Reavivados por Sua Palavra


NEEMIAS 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de dezembro de 2019, 0:30
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“No mesmo dia, ofereceram grandes sacrifícios e se alegraram; pois Deus os alegrara com grande alegria; também as mulheres e os meninos se alegraram, de modo que o júbilo de Jerusalém se ouviu até de longe” (v.43).

Com muros erguidos e portas fixadas em seus lugares, Jerusalém começou a renascer das ruínas. Aqueles que antes haviam presenciado a glória da santa cidade e de seu templo sabiam que as reformas não mostravam sequer o mínimo do brilho que outrora revelava. Aqueles, contudo, que haviam nascido em cativeiro babilônico, contemplavam absortos o vislumbre de um lugar que só haviam conhecido por ouvir falar. Os dois grupos experimentavam sensações diferentes, mas uma mesma alegria que irrompeu em cânticos de louvor e alto júbilo.

Precedido pelos levitas e sacerdotes, todo o povo acompanhava “dois grandes coros em procissão” (v.31). Ao som dos coros, acompanhados pelos sacerdotes “com trombetas” (v.35) e pelos músicos levitas, “com os instrumentos músicos de Davi, homem de Deus; Esdras, o escriba, ia adiante deles” (v.36). “Purificaram-se os sacerdotes e os levitas, que também purificaram o povo e as portas e o muro” (v.30), até que “ambos os coros pararam na Casa de Deus” (v.40), e a alegria descrita no verso 43, por cinco vezes, pôde ser ouvida à grande distância.

Diante de um cenário tão propício à verdadeira adoração, da experiência do cativeiro, do reavivamento experimentado pelo estudo da Lei de Deus e dos episódios de livramento e auxílio sobrenaturais, tudo cooperava para que o povo permanecesse em santa convicção como fiéis adoradores do Deus vivo. O sentimento de finalmente estar em casa tomou cada coração em arrebatadora alegria. Estava longe, no entanto, de ser um culto meramente emocional. A presença de Esdras “adiante deles” (v.36) era-lhes uma constante lembrança do fundamento de sua fé: a Palavra de Deus. Se perseverassem em crescer firmes no conhecimento do Senhor, Jerusalém tornar-se-ia novamente o brilho de Deus na Terra, convidando todos os povos a conhecê-Lo.

Meus amados irmãos, o Senhor deseja nos levar de volta para casa, para a santa cidade que Ele mesmo nos edificou. Não estamos longe desse sublime momento! “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” (Fp.4:4). O caminho que temos de trilhar até lá deve ser dado com passos não vacilantes, mas firmes segundo as orientações de um Deus que não muda (Ml.3:6). Aqueles que aguardam ser recolhidos deste mundo escuro no grande Dia de Deus são os que, pela Palavra têm sido edificados e purificados. Em oração, aguardam com expectativa contemplar o amoroso olhar de seu Senhor e Salvador, o Verbo, a Palavra; um desejo que o Espírito Santo torna em luz para o mundo.

Há um canto celestial e uma alegria suspensa no Universo, que em breve irromperá em louvores ao Criador. Mas há um cântico e uma alegria que só os salvos poderão cantar e sentir. Um louvor arrebatador será ouvido no espaço infinito quando a graça de Cristo consumar o seu resultado eterno. Olhando para o Autor e Consumador de nossa fé e contemplando as marcas de Seu amor, nosso coração se tornará em incansável instrumento de louvor. Enquanto aguardamos, “guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois Quem fez a promessa é fiel” (Hb.10:23). “Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações” (1Pe.4:7). Vigiemos e oremos!

Bom dia, herdeiros da alegria sem par!

• Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #euoroporvocê

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Neemias12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NEEMIAS 12 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
11 de dezembro de 2019, 0:10
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NEEMIAS 12 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
11 de dezembro de 2019, 0:05
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1232 palavras

1-26 Lista dos sacerdotes e levitas desde o tempo do retorno da Babilônia até o tempo de Esdras e Neemias (Andrews Study Bible).

9 em frente deles. Os cânticos eram antifonais, com duas seções do coro em pé, frente a frente (Bíblia Shedd).

10-11 Os v. 10 e 11 apresentam a genealogia dos sumo sacerdotes desde a época de Zorobabel até o período da compilação do livro de Neemias. Joiaquim. Mencionado somente neste e nos versos 12 e 26. Ele foi sumo sacerdote entre Jesua, que ainda vivia durante o período de Dario I (Ed 5:2), e Eliasibe, o sumo sacerdote na época de Neemias (3:1; 13:4; etc). Joiada. Sumo sacerdote no período entre o mandato de Neemias como governador e o ano 410 a.C., quando Joanã foi confirmado como sumo sacerdote (CBASD, vol. 3, p. 491).

10 Eliasibe. O sumo sacerdote que ajudou na reconstrução do muro (3.1,20,21; 13.28). Um sacerdote com o nome de Eliasibe foi culpado de profanar o templo ao ceder aposentos a Tobias, o amonita (13.4,7). Não se sabe se esse Eliasibe era o mesmo sumo sacerdote (Bíblia de Estudo NVI Vida).

15 Adna. Significa “Prazer”. Meraiote. A raiz deste nome significa “rebelião e amargura”. Felizmente o portador do triste nome veio a ser chefe de uma família de levitas (Bíblia Shedd).

16 Zacarias. “O Senhor se lembrou de mim” deve ter sido a oração de gratidão da mãe ao receber esse filho (cf 1Sm 1.9-11,19,20; Gn 30.6,20). Também serviu como sinal do favor divino naquela época de restauração. Zacarias foi um dos profetas da época, juntamente com os profetas Ageu e Malaquias; os livros desses três profetas se acham juntos, encerrando a obra profética do Antigo Testamento (Bíblia Shedd).

19 Uzi. “Força minha”. Um nome que se dava ao primeiro filho (Bíblia Shedd).

21 Natanael. “Deus deu”. Os filhos são uma dádiva de Deus (Sl 127.3) (Bíblia Shedd).

23 livro das Crônicas. Cf 7.5. Talvez se tratasse das crônicas oficiais do templo, que continham várias listas e registros (Bíblia de Estudo NVI Vida).

O documento em que a lista de levitas foi incluída originalmente. Este livro era um registro diário dos eventos de importância nacional e uma continuação dos primeiros anais do reino (CBASD, vol. 3, p. 491).

24 Davi, homem de Deus. Este título não é aplicado a Davi com frequência (ver Ne 12:36; 2Cr 8:14). As Crônicas possivelmente foram escritas pelo mesmo autor, como Esdras e Neemias (CBASD,vol. 3, p. 492).

coro contra coro. Esta frase é tirada da posição dos guardas em 1Crônicas 26.16. Neste verso, é utilizada para descrever a posição dos grupos de cantores na adoração a Deus, possivelmente significando que os grupos foram arranjados em frente um ao outro e cantavam de modo responsivo (CBASD,vol. 3, p. 492).

25 depósitos das portas. Mais precisamente “tesourarias” (ARC). Os “porteiros” eram os policiais do templo e guardavam os depósitos e a tesouraria do templo, próximos às portas (CBASD,vol. 3, p. 492).

27 harpas. Usadas principalmente nas cerimônias religiosas (1Sm 10.5,2; 2Sm 6.5; Sl 150.3). Harpas da antiguidade foram reconstruídas a partir de restos de harpas provenientes de Ur e com base em representações gráficas e textos cuneiformes que relatam pormenorizadamente como as harpas eram afinadas. Liras. Tinham cordas de mesmo comprimento, mas seus diâmetros e tensões eram diferentes (v. 1Cr 15.16; Dn 3.5) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

27-43 A dedicação dos muros de Jerusalém foi celebrada em alto estilo. Tendo em vista que não era somente uma grande festa, mas uma festa religiosa, tudo que estava envolvido no processo precisava ser ritualmente purificado (v.30). A programação tinha muitos detalhes, envolvendo dois grandes coros. Os coros se moveram ao longo de Jerusalém, e quando entraram no recinto do templo sacrifícios foram oferecidos (v. 43). Mulheres e crianças se regozijaram, enfatizando, portanto, o status de segurança da cidade (Andrews Study Bible).

27 na dedicação. Esta é a primeira descrição bíblica do muro de uma cidade. […] Essa atitude colocou toda a circunferência do muro sob a proteção divina, reconhecendo que os muros seriam inúteis a menos que o próprio Deus defendesse a cidade (ver Zac 2:5) (CBASD, vol. 3, p. 492).

Harpas. Do heb. Kinnoroth. Um kinnor era uma lira e não uma harpa (CBASD,vol. 3, p. 492). [Nota: Desta palavra vem Kineret, outro nome do mar da Galiléia, cujo perímetro se parece com este instrumento].

28 campinas. A parte sul do Vale do Jordão, nos arredores de Jericó, a 24 km de Jerusalém (Bíblia Shedd).

30 purificavam-se […] purificavam.Não se dedica a Deus uma coisa impura, defeituosa, pecaminosa. Por isso, os ministros começaram a purificação de si mesmos, antes de purificarem o povo e os muros (cf Lv 8,9; 2Cr 29.30-36) (Bíblia Shedd).

Os levitas purificavam tudo o que era sagrado no templo (1Cr 23.28) e o próprio templo (2Cr 29.15) em períodos de reavivamento. A pureza ritual servia para ensinar a santidade e a pureza moral exigidas por Deus (Lv 16.30) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Coisas inanimadas poderiam se tornar legamente contaminadas (Lv 14:34; Dt 23:14). No caso dos muros ou portas se tornarem cerimonialmente impuros, deveriam passar por purificação legal antes da dedicação (CBASD, vol. 3, p. 492).

31 em procissão. Para a dedicação, Neemias dividiu em dois grandes grupos os que participariam; os dois partiram em direções opostas, talvez desde a Porta do Vale. O primeiro grupo, encabeçado por Esdras (36), prosseguiu à direita, ao sul (31-37); o segundo, encabeçado por Neemias, seguiu à esquerda, rumo ao norte (38-39). Os dois cortejos tinham grupos de cantores em primeiro plano, seguindo-se então as pessoas de destaque. Avançando sobre larga pista na crista do muro, rodeando a cidade Até o encontro, perto do templo, onde se reuniram para o culto (40-44) (Bíblia Shedd).

43 as mulheres. As mulheres judias não são mencionadas com frequência como participantes nas festividades públicas. A outra ocasião singular em que as mulheres são mencionadas participando numa celebração geral foi no mar Vermelho, lideradas por Miriã (Êx 15:20) (CBASD, vol. 3, p. 494).

sacrifícios […] júbilo. As obras de restauração iniciadas com o regresso do povo, terminam com essa dedicação, com sacrifícios e júbilo. A era que começou ao se completar a edificação do Templo (444 a.C) continuará até a nova destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C, pelo General Tito, depois imperador de Roma. Durante a maior parte dessa era, os israelitas, apesar de habitarem na sua própria terra, viviam sob o domínio de governadores estrangeiros (Bíblia Shedd).

44-47 Os versos finais descrevem como as provisões necessárias ao templo foram organizadas e como as contribuições foram supervisionadas. Após a cerimônia de dedicação o povo espontaneamente sustentou o templo e os seus funcionários. Podemos ver que isto não continuou sempre assim no próximo capítulo que descreve as reformas finais de Neemias, durante sua segunda visita a Jerusalém (13.6-7) (Andrews Study Bible).

44 Judá estava satisfeito. O povo alegremente ofertava para o sustento dos sacerdotes e dos levitas (Cf 2Co 9.7) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Novos arranjos foram feitos para manter aqueles que serviam no templo. Os depósitos eram administrados por homens que garantiam que os dízimos e ofertas fossem recebidos e distribuídos apropriadamente. Estes depósitos deveriam ser grandes o suficiente para receber todos os grãos apresentados pelo povo. Esta administração de depósitos era uma responsabilidade importante (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

46 dias de Davi. 1 Cr 6.31-32. A música sacra sempre fazia parte integrante do culto prestado a Deus (Bíblia Shedd).

44-47 A dedicação do muro da cidade foi caracterizada por alegria, louvor e cânticos (12:24, 27-29, 35, 36, 40-43). Neemias mencionou repetidamente a Davi, quem iniciou o costume de usar coros na adoração. Nos dias de Davi era uma nação vigorosa, temente a Deus. Estes exilados que retornaram queriam reconstruir Jerusalém para que fosse centro de uma nação renovada, fortalecida por Deus; portanto, eles dedicaram a si mesmos e sua cidade a Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



NEEMIAS 11 by Jeferson Quimelli
10 de dezembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/ne/11

Você realmente quer viver no céu, ou apenas fala sobre ir para lá? A verdade é que muitos de nós estamos bastante satisfeitos com nossas vidas terrenas e vemos o Céu como o lugar pelo qual devemos estar entusiasmados, mas realmente o vemos como o lugar onde teremos que desistir das coisas que gostamos aqui e viver uma vida entediante.

Se você ler Neemias 11:1 e 2, parece que as pessoas tiveram que ser convocadas para viver em Jerusalém. Foram os perdedores que foram selecionados para ir até lá. Todos os outros deram um suspiro coletivo de alívio e “habitaram todos em suas posses em suas [próprias] cidades”. Neemias 11: 3. Como foi que a cidade mais mencionada com um sentimento de reverência passou a ser vista como o lugar onde menos se gostaria de viver? Parte da resposta foi a condição de Jerusalém, que estava basicamente em ruínas e não muito segura. O restante da resposta foi a condição do povo. Muitos haviam perdido a visão de serem o tipo de nação e povo que Deus pretendia que fossem.

Senhor, ajude-nos a ver sua visão!

Karen Lifshay
Cantora do Coro da IASD de Hermiston, Oregon EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=670
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NEEMIAS 11 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
10 de dezembro de 2019, 0:55
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Neemias 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de dezembro de 2019, 0:30
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“O povo bendisse todos os homens que voluntariamente se ofereciam ainda para habitar em Jerusalém” (v.2).

A lista dos que habitaram em Jerusalém e nas cidades e aldeias de Judá foi organizada deitando sortes (v.1). Este era um costume comum quando estavam diante de algo de difícil escolha. A providência divina era invocada e não havia dúvida de que Deus havia conduzido cada caso, pois “do Senhor procede toda decisão” (Pv.16:33). O que reforça ainda mais o nosso estudo de ontem do quanto é importante ponderar e orar antes de qualquer decisão ou escolha a ser tomada.

Jerusalém não era mais aquela cidade que enchia os olhos. Apesar de erguidos os muros e reconstruído o templo, o restante da cidade ainda estava em estado de calamidade pública, como denominamos hoje as cidades ou os lugares destruídos por algum agente natural ou humano. Mas, mesmo naquela situação nada favorável, muitos, voluntariamente, se ofereceram para morar ali com suas famílias, ainda que lhes fosse custoso. E essa atitude foi ovacionada pelo povo. Israel reconheceu o amor daqueles homens pela cidade que pela primeira vez no relato histórico é chamada de “santa cidade de Jerusalém” (v.1). As ruínas daquele lugar e a sua história de sofrimento e de rebelião não foram suficientes para impedir que seu propósito fosse esquecido. Ela havia sido escolhida como habitação do Senhor e isso já era motivo suficiente para que fosse aclamada como santa.

A palavra santo vem do hebraico “kadosh”, que significa “separado”. Ou seja, santo é tudo aquilo que é separado para um fim específico. Jerusalém era uma cidade separada para cumprir com um propósito divino. Dela sairiam reis, profetas, e um povo que deveria declarar com a sua vida que serviam ao Deus único e verdadeiro (Dt.4:6). Portanto, ainda que o seu estado físico fosse afetado, o seu desígnio santo não deixaria de existir.

Isto não acontece com os santos dos últimos dias também? E quem são estes santos? Quem são estes que voluntariamente se entregam ao serviço do Senhor ainda que isso signifique renúncia? “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Estas palavras ditas pelo anjo a João têm uma profundidade que muitos não têm compreendido, até mesmo aqueles que professam guardar a Lei de Deus. Em Seu sermão profético, Cristo descreveu o mundo como a maioria estando desprovida de algo que é essencial para a real compreensão das Escrituras e do plano da redenção: o amor. A Bíblia diz que “Deus é amor” (1Jo.4:8) e é esse Amor que deve nos mover a realizar qualquer coisa neste mundo. A obediência voluntária deve ser o resultado desse conhecimento.

A disposição daqueles voluntários não foi louvada pelo povo pela coragem de estar indo morar em meio à destruição, e sim, porque apesar da destruição em que estavam inseridos, escolheram viver na habitação de Deus. “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e Meu baluarte, Deus meu, em Quem confio” (Sl.91:1-2). Perseveremos em permanecer no Senhor e no Seu amor, e então, muito em breve, estaremos todos reunidos na santa cidade celestial, onde está o “trono de Deus e do Cordeiro” (Ap.22:1). Vigiemos e oremos!

Bom dia, santos do Altíssimo!

Desafio da semana: Ore para que o Espírito Santo derrame em seu coração esse amor maravilhoso. E compartilhe esse amor da maneira que lhe for possível, ajudando os que estão ao seu redor. Eis o segredo de perseverarmos em amor: compartilhando-o.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Neemias11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NEEMIAS 11 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
10 de dezembro de 2019, 0:10
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NEEMIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de dezembro de 2019, 0:05
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631 palavras

Resumo do capítulo: Após momentos de confissão e renovação da aliança, é tempo de recompor a comunidade e encher a cidade (Andrews Study Bible).

1,2 Os exilados que retornaram eram poucos em comparação à população de Jerusalém nos dias dos reis. E porque os muros tinham sido construídos sobre as fundações originais, a cidade parecia esparsamente povoada. Neemias pediu que um décimo do povo das áreas afastadas se mudasse para dentro dos muros da cidade para evitar que grandes áreas da cidade ficassem vazias. Aparentemente estas pessoas não queriam se mudar para a cidade. Somente poucas pessoas foram voluntárias (v. 1, 2). Então Neemias fez um sorteio para determinar quem, do povo restante, deveria se mudar para a cidade. Muitos deles talvez não quisessem morar na cidade porque: (1) Não judeus colocaram um estigma sobre os residentes de Jerusalém por conta de suas crenças; (2) Mudar-se para a cidade envolvia reconstruir suas casas e restabelecer seus empreendimentos, um grande investimento de tempo e dinheiro; (3) Viver em Jerusalém requeria obediência estrita à Palavra de Deus por causa da maior pressão social e da proximidade do templo (Life Application Study Bible).

santa cidade. Esta indicação ocorre nas profecias (Is 48:2; 52:1;Dn 9:24;Jl 3:17), no entanto, é utilizada neste verso pela primeira vez na narrativa histórica. A partir de então, esse emprego se tornou mais frequente (ver Mt 4:5; 27:53; Ap 11:2; etc.) e até recebeu o nome arábico Al-Quds, “O santo lugar”. Isso foi mantido como seu nome oficial até agora (CBASD, Vol. 3, p. 483).

Israel. Esta palavra refere-se ao povo que voltou (Bíbla Shedd).

928. Benjamim forneceu duas vezes mais homens que Judá (v.6) para viver e proteger Jerusalém (Bíblia de Estudo NVI Vida).

16 trabalho externo Deveres fora do templo (cf 1Cr 26.29), mas relacionado com ele (Bíblia de Estudo NVI Vida).

18 284. É notável o número relativamente pequeno de levitas, comparado com 1.192 sacerdotes (somando os 822, 242 e 122 dos v. 12,13) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

20 sua herança. Provavelmente foram restauradas as antigas heranças das famílias sacerdotais e dos levitas, que existiram durante séculos, antes do cativeiro na Babilônia (Bíblia Shedd).

23 mandado do rei. Não de Davi, que regulamentou o serviço dos levitas (1Cr 25), mas do rei persa Artaxerxes I, que, ao que parece, designou uma remuneração diária proveniente da renda do rei para sustentar os cantores levitas. O motivo para este favor especial pode ter sido que o coro levítico orava “pela vida do rei e de seus filhos” (Ed 6:10) (CBASD, Vol. 3, p. 485).

25 aldeias. A palavra “aldeias” significa […] “lugares de acampamento” (Gn 25.16; Lv 25.31; Js 19.28). O fato de empregar-se essa palavra revela as péssimas condições de vida que o povo estava enfrentando (Bíblia Shedd).

Quiriate-Arba. [“Cidade de Arba”] Um nome antigo de Hebrom (Jz 1:10) que, aparentemente, foi baseado no nome de seu fundador Arba, um dos anaquins (Js 14:15; 15:13; 21:11). É interessante que o antigo nome tenha sido restaurado depois do cativeiro (CBASD, Vol. 3, p. 485).

30 desde Berseba até ao vale de Hinom. Do limite sul de Canaã até o Vale de Hinom, em Jerusalém – este era o território chamado Yehud, pelos persas (Bíblia Shedd).

Para fins práticos, as regiões norte e sul da antiga tribo de Judá são mencionadas neste verso, uma distância de 65 km em linha reta. O vale de Hinom ficava imediatamente ao sul de Jerusalém. Isto pode ser comparado com a expressão similar “desde Dã até Berseba” (CBASD,Vol. 3, p. 486).

31 Betel. Hoje Beitin, 17,6 km ao norte de Jerusalém. Betel desempenhou papel importante na história de Israel. Foi ali que Jacó sonhou com a escada que alcançava o céu (Gn 28). Durante o período do reino de Israel, Betel foi a localização de um dos dois templos apóstatas criados por Jeroboão I (1Rs 12:28, 29) (CBASD, Vol. 3, p. 486).

32 Nobe. Esta cidade, famosa pelo massacre de sacerdotes por Doegue, no tempo de Saul (1Sm 22:18,19), podia ser vista de Jerusalém (Is 10:32). Foi identificada provisoriamente como et-Tor, no monte da Oliveiras(CBASD, Vol. 3, p. 486).



NEEMIAS 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de dezembro de 2019, 0:04
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NEEMIAS 11 – Estruturar a vida, a família, a cidade e a comunidade conforme Deus quer faz toda a diferença na vida de uma sociedade.

F. Charles Fensham oferece-nos o seguinte esboço:
1. Pessoas assentadas em Jerusalém
a) Jerusalém é repovoada (vs. 1-2)
b) Leigos que morariam em Jerusalém (vs. 3-9)
c) Sacerdotes (vs. 10-14)
d) Levitas (vs. 15-18)
e) Outros grupos (vs. 19-24)
2. Cidade de Judá e Benjamim (vs. 25-36).

A estratégia de Neemias era lançar sortes para saber quem habitaria a cidade de Jerusalém, com exceção dos príncipes que deveriam dar o exemplo. O lançar sortes foi uma forma de Deus responder a Seu povo tanto no Antigo como no Novo Testamento (Provérbios 16:33; Atos 1:26).
Habitar a cidade de Jerusalém só tinha vantagens espirituais, inicialmente. A cidade era alvo dos inimigos, estava em ruínas, devido aos pedregulhos sua terra era difícil de trabalhar. Havia um sacrifício para deixar seus lugares para mudar-se para Jerusalém. Nem sempre é fácil viver à altura da vontade de Deus, contudo, o melhor lugar para se estar é onde Deus quer.
Na cidade estava o templo. Os moradores deveriam prezar por ele e seu funcionamento. O templo deveria ser o centro do povo de Deus. O alvo para o futuro era a vinda do Messias. Jerusalém deveria ser um lugar de preparo para receber o Salvador.

Como os judeus da época de Neemias, os crentes atuais passaram por um cativeiro, e a igreja passou por uma reestruturação (Daniel 7:23-27; Apocalipse 10-11) devido à perseguição e apostasia na história (II Tessalonicenses 2:1-6). Na atualidade, a igreja é a agência preparatória para o retorno do Messias.
Atente para os pontos importantes na preparação para a segunda vinda de Cristo:
• A vontade de Deus deve ocupar a vontade do crente;
• O culto a Deus deve ser central na vida do crente;
• O serviço a Cristo deve ser prioridade na vida do crente;
• Seguir os princípios bíblicos deve ser o estilo de vida do crente.

Saber e fazer a vontade divina enche-nos de satisfação. “Nada se compara à sensação de saber que nos encontramos onde Deus deseja que estejamos e fazendo o que Ele quer que façamos!” (John Paulien).

Coloque Deus em primeiro lugar em tua vida! Reaviva-te pela Palavra! – Heber Toth Armí.



NEEMIAS 10 by Jeferson Quimelli
9 de dezembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/ne/10

Você gosta de montanhas-russas? A história de Israel parece uma montanha-russa, como uma série de altos e baixos: Deus fala, o homem faz promessas, o homem quebra suas promessas, Deus fala novamente e o processo se repete.

Neemias 10 é um ponto alto. Depois de ouvir sua história novamente, o povo de Deus é motivado à mudança. Eles querem permanecer fiéis em fazer o que é certo, por isso decidem fazer uma aliança, “uma maldição e um juramento, para andar na lei de Deus …” (Neemias 10:29). A motivação admirável deles era que eles “não abandonariam a casa de nosso Deus” (v. 39). O problema era que suas promessas humanas não tinham poder de transformar. Eles criaram um sistema de obras que focava no método correto de adoração.

Um sistema de obras sempre leva a uma queda, sempre leva a um ponto baixo. É somente na cruz que podemos ganhar a motivação que nos transforma. O coração das pessoas deve ser fundamentalmente mudado pelo amor de Deus e confiar em Suas promessas. A menos que os esforços do homem para guardar as leis de Deus sejam divinamente motivados e espiritualmente energizados, eles falharão; Deus será esquecido e o ciclo de altos e baixos continuará.

Karen Lifshay
Cantora do Coro da IASD de Hermiston, Oregon EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=669
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli