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NEEMIAS 10 – Comprometer-se com Deus apenas de boca para fora é fácil, mas é inaceitável a Deus. Reavivamento espiritual que não resulta em reforma de vida é um atraso de vida, é uma perversão da religião e uma afronta ao Deus que ama e faz tudo para o bem dos pecadores.
Neste capítulo é possível perceber muitas lições essenciais para quem realmente quer fazer um compromisso real com Deus:
1. Os líderes, pessoas públicas, representantes do povo, devem dar o exemplo de compromisso sério com o Soberano do Universo, o Deus verdadeiro (9:38).
2. Os líderes religiosos também devem demonstrar publicamente seu interesse no compromisso genuíno e total com o único Deus vivo que interfere na história para o bem de todos (10:1-27).
3. Os propósitos políticos e religiosos devem ser estabelecidos e promovidos com base na revelação de Deus, Seus mandamentos e estatutos (10:28-29).
4. O compromisso com Deus deve ser visto no comportamento, o qual é diferente dos que são comprometidos com o pecado/diabo:
a) O servo de Deus não se envolve em casamento que seja jugo desigual – com pessoas de denominação diferente (10:30).
b) O servo de Deus não escolhe dia para descansar, ele aceita o dia estipulado por Deus como santo, sagrado e exclusivo para adoração – o sábado! (10:31).
c) O servo de Deus corrige seus erros passados e passa a trabalhar conforme a orientação de Deus, que é melhor que viver pautando-se pela ambição da vontade pervertida (10:31).
5. O compromisso com Deus se vê no relacionamento com o dinheiro. O dinheiro não deve ocupar o lugar de Deus, para isso Deus pede uma parte do que Ele nos dá; para reconhecermos que tudo vem dEle e dependemos totalmente dEle para viver neste mundo (10:33).
6. O compromisso com Deus faz com que o adorador invista nos líderes espirituais a fim de que estes promovam o crescimento do reino de Deus no meio do reino das trevas (10:34-39).
O compromisso com Deus muda nossos relacionamentos interpessoais, nossa economia e nosso estilo de vida; pois, nossa missão será fazer sempre a vontade de Deus. Este capítulo revela que tem gente que não tem compromisso total com Deus; você tem?
Faça uma avaliação. Reflita profundamente! Tome atitude: Viva inteiramente para Deus! – Heber Toth Armí.
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“… todos os que tinham saber e entendimento, firmemente aderiram a seus irmãos; seus nobres convieram, numa imprecação e num juramento, de que andariam na Lei de Deus…” (v.28-29).
Você já tomou alguma firme decisão na vida? Na verdade, tudo em nossa vida implica em decisões a todo o tempo. Quando acordamos precisamos decidir levantar ou ficar mais um pouco na cama; tomar banho frio ou morno; que roupa usar; que sapato calçar; relevar o mau humor de alguém ou agir da mesma forma. Enfim, o nosso dia a dia envolve escolhas e são estas escolhas que nos farão obter os resultados que delas derivam.
O filhos de Israel fizeram uma escolha; tomaram uma decisão. Todavia não qualquer escolha, não qualquer decisão, mas o firme propósito de andar na Lei de Deus (v.29). A manifestação que vimos ontem do Espírito Santo a ensinar-lhes a Palavra de Deus foi o que conduziu o povo a firmar esta aliança com Deus. O papel fundamental do Espírito Santo não são manifestações exteriores de pessoas a se jogar no chão nem tampouco de palavras misteriosas que não edificam em nada seus ouvintes, mas é o de nos orientar por meio do estudo da Palavra, levando-nos a tomar a mesma firme decisão de Neemias e do povo, em andar conforme o que diz a Lei do Senhor e assim tornar-nos testemunhas de Cristo (At.1:8), mediante a revelação do fruto do Espírito Santo em nossa vida (Gl.5:22-23).
A pior das mazelas que acometia o povo de Deus daquela época era com relação aos casamentos mistos. E uma das cláusulas, por assim dizer, da aliança do povo com Deus foi a “de que não dariam as suas filhas aos povos da terra, nem tomariam as filhas destes para seus filhos” (v.30). Já estava mais do que confirmado de que Deus, em Sua infinita sabedoria e onisciência, não os havia advertido com respeito a este assunto simplesmente por requerer obediência estrita, e sim que a desobediência a tal ordem (Êx.34:15-16), seria a “causa mortis” de milhares de Israel. Quando o povo dava as costas à aliança feita com Deus para estabelecer aliança por meio de casamentos reprovados pelo Céu, os costumes e a idolatria dos povos pagãos encontravam guarida nos corações movidos pela paixão e logo tudo o que haviam aprendido acerca da Lei de Deus era esquecido. E o que acontecia depois? Esta deserção ao “assim diz o Senhor” era transmitida de geração em geração, atraindo assim a maldição da desobediência.
Amados do Senhor, o que estamos fazendo com o que Deus nos presenteou, que é o livre arbítrio? Por amor, Ele nos deixou livres para escolher a bênção ou a maldição, o bem ou o mal, a vida ou a morte (Dt.30:19). A escolha é minha. A escolha é sua. Não somos seres programados para fazer tudo o que Deus deseja, mas fomos criados para a Sua glória e para a vida eterna (Is.43:7). O pecado trouxe consigo a maldição, o mal e a morte; intrusos que desassossegam constantemente o nosso coração e nos fazem pensar duas vezes antes de tomarmos muitas decisões. O que ainda lhe prende a este mundo? O que ainda lhe faz pensar que Deus não está preocupado com a tua salvação? Como diz a letra de uma canção: “Você é a coisa mais linda de Deus!” Você é o alvo de Seu infinito amor! Foi por você que Cristo tomou a mais firme decisão do Universo, de vir a este mundo, ser humilhado, rejeitado, machucado e morto; e tudo isso, por você e por mim.
E como foi que Jesus, tornando-se em carne, encontrou forças para suportar tamanha humilhação? Simples, amados. Jesus, desde a infância foi ensinado nas Sagradas Letras e forjado na oração. Aos doze anos de idade impressionou os doutores da Lei com a Sua perfeita percepção das Escrituras (Lc.2:46-47). E foi por meio da oração e da Palavra que venceu o inimigo no deserto. A Sua comunhão com o Pai era a mais sublime forma de nos amar! Quer tomar hoje a firme decisão de amar a Deus acima de todas as coisas e amar ao próximo assim como Jesus nos amou? Olhe para Cristo! Dedique-se ao exame das Escrituras. Dedique-se à oração, pois a oração intercessora é uma das formas mais poderosas de dizer: eu te amo. Então, dia após dia, a sua vida estará sendo santificada e preparada para o resultado final da firme decisão do Salvador: a vida eterna. Vigiemos e oremos!
Bom dia, alvos do sublime amor de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Neemias10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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495 palavras
1 Zedequias. Significa “Deus é minha justiça”; mas só depois da vinda de Cristo é que este significado veio a ser uma realidade maravilhosa, pela qual o homem se não estriba mais na pobreza de sua justiça, mas confia na justiça eterna de Deus, que lhe outorga a graça de Cristo (Rm 4.6; Gl 3.6-14) (Bíblia Shedd).
3 Malquias. “Deus é meu rei”. A religião só começa a ter sentido quando Deus está entronizado como rei em nossa vida de todos os dias, e em nossas atitudes e decisões (Bíblia Shedd).
9 Jesua. Este nome significa “salvação”, e, juntamente com Josué, Oséias e outros, é sinônimo (heb) do nome de Jesus (Bíblia Shedd).
28-39 O muro estava completo e o acordo que Deus fizera com Seu povo nos dias de Moisés foi restaurado (Dt 8). Esta aliança tinha princípio que são importantes para nós hoje. Nossos relacionamentos com Deus vão além de cuidar da igreja e devoções regulares. Afeta também nossos relacionamentos (v.30), nosso tempo (v. 31) e nossos recursos materiais (32-39). Quando você escolhe seguir a Deus, você promete segui-Lo deste modo. Os israelitas haviam fracassado em seu compromisso original. Nós devemos manter nossas promessas a Deus tanto em tempos de adversidade quanto de prosperidade (Life Application Study Bible).
28 Todos os que tinham […] entendimento. É interessante observar que, contrário ao costume oriental, mulheres e jovens adultos também assinaram a aliança (CBASD, Vol 3, p. 480).
31 venderem no sábado. Embora Êx 20.8-11; Dt 5.12-15 não proíbam categoricamente o comércio no sábado, ver Jr 17.19-27; Am 8.5 (Bíblia de Estudo NVI Vida).
cada sete anos abriremos mão de trabalhar a terra e cancelaremos todas as dívidas. Os romanos entendiam erroneamente o sábado e o ano sabático, atribuindo-o à preguiça. Segundo Tácito, os judeus “eram levados pelos encantos da indolência a entregar também o sétimo ano à inatividade’ (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Deus reconhecia que a sedução pelo dinheiro conflitaria com a necessidade de um dia de descanso, portanto o comércio era proibido dentro da cidade no Sabbath. Ao decidir honrar primeiro a Deus, os israelitas estariam se recusando a fazer do dinheiro o seu deus. A nossa cultura frequentemente faz com que decidamos entre a conveniência e o lucro, de um lado, e colocar Deus em primeiro lugar, por outro lado.Olhe para seus hábitos de trabalho e adoração: Deus é realmente o primeiro? (Life Application Study Bible).
34 escalar […] lenha. Embora não haja referência específica no Pentateuco a uma contribuição de lenha, o fogo que ardia perpetuamente no altar do santuário (Lv 6.12,13) exigiria um suprimento contínuo desse combustível. Josefo menciona “a festa da oferta da lenha” no dia 14 do quinto mês (abe). A Mishna judaica (interpretações e aplicações rabínicas das leis do Pentateuco) alista nove ocasiões em que certas famílias traziam lenha e estipula que todos os tipos de madeira eram adequados, menos a da videira e a da oliveira (Bíblia de Estudo NVI Vida).
38 os dízimos dos dízimos. Os ministros de Deus, que vivem dos dízimos do povo de Deus, também devem dar o dízimo do que recebem (Bíblia Shedd).
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ne/9
Confessar os pecados e se humilhar é o resultado de corações voltados a Deus. As evidências de reforma e reavivamento são vistas nos atos do povo de Deus. Reforma e reavivamento nos chamam para nos separarmos das coisas que impedem nossa adoração plena a Deus. Isso significa voltar para Deus e fazer a Sua vontade, o que pode ocasionar mudanças radicais na nossa vida. Fazer uma aliança com Deus sempre inclui a decisão de obedecê-Lo.
Adorar a Deus pode ser muito ativo! Em Neemias lemos a respeito de pessoas que se reuniram “jejuando, vestindo panos de saco e com pó sobre as suas cabeças” (v. 1), clamando a Deus em “alta voz” (v. 4). No capítulo anterior, lemos sobre pessoas dizendo “Amém! Amém! enquanto levantavam as mãos” e se “curvavam com o rosto para o chão ao adorarem a Deus” (v.6).
Enquanto o inimigo, Satanás, procura fazer com que as pessoas exagerem as coisas, existe espaço para adoração ativa desde que o centro desta adoração seja Deus.
Pardon Mwanza
Ex Vice-Presidente Geral Da Conferência Geral da IASD
Vice Reitor da Universidade Rusangu, Zambia
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=668
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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NEEMIAS 9 – Estudo intenso da Bíblia e oração fervorosa baseada na mensagem divina – este é o segredo à vitória espiritual. Assim, morte espiritual cede lugar ao vigor espiritual. Eis o trampolim ao “reavivamento e reforma” tão almejado.
“Ler e ouvir a Palavra, nela crendo e a ela obedecendo, sempre traz avivamento espiritual com humilhação, autojulgamento, confissão e verdadeira adoração” comenta Merril F. Unger.
No contexto do texto em análise, Gene Getz propõe os seguintes princípios:
1. Devemos ler a Bíblia, entendê-la e aplicá-la a nossa vida!
2. Devemos decidir que iremos nos dedicar a fazer um estudo sério da Bíblia.
3. Devemos aprender como estudar a Bíblia.
Observe Neemias e Esdras! Essa dupla inflamou o coração do povo com pregação e oração, não com bombástico espetáculo musical. Para que isso seja realidade em nossa era, os pregadores “devem dedicar tempo à leitura, ao estudo, a meditar e orar”, diz Ellen G. White. Ela observa que…
• “A Bíblia não é estudada como deveria” outras coisas ocupam mais a mente tornando “desinteressante a leitura da Palavra de Deus”. Para ela, “a Bíblia requer pesquisa atenta, apoiada por oração. Não basta deslizar sobre a superfície […]. Quem dera, todos exercitassem tão constantemente o espírito de buscar o ouro celestial como na procura do ouro que perece [bens materiais]”.
• Veja mais! “A fim de serem mestres da verdade bíblica, devem examinar as Escrituras com zelo e oração, familiarizando-se com elas”. Tem mais: “Os homens de Deus precisam ser diligentes no estudo, zelosos na aquisição de conhecimento, nunca desperdiçando uma hora… Muitos… nunca alcançarão distinção superior no púlpito ou nos negócios devido à sua instabilidade de propósito e ao desleixo dos hábitos”.
Frank Holbrook nota que os versos 7-35 são ao mesmo tempo um relato histórico e uma oração, e podem ser divididos em duas partes:
• Os versos 7-25 descrevem como Deus dirigiu a formação da nação. Aplicação: Relembrar a orientação de Deus no passado é uma medida salutar contra o egocentrismo da natureza humana.
• Os versos 26-35 focalizam os juízes, a monarquia e como Israel matou os profetas que procuraram conduzi-los de volta a Deus. O verso 32 menciona como Deus permitiu que a Assíria dominasse a nação.
Para entender muitas coisas na vida, é fundamental entender a Bíblia! – Heber Toth Armí.
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“Porque Tu és justo em tudo quanto tem vindo sobre nós; pois Tu fielmente procedeste, e nós, perversamente” (v.33).
A renovação espiritual experimentada pelos judeus, através do estudo da Lei de Deus, gerou um dos capítulos mais ricos das Escrituras. Com jejum, pano de saco e terra sobre a cabeça, os filhos de Israel compunham o cenário do genuíno arrependimento. Mas a forma de nada valeria se não houvesse a essência. Desde a criação em Gênesis, de Abraão, de Moisés e dos períodos dos reis, ficou muito clara a distinção entre a fidelidade de Deus e a recorrente desobediência do Seu povo.
Nenhuma outra nação testemunhou tantos milagres quanto Israel. No Egito, no deserto e em Canaã; nas planícies do Jordão, às margens do mar da Galileia e nas cidadelas de Judá, essas gerações foram testemunhas oculares dos prodígios do Senhor. Ainda assim, uma foi cativa de Babilônia, e a outra, dependurou em uma cruz Aquele que diziam aguardar. Entre idas e vindas, “cometeram grandes blasfêmias” (v.26), “mas no tempo de sua angústia, clamando eles” (v.27), o Senhor os livrava “muitas vezes” (v.28). “Porém, quando se viam em descanso, tornavam a fazer o mal diante de” (v.28) Deus.
Tendo como fundamento o “Livro da Lei do Senhor, seu Deus” (v.3), seus corações foram tocados pela brasa viva do altar do Céu. Como uma chama, cada sentença lida lhes consumia a alma no ardente e sincero interesse de viver conforme o “assim diz o Senhor”. E tendo como professor o “bom Espírito, para os ensinar” (v.20), reconheceram sua condição vulnerável e sua necessidade da “grande bondade” (v.25) de Deus.
Arrependimento e confissão de pecados são dois passos fundamentais na jornada cristã. Nenhum desses, no entanto, procedem da natureza humana. Porque “a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento” (Rm.2:4). E o arrependimento é que produz a confissão; o reconhecimento de nossa culpa e de que precisamos do perdão divino. Pois “o que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv.28:13).
Amados, os altos e baixos de Israel e a grande misericórdia do Senhor e Sua terna disposição em perdoar, nos revela o que muitas vezes temos dificuldade de admitir: somos infelizes, miseráveis, pobres, cegos e nus (Ap.3:17). Quando baixar a guarda torna-se uma opção, abrimos um caminho de largas ideias no campo da iniquidade. E sob a encomenda de um coração “desesperadamente corrupto” (Jr.17:9), nos afastamos da influência do Espírito Santo e de Seu divino discernimento.
“Eis que hoje somos servos” (v.36). Servos de nossos gostos, servos do pecado que em nós habita. E a menos que busquemos andar com Deus, clamando por Seu auxílio e misericórdia, permaneceremos em nossos delitos. Agora é o tempo de estabelecermos “aliança fiel” (v.38) com o Deus de nossa salvação. Agora é o momento em que o Espírito Santo deseja selar essa aliança em nossa vida com tinta que não se apaga. Propensos como somos a falhar, seguremos firme no braço que não pode tombar: “Todavia, estou sempre Contigo, Tu me seguras pela minha mão direita” (Sl.73:23). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, salvos pelo “Deus perdoador” (v.17)!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Neemias9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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