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I JOÃO 4 – O amor do cristão difere do incrédulo. Neste capítulo, os tópicos destacados por Merrill F. Unger continuam na questão da comunhão. Observe com atenção:
1. O discernimento do erro e a comunhão:
• A presença do erro (v. 1);
• O claro teste do erro (vs. 2-6).
2. O amor e a manifestação da comunhão:
• Amor, característica da família (vs. 7-8);
• A suprema manifestação de amor (vs. 9-10);
• A obrigação de amar (vs. 11-12);
• O amor e a presença de Deus dentro de nós (vs. 13-16);
• A perfeição do amor em nós (vs. 17-18).
3. O incentivo ao amor e a comunhão:
• O incentivo ao amor é o amor de Deus por nós ao entregar Seu Filho (v. 19);
• A comunhão do amor. Nosso amor pelos irmãos prova nosso amor por Deus (vs. 20-21).
Nossa ligação a Cristo e Sua vontade é a proteção contra o erro e a falta de amor tão evidente não apenas na sociedade secular, mas também nos círculos religiosos das igrejas cristãs.
A falta de amor em nossas comunidades é a prova do quanto estamos desprovidos de espiritualidade. Nossa sociedade secular tem ditado até mesmo o ritmo das pessoas que alegam estar ligadas a Cristo.
A natureza de Deus é “verdade” que é intolerante com a falsidade; assim, como também, Seu caráter é essencialmente “amor,” que é intolerante à hipocrisia, à frieza, ao ódio e à indiferença. Por isso, quem tem Jesus no coração não vive preso a esses sentimentos diabólicos nem amarrado às injustiças e imoralidades sociais.
O efeito do amor e da verdade de Deus é visto nas decisões e atitudes de cada um de Seus representantes convertidos da filosofia secular. Assim, você tem Cristo no coração ou não tem, você é cristão ou não é.
• Tuas ações falam mais alto que tuas declarações!
Sendo que existem falsos cristãos, fique atento ao que toda pessoa intenta ensinar e, recorra sempre à Bíblia para examinar as doutrinas proclamadas por quem quer que seja. Assim como existem heresias, que são verdades adulteradas, há também sentimentos fingidos, como também existem cristãos falsificados. Então, muito cuidado!
Concentre-se em firmar tua vida em Deus e em Sua revelação, a fim de que não sejas um cristão apenas de fachada.
“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
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“Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (v.8).
O amor revelado em Jesus é a chave que abre o coração humano para compreender o amor com que Ele deseja que nos amemos uns aos outros. Confessar “que Jesus Cristo veio em carne” (v.2), possui um significado muito maior do que simplesmente professar nEle crer. Confessar o nome de Jesus envolve um compromisso de vida ou morte. E, na época em que João escreveu, a acentuada perseguição provava quem realmente era de Deus. Dar ouvidos a esta mensagem, portanto, não era apenas uma questão de aceitar o evangelho, mas de vivê-lo conforme as verdades reveladas. Decisão esta que exigia fé, coragem e abnegação da própria vida.
O maior dos dons, aumentado e aperfeiçoado na vida cristã, promove o sublime e indispensável conhecimento de Deus, o conhecimento que supera todos os demais e blinda a mente contra “o espírito do erro” (v.6). Podemos dizer que o amor é a fé em ação, como bem escreveu o apóstolo Paulo: “a fé que atua pelo amor” (Gl 5:6). Entretanto, este amor produzido pela fé em Cristo, é manifestado em nós através de um ato que antecedeu a nossa fé: “em haver Deus enviado o Seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dEle” (v.9). Ou seja, é um amor que não vem de nós; um amor que está além do nosso alcance produzir; um amor extravagante em graça; “é dom de Deus” (Ef 2:8).
E “se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros” (v.11). O fato de jamais termos visto a Deus e, ainda assim, declarar amá-Lo, só se torna uma verdade quando permitimos que o Espírito Santo derrame em nosso coração o amor de Deus e este amor seja revertido, por preceito e por exemplo, na vida de outros. Há no mundo um equivocado conceito de amor que acaba por confundir a muitos. Amor não se resume a gracejos e atitudes isoladas de simpatia. “Deus é amor” (v.16), e esta verdade, por si só, deveria despertar em nós um senso urgente de meditar na vida de Cristo e nela buscar a essência do evangelho.
Os profetas foram escolhidos pelo Senhor para transmitir as Suas palavras à humanidade. Jesus foi enviado à Terra como a própria Palavra, o Verbo que “Se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1:14). Mas Jesus não nos deixou órfãos, e “nisto conhecemos que permanecemos nEle, e Ele, em nós: em que nos deu do Seu Espírito” (v.13). Portanto, confessar “que Jesus é o Filho de Deus” (v.15) é ser Sua testemunha à todas as nações pelo poder do Espírito Santo. É o Espírito que aperfeiçoa o perfeito amor em nossos corações, “para que, no Dia do Juízo, mantenhamos confiança” (v.17) e não medo, porque “o perfeito amor lança fora o medo” (v.18).
Resumindo, amados, “nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (v.19). Simples assim. O amor de Deus na vida promove o amor altruísta; amor que regenera, cura, perdoa e salva. Que pela comunhão diária, perseveremos em ser aperfeiçoados no amor pela oração e pelo estudo das Escrituras. Sejamos, pois, vasos de honra cheios e transbordantes do amor divino!
“Que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (v.21).
Feliz semana, nascidos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1João4 #RPSP
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-joao/1jo-capitulo-3//
Neste capítulo encontramos o que na superfície parece ser um problema. 1 João 1:8, 10 afirma claramente que aqueles que proclamam estar sem pecado são mentirosos. Já em 1 João 3:9 o apóstolo alega que é impossível para um cristão pecar. Mas João não se confundiu. Nos capítulos 1 e 2 ele está falando de “atos de pecado” (como a palavra grega aoristo salienta em 1Jo 2:1), enquanto no capítulo 3, ele usa o tempo presente para nos dizer que é impossível para um cristão nascido de novo de viver em um estado permanente de ilegalidade ou rebelião contra Deus.
Evidentemente, se os indivíduos cometem um ato de pecado eles podem confessá-lo (1 Jo 1:9.) e serem perdoados. Esse é um “pecado que não leva à morte” (1 Jo 5:17 NVI). Por outro lado, viver em um estado contínuo de rebeldia, como se não houvesse nenhuma lei ou autoridade divina por trás dela, é um “pecado que leva à morte” (1 Jo 5:16 NVI) porque não conduz à confissão e ao perdão (cf. Mt 12:30).
Como Deus quer que vivamos para que sejamos “semelhantes a Ele”, “quando Ele se manifestar” (v. 2)? A resposta é encontrada no contexto. Aqueles que permanecem nEle (2:28) passaram da morte para a vida porque amam seus irmãos (1 Jo 3:14). O mandamento central para João é sempre: “que nos amemos uns aos outros” (3:23 NVI). E isso faz sentido, já que “Deus é amor” (1Jo 4:8).
Derek J. Morris
Diretor do Hope Channel
Associação Geral IASD
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1408
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/22
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados15-09-2018.mp3
Audio do dia 15.09.18 I João 3 [voz: Valesca Conty]
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I JOÃO 3 – Como agir corretamente diante de situações complicadas de relacionamento? A carta em análise oferece-nos princípios para o bom andamento das atividades na comunidade eclesiástica.
O capítulo supracitado pode ser assim sintetizado, conforme Merrill F. Unger:
1. O justo viver e a comunhão:
• O amor dado por Deus como incentivo à vida santa (v. 1);
• A vinda de Cristo como incentivo à vida santa (vs. 2-3);
• A vida santa como propósito da salvação (vs. 4-5);
• A vida santa e a comunhão (vs. 6-10).
2. Amor fraternal e comunhão:
• A comunhão no amor (vs. 11-15);
• A manifestação do amor (vs. 16-18);
3. A certeza cristã e a comunhão:
• A natureza da certeza (vs. 19-21);
• A realização da comunhão (vs. 22-24).
Esta carta serve de espelho. Nosso tipo de obediência aos mandamentos de Deus prova nosso nível de moralidade (2:3-6). Nosso jeito de amar serve de avaliação de nossa condição social (2:7-11). Nossa forma de expressar a fé prova nosso compromisso com a doutrina bíblica (2:18-27).
João Stott destaca, dos capítulos subsequentes, mais três itens para nossa avaliação: Uma elaboração da…
• …prova moral: justiça (2:28-3:10);
• …prova social: amor (3:11-18);
• …prova doutrinária: fé (4:1-6).
Ao aceitarmos o amor divino tornamo-nos diferentes dos egoístas do mundo. Como filhos de Deus, purificamo-nos dos feios traços comportamentais influenciados pelo diabo. Libertos da escravidão do pecado, somos livres para obedecer a Cristo, O qual morreu para tirar de nós os nossos pecados, inclusive o ódio.
O crente não assume impecabilidade, pois devido a sua vulnerabilidade espiritual, pode escorregar e ter recaídas; porém, não aceita permanecer caído, pois já não é mais escravo das garras do diabo – Nisto reside a diferença do pecador sem Cristo e do pecador com Cristo.
• O amor altruísta em lugar do amor egoísta é a maior evidência de que alguém realmente está convertido. Isso só é possível tendo Jesus no coração!
Desta forma, “a religião de Cristo revela-se como um princípio vitalizante e dominante, uma energia espiritual operante e viva. Quando o coração é aberto à influência celestial da verdade e do amor, esses princípios fluirão de novo como torrentes no deserto, fazendo que apareçam frutos onde agora há esterilidade e penúria” (Ellen G. White).
Olhemos no espelho espiritual desta carta e, então procuremos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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“E aquele que guarda os Seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele. E nisto conhecemos que Ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu” (v.24).
A paternidade de Deus para com a humanidade é algo tão grandioso e sublime, que não pode ser comparada com a paternidade terrena. O único amor que Ele mesmo usou como uma analogia, para fins de compreensão humana, foi o amor de mãe (Is 49:15). O amor de Deus, porém, é um amor incomparável e acima de nosso intelecto limitado. Só a eternidade explicará um amor que dá a própria vida para salvar pessoas que não merecem ser salvas. Ele nos chama de Seus filhos e a Sua graça e misericórdia nos estende o tempo de espera de um Pai que está pronto para correr em nossa direção e nos envolver com beijos e abraços (Lc 15:20). Este capítulo, portanto, se trata do mais lindo recado de amor de um Pai para Seus filhos.
“Amados, agora, somos filhos de Deus” (v.2), e como Seus filhos representamos os Seus interesses e somos herdeiros da fiel promessa. E, “quando Ele Se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque haveremos de vê-Lo como Ele é” (v.2). Crendo nesta esperança, somos purificados, “assim como Ele é puro” (v.3). Não faz parte, porém, da vida de um filho de Deus a prática do pecado, porque “aquele que permanece nEle não vive pecando; todo aquele que vive pecando não O viu, nem O conheceu” (v.6). Aqui nós entramos em um assunto extremamente delicado, que muitos não têm compreendido (ou feito questão de não compreender). João não afirmou que deixamos de ser pecadores, mas que não vivemos mais pecando. Gosto muito de um termo utilizado pelo teólogo Leandro Quadros, quando ele se refere a quem vive na prática do pecado: “pecadeiro”, que é diferente de ser pecador (intrínseco à natureza humana caída).
Diante da dificuldade do ser humano em fazer diferença entre o bem e o mal, o Senhor nos deixou Sua preciosa Palavra e os escritos do Espírito de Profecia, para que possamos compreender qual a largura, altura e profundidade da última “arca” da salvação. “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém” (v.7). Temos a verdade presente em mãos para aprender e praticar a justiça que vem de Deus. E o que temos feito com este tesouro celeste? Buscado do Senhor a unção do Espírito Santo para fazer a Sua vontade, ou ignorado tudo aquilo que vai de encontro à nossa própria vontade? Jesus não apenas Se manifestou para nos salvar, mas também “para destruir as obras do diabo” (v.8). E se o diabo veio “para roubar, matar e destruir” (Jo 10:10), todo aquele “que pratica o pecado procede do diabo” (v.8).
Aquele que possui “recursos deste mundo” e nega ajudar um irmão em necessidade, “como pode permanecer nele o amor de Deus?” (v.17). Aquele “que odeia a seu irmão é assassino” (v.15)! Amar “de fato e de verdade” (v.18) envolve uma boa consciência diante de Deus e diante dos homens. Ser da verdade não é deixar de errar, mas a constante busca por um coração em paz “diante de Deus” (v.21). E as nossas orações passam a ser atendidas “porque guardamos os Seus mandamentos e fazemos diante dEle o que Lhe é agradável” (v.22). Desta forma, permanecemos em Deus, e Deus, em nós, através da constante atuação do Espírito Santo em nossa vida. E a virtude inaugural de Seu maravilhoso fruto é o amor (Gl 5:22). “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a Sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (v.16).
A abordagem de João com relação a Caim é muito clara. Porque Caim matou Abel? “Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas” (v.12). A inveja despertou-lhe o ódio homicida, e este mesmo sentimento vil tem transformado a igreja de Deus no único exército que mata os seus próprios soldados. Até quando a longanimidade do Senhor terá de suportar este conflito “sangrento”? Os filhos de Deus “devem ser os mensageiros vivos para proclamar uma mensagem viva nestes últimos dias” (EGW, Igreja Remanescente, p 60). Precisamos odiar o pecado que há no mundo, não as pessoas que nele estão. Declarar a verdade é diferente de atacar usando a verdade. Percebem? Que ungidos pelo Espírito Santo, como filhos de Deus que somos, sejamos sal e luz do mundo, iluminados pelo amor do Pai!
Bom dia e feliz sábado, filhos do Pai celeste!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1João3 #RPSP
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874 palavras
2 Manifestou. Ver com. de 1Jo 2:28. O apóstolo mostra que considera como certa a suprema perfeição de caráter e de corpo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 716.
Quando Ele se manifestar. Ou, “quando Ele aparecer”. CBASD, vol. 7, p. 716.
Semelhantes a Ele. Refere-se ao cumprimento do plano de Deus para o homem caído, a restauração da imagem divina. … A restauração será concluída na segunda vinda (1Co 15:51-53; Fp 3:20, 21). CBASD, vol. 7, p. 716.
Porque haveremos de vê-Lo. A mesma condição espiritual [discernimento espiritual] existirá em quem olhar para cristo no último dia. CBASD, vol. 7, p. 716.
Como Ele é. Quando Cristo vier pela segunda vez, aparecerá em toda a Sua glória (Mt 25:31) e será contemplado em Seu verdadeiro esplendor. CBASD, vol. 7, p. 716.
4 Pecado. O texto grego diz, literalmente, “o pecado”. … o uso do artigo definido sugere que o autor está falando de “pecado” para se referir a todo tipo de pecados, ou seja, o pecado que causa a separação entre Deus e a pessoa. CBASD, vol. 7, p. 717.
O pecado é a transgressão da lei. Literalmente, “o pecado é a ilegalidade”. … A lei de Deus é uma transcrição de Seu caráter. Jesus veio para revelar à humanidade o caráter de Seu Pai. Ele é, portanto, a lei amplificada e demonstrada. Se as pessoas querem ordenar sua vida em harmonia com a lei de Deus, devem contemplar a Jesus e imitar Sua vida. A lei pode ser resumida nas seguintes palavras: “ser como Deus” ou “ser como Jesus”. A transformação do caráter à semelhança divina é o grande propósito do plano de salvação. CBASD, vol. 7, p. 717.
João ainda não terminou de falar a respeito dos imperfeitos “santos”, que acham que não tem pecado, mas no verso 2 ele trata de outro problema. Aqui encontramos um verso que muitos membros da igreja interpretam mal: “Amados, … ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele” (NVI). Alguns vêem nesse texto uma referência a um perfeccionismo sem pecado no tempo do fim. Essas pessoas utilizam como argumento o verso 4, que diz: “Todo aquele que pratica o pecado transgride a Lei; de fato, o pecado é a transgressão da Lei” (NVI). … [porém] A palavra grega para Lei (nomos) não é encontrada nem uma vez em 1 João. A palavra grega traduzida por lei no verso 4 significa “ilegalidade, iniquidade”, “rebelião”. Assim, a melhor tradução de 1Jo 3:4 é: “Qualquer que pratica o pecado também pratica iniquidade, porque o pecado é iniquidade” [ou rebeldia], conforme visto na versão Almeida Revista e Corrigida. Ou seja, o pecado da disposição mental de rebeldia, opor-se deliberadamente à influência do Espírito Santo. Significa viver como se não houvesse nenhuma lei. E isso, João nos diz nos versos 6 e 9, é uma impossibilidade para os cristãos. “Qualquer que permanece nele não vive pecando; qualquer que vive pecando não o viu nem o conheceu” e “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus” (v. 6, 9 ARC). Derek J. Morris, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/22.
6 Não vive pecando. Ou, “não continua a pecar”, ou “não peca habitualmente”, como implica a forma do verbo grego. O apóstolo se refere ao pecado habitual, não a erros ocasionais que qualquer cristão é propenso a cometer (ver com. de 1Jo 2:1). João sabe que os cristãos são induzidos a pecar (1Jo 1:8, 10), mas também conhece o remédio para tais falhas (1Jo 1:9; 2:1). Aqui, fala do estado ideal que é alcançável por aquele que permanece constantemente na presença protetora do Salvador sem pecado. CBASD, vol. 7, p. 718.
Todo aquele que vive pecando. Ou seja, todo aquele que peca por costume. CBASD, vol. 7, p. 718.
Não O viu. Aquele que continua a pecar demonstra que não conservou sua visão original de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 718.
8 Manifestou. Do gr. phanereoo (ver com. do v. 5). Uma clara referência à encarnação, o que implica a preexistência de Cristo como o eterno Filho de Deus (ver com. de Mq 5:2; Jo 1:1-3; ver vol. 5, p. 1013). Porém, o interesse de João aqui não é estabelecer a natureza de Cristo: ele se ocupa em explicar o propósito que levou o Filho de Deus a Se “fazer carne”. CBASD, vol. 7, p. 719.
As obras do diabo. Essas “obras” incluem todo o mal que Satanás tem sempre feito no mundo e na criação de Deus. Porém, esta referência particular pode ser aos pecados que o diabo fomenta na vida dos seres humanos. Cristo veio para libertar os homens da escravidão do pecado (ver com. de Mt 1:21), desfazendo a obra do maligno. CBASD, vol. 7, p. 719.
9 Não vive na prática do pecado. isto é, não continua a pecar ou não peca habitualmente. … O apóstolo caracteriza aqueles que nasceram de Deus. … Não continuam escravos de seus antigos pecados, nem cometem habitualmente os antigos erros. CBASD, vol. 7, p. 719.
Não pode viver pecando. Ou, “não é capaz de continuar em pecado”, ou “não é capaz de pecar habitualmente”. Isso não significa que o cristão sejas incapaz de cometer uma ato errado. Se ele não fosse capaz de pecar, não haveria nenhuma virtude em ser sem pecado, e não haveria nenhum desenvolvimento de caráter. João já deu a entender que o cristão comete erros ocasionais (ver com. de 1Jo 2:1). CBASD, vol. 7, p. 719.
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