiu do Senhor. Bíblia de Genebra.
10 não é como a terra do Egito, donde saístes. O Egito dependia de irrigação para ser frutífero, mas Canaã dependia da bênção direta de Deus, cf 8.7. Bíblia Shedd.
O Egito era regado pelo constante fluxo do rio Nilo, de onde os fazendeiros retiravam água para seus campos, através de canais de irrigação e outros meios. Por contraste, a terra de Israel depende da chuva, a qual Deus provê. Isto significa que Deus pode suster a chuva se Seu povo precisava ser disciplinado (vs. 16-17). Andrews Study Bible.
13 de todo o vosso coração. O mandamento de amar a Deus “de todo o coração” (Dt 6.5) é repetido em Deuteronômio pelo menos seis vezes. Bíblia de Genebra.
com o pé, a regáveis. O pé era usado para abrir e fechar pequenos canais em lugares onde a água era necessária. Bíblia Shedd.
14 chuva de outono e de primavera. A estação chuvosa na Palestina começa em outubro e termina em abril. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 frontal. A palavra assim traduzida provém de uma raiz cujo significado é “atar”, “rodear”. O substantivo é encontrado apenas nesta passagem, em Êxodo 13:6 e em Deuteronômio 6:8. Os judeus tomaram o conselho ao pé da letra, atando filactérios à fronte, pensando que desta forma ganhariam mérito com Deus (ver com. de Êx 13:9). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1086.
21 como os dias do céu acima da terra. Quer dizer para sempre. Bíblia Shedd.
24 Todo lugar que pisar a planta do vosso pé. A mesma expressão e as mesmas fronteiras da terra de Canaã são reiteradas em Js 1.3-5. Bíblia de Genebra.
26 a bênção e a maldição. Essa introdução à cerimônia de bênçãos e maldição que devia ser celebrada em Ebal e Gerizim é reiterada em Dt 30.19, no fim do discurso de Moisés. Sob inspiração divina, Moisés enfatizou a obrigação do povo de Israel de amar a Deus e de obedecer aos Seus mandamentos. Bíblia de Genebra.
É surpreendente que Deus tenha colocado aos israelitas uma escolha entre bênçãos e maldições. É mais surpreendente ainda que a maioria deles, através da desobediência, escolheu as maldições. Nós temos a mesma escolha fundamental hoje. Podemos viver para nós mesmos ou viver em serviço a Deus. Escolher nosso próprio caminho é viajar em uma estrada sem saída, mas escolher os caminhos de Deus significa receber a vida eterna (Jo 5:24). Life Application Study Bible.
29 Gerizim … Ebal. A quem viaja das planícies de Moabe (34.1), é fácil avistar ao longe aquelas duas montanhas, para além do vale do Jordão, onde, ao entardecer, o sol se esconde (30). Ali estão a atestar a necessidade de uma escolha entre o bem e o mal. Bíblia Shedd.
Do lado sul do vale fértil onde fica Siquém [fica Gerizim]. O monte Ebal está ao norte do mesmo vale. O monte Gerizim é fértil e o Ebal, não. Alguns comentaristas consideram que essa distinção dá motivo, ao menos em parte, a que um seja o monte da “bênção” e o outro, o da “maldição”. CBASD, vol. 1, p. 1087.
Os detalhes desta cerimônia são vistos nos caps. 27-28; a própria cerimônia foi realizada por Josué conforme a direção de Moisés (Js 8.30-35).
30 As frases “além do Jordão, na direção do por de sol” (v. 30) indicam uma localização de Canaã (isto é, a oeste do rio Jordão). Bíblia de Genebra.
Alguém que esteja do lado oriental do Jordão, do outro lado de Jericó, pode ver o pôr do sol próximo aos montes Gerizim e Ebal, a uns 60 km de distância. CBASD, p. 1087.