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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-samuel/1sm-capitulo-29/
Os filisteus estão se mobilizando para o ataque a Israel e Aquis diz a Davi: “Saiba que você e seus soldados me acompanharão no exército” (cap. 28:1-2, NVI). Como Davi poderá livrar-se das expectativas de Aquis?
Mais uma vez o Senhor vem em seu socorro através de um movimento inesperado. Enquanto Davi e seus homens marchavam com Aquis na retaguarda dos exércitos filisteus, os oficiais do exército perguntaram: “O que estes hebreus fazem aqui?” Aquis responde: “Este é Davi, que era oficial de Saul, rei de Israel. Ele já está comigo há mais de um ano e, desde o dia em que deixou Saul, nada fez que mereça desconfiança”.
Mas os comandantes exigem que Aquis envie Davi de volta. Assim, com muitas desculpas, Aquis lhe pede para voltar a Ziclague. Davi deve ter partido, na manhã seguinte, com um grande senso de alívio. O Senhor usara os comandantes filisteus para tirá-lo da linha de batalha!
Davi tinha seus defeitos, assim como nós. Às vezes, ele obtinha vitórias, quando confiava em Deus. Outras vezes, era derrotado por não confiar nEle. O Senhor é sempre misericordioso para com aqueles que entregaram o coração a Ele. Com frequência Ele resgata aqueles que estão em dificuldades por seus próprios erros.
Ralph Neall
Professor e missionário aposentado
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=511
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Nossas decisões erradas, nossas fraquezas e nossas estupidezes não nos colocam em piores situações devido à graça, misericórdia e sabedoria divina.
• Deus age positivamente quando agimos negativamente. Deus nos surpreende em nossas imbecilidades.
Gene Getz analisa:
“A graça do Senhor é maravilhosa… A pesar do pecado de seu servo, Deus começou a providenciar uma maneira para que Davi escapasse do lamaçal que ele criara… Davi ainda tentava controlar seu próprio destino. É provável que estivesse tão emaranhado naquela ‘teia’ de pecado, que nem mesmo conseguiu conhecer a graça de Deus. Por consequência, fingiu estar surpreso e desapontado por não poder dar continuidade aos preparativos para a batalha contra Israel. Interiormente, no entanto, respirava aliviado. Davi se tornara o mestre da prevaricação”.
• Se Deus não interferisse em nosso livre-arbítrio provocaríamos desventuras que nos acarretariam grandes prejuízos e imensurável vergonha.
“Deus usou os comandantes para livrar Davi daquela situação difícil […]. Deus sabia que Davi arruinaria sua reputação diante dos israelitas se tivesse participado da batalha. Portanto, interveio em favor de Davi e livrou-o de mais um grave erro que teria causado enorme prejuízo à sua imagem” (Gbile Akanni).
Portanto,
1. Mesmo ungidos por Deus podemos enfrentar crises constantes assim como se percebe na experiência de Davi.
2. Ao depararmos com crises em nossa vida, geralmente tentaremos resolver de forma lógica, rápida e instintivamente nossos problemas, o que nos leva a situações mais complexas, a becos sem saída.
3. A graça, bondade e paciência de Deus para conosco nos alcançam independentemente das besteiras que cometemos simplesmente por não consultá-lO constantemente.
4. Deus opera na vida de idólatras, pagãos e ateus, como ilustrado no exército filisteu, para livrar-nos das ciladas e armadilhas que criamos para arruinar nossa vida e os planos de Deus para nós.
Davi era como um anjo de Deus para os filisteus, por isso não passou na avaliação daqueles inimigos de Deus.
• Incrédulos podem ser influenciados por Deus mesmo rejeitando Sua regência.
Deus atuava em prol de Davi entre os filisteus que, apesar de o acharem um homem bom, estava no lugar errado.
• Os servos do pecado reprovam até pessoas que se parecem com anjo, quando Deus quer livrar Seus servos das complexidades da vida.
Seja um anjo entre teus amigos/inimigos! – Heber Toth Armí.
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“Respondeu, porém, Aquis e disse a Davi: Bem o sei; e que, na verdade, aos meus olhos és bom como um anjo de Deus; porém os príncipes dos filisteus disseram: Não suba este conosco à batalha” (v.9).
Aquis podia acreditar em Davi, mas os príncipes filisteus não. Era do conhecimento deles a fama de Davi e a música que embalava as danças de vitória de Israel: “Saul feriu os seus milhares, porém Davi, os seus dez milhares” (v.5). A mesma música que despertou a ira de Saul, despertou a desconfiança dos príncipes filisteus.
Davi deveria estar em tremenda aflição diante do que estava prestes a fazer: marchar contra o seu próprio povo. A batalha que Davi estava travando era consigo mesmo. Seus planos e objetivos começaram a ser traçados sem a aprovação de Deus. Se não tomasse cuidado, cairia no mesmo erro de Saul. O Senhor precisava permitir que as consequências de seus atos começassem a ser colhidas. A dura tribulação que estava por vir despertaria o homem segundo o coração de Deus da letargia de seu próprio coração.
Geralmente, para lembrarmos onde nos machucamos, basta olharmos para as cicatrizes. As marcas nos lembram onde caímos, como nos ferimos e por quê. Quantas vezes sabemos que podemos nos machucar, que podemos machucar outras pessoas, no entanto, assumimos os riscos. Davi foi infeliz em deixar o deserto para ir habitar entre os inimigos. Preferiu armar ciladas a confiar em Deus. “Quem teme ao homem arma ciladas, mas o que confia no Senhor está seguro” (Pr.29:25).
Em meio à perseguição, Davi foi fiel e verdadeiro, dentro da “segurança” dos muros de Ziclague, tornou-se um mentiroso. Davi precisava lembrar onde e como havia caído, para então voltar ao primeiro amor. “Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras” (Ap.2:5). E as marcas certamente o ajudariam neste processo.
Você está precisando voltar ao primeiro amor? Por certo existem cicatrizes que lhe fazem lembrar das quedas. O Senhor lhe convida, hoje, a olhar para as suas marcas sentindo culpa pela última vez. Ele promete transformar as marcas de dor em marcas de vitória. Jesus recebeu as cicatrizes da cruz para carregar pela eternidade as marcas de Seu amor infinito. Escolha trocar as cicatrizes do pecado pelas marcas da justiça de Cristo. Que as marcas desse amor eterno superem as marcas que a vida lhe causou!
Bom dia, marcados pelo amor de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Samuel29 #RPSP
youtube.com/user/nanayuri100
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1067 palavras
1 O cap. 29 é uma continuação da narrativa de 28.2. De Afeque os filisteus subiram a Suném (28.4), em uma jornada de 128 km, e daí, para o vale de Jezreel. Os israelitas, por sua vez, se concentraram em Gilboa (28.4), para descerem ao vale de Jezreel, onde se travaria a batalha. Bíblia Shedd.
1-11 A continuação da história de Davi e Aquis apresenta a solução ao sério problema de Davi (28:1-4). Andrews Study Bible.
Davi estava em apuros! A que difícil situação o haviam conduzido as mentiras daquele último ano e meo! Ele não tinha alternativa senão acompanhar o rei Aquis à batalha, mas deve tê-lo feito com o coração oprimido. Parece que seria obrigado a combater Saul, o ungido do Senhor, e Jônatas, seu amigo, bem como o povo que ele, um dia, iria governar. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
3 Estes hebreus, que fazem aqui? Para Davi, uma pergunta como esta deve ter soado como uma repreensão estarrecedora. Ele estava totalmente deslocado no acampamento dos inimigos do seu povo. Em primeiro lugar, não deveria ter buscado refúgio entre os filisteus. Esse passo fora dado sem procurar a orientação divina. naquele momento, a crise se aproximava. Davi estava em grande apuro. Ele não tinha o desejo de empunhar armas contra seus irmãos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 636.
coisa alguma achei contra ele. A expressão de confiança de Aqui na habilidade e na lealdade de Davi se contrasta com o pensamento que este tinha a seu próprio respeito, ao se lembrar de sua dissimulação e desonestidade. Deus se compadece daqueles que passam por perplexidade e aflição. Por causa de Sua bondade, ele abre uma porta de escape para que certas pessoas não sejam deixadas completamente à mercê das próprias escolhas. Em misericórdia, Ele pode transformar erros graves e tolos em degraus para o sucesso. Quem se dispõe a aceitar a orientação divina com humildade encontra livramento provindo de fontes inesperadas, de maneiras impensadas, justo nas horas mais sombrias. Por meio da exigência dos príncipes filisteus de de que Davi deixasse o acampamento, o Senhor estava atuando para livrar Seu servo. CBASD, vol. 2, p. 636.
4 Faze voltar este homem. Os príncipes foram respeitosos com Aquis ao se referir ao companheiro do monarca, mas o vocabulário revela que havia grande ressentimento no coração deles por causa da presença de Davi. CBASD, vol. 2, p. 636.
Os outros comandantes filisteus sabiam que Davi era aquele que, ainda jovem, havia matado o seu campeão, Golias (17.32-54), havia matado centenas de soldados filisteus (18.27) e era o herói das canções de vitória dos israelenses (21.11). Eles estavam com medo de que, no calor da batalha, Davi poderia se virar contra eles. Apesar de Davi ter ficado contrariado com isto a princípio, Deus usou a suspeita dos comandantes para evitar que Davi tivesse de lutar contra Saul e seus conterrâneos. Life Application Study Bible Kingsway.
6 Tão certo como o Senhor vive. Trata-se de uma declaração marcante por ter vindo de um rei pagão. … Não se pode negar que o comportamento de Davi causou impressão profunda em Aquis. Por três vezes, o rei chamou atenção para a retidão da vida de Davi (1Sm 29:3, 6, 9), comparando-o, em um dos casos, a “um anjo de Deus” (1Sm 29:9). CBASD, vol. 2, p. 636.
7 volta em paz. Antes de ordenar que Davi abandone a batalha, Aquis louva a lealdade de Davi a ele. Ele não está consciente de que Davi tem contado mentiras a ele. Neste caso, Deus salvou a vida de Davi não pelo que ele fez, mas a despeito disso. Andrews Study Bible.
8 O que foi que eu fiz? (NVI). Davi finge estar decepcionado, a fim de manter intacta a estratégia de engano. Na realidade, esse acontecido salvou Davi de um grave dilema. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Num momento de desânimo, Davi havia dado passos que o conduziram a um dilema do qual não teria condições de fugir sem ajuda externa. Caso abandonasse Aquis e se voltasse contra os filisteus na batalha, provaria a acusação dos príncipes filisteus. Se guerreasse contra Israel, estaria lutando contra o ungido do Senhor e ajudando estrangeiros a subjugar a própria terra natal (ver PP, 690). Deus foi misericordioso ao usar a má vontade e a hostilidade dos filisteus para abrir a porta de libertação da desgraça, qualquer quer que fosse o resultado da batalha. Davi percebeu como teria sido melhor se tivesse permanecido em Judá. Caso não se encontrasse em seu coração o desejo de ser fiel a Deus acima de tudo o mais, o Senhor não teria operado este livramento por ele. Os pecados de Davi não consistiam em desvios conscientes e voluntários do caminho da justiça, mas numa fraqueza de fé e em julgamento equivocado. Ele tinha que tomar decisões rápidas e nem sem esperava pela resposta divina, confiando, talvez, que o Céu aprovaria suas ideias. De todo o coração, deve ter desejado que houvesse se comportado de maneira diferente. Naquele momento, ele estava diante de um anfitrião gentil que acreditava nele, que o considerava um amigo, mas que, finalmente, por pressão política, o dispensou. Ao ouvir a resposta do rei, cheia de confiança e amor, o coração de Davi deve ter ardido de vergonha por sua dissimulação e também se inflamado de gratidão porque, a despeito de seu pecado, Deus, em misericórdia, desfizera a armadilha à qual ele próprio se lançara. CBASD, vol. 2, p. 637.
10 logo que haja luz. Provavelmente este foi um modo diplomático de dizer a Davi que, se o dia raiasse e seus homens ainda estivessem no arraial, os príncipes o matariam. … A narrativa deste capítulo ilustra como Deus trabalha para salvar Seus filhos. Ele procura convencer os seres humanos a aceitar Seus caminhos, mas os deixa livres para os rejeitar caso queiram. Isso se aplica não só à decisão principal de servir a Deus, mas também a todas as escolhas de maior ou menor importância que somos chamados a fazer. É inevitável que se cometam erros, e as provas resultantes revelam o erro de julgamento. Davi escolheu se refugiar na Filístia a fim de se proteger de Saul. Adaptando as ações a seus sentimentos, logo descobriu que as sementes do interesse próprio produziram uma colheita de dissimulação e falsidade. Davi, no entanto, reconheceu seu erro e buscou, de coração, seguir a orientação divina. Essa atitude permitiu que o Senhor dirigisse as circunstâncias que levaram livramento a Davi, embora a dificuldade em que se encontrava fosse resultado de seu próprio erro. CBASD, vol. 2, p. 637.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-samuel/1sm-capitulo-28/
Não estando mais Davi a batalhar contra os inimigos de Saul, os filisteus tomaram vantagem disso e marcharam contra Israel na planície de Esdraelom. Quando Saul reuniu seus homens para enfrentá-los, ele ficou desanimado ao comparar a força dos filisteus com a sua própria fraqueza. Não obtendo nenhuma orientação divina, seja por meio de sonhos, por Urim ou por profetas, em desespero ele procurou uma médium espírita.
A mensagem deste espírito que se fazia parecer com Samuel era verdadeira na sua maior parte, mas o espírito mentiu quando disse: “Amanhã você e seus filhos estarão comigo.” A mensagem foi diabolicamente estruturada para levar Saul ao desespero. Não trazia esperança, ajuda ou encorajamento. Saul caiu no chão da caverna da feiticeira e quando recobrou um pouco de suas forças apenas aceitou se alimentar após o pedido insistente da bruxa e de seus dois ajudantes. As palavras do espírito tornaram-se uma profecia auto-realizável.
As antigas advertências contra médiuns espíritas e quaisquer que busquem informações de supostos mortos são válidas ainda hoje. Os mortos estão mortos. Qualquer pessoa que busque informações oriundas deles, seja por tábuas de Ouija ou médiuns de qualquer espécie, está realmente falando com demônios. Nossa única segurança consiste em buscar sabedoria junto a Deus.
Ralph Neall
Professor e missionário aposentado
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=510
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Alguém pode pensar que Davi ilustra Cristo, enquanto que Saul, apostatado, representa Lúcifer que, ao apostatar-se começou perseguir Cristo, desejando Sua morte.
Na verdade percebo que, quem se rende plenamente a Cristo age como Ele agiria diante dos ferozes ataques instigado por Satanás.
No fim da vida Saul aliou-se declaradamente ao diabo; submeteu-se a Satanás aquele que no passado estivera sob o poder do Espírito Santo. Saul caiu feio, mergulhou profundamente nas forças diabólicas.
Observe estas perguntas levantadas por Elie Wiesel sobre o episódio deste capítulo:
1. Como interpretar a visita noturna de Saul a Enidor?
2. Ele quis rever Samuel para se aproximar de Deus?
3. Não sabia que o caminho que leva a Deus não passa pela violação das leis que proíbem contato com os mortos?
4. Não percebeu que, ao solicitar a ajuda da feiticeira, só fez aumentar a distância que o separava de sua única fonte de salvação?
5. Realmente pensou que Samuel, profeta e sacerdote, mensageiro do Altíssimo, falaria com ele em outra língua que não a da raiva?
6. Ou estava simplesmente desesperado? Desde quando?
7. Por culpa de quem? Dos homens que o abandonaram ou de Deus, que o rejeitou?
8. Se Deus era a razão, se Deus era a resposta, por que não se voltou diretamente para Ele, sem intermediários?
9. Procurou Samuel ciente da inutilidade deste gesto?
10. Sabia que esse encontro não levaria a nada – que não poderia mudar e nada mudaria?
11. Foi a En-dor para sofrer mais uma derrota? Para ser humilhado novamente?
12. Para provocar a ira de Samuel e a piedade da velha feiticeira?
13. Para ilustrar sua ruína e acelerar o ritmo de sua queda?
14. E conduzir ao clímax o processo de autodestruição?
Pessoas em alta posição quando não se rendem a Deus, se rendem às forças misteriosas opostas a Deus. A confusão do coração e a insubordinação a Deus resulta na confusão da religião.
Buscando satisfação, o pecador que rejeita a Deus envereda-se por todo tipo de caminho de religiões que tem o diabo disfarçado de homens de Deus.
O diabo não perde nenhuma oportunidade de levar seus aliados à angústia, terror e destruição (II Coríntios 11:13-15). Portanto, urgentemente…
Reavivemo-nos na Palavra de Deus! – Heber Toth Armí.
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“Respondeu-lhe o rei: Não temas; que vês? Então, a mulher respondeu a Saul: Vejo um deus que sobe da terra” (v.13).
O capítulo de hoje traz um assunto que causa muitas discussões entre estudiosos da Bíblia: o espiritismo. Afinal de contas, Saul falou ou não com o “espírito” de Samuel? Não podemos obter a resposta verdadeira, se não estudarmos a Bíblia da forma correta: “Porque é preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali” (Is.28:10). Assim como este assunto, todos os outros precisam ser estudados desta forma, buscando respostas em toda a Palavra.
Percebam que o verso 3 diz que “Saul havia desterrado os médiuns e os adivinhos”, pois Deus mesmo havia dito: “todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor” (Dt.18:12). Ora, se é abominação, já aprendemos que Deus não aprova a prática de se consultar “mortos” e de adivinhação. Saul foi à presença da médium disfarçado. Mas ao descobrir que se tratava do rei que havia mandado matar seus colegas de bruxaria, ela ficou assustada, e mais ainda diante do sobrenatural tão diferente das consultas fajutas que estava acostumada a fazer.
Ao perceber que ela via algo misterioso, Saul perguntou o que ela via. A resposta da mulher é de arrepiar: “vejo um deus que sobe da terra” (v.13). Aquela mulher viu uma figura que ela identificou como um deus que subia da terra. O sábio Salomão escreveu que “os mortos não sabem coisa nenhuma… porque a sua memória jaz no esquecimento” (Ec.9:5). Como, pois, explicar essa aparição? Saul concluiu que aquilo que ela descreveu só podia ser Samuel, se realmente o fosse, Deus não teria condenado a sua atitude: “Assim, morreu Saul por causa da sua transgressão cometida contra o Senhor… e também porque interrogara e consultara uma necromante” (1Cr.10:13).
Outra evidência de que não era o profeta Samuel quem falou com Saul, encontramos no livro de Jó: “Tal como a nuvem se desfaz e passa, aquele que desce à sepultura jamais tornará a subir. Nunca mais tornará à sua casa, nem o lugar onde habita o conhecerá jamais” (Jó 7:9-10). Sem dúvida, aquele ser misterioso não era Samuel, nem tampouco alguém da parte de Deus. Percebam o que o falso ‘Samuel’ disse a Saul no verso 16: “Por que, pois, a mim me perguntas, visto que o Senhor te desamparou e Se fez teu inimigo?” Quer dizer que Deus desamparou Saul e se tornou seu inimigo? Mas que conversa é essa? Sabem que conversa é essa? Daquele que é especialista em distorcer a Palavra de Deus: Satanás.
Das duas uma. Ou aquele ‘Samuel’ era o próprio diabo, ou um de seus demônios personificados. Porque, meus irmãos, “não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros [os anjos caídos] se transformem em ministros de justiça” (2Co.11:14-15). Deus jamais desampara a ninguém. Saul fez a própria escolha de fechar o seu coração para o Senhor. Por isso não conseguia mais ouvir a Sua voz. Deus não é inimigo de ninguém. Ele nos convida a sermos Seus amigos (Jo.15:15).
Samuel, como os demais filhos de Deus que já morreram, descansam para serem despertados uma única vez para sempre, no Grande Dia do Senhor (1Ts.3:16-17). “Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para a vergonha e horror eterno” (Dn.12:2). Portanto, “Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos?” (Is.8:19).
Cuidado com doutrinas baseadas em textos isolados da Bíblia! Muitos têm usado as Escrituras como fez Satanás no deserto. Satanás tentou a Cristo usando a Palavra de Deus fora de contexto. Mas Cristo venceu porque usou o Assim diz o Senhor. Somos criaturas mortais, e só há um que é imortal: “O Rei dos reis e Senhor dos senhores; o único que possui imortalidade” (1Tm.6:15-16). Breve vem o Dia em que “a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade” (1Co.15:52-53).
Cristo disse: “Eu sou a ressurreição e a vida” (Jo.11:25). O que devemos saber sobre a morte é o que já vimos hoje: que ela é passageira e que, muito em breve, vai deixar de existir (Ap.21:4). Não perca tempo com os engodos de Satanás, porque ele já está condenado à morte eterna. Apegue-se à promessa dAquele que venceu a morte ao terceiro dia: “porque Eu vivo, vós também vivereis” (Jo.14:19). Vigiemos e oremos!
Bom dia, futuros cidadãos do Reino eterno!
Rosana Garcia Barros
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